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Três missionários leigos da Arquidiocese de Vitória estão se preparando para uma importante missão na Prelazia de Lábrea. Eles se juntarão à equipe do
Da esquerda para a direita: Jéssica Menegardo, João Igor Guidoline e Aluna Guidoline

Três missionários leigos da Arquidiocese de Vitória estão se preparando para uma importante missão na Prelazia de Lábrea. Eles se juntarão à equipe do barco Hospital Laguna Negra para realizar trabalho odontológico voluntário nas comunidades ribeirinhas da região.

Os missionários, dedicados à causa humanitária, partem com o objetivo de oferecer cuidados de saúde essenciais às comunidades ribeirinhas da Amazônia. Sua dedicação e serviço voluntário são um exemplo inspirador de solidariedade e amor ao próximo.

Missão do Barco Hospital Laguna Negra 

Em 2007 a Comunidade Epifania iniciou uma missão na Prelazia de Lábrea com envio de quatro missionárias consagradas para auxílio na formação pastoral na Paróquia São João Batista no Município de Canutama. Na trajetória da missão, o trabalho com a população ribeirinha tornou-se um desafio em meio à realidade precária das necessidades básicas humanas destes povos. E em janeiro 2007, ao realizar uma visita à Casa de Missão em Canutama, e deparando-se com este desafio, Doris Pereira de Almeida, fundadora da Comunidade, sentiu uma inspiração para iniciar um trabalho direcionado especificamente à população carente através de um Barco-Hospital que percorreria a calha do Rio Purus com a finalidade de levar atendimento médico e odontológico a essa comunidade.

A situação da saúde no local é alarmante. As sedes dos municípios dispõem de pequenos hospitais, que funcionam sem nenhuma estrutura. É fácil presenciar pessoas morrendo devido à picada de cobra por falta de soro antiofídico nos hospitais da região. As doenças tropicais, muito comuns nas enchentes e vazantes, fazem verdadeiros estragos, principalmente com as crianças.

Projeto Igreja Irmã: Arquidiocese de Vitória e a Prelazia de Lábrea 

O Projeto Igreja Irmã foi criado pela CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – no final do ano de 1972. No início de 1972, a Arquidiocese de Vitória assumiu o Projeto com a Prelazia de Lábrea, como consta no Livro tombo desta Prelazia. Ou seja, neste ano de 2022 celebra-se 50 anos desta fraterna relação entre a Prelazia de Lábrea (AM) e a Arquidiocese de Vitória. Ao longo destes anos, aconteceram diversas visitas e diálogos entre os bispos anteriores da Arquidiocese e da Prelazia, bem como mudanças na dinâmica do Projeto visando ampliar e qualificar sua ação.

Os projetos missionários desenvolvidos na Amazônia com o generoso apoio das Igrejas Irmãs servem de sinal, recordação e incentivo para que toda a Igreja no Brasil seja, de fato, missionária, ‘em estado permanente de missão’. O objetivo do Projeto Igrejas-irmãs é partilhar a fé, os dons da graça, as experiências pastorais, pessoas e recursos financeiros como gestos de caridade cristã para com as Igrejas da Amazônia.

A Penitenciaria Apostólica do Vaticano, publicou, hoje, 13 de maio de 2024, as normas que regem a concessão de indulgências durante o Ano Jubilar

A Penitenciaria Apostólica do Vaticano, publicou, hoje, 13 de maio de 2024, as normas que regem a concessão de indulgências durante o Ano Jubilar 2025, bem como os locais onde serão concedidas. Fica a critérios das Igrejas Locais estabelecer outros locais, seguindo as orientações da Santa Sé. Confira abaixo as normas publicadas no site vaticannews.va.

SOBRE A CONCESSÃO DA INDULGÊNCIA
DURANTE O JUBILEU ORDINÁRIO DO ANO 2025
PROCLAMADO POR SUA SANTIDADE O PAPA FRANCISCO

“Agora chegou o momento dum novo Jubileu, em que se abre novamente de par em par a Porta Santa para oferecer a experiência viva do amor de Deus” (Spes non confundit, 6). Na bula de proclamação do Jubileu Ordinário de 2025, o Santo Padre, no momento histórico atual em que, “esquecida dos dramas do passado, a humanidade encontra-se de novo submetida a uma difícil prova que vê muitas populações oprimidas pela brutalidade da violência” (Spes non confundit, 8), convida todos os cristãos a tornarem-se peregrinos de esperança. Esta é uma virtude a redescobrir nos sinais dos tempos, os quais, contendo “o anélito do coração humano, carecido da presença salvífica de Deus, pedem para ser transformados em sinais de esperança” (Spes non confundit, 7), que deverá ser obtida sobretudo na graça de Deus e na plenitude da Sua misericórdia.

