Durante o mês de maio tivemos alguns testemunhos que retratam o amor de Maria na vida de seus devotos. Maria é para nós um canal de graça e força, referência de amor, paciência, humildade e serviço. Encerramos nosso ciclo Mariano, que realizamos neste mês de maio, com a história de uma Maria, a dona Rosa Maria.
Rosa Maria é paraense e relatou que desde muito pequena sempre teve devoção à Nossa Senhora de Nazaré – padroeira dos paraenses. O testemunho mais marcante de sua vida é sobre algo que aconteceu no dia 17 de julho de 2007. Muitos não se recordam, mas foi exatamente nesse dia que aconteceu, em São Paulo, o acidente com um voo da companhia aérea TAM.
Ela relatou que seu filho estava em uma reunião e de repente ouviu um barulho muito alto. O que ele não esperava era que o som ensurdecedor vinha da colisão do avião Airbus A320 com o prédio da TAM, onde ele estava. Dona Rosa Maria, que preparava uma surpresa para seu filho, relatou que naquele dia entrou em contato com sua nora que ao atender o telefone, perguntou se ela não estava assistindo os noticiários. Imediatamente e com o coração aflito, ela pegou o controle e ligou o aparelho. As imagens chocaram a mãe. Um prédio em chamas e a certeza de que seu filho estava lá dentro.
Naquele momento, Dona Rosa entregou a vida de seu filho nas mãos de Nossa Senhora. Emocionada, ela repetiu as mesmas palavras ditas naquele dia: “Agora é com a Senhora. A Senhora pode estar onde eu não consigo estar. Está em suas mãos”. A partir daí, ela relatou que iniciou-se uma sequência de milagres.
Dona Rosa Maria recordou que com o choque do avião com o prédio onde estava seu filho, parte da asa do airbus invadiu a sala onde ele se encontrava. Duas pessoas que também estavam na sala com seu filho morreram na hora. Ela contou que ele e outras duas pessoas saíram da sala para tentar se livrar das chamas, fumaça e possíveis desabamentos. O filho de dona Rosa Maria correu em direção aos fundos do prédio. Ela relatou que o primeiro milagre foi eles terem chegado até lá, pois naquele local havia uma saída. Com as escadas obstruídas pelos escombros e o elevador parado, eles sentiram que não deveriam pular.
Este foi o segundo milagre, pois dona Rosa Maria ressaltou que se tivessem pulado eles morreriam asfixiados e presos nos entulhos. Ela citou que diante dessa adversidade, eles optaram por procurar uma nova saída. Porém, como havia muita fumaça, seu filho se perdeu dos amigos. Acompanhando de casa toda a situação pela mídia e sem saber como estava seu filho, dona Rosa Maria voltou a clamar a intercessão de Nossa Senhora de Nazaré. Enquanto isso, seu filho, dentro do prédio, também chamava por Nossa Senhora.
Emocionada, ela relatou que seu filho, após chamar pela Virgem, teve a imagem de Nossa Senhora bem nítida em sua mente. Com as lágrimas escorrendo pelo rosto, Dona Rosa contou que seu filho se lembrou de uma sala, localizada no terceiro andar onde havia uma janela. Ela atribui o terceiro milagre a esse acontecimento, pois ele mesmo evidenciou dizendo, após o ocorrido: “Mãe, não sei como cheguei até lá”. Após chegar ao local, ela contou que ele teve dificuldade para acessar o “basculante”, onde ficou pendurado com metade do corpo para fora do prédio pedindo ajuda.
O quarto milagre foi ele ter optado por não pular do prédio em meio ao desespero pela sobrevivência. Dona Rosa Maria testemunhou que houve um segundo momento em que o filho teve novamente a clara imagem da Virgem em sua mente. Ela se emocionou novamente e relatou que, após fechar os olhos por alguns segundos e abri-los, seu filho conseguiu ouvir as pessoas tentando acalmá-lo. O andar onde ele se encontrava estava repleto de fumaça. A equipe dos bombeiros só insistiram em permanecer procurando, porque tinham a certeza que ele estava vivo no local.
Sem conseguir achá-lo, naquela sala, o quinto milagre foi ele conseguir tocar o capacete de um bombeiro com o pé. Dona Rosa Maria manifesta um amor incondicional por Maria e demonstra uma imensa gratidão pelos milagres realizados na vida de seu filho. Confira um breve testemunho de Dona Rosa Maria, clicando aqui.

A Paróquia Santíssima Trindade, em Vila Capixaba, Cariacica-ES, promove, de 27 a 30 de maio, mais uma edição da Festa em honra à Santíssima Trindade. Com o tema “A Santíssima Trindade é a melhor Comunidade”, as equipes paroquiais estão organizando com muito empenho e alegria a festa deste ano.
Os momentos celebrativos serão na Igreja Matriz São Jorge e a programação da festa contará com o Tríduo preparatório, de quinta a sábado, às 19h, com uma breve catequese, aprofundando a compreensão nas Pessoas da Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo e a missa às 19h30. No domingo a catequese sobre a Trindade será às 8h30 e a Solenidade terá início às 9h. Todos os dias, haverá leilão virtual, pelo Whatsapp, com excelentes prêmios.
A Paróquia São Miguel Arcanjo, localizada na pequena vila de Araguaya, no município de Marechal Floriano, inaugurou no ano de 2020 um monumento, para sempre que os fieis sempre relembrem os tempos difíceis que o mundo está passando, de batalha contra a COVID-19. A ideia dessa escultura surgiu através do pároco Josemar Rubens Stein, onde o objetivo era que o ano de 2020 fosse um marco na Paróquia, a Fé junto à sabedoria pelo combate da pandemia.
