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Dando continuidade à série de artigos acerca da formação dos presbíteros, desejamos dar um passo a mais até a ordenação: o Seminário Maior e
Jeferson Klippel, seminarista do primeiro ano de Filosofia.

Dando continuidade à série de artigos acerca da formação dos presbíteros, desejamos dar um passo a mais até a ordenação: o Seminário Maior e suas etapas. Até o momento tratamos unicamente do discernimento vocacional, bem como da preparação (propedêutico) para o seminário. É a partir daqui que o candidato se torna, de fato, seminarista.

“O Seminário Maior é, antes de tudo, uma escola do Evangelho. Tem como modelo e referência a própria convivência dos Apóstolos e discípulos”[1]. Assim, os seminaristas devem sentir o seminário como um local de seguimento de Cristo. Este período pode ser organizado em duas etapas distintas e complementares: os estudos filosóficos, ou etapa do discipulado; aliado aos estudos teológicos, ou etapa da configuração. Neste texto, discutiremos somente a respeito da primeira etapa.

Etapa Filosófica ou Discipular

Na Filosofia realiza-se um caminho pedagógico-espiritual no intuito de alicerçar o seminarista em suas escolhas pessoais, como também as suas práticas de vida cotidianas.  “O discípulo é chamado a ficar com ele, segui-lo e tornar-se missionário do Evangelho. Ele aprende cotidianamente a entrar no segredo do reino de Deus, vivendo uma relação profunda com Jesus”.

Alguns componentes da última turma a formar-se em Filosofia.

Podemos dizer que os estudos filosóficos associados ao enriquecimento da vida espiritual expandem o campo de visão para que, observando mais claramente a realidade que vivemos, possamos afirmar com mais vigor a nossa vocação. Nesse sentido, o Seminário nos capacita a amadurecer cada vez mais a decisão de seguir Jesus no itinerário formativo e assumir o ministério presbiteral.

Essa etapa requer uma formação integral de toda a pessoa humana, em todas as suas dimensões: espiritual, humano-afetiva, comunitária e intelectual. Diante disso, convém ressaltar a importância da formação de uma personalidade bem estruturada para que o seminarista saiba corresponder ao itinerário formativo de forma coerente e comprometida. Além disso, é um período propício para o desenvolvimento das virtudes humanas e espirituais necessárias à convivência fraterna e eclesial.

Em meio a isso, merece destaque a salutar vida comunitária do seminário que se configura como o “lugar das mais árduas e diversificadas práticas da caridade cristã, da obediência, da fé e da renúncia de Cristo para escolher Cristo como único tesouro”. Dessa maneira, o seminarista já se dispõe a praticar aquilo que futuramente irá exercer por intermédio do ministério ordenado.

Em síntese, devemos entender o período da Filosofia como um tempo para o amadurecimento pessoal, na qual conhecemos e formamos a nós mesmos segundo o desígnio do Mestre Jesus, do qual nos tornamos discípulos por livre escolha. Isso estabelecerá bases sólidas para, na próxima etapa, nos configurarmos de modo eficaz ao Cristo, Bom Pastor e corresponder às exigências da vida presbiteral.

[1] DOC 110 CNBB

Após a aprovação para a criação do Leste 3, composta pela Arquidiocese de Vitória e as dioceses de Cachoeiro de Itapemirim, São Mateus e

Após a aprovação para a criação do Leste 3, composta pela Arquidiocese de Vitória e as dioceses de Cachoeiro de Itapemirim, São Mateus e Colatina, reuniram-se hoje pela manhã o  arcebispo de Vitória, os bispos das três dioceses, o administrador diocesano de Colatina e outros representantes convocados pelo Arcebispo, dom Dario Campos, para iniciar o planejamento que vai instituir o Regional e definir o itinerário das próximas ações, conforme informou pe. Jorge Campos, vigário geral da arquidiocese de Vitória e reitor do Seminário Nossa Senhora da Penha. Entre as definições a serem tomadas estão a sede, recursos, secretaria e as funções dos bispos entre outros.