Já na bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia de 2015, o Papa Francisco sublinhava o quanto a Indulgência adquiria, naquele contexto, “uma relevância particular” (Misericordiae vultus, 22), uma vez que a misericórdia de Deus “torna-se indulgência do Pai que, através da Esposa de Cristo, alcança o pecador perdoado e liberta-o de qualquer resíduo das consequências do pecado” (ibid.). Do mesmo modo, hoje, o Santo Padre declara que o dom da Indulgência “permite-nos descobrir como é ilimitada a misericórdia de Deus. Não é por acaso que, na antiguidade, o termo «misericórdia» era cambiável com o de «indulgência», precisamente porque pretende exprimir a plenitude do perdão de Deus que não conhece limites” (Spes non confundit, 23). A Indulgência é, pois, uma graça jubilar.

Também por ocasião do Jubileu Ordinário de 2025, portanto, por vontade do Sumo Pontífice, este “Tribunal de Misericórdia”, ao qual compete dispor tudo o que diz respeito à concessão e ao uso das Indulgências, pretende estimular os ânimos dos fiéis a desejar e alimentar o piedoso desejo de obter a Indulgência como dom de graça, próprio e peculiar de cada Ano Santo, e estabelece as seguintes prescrições, para que os fiéis possam usufruir das “disposições necessárias para poder obter e tornar efetiva a prática da Indulgência Jubilar” (Spes non confundit, 23).

Durante o Jubileu Ordinário de 2025, permanecem em vigor todas as outras concessões de Indulgência. Todos os fiéis verdadeiramente arrependidos, excluindo qualquer apego ao pecado (cf. Enchiridion Indulgentiarum, IV ed., norm. 20, § 1) e movidos por um espírito de caridade, e que, no decurso do Ano Santo, purificados pelo sacramento da penitência e revigorados pela Sagrada Comunhão, rezem segundo as intenções do Sumo Pontífice, poderão obter do tesouro da Igreja pleníssima Indulgência, remissão e perdão dos seus pecados, que se pode aplicar às almas do Purgatório sob a forma de sufrágio:

I.- Nas sagradas peregrinações

Os fiéis, peregrinos de esperança, poderão obter a Indulgência Jubilar concedida pelo Santo Padre se empreenderem uma piedosa peregrinação:

a qualquer lugar sagrado do Jubileu: aí participando devotamente na Santa Missa (sempre que as normas litúrgicas o permitam, poderá recorrer-se especialmente à Missa própria para o Jubileu ou à Missa votiva: Pela reconciliação, Pelo perdão dos pecados, Para pedir a virtude da caridade e Para promover a concórdia); numa Missa ritual para conferir os sacramentos da iniciação cristã ou a Unção dos Enfermos; na celebração da Palavra de Deus; na Liturgia das Horas (Ofício de Leituras, Laudes, Vésperas); na Via-Sacra; no Rosário Mariano; no hino Akathistos; numa celebração penitencial, que termine com as confissões individuais dos penitentes, como está estabelecido no Rito da Penitência (forma II);

em Roma: a pelo menos uma das quatro Basílicas Papais Maiores: São Pedro no Vaticano, Santíssimo Salvador em Laterão, Santa Maria Maior, São Paulo fora de Muros;

na Terra Santa: a pelo menos uma das três basílicas: do Santo Sepulcro em Jerusalém, da Natividade em Belém, da Anunciação em Nazaré;

noutras circunscrições eclesiásticas: à igreja catedral ou a outras igrejas e lugares santos designados pelo Ordinário do lugar. Os Bispos terão em conta as necessidades dos fiéis, assim como a própria oportunidade de manter intacto o significado da peregrinação com toda a sua força simbólica, capaz de manifestar a necessidade ardente de conversão e reconciliação;

II.- Nas piedosas visitas aos lugares sagrados

Ademais, os fiéis poderão obter a Indulgência jubilar se, individualmente ou em grupo, visitarem devotamente qualquer lugar jubilar e aí dedicarem um côngruo período de tempo à adoração eucarística e à meditação, concluindo com o Pai-Nosso, a Profissão de Fé em qualquer forma legítima e invocações a Maria, Mãe de Deus, para que, neste Ano Santo, todos possam “experimentar a proximidade da mais afetuosa das mães, que nunca abandona os seus filhos” (Spes non confundit, 24).

