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Este ano, o Santuário Nacional de São José de Anchieta comemorou os dez anos da canonização de São José e os 490 anos do

Este ano, o Santuário Nacional de São José de Anchieta comemorou os dez anos da canonização de São José e os 490 anos do nascimento do santo jesuíta.

Foram 16 dias de festividades, incluindo novenas, acolhimento dos peregrinos dos Passos de Anchieta, apresentações culturais locais, lançamento de uma música em homenagem ao santo, romarias, quermesse e shows.

A celebração contou, neste domingo, com a presença do vice-presidente da Confederação Nacional dos
Bispos do Brasil, CNBB, Dom João Justino.

Entre outras coisas, o bispo destacou a importância do legado jesuíta para o Brasil e, principalmente, para o Espirito Santo, afirmando que São José de Anchieta foi crucial para o início da evangelização no estado e no Brasil.

As celebrações começaram no dia 25 de maio com a tradicional Romaria Luminosa. A primeira novena teve início no dia 29, de maio e se estendeu até 8 de junho.

A cada dia da novena, a missa era presidida por um padre convidado e contava com a participação de diversas paróquias do Espírito Santo, incluindo Guarapari, Piúma, Alfredo Chaves e Meaípe.

Durante os dias de celebração, o Santuário recebeu centenas de visitantes vindos de diversas partes do país, todos em busca da bênção de São José de Anchieta.

Para marcar os 10 anos de canonização do jesuíta, um ícone russo-bizantino foi enviado ao Santuário Nacional de São José de Anchieta e passou a compor a arte sacra do espaço, onde fica exposto no retábulo lateral.

O ícone foi entronizado por Dom Justino e passa a compor o espaço da devoção ao Apóstolo do Brasil.

O evento atraiu centenas de visitantes de todo o país, muitos em busca de bênçãos e com histórias de superação e cura.

Os festejos em homenagem a São José de Anchieta se estenderam ao longo de todo o domingo e reuniram aproximadamente 5 mil pessoas.

As celebrações começaram, às 9h, com adoração ao Santíssimo no Santuário. Às 14h, houve a exibição do Projeto Viva Anchieta, seguida pela missa solene de encerramento dos festejos às 16h.

O dia foi encerrado com um show do Dunga, às 17h.

 

 

Ao aproximarmo-nos do 75º aniversário da Campanha da Mãe Peregrina, os preparativos para o Ano Santo estão a todo vapor. Está previsto um evento

Ao aproximarmo-nos do 75º aniversário da Campanha da Mãe Peregrina, os preparativos para o Ano Santo estão a todo vapor.

Está previsto um evento para reunir Coordenadores, Missionários e familiares da CPMS no dia 16 de junho de 2024. O encontro será realizado no Centro de Treinamento Dom João Batista, com início às 8h30 e término às 17h. Este evento de um dia inteiro promete ser espiritualmente enriquecedor.

A presença de Irmã Mariane Galina ressalta a importância do trabalho de apostolado. “A Igreja, as famílias e o mundo precisam muito deste apostolado”, enfatizou. “Como Coordenadoras e Missionárias, fomos escolhidas por Deus para continuar esta missão, provando que a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt é divina em

Além da palestra de abertura, o dia também contará com uma celebração presidida pelo Diretor Espiritual Arquidiocesano, Padre Adenilson Antônio Schmidt.

Este próximo encontro não visa apenas celebrar as conquistas passadas da Campanha da Mãe Peregrina, mas também inspirar a dedicação contínua a esta missão divina. Enquanto a comunidade se prepara para o Ano Santo, este evento é um testemunho de fé, unidade com toda a Igreja.

Os organizadores aguardam ansiosamente a participação de todos os Coordenadores, Missionários e famílias.

