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Veja alguns momentos da celebração e bênção das palmeiras abaixo. Na ocasião dom Dario Campos falou rapidamente sobre a devoção a Nossa Senhora do

Veja alguns momentos da celebração e bênção das palmeiras abaixo. Na ocasião dom Dario Campos falou rapidamente sobre a devoção a Nossa Senhora do Rosário, brincou com os presentes sobre a histórica rivalidade entre os Peroás e Caramurus, grupos religiosos que disputaram a posse de São Benedito entre a igreja de São Francisco e a do Rosário no Centro de Vitória entre 1833 e 1901, conversou com representantes da irmandade São Benedito do Rosário e representantes do Iphan e Poder Público e ao final convidou a cantar parabéns à Provedora da Irmandade, Nelce Pizzani Rios que completa amanhã 96 anos. A bênção das palmeiras foi realizada por dom Dario e Nelce.

 

A bênção das palmeiras que irão compor o ambiente de restauro da igreja Nossa Senhora do Rosário acontece no dia 7 de outubro às 10h no pátio da igreja.

O evento quer reforçar a simbologia que as palmeiras carregam por nos remeterem à coroa de Nossa Senhora e, como disse Walace Bonicenha, secretário da Irmandade São Benedito do Rosário, mantenedora da igreja, “as palmeiras são duas porque Nossa Senhora é rainha no céu e na terra”.

A bênção será realizada por dom Dario Campos, arcebispo de Vitória que visita as obras de restauro com previsão de término para dezembro deste ano de 2021. Dia 7 de outubro a Igreja Católica celebra, comemora e homenageia Nossa Senhora do Rosário, esta é a razão da escolha da data para a bênção das palmeiras.

Para quem conhece o Centro de Vitória, certamente, lembra das palmeiras enormes que compunham o espaço, mas que pelo perigo que ofereciam precisaram ser retiradas. Para não perder a tradição e manter viva a simbologia que apresentam, novas palmeiras foram plantadas. A bênção faz parte da devoção católica e também nos lembra a importância de cuidarmos da Casa Comum (o ambiente) que tanto nos fala o Papa Francisco.

A Igreja Nossa Senhora do Rosário fica na Rua do Rosário no Centro de Vitória.

 

 

O Papa Francisco criou a Fundação Católica para a Saúde. Leia a matéria publicada no site Vatican News: O Papa Francisco criou a “Fundação Católica para

O Papa Francisco criou a Fundação Católica para a Saúde. Leia a matéria publicada no site Vatican News:

Papa Francisco criou a “Fundação Católica para a Saúde”, um órgão que “oferecerá apoio econômico às estruturas de saúde da Igreja, para que o carisma dos fundadores possa ser preservado, a sua inclusão na rede de análogas e beneméritas estruturas da Igreja e com isso, o seu propósito exclusivamente benéfico segundo com os ditames da Doutrina Social”.

O contexto da decisão papal é o da crise que afeta várias estruturas de saúde administradas por ordens religiosas, que muitas vezes se encontram na impossibilidade de continuar a mantê-las e as colocam à venda.

A nova Fundação do Vaticano, escreve Francisco, é uma “Entidade ligada à Santa Sé” para que “possa operar sob sua autoridade soberana e como entidade instrumental da Administração do Patrimônio da Sé Apostólica, que providenciará seu governo e tudo o que for necessário para seu funcionamento”. Com o Quirógrafo de hoje, o Papa também aprovou o Estatuto da Fundação, que será dirigida por Dom Nunzio Galantino, Presidente da APSA.

O objetivo estatutário é, portanto, apoiar e relançar estruturas de saúde de propriedade ou administradas por entidades canônicas, também encontrando recursos financeiros necessários de benfeitores privados e de instituições públicas e privadas. A Fundação poderá realizar qualquer tipo de operação permitida pela legislação do país onde operam as estruturas de saúde objeto de suas atividades, procurando assegurar o respeito à Doutrina Social e a sustentabilidade econômica. As estruturas católicas de saúde, que por várias razões encontram dificuldades para ir adiante, poderão assim evitar escolhas demasiado condicionadas pela urgência.

