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Durante o mês de maio tivemos alguns testemunhos que retratam o amor de Maria na vida de seus devotos. Maria é para nós um

Durante o mês de maio tivemos alguns testemunhos que retratam o amor de Maria na vida de seus devotos. Maria é para nós um canal de graça e força, referência de amor, paciência, humildade e serviço. Encerramos nosso ciclo Mariano, que realizamos neste mês de maio, com a história de uma Maria, a dona Rosa Maria.

Rosa Maria é paraense e relatou que desde muito pequena sempre teve devoção à Nossa Senhora de Nazaré – padroeira dos paraenses. O testemunho mais marcante de sua vida é sobre algo que aconteceu no dia 17 de julho de 2007. Muitos não se recordam, mas foi exatamente nesse dia que aconteceu, em São Paulo, o acidente com um voo da companhia aérea TAM.

Ela relatou que seu filho estava em uma reunião e de repente ouviu um barulho muito alto. O que ele não esperava era que o som ensurdecedor vinha da colisão do avião Airbus A320 com o prédio da TAM, onde ele estava. Dona Rosa Maria, que preparava uma surpresa para seu filho, relatou que naquele dia entrou em contato com sua nora que ao atender o telefone, perguntou se ela não estava assistindo os noticiários. Imediatamente e com o coração aflito, ela pegou o controle e ligou o aparelho. As imagens chocaram a mãe. Um prédio em chamas e a certeza de que seu filho estava lá dentro.

Naquele momento, Dona Rosa entregou a vida de seu filho nas mãos de Nossa Senhora. Emocionada, ela repetiu as mesmas palavras ditas naquele dia: “Agora é com a Senhora. A Senhora pode estar onde eu não consigo estar. Está em suas mãos”. A partir daí, ela relatou que iniciou-se uma sequência de milagres.

Dona Rosa Maria recordou que com o choque do avião com o prédio onde estava seu filho, parte da asa do airbus invadiu a sala onde ele se encontrava. Duas pessoas que também estavam na sala com seu filho morreram na hora. Ela contou que ele e outras duas pessoas saíram da sala para tentar se livrar das chamas, fumaça e possíveis desabamentos. O filho de dona Rosa Maria correu em direção aos fundos do prédio. Ela relatou que o primeiro milagre foi eles terem chegado até lá, pois naquele local havia uma saída. Com as escadas obstruídas pelos escombros e o elevador parado, eles sentiram que não deveriam pular.

Este foi o segundo milagre, pois dona Rosa Maria ressaltou que se tivessem pulado eles morreriam asfixiados e presos nos entulhos. Ela citou que diante dessa adversidade, eles optaram por procurar uma nova saída. Porém, como havia muita fumaça, seu filho se perdeu dos amigos. Acompanhando de casa toda a situação pela mídia e sem saber como estava seu filho, dona Rosa Maria voltou a clamar a intercessão de Nossa Senhora de Nazaré. Enquanto isso, seu filho, dentro do prédio, também chamava por Nossa Senhora.

Emocionada, ela relatou que seu filho, após chamar pela Virgem, teve a imagem de Nossa Senhora bem nítida em sua mente. Com as lágrimas escorrendo pelo rosto, Dona Rosa contou que seu filho se lembrou de uma sala, localizada no terceiro andar onde havia uma janela. Ela atribui o terceiro milagre a esse acontecimento, pois ele mesmo evidenciou dizendo, após o ocorrido: “Mãe, não sei como cheguei até lá”. Após chegar ao local, ela contou que ele teve dificuldade para acessar o “basculante”, onde ficou pendurado com metade do corpo para fora do prédio pedindo ajuda.

O quarto milagre foi ele ter optado por não pular do prédio em meio ao desespero pela sobrevivência. Dona Rosa Maria testemunhou que houve um segundo momento em que o filho teve novamente a clara imagem da Virgem em sua mente. Ela se emocionou novamente e relatou que, após fechar os olhos por alguns segundos e abri-los, seu filho conseguiu ouvir as pessoas tentando acalmá-lo. O andar onde ele se encontrava estava repleto de fumaça. A equipe dos bombeiros só insistiram em permanecer procurando, porque tinham a certeza que ele estava vivo no local.