Programação:

8:30 Chegada / Café / Assinar lista de presença / dirigir-se ao Auditório 9:00 Acolhida / Oração Inicial
9:30 Palestra: “Coordenadoras e Missionários a Luz da Esperança” 10:30 Dinâmica: “O Furo no Barco”

12:00 Almoço
13:00 Retorno Almoço: “Maria Luz da Esperança” 15:00 Adoração: “Uma Sinfonia de Oração”
16:00 Santa Missa Presidida por nosso Diretor Espiritual

Pe. Adenilson Schmidt

– Envio novas Coordenadoras de cidade e Missionarias
17:00 Café – Lembrança – Descer a montanha para evangelizar “Com a Mãe

Peregrina, Missionários da Esperança”

Obs.: Trazer:

  • Canetas
  • Bloco para anotações
  • Manual de Orientações – (Livro Vermelho)
  • Usar Camisa Mãe Peregrina
  • Um botão de rosa ou uma flor
  • Valor referente ao Encontro: R$ 70,00 – (acertar com seu coordenador)
  • Faça sua inscrição: https://forms.gle/CrGV9GqgPmxoffAP9
O Simpósio de Catequese a Serviço de uma Igreja Sinodal, realizado entre os dias 5 e 7 de junho de 2024 na Pontifícia Universidade

O Simpósio de Catequese a Serviço de uma Igreja Sinodal, realizado entre os dias 5 e 7 de junho de 2024 na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), concluiu suas atividades com participação ativa da comunidade acadêmica e religiosa e contou com a participação de teólogos, catequistas, religiosos, estudantes e leigos engajados.

Ao final do Simpósio, foram elaboradas conclusões e propostas concretas para a implementação de uma catequese que esteja realmente a serviço de uma igreja sinodal. Entre os compromissos assumidos, destacam-se a formação contínua de catequistas, a promoção de espaços de escuta e discernimento comunitário e a valorização do protagonismo dos leigos na vida da Igreja.

O tema central foi “Catequese a Serviço de uma Igreja Sinodal” e abordou a necessidade de uma catequese que promova uma igreja mais acolhedora, participativa e missionária.

Com o encerramento do Simpósio, a expectativa é que os frutos deste encontro se multipliquem nas diversas comunidades eclesiais, promovendo uma catequese renovada e comprometida com os valores da sinodalidade.

Um final de semana de formação missionária para os seminaristas do Regional Leste 3. A coordenação Regional Leste 3 do Conselho Missionário de Seminaristas

Um final de semana de formação missionária para os seminaristas do Regional Leste 3.

A coordenação Regional Leste 3 do Conselho Missionário de Seminaristas (COMISE), promoveu nos dias 8 e 9 de junho, o I FORMISE Regional – Formação Missionária de Seminaristas.

O encontro teve como tema: “Com a força do Espírito, testemunhas de Cristo” e o lema: “Ide, convidai a todos para o banquete”.

A formação aconteceu na Paróquia Santa Rita, na Praia do Canto e reuniu seminaristas, religiosos, reitores, formadores de seminários e casas religiosas e foi um espaço de trocas de experiências e momentos de oração.

No sábado, quem fez a primeira reflexão “Responsabilidade Missionária do Futuro Padre Diocesano e Religioso”, foi o padre Roberto Marcelino de Oliveira.

Já a segunda reflexão ficou por conta do Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Vitória, Dom Andherson Franklin, que falou sobre “Espiritualidade Missionária em  São Paulo”.

Depois do almoço e da animação musical, a Irmã Comboniana Sandra Regina Amado deu seu testemunho missionário.

Quem falou sobre Mês Missionário foi o padre Antônio Valdeir Duarte de Queiróz.

Na última reflexão do dia, o Seminarista Guilherme conversou com os presentes sobre os 40 anos do COMISE Brasil.

Após as reflexões, testemunhos e muita oração, o dia terminou com um jantar de confraternização e noite cultural com dança alemã.

