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Três lives sobre Comunicação na Igreja acontecem nos dias 10, 12 e 14  de maio sempre às 20h em comemoração ao 55º Dia Mundial

Três lives sobre Comunicação na Igreja acontecem nos dias 10, 12 e 14  de maio sempre às 20h em comemoração ao 55º Dia Mundial das Comunicações Sociais. A iniciativa é da Pascom, Pastoral da Comunicação, Signis Brasil, Rede Católica da Rádios e Sepac Paulinas.

Dia 10 – Leitura Orante da Palavra de Deus com roteiro do Projeto Cristonautas.

Dia 12 – Gastar as solas dos sapatos a cargo do Grupo de Reflexão sobre Comunicação (Grecom) da CNBB

Dia 14 – A coragem dos jornalistas com Tainá Aragão e  Janaina Souza e o pe. Luiz Miguel Modino.

No Dia 16, Domingo da Ascensão e data que celebramos o Dia Mundial das Comunicações, duas missas serão celebradas pelos comunicadores do Brasil. As duas missas serão celebradas no Santuário Basílica de Nossa Senhora da Piedade em Caeté, MG e serão transmitidas pelas emissoras de inspiração católica: A primeira às 8h pela Século 21, Rede Vida, TV Horizonte, Pai Eterno e TV Nazaré. A segunda será às 15h, com transmissão pela TV Horizonte, TV Evangelizar, Imaculada, Aparecida, Canção Nova, TV Nazaré e Web Bom Jesus.

Mais informações no site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Para acessar clique aqui.

 

 

 

O mês de maio é dedicado as mães e começamos a semana do dia delas destacando a presença marcante de Nossa Senhora – mãe

O mês de maio é dedicado as mães e começamos a semana do dia delas destacando a presença marcante de Nossa Senhora – mãe de Jesus Cristo, o filho de Deus e mãe de todos os fiéis católicos – no território da Arquidiocese de Vitória.  Maria Santíssima cuida da Igreja Particular de Vitória que entre diversos títulos dedica templos e sua força viva a seus cuidados. Esta relação é tão íntima que além da padroeira da Arquidiocese ser Nossa Senhora da Vitória, a padroeira do Estado do Espírito Santo, onde estamos inseridos, é Nossa Senhora da Penha.

Padre Ivo Amorim, Vigário Geral da Arquidiocese de Vitória e também pároco da Paróquia Maria, Mãe da Igreja, em São Geraldo, Cariacica, comenta que o Papa Paulo VI elevou Nossa Senhora ainda mais em sua significação pela Constituição Lumen Gentium. Nela o santo padre declarou que Maria pode servir de modelo para a Igreja, pois acreditando e obedecendo ela gerou na terra o Filho do Eterno Pai, por obra da Graça do Espírito Santo – sem ter conhecido o varão. E ao dar à luz a um filho Deus o estabeleceu como Jesus, primogênito de todas as criaturas, de todos os irmãos.

Em relação aos números, a Arquidiocese de Vitória possui 90 paróquias e no meio destas 29 são dedicadas a Nossa Senhora. Por área Pastoral esta é a seguinte divisão: são nove (9) na área de Vila Velha, seis (6) na área da Serra, cinco (5) na área Cariacica/Viana, cinco (5) na área Benevente, duas na área Vitória e duas na área Serrana.  Já em meio as 1020 comunidades da Arquidiocese são 319 que tem como padroeira títulos relacionados a mãe de Jesus. Por área Pastoral são 71 da área Cariacica/Viana, 63 da área Serrana, 55 da área Benevente, 52 da área da Serra, 42 da área de Vila Velha e 36 da área de Vitória.

“Nós temos muitas paróquias, comunidades e dioceses dedicadas a Nossa Senhora, a mãe de Jesus e da Igreja e só por esse motivo vemos a importância de termos maria nossa mãe na nossa vida e na vida de nossa Igreja. Acolhemos a palavra de Deus no coração e também acolhemos Maria aquela que trouxe ao Mundo Jesus, o Salvador. Então por esta relação Maria se tornou tão importante para a vida dos cristãos e nós podemos dizer que uma Igreja sem Maria é uma Igreja sem Cristo também. Porque a Igreja que não acolhe Maria não vai acolher também o filho que foi gerado no seu ventre”, enfatiza padre Ivo.

