Notícias

O site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, publicou hoje, 8 de junho de 2021, notícia sobre escritos inéditos de dom Helder

O site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, publicou hoje, 8 de junho de 2021, notícia sobre escritos inéditos de dom Helder Câmara e o processo de canonização. Dom Helder Pessoa Câmara foi um dos fundadores da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e grande defensor dos direitos humanos durante a ditadura militar no Brasil. Ficou conhecido por sua ação pastoral e trabalho para que a Igreja Católica sempre estivesse do lado dos pobres e marginalizados.

Leia abaixo a matéria da CNBB:

Documentos escritos por dom Helder Câmara (1909-1999), incluindo textos inéditos, estão sendo digitalizados e impressos. São cinco coleções que congregam cartas circulares, programas de rádio, discursos, correspondências e hemeroteca, totalizando 52.800 imagens, que serão enviadas à Congregação das Causas dos Santos, em Roma.

A expectativa é de que o acervo denominado “Escritos de Dom Helder Câmara: Processo de Beatificação e Canonização” chegue ao Vaticano dentro de dois meses, onde será analisado para posterior emissão de decreto de validade jurídica. Essa é a etapa seguinte dentro do processo de canonização de dom Helder, que teve sua fase romana iniciada em 2019.

O material, sob guarda do Instituto Dom Helder Câmara (IDHeC), está sendo impresso gratuitamente pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Grande parte desse arquivo já foi digitalizado pela Cepe e está disponível para leitura no site acervocepe.com.br.

No momento, há mais 51 cadernos de meditação (9.500 páginas) e 23 livros (2.753 páginas) para serem reproduzidos.

“As cartas circulares, manuscritas, são correspondências que ele manteve com um grupo de pessoas. Há, também, correspondências pessoais. Vamos enviar discursos inéditos que ele escreveu para uma determinada ocasião e na hora decidiu falar de improviso, além de discursos em suas várias versões até ficar pronto”, explica a bibliotecária do IDHeC, Vanuzia Brito.

Postulador da causa da canonização de dom Helder na etapa arquidiocesana e vice-postulador na fase romana, o frade capuchinho Jociel Gomes explica que a documentação seguirá para o Vaticano pelo malote diplomático da Nunciatura Apostólica, sediada em Brasília.

“Recebemos o pedido em 2020 e o Vaticano não estabeleceu prazo. Porém, quanto mais rápido melhor porque o andamento do processo de canonização depende desse material”, diz. “Quando o processo foi entregue ao Vaticano, em 2019, anexamos 300 documentos. Agora eles solicitaram tudo o que dom Helder escreveu, vamos enviar assim que o material estiver reunido”, completa o religioso.

Contribuições

O andamento do processo de beatificação, defende frei Jociel, não depende só de quem conduz os trâmites burocráticos. O religioso diz que os fiéis têm um papel de suma importância e podem ajudar recitando frequentemente a oração pedindo a intercessão de dom Helder. “No caso da graça alcançada pedimos que informem à Arquidiocese de Olinda e Recife para que a comissão possa investigar possíveis milagres”, explica.

Oração para pedir a Deus a beatificação e canonização de dom Helder Câmara
e alcançar graças por sua intercessão

“Ó Deus de amor e misericórdia, que destes à Igreja o Bispo Dom Helder Câmara, nós vos agradecemos pelo dom de sua vida e vos bendizemos por suas virtudes. Exercendo o seu ministério em favor da justiça e da paz, e dedicando sua missão à causa dos pobres, imitou o Bom Pastor que deu a vida por suas ovelhas. Vós que prometestes glorificar aqueles que vos servirem, dignai-vos glorifica-lo com a honra dos altares e, por sua intercessão, dai-nos a graça que vos suplicamos (menciona-se a graça em silêncio). Fazei que, seguindo o seu exemplo, possamos testemunhar o vosso amor e a vossa misericórdia, junto aos nossos irmãos e às nossas irmãs. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!”

Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao pai.

De acordo com o vice-postulador, já há relatos de pessoas em várias partes do Brasil, que alcançaram bênçãos, principalmente na área da saúde, por intercessão do Dom da Paz. “Também nessa fase é importante que quem tem uma história que viveu com dom Helder e testemunhou um gesto de virtude cristã nos relate com todos os detalhes para que possamos ilustrar o positio”, recomenda.

Os relatos podem ser enviados pelo e-mail [email protected] ou por carta para o endereço: Palácio dos Manguinhos – Av. Rui Barbosa, 409, Graças, CEP: 52.011-400 – Recife (PE).

Outra maneira de colaborar com a beatificação de dom Helder é ajudando nas despesas com documentação, viagens e outros custos que o processo exige. Para isso, a arquidiocese de Olinda e Recife criou uma conta bancária específica (Banco do Brasil, Agência 3108-9, Conta Corrente 37570-5, em nome de AORCANON DOM HELDER).

Os quatro diáconos transitórios e um diácono permanente serão ordenados padres nos próximos meses de julho e agosto de 2021. A ordenação de um

Os quatro diáconos transitórios e um diácono permanente serão ordenados padres nos próximos meses de julho e agosto de 2021. A ordenação de um sacerdote é sempre um momento especial para a Igreja, pois com ela renova-se a promessa de Jesus de estar presente em nossa vida na Eucaristia. Rezemos por cada um dos diáconos para que Deus os ilumine nesses últimos tempos de preparação para a ordenação e os abençoe na nova missão. Confira a data, horário e local das ordenações:

       

31/07 – Diácono João Tozzi Sobrinho e Diácono Vitor César Zille Noronha
Local : Santuário de Vila Velha
Horário: 9h

 

07/08 – Diácono Alessandro Rebonato
Local: Catedral de Vitória
Horário: 9h

 

21/08 – Diácono Daniel Calil Mascalubo
Local: Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe (Praia de Itaparica)
Horário: 18h

 

28/08 – Diácono Ruan Coutinho da Cruz
Local: Santuário Bom Pastor (Campo Grande)
Horário: 17h

A 2ª etapa da Campanha Cuidar, uma iniciativa da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que acontece nas dioceses e arquidioceses do Brasil

A 2ª etapa da Campanha Cuidar, uma iniciativa da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que acontece nas dioceses e arquidioceses do Brasil começa nesta semana. De 8 a 12 de junho algumas iniciativas para incentivar a Campanha irão acontecer. O objetivo da ação é “convocar a sociedade brasileira para uma Ação Solidária Emergencial que promova gestos concretos de ajuda às famílias em situação de vulnerabilidade diante da pandemia de Coronavírus”, diz o site da Campanha.  Na arquidiocese de Vitória a ação tem o nome de Campanha Paz e Pão e é conduzida pelo Vicariato para a Ação Social da arquidiocese. A ação está sendo divulgada nas áreas pastorais, paróquias, comunidades, pastorais e associações que se sensibilizaram e estão fazendo divulgação e mobilização. É possível acompanhar as atividades através do site: http://pazepao.com.br/.  Acesse e participe!

Programação da Semana Nacional de Mobilização da segunda fase da ação emergencial “É tempo de cuidar”:

8 de Junho – Abertura
9h – Santa Missa na Casa Bom Samaritano – Brasília (DF), presidida pelo secretário-geral da CNBB, dom Joel Portella Amado
Geração de Sinal: Rede Vida e transmissão pelas tvs de inspiração católicas do Brasil
19h00 – Live nas redes sociais das entidades parceiras

12 junho – Dia especial de doações em todo o país
6h45 – Santa Missa no Santuário Bom Jesus da Lapa (BA), presidida pelo bispo dom João Santos Cardoso
Ações locais de arrecadação em drive thrus organizado por comunidades e paróquias católicas
Geração de sinal: TV Aparecida e retransmitido pelas tvs de inspiração católica

 

O COPAV, Conselho Pastoral da Arquidiocese de Vitória, reúne-se no próximo sábado, 12 de junho, conforme do programação prevista no calendário arquidiocesano. Entre os

O COPAV, Conselho Pastoral da Arquidiocese de Vitória, reúne-se no próximo sábado, 12 de junho, conforme do programação prevista no calendário arquidiocesano.