O domingo começou com a Santa Missa e mais duas reflexões: “Nos Caminhos da Missão”, com o Seminarista Guilherme e “A Mística Missionária na Caminhada Vocacional do Seminarista”, proferida pelo padre Djalma Antônio da Silva.

O encontro terminou com a oração de envio e um delicioso almoço.

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), divulga ações de sustentabilidade promovidas pela entidade que contribuem para o cuidado da Casa Comum. Veja

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), divulga ações de sustentabilidade promovidas pela entidade que contribuem para o cuidado da Casa Comum. Veja a matéria publicada no site cnbb.org.br

Junho Verde

O bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoepers, conta que a Presidência da Conferência enviou uma carta aos bispos motivando as iniciativas para celebrar o Junho Verde nos municípios, de modo a fortalecer “essa grande batalha de cuidar da nossa casa comum e evitar os prejuízos que já estão aí nos mostrando, na natureza, a ação do homem quando é irresponsável”.

Na quarta-feira, 5 de junho, quando foi celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, dom Ricardo afirmou ser ocasião para refletir as propostas do Papa Francisco na encíclica Laudato Si’: o cuidado da Casa Comum, a Ecologia Integral, a responsabilidade humana sobre o planeta.

“Deus nos deu todos esses dons, tudo era muito bom, como nos diz no Gênesis. E nós precisamos cuidar e zelar. É responsabilidade humana de grande importância, começando pela consciência pessoal, onde as pessoas têm que cuidar na sua casa, no seu jardim, nas suas vidas; depois as responsabilidades eclesiais – como a Igreja se compromete com o meio ambiente, a Casa Comum; e as responsabilidades sociais, que entram aí que os municípios, os estados e próprio país. Por isso veio a lei Junho Verde que foi proposta pela CNBB”, lembrou dom Ricardo.

A Campanha Junho Verde foi estabelecida pela Lei n. 14.393/2022, a qual insere a campanha no âmbito da Política Nacional de Educação Ambiental. A CNBB ajudou na proposição do texto, por meio de dom Walmor Oliveira de Azevedo, então presidente da Conferência.

Energia solar

Uma das ações de cuidado com o meio ambiente promovida pela CNBB foi a instalação de painéis fotovoltaicos para produção de energia solar no prédio sede, no Setor de Embaixadas Sul, e nos prédios da Casa dom Luciano e do Centro Cultural Missionário (CCM), na Asa Norte, todos em Brasília. A iniciativa tem gerado expressiva economia de recursos para a instituição e redução na emissão de dióxido de carbono na atmosfera.

Sob a responsabilidade da empresa Strom Brasil e supervisão do Departamento de Manutenção da CNBB, o projeto instalou 175 placas de geração de energia solar na sede da Conferência, e 413 placas nos prédios da Asa Norte.

Na sede, a potência instalada é de 97,6 kWp (Quilowatt de potência de pico) e a produção média mensal registrada é de 10.502Mwh (Megawatt-hora). Esse valor corresponde a 24 árvores plantadas e 43,63 toneladas de dióxido de carbono (CO²) que deixam de ser emitidos na atmosfera, evitando os desequilíbrios do efeito estufa do planeta Terra.

Já a instalação Casa Dom Luciano e no CCM tem potência instalada de 229,7 kWp e a produção média/mensal é de 1.935 Mwh. Essa geração de energia elétrica equivale, na redução de emissão de gases que causam o efeito estufa, a 10,75 árvores plantadas e a 19,35 toneladas de CO² que deixam de ser jogados no meio ambiente.

“A energia elétrica da CNBB já é toda fotovoltaica, é uma energia limpa, e isso é muito importante, acolhendo as indicações do Papa Francisco”, avaliou o subsecretário adjunto geral da CNBB, padre Patriky Samuel Batista.

Redução de resíduos

“E vivendo o Junho Verde, demos esse passo de eliminar o uso de todos os descartáveis na sede da CNBB. Cada colaborador ganhou uma garrafinha e, em contrapartida, cada um vai trazer sua xícara para o café”, anunciou padre Patriky, revelando a conclusão de um processo de eliminação do uso de copos descartáveis no prédio da matriz.

