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A Arquidiocese de Vitória realiza, no dia 15 de novembro, uma formação voltada à reflexão sobre o papel e a evolução da música na

A Arquidiocese de Vitória realiza, no dia 15 de novembro, uma formação voltada à reflexão sobre o papel e a evolução da música na liturgia da Igreja, com o tema “A música litúrgica antes e depois do Concílio Vaticano II”. O encontro acontecerá das 8h às 17h, no Centro Católico de Estudos (CECATES), em Vitória.

A assessoria será do Pe. Jair Costa, Assessor do Setor de Música Litúrgica da Comissão Episcopal para a Liturgia da CNBB, que irá abordar as mudanças trazidas pelo Concílio Vaticano II e seus impactos na prática musical das celebrações.

De acordo com a Constituição Sacrosanctum Concilium, o Concílio reafirmou a importância da música como parte integrante da liturgia, e não como mero adorno. O canto e a música, quando bem utilizados, favorecem a participação ativa dos fiéis e ajudam a expressar o mistério celebrado. “O canto em comunidade, depois da comunhão nas espécies eucarísticas, é a expressão mais eficaz da comunhão do povo de Deus na liturgia cristã. O Concílio Vaticano II destacou a dimensão da participação ativa de todo o Povo de Deus, na qual a música litúrgica tem um papel fundamental. Revisitando os momentos da história, antes e depois do Concílio, buscamos aprofundar a participação do Povo de Deus no mistério pascal de Cristo”, destaca o padre Jair Costa

O evento é gratuito, necesitando de inscrição, e destinado a ministros de música, regentes, corais, agentes de pastoral litúrgica e demais interessados em compreender de forma mais profunda o sentido teológico, espiritual e pastoral do canto litúrgico.

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A tensão entre Estados Unidos e Venezuela, a trégua frágil em Gaza, o direito dos trabalhadores e dos migrantes e o processo ao ex-jesuíta
A tensão entre Estados Unidos e Venezuela, a trégua frágil em Gaza, o direito dos trabalhadores e dos migrantes e o processo ao ex-jesuíta Rupnik foram as perguntas que os jornalistas fizeram ao Papa Leão XIV ao deixar Castel Gandolfo de volta ao Vaticano.

Ao deixar a residência pontifícia de Castel Gandolfo para retornar ao Vaticano, o Papa Leão parou para responder a quatro perguntas feitas pelos jornalistas que o aguardavam do lado de fora da Villa Barberini.

Falando especificamente sobre a tensão na costa da Venezuela entre a luta ao narcotráfico e a aproximação de militares dos Estados Unidos, com a ameaça  latente de uma “guerra fria”, o Pontífice reafirmou que com a violência não se vence: “Um país tem o direito de ter militares para defender a paz, para construir a paz. Neste caso, parece ser um pouco diferente, aumentando a tensão. Penso que com a violência não vencemos. A questão é buscar o diálogo, buscar um modo correto para encontrar soluções aos problemas que podem existir em determinado país”.

Paz no Oriente Médio

Quanto ao Oriente Médio, a trégua “é muito frágil”, disse Leão XIV, expressando um parecer positivo com o fato de que pelo menos a primeira fase do acordo ainda esteja em vigor. Agora, prosseguiu, é preciso encontrar formas de se passar à segunda fase, “como garantir os direitos de todos os povos”. “O tema da Cisjordânia, dos colonos, é realmente complexo.”

Respeitar as necessidades espirituais dos migrantes nos EUA

Também foi feita ao Papa uma pergunta sobre Chicago, a sua cidade natal, onde as autoridades proibiram os sacerdotes de dar a comunhão aos migrantes detidos. Em primeiro lugar, o Pontífice recordou que o “o papel da Igreja é pregar o Evangelho”, citando o capítulo 25 do Evangelho de Mateus, “em que Jesus diz claramente que no final dos tempos nos será pedido: como acolheram o estrangeiro? Vocês o acolheram ou não?”. “Penso que haja uma profunda reflexão a ser feita sobre o que está acontecendo”, destaca o Santo Padre. “Muitas pessoas que viveram por anos e anos sem nunca causar problemas foram profundamente atingidas por aquilo que está acontecendo neste  momento”. O convite, portanto, é levar em consideração também os direitos espirituais das pessoas que foram detidas: “Convidaria certamente as autoridades a permitir que os agentes pastorais se ocupem das necessidades dessas pessoas. Muitas vezes, foram separadas de suas famílias por um longo período de tempo, ninguém sabe o que está acontecendo… mas suas necessidades espirituais deveriam ser respeitadas”.