A Paróquia São Sebastião do Alto Guandu é a que mais tem comunidades dedicadas a Maria: são 19. Esta também é a maior paróquia da Arquidiocese em extensão territorial e em número de comunidades. Por títulos são 293 comunidades dedicadas à “Nossa Senhora”, 12 a sua “Imaculada Conceição”, 5 ao “Imaculado Coração”, 5 à “Santa Mãe de Deus”, 2 ao “Sagrado Coração de Maria”, 1 à “Maria Santíssima” e 1 a “Maria Mãe da Igreja”. Em relação as paróquias são 24 que tem “Nossa Senhora” como padroeira, uma que tem “Mãe da Igreja”, uma “Virgem Maria”, uma “Mãe da Divina Misericórdia” e uma “Santa Mãe de Deus”.

Entre os 10 títulos mais usados pelas comunidades como padroeira estão: Nossa Senhora Aparecida com 62, Nossa Senhora da Penha com 38, Nossa Senhora de Fátima com 26, Nossa Senhora das Graças com 26, Nossa Senhora da Conceição com 16, Nossa Senhora de Lourdes com 13, Nossa Senhora Auxiliadora com 12, Nossa Senhora do Rosário com 12, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro com 9 e Nossa Senhora de Guadalupe também com 9.

Para finalizar o Vigário Geral reforça que é sempre bom lembrar a expressão do evangelho de São João quando na cruz Jesus entregou João aos cuidados de Maria dizendo ‘Mulher, eis aí teu filho’, pois esta expressão revela o cuidado de Deus para com a humanidade, para com aqueles e aquelas que acreditam em Jesus Cristo, nessa referência explicita da mãe de Deus: Maria, Nossa Senhora.

 

Lucas Muniz I “Permanecei em mim e eu permanecerei em vós” (Jo 15, 4). Neste Domingo iniciamos a quinta semana do tempo Pascal, ainda

Lucas Muniz I “Permanecei em mim e eu permanecerei em vós” (Jo 15, 4).

Neste Domingo iniciamos a quinta semana do tempo Pascal, ainda estamos colhendo os frutos do Cristo ressurrecto, fonte de vida e salvação. A ressureição de Jesus abriu-nos um novo horizonte, um chamado profundo e intenso para que também nós possamos viver uma vida “ressuscitada”, uma vida não mais dominada pelo pecado, mas divina, pautada na graça.

O Evangelho desta Liturgia nos aponta justamente o caminho certeiro para abraçar e encarnar em nós essa vida nova ofertada pelo Ressuscitado: é necessário PERMANECER. Jesus se apresenta como a videira e convida-nos a permanecer nele: eis o cerne da vida ressuscitada.

O verbo permanecer nesta passagem tem sentido de conservar-se firme, ficar fixo[1]. A vida na graça, portanto, vai além de um encontro com Cristo ou de um cargo assumido em alguma pastoral na Igreja, a vida nova é estar fixo em Jesus. É ser dele, estar nele. Permanecer é viver o cristianismo não mais na margem, no raso, mas em águas profundas, em intensa intimidade com o Senhor.

Para isso, em primeiro lugar, devemos assumir a experiência de uma vida de oração. Se permanecer nele é ter intimidade com ele, logo, precisamos rezar. Todavia, não é somente rezar, um dia, num encontro, numa live, mas ter de fato uma vida diária de oração, um relacionamento com o Senhor. Estar fixo no Senhor é fazer crescer cada dia o amor que temos a Ele, e a vida de oração é a chave essencial para que isso aconteça. Precisamos estar unidos a esta Videira como o esposo e esposa estão unidos entre si: “eles se tornam uma só carne” (Gn 2,24). Se tornar um com Jesus, isto é permanecer, viver um amor esponsal de doação e entrega ao Amado de nossas almas.

Para se viver essa permanência no Cristo, a partir da oração cotidiana, é necessário confessar que sem Ele nada podemos fazer (cf. Jo 15,5). Tal confissão é de inteira dependência, não podemos fazer nada sem Ele. Por isso, permanecer é uma entrega total, eu não posso sem ele, eu preciso dele, dependo de sua graça. Só pode permanecer aquele que se põe como uma criança que acaba de nascer, que nada pode fazer sem os pais, é carregada e nutrida por eles, vive em completa dependência. Assim devemos estar no Senhor, confiar que o que ele quer para nós é sempre o melhor, estar fixo em seu colo pois é a força dele que nos sustenta, é seu Espírito que nos move a viver bem a vida da graça.

Além de oração e entrega total, o pedido de Jesus é de, não somente permanecermos Nele, mas também que suas palavras permaneçam em nós. Para estar fixo nele é necessário deixar-se mover por suas palavras. Tais palavras, que são “de vida eterna” (cf. Jo 6,68) continuam a ecoar para nós através da Igreja, que por ser seu corpo também se torna videira, a qual devemos estar unidos. Por isso, para permanecer no Senhor e viver a vida nova, é necessário também permanecer em sua Igreja. É ela que faz a palavra de seu fundador permanecer em nós através de sua doutrina inerrante e dos sacramentos que nos comunicam a salvação e a graça.