Sem conseguir achá-lo, naquela sala, o quinto milagre foi ele conseguir tocar o capacete de um bombeiro com o pé. Dona Rosa Maria manifesta um amor incondicional por Maria e demonstra uma imensa gratidão pelos milagres realizados na vida de seu filho. Confira um breve testemunho de Dona Rosa Maria, clicando aqui.   

 

A Paróquia Santíssima Trindade, em Vila Capixaba, Cariacica-ES, promove, de 27 a 30 de maio, mais uma edição da Festa em honra à Santíssima

A Paróquia Santíssima Trindade, em Vila Capixaba, Cariacica-ES, promove, de 27 a 30 de maio, mais uma edição da Festa em honra à Santíssima Trindade. Com o tema “A Santíssima Trindade é a melhor Comunidade”, as equipes paroquiais estão organizando com muito empenho e alegria a festa deste ano.

“A Santíssima Trindade é nosso Padroeiro. Por isso, todos os anos, desde a nossa instalação, celebramos com entusiasmo e muita festa essa Solenidade. Como no ano passado, este ano não poderemos, infelizmente, celebrar a quermesse. Haja vista a Pandemia, não podemos promover aglomeração. No entanto, a festa ocorrerá de forma híbrida: com participação de fiéis dentro dos limites estabelecidos pelos Órgãos de Saúde e com transmissão ao vivo, pelas Redes Sociais de nossa paróquia”, explicou Pe. Claudio Alves Moreira, Administrador Paroquial.

Elizabeth Erlacher, Coordenadora Paroquial de Liturgia, conta que a equipe precisou se adaptar à nova realidade: “Como não podemos aglomerar, montar barracas, receber convidados de outras paróquias, organizar uma procissão com peregrinação a pé e acompanhadas pelos fiéis das sete comunidades que compõem à Paróquia, estamos preparando um tríduo na expectativa de que tudo será um sucesso com as bênçãos da Santíssima Trindade”.

Os momentos celebrativos serão na Igreja Matriz São Jorge e a programação da festa contará com o Tríduo preparatório, de quinta a sábado, às 19h, com uma breve catequese, aprofundando a compreensão nas Pessoas da Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo e a missa às 19h30. No domingo a catequese sobre a Trindade será às 8h30 e a Solenidade terá início às 9h. Todos os dias, haverá leilão virtual, pelo Whatsapp, com excelentes prêmios.

“É uma forma de promover interação entre os paroquianos. Tudo foi preparado com muito carinho para que os fiéis, apesar do distanciamento, sintam-se em casa nesta Comunidade da Santíssima Trindade”, ressalta Pe. Claudio.

Confira abaixo a programação e participe:

Primeiro Dia do Tríduo
27 de maio (Quinta-feira) – 19h
Tema: O Pai – Em sintonia com o Ano de São José
Breve catequese sobre o tema e logo após missa.

Segundo Dia do Tríduo
28 de maio (Sexta-feira) – 19h
Tema: O Filho – Em sintonia com a Família
Breve catequese sobre o tema e logo após missa.

Terceiro Dia do Tríduo
29 de maio (Sábado) – 19h
Tema: O Espírito Santo – Em sintonia com as CEBs

Solenidade da Santíssima Trindade
30 de maio (Domingo) – 08h30
Tema: A Santíssima Trindade – Em sintonia com a CF 2021
Breve catequese sobre o tema e logo após a missa Solene em honra à Trindade.

Todos os momentos celebrativos serão transmitidos pelas redes sociais da Paróquia:
Facebook (https://www.facebook.com/ParoquiaSantissimaTrindadeES)
Youtube (https://www.youtube.com/ParoquiaSantissimaTrindadeES)

A Paróquia São Miguel Arcanjo, localizada na pequena vila de Araguaya, no município de Marechal Floriano, inaugurou no ano de 2020 um monumento, para

A Paróquia São Miguel Arcanjo, localizada na pequena vila de Araguaya, no município de Marechal Floriano, inaugurou no ano de 2020 um monumento, para sempre que os fieis sempre relembrem os tempos difíceis que o mundo está passando, de batalha contra a COVID-19. A ideia dessa escultura surgiu através do pároco Josemar Rubens Stein, onde o objetivo era que o ano de 2020 fosse um marco na Paróquia, a Fé junto à sabedoria pelo combate da pandemia.