“Tudo isso é um passo importante para a gente crescer na ecologia integral. O que o Papa Francisco nos diz na Laudato Si’: ele equipara a degradação do meio ambiente à degradação do ser humano. Então, quanto mais a gente vai perdendo em humanidade, em capacidade de convívio e relação, o meio ambiente também sofre essas consequências. Cuidar do meio ambiente é cuidar do ser humano que vive nesse meio ambiente”, disse.

Durante a 61ª Assembleia Geral da CNBB, houve expressiva redução de cópias e impressões com a utilização de uma plataforma on-line, onde os bispos puderam acessar os textos de estudo e debate do encontro.

Transição ecológica

Voltando à sede da CNBB, há uma pequena experiência de cadeia produtiva orgânica. O debate sobre a transição ecológica dessas produções é uma das indicações da Lei do Junho Verde.

A horta orgânica cuidada pela equipe do jardim tem uma escala pequena, mas dá apoio à cozinha na preparação das refeições, especialmente aos finais de semana, atendendo os residentes. São produzidas hortaliças, como alface, cheiro-verde, salsinha, cebolinha e coentro, e legumes e vegetais, como beterraba, cenoura, mandioca, quiabo, jiló e berinjela.

No mês de junho a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convoca a todos a voltarem à atenção para a Campanha Junho Verde, um

No mês de junho a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convoca a todos a voltarem à atenção para a Campanha Junho Verde, um período dedicado à conscientização sobre a importância da preservação dos ecossistemas naturais e de todos os seres vivos.

A Campanha, de motivação da CNBB, foi estabelecida pela Lei 14.393/2022, que altera a Política Nacional de Educação Ambiental e institui a celebração do mês temático como parte das atividades educativas na relação com o meio ambiente. O texto foi sancionado no dia 4 de julho.

O Junho Verde acontece também no âmbito das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho. E durante todo o mês são trabalhadas atividades de incentivo à conscientização e à proteção do meio ambiente.

O arcebispo de Belo Horizonte (MG) e ex-presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, um dos idealizadores da proposta da Campanha, concedeu entrevista ao portal da CNBB e avaliou como o Junho Verde tem incentivado a realização de ações práticas e educativas para o cuidado com a Casa Comum, na perspectiva da ecologia integral.

Confira a entrevista na íntegra:

Como o senhor avalia o Junho Verde após este tempo da Lei em vigor?

A Campanha Junho Verde é uma vitória da sociedade brasileira, alcançada com o dedicado trabalho de nossa Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Uma conquista a ser comemorada, mas que exige, permanentemente, avanços, pois a Campanha é permanente interpelação: todos – o poder público, escolas, igrejas, empreendedores, sociedade civil – são chamados a reconhecer a própria responsabilidade na necessária mudança de rumo para salvar o planeta. A humanidade precisa adotar novo estilo de vida, mais coerente com os princípios da ecologia integral, capaz de garantir o desenvolvimento econômico sustentável. Para isso, deve ser amadurecida a consciência sobre a interdependência entre todos os elementos que integram o planeta. De iniciativas simples às mais complexas, que envolvem grande parcela da população, o Junho Verde precisa inspirar uma reação educativa capaz de debelar insensibilidades diante da responsabilidade humana nos desastres climáticos e nas tragédias socioambientais.

O que ainda é necessário fazer para tirar a lei do papel?

A Lei vai se tornar cada vez mais eficaz quando os cidadãos exigirem de seus governantes mais compromisso com a salvaguarda dos bens naturais. Para isso, cada pessoa deve avançar na compreensão de que os recursos naturais devem ser adequadamente cuidados, bem geridos, nunca explorados predatoriamente. Não se deve esperar apenas das instâncias do poder ações capazes de incentivar o compromisso cidadão com o meio ambiente. Igrejas, escolas e outras instituições da sociedade civil têm papel relevante na formação educativa que inspire adequado exercício da cidadania diante das crises socioambientais. Quando a cidadania é qualificadamente exercida, o poder público é interpelado a agir de modo mais célere, oferecendo respostas essenciais às demandas mais urgentes da sociedade.

