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A APES, Associação de Procuradores do Espírito Santo, publicou no instagram da entidade, apoio à Campanha Paz e Pão, uma iniciativa da arquidiocese de

A APES, Associação de Procuradores do Espírito Santo, publicou no instagram da entidade, apoio à Campanha Paz e Pão, uma iniciativa da arquidiocese de Vitória organizada e conduzida pelo Vicariato para a Ação Social, Política e Ecumênica. O Projeto é uma campanha permanente contra a fome e pela inclusão social e pretende mobilizar pessoas para um compromisso mensal com os mais pobres que permite apoio às famílias necessitadas.

Pe. Kelder Brandão, vigário episcopal e coordenador da Campanha ficou feliz com mais este apoio que vem fortalecer a rede de cuidado permanente que a Campanha vem gerando. Confira no instagram @apes.procuradores.

Para saber mais sobre a Campanha e participar acesse: http://pazepao.com.br/

 

 

Começa no próximo domingo, 13 e vai até 20 de junho a Semana do Migrante. O tema deste ano nos provoca e nos alerta

Começa no próximo domingo, 13 e vai até 20 de junho a Semana do Migrante. O tema deste ano nos provoca e nos alerta a um novo olhar para aqueles que vêm até nós e buscam uma vida melhor: Quem bate à nossa porta?

Dom José Luiz Ferreira Salles, bispo de  Pesqueira (PE) e presidente do Serviço Pastoral dos Migrantes afirmou que “abordar essa temática significa estar disposto a ser uma Igreja em saída, sempre”.

Leia a matéria publicada no site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil:

De 13 a 20 de junho próximo, a Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Sociotransformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Serviço Pastoral dos Migrantes (SPM) realizam a da 36ª Semana do Migrante, este ano com o tema “Migração e diálogo”.  O lema adotado apresenta um questionamento bíblico: “Quem bate à nossa porta?”

Segundo o bispo de Pesqueira (PE) e presidente do Serviço Pastoral dos Migrantes e referencial do Setor de Mobilidade Humana da CNBB, dom José Luiz Ferreira Salles, abordar essa temática significa estar disposto a ser uma Igreja em saída, sempre.

“Querer dialogar é sinônimo de quem se abre para a não intransigência. É estar aberto a viver com os diferentes. É criar cenários que propiciem soluções eficazes a partir do diálogo e de uma atitude desprovida de autoritarismos”, afirma.

Dom José Luiz convida a vivenciar a 36ª Semana do Migrante, neste tempo de “pandemia e pandemônios”, com o olhar e o coração atentos a quem “bate à tua porta” e, assim, abrir-se ao mundo e ampliar os laços do amor, da fraternidade e da justiça, esperançando em comunhão com a Igreja.

Texto Base 2021 

O material base está organizado a partir do método “Ver” (com os rostos e as histórias que se refletem em estatísticas os fluxos migratórios), Já o “Julgar” convida, à luz dos textos bíblicos, à promoção da migração em diálogo. O “Agir” acena sobre a necessidade de ir além e abrir-se a quem bate à porta.

“Não basta o reconhecimento da pluralidade; não basta a coexistência pacífica com o diferente; não basta o diálogo. O conceito de compromisso tem a ver com um programa de atividades centradas nas causas dos migrantes e refugiados. Aqui estão em jogo as ações sociopastorais e os atores”, sugere o Texto Base.

Segundo dom José Luiz, autor da apresentação, o Texto Base provoca à reflexão, a dimensão do diálogo e a riqueza cultural no processo migratório, mas lembra, também, que essa dinâmica pode acirrar os ânimos do rechaço ao diferente, ao outro, à outra.

“A migração, por si só, é já uma abertura ao diálogo. Querendo ou não, o ato de migrar provoca um potencial confronto dialógico. Pôr-se a caminho equivale a pavimentar a via para um intercâmbio entre diferentes expressões culturais e valores. Deslocar-se pressupõe ou estimula troca de valores”, traz o texto.

O bispo de Brejo (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Sociotransformadora da CNBB, interpela a todos para pensarem sobre o “que os cristãos/católicos podemos fazer no sentido de pressionar por leis migratórias mais justas e inclusivas e que levem em conta os direitos humanos dos migrantes?”

Dom José lembra que o Texto Base deste ano, à luz da parábola do Bom Samaritano e a partir da Encíclica Fratelli Tutti, do Papa Francisco, faz o convite diante da realidade migratória: “abrir-se à sensibilidade, à solidariedade e ao profetismo”.