Entre os assuntos a serem discutidos estão a Instituição do ministério da catequese, Assembleia Eclesial da América Latina e a criação do Regional Leste 3 da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

O COPAV é compostos por representações do clero e leigos e presidido pelo Arcebispo e tem como objetivo avaliar os encaminhamentos pastorais e refletir sobre os processos de evangelização da arquidiocese na realidade econômica, social e religiosa atual.

 

 

Paulo Mercedes I “Quem faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Mc 3, 35). A Liturgia da

Paulo Mercedes I “Quem faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Mc 3, 35).

A Liturgia da Palavra deste 10º Domingo do Tempo Comum começa com o relato do pecado do primeiro homem e da primeira mulher (Adão e Eva), após comerem da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 3, 9). Depois da desobediência, estes decidem se ocultar da presença de Deus e de seu chamado. O relato afinal mostra que Deus se importa com o ser humano, pois não é Ele que se esconde, mas sim o homem, tal como narra a Sagrada Escritura: “Ouvi teu passo no jardim, e tive medo porque estou nu, e me escondi.”  (Gn 3,10).

Deste modo, ao pecar, Adão e sua companheira romperam a amizade com o seu Criador, e por isso se envergonharam pela nudez e se esconderam. Todavia, antes não era assim, pois viviam em perfeita harmonia no Jardim e com Deus. Ora, os dois estavam nus, o homem e sua mulher, e antes não se envergonhavam de Deus (Gn 2, 25).

Na verdade, o que nos afasta de Deus é o pecado. Há a falsa ideia de ser algo vantajoso e atraente, e é por causa deste engano que muitos se perdem. Eva respondeu a Deus: “A serpente me seduziu e eu comi.” (Gn 3,14): a sedução do pecado é o engano de que ele é aparentemente benéfico, mas em verdade o que ele nos causa é a perda da graça original e da amizade com Deus.

“Se levardes em conta nossas faltas quem haverá de subsistir? Mas em vós se encontra o perdão. Eu vos tenho e vos espero” (Sl 129). Não há outra esperança fora de Deus, pois, sem Ele, ninguém pode permanecer. Como afirma o salmista, e São Pedro, no Evangelho: “Senhor a quem iremos? Tens palavras de vida eterna” (Jo 6,68). Vemos aí que, mesmo diante das renúncias que tenhamos que fazer diante das exigências do caminho da salvação, não podemos achar outra orientação e critério que não este que nos apresenta a Escritura: Nosso Senhor Jesus Cristo.

A promessa de vida eterna, apesar do pecado do homem, é ressaltada na Liturgia pelo Apóstolo Paulo, ao dizer que: “Com efeito, o volume insignificante de uma tribulação momentânea acarreta para nós uma glória eterna e incomensurável” (2 Cor 4,17). Em outra passagem, o Apóstolo diz que “onde abundou o pecado superabundou a graça” (Rm 5, 20). Portanto, o pecado dos nossos primeiros pais não foi empecilho para a manifestação da graça de Deus sobre aqueles que o temem.

Assim sendo, o Reino de Deus não é dividido, mas é uma unidade de amor em favor dos homens. No Evangelho de hoje os fariseus atentam contra a identidade de Jesus: “[…] E os escribas que haviam descido de Jerusalém diziam: ‘Está possuído por Beelzebu’”, e também disseram: “É pelo principie dos demônios que Ele expulsa os demônios” (Mc 3,22). Contudo, Jesus chamou os doze apóstolos e lhes explicou, “Se um reino se divide contra si mesmo, tal reino não poderá subsistir. E se uma casa se divide contra si mesma, tal casa não poderá manter-se”. (Mc 3,24).