Na pauta uma reflexão sobre a estrutura de um regional e a criação de um GTE, grupo de trabalho e estudo para dar andamento e encaminhar as decisões.

A criação do Regional atende a uma solicitação motivada pelas particularidades na vivência da fé no Estado do Espírito Santo, caracterizada pela organização em Comunidades Eclesiais de Base que formam a enorme rede de comunidades espalhadas pelas 4 dioceses, e, também, pelas dificuldades encontradas para participar das reuniões e iniciativas do Leste 2 sempre concentradas em Minas Gerais por conta do maior número de dioceses e, consequentemente, padres e leigos envolvidos nos diversos níveis de evangelização.

A reunião de hoje foi presencial e aconteceu em Ponta Formosa com a presença do secretário executivo do Regional Leste 2, pe. Roberto Marcelino de Oliveira e obedeceu a todos os protocolos sanitários. O Regional Leste 2 dará suporte para a instalação do novo regional.

Entre as decisões foi criado o GTE  que será composto pelos coordenadores de pastoral da Arquidiocese e Dioceses uma assessoria jurídica de um canonista. Em breve será enviada uma carta ao povo de Deus sobre o novo Regional.

O primeiro leilão cerâmica pela vida, realizado de 21 a 25 de abril, com 30 peças de ceramistas de várias partes do Brasil e

O primeiro leilão cerâmica pela vida, realizado de 21 a 25 de abril, com 30 peças de ceramistas de várias partes do Brasil e reverteu a arrecadação para a campanha Paz e Pão da Arquidiocese de Vitória, obteve um valor de R$ 10.705,00 que foram depositados diretamente na conta da Campanha. Todas as peças obtiveram lances acima do valor inicial o que também anima os doadores de peças a dar continuidade à iniciativa.

Neste momento já são 218 peças a serem leiloadas e o segundo leilão já tem data marcada: de 30 de abril às 18h a 2 de maio às 20h.

O projeto já conta com a adesão de 130 ceramistas do Espírito Santo, Bahia, Goiás, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal.

Mais informações sobre o projeto Cerâmica pela Vida:

Valéria Anchite 27- 99945-5128

Andréia Lara Tose 27- 99773-2780

Denise Biscoto 27- 98118-7676

 

 

O Santuário de Aparecida é um dos 30 escolhidos para a oração do terço durante o mês de Maio. O dia é 6 de

O Santuário de Aparecida é um dos 30 escolhidos para a oração do terço durante o mês de Maio. O dia é 6 de maio e a oração é as 18h de Roma, 13h no Brasil. As intenções serão, a cada dia, “pelas diversas categorias de pessoas mais afetadas pelo drama da pandemia: por aqueles que não puderam se despedir de seus entes queridos, pelos profissionais da saúde, pelos pobres, pelos sem-teto e pelas pessoas com dificuldades econômicas e por todos os falecidos”, segundo o site do Vaticano.

A iniciativa é do Papa Francisco que participará da abertura no dia 1º de maio junto ao ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Basílica de São Pedro e no dia 31 de maio a conclusão será nos Jardins do Vaticano.

A oração do terço será transmitida todos os dias às 18h de Roma pelos canais do Vaticano.

Santuários escolhidos:

Nossa Senhora de Walsingham na Inglaterra; Jesus o Salvador e Mãe Maria na Nigéria; Nossa Senhora de Częstochowa na Polônia; Basílica da Anunciação em Nazaré; Nossa Senhora do Rosário na Coréia do Sul; Nossa Senhora Aparecida no Brasil; Nossa Senhora da Paz e Boa Viagem nas Filipinas; Nossa Senhora de Lujan na Argentina; Santa Casa di Loreto na Itália; Nossa Senhora de Knock na Irlanda; Virgem dos Pobres em Banneux na Bélgica; Mary’s Cathedral na Austrália; Imaculada Conceição nos Estados Unidos; Nossa Senhora de Lourdes na França; Meryem Ana na Turquia; Nuestra Señora de la Caridad del Cobre em Cuba; Nossa Senhora de Nagasaki no Japão; Nuestra Señora de Montserrat na Espanha; Notre Dame du Cap no Canadá; Santuário Nacional Nossa Senhora Ta’ Pinu em Malta; Nuestra Señora de Guadalupe no México; Mãe de Deus em Zarvantysia na Ucrânia; Virgem Negra de Altötting na Alemanha; Nossa Senhora do Líbano; Nossa Senhora do Santo Rosário de Pompeia na Itália.

Mais informações aqui.

Prosseguindo a série de publicações sobre a história de nossa Casa de Formação, que completa em 2021, 70 anos de existência, trazemos hoje sobre
Instituições de Ministérios no ano de 2019.

Prosseguindo a série de publicações sobre a história de nossa Casa de Formação, que completa em 2021, 70 anos de existência, trazemos hoje sobre o crescimento do Seminário até os dias atuais. Confira abaixo:

O Seminário Maior

Em 1984, após a morte de Dom João Batista, assumiu como Arcebispo da Igreja Particular de Vitória Dom Silvestre Luiz Scandian, svd, oficialmente cria o Seminário Nossa Senhora da Penha como Seminário Maior e, em 1995, a Casa Bom Pastor (Propedêutico), que ganhou morada definitiva em 2015, no governo de Dom Luiz Mancilha Vilela que, como os demais bispos, manteve-se zeloso e presente.

Muitos foram os que se dedicaram à construção de patrimônio histórico e espiritual, de modo que, é difícil nomear a todos leigos, religiosos, sacerdotes e bispos que, direta e indiretamente, contribuíram com o Seminário Arquidiocesano. Alguns passaram e passarão por essa história anonimamente – aos homens-, mas todos, certamente, foram e serão reconhecidos e recompensados, pelo Senhor Misericordioso, por sua caridade à Igreja e ao povo de Deus.

Como se sabe, o mar tocava o terreno onde se encontra o Seminário, não havia prédios ao redor e, diariamente, à noite, os seminaristas voltados para o Convento da Penha, cantavam diante do antigo casarão um hino em honra à Padroeira do Estado e finalizavam suas atividades. Hoje, já não há casarão, nem se pode ver o mar, nem mesmo o Convento da Penha. Contudo, diante da bela história desta Casa de Formação, sem dúvida, a Virgem Maria, do alto da pedra, continua a velar com amor de Mãe aos seus filhos seminaristas, derramando um mar de graças vindas de seu Filho Jesus Cristo!

Que todo o povo de Deus veja nessa história o cuidado de Deus para conosco e a proteção da Senhora das Alegrias sobre todo nosso Estado, detentor de um povo alegre e de fé, uma Igreja Viva e impulsionada pela força dinâmica do Espírito Santo.

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Padre Arthur Juliatti dos Santos e alguns seminaristas em aula no antigo IFATV. O primeiro a esquerda, Dauri Batisti, é padre do clero arquidiocesano e ao seu lado, Edvalter Andrade, atualmente é bispo de Floriano, no Piauí.

 

Inauguração do Instituto de Filosofia e Teologia da Arquidiocese (atual Interdiocesano), em 23 de fevereiro de 1985, com a presença do Núncio Apostólico Dom Carlo Furno e Dom Silvestre Scandian.

 

Celebração pelos Amigos do Seminário em 2012, presidida pelo Padre Adenilson Schimit (então reitor na época).

 

Visita da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida, no tricentenário de sua aparição, em julho de 2016.

 

Dom Luiz Mancilha Vilela, arcebispo emérito, com os seminaristas durante o encerramento do I Congresso Eucarístico Arquidiocesano, em 08 de setembro de 2018.

 

Celebração festiva do 76º aniversário de Dom Luiz no Seminário, em 11 de maio de 2018.