A partir dessa perspectiva, nossa arquidiocese de Belo Horizonte promove, constantemente, um conjunto de iniciativas para sensibilizar as pessoas sobre a importância do cuidado com o semelhante e o planeta. Desde 2020, organizamos Romarias pela Ecologia Integral, peregrinando a Brumadinho, cidade que, em 2019, ficou marcada pelo rompimento da barragem com rejeitos de mineração. As Romarias também são vividas em junho, no horizonte do Junho Verde, sempre em um lugar que inspira mais cuidados para a manutenção do equilíbrio socioambiental. Outra iniciativa em nossa Arquidiocese foi a instituição da Casa de Francisco, em uma área de rica biodiversidade. A Casa recebe alunos de escolas públicas para uma programação educativa que partilha saberes relacionados à defesa do meio ambiente.

Qual a relação desta lei com o magistério da Igreja/Papa Francisco?

A Campanha Junho Verde tem fundamento essencial no magistério do Papa Francisco, que magistralmente ensina, à luz da fé: a Criação de Deus deve coabitar o planeta em harmonia. Portanto, tudo que está em desarmonia com o equilíbrio da Criação está na contramão da vontade de Deus. A Carta Encíclica Laudato Si’ – sobre o cuidado com a casa comum e, posteriormente, a Exortação Apostólica Laudate Deum oferecem uma profunda compreensão a respeito da grave crise que a casa comum atravessa, possibilitando a cada um enxergar que não é possível existir humanidade saudável em um planeta adoecido. O Papa Francisco sempre ressalta que as crises ambiental e social, com tantas pessoas sofrendo, são indissociáveis, tornando mais adequado compreendê-las como um mesmo desafio socioambiental. Com simplicidade, nosso amado Pontífice revela, assim, a complexidade do momento que atravessamos, ensinando que o cuidado com o planeta é exigência cidadã e, ao mesmo tempo, compromisso de fé daqueles que creem no Deus-Criador.

Acesse os materiais da Campanha (aqui).

Fonte: www.cnbb.org.br
28 de junho de 2024 Reagindo positivamente ao tratamento, pe. Arnóbio saiu dos Cuidados Intensivos e já está no quarto. Continuemos acompanhando com nossas

28 de junho de 2024

Reagindo positivamente ao tratamento, pe. Arnóbio saiu dos Cuidados Intensivos e já está no quarto. Continuemos acompanhando com nossas orações.

27 de junho de 2024

Médicos que acompanham a internação de pe. Arnóbio confirma que a reação dele ao tratamento está progredindo positivamente. Continuemos a companhando pe. Arnóbio com nossas orações.

22 de junho de 2024

Pe. Arnóbio apresenta melhoras no quadro de saúde e respira sem ventilação artificial, Continuemos a acompanhá-lo com nossas orações.

18 de junho de 2024

O pe. Arnóbio continua internado e agora os médico constataram uma forte anemia, que implica em transfusão de sangue.  A Arquidiocese de Vitória pede àqueles que podem doar sangue, a gentileza de o fazer. Basta se dirigir ao H. Hemo na Av. Leitão da Silva, 1089, Gurigica. (fica próximo ao Hospital MedSênior. Se for doar, favor  dizer que é para o paciente Arnobio Passos Cruz. Continuemos colocando o pe. Arnóbio em nossas intenções de oração.

                                                                                   

15 de junho de 2024

Pe. Arnóbio continua internado e passou por um procedimento, traqueostomia,  para ajudar a respiração e aliviar o esforço pulmonar. Continuemos com nossas orações pedindo que Deus ampare pe. Arnóbio neste momento de dor.

