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Domingo (01) daremos início a mais um mês dentro do calendário civil. E, no mês de agosto, a Igreja celebra o  “Mês Vocacional”. Vocações

Domingo (01) daremos início a mais um mês dentro do calendário civil. E, no mês de agosto, a Igreja celebra o  “Mês Vocacional”. Vocações e ministérios serão, a cada domingo, motivos para rezarmos e refletirmos sobre uma vocação específica.

Nesse primeiro domingo, já iremos refletir sobre a vocação para o ministério ordenado: diáconos, padres e bispos.

Responder ao chamado de Deus para uma vocação específica não é uma coisa simples e fácil, é inquietante, dá medo, por isso, exige discernimento, oração e um acompanhamento vocacional,  para que a pessoa que se sente chamada possa fazer discernimento e atingir a maturidade para assumir, de fato, o chamado de Deus.

“Esse mês é um tempo favorável para uma escuta apurada e sensível da voz de Deus que chama cada um de seus filhos à descoberta de sua vocação. Muitos são chamado para a vocação matrimonial, outros para a vocação sacerdotal, ainda outros para a vida consagrada religiosa e a consagração nas comunidades de vida e aliança. Descobrir a vocação específica, é condição para viver e anunciar o evangelho, revelando ao mundo que a verdadeira alegria está em amar e servir a Cristo e ao próximo”, comenta Thiago Dias Mancini, membro do SAV e consagrado da Comunidade de Vida e Aliança Jesus Está Vivo.

Para melhor viver esse mês o SAV, Serviço de Animação Vocacional da Arquidiocese de Vitória – ES, preparou uma programação especial para ajudar a despertar a vocação que cada pessoa tem dentro de si.

Confira toda programação para esse mês:

  • Novena Vocacional

Datas: 01 a 09/08.

Horário: 19h

Local: YouTube da Arquidiocese

 

  • Terço Vocacional

Dias 02, 09, 16, 23 e 30/08

Horário: 18h

Local: YouTube da Arquidiocese

 

  • Missa Vocacional

Data: 10/08

Local e horário: Catedral de Vitória às 18h.

Presidida pelo Padre Márcio (coordenador do SAV)

Transmissão pela Rádio América na Rádio América.

 

  • Live Vocacional

Data: 21/08

Horário: 19h30

Local: YouTube da Arquidiocese

A CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, publicou ontem, 28 de julho de 2021, uma matéria sobre quem são e como atuam os

A CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, publicou ontem, 28 de julho de 2021, uma matéria sobre quem são e como atuam os bispos do Brasil. Veja a matéria abiaxo.

O decreto Christus Dominus, publicado pelo Papa Paulo VI, em 28 de outubro de 1965, dispõe sobre o “Munus Pastoral dos Bispos na Igreja”. Em seu segundo ponto, define que “os Bispos, constituídos pelo Espírito Santo, sucedem aos Apóstolos como pastores das almas, e, juntamente com o Sumo Pontífice e sob a sua autoridade, foram enviados a perpetuar a obra de Cristo, pastor eterno. Na verdade, Cristo deu aos Apóstolos e aos seus sucessores o mandato e o poder de ensinar todas as gentes, de santificar os homens na verdade e de os apascentar. Por isso, foram os Bispos constituídos, pelo Espírito Santo que lhes foi dado, verdadeiros e autênticos mestres, pontífices e pastores”.

O Brasil possui 309 bispos na ativa, sendo 47 arcebispos, 1 administrador diocesano, 1 arquieparca metropolitano, 210 bispos, 38 bispos auxiliares, 7 bispos prelados, 3 eparcas e 1 exarca. Além dos bispos que estão exercendo seu  ministério, o país conta com 162 bispos eméritos vivos. O Código de Direito Canônico (CDC) conceitua como “emérito” aquele bispo que perde “o ofício por limite de idade ou por renúncia aceite”. A Igreja estabelece a idade de 75 anos para a apresentação do pedido de renúncia ao Papa.