“Tentaremos evitar o risco”, explicou Dom Galantino ao Vatican News, “que, mesmo que não querendo, essas estruturas contribuem em transmitir uma ideia elitista da assistência à saúde, reduzindo os espaços dos cuidados oferecidos a todos e para todos”.

No dia 11 de julho passado, em sua primeira aparição pública após a cirurgia intestinal, durante o Angelus, o Papa Francisco, olhando da varanda do Hospital Gemelli, disse: “Nestes dias de hospitalização, experimentei mais uma vez como é importante dispor de um bom serviço de saúde, acessível a todos, como existe na Itália e em outros países. Um serviço de saúde gratuito que garante um bom serviço acessível a todos. Não se pode perder este bem precioso. É preciso preservá-lo! E por isso todos devemos comprometer-nos, pois serve a todos e requer a contribuição de todos”. E depois de ter dirigido um encorajamento aos médicos, a todos os profissionais da saúde, acrescentou: “Até na Igreja às vezes acontece que alguma instituição de saúde, devido a uma má gestão, não está bem economicamente, e o primeiro pensamento que nos vem é vendê-la. Mas na Igreja a vocação não consiste em ter dinheiro, mas em prestar serviço, e o serviço é sempre gratuito. Não vos esqueçais disto: salvar as instituições gratuitas!”.

Durante este mês de outubro – em que a Igreja volta seu olhar para as missões e os missionários – a Rádio América em

Durante este mês de outubro – em que a Igreja volta seu olhar para as missões e os missionários – a Rádio América em parceria com a Comissão Missionária da Arquidiocese de Vitória, preparou uma programação especial para falar sobre o assunto. Ao longo do mês será realizada uma entrevista semanal, às quartas-feiras, 16h20, cada dia com um convidado que vai falar das diversas formas de missão na Igreja. Além disso, já estão no ar, spots com reflexões sobre a temática e com a oração do mês missionário.

A Campanha Missionária 2021 tem como Tema: “Jesus Cristo é missão” e Lema: “Não podemos deixar de falar sobre o que vimos e ouvimos” (At 4,20).  O Papa Francisco pede aos cristãos que sejam missionários e missionárias da compaixão e da esperança, cristãos na promoção do encontro e do cuidado com o semelhante. Nos dias 23 e 24 de outubro, cada comunidade também vai realizar a coleta destinada a apoiar projetos de evangelização em todo mundo.

Veja quem são os convidados:

06/10 – Irmã Izabete Dal Farra – Consagrada na Congregação Imaculada Conceição de Castres – Irmãs Azuis. É missionária na África e em diversos lugares fora do Brasil.

13/10 – Dulcinete Machado Zanotti – Assessora da Infância Missionária – Vai falar sobre a missão das crianças pelas crianças, a Infância e Adolescência Missionária (IAM).

20/10 – Thiago Mancini – Membro da Comunidade Jesus está Vivo – Falará sobre a missão dos jovens

27/10 – Padre João Marcelo dos Santos – Está em missão no Estado do Pará e vai falar sobre a missão de um presbítero.

 

Oração do Mês Missionário:

Deus Pai, Filho e Espírito Santo, comunhão de amor, compaixão e missão. Nós te suplicamos: Derrama a luz da tua esperança sobre a humanidade que padece a solidão, a pobreza, a injustiça, agravadas pela pandemia. Concede-nos a coragem para testemunhar, com ousadia profética e crendo que ninguém se salva sozinho, tudo o que vimos e ouvimos de Jesus Cristo, missionário do Pai. Maria, mãe missionária, e São José, protetor da família, inspirem-nos a sermos missionários da compaixão e da esperança. Amém.

O Papa Francisco reuniu hoje, 4 de outubro de 2021, cientistas, especialistas e líderes religiosos no Vaticano para o encontro “Fé e Ciência”. O

O Papa Francisco reuniu hoje, 4 de outubro de 2021, cientistas, especialistas e líderes religiosos no Vaticano para o encontro “Fé e Ciência”. O objetivo é refletir e se preparar para a -cop26 – Conferência Climática Anual da ONU, (Organização das Nações Unidas), sobre Mudanças Climáticas, que acontece na Escócia (em Glasgow) de 31 de outubro a 12 de novembro.

