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A Constituição Apostólica Lumen Gentium – Documento do Concílio Vaticano II – é dividida por oito capítulos. O primeiro trata sobre o “Mistério da

A Constituição Apostólica Lumen Gentium – Documento do Concílio Vaticano II – é dividida por oito capítulos. O primeiro trata sobre o “Mistério da Igreja” e este também será o tema refletido no primeiro encontro deste ano de 2023 do Formando Discípulos Missionários de Jesus. A orientação é que as reflexões deste primeiro encontro aconteçam de 02 a 08 de abril.

O capítulo “Mistério da Igreja” se divide nas seguintes seções: Objecto da Constituição: a Igreja como sacramento; A vontade salvífica do Pai; Missão e obra do Filho: fundação da Igreja; O Espírito santificador e vivificador da Igreja; O Reino de Deus; As figuras da Igreja; A Igreja, Corpo místico de Cristo e A Igreja, sociedade visível e espiritual.

Padre Ivo Amorim, Vigário Geral da Arquidiocese e o responsável por traduzir a Lumen Gentium em uma linguagem mais simples, para estudo das paróquias da Arquidiocese, orienta como deve ser a reflexão nesse primeiro encontro afirmando que o Concilio quis dizer que uma Igreja antes de ser uma organização e uma instituição na terra, ela tem uma fonte, uma raiz, que é o mistério da Santíssima Trindade.

“Portanto a Igreja nasce desse mistério que é anterior a tudo que a gente pode imaginar. Antes que o mundo existisse, a Igreja já estava no desejo de Deus Pai. Então a Igreja nasce da Santíssima Trindade e a beleza está aí, porque quando fala de Igreja a gente pensa logo na dimensão de organização, da sua presença invisível na história e o Concílio levou-nos para mais longe. Não, a Igreja antes de ser uma organização na terra ela é um mistério. Ela é um dado invisível, ela está centrada no mistério da Santíssima Trindade”.

Acesse aqui o livro completo “Formando Discípulos Missionários de Jesus – À luz da Lumen Gentium”

Ouça a explicação do Padre Ivo sobre o primeiro capítulo “O mistério da Igreja”:

Nos meses de abril e maio as 91 paróquias e 1012 Comunidades da Arquidiocese de Vitória vão se reunir para estudar e rezar à

Nos meses de abril e maio as 91 paróquias e 1012 Comunidades da Arquidiocese de Vitória vão se reunir para estudar e rezar à luz da Constituição Dogmática Lumen Gentium, documento promulgado no Concílio Vaticano II e que pode ser traduzido como “Luz dos povos”. O contexto dessa ação é que dentro do projeto “Formando Discípulos Missionários de Jesus” a proposta Arquidiocesana é de fortalecer o caminho missionário e pastoral reafirmando a pertença eclesial dos padres, diáconos, religiosas e religiosos, seminaristas e todos os leigos e leigas.

Padre Ivo Ferreira de Amorim, Vigário Geral da Arquidiocese de Vitória, foi o responsável por traduzir a Lumen Gentium em um caderno com orações e reflexões para subsidiar os encontros formativos e as reuniões em nível Arquidiocesano durante esses dois meses. O sacerdote explica que revisitar estes documentos do Concilio Vaticano II neste momento tem um objetivo histórico para toda Igreja.

“Na verdade, essa retomada, revisitação aos documentos do Concilio Vaticano II, é porque nós estamos no mesmo período em que há 60 anos o Papa da época – o Concílio foi aberto pelo Papa João XXIII e depois conduzido pelo Papa Paulo VI – conduziu o Concílio. Então de 1962 a 1965 aconteceu na cidade de Roma, mais especificamente na Basílica de São Pedro, o Concílio Vaticano II e esta é uma forma de comemorar e celebrar visitando os principais documentos que nasceram daquele Concílio”.