Na particular ocasião do Ano Jubilar, poderão visitar-se, para além dos supramencionados insignes lugares de peregrinação, estes outros lugares sagrados nas mesmas condições:

em Roma: a Basílica de Santa Cruz em Jerusalém, a Basílica de São Lourenço fora de Muros, a Basílica de São Sebastião (recomenda-se vivamente a devota visita conhecida como “das sete Igrejas”, tão cara a São Filipe Neri), o Santuário do Divino Amor, a Igreja do Espírito Santo em Sassia, a Igreja de São Paulo “alle Tre Fontane”, o lugar do Martírio do Apóstolo, as Catacumbas cristãs; as igrejas dos caminhos jubilares dedicadas ao Iter Europaeum e as igrejas dedicadas às Mulheres Padroeiras da Europa e Doutoras da Igreja (Basílica de Santa Maria sobre Minerva, Santa Brígida em Campo de’ Fiori, Igreja Santa Maria da Vitória, Igreja de “Trinità dei Monti”, Basílica de Santa Cecília em Trastevere, Basílica de Santo Agostinho em Campo Marzio);

noutros lugares do mundo: as duas Basílicas Papais menores de Assis, de São Francisco e de Santa Maria dos Anjos; as Basílicas Pontifícias de Nossa Senhora de Loreto, de Nossa Senhora de Pompeia, de Santo António de Pádua; qualquer Basílica menor, igreja catedral, igreja concatedral, santuário mariano, assim como, para o benefício dos fiéis, qualquer insigne igreja colegiada ou santuário designado por cada Bispo diocesano ou eparquial, bem como santuários nacionais ou internacionais, “lugares sagrados de acolhimento e espaços privilegiados para gerar esperança” (Spes non confundit, 24), indicados pelas Conferências Episcopais.

Os fiéis verdadeiramente arrependidos que não puderem participar nas celebrações solenes, nas peregrinações e nas piedosas visitas por motivos graves (como, primeiramente, todas as monjas e monges de clausura, os idosos, os doentes, os reclusos, assim como quantos, nos hospitais ou noutros lugares de assistência, prestam um serviço continuado aos doentes), receberão a Indulgência jubilar nas mesmas condições se, unidos em espírito aos fiéis presentes, sobretudo nos momentos em que as palavras do Sumo Pontífice ou dos Bispos diocesanos forem transmitidas através dos meios de comunicação, recitarem nas suas casas ou nos lugares onde o impedimento os reter (por exemplo, na capela do mosteiro, do hospital, do centro de assistência, da prisão…) o Pai-Nosso, a Profissão de Fé em qualquer forma legítima e outras orações em conformidade com as finalidades do Ano Santo, oferecendo os seus sofrimentos ou as dificuldades da sua vida;

III.- Nas obras de misericórdia e de penitência

Além disso, os fiéis poderão obter a Indulgência jubilar se, com ânimo devoto, participarem em Missões populares, em exercícios espirituais ou em encontros de formação sobre os textos do Concílio Vaticano II e do Catecismo da Igreja Católica, que se realizem numa igreja ou noutro lugar adequado, segundo a intenção do Santo Padre.

Apesar da norma segundo a qual se pode obter uma só Indulgência plenária por dia (cf. Enchiridion Indulgentiarum, IV ed., norm. 18, § 1), os fiéis que terão praticado o ato de caridade a favor das almas do Purgatório, se se aproximarem legitimamente do sacramento da Comunhão uma segunda vez no mesmo dia, poderão obter duas vezes no mesmo dia a Indulgência plenária, aplicável apenas aos defuntos (entende-se no âmbito de uma celebração eucarística; cf. cân. 917 e Pontificia Commissione per l’interpretazione autentica del CIC, Responsa ad dubia, 1, 11 iul. 1984). Com esta dupla oblação, cumpre-se um louvável exercício de caridade sobrenatural, através daquele vínculo pelo qual estão unidos no Corpo místico de Cristo os fiéis que ainda peregrinam sobre a terra, juntamente com aqueles que já completaram o seu caminho, em virtude do facto de que “a Indulgência Jubilar, em virtude da oração, destina-se de modo particular a todos aqueles que nos precederam, para que obtenham plena misericórdia” (Spes non confundit, 22).