13 de junho de 2024

Aos poucos os médicos estão retirando os sedativos e apontam pequena melhora no quadro de saúde de pe. Arnóbio, que continua internado recebendo cuidados médicos. Continuemos a rezar por ele em nossas orações.

09 de junho de 2024

Pe. Arnóbio continua respirando com ventilação artificial. O quadro de saúde continua sem alterações. Continuemos rezando por ele.

05 de junho de 2024

O pe. Arnóbio continua internado, fazendo uso de ventilação artificial. O quadro de saúde é estável. Continuemos rezando por pe. Arnóbio.

03 de junho de 2024

Pe. Arnóbio voltou a ser internado na UTI, Unidade de Terapia Intensiva no Hospital Meridional e apresenta insuficiência respiratória. Está sendo acompanhado por familiares e padres da Arquidiocese de Vitória e recebendo os cuidados necessários.

Rezemos pelo padre Arnóbio e peçamos a Deus que o proteja e ampare neste momento.

Há 25 anos, peregrinos de várias partes do Brasil e do mundo percorrem os 100 quilômetros que refazem o trajeto percorrido por São José

Há 25 anos, peregrinos de várias partes do Brasil e do mundo percorrem os 100 quilômetros que refazem o trajeto percorrido por São José de Anchieta, de Vitória até o Santuário Nacional de São José de Anchieta. Neste ano, a data é ainda mais especial, pois celebra os 10 anos de canonização do jesuíta. O Santuário preparou uma programação especial para receber os peregrinos, focada na acolhida e espiritualidade. A programação incluiu ampliação dos horários das missas, apresentações culturais locais e o lançamento da música inspirada em Anchieta, Rerigtiba Remix, dos músicos Jhonlow e Douglas Lopes.

Na primeira missa do dia, que aconteceu às oito horas da manhã, a praça do Santuário já estava se enchendo de peregrinos. Para garantir o conforto e bem-estar de todos, a ABAPA – Associação Brasileira dos Amigos dos Passos de Anchieta montou uma estrutura e ofereceu mesa com frutas e água de coco.

Camilo José Rodrigues Pereira, de 71 anos, foi um dos primeiros a chegar ao Santuário. Ele tem uma longa história com a religião, tendo sido seminarista por alguns anos. Este ano, no entanto, é a primeira vez que participa dos Passos de Anchieta. Ele compartilhou a experiência: “Essa peregrinação tem grande importância na minha vida. Senti a necessidade de pedir a intercessão do santo, pois estou lutando contra uma doença na vista, e me propus a fazer esse trajeto como forma de um pedido pela cura, já que São José de Anchieta era um caminhante, assumi essa missão e consegui. Por isso a faixa, sonho realizado, me sinto muito grato e emocionado.”

Sobre a preparação do Santuário e o significado espiritual da peregrinação, o reitor do Santuário São José de Anchieta, padre Álvaro Negromonte, SJ, declarou: “Com muita alegria, preparamos todo o espaço para receber os peregrinos. A presença deles confirma a vocação do Santuário, que é acolher. Hoje, refazemos a experiência de São José de Anchieta. Esse trajeto, construído pelo santo jesuíta, trazia para ele consolação e esperança. Agora, as pessoas têm a oportunidade de passar pelo mesmo processo, com o propósito da peregrinação dos Passos de Anchieta, que é tornar as pessoas mais leves e melhores consigo mesmas e com os outros, garantindo essa valiosa oportunidade de transformação.”

O secretário de Turismo de Anchieta, Caio Mozer, enfatizou a relevância da peregrinação dos Passos de Anchieta para o fortalecimento do turismo religioso no município. Ele ressaltou como este evento anual não apenas atrai turistas, mas também promove o conhecimento e a valorização das riquezas culturais e naturais da região. “Os Passos de Anchieta são mais um atrativo que fortalece o turismo religioso no município de Anchieta, destacando as potencialidades da região. Essa iniciativa permite que os turistas se sintam acolhidos e conheçam parte do município, já que o trajeto passa pela praia de Ubu e Castelhanos. Isso gera uma grande oportunidade para que as pessoas descubram o local e desejem retornar mais vezes”, disse.