Explicando melhor o que representou o Concilio Vaticano II para a Igreja, padre Ivo afirma que foi um momento ecumênico e pastoral, não só dogmático, embora tenha gerado 4 constituições: a Dei Verbum (Sobre a Revelação Divina) e a Lumen Gentium (Sobre a Igreja), que são dogmáticas e a Sacrosanctum Concilium (Sobre a Sagrada Liturgia da Igreja) e a Gaudium et Spes (Sobre a Igreja no Mundo atual), que são Pastorais Conciliares. Para ele, um Concilio que lançou um olhar para toda a Igreja e tornou a Igreja aberta para o mundo como é possível perceber nos 16 documentos.

“Foi um Concílio que lançou um olhar sobre a Igreja no mundo inteiro, para aquilo que é essencial para vida e caminhada da Igreja, mas também um concilio que quis ser uma iluminação para os pontos que estavam meio que paralisados desde o Concílio de Trento, em 1545. Foi uma reabertura de diálogo da Igreja com o mundo contemporâneo, um diálogo a partir de todos os elementos e pontos de discussão, de debate, sendo um Concílio pastoral, ecumênico, doutrinal e com muitos outros alcances que não conseguimos definir em uma palavra só”.

Constituição, Decreto e Declarações

Os três anos do Concílio Vaticano II geraram documentos que tratam dos assuntos mais importantes refletidos e trabalhados lá. Esses documentos, são chamados de Constituições, Decretos e declarações. Padre Ivo esclarece que as “Constituições” são documentos basilares, fundamentais e que tratam de questões mundiais, tendo um peso diferenciado dos demais documentos.

“Decretos” são documentos específicos que tratam de assuntos pontuais e São nove os Decretos do Vaticano II: Ad Gentes (Sobre a Atividade Missionária da Igreja), Presbyterorum Ordinis (Sobre o Ministério e a Vida dos Sacerdotes), Apostolicam Actuositatem (Sobre o Apostolado dos Leigos), Optatam Totius (Sobre a Formação Sacerdotal), Perfectae Caritatis (Sobre a Conveniente Renovação da Vida Religiosa), Christus Dominus (Sobre o Múnus Pastoral dos Bispos na Igreja), Unitatis Redintegratio (Sobre o Ecumenismo), Orientalium Ecclesiarum (Sobre as Igrejas Orientais Católicas) e Inter Mirifica (Sobre os Meios de Comunicação Social).

Já as “declarações”, não é que tenham um valor menor, mas são pronunciamentos pontifícios, com conteúdo menor e mais direcionado. As produzidas pelo Concílio foram três: Gravissimum Educationis (Sobre a Educação Cristã), Nostra Aetate (Sobre a Igreja e as Religiões não-Cristãs) e Dignitatis Humanae (Sobre a Liberdade Religiosa).

Formando Discípulos Missionários de Jesus – À luz da Lumen Gentium

O livro produzido pela Arquidiocese de Vitória como subsídio de oração e disponibilizado impresso à todas as paróquias e também de forma digital (basta clicar aqui) possui 89 páginas. São 9 encontros, baseados nos 8 capítulos da Constituição Lumen Gentium e um último capítulo é uma espécie de resumo dos anteriores. A sugestão é que o material seja trabalhado nas Igrejas por semana e são dois roteiros de oração, um mais completo que pode durar de 30 a 40 minutos e um simplificado de 10 a 12 minutos.

A sugestão é que seja da seguinte forma: de 02 a 08 de abril de 2023 seja realizado o 1º encontro “O Mistério da Igreja”; de 09 a 15  de abril de 2023, “A Igreja Povo de Deus”; de 16 a 22 de abril de 2023, “A Constituição Hierárquica da Igreja e, em especial, o Episcopado”; de 23 a 29  de abril de 2023, “Os Leigos”; de 30 de abril a 06 de maio de 2023, “A Vocação Universal à Santidade na Igreja”; de 07 a 13 de maio de 2023, “Os religiosos”;  de 14 a 20 de maio de 2023, “A Índole Escatológica da Igreja Peregrina e sua União com a Igreja Celeste”; de 21 a 27 de maio de 2023, “A Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus no Mistério de Cristo e da Igreja” e de 28 de maio a 03 de junho, “Lumen Gentium, um olhar da Igreja para dentro de si mesma”.