Além da multidão que ali se encontrava, chegou também a mãe de Jesus, com alguns de seus irmãos e irmãs (parentes), que O mandaram chamar (Mc 32). No entanto, a reação de Jesus foi inesperada para os presentes, pois perguntou: “Quem é minha mãe e meus irmãos?” (Mc 3,34). Depois disso, olhou para aqueles que estavam a sua volta e declarou: “Eis a minha mãe e os meus irmãos. Quem fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe” (Mc 3, 35).

Com esta reposta à multidão, Jesus quer dizer que, em virtude do Evangelho, todos são irmãos, independente da raça e da origem. Ora, Ele estava inserido num contexto social de divisão em tribos, no qual aqueles que eram estrangeiros ou não vinha de família renomada não eram aceitos socialmente, e acabavam marginalizados, juntamente com os órfãos e as viúvas. Ao declarar que todos os que fazem a vontade do Pai são parte de sua família, O Senhor derruba o preconceito das separações, e ensina que para sermos seus irmãos devemos seguir os mandamentos divinos que Ele deixou, e desta forma fazer a vontade do Pai.

Que a Virgem de Aparecida, que há noventa anos foi proclamada Rainha e Padroeira do Brasil, interceda por nós. Que também possamos fazer a vontade do Pai em nossa vida, seguindo o seu exemplo, enquanto a primeira a fazer e a pôr em prática a vontade de Deus. “Faça se em mim segundo a vossa palavra” (Lc 1,38). Amém.

Paulo Mercedes de Amorim

Seminarista do 4º ano de Teologia.

Paróquia de Origem: Sagrado Coração de Jesus – Brejetuba.

Paróquia de Estágio Pastoral: Santa Isabel – Domingos Martins.

No último dia 29 de maio de 2021, padres da Área Pastoral Serrana se reuniram em Santa Isabel, no município de Domingos Martins –

No último dia 29 de maio de 2021, padres da Área Pastoral Serrana se reuniram em Santa Isabel, no município de Domingos Martins – ES. Um dos pontos de pauta foi a escolha do novo Coordenador da Área.

Desde janeiro de 2021, a Área Serrana estava sem coordenador, pois o Padre Carlos Pinto Barbosa, que coordenava a área, foi transferido para Alfredo Chaves, que pertence à Área Pastoral Benevente.

Pe Marcos Roberto Barbosa de Brito da Congregação dos Missionários do Verbo Divino (Padres Verbitas), foi eleito como o novo coordenador da área Serrana. Pe. Marcos aceitou, mas considera que ser coordenador é um desafio.

“Acredito que é uma missão importante para o ministério sacerdotal. Sobretudo, ter serenidade e uma maior disposição para a função e missão de coordenar a Área Pastoral. É preciso buscar sempre mais articulação e  integração entre  as pastorais e movimentos na Área, em plena comunhão e obediência à arquidiocese de Vitória e toda a nossa Igreja Católica. Também é um grande desafio devido às dimensões geográficas de nossa Área e uma certa predominância de área rural”, comenta Pe. Marcos.

Está publicado o edital para a participação da composição musical para o Hino da Campanha da Fraternidade de 2022. Leia nota publicada no site

Está publicado o edital para a participação da composição musical para o Hino da Campanha da Fraternidade de 2022.

Leia nota publicada no site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Na preparação para a Campanha da Fraternidade de 2022, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança, nesta sexta-feira, 4 de junho, o edital para a escolha da música do hino, cuja letra foi escolhida na última reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da entidade, no dia 24 de maio. O prazo para envio das composições é até o dia 30 de junho.