O trabalho, direito humano

Outro tema tratado foi o trabalho, em vista do Jubileu dos Trabalhadores programado para os próximos dias. O assunto voltou a ser pauta na Itália com a morte de um operário de 66 anos no desabamento de uma torre em Roma. “A voz da Igreja é pelos direitos. Acreditamos que realmente precisamos trabalhar todos juntos. É um direito do ser humano ter um trabalho digno, onde também possa ganhar para o bem da família”, respondeu o Papa, reiterando a preocupação com a segurança e afirmando que a celebração do Jubileu também quer “dar um pouco de esperança e tentar unir forças para encontrar soluções e não apenas comentar os problemas”.

O caso Rupnik

Por fim, antes de se despedir e regressar ao Vaticano, foi feita uma última pergunta sobre o ex-jesuíta Marko Ivan Rupnik, acusado de abusos por parte e algumas religiosas, cujo caso está no centro de um processo no Dicastério para a Doutrina da Fé. Em particular, questionou-se as obras de arte ainda presentes em vários locais sagrados, algumas das quais foram cobertas após pedidos e protestos das vítimas. “Certamente, em muitos lugares, justamente pela necessidade de ser sensível em relação àqueles que denunciaram ter sido vítimas, as obras de arte foram cobertas, foram removidas dos sites. Portanto, esta questão é certamente algo de que estamos cientes”, afirmou Leão XIV. Ele explicou ainda que recentemente foi iniciado um novo processo contra o ex-jesuíta: “Os juízes foram nomeados e os processos judiciais levam muito tempo. Sei que é muito difícil para as vítimas pedir que sejam pacientes. Mas a Igreja deve respeitar os direitos de todas as pessoas. O princípio da presunção de inocência até prova contrária também se aplica à Igreja. E esperamos que este processo recém-iniciado possa trazer clareza e justiça a todas as pessoas envolvidas”.

Fonte: publicado no site vaticannews.va
A noite de terça-feira, 04 de novembro de 2025 reuniu no Colégio Agostiniano um grupo de pessoas comprometidas com a ecologia integral e com

A noite de terça-feira, 04 de novembro de 2025 reuniu no Colégio Agostiniano um grupo de pessoas comprometidas com a ecologia integral e com expectativas quanto à realização da COP30. Para conversar sobre o assunto, o bispo auxiliar de Manaus, dom Hudson de Souza Ribeiro, diretor da Faculdade Católica do Amazonas e membro pesquisador da Pontifícia Comissão para a Tutela de Menores, no Vaticano, que está em Vitória.

Dom Hudson iniciou lembrando que o Papa Francisco nos chamou a atenção de que estamos diante de uma crise socioambiental  e não diante de duas crises, porque tudo está interligado: natureza, sociedade, cultura e espiritualidade. “Estamos diante de uma crise ética, cultural e espiritual e isso exige de nós uma conversão ambiental/ecológica.

Após expor as diretrizes e orientações do Papa sobre Ecologia Integral, e lembrar que os mais pobres são sempre os mais atingidos pelos problemas, dom Hudson apresentou três  pontos que serão encamunhados à COP30:
Propostas 

Processo de transformação da casa comum;
Mudança de mentalidade e estilo de vida. As pessoas buscam qualidade de vida, mas não querem mudar o estilo de vida;
A conversão ecológica é pessoal, comunitária, social, cultural e institucional;
Espiritualidade ecológica é reconhecer o valor de cada criatura.

Sonhos com relação à COP30:
Social – aborda a injustiça e o crime na região amazônica – sonho cultural – diversidade cultural e sobretudo os povos ameaçados
Ecológico – criar novo paradigma contra o consumismo desenfreado
Eclesial – Igreja envolvida que fala sobre inculturação da fé.
A Igreja na cop30  que acontece pela 1ª vez na Amazônia propõe: ações e compromissos globais para frear o aquecimento, e a Amazônia tem papel essencial para controle desse aquecimento;
A COP30 deve acelerar a transição para energias renováveis – Neste ponto dom Hudson lembrou a autorização para pesquisa sobre petróleo como um contra senso;
A defesa de que as populações originárias precisam ser ouvidas;
Que surja manutenção financeira de projetos para defender a Amazônia.