“O SPM e CNBB acenam à todas as instituições da Igreja no Brasil e da sociedade que atuam com migrantes e refugiados a somarem-se à 36ª Semana do Migrante na temática Migração e diálogo e a refletir conosco sobre a pergunta: ‘Quem bate à nossa porta?’”

Acesse os materiais de apoio:

Oração da 36ª Semana do Migrante
Texto Base da 36ª Semana do Migrante
Roda de Conversa da 36ª Semana do Migrante

Ao contrário do que muitos podem imaginar, a imagem do Sagrado Coração de Jesus não é uma criação artística feita pelas mãos do homem.

Ao contrário do que muitos podem imaginar, a imagem do Sagrado Coração de Jesus não é uma criação artística feita pelas mãos do homem. Na verdade, ela advém de uma revelação divina realizada pelo próprio Jesus Cristo à Santa Margarida Maria Alacoque. Ele apareceu para Santa Margarida enquanto ela estava em adoração, diante do Santíssimo Sacramento. A maneira como o vemos nas representações do Sagrado Coração foi como Ele apareceu e pediu para que ela começasse a espalhar essa devoção. 

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus é feita todas as primeiras sextas-feiras de cada mês. Nelas, os fiéis se reúnem para conhecer a razão de ser e a verdadeira razão dos propósitos pessoais. Nessas celebrações, temos a oportunidade de elevar nossa alma ao Coração de Jesus e pedir para que sua pureza de sentimentos remova de nós todos os vícios e pecados, nos dando a sabedoria para seguir conforme os sagrados ensinamentos.

Diante disso, os fiéis são convidados a renovar a devoção a Jesus e celebrar este amor nessa data que pertence a uma das Solenidades do Senhor, celebrada no Tempo Comum, na liturgia da Igreja Católica. Confira abaixo a programação de algumas paróquias da área de Vila Velha.

PARÓQUIA SANTÍSSIMA TRINDADE – ARIBIRI

Em Aribiri, a Comunidade Sagrado Coração de Jesus, que pertence à paróquia Santíssima Trindade, celebrará no dia 11/06, às 19h30, a solenidade do Sagrado Coração de Jesus.

PARÓQUIA SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS – PAUL

Na paróquia Santa Terezinha, os festejos iniciaram no dia 06/06. A Celebração de abertura contou com a participação do Seminário Maior Padre Júlio Chevalier. De 08 a 10/06 reza do terço. Para o dia 11/06, às 18h, a programação conta com um passeio da imagem do Sagrado Coração de Jesus e, às 19h30, missa solene.

PARÓQUIA SÃO FRANCISCO DE ASSIS – ITAPUÃ

A paróquia está compartilhando com os fiéis as 12 promessas do Sagrado Coração de Jesus. Há também a transmissão do tríduo, às 19h30, e da missa solene em dois horários, 15h e 19h30. As celebrações acontecem na Comunidade Sagrado Coração de Jesus, em Itapuã.

Nesta quinta-feira, 10/06, haverá uma programação especial, a partir das 15h30, chamada “Amar como Jesus Amou – A espiritualidade do Coração de Jesus”. Este momento, que acontecerá de modo online, terá a participação da Ir. Lucileide Cavalcante da Silva, Pe. Eliomar Ribeiro, SJ e Pe. Hugo Pereira de Souza, administrador paroquial da paróquia São Francisco de Assis.

Clique aqui para assistir. 

PARÓQUIA SANTA MÃE DE DEUS – IBES

Na Comunidade Sagrado Coração de Jesus, da paróquia Santa Mãe de Deus – Ibes, há tríduo de 08/06 à 10/06 e no dia 11/06 haverá missa solene, presidida pelo pároco, Pe. Jairo. Toda a programação acontece sempre a partir das 19h30. As vagas para participar de forma presencial são limitadas e por ordem de chegada. Também haverá transmissão pelas redes sociais da paróquia.  

PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO DE SANT’ANA GALVÃO – GUARANHUS

A solenidade do Sagrado Coração de Jesus acontecerá na Comunidade Sagrada Família às 09h. 

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA – COBILÂNDIA

Em Cobilândia, a missa da solenidade do Sagrado Coração de Jesus acontecerá na Matriz, a partir das 19h30, presidida pelo pároco, Pe. Abel de Andrade. Para esse dia foram disponibilizadas 180 vagas para o agendamento. Os fiéis também poderão acompanhar a transmissão pelas plataformas digitais da paróquia. 