Confira o quadro:

Quadro Resumo
Administrador Apostólico 1
Administrador Diocesano 8
Arcebispos 46
Arcebispo Eparca (Emérito) 1
Arcieparca Metropolitano 1
Bispos diocesanos 210
Bispos Auxiliares 40
Bispos Prelados 8
Eparca 3
Exarca 1
 

As circunscrições eclesiásticas

A porção territorial confiada aos cuidados de um bispo é chamada circunscrição eclesiástica, também conhecida como “Igreja Particular”. Pode ser uma prelazia, uma diocese, arquidiocese, eparquia ou exarcado para fiéis de ritos específicos, e também circunscrições que não tem uma limitação territorial, como a administração apostólica pessoal. A soma dessas diferentes circunscrições presentes no Brasil é de 278, assim divididas:

Circunscrições Eclesiásticas
Dioceses 217
Arquidioceses 45
Eparquia 3
Prelazia 8
Exarcado 1
Ordinariado para os fiéis de Rito Oriental sem Ordinário próprio 1
Ordinariado Militar do Brasil 1
Administração Apostólica Pessoal 1
Arquieparquia 1
Total 278

Papel do bispo diocesano

O bispo da diocese de Tocantinópolis (TO) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato da CNBB, dom Giovane Pereira de Melo, destaca que é importante dizer que o primeiro papel de um bispo é pastorear, governar e zelar pela diocese que o Papa e a Igreja universal confia a cada bispo. É papel do bispo, segundo dom Giovani, zelar pelo clero, pelos religiosos, pelos cristãos leigos, agentes, promover as vocações.

Ele destaca também que é papel do bispo diocesano, organizar a  pastoral e o  planejamento da diocese conforme os documentos do magistério da Igreja, documentos das conferências episcopais, as diretrizes gerais da ação evangelizadora da Igreja no Brasil (2019-2023) e também a partir das orientações pastorais que oriundas dos 19 regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

“Grande parte do nosso tempo, como bispos diocesanos, é dedicada ao cuidado dos bens da Igreja, buscando administrar as obras da Igreja, de modo particular as obras sociais na perspectiva de colaboração na construção de uma sociedade justa e fraterna, com abertura ao diálogo com a sociedade, buscando ser presença pública da Igreja no mundo”, disse.

A atuação dos bispos na CNBB

O Direito Canônico, em seu cânon 447, define uma conferência dos bispos como “um organismo permanente, é a reunião dos Bispos de uma nação…, que exercem conjuntamente certas funções pastorais em favor dos fiéis do seu território, a fim de promover o maior bem que a Igreja proporciona aos homens, principalmente em formas e modalidades de apostolado devidamente adaptadas às circunstâncias de tempo e lugar, de acordo com o Direito” (C.D.C. cânon 447).

“A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é a instituição permanente que congrega os Bispos da Igreja Católica no País…; nela, conjuntamente, eles exercem funções pastorais e dinamizam a missão evangelizadora… . Respeitadas a competência e responsabilidade de cada membro, quanto à Igreja universal e à própria Igreja particular, cabe à CNBB, como expressão peculiar do afeto colegial, fomentar a comunhão entre os membros…, ajudar os Bispos no seu ministério para o benefício de todo o povo de Deus, concretizar o afeto colegial e facilitar o relacionamento de seus membros, sendo espaço de diálogo, ajuda fraterna e de encorajamento recíproco…., estudar assuntos de interesse comum, promover a ação evangelizadora, exercer o magistério doutrinal e a atividade legislativa, segundo as normas do direito…, representar o Episcopado brasileiro junto a outras instâncias, inclusive a civil” (Estatutos art. 1º e 2º).

São membros da CNBB, a partir da posse no ofício e enquanto ocupam os bispos diocesanos; os bispos auxiliares; os bispos titulares e os prelados das Igrejas orientais católicas. Na entidade, os bispos atuam na presidência, composta pelo presidente, o arcebispo de Belo Horizonte (MG), dom Walmor Oliveira de Azevedo, o primeiro vice-presidente, o arcebispo de Porto Alegre (RS), o segundo vice-presidente, o bispo de Roraima (RR), dom Mário Antônio da Silva e o secretário-geral, o bispo auxiliar do Rio de Janeiro (RJ), dom Joel Portella Amado.