Compromissos:
Proteção dos territórios e soberania dos povos originários.
Promoção da igualdade (países e corporações que impactam fortemente devem ter maior parcela de responsabilidade e recursos).
Rejeição à financeirização da natureza. A monetização não tem chegado às comunidades, o que prova que este não é o caminho.
Não basta falar de transição energética, outros países se perguntam para onde irão as placas de energia e como manter energia eólica com mudanças nos ciclos do vento. [É preciso discutir is impactos dessas tentativas que já foram experimentadas.
Erradicação total do desmatamento – dom Hudson lembrou que a abertura de estradas provocam muitos estragos ambientais.

Para terminar a exposição os presentes foram convidados a lerem o poema Estatutos do Homem de Tiago de Mello:

Os Estatutos do Homem

Artigo I.
Fica decretado que agora vale a verdade.
que agora vale a vida,
e que de mãos dadas,
trabalharemos todos pela vida verdadeira.Artigo II.
Fica decretado que todos os dias da semana,
inclusive as terças-feiras mais cinzentas,
têm direito a converter-se em manhãs de domingo.

Artigo III.
Fica decretado que, a partir deste instante,
haverá girassóis em todas as janelas,
que os girassóis terão direito
a abrir-se dentro da sombra;
e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro,
abertas para o verde onde cresce a esperança.

Artigo IV.
Fica decretado que o homem
não precisará nunca mais
duvidar do homem.
Que o homem confiará no homem
como a palmeira confia no vento,
como o vento confia no ar,
como o ar confia no campo azul do céu.

Parágrafo Único:
O homem confiará no homem
como um menino confia em outro menino.

Artigo V.
Fica decretado que os homens
estão livres do jugo da mentira.
Nunca mais será preciso usar
a couraça do silêncio
nem a armadura de palavras.
O homem se sentará à mesa
com seu olhar limpo
porque a verdade passará a ser servida
antes da sobremesa.

Artigo VI.
Fica estabelecida, durante dez séculos,
a prática sonhada pelo profeta Isaías,
e o lobo e o cordeiro pastarão juntos
e a comida de ambos terá o mesmo gosto de aurora.

Artigo VII.
Por decreto irrevogável fica estabelecido
o reinado permanente da justiça e da claridade,
e a alegria será uma bandeira generosa
para sempre desfraldada na alma do povo.

Artigo VIII.
Fica decretado que a maior dor
sempre foi e será sempre
não poder dar-se amor a quem se ama
e saber que é a água
que dá à planta o milagre da flor.

Artigo IX.
Fica permitido que o pão de cada dia
tenha no homem o sinal de seu suor.
Mas que sobretudo tenha sempre
o quente sabor da ternura.

Artigo X.
Fica permitido a qualquer pessoa,
a qualquer hora da vida,
o uso do traje branco.

Artigo XI.
Fica decretado, por definição,
que o homem é um animal que ama
e que por isso é belo.
muito mais belo que a estrela da manhã.

Artigo XII.
Decreta-se que nada será obrigado nem proibido.
tudo será permitido,
inclusive brincar com os rinocerontes
e caminhar pelas tardes
com uma imensa begônia na lapela.

Parágrafo único:
Só uma coisa fica proibida:
amar sem amor.

Artigo XIII.
Fica decretado que o dinheiro
não poderá nunca mais comprar
o sol das manhãs vindouras.
Expulso do grande baú do medo,
o dinheiro se transformará em uma espada fraternal
para defender o direito de cantar
e a festa do dia que chegou.

Artigo Final.
Fica proibido o uso da palavra liberdade.
a qual será suprimida dos dicionários
e do pântano enganoso das bocas.
A partir deste instante
a liberdade será algo vivo e transparente
como um fogo ou um rio,
e a sua morada será sempre
o coração do homem.

Cuidar é uma palavra que combina com Igreja, naquele sentido amplo de atenção, aproximação, empatia. Este foi o tom da palestra proferida por dom

Cuidar é uma palavra que combina com Igreja, naquele sentido amplo de atenção, aproximação, empatia. Este foi o tom da palestra proferida por dom Hudson de Souza Ribeiro, bispo auxiliar de Manaus, diretor da Faculdade Católica do Amazonas e membro pesquisador da Pontifícia Comissão para a Tutela de Menores, no Vaticano.

A provocação iniciou-se com uma sequência de fotos de crianças, que por si mesmas, introduziram o tema, e a pergunta: vocês já foram fotos dessas?