O Papa entregou aos participantes seu discurso escrito. Segundo matéria publicada no site Vatican News, o pedido do Papa é que “adotemos comportamentos modelados na ‘interdependência’ e ‘corresponsabilidade’ para neutralizar as ‘sementes do conflito’ que prejudicam o meio ambiente e a pessoa humana.

Leia a matéria publicada no site do Vaticano:

“Tudo está interligado, tudo no mundo está intimamente conexo”: ciência e fé, homem e criação. Portanto, é necessário adotar comportamentos e ações modelados na “interdependência” e “corresponsabilidade” e, sobretudo, no “respeito” recíproco, a fim de combater aquelas “sementes de conflito” tais como ganância, indiferença, ignorância, medo e violência que causam feridas tanto no ser humano quanto no meio ambiente. No dia do primeiro aniversário da Encíclica Fratelli tutti, dedicada à fraternidade humana, o Papa Francisco reúne, esta segunda-feira (04/10), na Sala das Bênçãos, no Vaticano, cientistas, especialistas e líderes religiosos (dentre eles o Grão Imame de al-Azhar, Ahmad al-Tayyeb, e o Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I) para o encontro “Fé e Ciência. Rumo à Cop 26”. Um evento que – como diz o título – olha para a conferência climática anual da ONU programada para se realizar, em Glasgow, na Escócia, de 31 de outubro a 12 de novembro.

Apelo conjunto

Em meio a música e momentos de silêncio, discursos e debates em vários idiomas, todos os presentes assinaram um apelo conjunto no qual ilustraram vários percursos educacionais e de formação a serem desenvolvidos em favor do cuidado da Casa comum. O Pontífice entregou o documento ao presidente da Cop26, Alok Sharma, e ao ministro das Relações Exteriores italiano, Luigi Di Maio; junto com ele, as três páginas de seu discurso: “Vocês têm a transcrição do que tenho a dizer agora e para não sair fora do tempo necessário para todos falarem, deixo o texto em suas mãos. Vocês podem lê-lo e assim continuamos esta celebração.”

Uma única família humana

No discurso entregue, o Pontífice recorda que “o encontro de hoje, que une muitas culturas e espiritualidades num espírito de fraternidade, reforça a consciência de que somos membros de uma única família humana: cada um de nós tem a sua própria fé e tradição espiritual, mas não existem fronteiras e barreiras culturais, políticas ou sociais que nos permitam isolar-nos”.

Francisco indica três conceitos-chave para refletir sobre esta colaboração recíproca:

“O olhar de interdependência e partilha, o motor do amor e a vocação ao respeito.”

Interdependência e partilha

O Papa parte do conceito de “harmonia divina” presente no mundo natural, o que demonstra que “nenhuma criatura é suficiente a si mesma. Cada uma existe apenas na dependência das outras, para se completarem mutuamente, a serviço umas das outras”. “Plantas, águas, seres vivos são guiados por uma lei nelas impressa por Deus para o bem de toda a criação”, enfatiza o Pontífice.

Reconhecer que o mundo está interconectado significa não apenas compreender as consequências nefastas de nossas ações, mas também identificar comportamentos e soluções que devem ser adotados com olhos abertos para a interdependência e a partilha. 

Mudança de rumo

O conceito é o mesmo que foi expresso pelo Papa durante estes longos e difíceis meses de pandemia: “Não podemos agir sozinhos”. O Pontífice enfatiza que “o compromisso de cada pessoa de cuidar dos outros e do meio ambiente é fundamental”. Um compromisso “que leva a uma mudança urgente de rumo e que também deve ser alimentado pela própria fé e espiritualidade”; um compromisso que deve ser continuamente incentivado pelo motor do amor. “Do fundo de cada coração, o amor cria laços e amplia a existência quando faz a pessoa sair de si mesma em direção ao outro”, diz o Papa. Esta “força propulsora do amor” não é “posta em movimento” de uma vez por todas, “deve ser reavivada a cada dia”. As religiões e tradições espirituais podem oferecer uma grande contribuição neste sentido.

O amor é o espelho de uma vida espiritual intensamente vivida. Um amor que se estende a todos, além das fronteiras culturais, políticas e sociais; um amor que se integra também e sobretudo em benefício dos últimos, que são muitas vezes aqueles que nos ensinam a superar as barreiras do egoísmo e a derrubar as paredes do eu.