Para o bispo de Roraima e segundo vice-presidente da CNBB, dom Mário Antônio da Silva, ser membro da presidência da CNBB é fazer jus ao voto de confiança do episcopado brasileiro. Ao mesmo tempo, segundo ele, atuar na presidência da CNBB é prestar um serviço à Igreja no Brasil e fazer um aprendizado no espírito de comunhão. “Fazemos isto, caminhando juntos com todos os irmãos bispos e também em comunhão com toda a Igreja no Brasil”, disse.

Os bispos atuam também no Conselho Episcopal Pastoral (Consep), composto pelos 4 membros da presidência da organização mais 12 bispos que presidente as Comissões Episcopais Pastorais permanentes. Integram as comissões, outros bispos além da presidência. Os bispos atuam também no Conselho Econômico, no Conselho Fiscal e no Conselho Permanente da entidade, órgão máximo de deliberações abaixo apenas da Assembleia Geral.

Além disto, os bispos atuam nas presidências nos 19 regionais da CNBB (exercendo funções de presidência, vice-presidência e secretário, além das comissões). Os bispos também se revezam nas comissões de cada regional, atuam nas Comissões Especiais e Grupos de Trabalho e nos Conselhos. Também acompanham, em nome da CNBB, os organismos e pastorais da Igreja no Brasil.

Dom Giovane Pereira Melo também é presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato da CNBB e acompanha, em nome da entidade, o Conselho Nacional dos Laicatos do Brasil (CNLB), um organismo do povo de Deus. “É bom lembrar que o bispo está na diocese, mas ele tem um zelo e cuidado pastoral com toda a Igreja universal”, disse. Disto, segundo ele, fazem parte o acompanhamento à Comissão na CNBB, no acompanhamento a grupos pastorais nos regionais e também nacionalmente.

Trata-se, segundo ele, de uma colaboração junto à CNBB no governo e no pastoreio da Conferência dos Bispos. “A Comissão para o Laicato tem o papel de promover a identidade, a vocação, a espiritualidade, a missão e a formação dos cristãos leigos e leigas. Também é papel desta comissão, promover a organização do laicato e dos serviços que buscam fortalecer a organização dos cristãos leigos e leigas tanto na Igreja como na sociedade”, disse.

Aos poucos, seguindo os protocolos e tomando todos os cuidados para evitar contágio da Covid-19, comunidades e paróquias estão retomando atividades pastorais presenciais. Missas,

Aos poucos, seguindo os protocolos e tomando todos os cuidados para evitar contágio da Covid-19, comunidades e paróquias estão retomando atividades pastorais presenciais. Missas, Celebrações da Palavra, catequese e sacramentos já estão acontecendo de forma presencial em todas as seis Áreas Pastorais.

Durante a pandemia foi necessário criar novos modelos e formas para desenvolver a pastoral, e, usar a tecnologia para fazer formações, reuniões e programações.  Certamente, algumas modalidades continuarão sendo usadas, pois ainda é necessário muito cuidado e sabemos que o vírus continua circulando entre nós. Mas, neste momento, predomina a forma híbrida para evangelizar, isto é, algumas atividades pastorais, como missas e catequese, acontecem de forma presencial com número reduzido de participantes e sempre que possível com transmissões, elas são oferecidas para quem quiser acompanhar online. O mundo digital se incorporou e os dois ambientes, digital e presencial, são oferecidos pelas paróquias e comunidades.

Nessa retomada, contudo, predomina a alegria por poder se encontrar, como disse pe. Robson Lemos, coordenador pastoral da área Benevente. “Já estamos celebrando os sacramentos, graças a Deus e, também, as missas e celebrações da Palavra nas comunidades”.