A manhã foi dividida em dois propósitos: ouvir dom Hudson sobre a proteção a crianças, adolescentes e pessoas vulnerabilizadas e apresentar a Comissão Arquidiocesana formada a partir do Motu Proprio do Papa Francisco “Vos estis Lux Mundi”, e do Documento da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, sobre Política de Proteção da Infância, Adolescentes e Pessoas Vulneráveis, ambos de 2023.

Dom Hudson fez um retrospecto histórico sobre a cultura adultocêntrica e lembrou que sempre que falamos de infantilidade é de forma negativa. Ainda somos reféns desta cultura e a Igreja também demorou para abordar o assunto sobre proteção e cuidado, mas nos últimos anos temos documentos da Igreja que orientam a ação. Estamos passando da cultura de abuso de poder (adulto sobre a criança) e criando a cultura do cuidado. Para explicar como a Igreja é chamada ao cuidado, dom Hudson lembrou que cuidar é uma condição ontológica do ser humano e usou uma expressão para tal afirmação: “existo, logo cuido”.
 O Papa João Paulo II começou a organizar o pensamento sobre os abusos e falar deles com mais clareza em 2001. Em 2002 os bispos da América Latina também enfrentaram as situações com transparência. O Papa Bento acelerou as reformas para proteger os vulneráveis de abusos, pediu perdão e já apontou para a cultura do cuidado. Em 2019, o Papa Francisco, enfrentou os casos de abusos sexuais, pediu perdão aos abusados e familiares e recomendou tolerância zero para abusos contra crianças e adolescentes na Igreja. Na primeira versão o Papa dirigiu-se aos padres, mas na revisão em 2023 incluiu diáconos, instituições e leigos com funções de tolerância.
Tendo como referência o Motu Proprio do Papa Francisco e a Politica de Proteção à Criança e Vulneráveis, dom Hudson lembrou que essas políticas precisam estar em acordo com as normas civis e lembrou que “o papel de tutelar é do Estado. A diocese não julga, não investiga, mas ela entra na rede de proteção. O que a Igreja quer é que se criem ambientes mais saudáveis e de proteção, apresentar proposições e esperança. Mas, o sonho é chegarmos ao momento de nem precisarmos falar sobre isso”. Dom Hudson ainda afirmou que as crianças e adolescentes precisam ser envolvidos e protagonistas nas ações do cuidado.

Na segunda parte, a Comissão Arquidiocesana foi apresentada:  diácono Jovercino – Dra. Lúcia Roriz – Maria de Fátima Facheto – pe. Carlos Barbosa – pe. Jorge Campos. Dra. Lúcia apresentou a caminhada da Comissão e o caderno recém publicado com as políticas de proteção da Arquidiocese de Vitória. Dom Hudson deu algumas sugestões sobre o trabalho produzido pela Comissão e encerrou a manhã com uma frase “quando a gente deixa o lado criança morrer, parte de nós morre” a música de Gonzaguinha:

Nunca pare de sonhar

Ontem um menino
Que brincava, me falou
Que hoje é semente do amanhã
Para não ter medo
Que esse tempo vai passar
Não se desespere, nem pare de sonhar
Nunca se entregue
Nasça sempre com as manhãs
Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar
Fé na vida, fé no homem, fé no que virá
Nós podemos tudo, nós podemos mais
Vamos lá fazer o que será
Fé na vida, fé no homem, fé no que virá
Nós podemos tudo, nós podemos mais
Vamos lá

 

 

Hoje, 02 de novembro de 2025, ao final da missa pelos fiéis defuntos, o cura da Catedral de Vitória, pe. Renato Criste, recebeu o

Hoje, 02 de novembro de 2025, ao final da missa pelos fiéis defuntos, o cura da Catedral de Vitória, pe. Renato Criste, recebeu o Governador do Estado para assinatura de um convênio para restauro da Catedral. O Governador expressou alegria por poder repassar o recurso e afirmou que a Catedral é um patrimônio histórico que deve ser conservado. Alé disso considerou que o espaço onde as pessoas possam fazer suas orações é um santuário que tem que ser preservado.

Pe. Renato explicou a finalidade do recurso e disse estar feliz e aliviado. Será feita a impermeabilização do telhado, substituição de parafusos e algumas telhas e pintura. Pe. Renato acrescentou ainda que embora esse restauro quase não seja visível é de extrema importância.