O Monumento foi doado por uma das famílias tradicionais da vila, a família Dadalto e a obra foi produzida pelo engenheiro Fábio Pereira Soares. Feito de aço inox, medindo 3.1 metros, com 562 quilos. A base de sustentação é formada por um bloco que pesa uma tonelada e meia. O anjo representa o Arcanjo Miguel, aquele que nos defende do combate, com uma lança em suas mãos, simbolizando a luta contra a COVID-19. Aos pés do anjo, uma esfera, com o formato do coronavírus, sendo atacado pelo poder de Deus. Ainda em sua base, há uma mandala que representa o mundo, com os quatros pontos cardeais.
A escultura encontra- se na subida da igreja Matriz, no centro de Araguaya, sendo inaugurada por uma procissão de fé, sete quilômetros percorridos de muita oração. O anjo vem trazer a esperança a todos de que dias melhores virão, e que um dia, todos estarão juntos, a igreja estará cheia novamente, a máscara não será mais um acessório e o sorriso estará estampado no rosto de todos aqueles fieis que optaram por não desistir e sempre persistir. Um monumento, que significa, esperança, fé e devoção.
Uma história de fé e tradição: assim pode ser definida a capela de Sant’Ana no alto do morro de Meaípe. Esta pequena igreja tem o mar a seus pés e uma visão privilegiada da praia de Meaípe, que já foi eleita pelo Guia Quatro Rodas, uma das mais belas do país.
Após a construção da igreja, quando a história de fé de Meaípe começava a ser contada, chega à capelinha a Imagem de Sant’Ana que até hoje se encontra no local. A iconografia representa Sant’Ana Mestra, ensinando os mandamentos a sua filha, Virgem Maria Menina. A imagem mede 80cm e na sua base traz a inscrição da loja onde foi adquirida: “A Luneta de Ouro”, que nessa época, comercializava imagens sacras no Rio de Janeiro. Há também a inscrição com o nome do escultor: Aurélio Monteiro.
No fim do século XX a população de Meaípe começa a crescer de forma exponencial e logo a pequena capelinha não era suficiente para atender o número de fiéis que a buscavam. Assim em 1988 foi dado início a construção do Santuário de Sant’Ana, bem ao lado da capela. Um ano depois a construção já estava terminada, graças aos bem feitores da região e aos pescadores que doavam os frutos do seu trabalho à padroeira, para que a comunidade tivesse recursos financeiros para terminar a construção da igreja. Junto com a construção do Santuário, outras comunidades foram surgindo no bairro para melhor atender ao povo de Meaípe, como a própria Matriz Nossa Senhora dos Navegantes.
Todos os anos os fiéis acorrem a Capelinha de Sant’Ana para pedir a sua proteção e agradecer as graças recebidas. Com grande emoção celebram em julho a sua novena e traduzem em seus hinos e cantos, compostos para a sua padroeira, todo o carinho e o amor devocional. Desde de 1903, uma vez por ano a Imagem da santa sai da capelinha em procissão pelas principais ruas de Meaípe, na tradicional festa de Sant’Ana, que em 2021 estará em sua 118ª edição. A festa de Sant’Ana reúne e guarda a essência mais pura do vilarejo de Meaípe, como memória viva e permanente da história e identidade do seu povo.
Hoje o Santuário de Sant’Ana é aberto toda semana para Missas, Celebrações da Palavra e também para a visitação. Durante o ano todo, diversos casais, vindos de vários estados, escolhem receber ali o Sacramento do Matrimônio.
Docat é uma palavra desconhecida para você? Para os jovens da Paróquia Santa Luzia, em Vitória, já faz parte do vocabulário. O Docat é uma publicação que traz informações sobre a Doutrina Social da Igreja, com uma linguagem dinâmica e jovial e ferramenta importante na evangelização dos jovens.
Padre Hugo, administrador paroquial da Paróquia São Francisco de Assis, considera que a Santíssima Virgem Maria é um modelo para quem estuda e se prepara para a vida sacerdotal, bem como para quem é padre e, ressaltou que Ela é uma inspiração por conta de sua busca para ser toda de Deus. O padre enfatiza: “Maria foi toda de Deus!”. Ele completa ainda afirmando que o sacerdote também é convidado para ser todo de Deus.
A Renovação Carismática Católica (RCC) na Arquidiocese de Vitória está realizando desde o último dia 14 de maio, uma novena de Pentecostes nas áreas pastorais de Vila Velha, Serra-Fundão, Serrana, Cariacica-Viana, Vitória e Benevente. Como são nove dias, a área Cariacica-Viana foi dividida em duas e foram contemplados também os Ministérios de Formação e da Família da RCC.
De acordo com Suely Batista da Silva, Coordenadora da RCC em Vitória, a decisão de fazer a novena desta maneira surgiu de uma reunião em que o Conselho Arquidiocesano, em um momento de oração e de escuta, sentiu que deveriam realizar uma transmissão ao vivo, cada dia com um padre da Arquidiocese.
E ainda estando em pandemia e não podendo haver aglomeração a RCC se organizou para fazer esta programação nas áreas, onde o Conselho Arquidiocesano tem grande representatividade: são quatro conselheiros por área, somando 28 conselheiros; além do secretário-geral e da presidência, totalizando 30 pessoas.
Nos anos anteriores a Renovação Carismática realizava a Novena de Pentecostes conforme acontecem os círculos bíblicos, nas casas, visitando as famílias. Mas com a pandemia tudo mudou. Desde o ano passado os grupos de oração fazem as transmissões das reuniões pelas suas redes sociais ou pelas redes das paróquias e a orientação é que nestes dias também fizessem somente a transmissão da novena, como um sinal de unidade.
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