O Vigário Geral detalha que seu esforço foi de traduzir para uma linguagem mais simples, mas oficial da Igreja, os oito capítulos que estão contidos na Constituição sobre a Igreja, então certos conceitos estão presentes na constituição como Mistério; Povo de Deus; Corpo de Cristo, sinal instrumento do reino de Deus; sociedade; instituição.

“Eu tentei trabalhar esses conceitos que são fundamentais na Constituição ao alcance do povo simples, porque uma pessoa que não tem um estudo mais apurado, vai pegar a constituição e ter pouco entendimento por causa da linguagem institucional, numa época diferente da nossa. Traduzir em um palavreado que qualquer pessoa pudesse entender aquilo que a constituição quer transmitir pra gente e num sentido também orante porque não basta pegar um documento e ler, só estudar. Tem que ler, entender e rezar”, finaliza.

Anexos

No próximo dia 31 de março, o livro “A Jornada – Águas Profundas”, um romance teológico escrito pelo Padre Anderson Gomes, será lançado pela

No próximo dia 31 de março, o livro “A Jornada – Águas Profundas”, um romance teológico escrito pelo Padre Anderson Gomes, será lançado pela Angelus Editora em evento que acontece às 17h, na Livraria Leitura, no Shopping Vitória, em Vitória/ ES

“A Jornada”, o primeiro volume de uma trilogia, conta a história de Diego, um jovem que está se preparando para a Jornada Mundial da Juventude e que começa a buscar respostas sobre a fé e a vida espiritual.

Na obra, o autor aborda temas atuais e pertinentes, relacionados à Igreja Católica, e tem como destinatários jovens, pessoas de caminhada religiosa, iniciantes na fé e aqueles que não conhecem a fé cristã.

Escrito em formato de diário de viagem, o livro narra a jornada de um grupo de jovens totalmente heterogêneo à Jornada Mundial da Juventude, numa Terra que é Santa. Os jovens representam os pensamentos do homem contemporâneo, da diversidade, do questionamento e da fragilidade emocional. A fé cristã é colocada em xeque: suas afirmações, seus dogmas e suas propostas.

O Padre Anderson Gomes, autor, enfrentou desafios para escrever o livro, entre eles lidar com o bombardeio das reflexões e questionamentos que recebeu relacionados à Igreja Católica.

“A Jornada – Águas Profundas” é uma obra que promete provocar os leitores e levá-los a um mergulho em águas profundas. Certamente, estará na mesa de cabeceira dos cristãos pelo país.

Sobre o autor 

Pe. Anderson Gomes nasceu em 1975, em Coronel Fabriciano (MG). De família religiosa, sempre esteve envolvido em ações da Igreja. Em 1987, deixou Minas Gerais, mudando para o Espírito Santo, lugar em que, na adolescência, participou de grupos de jovens na Paróquia Sagrada Família, em Jardim Camburi, Vitória (ES), onde morava. Ingressou no seminário aos 21 anos, sendo ordenado presbítero aos 30. É graduado em Administração de Empresas, Filosofia e Teologia; Especialista em Comunicação Social e Mestre em Teologia Patrística e História da Teologia, pela Universidade Gregoriana de Roma, Itália. No Estado do Espírito Santo, foi coordenador da Renovação Carismática Católica (RCC),  Coordenador de Pastoral da Arquidiocese de Vitória (Aves), Orientador Espiritual Nacional do Grupo Mães que Oram pelos Filhos e pároco em São Pedro Apóstolo no Bairro São Pedro em Vitória, paróquia Sagrado Coração de Jesus em Cariacica.