Uma nova peregrinação jubilar aconteceu hoje na Arquidiocese de Vitória. Representantes das paróquias da Área Pastoral Vitória, com seus párocos caminharam da igreja matriz

Uma nova peregrinação jubilar aconteceu hoje na Arquidiocese de Vitória. Representantes das paróquias da Área Pastoral Vitória, com seus párocos caminharam da igreja matriz em Sto. Antônio até à Basílica, como expressam de fé e gratidão. Dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória e dom Andherson Franklin, caminharam junto com os fiéis e na chegada à Basílica, o Arcebispo dirigiu-se à multidão e motivou para a celebração, lembrando que embora as Portas Santas estejam em Roma (São Pedro, São João de Latrão e São Paulo Fora dos Muros), na da impedia que os fiéis ao entrarem na porta da Basílica Sto. Antônio lembrassem dessa simbologia. Após a explicação de dom Ângelo, vagarosamente, os bancos foram acolhendo os fiéis que lotaram o espaço e formaram filas para a confissão. Os padres e bispos se distribuíram no espaço e acolheram os penitentes que se preparavam para receber a indulgência.

Foram quase duas horas de confissões e adoração ao Santíssimo Sacramento em clima de silêncio e oração. Na entrada da Basílica as informações de onde as filas estavam menores ia passando de boca em boca, sem que o clima de oração fosse quebrado.

Os grupos paroquiais estavam organizados e atentos uns aos outros e partilhavam entre si a alegria de estarem juntos celebrando a esperança. A peregrinação de hoje foi a última das seis as Áreas Pastorais da Arquidiocese que se iniciaram no mês de maio.

Em Assembleia Geral Eletiva realizada nesta quarta-feira (29), em Roma, a direção do Pontifício Colégio Pio Brasileiro apresentou oficialmente o novo aplicativo institucional da

Em Assembleia Geral Eletiva realizada nesta quarta-feira (29), em Roma, a direção do Pontifício Colégio Pio Brasileiro apresentou oficialmente o novo aplicativo institucional da casa. Na mesma ocasião, a comunidade residente elegeu os novos membros do Conselho de Presbíteros para o ano acadêmico de 2025/2026.

O Conselho de Presbíteros tem a missão de representar a comunidade presbiteral do colégio junto às instâncias competentes, colaborando com a direção em tudo o que se refere ao bem comum da instituição. O órgão é composto por um coordenador, um secretário e os coordenadores de cada departamento.

Para o próximo mandato, o padre Ruan Coutinho da Cruz foi eleito coordenador do Conselho de Presbíteros. Ele representará, junto com os demais membros, os 99 padres que atualmente residem no colégio.

Ao aceitar a nova missão, padre Ruan expressou sua gratidão e disponibilidade:

“Aceito com alegria e generosidade no coração a missão que meus irmãos padres confiaram a mim. É um desafio representar toda a comunidade, mas também uma oportunidade de contribuir de forma direta para a vida da casa. Bom propósito e desejo sincero e humilde de contribuir para que a vida no Colégio seja cada vez melhor e mais fraterna, dentro de minhas possibilidades, não faltarão”. 

O novo coordenador destacou ainda que suas principais atribuições incluem coordenar o conselho dos estudantes, representar a comunidade presbiteral junto às instâncias competentes e colaborar com a direção do Colégio em tudo o que se refere ao bem e à comunhão da comunidade.

No próximo sábado, 01 de novembro de 2025, acontece o primeiro momento formativo em vista da Campanha da Fraternidade 2026: Fraternidade e moradia. Para

No próximo sábado, 01 de novembro de 2025, acontece o primeiro momento formativo em vista da Campanha da Fraternidade 2026: Fraternidade e moradia. Para este primeiro momento estão convidados todos aqueles que se dispõem a ser multiplicadores da Campanha, no segundo momento que acontecerá em dezembro, os multiplicadores visitaram as Áreas Pastorais e todos estão convidados a participar.

A formação para multiplicadores é no Centro de Treinamento Dom João Batista (Ponta Formosa), dia 01 de novembro de 8h às 17h. Está com vontade de ser um multiplicar? Então participe da formação, tire suas dúvidas e entenda a proposta da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

A Campanha da Fraternidade é uma iniciativa da CNBB, que desde 1962, propõe e provoca os católicos a refletirem sobre uma das mazelas sociais durante o Tempo da Quaresma. Fé e vida caminham juntas. A vida precisa da fé para alimentar a esperança e a crença na humanidade. A fé precisa da vida para se tornar realidade e inspirar a compreensão humana da presença de Deus no meio de nós.

Participe:

Centro de Treinamento Dom João Batista – Alameda Irmã Nieta, s/nº – Praia do Canto – Vitória