Características da música do Hino

De acordo com o edital, a música deve expressar “caráter vibrante, vigoroso, ‘energizador’”; “melodia e ritmo fluentes, acessíveis a qualquer tipo de assembleia”; e ainda “força melódica e rítmica eficazes para a dinamização das potencialidades individuais e grupais, despertando-os do torpor do egoísmo e do comodismo”.

Quanto à melodia, a comissão avaliadora espera que as composições realcem o sentido da letra. Isso exige, portanto, que os músicos, estudem com antecedência a letra e observem os acentos tônicos das palavras “para que haja uma correspondência natural com os tempos fortes da melodia”.

Fluência, simplicidade e beleza também são requisitos para a composição, assim como a proposta de que tenha características da genuína música brasileira, como por exemplo, da etnomúsica religiosa.

Apresentação da composição

Os candidatos deverão enviar a composição escrita em partitura, com a letra e indicação dos acordes (cifras) para o acompanhamento instrumental, em formato PDF. O edital também pede uma gravação em áudio, no formato MP3. Tudo deve ser enviado por e-mail junto com o termo de Cessão de Direitos Autorais. O prazo final é o dia 30 de junho de 2021.

Todas as informações detalhadas e os requisitos técnicos para a música do hino da CF 2022, bem como a letra escolhida, estão no edital. Acesse- o (AQUI).

Já tratamos nos textos passados a respeito da “formação inicial”, contudo, é necessário tornar isso mais explícito: a formação é inicial. Deve-se, portanto, dar
Padres do Espírito Santo em encontro de formação permanente.

Já tratamos nos textos passados a respeito da “formação inicial”, contudo, é necessário tornar isso mais explícito: a formação é inicial. Deve-se, portanto, dar continuidade por intermédio de uma “Formação Permanente”.

A formação inicial compreende todo o período dos encontros vocacionais até a ordenação sacerdotal. No entanto, a experiência do discipulado é uma experiência que jamais se interrompe[1]; o sacerdócio é um processo contínuo e gradual que dura até o fim da vida. Ora, mesmo os maiores santos tinham espaço para crescer na graça e buscavam cada vez mais fervorosamente a perfeição. A vista dessa verdade patente, a Igreja orienta e auxilia todos os sacerdotes a viverem a “Formação Permanente” no intuito de renovar a cada dia o chamado vocacional, bem como responder aos novos desafios da comunidade eclesial.

Primeiramente, cabe salientar que uma vocação deve ser cultivada atenciosamente para que cresça e dê frutos no devido tempo, como também continue a dar frutos antes de perecer. Logo, da mesma forma que se busca a configuração a Cristo no seminário, durante o ministério presbiteral deve-se aproximar cada vez mais do Mestre e Pastor. Tal fim só pode ser alcançado mediante uma intensa vida de oração e uma constante busca pelo Cristo.

Sob outra perspectiva, surgem novos desafios todos os dias, os quais exigem decisões inovadoras para resolvê-los. Nesse sentido, um Padre deve ser capaz de guiar o povo de Deus através dessas dificuldades. Isso só é realizado por intermédio de um estudo constante e um diálogo cada vez mais aprofundado acerca das diversas necessidades das comunidades paroquiais.

Em meio a isso, a Igreja indica aos sacerdotes que vivam a Fraternidade Presbiteral com verdadeiro Amor no intuito de auxiliarem-se mutuamente, bem como de construírem uma verdadeira Caridade. Além disso, o Bispo, juntamente dos padres mais experientes, deve acompanhar os padres jovens com o fito de assisti-los em sua experiência pastoral e orientá-los em relação aos inúmeros desafios que emergem com o ministério sacerdotal.

Enfim, é necessário responder o “sim” ao chamado de Deus a cada dia. Somente com uma renovação diária e permanente da vocação pode gerar um ministério frutuoso.

 

[1] Ratio Fundamentalis Institutionis Sacerdotalis – RFIS