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O Papa Francisco reformou o Livro VI do Código de Direito Canônico sobre as sanções penais na Igreja. O objetivo é estabelecer critérios objetivos

O Papa Francisco reformou o Livro VI do Código de Direito Canônico sobre as sanções penais na Igreja. O objetivo é estabelecer critérios objetivos na identificação da sanção mais apropriada a ser aplicada em cada caso concreto.

Leia abaixo a matéria publicada no site Vatican News.

“Apascentai o rebanho de Deus, que vos foi confiado, cuidando dele, não como por coação, mas de livre vontade, como Deus o quer” (cf. 1Pd 5,2). Com estas palavras do apóstolo Pedro inicia a Constituição Apostólica “Pascite Gregem Dei”, com a qual o Papa Francisco reforma do Livro VI do Código de Direito Canônico sobre as sanções penais na Igreja. A emenda entrará em vigor a partir de 8 de dezembro próximo. Ouça e compartilhe

O novo texto – afirma o Pontífice – é um “instrumento salvífico e corretivo mais ágil, a ser empregado prontamente e com caridade pastoral para evitar males mais graves e para acalmar as feridas causadas pela fraqueza humana”. De fato, “muitos danos foram causados pela incapacidade de perceber a relação íntima existente na Igreja entre o exercício da caridade e o recurso, onde as circunstâncias e a justiça o exigem, à disciplina das sanções”. Foram introduzidas “modificações de vários tipos na lei em vigor” e “algumas novas infrações penais”. Além disso, o texto – explica o Papa – também foi melhorado “do ponto de vista técnico, especialmente no que diz respeito aos aspectos fundamentais do direito penal, como o direito de defesa, a prescrição da ação penal, uma determinação mais precisa da punição” oferecendo “critérios objetivos na identificação da sanção mais apropriada a ser aplicada no caso concreto”, reduzindo a discricionariedade por parte da autoridade, de modo a favorecer na aplicação penal a unidade eclesial, especialmente para crimes que causam maiores danos e escândalos na comunidade. Observando que os bispos são responsáveis para fazer com que estas normas sejam observadas, enfatizou que “a caridade e a misericórdia exigem que um Pai também se esforce para endireitar o que às vezes se torna torto” em prol do malfeitor, das vítimas e de toda a comunidade eclesial.

“Foram previstas novas sanções, tais como multas, indenização por danos, privação de toda ou parte da remuneração eclesiástica, de acordo com regras então estabelecidas pelas diversas Conferências Episcopais”, observa o Arcebispo Filippo Iannone, presidente do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos. “Com relação à legislação sobre o abuso de menores, há uma novidade que indica a vontade de destacar a gravidade destes crimes e também a atenção a ser dada às vítimas”: estes crimes foram transferidos do capítulo “Crimes contra obrigações especiais dos clérigos” para o de “Crimes contra a vida, a dignidade e a liberdade humana”. “Foi introduzido o crime de abuso contra menores cometido não apenas por clérigos, mas também por membros de institutos de vida consagrada e por outros fiéis”. Com relação às questões patrimoniais – diz Dom Iannone – “há várias novidades” que pretendem colocar em prática os princípios sobre os quais o Papa Francisco retorna continuamente: a transparência e a gestão adequada da administração dos bens.

Dom Juan Ignacio Arrieta, secretário do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, enfatiza que com as mudanças “se determinam com maior precisão o comportamento que as autoridades, os bispos, os superiores devem ter quando têm que aplicar a norma e os critérios que devem seguir para escolher uma ou outra pena: portanto, uma determinação do direito penal que faltava antes”. Um segundo foco, assinala Dom Arrieta, é a comunidade: “O que vimos é que o direito penal também é importante para preservar a comunidade dos fiéis, reparando o escândalo causado e, portanto, também reparando os danos. O terceiro aspecto é fornecer à autoridade os instrumentos para que possa, em tempo, prevenir os crimes, mudar a conduta e, também, evitar os danos que o Papa menciona na Constituição Apostólica”.