Na área pastoral de Serra, os eventos ainda estão restritos, mas as formações e reuniões com coordenadores de catequese já estão acontecendo de forma presencial e as pastorais também gradativamente retomando as atividades. As visitas aos doentes hospitalizados estão sendo feitas sempre que solicitadas e a pastoral da esperança vem atuando junto às famílias enlutadas. Padre Jones Teixeira, coordenador da área pastoral, acredita que a retomada será exigente: “eu percebo em muitos agentes pastorais e parcela do povo, um certo desânimo, uma tibieza espiritual, percebo que nós padres, vamos precisar trabalhar muito a espiritualidade com os leigos e agentes pastorais.

Faz-se necessário um reavivamento que desperte aquela alegria de servir e de caminhar com Jesus”.

Duas iniciativas merecem um destaque nesta retomada. Os catequistas da paróquia Sant’Ana Área Pastoral Serrana, apoiados pelo pe. Marcos de Brito, pároco e coordenador da Área Pastoral, estão realizando a catequese dentro da missa nas quartas-feiras. Com este gesto envolveram pais e filhos e prepararam 48 crianças e 1 jovem para o Sacramento da iniciação cristã, para a primeira Eucaristia que aconteceu em abril. A catequese continua seguindo nesse modelo. O pároco e a coordenadora da catequese, Ludmila Zambom estão felizes com o resultado e já criaram um coral infantil para animar as missas-catequese, como estão sendo chamado esse modelo de catequese.

Outra modalidade na catequese vem da paróquia Nossa Senhora da Esperança, na área pastoral de Serra. A paróquia está com inscrições abertas para o início da catequese que recomeça em 14 de agosto de forma presencial e vai até ao Advento. As inscrições estão sendo feitas utilizando um dos formulários disponibilizado pelo google, ou seja, a experiência digital continua sendo utilizada. Como a paróquia usa o método de expressão catecumenal, as inscrições poderão ser feitas mesmo após o dia 14 de agosto, quando inicia a pré-catequese, até ao Advento, quando o grupo é iniciado no catecumenato. Durante este período de pré-catequese é possível continuar fazendo inscrição. Para isso basta que o catequista coloque o iniciante no mesmo nível dos outros catecúmenos para juntos darem continuidade à caminhada. A catequese da paróquia passou por três fases distintas durante a pandemia: catequese semi-presencial, digital e agora volta ao formato presencial.

Dom Dario Campos, Arcebispo Metropolitano, nomeou padre Rodrigo Chagas como novo cerimoniário do Arcebispado na Arquidiocese de Vitória. O sacerdote assume no lugar de

Dom Dario Campos, Arcebispo Metropolitano, nomeou padre Rodrigo Chagas como novo cerimoniário do Arcebispado na Arquidiocese de Vitória. O sacerdote assume no lugar de padre Evandro Sagrilo que estava no cargo desde 03 de dezembro de 2018. Esta função está ligada à Liturgia, pois o cerimoniário do Arcebispo prepara e está à frente de todas as missas pontificais da Arquidiocese. Ele organiza toda a ação litúrgica e está sempre ao lado do Arcebispo para ajudá-lo nos rituais.

O cerimoniário tem que conhecer todo rito que vai acontecer e tem que ser uma pessoa bem atenta. Atua em missas de ordenações e nas celebrações eucarísticas como na Festa da Penha e Festa de Nossa Senhora da Vitória, por exemplo, estando sempre na condução das cerimônias presididas pelo bispo. Ele tem a missão de elaborar os roteiros, fazendo com que os ritos aconteçam corretamente e tudo saia na perfeita condição da liturgia. Quem geralmente auxilia o arcebispo são os seminaristas quem também ficam no altar.