Mas, de modo particular, precisamente “no Ano Jubilar, seremos chamados a ser sinais palpáveis de esperança para muitos irmãos e irmãs que vivem em condições de dificuldade” (Spes non confundit, 10): a Indulgência está, portanto, ligada também às obras de misericórdia e de penitência, com as quais se testemunha a conversão empreendida. Os fiéis, seguindo o exemplo e o mandato de Cristo, sejam encorajados a praticar mais frequentemente obras de caridade ou misericórdia, principalmente ao serviço daqueles irmãos que se encontram oprimidos por diversas necessidades. Mais concretamente, redescubram “as obras de misericórdia corporal: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos” (Misericordiae vultus, 15) e redescubram também “as obras de misericórdia espiritual: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar a Deus pelos vivos e defuntos” (ibid.).

Do mesmo modo, os fiéis poderão obter a Indulgência jubilar se se deslocarem para visitar por um côngruo período de tempo os irmãos que se encontrem em necessidade ou dificuldade (doentes, presos, idosos em solidão, pessoas com alguma deficiência…), quase fazendo uma peregrinação em direção a Cristo presente neles (cf. Mt 25, 34-36) e cumprindo as habituais condições espirituais, sacramentais e de oração. Os fiéis poderão, sem dúvida, repetir estas visitas no decurso do Ano Santo, adquirindo em cada uma delas a Indulgência plenária, mesmo quotidianamente.

A Indulgência plenária jubilar também poderá ser obtida mediante iniciativas que implementem de forma concreta e generosa o espírito penitencial, que é como que a alma do Jubileu, redescobrindo em particular o valor penitencial das sextas-feiras: abstendo-se, em espírito de penitência, durante pelo menos um dia, de distrações fúteis (reais mas também virtuais, induzidas, por exemplo, pelos meios de comunicação social e pelas redes sociais) e de consumos supérfluos (por exemplo, jejuando ou praticando a abstinência segundo as normas gerais da Igreja e as especificações dos Bispos), assim como devolvendo uma soma proporcional em dinheiro aos pobres; apoiando obras de caráter religioso ou social, especialmente em favor da defesa e da proteção da vida em todas as suas fases e da própria qualidade de vida, das crianças abandonadas, dos jovens em dificuldade, dos idosos necessitados ou sós, dos migrantes de vários Países “que deixam a sua terra à procura duma vida melhor para si próprios e suas famílias” (Spes non confundit, 13); dedicando uma parte proporcional do próprio tempo livre a atividades de voluntariado, que sejam de interesse para a comunidade, ou a outras formas semelhantes de empenho pessoal.

Todos os Bispos diocesanos ou eparquiais e aqueles que pelo direito lhes são equiparados, no dia mais oportuno deste tempo jubilar, por ocasião da celebração principal na catedral e nas igrejas jubilares individuais, poderão conceder a Bênção Papal com a Indulgência Plenária anexa, que pode ser obtida por todos os fiéis que receberem tal Bênção nas condições habituais.

Para que o acesso ao sacramento da Penitência e à consecução do perdão divino através do poder das Chaves seja pastoralmente facilitado, os Ordinários locais são convidados a conceder aos cónegos e aos sacerdotes que, nas Catedrais e nas Igrejas designadas para o Ano Santo, puderem ouvir as confissões dos fiéis, as faculdades limitadamente ao foro interno, como se indica, para os fiéis das Igrejas Orientais, no cân. 728, § 2 do CCIO, e, no caso de uma eventual reserva, o cân. 727, excluídos, como é evidente, os casos considerados no cân. 728, § 1; para os fiéis da Igreja latina, as faculdades indicadas no cân. 508, § 1 do CDC.

A este propósito, esta Penitenciaria exorta todos os sacerdotes a oferecer com generosa disponibilidade e dedicação a mais ampla possibilidade dos fiéis usufruírem dos meios da salvação, adotando e publicando horários para as confissões, de acordo com os párocos ou os reitores das igrejas vizinhas, estando presentes no confessionário, programando celebrações penitenciais de forma fixa e frequente, oferecendo também a mais ampla disponibilidade de sacerdotes que, por terem atingido limite de idade, não tenham encargos pastorais definidos. Dependendo das possibilidades, recorde-se ainda, segundo o Motu Proprio Misericordia Dei, a oportunidade pastoral de ouvir as Confissões também durante a celebração da Santa Missa.