Ontem, dia 31/05 (segunda-feira), o coro do Seminário completou 04 anos de fundação. Dentre os vários grupos de música litúrgica atuantes no Seminário, o
Membros atuais do coro (da esquerda para a direita): Sem. Matheus de Souza, Pedro Gouveia, Arthur Cristo e César Delarmelina.

Ontem, dia 31/05 (segunda-feira), o coro do Seminário completou 04 anos de fundação.

Dentre os vários grupos de música litúrgica atuantes no Seminário, o coro tem a função específica de executar e divulgar o canto litúrgico segundo a tradição do canto gregoriano, passando pela polifonia sacra, bem como as composições mais recentes.

O incentivo inicial para a formação do grupo partiu de Dom Luiz Mancilha Vilela (hoje Arcebispo Emérito de Vitória), que, em visitas ao Seminário, insistia na necessidade de educação musical para os Seminaristas.

Desde 2017, o coro já cantou em Missas Arquidiocesanas, Ordenações e festividades de diversas paróquias, buscando empregar a arte musical como instrumento de louvor, doação e evangelização.

Abaixo, duas gravações de peças musicais recitadas ao longo destes anos:

Acompanhe aqui a RETRANSMISSÃO da programação do 8º Encontro Estadual do Terço dos Homens do Espírito Santo, que ocorreu no último sábado (29), no
Acompanhe aqui a RETRANSMISSÃO da programação do 8º Encontro Estadual do Terço dos Homens do Espírito Santo, que ocorreu no último sábado (29), no Convento da Penha. Os presentes recitaram a oração do Santo Terço e participaram da Santa Missa presidida pelo Arcebispo de Vitória, Dom Dario Campos e o Bispo emérito de Colatina, Dom Décio Zandonade.
Alguns membros da comunidade de nosso Seminário estiveram presentes participando da animação litúrgica do evento, principalmente os seminaristas que realizam estágio pastoral nas paróquias da cidade de Vila Velha – ES.
O grupo do Terço dos Homens do Espírito Santo é um dos responsáveis pela articulação e patrocínio do projeto de revitalização e manutenção da infraestrutura de nossa Casa de Formação.
Louvemos a Deus pela vida e missão destes nossos irmãos!
A tradicional trezena de Santo Antônio tem início hoje dia 1° e vai até o dia 13  de  Junho de 2021 no Santuário-Basílica de

A tradicional trezena de Santo Antônio tem início hoje dia 1° e vai até o dia 13  de  Junho de 2021 no Santuário-Basílica de Santo Antônio com Missas Presenciais às 19h,  Bênçãos de Pães e participação dos devotos e fiéis na festa do Padroeiro da Cidade de Vitória e muito querido em toda a Igreja. A trezena surgiu na Itália no Sec. XVII e é uma forma de expressar o louvor ao santo e fazer pedidos para que ele interceda junto a Deus. 

Para este ano os fiéis estão sendo convidados a doarem produtos ou cestas básicas para que no dia da festa o Santuário-Basílica possa acolher 180 pessoas participando e completar as 520 vagas da capacidade que é de 700 assentos com cestas básicas para ajudar as pessoas que pioraram sua situação de carências com a pandemia. Podem ser doados alimentos não perecíveis, fraldas, leite e produtos de higiene e limpeza.

“Trezena são orações, realizadas treze dias consecutivos, como uma espécie de novena, que diferentemente da novena rezada em nove dias, tem um tempo de treze dias”, relata  Pe. Roberto Camillato, pároco da Paróquia de Santo Antônio e Reitor do Santuário-Basílica em Vitória – ES.

A trezena de Santo Antônio pode ser feita por 13 dias consecutivos ou 13 terças-feiras seguidas, em louvor ao santo. Tendo o seu encerramento na celebração litúrgica, que acontece no dia 13 de junho.