Maria Celeste Ferreira, de 74 anos, já participou da caminhada oito vezes. Ela compartilhou: “Os Passos de Anchieta é uma experiência, uma atividade que veio para tirar a gente da depressão, conviver com outras pessoas e conhecer a história. Recentemente, perdi meu neto, então vim e pedi ajuda ao santo. Comecei a caminhada e senti que isso me renovou. Os Passos de Anchieta me fazem sentir sempre ativa, com força, mantendo minha mente e corpo em bom funcionamento.”

A chegada dos peregrinos ao Santuário foi marcada por um clima de superação, com pessoas vibrando e aclamando a cada chegada. Famílias inteiras participaram, assim como pessoas sozinhas, idosos e até alguns que fizeram o trajeto de bicicleta. O padre, no alto da escada, benzia os peregrinos com água benta, proporcionando um momento de renovação.

Além disso, a Prefeitura de Anchieta montou um palco na praça, onde atrações musicais e culturais locais entretinham os presentes. Havia também a venda de artigos religiosos, permitindo que os peregrinos levassem consigo uma lembrança desse dia.

*A história de São José de Anchieta*

Para compreender a importância da festa de São José de Anchieta, é essencial conhecer sua história. Nascido nas Ilhas Canárias, estudou no Colégio de Artes em Coimbra, onde entrou na Companhia de Jesus aos 17 anos. Em 1553, chegou ao Brasil, fundou o Colégio de São Paulo de Piratininga e redigiu a “Arte de Gramática da língua mais falada na costa do Brasil”. Enfrentou grandes desafios, incluindo uma doença óssea, mas sua dedicação nunca vacilou. Em 1579, iniciou uma missão jesuíta em Reritiba, hoje conhecida como Anchieta, onde viveu seus últimos anos e onde hoje se encontra o Santuário Nacional. Faleceu em 1597, e seu corpo foi levado em cortejo indígena de Reritiba a Vitória, onde está sepultado no Palácio Anchieta.

A Festa Nacional de São José de Anchieta teve início no dia 29 de maio e continuará até o dia 09 de junho. Este ano, reveste-se de um caráter especial ao celebrar os 10 anos da canonização e os 490 anos de nascimento do santo. Organizada pelo Santuário Nacional de São José de Anchieta e pelos Jesuítas do Brasil, conta com o apoio da Prefeitura de Anchieta e do Governo do Estado, através do edital de eventos da Secretaria de Turismo.

*Programação:*

03 de junho | 19h – Novena 4
Presença fraterna: Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Guarapari

04 de junho | 19h – Novena 5
Presença fraterna: Nossa Senhora da Imaculada Conceição, Piúma

05 de junho | 19h – Novena 6
Presença fraterna: Paróquia São José, Guarapari

06 de junho | 19h – Novena 7
Presença fraterna: Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição, Alfredo Chaves

07 de junho | 19h – Novena 8
Presença fraterna: Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes, Meaípe

08 de junho
16h00 – Peregrinos de Cristo: Caminhada jovem – De Iriri para o Santuário de Anchieta – Presença fraterna: EJCs e Grupos de Jovens

19h | Novena 9 – Encontro de Jovens com Cristo, Anchieta

09 de junho
14h – Exibição do Projeto Viva Anchieta
16h – Missa Solene
17h30 – Show: Dunga

Transmissão diária no canal do youtube @tvsantuariodeanchieta

Local: Santuário Nacional de São José de Anchieta. Praça do Santuário, Centro, Av. Anchieta, 81 – Centro, Anchieta – ES, 29230-000