ATENÇÃO!

Todas as paróquias citadas acima, bem como as demais que fazem parte da nossa Arquidiocese, estão cumprindo os protocolos de ações para o enfrentamento da pandemia de COVID-19. Cheguem com antecedência e estejam atentos às orientações.

A Sede do Seminário nos anos 1990 Embora o Seminário tenha sido fundando em 04 de abril de 1951, somente depois de muitos anos
A Sede do Seminário nos anos 1990

Embora o Seminário tenha sido fundando em 04 de abril de 1951, somente depois de muitos anos é que ganhou, na Igreja, status jurídico de Seminário Maior.

Desde seus primórdios, o Seminário funcionava como Seminário Menor, acolhendo jovens vocacionados para que cumprissem os estudos primários e necessários ao ingresso nas faculdades de Filosofia e Teologia, que eram cursadas em Seminários Maiores de Minas Gerais.

Com o passar dos anos, porém, a realidade estava mudando. Após uma fase de escassez de vocações (até 1975), aumentou novamente o número de vocacionados, o que encorajou a equipe de formação a dar, em 1978, um grande passo: a instalação do curso de Filosofia no Seminário. Posteriormente, em 1980, seria implantado também, com o parecer favorável da comissão de formadores do Seminário e do Conselho Presbiteral, o curso de Teologia.

Atento às necessidades dos tempos, e visando oferecer uma sólida formação intelectual e integrada aos seminaristas, em 1985 o Arcebispo Dom Silvestre Luiz Scandian inaugurou o IFTAV (hoje Instituto Interdiocesano de Filosofia e Teologia). É neste Instituto que os nossos seminaristas e os das demais Dioceses do Espírito Santo – além de religiosos e leigos – estudam e se preparam para exercer seus ministérios junto às comunidades e paróquias.

Com todos estes avanços, e estando já consolidada toda a estrutura requerida pela Igreja, Dom Silvestre, por necessidade jurídica e em conformidade com o Código de Direito Canônico (cânones 237 e 238), alterou, por meio de um decreto de 04 de abril de 1992, o status jurídico do Seminário na Igreja. A partir de então é que, de fato, este passou a denominar-se Seminário Maior Nossa Senhora da Penha.

CARNIELLI, Adwalter Antônio. História da Igreja Católica no Estado do Espírito Santo: 1535-2000. Vila Velha: Comunicação Impressa, 2006. p. 488-505.

Francisco na Audiência Geral: a oração é o respiro da vida O Papa Francisco, na audiência de hoje afirmou “uma oração que está alienada

Francisco na Audiência Geral: a oração é o respiro da vida

O Papa Francisco, na audiência de hoje afirmou “uma oração que está alienada da vida não é saudável” e pediu que sempre encontremos um tempo para rezar. A oração é o tema que o Papa vem desenvolvendo na catequese das audiências de quarta-feira.  “

Leia abaixo a matéria publicada no site Vatican News.

Tudo no ser humano é “binário”: o nosso corpo é simétrico, temos dois braços, dois olhos, duas mãos. Assim, também o trabalho e a oração são complementares. A oração, que é o “respiro” de tudo, continua sendo o pano de fundo vital do trabalho, até nos momentos em que não é explícita”, disse o Papa em sua catequese.

«Rezem sem cessar. Deem graças em todas as circunstâncias». Estes versículos da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses nortearam a penúltima catequese do Papa Francisco sobre o tema da oração na Audiência Geral desta quarta-feira  e compartilhe

Citando o itinerário espiritual do Peregrino russo, que começa quando se depara com esta frase do Apóstolo dos Gentios, Francisco sublinhou que as palavras de Paulo “comovem aquele homem que se questiona como é possível rezar sem interrupção, dado que a nossa vida é fragmentada em tantos momentos diferentes, que nem sempre tornam possível a concentração”. Assim, ele “começa a sua busca, que o levará a descobrir a oração do coração”.

A oração como pauta musical

Consiste em repetir com fé: “Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tem piedade de mim, pecador!” É uma oração que, pouco a pouco, se adapta ao ritmo da respiração e se estende ao longo do dia. Com efeito, a respiração nunca para, nem sequer quando dormimos. A oração é o respiro da vida.