 

Registro da primeira visita de Dom Dario Campos, como arcebispo eleito de Vitória, ao Seminário Arquidiocesano, em 21 de novembro de 2018.

 

Encerramento do retiro espiritual anual, conduzido pelo Padre Hadeleon Santana, em fevereiro de 2021.

 

Comunidade formativa do Propedêutico 2021.
Um ano após o início da pandemia e, novamente, somos obrigados a nos manter reclusos, a fim de evitar o contágio do coronavírus. Uma
Momento de oração dos Seminaristas que passam a quarentena no Seminário.

Um ano após o início da pandemia e, novamente, somos obrigados a nos manter reclusos, a fim de evitar o contágio do coronavírus. Uma vez que as alegrias e tristezas do homem de hoje são as mesmas dos discípulos de Cristo, (cf. Gaudium et Spes 1), o Seminário – lugar da formação, aperfeiçoamento e configuração a Jesus Cristo – também se inseriu nessa necessidade do tempo presente.

Assim que as novas orientações restritivas foram propostas, em especial, o direcionamento do Arcebispo Metropolitano Dom Dario Campos, os seminaristas foram dispensados de suas pastorais, a fim de vivenciarem esse difícil momento da pandemia, de maior contágio e letalidade entre os jovens, juntamente à família.

Como toda a Igreja, houve a necessidade de readaptação da vida seminarística, normalmente regulada por horários de oração, estudo e trabalho. Agora, longe da estrutura ideal para a formação, os seminaristas que preferiram retornar aos seus lares, relatam um pouco dessa experiência.

Seminarista Arthur Cristo e sua família.

O seminarista Arthur Cristo da Silva (1º ano de Teologia) percebe um lado positivo e outro negativo em vivenciar esse novo momento: “Bom, na medida em que temos a oportunidade de estar com a família. Por outro lado, ruim, pois nos obriga a uma rotina diferente da do Seminário”. Afirma ainda que notou uma diferença no modo em que a sociedade está reagindo ao novo fechamento: “Neste ano, temos levado a pandemia de modo menos desesperador, sem muitos excessos, como ocorreu logo no início, uma vez que a dinâmica para lidar com o vírus ainda era coisa desconhecida”. Essa observação também foi feita por Lucas Saraiva, que cursa o 3º ano de Filosofia, que vê uma “maior calmaria para lidar com a conjuntura”.

Seminarista Rhandeo Rigo Chagas acompanhado de sua família.

Acerca dos estudos, o Seminarista do 1º ano de Filosofia, Rhandeo Rigo Chagas relatou: “embora não seja o mesmo ritmo do seminário, até mesmo por estar na casa dos pais, tento assemelhar à disciplina do seminário”. Rhandeo acaba de iniciar os estudos filosóficos, isto é, somente um mês após chegar ao Seminário, já teve de retornar à família: “Acabei ficando apenas um mês no seminário, então, devido a este curto período de tempo lá, ainda carrego a ansiedade de certas novidades. Além disso, a ausência da pastoral, que foi bastante esperada por mim no Propedêutico -ano inicial da formação-. Também a vivência do seminário, poder dialogar e conhecer melhor os colegas que estão nas outras etapas da formação.”.

Seminaristas que passam a quarenta no Seminário celebrando o último Domingo de Ramos.

O seminarista Marwin Amaral Martins (1º ano de Teologia), foi um dos que permaneceram no Seminário. Lá a rotina se mantém, na medida do possível, cumprindo-se todos os cuidados e protocolos para evitar a proliferação do vírus. Com aulas online transmitidas por plataformas online e com número reduzido de colegas, Marwin relata que, embora não tenha dificuldades em manter-se isolado, sente-se um tanto ansioso por sabe que as atividades corriqueiras internas e externas estão suspensas.