“Venham todos  com alegria e fervor. Estaremos atendendo aos protocolos exigidos pelas Autoridades Sanitárias, e em Ação de Graças suplicamos pela saúde nossa e de todos, com plena e viva esperança de melhores dias”, comenta Pe. Roberto Camillato.

Programação 2021

De 1° a 12 – Oração da Trezena às 18h30 – Missa às 19 horas

Dia 03  –  Corpus Christi – Adoração

De 01° a 12 –  lmagem de Santo Antônio fica 1 dia em cada lgreja das Comunidades da Par6quia.

Dia 13/06 – Dia do Padroeiro – Missas às 8h, 1Oh, 16h e 18 horas com a Missa de encerramento da Trezena.

*Todas as missas serão transmitidas pelas redes sociais do Santuário Basílica de Santo Antônio.

Apresentações – Ao final das missas.

 Dias 1° e 08/06 – Recital de Salmos com salmistas da Par6quia.

Dias 04 e 11/06  – Grupo de Músicos da Orquestra Sinf6nica do Espírito Santo.

Dia 04/06 – Duo ElloDiego Adinolfi, violino e Maini Moreno, harpa. Repert6rio clássico. Aproximadamente 20 minutos de apresentação.

Dia 11/06 – Quarteto Bratya – Diego Adinolfi, violino Elton Reis, violino Rodney Silveira, viola Jonathan Azevedo, violoncelo. Repert6rio clássico. Aproximadamente 20 minutos de apresenta9ao.

Dia 12/06 –  Carreata de Santo Antônio pelas comunidades.

Campanha  Solidaria

“Quem não pode fazer grande coisa, faça ao menos o que estiver na medida de suas forças; certamente não ficara sem recompensa.” (Santo Antônio de Pádua)

O Santuário de Santo Antônio possui 700 lugares em tempos normais. Com a pandemia e o distanciamento, foi reduzido a capacidade para 180, e o desafio é ocupar os outros 520 lugares com Cestas Básicas ajudando os mais necessitados.

Participe dessa campanha, trazendo sua contribuição, alimentos não perecíveis, fraldas, leite e artigos de higiene e limpeza.

Cantina

Será vendido em estilo drive trur mingau de tapioca, Canjica, Torta de Pão, Santo Antônio de Chocolate e outros.

Para maiores informações: 

Segunda-feira a Sexta-feira

09h às 12h e das 14h às 18h

Telefones: (27) 3322-0703   •   (27) 99939-5104

E-mail: [email protected]

Endereço: Rua Lodovico Pavoni, S/N, Bairro Santo Antônio – Vitória/ES – CEP: 29.026-290

 

A participação para A Escuta da Assembleia Eclesial da América Latina e Caribe vai até 30 de agosto. A prorrogação do prazo foi acordado

A participação para A Escuta da Assembleia Eclesial da América Latina e Caribe vai até 30 de agosto. A prorrogação do prazo foi acordado pelo CELAM, Conferência Episcopal Latino Americana. Com esta prorrogação a Igreja na América Latina ganha mais dois meses para ouvir o povo de Deus sobre os temas que serão discutidos. A partir de amanhã, 1 de junho uma equipe começa a sistematizar as contribuições que chegarem para que nenhuma contribuição deixe de ser apreciada.

Para participar, basta acessar  https://asambleaeclesial.lat/ e fazer o cadastro para ter acesso às contribuições.

Mais informações para participar leia a matéria neste link https://www.aves.org.br/participe-da-1a-assembleia-da-america-latina/

 

A abertura da festa de Nossa Senhora da Saúde, co-padroeira na paróquia da Ressurreição em Goiabeiras, na Arquidiocese de Vitória – ES, aconteceu no

A abertura da festa de Nossa Senhora da Saúde, co-padroeira na paróquia da Ressurreição em Goiabeiras, na Arquidiocese de Vitória – ES, aconteceu no dia 22 de maio (sábado) com a novena dedicada à Mãe de Deus. Em função da pandemia, a novena contou com um número reduzido de pessoas presencialmente, obedecendo todos os protocolos sanitários e também transmitida pelas redes sociais da paróquia.