Sementes de conflito

“Este é um desafio”, aponta o Papa Francisco, “que enfrenta a necessidade de combater essa cultura do descarte, que parece prevalecer em nossa sociedade e que se acomoda no que o nosso Apelo Conjunto chama de sementes de conflito: ganância, indiferença, ignorância, medo, injustiça, insegurança e violência”. As mesmas sementes de conflito que causam “as feridas graves” que infligimos ao meio ambiente: mudanças climáticas, desertificação, poluição, perda de biodiversidade. São feridas que, diz o Papa, citando a Caritas in Veritate, levam à “ruptura daquela aliança entre o ser humano e o ambiente que deve espelhar o amor criativo de Deus, do qual viemos e para o qual caminhamos”.

 

Respeito pela criação, pelo próximo, por Deus

O Papa indica “exemplo e ação”, por um lado, e “educação”, por outro, como os dois “planos” para enfrentar este desafio que tem “o sabor da esperança”, já que “não há dúvida de que a humanidade nunca teve tantos meios para atingir este objetivo como hoje”. Ele recorda a “vocação ao respeito”:

Respeito pela criação, respeito pelo próximo, respeito por si e respeito pelo Criador. Mas também respeito recíproco entre fé e ciência, a fim de entrar num diálogo entre elas orientado para o cuidado com a natureza, a defesa dos pobres, a construção de uma rede de respeito e fraternidade.

Respostas eficazes da Cop 26

“O respeito”, sublinha o Pontífice, “não é um mero reconhecimento abstrato e passivo do outro”, mas uma ação “empática e ativa” destinada a “querer conhecer o outro e entrar em diálogo com ele a fim de caminhar juntos neste caminho comum”. “Uma viagem que levará à Cop 26 em Glasgow que”, conclui o Papa, “é urgentemente chamada a oferecer respostas eficazes à crise ecológica sem precedentes e à crise de valores em que vivemos, e assim oferecer esperança concreta às gerações futuras”.

Ewerton Venâncio I “O que Deus uniu o homem não separe” (Mc 10,9). Percorrendo mais um Domingo do Tempo Comum, a Liturgia se apresenta

Ewerton Venâncio I “O que Deus uniu o homem não separe” (Mc 10,9).

Percorrendo mais um Domingo do Tempo Comum, a Liturgia se apresenta como um grande convite à reflexão sobre a importância do amor nas relações conjugais. Embora todo o contexto basilar gire em torno da questão do Matrimônio, é preciso pensar este sacramento como doação ao outro, sobretudo no contexto familiar.

Na Primeira Leitura, retirada do capítulo segundo do livro de gênesis (Gn 2,18-24), aparecem os primeiros elementos que nos permitem uma reflexão. O primeiro elemento que aparece como fundamental é figura do homem, que, sozinho, não consegue caminhar no mundo, e por isso necessita caminhar junto de alguém: a mulher. Para tanto, temos nesse trecho a “criação” da mulher: “Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e eles serão uma só carne. (cf. Gn 2, 24). Tal texto nos permite ver a unidade do Matrimônio um só homem com uma só mulher, e a indissolubilidade, pois os dois passarão a ser uma só carne. Nesta entrega é preciso que haja uma relação recíproca baseada em diálogo, compreensão, amor e respeito.

É importante percebermos que aparecem muitas situações em que a solidão parece ser a grande companheira da vida do homem, e por isso urge a tão necessária elaboração de um projeto de vida que contemple a uma verdadeira e completa relação conjugal. O Salmo Responsorial (127) é um grande convite à benção, já nos conduzindo para a centralidade da Segunda Leitura (Hb 2,9-11), mostrando um homem que não é mais solitário, mas que constrói a sua família, tendo o Senhor sempre à sua frente, fazendo prosperar a caminhada a cada dia da vida. A Carta aos Hebreus que hoje começamos a acompanhar nos apresenta Jesus como o modelo a ser seguido, modelo este que perpassa pelo sofrimento, mais que continuamente nos impele à santidade, se nos deixamos abrir e guiar por sua graça.  