A propósito dessa necessidade de oração contínua, ponto fulcral da existência cristã, o monge Evágrio do Ponto afirma: «Não nos foi mandado que trabalhemos, velemos e jejuemos constantemente, mas temos a lei de orar sem cessar». São João Crisóstomo, pastor atento à vida concreta, pregava: «É possível, mesmo no mercado ou durante um passeio solitário, fazer oração frequente e fervorosa; sentados na vossa loja, a tratar de compras e vendas, até mesmo a cozinhar». “A oração é uma espécie de pauta musical, onde colocamos a melodia da nossa vida. Não está em contraste com o trabalho diário, não contradiz as muitas pequenas obrigações e compromissos, mas é o lugar onde cada ação encontra o seu sentido, o seu porquê e a sua paz”.

Trabalho e equilíbrio interior

Certamente, pôr em prática estes princípios não é fácil. Um pai e uma mãe, ocupados em mil afazeres, podem sentir saudade de um período da sua vida, quando era fácil encontrar tempos regulares e espaço para a oração. Depois, os filhos, o trabalho, as ocupações da vida familiar, os pais que envelhecem. Tem-se a impressão de nunca conseguir concluir tudo. Por isso é bom pensar que Deus, nosso Pai, o qual tem de cuidar de todo o universo, se lembra sempre de cada um de nós. Por conseguinte, também nós devemos recordá-Lo sempre!

A seguir, o Papa recordou “que no monaquismo cristão o trabalho foi sempre realizado com grande honra, não só por dever moral de prover a si mesmo e aos outros, mas também por uma espécie de equilíbrio interior: é perigoso para o homem cultivar um interesse tão abstrato a ponto de perder o contato com a realidade”.

“O trabalho nos ajuda a manter-nos em contato com a realidade. As mãos juntas do monge carregam os calos daqueles que empunham pás e enxadas.”

Quando, no Evangelho de Lucas, Jesus diz a Marta que a única coisa realmente necessária é ouvir Deus, não significa de modo algum que despreza os muitos serviços que ela estava realizando com tanto empenho”, disse Francisco

Trabalho e a oração são complementares

Tudo no ser humano é “binário”: o nosso corpo é simétrico, temos dois braços, dois olhos, duas mãos. Assim, também o trabalho e a oração são complementares. A oração, que é o “respiro” de tudo, continua sendo o pano de fundo vital do trabalho, até nos momentos em que não é explícita. É desumano estar tão absorvidos pelo trabalho a ponto de não encontrar tempo para a oração.

“Ao mesmo tempo, uma oração que está alienada da vida não é saudável. A oração que nos afasta da realidade do viver torna-se espiritualismo, ou pior, ritualismo”, sublinhou o Papa, recordando “que Jesus, depois de ter mostrado a sua glória aos discípulos no monte Tabor, não quis prolongar aquele momento de êxtase, mas desceu com eles do monte e retomou o caminho diário”. Segundo Francisco, “aquela experiência devia permanecer nos corações como luz e força da sua fé. Também uma luz e força para os dias próximos, os dias da Paixão”. “Assim, os tempos dedicados a estar com Deus reavivam a fé, que nos ajuda na realidade da vida, e a fé, por sua vez, alimenta a oração, sem interrupção. Nesta circularidade entre fé, vida e oração, o fogo do amor cristão que Deus espera de cada um de nós mantém-se aceso”, concluiu o Papa.

 

Embora seja muito conhecida, em geral, relegamos a devoção ao Coração de Jesus ao Apostolado da Oração e, talvez por tal motivo, tenhamos aprofundado

Embora seja muito conhecida, em geral, relegamos a devoção ao Coração de Jesus ao Apostolado da Oração e, talvez por tal motivo, tenhamos aprofundado pouco nos mistérios e inspirações que podem nos trazer a simples contemplação das tantas imagens e estampas que representam esse amor de Cristo à humanidade.

A aparição de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque faz ressoar a profecia que diz: “Vou dar-vos pastores segundo o meu coração” (Jr 3, 15). Para bem compreendermos bem o que significa esse “segundo o meu coração”, importante destacarmos alguns aspectos. Primeiro: qual a função do coração; segundo: qual as características exteriores apresentadas por Jesus; terceiro: qual é a característica essencial do Coração de Jesus.