O Monumento foi doado por uma das famílias tradicionais da vila, a família Dadalto e a obra foi produzida pelo engenheiro Fábio Pereira Soares. Feito de aço inox, medindo 3.1 metros, com 562 quilos. A base de sustentação é formada por um bloco que pesa uma tonelada e meia. O anjo representa o Arcanjo Miguel, aquele que nos defende do combate, com uma lança em suas mãos, simbolizando a luta contra a COVID-19. Aos pés do anjo, uma esfera, com o formato do coronavírus, sendo atacado pelo poder de Deus. Ainda em sua base, há uma mandala que representa o mundo, com os quatros pontos cardeais.

A escultura encontra- se na subida da igreja Matriz, no centro de Araguaya, sendo inaugurada por uma procissão de fé, sete quilômetros percorridos de muita oração. O anjo vem trazer a esperança a todos de que dias melhores virão, e que um dia, todos estarão juntos, a igreja estará cheia novamente, a máscara não será mais um acessório e o sorriso estará estampado no rosto de todos aqueles fieis que optaram por não desistir e sempre persistir. Um monumento, que significa, esperança, fé e devoção.

Uma história de fé e tradição: assim pode ser definida a capela de Sant’Ana no alto do morro de Meaípe. Esta pequena igreja tem

Uma história de fé e tradição: assim pode ser definida a capela de Sant’Ana no alto do morro de Meaípe. Esta pequena igreja tem o mar a seus pés e uma visão privilegiada da praia de Meaípe, que já foi eleita pelo Guia Quatro Rodas, uma das mais belas do país.

Construída entre o final do século XIX e início do século XX, a igreja de Sant’Ana, marca em sua arquitetura a passagem da catequese dos jesuítas por Guarapari. Sua localização estratégica serviu como um farol para os pescadores, pois mesmo no mar podiam se localizar pela igreja e voltar para casa em segurança.

Nessa época, Meaípe era um povoado formado de casas de estuque cobertas de palhas, que abrigavam cerca de 70 a 80 famílias de pescadores. A população local foi crescendo lentamente, vivendo da pesca e da sua fé. Até os anos de 1960, Meaípe tinha aproximadamente 400 habitantes.

Após a construção da igreja, quando a história de fé de Meaípe começava a ser contada, chega à capelinha a Imagem de Sant’Ana que até hoje se encontra no local. A iconografia representa Sant’Ana Mestra, ensinando os mandamentos a sua filha, Virgem Maria Menina. A imagem mede 80cm e na sua base traz a inscrição da loja onde foi adquirida: “A Luneta de Ouro”, que nessa época, comercializava imagens sacras no Rio de Janeiro. Há também a inscrição com o nome do escultor: Aurélio Monteiro.

Mesmo pequena, a população de Meaípe sempre demostrou muita fé em Deus e devoção a Sant’Ana. Trazida pelos jesuítas, essa devoção se enraizou na cultura de Meaípe, assumindo ali características próprias. Invocada como protetora das famílias, recorria-se a Sant’Ana praticamente todas as necessidades, mas sobretudo nos momentos de grande perigo e angústia. Sua devoção se concretizava dado os inúmeros benefícios alcançados pelo seu patrocínio: graças, bênçãos, livramentos, libertações e curas; milagres que confirmam a sua escolha por parte de Deus para proteger e cuidar do povo de Meaípe.

No fim do século XX a população de Meaípe começa a crescer de forma exponencial e logo a pequena capelinha não era suficiente para atender o número de fiéis que a buscavam. Assim em 1988 foi dado início a construção do Santuário de Sant’Ana, bem ao lado da capela. Um ano depois a construção já estava terminada, graças aos bem feitores da região e aos pescadores que doavam os frutos do seu trabalho à padroeira, para que a comunidade tivesse recursos financeiros para terminar a construção da igreja. Junto com a construção do Santuário, outras comunidades foram surgindo no bairro para melhor atender ao povo de Meaípe, como a própria Matriz Nossa Senhora dos Navegantes.

Todos os anos os fiéis acorrem a Capelinha de Sant’Ana para pedir a sua proteção e agradecer as graças recebidas. Com grande emoção celebram em julho a sua novena e traduzem em seus hinos e cantos, compostos para a sua padroeira, todo o carinho e o amor devocional. Desde de 1903, uma vez por ano a Imagem da santa sai da capelinha em procissão pelas principais ruas de Meaípe, na tradicional festa de Sant’Ana, que em 2021 estará em sua 118ª edição. A festa de Sant’Ana reúne e guarda a essência mais pura do vilarejo de Meaípe, como memória viva e permanente da história e identidade do seu povo.