Atualmente é pároco na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Praia da Costa, Vila Velha (ES). É Presidente do Conselho da Fundação Nossa Senhora da Penha e Vigário Episcopal para a Comunicação da Arquidiocese.

Acompanhe o autor nas redes sociais: @peandersongomes

FICHA TÉCNICA DO LIVRO:

Livro: “A Jornada – Águas Profundas”
Autor: Padre Anderson Gomes
Valor: R$ 65,00

LANÇAMENTO:

Dia 31 de março, às 17h, na Livraria Leitura, no Shopping Vitória, em Vitória/ ES

 

Antecedendo a realização da Festa da Penha 2023, estamos lembrando alguns eventos que se repetem a cada ano, sempre de um jeito novo e

Antecedendo a realização da Festa da Penha 2023, estamos lembrando alguns eventos que se repetem a cada ano, sempre de um jeito novo e atualizado.

Nesta matéria vamos relembrar personagens que passaram pelo Convento e Prainha por ocasião da Festa e aqui chegaram por devoção, convite, função e até mesmo para ver de perto a beleza das romarias (homens, mulheres, ciclistas, pessoas portadoras de deficiências, militares, adolescentes, dioceses do Espírito Santo), a criatividade das Áreas Pastorais, as manifestações dos devotos e, principalmente, sentir quanta esperança e confiança o povo tem em Nossa Senhora da Penha ou das Alegrias, pois a Festa da Penha é a Festa das Alegrias de Nossa Senhora.

     

A primeira personagem que destacamos é o 1º Arcebispo da Arquidiocese de Vitória, dom João Batista da Mota e Albuquerque. Contam as memórias vivas (tem foto também) que dom João ficava a semana toda no Convento durante o Oitavário e a Festa. Ali ele celebrava, atendia confissões e animava os fiéis, alimentando a fé e acolhendo os peregrinos. Os arcebispos que o sucederam também participaram da Festa: dom Silvestre Luis Scandian com suas homilias marcantes a cada encerramento, dom Luiz Mancilha Vilela que delegou dom Mário Marquez, na época seu auxiliar, para compor a Comissão da Festa e atualmente dom Dario Campos, que entrou na dinâmica da Festa durante a pandemia e visitou hospitais com a imagem peregrina, levando conforto aos que sofriam internados.

 

Dom João Braz de Aviz, hoje cardeal, foi responsável por dar estrutura à comissão da Festa. Na época compunham a comissão, o bispo auxiliar, o guardião do Convento, o presidente da Associação de Amigos do Convento, o Secretariado de Pastoral da Arquidiocese, o coordenador de Comunicação da Arquidiocese e a Rádio América.

 

 

 

Outros bispos auxiliares e os bispos das dioceses do Estado sempre compareceram à Festa, nos dias de suas respectivas romarias e na missa de encerramento. Dom Aldo Gerna, dom Zanoni Demettino Castro e dom Paulo Bosi Dal’Bó, bispos de São Mateus; dom Geraldo Lyrio Rocha que foi bispo auxiliar de dom Silvestre e bispo de Colatina; dom Célio Goulart, bispo de Cachoeiro de Itapemirim; dom Décio Zandonade, bispo de Colatina; dom Hélio Adelar Rubert e dom Odilon Guimarães Moreira, bispos auxiliares de dom Silvestre, dom Wladimir Lopes Dias, bispo auxiliar de dom Luiz Mancilha e bispo de Colatina e dom Rubens Sevilha, bispo auxiliar de dom Luiz Mancilha. Dom Mário Marquez, dom Wladimir, dom Sevilha e o bispo auxiliar atual, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, cada um em seu período, fizeram a Romaria dos Homens, percorrendo um trajeto de 14km a pé, junto com a multidão que anualmente repete o trajeto para homenagear a Virgem da Penha.

Outras duas autoridades religiosas que também participaram da Festa da Penha, foram os núncios apostólicos dom Lorenzo Baldisseri e dom Giovanni d’Aniello, respectivamente nos anos 2006 e 2014.