O Pe. Robson Prati Neves de Oliveira, pároco da paróquia Ressurreição, juntamente com outras lideranças, coordena os festejos deste ano. 

A missa solene da festa de Nossa Senhora da Saúde acontecerá hoje às 19h30, presidida pelo pároco, Pe. Robson. Você pode acompanhar pelas redes sociais da paróquia:

História

A origem da devoção a Nossa Senhora da Saúde tem registro na Idade Média, durante o tempo da peste negra na Europa. Em 1599, caiu uma epidemia de peste sobre a população de Sacavém (Portugal) com tamanho impacto. Ao abrirem a primeira vala, os coveiros se depararam com uma imagem de Nossa Senhora. Aconteceu uma procissão em honra a Mãe de Deus, na intenção de pedir a proteção. Ao fim da procissão, a peste cessou. A imagem de Nossa Senhora descoberta na vala passou a ser aclamada por Nossa Senhora da Saúde.

 Oração 

Virgem puríssima, que sois a Saúde dos enfermos,

o Refúgio dos pecadores, a Consoladora dos aflitos

e a Despenseira de todas as graças, na minha fraqueza e no meu desânimo,

apelo hoje para os tesouros da vossa misericórdia e bondade

e atrevo-me a chamar-vos pelo doce nome de Mãe.

Sim, ó Mãe, atendei-me em minha enfermidade, dai-me a saúde do corpo, 

para que possa cumprir os meus deveres com ânimo e alegria,

e com a mesma disposição, sirva o vosso Filho Jesus

e agradeça a vós, Saúde dos enfermos. 

Nossa Senhora da Saúde, rogai por nós.

Amém!

 

Matheus de Souza I “Batizai-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (cf. Mt 28, 19b). A Revelação de Deus

Matheus de Souza I “Batizai-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (cf. Mt 28, 19b).

A Revelação de Deus como Uno e Trino está nos fundamentos da fé cristã. Ao longo de toda a História da Salvação as Sagradas Escrituras apontam veladamente para o mistério do Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo. Desde os primeiros séculos a Igreja buscou vigorosamente resguardar a verdade de fé sobre a Trindade, garantindo a todas as gerações futuras o conhecimento do Deus inefável, que se revela como uma mesma Natureza divina em três Pessoas. Compreender integralmente o Mistério da Santíssima Trindade, para nós, por natureza, é impossível; embora não signifique que d’Ela nada possamos saber pois, afinal, foi o próprio Deus que veio ao nosso encontro revelando-se e dando-se a conhecer pela humanidade.

Entretanto, é preciso recordar que quando falamos da nossa relação com Deus, não podemos resumi-la a um conhecimento teórico-formal. O conhecimento intelectual é importantíssimo, contudo, é no campo da fé que a verdade de Deus é propriamente acolhida, vivenciada e testemunhada. Isso significa dizer que conhecer verdadeiramente a Deus Uno e Trino é introduzir-se na dimensão do mistério, da experiência mística, da espiritualidade. É saber-se pequeno diante de um tão grande mistério de amor, afinal “Terá jamais algum Deus vindo escolher para si um povo entre as nações?” (cf. Dt 4,34); ou ainda: como entender a força da misericórdia do Deus que nos faz Seus filhos e herdeiros e em nosso espírito ensina-nos a clamar “Abba, ó Pai” (cf. Rm 8,15-16)?

Além disso, o testemunho deste mesmo amor testifica a verdade da vida de fé. Isto porque o amor de Deus, por essência, é um amor de comunicação: o Pai ama o Filho, que, por sua vez, o ama neste mesmo Amor que é o Espírito Santo. E ainda, não conhecendo reservas em seu amor, Deus nos criou para viver esta vida de comunhão e comunicação de amor, consigo e com nosso semelhante, e mesmo quando estávamos afastados pelo pecado, ele se encarnou para abrir-nos novamente as portas da comunhão Trinitária.