Hoje o Santuário de Sant’Ana é aberto toda semana para Missas, Celebrações da Palavra e também para a visitação. Durante o ano todo, diversos casais, vindos de vários estados, escolhem receber ali o Sacramento do Matrimônio.

A comunidade de Sant’Ana hoje é pequena, sendo composta apenas de algumas famílias que ainda vivem ao redor da capela. Porém, a igreja se enche de fiéis todas as vezes que as portas estão abertas, dada a tamanha devoção do povo de Meaípe. Subir o morro, rezar na grutinha, entrar na capela, ir ao Santuário de Sant’Ana são expressões dos inúmeros devotos que afluem seus pedidos, com os frutos de suas promessas a Santa Padroeira e protetora de Meaípe.

“A cada ano renovamos esse gesto de puro amor: consagrar nossos lares a Sant’Ana a avó do Nosso Senhor”. Trecho da canção “Num reduto de paz”, composta pelo Padre Márcio Ferreira de Souza, que é natural dessa Comunidade.

O dia 22 de maio é dedicado a Santa Rita de Cássia, a santa das causas impossíveis. Na Arquidiocese de Vitória existem duas paróquias

O dia 22 de maio é dedicado a Santa Rita de Cássia, a santa das causas impossíveis. Na Arquidiocese de Vitória existem duas paróquias dedicadas à Santa. Uma na Praia do Canto, em Vitória e outra no Bairro Sta. Rita, em Vila Vela.

A Paróquia Santa Rita de Cássia – Área Pastoral de Vila Velha – iniciou os festejos com a Novena no dia 13 de maio. Na ocasião o atual Administrador Paroquial, pe. Anderson Teixeira, comemorou também um ano da posse canônica.

“Todos as missas da Novena foram presididas por padres das diversas Paróquias da Arquidiocese. A liturgia ficou a cargo das 13 comunidades que fazem parte da Paróquia. A cada dia muita devoção e emoção, junto com agradecimentos e pedidos de graças, sobretudo, nesse tempo de pandemia”, comenta Pe. Anderson Teixeira.

No grande dia, a paróquia celebra três missas, neste ano: uma dedicada aos doentes; outra que terá ao final a devoção da súplica a Sta. Rita e a missa solene à noite.

Programação:

07h – Missa presidida por Pe. Anderson Teixeira, rezando, especialmente pelos enfermos.
11h – Missa presidida por Pe. Anderson Teixeira, seguida da Súplica a Sta. Rita (momento devocional com louvores, agradecimentos, pedidos e súplicas seguindo o rito oferecido pela Igreja).
19h30 – Missa presidida por Pe. Jorge Campos, Vigário Geral e Reitor do Seminário.

Este ano diante do cenário desafiador da pandemia que ceifa a vida de tantos irmãos e irmãs no mundo, a súplica a Santa Rita de Cássia, será por todas as famílias que de uma forma ou outra sofrem por conta das consequências do coronavírus.

História

Nasceu em 1381, em Roccaporena, a 5 km de Cássia. Seus pais, Antonio Lotti e Amata Ferri, deram o melhor de si na educação de Rita, ensinando-a, a ler e escrever. Casou-se aos 16 anos com Paulo Ferdinando, com quem teve dois filhos. Rita foi uma pessoa de grande coerência ao Evangelho. Seus filhos e marido faleceram ainda jovens.

Estando sozinha, Rita se entregou à oração, e tentou adentrar no convento Agostiniano em Cássia, mas foi recusada. Contudo, não desistiu e entregou tudo na interseção dos seus santos de devoção: São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolas de Tolentino. Em 1441, foi aceita no convento.

Rita sempre teve o desejo de ser religiosa. Foi uma esposa santa, tornou-se uma viúva santa e depois uma religiosa exemplar. Ela recebeu um estigma na testa, que a fez sofrer muito devido à humilhação que sentia, pois cheirava mal e incomodava os outros. Por isso teve que viver resguardada.