 

Em 2006 a presença de dom Baldisseri, foi também para abrir as comemorações pelos 50 anos de criação da Arquidiocese de Vitória. Dom Lorenzo além do Convento visitou ainda o Santuário de Sto. Antônio. Dom Baldisseri presidiu a missa de envio da Romaria dos Homens e a missa de encerramento dos festejos.

Em 2014, dom Giovanni presidiu as missas de encerramento das romarias dos homens e das mulheres, assim como a de encerramento da Festa. Na ocasião, o Núncio disse que acabara de construir a quarta ponte, que ligava o coração dele à Arquidiocese de Vitória, criando assim uma simpatia com os devotos de Nossa Senhora.

 

 

Frades franciscanos que moraram no Convento ou não, vêm a cada ano para relembrar e/ou para ajudar a fraternidade franciscana no período da Festa, distribuindo bênçãos, rezando no Oitavário e atendendo os fiéis que os procuram para aconselhamento e confissão.

Padres e alguns bispos, por vezes se apresentam para concelebrar, dizendo que vieram participar da Festa.

Autoridades civis e políticas sempre comparecem, principalmente os prefeitos da Grande Vitória e governadores do Estado, dado que a movimentação de fé durante a Festa da Penha envolve fortemente a região metropolitana e o Estado.

Para fechar esta matéria recordando as autoridades, uma foto com o registro de dois arcebispos de Vitória e um de Cachoeiro de Itapemirim durante a Festa da Penha em 2006 : Dom Silvestre Luís Scandian, dom Luiz Mancilha Vilela e dom Célio Goulart, os três já falecidos.

Faleceu o pai de padre Marcelo Basoni. O senhor Creciano Basoni faleceu na madrugada de hoje. O corpo chegará a paróquia Bom Pastor, em

Faleceu o pai de padre Marcelo Basoni.

O senhor Creciano Basoni faleceu na madrugada de hoje.

O corpo chegará a paróquia Bom Pastor, em Campo Grande para as despedidas a partir das 13h. às 15h serão celebradas as exéquias em seguida o sepultamento no Cemitério Cruzeiro do Sul, em Cariacica.

A Arquidiocese de Vitória se solidariza com pe. Marcelo e seus familiares neste momento de sofrimento e reza para que Deus acolha o senhor Creciano e conforte seus familiares.

Padre Marcelo é vigário paroquial na paróquia Bom Pastor rm Campo Grande, Cariacica.

“Quem crê no Filho tem a vida eterna” (Jo 3, 36a).

 

 

No próximo mês de abril de 2023, a Arquidiocese de Vitória inicia uma nova etapa do Projeto Formando Discípulos Missionários de Jesus. Para esta

No próximo mês de abril de 2023, a Arquidiocese de Vitória inicia uma nova etapa do Projeto Formando Discípulos Missionários de Jesus.

Para esta etapa a proposta é de reflexão/oracional relacionando as constituições dogmáticas promulgadas pelo Concílio Vaticano II (Lumen Gentium, Sacrosanctum Concilium, Dei Verbum e Gaudium et Spes). O estudo e oração acontecerão nos mesmos moldes da primeira etapa, ou seja, um caderno que oferece os conteúdos, propõe, também um esquema de oração a ser seguido para facilitar a compreensão.

Todas as comunidades receberão o material e deverão usá-lo com as lideranças por ocasião de reuniões e encontros de comunidade, paroquiais ou de área pastoral.

Na terça-feira, 28 de março às 19h30, acontece uma live com dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar de Vitória, para explicar o Projeto. A live pode ser acompanhada pelo canal do YouTube da Arquidiocese de Vitória (clique e participe).

Participe!

O Projeto Formando Discípulos Missionários de Jesus, foi lançado por dom Andherson Franklin, no segundo semestre de 2022 e tinha como fundamento três parábolas evangélicas: Samaritana, Filho Pródigo e Zaqueu. Todos os textos foram produzidos por dom Franklin. Para esta segunda etapa os textos terão a colaboração de alguns padres da Arquidiocese. O primeiro que é sobre a Lumen Gentium foi produzido pelo padre Ivo Amorim, vigário geral da Arquidiocese de Vitória.