Por fim, o grande sinal que de fato estamos fixos na videira, que é Jesus, são os frutos. “Aquele que permanece em mim, e eu nele, esse produz muito fruto” (Jo 15,5). É imprescindível que produzamos frutos. Em primeiro lugar em nossa própria vida, convertendo nosso coração, mudando nossas atitudes, rompendo com o pecado. Também frutos para com o próximo exercendo a caridade verdadeira que só pode vir daqueles que estão na intimidade, fixos na videira.

Peçamos ao Senhor Jesus, portanto, que nos dê a graça de vivermos uma vida ressuscitada, permanecendo nele, em uma vida de intimidade na oração, de confiança e entrega total, vinculados a Santa Igreja nossa mãe e produzindo frutos de santidade em nossa vida e na vida dos irmãos. Só assim “PERMANECENDO”, fixos no Senhor é que poderemos gozar da alegria permanente na eternidade.

Lucas Folador Muniz Pina

Seminarista do 3º ano de Teologia.

Paróquia de Origem: São José – Maruípe – Vitória.

Paróquia de Pastoral: Nossa Senhora das Graças – Jucutuquara – Vitória.

[1] Comentário Exegético – V Domingo da Páscoa – Ano B – Pe. Ignácio, dos padres escolápios – Disponível em: https://www.presbiteros.org.br/comentario-exegetico-v-domingo-de-pascoa-ano-b/

A partir de agora, bispos e cardeais poderão ser processados pelo Tribunal do Vaticano, primeira instância de julgamento, e não só pelo Tribunal de Cassação, a mais

A partir de agora, bispos e cardeais poderão ser processados pelo Tribunal do Vaticano, primeira instância de julgamento, e não só pelo Tribunal de Cassação, a mais alta corte, sempre que o Papa der o seu consentimento. A mudança foi determinada pelo papa Francisco através de uma carta apostólica em forma de motu proprio, publicada nesta sexta-feira, 30.

Os prelados agora estão sujeitos ao mesmo tipo de processo e julgamento de qualquer outro funcionário do Vaticano. O motu proprio revoga o artigo 24 da Lei do Poder Judiciário, que determinava: “O Tribunal de Cassação é o único competente para julgar, com o consentimento do Sumo Pontífice, os Eminentíssimos Cardeais e Excelentíssimos Bispos em processos penais”.

O Papa Francisco, na sua alocução de inauguração do ano judicial no último 27 de março, havia pedido que no atual sistema processual exista “a igualdade entre todos os membros da Igreja e a sua dignidade e posição iguais, sem privilégios”.

Agora, com o motu proprio o papa alterou o artigo 6º. da Lei CCCLI, que trata da composição do tribunal. Francisco acrescentou: “Nos casos que envolvam os Eminentíssimos Cardeais e os Excelentíssimos Bispos, fora dos casos previstos no cân. 1405 § 1, o tribunal julga com o consentimento do Sumo Pontífice”.

Na parte introdutória do motu proprio, o papa Francisco se refere à constituição conciliar Lumen Gentium, do Concílio Vaticano II, segundo a qual “todos são chamados à santidade e igualmente têm o belo destino da fé para a justiça de Deus”.

Citando a constituição conciliar Gaudium et Spes, também do Vaticano II, que diz “todos os homens têm a mesma natureza e a mesma origem”, o papa afirmou que esse princípio “plenamente implementado no código de direito canônico de 1983, que no cânon 208 estabelece: que ‘entre todos os fiéis […] existe uma verdadeira igualdade na dignidade e no agir’”.

Segundo o Papa, «a consciência destes valores e princípios, que foram amadurecendo progressivamente na comunidade eclesial, exige hoje uma conformidade cada vez mais adequada a eles também por parte do ordenamento vaticano».

As mudanças feitas, diz o papa, servirão para “assegurar a todos um juízo articulado em vários graus, em consonância com a dinâmica seguida pelas mais avançadas experiências jurídicas a nível internacional”.

Até o momento, cardeais só podiam ser julgados pelo Tribunal de Cassação da Cidade do Vaticano, que é o tribunal de última instância, composto por dois cardeais membros, um promotor da justiça eclesiástica e um notário. O atual presidente é o cardeal Dominique Mamberti, prefeito do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica. Isto ficou estabelecido pela lei de 21 de novembro de 1987, promulgada no período de São João Paulo II.