Padre Rodrigo conta que ele está desde novembro como Coordenador da Comissão de Liturgia da Arquidiocese e padre Evandro ainda estava como cerimoniário do Arcebispo, mas houve a necessidade pastoral de unir as duas funções, pois no caso padre Evandro é seu antecessor como Coordenador da Liturgia. Geralmente o coordenador de liturgia organiza todas as missas pontificais e tudo que se diz respeito a liturgia da Arquidiocese, como formações, escola de liturgia, escola de música e as missas e celebrações com o bispo.

“Recebo com muita alegria este cargo de confiança de Dom Dario. Já tenho dois cargos de confiança do Arcebispo, esse é o terceiro que ele me confia. Eu um padre tão novo, acabei de fazer um ano de padre. Já estou como Administrador Paroquial da maior paróquia da Arquidiocese que é a paróquia São Sebastião, de Afonso Cláudio. Ele também já tinha me confiado a coordenação da Liturgia Arquidiocesana que é o coração da ação pastoral, onde tudo culmina. Toda ação pastoral se coloca ao redor do altar para celebrar a evangelização, por isso é um cargo de muita responsabilidade. E agora me nomeando como seu cerimoniário eu fiquei muito feliz e agradecido por me confiar tamanha responsabilidade e eu estou disponível para servir”, detalha o sacerdote.

Padre Evandro detalha que desde que foi ordenado diácono transitório, ele assumiu o cargo, na época a pedido de Dom Luiz Mancilha Vilela e continuou sendo até então. “Agora eu encerro meu período de cerimônia nestas primeiras duas ordenações que acontecem no próximo sábado, dia 31, e na próxima do diácono Alessandro Rebonato que será dia 07 de agosto. Foi muito bom, um tempo de aprendizado, de conhecimento da liturgia. Fiquei muito feliz e agora fico mais feliz ainda de passar essa missão ao padre Rodrigo até porque eu continuo com 3 missões árduas que é a Casa Sacerdotal, ser vigário na paróquia Sagrada Família e ainda de ser vice-diretor do Propedêutico. Fico muito aliviado por passar para uma pessoa tão responsável que já está na Comissão de Liturgia”.

A Arquidiocese de Vitória agradece pela dedicação de padre Evandro nestes quase 3 anos e deseja boas-vindas ao padre Rodrigo, com a certeza de que Deus está cuidando das missões dos dois presbíteros.

O cardeal Peter Turkson, Prefeito do Dicastério para o Serviço de Desenvolvimento Humano Integral, participou da  Pré-Cúpula da ONU sobre Sistemas Alimentares que está
O cardeal Peter Turkson, Prefeito do Dicastério para o Serviço de Desenvolvimento Humano Integral, participou da  Pré-Cúpula da ONU sobre Sistemas Alimentares que está sendo realizada em Roma. O cardeal discursou na sessão “Sistemas Alimentares Indígenas e Dieta Natural” e, disse que para aumentar a produção de alimentos, é preciso valorizar os pequenos produtores indígenas e tradicionais, “que mantêm uma relação saudável com a terra que cultivam”. Leia abaixo a matéria divulgada no site Vatican News.
Para aumentar a produção mundial de alimentos em mais de 50%, e assim suprir as mais de 9 bilhões de pessoas que deverão povoar o planeta até 2050, “é necessário promover os sistemas alimentares indígenas”. Isto requer o estabelecimento de “um diálogo permanente de conhecimento com os povos indígenas/tradicionais de todo o mundo que permitirá a elaboração de políticas públicas globais que valorizem os pequenos produtores indígenas e tradicionais como protagonistas de uma ação global para combater a pobreza alimentar”. Este é o centro do discurso proferido pelo Cardeal Peter Kodwo Turkson, Prefeito do Dicastério para o Serviço de Desenvolvimento Humano Integral, na Pré-Cúpula da ONU sobre Sistemas Alimentares que está sendo realizada em Roma, na sessão de discursos sobre “Sistemas Alimentares Indígenas e Dieta Natural”. Em seu discurso o cardeal explicou que o uso destes sistemas alimentares, definidos como “agroecossistemas”, será especialmente útil “em países com sistemas agrícolas sensíveis às mudanças climáticas (por exemplo, a variabilidade das chuvas, a temperatura, a seca, as enchentes)”.
As sete regiões socioculturais identificadas pela FAO