A Festa da Penha 2023, maior festa religiosa do Estado e uma das maiores festas Marianas do Brasil, começa no Domingo de Páscoa (09

A Festa da Penha 2023, maior festa religiosa do Estado e uma das maiores festas Marianas do Brasil, começa no Domingo de Páscoa (09 de abril) e vai até a segunda-feira (17 de abril), dia da Padroeira do Espírito Santo. Uma tradição que marca o fechamento dos festejos há muitos anos são os conhecidos shows que acontecem após a missa de encerramento da Festa na Prainha, geralmente com a participação de artistas religiosos conhecidos nacionalmente.

Esses shows são realizados em parceria com a Prefeitura Municipal de Vila Velha – cidade onde está localizado o Convento da Penha – que sempre organizou a programação cultural durante a Festa.  Entre os anos de 2004 e 2008 houve uma ampla conversa entre a Comissão da Festa da Penha e a prefeitura para que a programação cultural e religiosa trabalhassem de maneira integrada para sanar conflitos de horários e estabelecer características de escolha de artistas mais favoráveis ao evento que é religioso.

Durante 22 anos (1996-2018) Maria da Luz Fernandes, Assessora de Imprensa do Arcebispo, fez parte da Comissão Organizadora da Festa da Penha e ela detalha que a prefeitura sempre foi uma parceira muito forte, da Festa da Penha, pois ela acontece ali, no território da cidade. Foram alguns anos de conversa entre todos os interessados para que os shows populares, que aconteciam paralelamente à Festa da Penha, passassem a ser religiosos e ela assegura que foi um diálogo longo, mas tranquilo.

Nesse período a Comissão da Festa, percebeu a necessidade de realizar alguns eventos em outro local, pois chegou um momento em que o Campinho do Convento não comportava mais o número de devotos, peregrinos e romeiros. Os momentos que aglomeravam mais pessoas no mesmo horário eram a Romaria dos Homens, das mulheres e o encerramento. A proposta que a prefeitura acolheu funciona até hoje.

Os últimos três dias da Festa da Penha acontecem em alguns momentos no Campinho do Convento e outros na Prainha, fazendo com a festa cultural/popular e religiosa se tornem uma única festa. A concentração da chegada das romarias e o encerramento permanece até hoje na Prainha e a prefeitura continua realizando outras atividades culturais em horários que não conflitem com as atividades religiosas.

“Podemos dizer para sintetizar a história dos shows na Festa da Penha que: a Igreja pega carona numa iniciativa que a prefeitura já fazia e passa a propor que a programação cultural inclua a religiosidade, com a concordância da prefeitura de que essa integração era mais coerente com a proposta da Festa de Nossa Senhora”, ressalta.

Com essa mudança os shows entraram como proposta de evangelização. “O sentido  de encerrar com show tinha a ver com o próprio sentido da Festa: celebrar as alegrias de Nossa Senhora pela ressurreição de seu filho. Afinal, a Festa da Penha é a Festa de Nossa Senhora das Alegrias. Então a Comissão entendia que o elemento alegria, elemento cultural, de show se encaixava bem, mas nem sempre o cantor que a prefeitura estava trazendo, se encaixava no perfil da Festa. Pegamos uma carona naquilo que a prefeitura já fazia e implementamos o caráter religioso”.

Um outro ponto que foi analisado para a realização dos shows é que a Festa da Penha ultrapassa os limites da Igreja e ela já é uma questão cultural. Sempre atraiu um público mais maduro, de pessoas adultas e idosas e o show era uma tentativa de trazer um público mais jovem. “Tem três elementos interessantes a considerar. Se você observar o movimento no dia da Festa, tem um público que vem para a missa de encerramento e fica para o show. Tem um público que vem para a missa e vai embora.  E tem um público que vem só para o show”.