Com informações do site ACI Digital

Na manhã deste sábado (01) aconteceu a primeira reunião do Vicariato para a Comunicação da Arquidiocese de Vitória com os representantes da Pastoral da

Na manhã deste sábado (01) aconteceu a primeira reunião do Vicariato para a Comunicação da Arquidiocese de Vitória com os representantes da Pastoral da Comunicação (PASCOM) nas Áreas Pastorais de Vitória, Vila Velha, Serra/Fundão, Cariacica/Viana e Benevente. O encontro foi realizado de forma online.

Durante a conversa de Padre Anderson Gomes, Vigário Episcopal para a Comunicação, detalhou a missão desta comissão formada recentemente: fortalecer o relacionamento da Arquidiocese com as paróquias, ter um contato mais próximo com os padres coordenadores das Áreas Pastorais e comunicar melhor o evangelho, divulgando a realidade da Igreja particular de Vitória.

Em contrapartida, os representantes detalharam o trabalho que já estão fazendo nas respectivas áreas. Segundo o representante da Área de Vila Velha, Renann Siqueira, a reunião foi muito produtiva e contemplou pontos importantes relacionados a PASCOM.

“Nosso trabalho na área tem sido realizado com o objetivo de chegar às equipes paroquiais e tentar ser um suporte para sua melhor estruturação, estabelecendo assim um vínculo de unidade e parceria. A parte inicial desse caminho em busca da unidade tem se refletido na produção de matérias semanais onde cada paróquia se disponibiliza para contribuir e partilhar histórias, trabalhos e ações realizadas”.

Uma primeira ação que foi sugerida pelo vigário para movimentar esse relacionamento com todas as equipes de PASCOM da Arquidiocese – e já está funcionando – é a publicação semanal de matérias relacionadas à cada Área Pastoral neste site.

Na programação já feita a área Serrana abre a semana publicando sua matéria todas as segundas-feiras, área Cariacica/Viana todas as quartas-feiras, área Vila Velha todas as quintas-feiras, área Vitória todas as sextas-feiras e área Benevente sempre aos sábados. Você pode clicar aqui e conferir as matérias já produzidas.

A representante da área Vitória, Anna Carolina Perim Simonassi, também destacou a importância deste primeiro encontro: “acolhimento é o que pode resumir a reunião de hoje com o Vicariato da Comunicação e os coordenadores de área. Muito bom estarmos mais próximos da Arquidiocese, sermos parte integrante e de construção da Comunicação de nossa igreja. Foi um momento muito esclarecedor e gratificante”.

Com esta Comissão Arquidiocesana da PASCOM as 90 paróquias da Arquidiocese e os padres coordenadores de área tem uma referência quando o assunto é comunicação. A estruturação desse relacionamento está apenas começando mas as frutos já estão sendo colhidos. “Para contar a verdade é necessário ir ver, ouvir as pessoas, recolher a realidade.” (Papa Francisco – 23/01/21)

O mês dedicado à Santa Mãe de Deus começa com a celebração de São José Operário, pai adotivo de Jesus. A festa, que foi

O mês dedicado à Santa Mãe de Deus começa com a celebração de São José Operário, pai adotivo de Jesus. A festa, que foi instituída em 1955 pelo Papa Pio XII, apresenta um José trabalhador e provedor de sua família por meio de suas labutas diárias. Ele é o esposo de uma jovem mãe que aceitou o desafio de gerar o Filho de Deus. José representa todos trabalhadores e trabalhadoras que laboram para pôr o pão de cada dia em casa.

Na arquidiocese de Vitória a paróquia dedicada ao santo fica no bairro Carapina, na Cidade de Serra. Fundada em 1988, pela generosidade e religiosidade de um povo, ela nasce no meio de lutas de operários por melhores salários e melhores condições de trabalho.

A paróquia é localizada no município mais industrial do Estado e fica próxima de empresas grandes e de multinacionais importantes que empregam milhares de trabalhadores.

Liderada pelos missionários combonianos, ao longo dos anos a paróquia foi crescendo e a arquidiocese viu a necessidade de dividi-la para melhor atender o seu povo. Da paróquia original surgiram outras seis que compõe a Área Serra/Fundão, depois dessas divisões, hoje, a paróquia São José Operário conta com dez comunidades.

Tríduo
28/04 – Celebraram as comunidades Santa Rita e Santa Maria Goretti – Tema: José: Pai/Sonho.
29/04 – Contou com a participação da comunidade de Nossa Senhora de Fátima – Tema: José – Família/Serviços.
30/04 – O terceiro dia do tríduo teve a participação da comunidade de Santa Terezinha – Tema: José: Teabalhador/Fidelidade.