Como toda a sociedade que, em grande parte, permanece em suas casas sem as interações do trabalho e vida social, os seminaristas foram questionados sobre o que mais sentem falta. Arthur disse que sente falta das Missas, da capela e do silêncio, bem como das aulas presenciais; Marwin acentuou a rotina que, embora existente, é incompleta, pela ausência dos demais seminaristas; Lucas Saraiva e Rhandeo, por sua vez, concordam quanto à vida no Seminário e às atividades pastorais.

O que fazer, então, quando não se está inserido naquela rotina que demarca a vida da formação? Além das leituras próprias dos cursos, o convívio familiar e as missas transmitidas, os seminaristas têm ocupado parte do tempo livre com literaturas, filmes e séries. Dentre as indicações está o filme Minari: Em busca da felicidade e o livro A Taberna Ambulante, do escritor britânico G. K. Chesterton.

Enquanto as coisas não se normalizam, cada um vai buscando manter corpo e mente sãos, vivendo a esperança em Deus de dias melhores, cuidando daqueles que estão em seu redor na Igreja Doméstica. Seja na casa dos pais ou no Seminário, os seminaristas não cessam de rezar pelo mundo, pelos que pedem orações, pelos que passam necessidades e, em especial, por aqueles que foram vitimadas pela COVID-19, rogando à Virgem da Penha para que a dor que oprime o nosso mundo seja, em breve, aliviada.

Seminário online sobre os 40 anos da Familiaris Consortio e cinco anos da Amoris Laetitia, exortações apostólicas sobre a família dos Papas João Paulo II e

Seminário online sobre os 40 anos da Familiaris Consortio e cinco anos da Amoris Laetitia, exortações apostólicas sobre a família dos Papas João Paulo II e Francisco. A organização é da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e vai acontecer de 3 a 7 de maio às 20h.

Para participar é necessário fazer inscrição que é gratuita. Para ver a programação, fazer inscrição e mais detalhes sobre o evento acesse o site da CNBB clicando aqui.

 

A CRB, Conferência dos Religiosos do Brasil promove iniciativa para celebrar o 55º Dia Mundial das Comunicações Sociais: Ciranda da Comunicação “Vinde Ver”. O

A CRB, Conferência dos Religiosos do Brasil promove iniciativa para celebrar o 55º Dia Mundial das Comunicações Sociais: Ciranda da Comunicação “Vinde Ver”. O evento que será virtual acontece nos dias 11, 12, 13 e 15 de maio. Tudo será transmitido pelo facebbok e youtube da CRB Nacional. A inscrição para participar da iniciativa é paga e pode ser feita até o dia 8 de maio (AQUI). Veja a programação abaixo:

Dia 11 de maio – Terça-feira (20h às 21h30)

Palestrante: Pe. Luiz Miguel Modino, membro da equipe de comunicação do CELAM, Colaborador de Vatican News e IHU.

Tema: Conferências Gerais do Episcopado Latino-americano e do Caribe e a Assembleia Eclesial, no México.

Mediadora: Ir. Helena Corazza, fsp, do SEPAC/Paulinas

Dia 12 de maio – Quarta-feira (17h às 18h30)

Palestrante: Silvonei José Protz – diretor da equipe do Brasil na Rádio Vaticano

Tema: Os 90 anos da Rádio Vaticano

Mediadora: Edla Lula, jornalista e radialista

Dia 13 de maio – Quinta-feira (20h às 21h30)

Palestrante: Pe. Antonio Iraildo, ssp – diretor da FAPCOM

Tema: Gastar as “solas dos sapatos” – ir ao fato – análise a partir do conteúdo do Blog “Vinde Ver” (www.crbnacional.org.br/blog/)

Mediadora: Ir. Neusa Santos, iic, do Observatório de Comunicação

Dia 15 de maio – Sábado (20h)

Sarau “Nova consciência há que se criar”, Músicas de Frei Domingos dos Santos, op (Frei Mingas)

Dia 16 de maio – Domingo (10h30)

Celebração de ação de graças, na Catedral de Brasília