A função do coração no corpo é bombear sangue, permitindo que ele se espalhe por todo o corpo, especialmente, após ter sido bombeado ao pulmão onde, o sangue é enriquecido de oxigênio. Assim, as batidas do coração permitem que, de alguma forma, a vida circule por todos os órgãos. Assim, se biologicamente falando é evidente a necessidade desse órgão, o que poderemos dizer do Coração de Jesus no Corpo, a Igreja. É por Ele que vem todas as riquezas do Pai, em união com o Espírito Santo.

Jesus ao aparecer à santa monja Margarida mostrou-lhe não o cérebro ou o pulmão, partes essenciais à vida, mas desejou apresentar-lhe o próprio coração, cercado de espinhos e encimado por um fogo. Além disso, no Evangelho, Jesus já havia indicado que devíamos aprender Dele, que é “manso e humilde de coração” (Mt 11, 29), expondo como que o mais profundo de seu ser.

A vocação sacerdotal, portanto, deve buscar sempre uma afinada proximidade com este Coração em chamas de Jesus. Isso porque um coração chamado à vida ministerial deve ser aquecido pelo amor de Deus. E não só! Deve estar incendiado por esse amor, a ponto de fazer queimar a todos os que dele se aproximem, como que numa irradiação de Cristo, como outro Cristo.

Ao mesmo tempo, este coração iluminado é acompanhado pelas marcas da Paixão, como que para afirmar que os que se decidiram pelo sacramento da ordem, devem entregar-se diuturnamente à humanidade, como Aquele que se doou inteiramente por ela: Jesus.  Quem se esquece desse fundamento vocacional, jamais compreenderá não somente a essência do presbiterado, mas também o próprio Jesus, cujo coração “tanto amou os homens”.

A mansidão e a humildade, por sua vez, são os tesouros escondidos deste mesmo coração de nosso Senhor. Essas duas características tornam-se, pois, necessárias ao exercício do ministério porque somente um manso pastor não afugentará as ovelhas, mantendo-as seguras no redil, fazendo com que se sintam seguras no aprisco. Ao mesmo tempo, aquele que se reveste de humildade saberá discernir que tudo é graça daquele que o chamou, sem desejar para si a glória que é devida ao Coração que dá vida e força ao Corpo.

A devoção ao Sagrado Coração, pois, mais do que algo do passado ou reservado a pequenos grupos, abrange a toda a Igreja, todos os leigos, todos os consagrados, todos os sacerdotes, todos os vocacionados, posto que, sem ele, nada poderemos fazer. Não há vida e não há dom que não venha dele. Sem Ele ninguém é santo, ninguém é forte. Que ele sempre seja o encanto e a fornalha que aquece a nossa existência.

Proclamado santo em 3 de abril de 2014 pelo Papa Francisco, o jesuíta São José de Anchieta será festejado hoje, 9 de junho. A

Proclamado santo em 3 de abril de 2014 pelo Papa Francisco, o jesuíta São José de Anchieta será festejado hoje, 9 de junho. A data estabelecida lembra o dia de sua morte, 9 de junho de 1597 em Anchieta, ES.

São José de Anchieta deixou sua marca pedagógica na evangelização do Brasil pela forma didática que usou, utilizando-se do teatro, principalmente, para catequizar pelas regiões onde atuou.

Escolheu Anchieta para passar seus últimos anos de vida e deixou um legado que é conduzido hoje pela comunidade dos jesuítas que administra a paróquia Nossa Senhora da Assunção e o Santuário Nacional São José de Anchieta.

O santo é também padroeiro dos catequistas do Brasil, sendo considerado um exemplo a ser seguido pelos catequistas.

Hoje, 9 de junho, após uma preparação que começou dia 31 de maio, os festejos serão encerrados com missa às 16h (transmitida pelas redes sociais do Santuário e TV Guarapari) e uma carreata pelas ruas de Anchieta, sem participação de público.

São José de Anchieta, rogai por nós!

Há cerca de 2 anos e meio a arquidiocese de Vitória pode compartilhar e celebrar a vida com dom Dario Campos, nosso arcebispo. Hoje

Há cerca de 2 anos e meio a arquidiocese de Vitória pode compartilhar e celebrar a vida com dom Dario Campos, nosso arcebispo.

Hoje comemoramos mais um aniversário e queremos desejar-lhe saúde, tranquilidade, alegria na missão e que Deus abençoe sua vida e missão.

Parabéns, dom Dario! Paz e bem! A arquidiocese de Vitória reza pelo senhor e agradece por sua vida e sua presença entre nós.