Para facilitar a tarefa dos confessores, a Penitenciaria Apostólica, por mandato do Santo Padre, dispõe que os sacerdotes que acompanhem ou se unam a peregrinações jubilares fora da própria Diocese possam valer-se das mesmas faculdades que lhes foram concedidas na sua própria Diocese pela autoridade legítima. Faculdades especiais serão depois concedidas por esta Penitenciaria Apostólica aos penitenciários das basílicas papais romanas, aos cónegos penitenciários ou aos penitenciários diocesanos instituídos em cada uma das circunscrições eclesiásticas.

Os confessores, depois de terem amorosamente instruído os fiéis acerca da gravidade dos pecados aos quais estiver anexada uma reserva ou uma censura, determinarão, com caridade pastoral, penitências sacramentais apropriadas, de modo a conduzi-los o mais possível a um arrependimento estável e, segundo a natureza dos casos, a convidá-los à reparação de eventuais escândalos e danos.

Enfim, a Penitenciaria convida fervorosamente os Bispos, enquanto detentores do tríplice múnus de ensinar, guiar e santificar, a ter o cuidado de explicar claramente as disposições e os princípios aqui propostos para a santificação dos fiéis, tendo em conta de modo particular as circunstâncias de lugar, cultura e tradições. Uma catequese adequada às características socioculturais de cada povo poderá propor de forma eficaz o Evangelho e a integridade da mensagem cristã, enraizando mais profundamente nos corações o desejo deste dom único, obtido em virtude da mediação da Igreja.

O presente Decreto tem validade para todo o Jubileu Ordinário de 2025, não obstante qualquer disposição contrária.

Dado em Roma, da sede da Penitenciaria Apostólica, 13 de maio de 2024, Memória da Beata Virgem Maria de Fátima.

 

Angelo Card. De Donatis

Penitenciário-Mor

 

S.E. Dom Krzysztof Nykiel

Regente

O Convento da Penha será palco de um emocionante encontro. Um momento de fé, oração e alegria, no encontro de mães: mães devotas com

O Convento da Penha será palco de um emocionante encontro. Um momento de fé, oração e alegria, no encontro de mães: mães devotas com a Mãe da Penha. As guerreiras, sonhadoras, amadas e queridas mães, reunidas, em comunhão com a Virgem da Penha, vão realizar mais uma edição da tradicional romaria ao Convento.

A Romaria das Mães será realizada neste sábado (11/05), no Campinho do Convento. A subida começará no início da tarde, a partir do portão do Convento. No Campinho, às 14h, haverá animação e acolhida das mães. A Santa Missa terá início às 15h e será presidida pelo Guardião do Convento, Frei Djalmo Fuck.

Em sua 68ª edição, a organização promete uma festa bem bonita, além da tradicional intenção de oração pelas mães vivas mas também pelas mães que já têm o privilégio do convívio no céu. Algumas surpresas também irão emocionar bastante as fiéis, especialmente uma apresentação de mães e filhas. Uma novidade deste ano é a presença da equipe de música que animou o Oitavário da Festa da Penha, que é composta pelo Frei Paulo César Ferreira.

Os freis do Convento reforçam o convite aos filhos, para que eles possam presentear as mães levando elas ao Convento, afinal, como geralmente as mães sempre rezam pelos filhos, também os filhos, devem rezar pelas mães e com as mães. “Às vezes os filhos ficam se perguntando ‘que presente posso dar para minha mãe?’, e quase sempre presenteamos nossas mães com coisas materiais e até objetos de cozinha, de casa, coisas que não são para elas, mas tenho certeza que os filhos que convidarem as mães para uma visita ao Convento, vão presenteá-las com algo que não possui valor financeiro e sim um presente especial, inesquecível”, enfatiza Frei Djalmo.

As mamães falecidas não serão esquecidas, é o que garante o Guardião do Convento. “Todos os dias é tempo de recordar o exemplo das nossas mães. Especialmente aqui no Convento, muitos filhos vêm para rezar pelas mães, avós, tias e rezam também por aquelas que já partiram. Aqui, todos sentem o consolo de Deus, o conforto de colo de mãe, a ternura daquela que nos abraça, nos ama, nos revigora e nos quer próximos dela. Portanto, participar desta romaria das mães é recordar, agradecidamente, a vida das nossas mães já falecidas. Convido você a sentir também este abraço materno de Nossa Senhora”, convida.