Em 1457, aos 76 anos, Rita morreu após uma dura enfermidade. Na ocasião de sua morte, os sinos do Convento tocaram sozinhos, a ferida na testa cicatrizou e do seu corpo exalou um perfume de rosas.

Em 1457, aos 76 anos, Rita morreu após uma dura enfermidade. Foi venerada como santa imediatamente após a sua morte, como atestam o sarcófago e o Códex miraculorum, ambos documentos de 1457-1462. Seus ossos, desde 18 de maio de 1947, repousam no Santuário, em uma urna de prata e cristal fabricada em 1930

Docat é uma palavra desconhecida para você? Para os jovens da Paróquia Santa Luzia, em Vitória, já faz parte do vocabulário. O Docat é

Docat é uma palavra desconhecida para você? Para os jovens da Paróquia Santa Luzia, em Vitória, já faz parte do vocabulário. O Docat é uma publicação que traz informações sobre a Doutrina Social da Igreja, com uma linguagem dinâmica e jovial e ferramenta importante na evangelização dos jovens.

“O livro traz conhecimentos para os jovens e também nos ensina como devemos viver, o caminho que devemos seguir, de acordo com a sagrada escritura – a Bíblia. O material nos convida a sermos a doutrina social em movimento”, destaca a coordenadora do Grupo de Jovens da Comunidade Matriz Santa Luzia, Luciana Leppaus.

A Doutrina Social, segundo o Docat, tem como objetivo “enfatizar as obrigações da ação social e justa, tal como aparece no evangelho e protestar em nome da justiça, sempre que estruturas sociais, econômicas ou políticas contradizem a mensagem do Evangelho;” ou seja “a importância do conhecimento da Doutrina Social para os jovens é que ela nos ensina a agir, ela influencia os jovens a não ficarem parados, a se posicionar como igreja. Temos que ser imagem e semelhança de Cristo em todos os lugares, seja em ambiente político, religioso ou social”, completa Luciana.

O tema tem agradado os jovens: “Achei muito interessante a escolha do Docat. Tem explicações, é didático, mas não é maçante. É fácil de ler e os assuntos sérios são abordados de um jeito mais leve. Os encontros com esta abordagem estão sendo muito produtivos e a escolha de um jovem para guiar dá oportunidade de cada membro poder acessar o livro, ensinar e dividir conhecimento”, comentou Nathalia Lunz Vieira.

A Pastoral Jovem fez a escolha do Docat para o retorno dos encontros dos jovens aos domingos, de forma online. Em cada reunião é abordado um capítulo, com reflexão e partilha entre os participantes. Os encontros são quinzenais e o link de acesso é sempre divulgado na rede social do grupo Jovens Unidos pelo Sal da Terra: @jovens.just

Padre Hugo, administrador paroquial da Paróquia São Francisco de Assis, considera que a Santíssima Virgem Maria é um modelo para quem estuda e se

Padre Hugo, administrador paroquial da Paróquia São Francisco de Assis, considera que a Santíssima Virgem Maria é um modelo para quem estuda e se prepara para a vida sacerdotal, bem como para quem é padre e, ressaltou que Ela é uma inspiração por conta de sua busca para ser toda de Deus. O padre enfatiza: “Maria foi toda de Deus!”. Ele completa ainda afirmando que o sacerdote também é convidado para ser todo de Deus. 

Segundo ele Maria era humana como nós. Porém, sem o pecado original. E, dessa forma, Ela continua sendo um modelo para a humanidade, porque se ofertou totalmente a Deus e se consagrou ao Teu serviço. Nesse sentido, Padre Hugo acredita que o sacerdote também deve buscar em Maria esse modelo e essa inspiração, uma vez que vê Maria como uma colaboradora no ministério de um padre. Para ele, Ela colabora na medida que ela reza e intercede pelos sacerdotes.

Quando questionado quem é Maria em sua vida, ele ressaltou que Ela está dentro da dimensão da oferta, doação e de um exemplo a ser seguido. Quando ele pensa na Virgem Maria sempre recorda: “Eis aqui a serva do Senhor”. Padre Hugo destacou que Maria foi uma mulher que soube sacrificar suas vontades pessoais e seus próprios planos pelo reino, para acolher o seu filho junto ao seu ventre e para acompanhá-lo durante a vida. 