Sendo assim, não pode existir alguém que ame como fruto do amor divino e não saiba ou não queria repetir em sua vida as mesmas atitudes de Deus: amar aqueles que são esquecidos, ir ao encontro dos que sofrem, sanar as feridas dos que estão enfermos no corpo ou na alma, dar de comer e beber àqueles que têm fome e sede.

Em resumo, o amor de Deus não é permanência estática e repetição do mesmo. É sempre novidade, é sempre movimento que nos impulsiona a amar como Ele amou e que nos leva a fazê-lo conhecido entre todas as nações. Obedeçamos à voz do Senhor que ordena: “Ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (cf. Mt 28,19), e que assim possamos cada dia mais testemunhar no mundo a vida de amor da Trindade pela qual esperamos na vida eterna, mas da qual já participamos no hoje de nossa vida pela graça divina que em nós fez morada.

Matheus de Souza

Seminarista do 1º ano de Teologia.

Paróquia de Origem: São Pedro – Jacaraípe – Serra.

Paróquia de Estágio Pastoral: N. Sra. do Perpétuo Socorro – Praia da Costa – Vila Velha.

Para encerrar o mês de maio, que sem pandemia seria repleto de coroações de Nossa Senhora em toda a arquidiocese de Vitória, paróquias e

Para encerrar o mês de maio, que sem pandemia seria repleto de coroações de Nossa Senhora em toda a arquidiocese de Vitória, paróquias e comunidades se reinventam para envolver os fiéis e prestar homenagens à Mãe de Deus e nossa Mãe, Nossa Senhora.

Um dos exemplos veio da paróquia São Francisco de Assis em Jardim da Penha, Vitória. Uma live com o título “Rainha dos Corações” reuniu grupos e fiéis das Comunidades para cantar, falar das devoções marianas que existem na paróquia e torná-los mais conhecidos. A live contou também com a presença de pe. Celso Nogueira, pároco e pe. Osmar Braido, vigário paroquial. A condução da live ficou por conta do diácono permanente Pedro Trindade que apresentou as atrações, conduziu as entrevistas e interagiu com a coordenadora da Pascom (pastoral da comunicação) sobre a participação de quem assistia à live pelo canal do you tube da paróquia. A matriz e as comunidades Sta. Clara, Nossa Senhora Aparecida, Divino Espírito Santo e São João Batista foram representadas pelas equipes ou duplas de canto. As entrevistas foram com representantes de grupos que têm devoção a Nossa Senhora: Terço dos homens, Legião de Maria, Mães que oram pelos filhos, Jovens sarados e Alabanza.

O destaque foi para dupla João Pedro e Enrico do grupo Catecantai da Comunidade Santa Clara que interpretaram a consagração a Nossa Senhora e ganharam muitos elogios de quem assistia à live.

Pe. Osmar fez a leitura do Evangelho de São Lucas na passagem que relata o anúncio do anjo a Maria e a visita a Isabel e disse: “Maria disse que era serva e não rainha. Fomos nós que lhe colocamos a coroa. Rezar o terço é contemplar a Palavra de Deus porque a Ave Maria é uma oração bíblica”.

Pe. Celso antes de abençoar os presentes e quem assistia pelo you tube lembrou o carinho e presença de Nossa Senhora na vida de todos nós e citou a visita a Isabel, antes que esta pedisse ajuda e o socorro aos noivos nas bodas de Caná sem que eles tivessem pedido alguma coisa. E disse para concluir: “quantas graças Nossa Senhora tem nos concedido antes da gente ter pedido”!

Durante a transmissão a interação foi provocada com perguntas sobre as características mais admiradas em Nossa Senhora. As mais citadas foram silêncio e humildade.

Houve espaço para silenciar interiormente tendo como fundo musical uma composição apenas com instrumentais e frases do Papa que foram lidas pelo diácono Pedro.