Para Maria José Quintaes, uma das organizadoras da Romaria das Mães, a tradição de levar flores está mantida e ao final haverá uma surpresa para as mães. “A romaria começou com uma tradição das mulheres que cultivavam flores – a maioria do interior do estado -, traziam essas flores para oferecer à Nossa Senhora da Penha. Nós mantivemos esse costume e até hoje acolhemos as mulheres que trazem flores e no final além da bênção tem uma surpresa”, destaca.

Maria José ainda lembra que muitas mulheres que têm dificuldade para engravidar participam da romaria, rezam pedindo a intercessão de Nossa Senhora e no ano seguinte voltam para agradecer pelo dom da maternidade. “Todo ano tem um testemunho de alguma mulher que tem problemas para engravidar, mas que pediu a Deus pela intercessão de Nossa Senhora e conseguiu se tornar mãe.

História da Romaria

A Romaria das Mães teve início em 1956, quando as mulheres do Interior do Estado aproveitavam a vinda à Capital para compra dos presentes de Dia das Mães, para oferecer flores a Nossa Senhora da Penha. Como grande parte delas não conseguia participar da Festa da Penha, por conta da dificuldade de chegar até Vitória, o sábado que antecedia o Dia das Mães era a oportunidade delas homenagearem Nossa Senhora da Penha.

Serviço
Romaria das Mães ao Convento
Data: 11/05/2022 (Sábado)
Horário: 14h (animação) | 15h (Missa no Campinho)
Local: Campinho do Convento da Penha
A situação das enchentes no Rio Grande do Sul e a situação ainda caótica das famílias em Mimoso do Sul no nosso Estado, nos

A situação das enchentes no Rio Grande do Sul e a situação ainda caótica das famílias em Mimoso do Sul no nosso Estado, nos chamam para a solidariedade.

Para quem perdeu tudo, qualquer ajuda é importante. Atentemo-nos para as necessidades básicas das famílias. Quem visita esses locais faz apelos comoventes sobre as carências: roupa de cama e banho, utensílios de cozinha, material de limpeza e higiene são os mais necessários. Ajude com o que você puder.

A CNBB Sul abriu uma conta para quem quiser ajudar o sul do país. Aqui no Estado podemos ajudar através da diocese de Cachoeiro de Itapemirim.

Para o Rio Grande do Sul, a CNBB abriu uma conta:

No Regional Sul para contribuir com as iniciativas de solidariedade do Regional Sul 3, faça sua doação por meio da chave pix do Regional, que é o número do CNPJ: 33685686001041 Na Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, os pontos de coleta são em todas as 49 paróquias localizadas nos municípios do Sul do capixaba. As doações também podem ser feitas via Pix na chave 07.562.421/0001-55 ou transferência bancária (Conta Corrente 3188 no Banco Sicoob em nome de Cáritas Diocesana).Assista o pedido do arcebispo de Porto Alegre e presidente da CNBB, dom Jaime Spengler.

Após o Concílio Vaticano II, vimos surgir uma Igreja com maior participação dos leigos na ação eclesial e maior presença nas questões sociais. Também

Após o Concílio Vaticano II, vimos surgir uma Igreja com maior participação dos leigos na ação eclesial e maior presença nas questões sociais. Também surgiu uma Igreja mais plural e inculturada. É marcante e crescente ao longo desse tempo a presença da mulher com sua força e seu compromisso. A ação pastoral da Igreja de Vitória sempre valorizou a presença das mulheres que doam seu trabalho, seu tempo e suas vidas pela causa do Evangelho de Jesus, colocando-se sempre a serviço do povo de Deus.

Os padres do Regional Leste 3 da CNBB, compostos pela Arquidiocese de Vitória e Dioceses de: Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e São Mateus estão

Os padres do Regional Leste 3 da CNBB, compostos pela Arquidiocese de Vitória e Dioceses de: Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e São Mateus estão reunidos na Casa de Retiro São Francisco Xavier, em Santa Isabel, Distrito de Domingos Martins, desde o último dia 6 de maio, para o Encontro anual de Formação Permanente do Clero. Ao todo, são quase 200 padres e quatro bispos reunidos.