Membro da congregação religiosa do Sagrado Coração de Jesus, durante sua formação sempre houveram momentos marianos e a Virgem Maria sempre foi um exemplo a ser seguido. O padre reitera que a santíssima virgem era simplesmente humana, não era deusa. Por esse motivo, ele acredita que o povo católico tanto admira e tem proximidade com Maria, uma vez que é possível se espelhar em alguém que também foi humana.

Nesse sentido, padre Hugo enfatiza que o sacerdote que deseja se aproximar das pessoas, precisa, primeiramente, se aproximar dessa Santíssima Virgem, seguir seus exemplos e tudo que ela viveu além de tentar traduzir as características da mãe, diariamente, para o povo de Deus, ou seja, o padre que quer ser próximo do povo deve se revestir da simplicidade, humildade e ternura de Nossa Senhora, porque é assim que terão a possibilidade de ser o sinal de Deus no mundo. Desse modo, repetindo as virtudes da mãe e seu jeito de ser, caminharemos em direção ao Pai.

Diante desse tempo adverso de pandemia que enfrentamos, Padre Hugo, que já foi infectado pelo coronavírus, nos deixa um relato da sua experiência com a Mãe quando foi acometido pela doença. Confirma o relato abaixo:

“A minha grande dificuldade durante o momento em que tive a Covid-19 foi que o padre, com quem eu morava naquele pequeno tempo que convivemos, também estava com Covid. E como é sabido, ele faleceu. Então naquele momento eu tive que pensar um pouco na Santíssima Virgem, apesar de não ter sido nem um pouco forçoso.

Tive que entrar em contato com a família do padre diante de todo o problema que ele estava vivendo, a sua enfermidade e depois a sua morte. Eu que tive que dar o aviso para a família e isso foi doloroso para mim, eu nunca tinha passado por essa experiência, porque o padre é convidado a espalhar uma boa notícia. Cristo disse: ‘Ide por todo o mundo e espalhai o Evangelho, espalhai a boa notícia’ e eu tive que dar uma má notícia, uma má notícia para os seus familiares. Isso mexe com a gente. Foi muito difícil para mim, mas graças a Deus eu tive a companhia de outros sacerdotes que colaboraram comigo, seja na parte burocrática ou até mesmo na parte afetiva. […]

Maria é modelo da igreja. Aquilo que se fala de Maria pode se falar da igreja e aquilo que se fala da igreja pode se falar de Maria. Existe algo que identifica Maria com a Igreja. Então senti o apoio da igreja e, no apoio da igreja, senti o carinho da Santíssima Virgem que na hora da morte nos acompanha. Acompanhou o Padre Kleber e me acompanhou neste período em que ele tinha partido.

Faço uma recordação de quando eu estava no hospital, conversando com o padre Kleber, enquanto ele ainda estava vivo e levei os sacramentos para ele […] e falei: ‘Padre, estou fazendo por você o que eu gostaria que fizessem por mim. Deus está aqui, Deus está aqui com o senhor e nunca te abandonará. No teu sofrimento você não está só’. E ele olhou para mim e respondeu: ‘Ela também tá aqui. Ela também tá aqui e me acompanha. Eu creio nisso! A Virgem dos Navegantes há de me levar para o porto seguro’. E a virgem dos navegantes que ele era devoto […] o levou.

Então eu creio nessa mãe que o acompanhou nos seus momentos mais difíceis e me acompanhou também me dando força para enfrentar a dor da perda do padre. Essa presença, esse apoio da virgem eu senti através do apoio da igreja que é mãe”. 

A Renovação Carismática Católica (RCC) na Arquidiocese de Vitória está realizando desde o último dia 14 de maio, uma novena de Pentecostes nas áreas

A Renovação Carismática Católica (RCC) na Arquidiocese de Vitória está realizando desde o último dia 14 de maio, uma novena de Pentecostes nas áreas pastorais de Vila Velha, Serra-Fundão, Serrana, Cariacica-Viana, Vitória e Benevente. Como são nove dias, a área Cariacica-Viana foi dividida em duas e foram contemplados também os Ministérios de Formação e da Família da RCC.

A cada dia de 19h30 às 21h, acontece a novena com transmissão pelas redes sociais da RCC: Youtube e Facebook. Um padre representante de cada área foi convidado para participar do momento de oração. O Conselho Arquidiocesano organizou toda a programação e leva até as paróquias destes padres a equipe de música e os equipamentos para que a transmissão aconteça.