Em relação à escolha do cantor religioso, era avaliado quem estava na mídia, que tinha proposta que fosse ao encontro com o que a festa propõe, mesmo não relacionando especificamente com o tema. Maria da Luz detalha que Dom João Braz que foi auxiliar do Arcebispo Metropolitano Dom Silvestre Scandian (1984 – 2004) se dedicou intensamente, deu um tom de seriedade à organização da Festa da Penha e colocou o foco na religiosidade.

“Porque a Festa da Penha tem o aspecto devocional, e a gente trabalhou muito isso na época que Dom João Braz era Bispo Auxiliar, em Vitória. Dom João levava a Comissão da Festa para Ponta Formosa durante uma semana para preparar tudo, era quase como um retiro de preparação e ali a gente decidia tudo: o tema, os subtemas da semana e onde as homilias iriam caminhar para que tudo estivesse em sintonia com a proposta que a Igreja estava trabalhando naquele ano. Porque a Festa da Penha vem na sequência da Páscoa, e a Páscoa é precedida pelo tema da  Campanha da Fraternidade. Então era uma reflexão em cima disso tudo para chegar nos nomes que viriam, que trariam propostas legais de complemento e que trouxessem um outro público, mais jovem, que gosta de música e de uma outra forma de evangelização”.

Os registros fotográficos disponíveis no Centro de Documentação da Arquidiocese de Vitória mostram padre Zezinho no Palco da Festa da Penha no ano de 1998. Depois disso existem registros de outros cantores no arquivo pessoal de Maria da Luz, com data a partir de 2008. Não existe um histórico exato de quantas vezes padre Zezinho veio participar da festa, mas é algo em torno de três ou quatro vezes e ele sempre atraía multidões de fieis e Maria da Luz revela uma curisiodade:

“Padre Zezinho durante toda a carreira de cantor fazia questão de dizer esta frase: ‘eu não sou um cantor, eu sou um padre e canto’. Quando ele era convidado para um evento que tinha missa ou uma celebração religiosa ele sempre participava desse evento concelebrando e ao final cantava”.

Outro cantor que participou mais de uma vez da Festa da Penha, foi padre Fábio de Melo. Inclusive antes de se tornar famoso e ser reconhecido no Brasil e no mundo. Confira abaixo um histórico das participações por ano.

2007 – Padre Fábio de Melo

2008 – Padre Zezinho

2009 – Padre Zezinho e os Cantores de Deus

2010 – Padre Fabio de Melo

2011 – Padre Reginaldo Manzotti

2012 – Padre Juarez

2013 – Cantores de Deus

2014 – Padre João Carlos

2015 – Padre Fábio de Melo

2016 – Comunidade Shalom com O Canto das Írias

2017 – Padre Anderson Gomes

2018 – Thiago Brado

2019 – Banda Adventus

2020 – Show com Ana Cíntia – Transmitido

2021 – Não teve (pandemia)

2022 – Fafá de Belém

Veja fotos da participação de Padre Zezinho em 1998

 

Veja fotos do arquivo a partir de 2007

A Área Pastoral de Vitória tem um novo coordenador: padre Vandaike Costa de Araújo, pároco Paróquia Santa Luzia, na Praia do Canto. A função

A Área Pastoral de Vitória tem um novo coordenador: padre Vandaike Costa de Araújo, pároco Paróquia Santa Luzia, na Praia do Canto.

A função que o presbítero vai exercer a partir de agora estão descritas no direito particular da Arquidiocese e entre elas estão: colaborar com o bispo, com o coordenador de pastoral e demais coordenadores de área na condução Pastoral Arquidiocesana; coordenar as reuniões de área e ser instrumento eficaz de comunhão entre os presbíteros, conselheiros, paróquias e CEB´s.

Seja bem-vindo em sua nova missão padre Vandaike! Que Deus o conduza!