O tema deste ano é “60 anos do Concilio Vaticano II: Presbíteros, testemunhas da esperança. Quem está assessorando as reflexões deste ano, são: frei Luis Filipe Carneiro Marques, doutor em Teologia Sacramentária; padre Jean Richard Lopes, doutor em Teologia Bíblica e Tânia Maria Silveira, doutoranda em Ciências Sociais.

O Arcebispo de Vitoria, Dom Dario Campos, destaca a importância desta formação, pois solidifica não só o Regional, mas também a formação do clero capixaba e marca profundamente a caminhada de uma igreja. 

Padre Jean Richard Lopes, fala sobre a importância do encontro: “é um momento muito importante para a igreja, sobretudo no momento atual. O clero do Regional Leste 3 está reunido com um foco especifico, o presbítero, para que seja uma igreja que testemunha o reino de Deus”.

“Um tempo de fraternidade, uma vez que temos a oportunidade de conviver com sacerdotes das quatro dioceses. É tempo de esperança”, enfatiza padre Diego Carvalho, representante dos presbíteros da Arquidiocese de Vitória.

A formação permanente dos presbíteros termina na quinta-feira, dia 09, e durante estes dias na programação acontecem missas, orações e momentos de confraternização.

 

Em sintonia com a caminhada missionária da Igreja no Brasil, a coordenação do Regional Leste 3 do Conselho Missionário de Seminaristas (COMISE), têm a

Em sintonia com a caminhada missionária da Igreja no Brasil, a coordenação do Regional Leste 3 do Conselho Missionário de Seminaristas (COMISE), têm a alegria de promover o I FORMISE Regional – Formação Missionária de Seminaristas.

O encontro terá como tema: “COM A FORÇA DO ESPÍRITO, TESTEMUNHAS DE CRISTO”, lema “IDE, CONVIDAI A TODOS PARA O BANQUETE” (Mt 22,9), em sintonia com o mês missionário deste ano.

O FORMISE pretende contribuir para que “os Seminários possam formar discípulos missionários ‘enamorados’ do Mestre, ‘pastores com o cheiro de ovelhas’ que vivam no meio delas para servi-las e conduzi-las à misericórdia de Deus” (Ratio Fundamentalis Institutionis Sacerdotalis, Introdução, 3).

A formação missionária acontecerá nos dias 08 e 09 de junho 2024, na Paróquia Santa Rita de Cássia – Praia do Canto. Pretende reunir seminaristas, religiosos, reitores e formadores de seminários e casas religiosas, como também bispos e convidados. Será um espaço de reflexão, trocas de experiências e momentos de oração incentivando a alegria da evangelização.

Contamos com sua a presença e alegria missionária!

Na tarde desta terça feira, dia 07, foram divulgados os detalhes e as novidades da festa de canonização de São José de Anchieta, um evento tradicional

Na tarde desta terça feira, dia 07, foram divulgados os detalhes e as novidades da festa de canonização de São José de Anchieta, um evento tradicional e que este ano comemora 10 anos. As informações foram repassadas através de uma coletiva de imprensa, que também contou sobre as festividades em comemoração aos 490 anos em memória do santo católico.

A Festa Nacional do jesuíta, que acontece entre os dias 29 de maio a 09 de junho, ganha um significado especial este ano, pois celebra os 10 anos de sua canonização e os 490 anos de seu nascimento, e une as celebrações litúrgicas com ações culturais e históricas.

Durante os dias da festa os participantes terão a oportunidade de vivenciar uma série de eventos, incluindo apresentações culturais, entrevistas com personalidades que dividem suas visões sobre a vida e obra do Santo e as populares peregrinações e novenas, que contam com o apoio e a participação de diferentes comunidades e movimentos.

O encerramento, que acontece no dia 09 de junho, dia de São José de Anchieta, será celebrado com uma série de eventos, além da missa solene, que está prevista para acontecer às 16h, no  Santuário, localizado em Anchieta.

De acordo com o reitor do Santuário São José de Anchieta, padre Álvaro Negromonte, a influência dos jesuítas pode ser percebida na literatura, arquitetura, religião, meio ambiente, entre outros aspectos.

O secretário de Estado do Turismo, Philipe Lemos, enfatizou ainda a importância dos eventos religiosos para o turismo, destacando seu impacto positivo na economia e na preservação das tradições religiosas do Espírito Santo.