De acordo com Suely Batista da Silva, Coordenadora da RCC em Vitória, a decisão de fazer a novena desta maneira surgiu de uma reunião em que o Conselho Arquidiocesano, em um momento de oração e de escuta, sentiu que deveriam realizar uma transmissão ao vivo, cada dia com um padre da Arquidiocese.

“Isso foi no início deste ano e nós fizemos como Nossa Senhora. Guardamos em nosso coração, pois sentimos que aquele não era o momento. E quando chegou a orientação para a Novena de Pentecostes percebemos que era a hora. A identidade da RCC é baseada em um tripé: batismo do espírito, vivencia dos carismas e vida fraterna. E Pentecostes faz parte deste carisma e todos os anos nos vivemos profundamente este tempo”.

E ainda estando em pandemia e não podendo haver aglomeração a RCC se organizou para fazer esta programação nas áreas, onde o Conselho Arquidiocesano tem grande representatividade: são quatro conselheiros por área, somando 28 conselheiros; além do secretário-geral e da presidência, totalizando 30 pessoas.

“Então pensamos porque não fazer nas áreas pastorais? Essas 4 pessoas, estes 4 conselheiros, fazem as transmissões, cada dia em sua respectiva área e convidam um sacerdote da sua área para estar junto. O tempo estava curto para organizar, mas aquilo que é de Deus o coração de Deus encaminha. Começamos a nos organizar e como vivemos muito profundamente a Novena de Pentecostes, neste período paramos tudo para que nosso foco seja a novena. Normalmente neste período não acontece grupo de oração, reunião, formação e nem nada”.

Nos anos anteriores a Renovação Carismática realizava a Novena de Pentecostes conforme acontecem os círculos bíblicos, nas casas, visitando as famílias. Mas com a pandemia tudo mudou. Desde o ano passado os grupos de oração fazem as transmissões das reuniões pelas suas redes sociais ou pelas redes das paróquias e a orientação é que nestes dias também fizessem somente a transmissão da novena, como um sinal de unidade.

“É isso que o Espírito faz, ele une. Pentecostes foi isso, veio o espírito fez aquele barulho, aquele estrondo, pessoas de diversos lugares que falavam cada um a sua língua, mas que se entendiam. Então o Espírito Santo promove a unidade e sentimentos que precisávamos promover isso principalmente neste momento”.

A novena de Pentecostes continua hoje e nos próximos dias e a programação segue abaixo. No domingo será realizada uma tarde de louvor no Santuário do Divino Espírito Santo, em Vila Velha. Suely afirma que esta também foi uma inspiração de Deus e os freis que administram o Santuário acolheram a ideia e abriram as portas. A partir das 15h começará o louvor e o encerramento será com a missa, às 17h, também transmitida pelas redes sociais. Neste dia será possível a participação dos fiéis de forma presencial, respeitando os protocolos sanitários, mas é necessário fazer a inscrição previamente neste link.

19/05/21 (quarta-feira) as 19:30 as 21:00hs – Área Cariacica
6º. DIA – “Nós os ouvimos publicar as maravilhas de Deus” (At 2, 11)
Local: Paróquia Virgem Maria (Itacibá)
Padre: Hadeleon Santana

20/05/21 (quinta-feira) as 19:30 as 21:00hs – Área Vitória
7º. DIA – “A promessa é para todos os que ouvirem o apelo do Senhor, nosso Deus” At 2, 39)
Local: Paróquia Nossa Senhora das Graças – Matriz São Sebastião (Jucutuquara)
Padre: Fernando Souza

21/05/21 (sexta-feira) as 19:30 as 21:00hs – Ministério Família
8º. DIA – “Todos os fiéis viviam unidos” (At 2, 44)
Local: Casa de Maria
Padre: Adriano Francisco de Souza

22/05/21 (sábado) as 20:00 hs – Área Benevente
9º. DIA – “Envia teu Espírito, Senhor, e renova a face da terra!”
Local: Paróquia São Pedro (Guarapari)
Padre: Rafael Martins

DIA DE PENTECOSTES
23/05/21 (domingo)
Local: Santuário do Divino Espírito Santo, em Vila Velha
Horário: 15:00 até 16:30 hs