Missa honra à São José Operário
Acontece hoje, dia 01/05 às 17h, a Santa Missa em Honra ao padroeiro. O presidente da Celebração será o Pe. Carlo Faggion,, que contará com a participação da comunidade de São José.

O canal para acompanhar a missa ao vivo é:
https://www.facebook.com/paroquiasaojoseoperariocarapina

“São José Operário, rogai por nós”

Dando prosseguimento a esse tema tão importante para a formação dos futuros padres da Igreja de Vitória iremos apresentar dois belíssimos testemunhos de um

Dando prosseguimento a esse tema tão importante para a formação dos futuros padres da Igreja de Vitória iremos apresentar dois belíssimos testemunhos de um amigo do Seminário, residente em Vila Velha e uma amiga do Seminário da capital, Vitória. Solidariamente estes irmãos decidiram representar suas respectivas áreas pastorais. Confira aí :

 

“Vejo como uma bela oportunidade de poder viver a experiência da partilha e também participar da formação de novos sacerdotes. Pois, um cristão católico que sabe a importância do sacerdote para que haja a celebração do Sacrifício (Missa), deveria sim, participar e acompanhar a formação dos seminaristas desde o início até o final. Sou grato à Deus por ter a oportunidade de participar desta família AMIGOS DO SEMINÁRIO”.

Ricardo Regatieri (Paróquia Santa Cruz – Vale Encantado – Vila Velha/ES)

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“Ser Amiga do Seminário é maravilhoso, pois contribuímos para a formação de novos padres. A ajuda material é importante, mas, o mais importante são as nossas orações, o nosso apoio, o nosso carinho, o nosso incentivo, amizade … Ser Amiga do Seminário é uma benção de Deus, pois ver a felicidade do jovem realizando o seu sonho de servir a Jesus, nos faz feliz também”.

 

Maria Gorete Gava (Paróquia da Ressurreição – Goiabeiras – Vitória/ES).

 

 

Em nome destes irmãos queremos agradecer a todos os amigos e amigas do Seminário Arquidiocesano de Vila Velha e Vitória, que generosamente prosseguem rezando e nos ajudando financeiramente na formação dos nossos propedeutas e seminaristas do Discipulado (Filosofia) e da Configuração (Teologia).

 

Convide seus familiares e amigos para contribuírem nesta obra de Evangelização: CLIQUE AQUI!

 

A Arquidiocese de Vitória prepara-se para celebrar os 25 anos do Congresso Eucarístico Nacional que aconteceu neste Arquidiocese em 1996. O evento, o 13º

A Arquidiocese de Vitória prepara-se para celebrar os 25 anos do Congresso Eucarístico Nacional que aconteceu neste Arquidiocese em 1996. O evento, o 13º nacional, marcou a caminha desta Igreja Particular e reuniu na Praça do Papa uma multidão que celebrou Jesus na Eucaristia e envolveu a cidade num clima de fé e oração. O tema foi “Eucaristia é vida para a Igreja”.

Para comemorar e celebrar esta data importante “o Departamento de Pastoral, preparou um Tríduo Eucarístico a ser realizado em todas as comunidades, podendo ser adaptado aos critérios de segurança impostos pela pandemia”, comenta Pe. Renato Criste, coordenador da Pastoral.

Juntando a recordação dos 25 anos do 13º Congresso Eucarístico e a Solenidade de Corpus Christi, O Tríduo deverá ser iniciado no dia 31 de maio e as comemorações devem culminar nas missas e procissões (se houver) no dia de Corpus Christi, se as restrições de distanciamento social o permitirem.

História

Os Congressos Eucarísticos são realizados pela Igreja Católica em todo o mundo, e visam professar e dar testemunho público da fé em Jesus Eucarístico, para adorar o Senhor em Espírito e Verdade (Cf. Jo 4, 23)

A primeira edição aconteceu em Lille, na França, em 1881, por iniciativa de um grupo de leigos com apoio de São Pedro Julião Eymard, com a participação de fiéis e bispos de vários países europeus.

No Brasil, o primeiro Congresso Eucarístico Nacional ocorreu na Arquidiocese de São Salvador, na Bahia, no ano de 1933. Recife sediou o III Congresso Eucarístico Nacional, entre os dias três e sete de setembro de 1939, no episcopado de Dom Miguel de Lima Valverde, cujo o tema foi: “A Eucaristia e a vida cristã.” O próximo Congresso Eucarístico Nacional está previsto para 11 a 15 de novembro de 2022 e vai acontecer em Recife.

Acesse o material do Tríduo Eucarístico e faça download