Por esta razão, lembrou o Cardeal Turkson, a FAO, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, “identificou sete regiões socioculturais para representar os povos indígenas do mundo: África; Ásia; América Central, América do Sul e Caribe; Ártico; Europa Central e Oriental, Federação Russa, Ásia Central e Transcaucásia; América do Norte e Pacífico”. Um próximo passo, para o Prefeito do Dicastério do Vaticano, “seria identificar e aplicar as instituições informais que permitiram a persistência dos sistemas alimentares ao longo do tempo” e “organizar os sistemas alimentares dessas regiões à medida que se desenvolvem ao longo do tempo”.

As instituições indígenas suprimidas devem ser restabelecidas

Como grande parte das terras do mundo “são espaços indígenas”, concluiu Turkson, “a restauração de sistemas eficazes de gestão de recursos bioculturais em todo o mundo deve incluir a manutenção, e em alguns casos o restabelecimento, de instituições indígenas em múltiplos níveis. Em suas observações, o Cardeal ganense lembrou que “muitas pesquisas e estudos sobre a produção de alimentos indígenas destacaram seu potencial mesmo no caso de mudanças no uso do solo e do clima”, e o grande valor de sua restauração no futuro. Os povos indígenas souberam proteger o conhecimento que permitiu a perpetuação de seus sistemas agroalimentares ao longo do tempo”, disse o cardeal, “e este conhecimento pode ser usado nos territórios com pobreza alimentar.

A agricultura comercial é prejudicial às espécies alimentares indígenas

Citando estudos sobre a produção de alimentos indígenas no Havaí e na Austrália, Turkson enfatizou que o uso de técnicas tradicionais provou ser crucial para a viabilidade e a resiliência das culturas indígenas e das espécies alimentares, enquanto a introdução de espécies estrangeiras, acompanhadas de fertilizantes, pesticidas, herbicidas, “compromete seriamente esta vitalidade, e a agricultura tradicional indígena na África demonstra isto”. Criar novos habitats, como faz a agricultura comercial, para as espécies indígenas pode ser prejudicial para elas, “como a necessidade de usar fertilizantes químicos (efetivo somente quando o solo está morto), pesticidas (efetivo somente para proteger plantas insalubres) e máquinas agrícolas (útil somente quando uma grande área tem que ser cultivada)”. Esses métodos”, segundo o cardeal Turkson, “são ineficazes ou mesmo prejudiciais em solos férteis, culturas saudáveis e sementes pequenas e locais”. No entanto, interesses econômicos impulsionam algumas dessas práticas ecossidas”!

No próximo dia 30 de julho (sexta-feira), no Campinho do Convento da Penha, será celebrado o Perdão de Assis, a misericórdia e o amor de Deus

No próximo dia 30 de julho (sexta-feira), no Campinho do Convento da Penha, será celebrado o Perdão de Assis, a misericórdia e o amor de Deus por toda a humanidade, é a Celebração da Reconciliação. Neste ano, por conta das flexibilizações e novas medidas sanitárias, o evento poderá contar com a presença de quinhentas pessoas no Campinho. As inscrições são gratuitas e já estão disponíveis no site do Convento. Como no ano passado, a festa também será no formato online ao vivo pelas redes sociais do Convento (Facebook, YouTube e Instagram).

A caminhada penitencial desde o portão até ao Campinho do Convento, como de costume, não será precedida do encontro na Igreja do Rosário na Prainha. As pessoas, à medida que forem chegando, devem dirigir-se ao Campinho do Convento onde haverá a Celebração. Passo a passo e em silêncio, a subida pode ser vivida como possibilidade de uma oportuna revisão de vida.

De modo a prevenir acidentes, a organização do evento pede ainda que as pessoas não utilizem velas. Nesses tempos de pandemia muitas pessoas passaram a portar recipientes com álcool para higienização das mãos, o que pode ocasionar intercorrências ou mesmo incêndio na mata do Santuário da Penha.