No Evangelho (Mc 10, 2-16) duas cenas nos chamam a atenção: a primeira no contexto em que mais uma vez os fariseus questionam Jesus, para colocá-lo a prova acerca da lei. Jesus reafirma a centralidade da união entre o homem e mulher, ressaltando, no v.24, que o que Deus uniu não pode jamais ser separado por homem algum. O casal deve ser um testemunho vivo e verdadeiro, exemplo de unidade e respeito, pois é por meio do Sacramento do Matrimônio que a graça inspira possibilidades de se superar as situações mais difíceis, com as quais nos deparamos cada vez mais em nossa sociedade, e daí buscar caminhos no amor para superar a dureza do coração, que já existe desde os tempos de Moisés.

Jesus deixa as coisas muito claras: Divorciar-se é sempre um movimento de ruptura que leva ao pecado, e por isso os grandes protagonistas são o homem e mulher, que por livre decisão assumem uma grande responsabilidade, um compromisso de fé e vida.  A segunda cena que nos é apresentada entra-se mais especificamente nos v.v 13-16. Apesar de aparentemente esta última parte do Evangelho não estar ligada a todo conjunto, nela Jesus exorta aos discípulos que deixem ir a Ele as crianças, porque o reino de Deus é como elas. A figura das crianças aparece aqui para nos levar a perceber que é justamente esse movimento de docilidade que nos fazer perceber que muitas vezes precisamos voltar a “ser” crianças, e que usemos de ternura e pureza para compreender a verdadeira sabedoria que vem do próprio Cristo.

Não são as nossas próprias convicções que não levarão ao reino de Deus, mas a nossa certeza de que o projeto de Deus se realiza pela palavra, e, uma vez que nos abrirmos a esta certeza, compreenderemos o Matrimônio como um projeto vivificante do homem no mundo. Roguemos ao Senhor para que toque também o nosso coração neste grande projeto, nos levando a perceber o quanto é necessária a santificação de nossas famílias.

Na exortação apostólica “Familiaris Consortio”, de São João Paulo II, sobre a função da família cristã no mundo de hoje, encontramos: […] “Num momento histórico em que a família é alvo de numerosas forças que a procuram destruir ou de qualquer modo deformar, a Igreja, sabedora de que o bem da sociedade e de si mesma está profundamente ligado ao bem da família, sente de modo mais vivo e veemente a sua missão de proclamar a todos o desígnio de Deus sobre o matrimônio e sobre a família, para lhes assegurar a plena vitalidade e promoção humana e cristã, contribuindo assim para a renovação da sociedade e do próprio Povo de Deus”[1].

Que a Liturgia deste Domingo, abrindo o mês missionário, nos convide a perceber que a santidade deve estar continuamente ligada às relações matrimoniais, à medida que estas estão a serviço do Reino do Deus na construção de um mundo melhor, partindo de frutuosas vivências em nossas famílias e nos inspirando-se a ser missionários, como nos apresentam o tema e o lema da campanha missionária 2021: “Jesus Cristo é Missão” e “Não podemos deixar de falar sobre o que vimos e ouvimos.” (At 4,20). 

Ewerton Venâncio Mariani 

Seminarista do 3º ano de Filosofia;

Paróquia de origem: Sant’Ana – Marechal Floriano;

Paróquia de estágio Pastoral: São Lucas – Novo México – Vila Velha.

[1] JOÃO PAULO II. Exortação Apostólica Pós-Sinodal Familiaris consortio. Sobre a função da família cristã no mundo de hoje. (22 de novembro de 1981). Disponível em: https://www.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/apost_exhortations/documents/hf_jp-ii_exh_19811122_familiaris-consortio.html

O Papa Francisco divulgou hoje, 1º de outubro, mês dedicado às missões, um vídeo explicando o que é ser missionário e interpelando sobre este

O Papa Francisco divulgou hoje, 1º de outubro, mês dedicado às missões, um vídeo explicando o que é ser missionário e interpelando sobre este tema. Entre outras definições o Papa diz: “ser missionário não é proselitismo, é dar testemunho de vida”. Assista o vídeo.