Ainda temos vivido tempos sombrios, difíceis, sobretudo por conta da pandemia. A falta de empatia, o desprezo pela vida, a falta de diálogo… Todas essas situações não estão de acordo com a conduta de verdadeiros cristãos. Infelizmente, são dias de violência, ódio nas redes sociais, rixas políticas, raiva e rancor entre algumas famílias. Mas é também o tempo da graça, o tempo da redenção. É tempo de abrir-se ao reencontro consigo mesmo num exercício de humildade reconhecimento da falta cometida e na generosa disposição de apostar na possibilidade do recomeço.

Nesse momento, somos chamados ao exercício do perdão. Perdão é a capacidade de ir ao chão, tanto para quem perdoa quanto para quem pede o perdão. Quem pede o perdão se dispõe a descer da montanha do próprio orgulho, a vencer os obstáculos da própria prepotência e a encontrar-se no chão de sua mais plena verdade, cheia de beleza, mas portadora de limites. Quem é perdoado, sente-se livre das amarras do desprezo e da ira.

Temos a possibilidade de vencer o ódio e a desconfiança, construindo uma ponte de reconciliação que torna-nos capazes de transpor o abismo que nos separa daquele que ali está, com toda humildade, pedindo um voto de confiança, pedindo o perdão.

 

O que é o Perdão de Assis?

O Perdão de Assis é uma celebração franciscana com mais de 800 anos de história. Com materna generosidade, a Ordem Franciscana abre os tesouros que por nosso Senhor, lhe foram confiados e dá à todos seus filhos e filhas a possibilidade de receber o Perdão da Porciúncula, cuja origem se deve àquela ardente caridade com que São Francisco de Assis, Pai Seráfico dos Frades Menores e amante dos pobres, iluminou e incendiou de amor os lugares, as almas, os fiéis e toda a Igreja.

Em 1216, após passar a noite em profunda oração, São Francisco estando na pequenina Igreja da Porciúncula (Itália), nas proximidades de Assis, uma visão de Maria Santíssima e de seu divino Filho. Perguntaram-lhe, naquela milagrosa e singular aparição, que favor ele gostaria de pedir. Zeloso pela salvação das almas, Francisco não demorou a responder-lhes: “Que todos quantos, arrependidos e devidamente confessados, vierem visitar esta igrejinha, possam receber a completa remissão de seus pecados”. Jesus então lhe disse: “É grande o que me pedes; mas o concedo de bom grado, sob a condição de que vás pedir tal indulgência ao meu vigário na terra, o Papa”. Francisco foi às pressas ao encontro do Pontífice da época, o Santo Padre Honório III, que, apesar das hesitações e medos da Cúria Romana, acabou aceitando aquele inusitado pedido. Voltando para a Porciúncula poucos dias depois, Francisco de Assis exclamou, com lágrimas de alegria, diante do povo e do episcopado da Úmbria: “Irmãos, quero levar-vos todos para o Paraíso!” E assim ficou instituído o chamado Perdão de Assis.

O Perdão, constitui-se como uma manifestação do amor misericordioso de Deus sobre à Igreja e sobre os fiéis, sendo também um sinal da paz e do bem deixados como herança por São Francisco de Assis.

Ao participar da Celebração do Perdão de Assis, os fiéis, a partir de reflexões pessoas, meditações, orações, experiências de fé e dos ritos sacramentais, recebem de Deus a misericórdia, a compaixão e a Indulgência Plenária. O momento propicia aos participantes, um profundo e sincero exame das atitudes e pensamentos.

O privilégio de receber o perdão e a reconciliação, nos dada como garantia a partir do Evangelho de Nosso Senhor, se estende também ao Convento da Penha. “Irmãos, quero levar-vos todos para Paraíso!”, permanece a clamar Francisco de Assis a todo fiel cristão. Façamos de Vila Velha a nossa Cidade de Assis.

Celebração do Perdão de Assis, um momento de espiritualidade, oração, silêncio e profundo reconhecimento da misericórdia de Deus.

Fonte: Assessoria do Convento da Penha, Vitória – ES

O Segundo Pedal Solidário será no dia 2 de outubro de 2021, mas a solidariedade já começou e todos podem participar.  O Pedal Solidário

O Segundo Pedal Solidário será no dia 2 de outubro de 2021, mas a solidariedade já começou e todos podem participar.  O Pedal Solidário é um evento criado pelo Pe. Ronaldo Rosa, vigário da paróquia São Francisco de Assis em Porto de Santana, que tem como hobby e prática esportiva de pedalar. A iniciativa pretende incentivar o esporte e despertar o sentimento de solidariedade entre as pessoas.

“Nas minhas horas vagas costumo pedalar como prática esportiva. O ano passado quando eu trabalhava na paróquia Nossa Senhora das Graças, realizei o primeiro pedal, quando pedalamos 250 km e arrecadamos 6 toneladas em doações. Neste segundo pedal pretendemos percorrer a mesma distância”, comenta Pe. Ronaldo.

O objetivo é arrecadar alimentos não perecíveis, produtos de higiene, roupas usadas, brinquedos e fraldas descartáveis ou geriátricas. Tudo o que for arrecado será doado para as famílias carentes, através de iniciativas como: Projeto Amar (Viana), casa das Irmãs O Caminho (Vila Velha), casa das Irmãs de Caridade (Vitória) e para a campanha Paz e Pão da Arquidiocese de Vitória. Importante ressaltar que a ação é sem fins lucrativos e totalmente solidária.

“Devido à pandemia não poderemos abrir o Pedal para uma “multidão”. Por isso, o número de participantes é reduzido a 18 pessoas. Quem se interessar em fazer o percurso pedalando, precisa procurar a secretaria da paróquia até o dia 29 de julho, para garantir a sua vaga. Será necessário apresentar laudo médico, dizendo que está apta a pedalar 250 km”, enfatiza Pe. Ronaldo.

O período para receber doações  já está aberto desde o dia 25 de julho e vai até  30 de setembro de 2021, na secretaria da Paróquia São Francisco em Porto de Santana ou para o próprio Pe. Ronaldo, e, claro, as doações podem ser feitas também pelas pessoas que não farão o percurso de bicicleta. Outra forma de contribuir com o gesto solidário é comprar a camisa do evento (feminina e masculina), pois o valor arrecadado será revertido para compra de cestas básicas.

O Pedal começa às 5h do dia 02 de outubro, da comunidade Santa Ana em Porto de Santana. O trajeto a ser percorrido passará pela Rodovia do Contorno, Serra, Fundão, Ibiraçu, onde será realizado um momento de oração no Santuário Nossa Senhora da Saúde. A Volta será pela orla da praia passando por Nova Almeida, Serra, Vitória, Vila Velha e  Porto de Santana, terminando no mesmo local da partida. Um total de 250 km.

 

Indicado pelos presbíteros e referendado pelo Arcebispo, padre Diego Carvalho dos Santos, é o novo representante dos padres da Arquidiocese de Vitória. Para auxiliá-lo

Indicado pelos presbíteros e referendado pelo Arcebispo, padre Diego Carvalho dos Santos, é o novo representante dos padres da Arquidiocese de Vitória. Para auxiliá-lo na missão foi escolhido padre Alexandro Firmino Barbosa.

O representante arquidiocesano dos padres trabalhará em conjunto com os representantes de cada Área Pastoral e tem como missão a atenção às necessidades e anseios dos padres quanto à espiritualidade e saúde entre outros, representá-los no Conselho presbiteral e outras instâncias quando necessário, organizar eventos e fortalecer a pastoral presbiteral.

Os dois eleitos têm mandato de dois anos.

Atualmente pe. Diego é pároco em Guarapari, paróquia Nossa Senhora da Conceição e pe. Alexandro em Vila Velha na paróquia da Glória.