Anexos

Em Solene Eucaristia na noite de ontem, 30/09 (Memória de São Jerônimo), Dom Dario Campos presidiu a Santa Missa na qual foram instituídos ao

Em Solene Eucaristia na noite de ontem, 30/09 (Memória de São Jerônimo), Dom Dario Campos presidiu a Santa Missa na qual foram instituídos ao Ministério de Leitor:

Sem. Bruce Willis Moura de Oliveira, Sem. César Augusto Flegler Delarmelina, Sem. Juliano do Nascimento Machado, Sem. Leonardo Oss, Sem. Marcílio de Araujo Netto, Sem. Vitor Valentim Placidino.

Trata-se de um importante momento que marca a caminhada vocacional do candidato ao presbiterado, pelo qual, desde já, é chamado pela Igreja a aprofundar-se na meditação, no estudo e na proclamação da Palavra de Deus.

Realizada na Catedral Metropolitana de Vitória, a cerimônia contou com grande número de fiéis, além da presença dos padres formadores, párocos e vigários das Paróquias de origem e de pastoral destes nossos irmãos. Também se fizeram presentes os seminaristas das demais Dioceses do Estado, que compõem o Regional Leste 3.

Em sua homilia, o Arcebispo de Vitória destacou sobre a centralidade da Palavra de Deus não somente na Liturgia, mas em toda trajetória vocacional. Recordou que o padre é o homem da Palavra, viva e presente na caminhada do povo de Deus rumo ao céu.

Rogamos que pela intercessão de São Jerônimo, estes nossos irmãos consolidem sempre mais o chamado de Cristo em suas vidas.

“Lê com muita frequência as divinas Escrituras; aliás, que o Livro sagrado nunca seja deposto das tuas mãos. Aprende aqui o que tu deves ensinar” (São Jerônimo – Ep. 52, 7).

 

A festa de Santa Teresinha do Menino Jesus é celebrada neste dia 01 de outubro. A santinha, que com apenas 15 anos entrou para

A festa de Santa Teresinha do Menino Jesus é celebrada neste dia 01 de outubro. A santinha, que com apenas 15 anos entrou para o Carmelo, é muito conhecida no Brasil e no mundo pelo seu imenso amor a Jesus demonstrado durante sua breve vida e que ficou marcado em seus escritos, poesias e orações. Teresa nasceu em 1873 e desde muito pequena dedicou sua vida à Igreja.

Nos últimos dias, em preparação para a festa, os fiéis rezaram a conhecida Novena das Rosas de Santa Teresinha, que era chamada de florzinha do Carmelo. O significado deste importante momento de oração vem da história dela: desde quando era criança seu pai a chamava de florzinha e quando Teresinha, ainda muito jovem, entrou para o convento ganhou dele uma mudinha de rosas que foi plantada no terreno do Carmelo.

Ela sempre oferecia as rosas que desabrochavam para Jesus. E ela pediu a Jesus para que quando ela morresse, aqueles que recorressem à sua intercessão, recebessem uma rosa se Ele aceitasse o pedido. Santa Teresinha também prometeu uma chuva de bênçãos de rosas a quem tivesse o mesmo amor por Jesus Cristo e caísse nas graças de Deus, recebendo no tempo certo o pedido que fez a ela. A partir disso as pessoas esperam receber uma rosa ocasional, durante os dias da novena.

Na Arquidiocese de Vitória, no bairro Paul, em Vila Velha, existe a paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus. Desde o ano de 2007 ela é administrada pela Congregação Religiosa dos Missionários do Sagrado Coração de Jesus. O atual pároco é padre Cícero Machado Ribeiro e a paróquia possui 14 comunidades. A festa de Santa Teresinha deste ano teve como tema “Missionária do Amor do Pai” e como lema “O amor a Jesus nos faz Igreja que reza, partilha e ama”.

A programação começou no dia 18 de setembro e se encerra hoje com um dia repleto de missas: às 7h missa do trabalhador, às 9h missa, às 12h missa dos devotos, às 15h missa da misericórdia, às 18h carreata pelas ruas do bairro e logo após, às 19h30, missa solene presidida pelo Arcebispo Metropolitano de Vitória, Dom Dario Campos. Ao fim de todas essas celebrações terá benção das rosas e venda do bolo dos devotos com a medalha da santa.

Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós!