Notícias da Arquidiocese

Internado após queda em sua residência, o diácono permanente Carlos D’Avila faleceu. O diácono servia à Igreja na paróquia São Francisco, em Itapoã, Vila

Internado após queda em sua residência, o diácono permanente Carlos D’Avila faleceu.

O diácono servia à Igreja na paróquia São Francisco, em Itapoã, Vila Velha.

Enterro às 13h30 no Cemitério Parque da Paz em Ponta da Fruta, Vila Velha.

A Arquidiocese de Vitória reza peo diácono para que Deus o acolha em seu Reino e conforte a família neste momento de dor.

 

Os seminaristas do Regional Leste 3 vêm se dedicando, nos últimos meses, ao estudo do Conselho Missionário de Seminaristas. O primeiro passo foi o

Os seminaristas do Regional Leste 3 vêm se dedicando, nos últimos meses, ao estudo do Conselho Missionário de Seminaristas.

O primeiro passo foi o diálogo com os representantes da dimensão missionária das quatro casas de formação presentes no Espírito Santo: Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, São Mateus e Vitória.

A partir dessa reunião, o diálogo se estendeu até os padres formadores dos seminários. Segundo o secretário nacional do Conselho Missionário de Seminaristas (Comise), Carlos Daniel de Souza Martins, da Diocese de Colatina, os representantes da dimensão missionária de cada diocese buscaram os formadores para apresentar a proposta de articulação e estruturação do Conselho Missionário. “Também apresentamos o regimento e o Plano Trienal de Ação do Comise”, informou.

Seminários articulam encontros

Em maio, o Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha promoveu um encontro justamente para apresentar o regimento interno do Comise a todos os seminaristas. “A intenção é fazer com que os seminaristas tenham conhecimento do Comise e possam organizar, em sua própria casa de formação, o Conselho Missionário, visando à fortificação da dimensão missionária na formação presbiteral”, explicou Carlos Daniel.

O Seminário Maria Mãe da Igreja, da Diocese de Colatina, incentivado por seu reitor e orientador de pastoral, também promoveram um bate-papo, que aconteceu na última quinta-feira (9/6) sobre o mesmo assunto. O grupo elegeu o seminarista Geisilan Barbosa dos Santos como articulador para impulsionar as ações dentro do seminário de Colatina.

O processo vem sendo tão frutuoso que sete seminaristas se preparam para representar o Regional Leste 3 no 4º Congresso Missionário Nacional de Seminaristas, que acontece em julho, em João Pessoa (PB).

Em 1º de janeiro de 1872, São Daniel Comboni inicia o Instituto das Irmãs Missionárias Combonianas, “Pie Madri della Nigrizia”, em Verona na Itália.

Em 1º de janeiro de 1872, São Daniel Comboni inicia o Instituto das Irmãs Missionárias Combonianas, “Pie Madri della Nigrizia”, em Verona na Itália. O Instituto tem suas raízes no carisma de São Daniel Comboni, missionário, pastor e profeta da África. Ele reconheceu o lugar específico da mulher consagrada na Missão evangelizadora da Igreja. Em 1877, as primeiras Irmãs Missionárias Combonianas
partiram para a África com Daniel Comboni.

As Irmãs Combonianas chegaram ao Brasil em 1955, na cidade de Nova Venécia – ES, em resposta ao apelo missionário do Papa Pio XII. Como mulheres consagradas para a Missão “Ad Gentes”, assumiram a opção pelos pobres, a caminho com o povo de Deus, tendo como Missão o Anúncio da Palavra. De 1955 a 1974 a presença das Irmãs Combonianas estava exclusivamente voltada para Estado do Espírito Santo. A partir de 1974, as Irmãs da Província se abriram ao apelo missionário de outras realidades nos estados de: São Paulo, Rondônia, Paraná, Goiás, Ceará, Bahia, Amazonas e Minas Gerais. Mantendo a temporalidade de suas presenças missionárias para manter a itinerância inerente ao seu carisma.

“A missão é testemunho, seguimento, despojamento, martírio e cruz, mas também é a esperança que faz vencer o medo da noite, que faz esperançar às Mulheres da madrugada, que procuram o seu Senhor. Hoje a Missão para as Missionárias Combonianas, é o anúncio do Reino de Deus nas periferias sociais, existenciais e geográficas marcadas pela dor e sofrimento da injustiça social, pela violência estrutural e institucional que favorecem o tráfico de seres humanos, a migração em detrimento dos mais vulneráveis”, comenta Irmã Maria de los Angeles, Superiora Provincial.

No Jubileu dos 150 anos de fundação da congregação, o melhor presente é saber que o carisma está vivo, continua despertando nas jovens, o desejo de seguir Jesus Cristo, sendo discípulas missionárias para o anúncio do Evangelho do Reino. A celebração dos 150 anos de fundação da Congregação é uma oportunidade de compreender as próprias condições e descobrir as riquezas, pobreza e fragilidades.

“Celebrar esses 150 anos num contexto de Covid-19, é um tempo de graça e desafio, uma oportunidade para nos determos no caminho que estamos percorrendo como Congregação, nessa mudança epocal, atípica e complexa. É fazer memória de nossa caminhada na história com um novo olhar. Sem memória, a força se perde, a história é desperdiçada, os erros do passado se repetem, o horizonte fica estreito. É preciso olhar para o futuro com esperança, se comprometer com o cuidado da vida dos mais vulneráveis e da casa comum, com sabedoria e a resiliência da mãe terra”, ressalta a Superiora Provincial.

A missa em comemoração aos 150 anos, acontecerá na paróquia São Franciso de Assis, em Jardim da Penha, às 11 horas e será presidida por dom Dario Campos, arcebispo de Vitória.

 

Hoje, 9 de junho de 2022, celebramos 74 anos de vida de dom Dario Campos, arcebispo de Vitória. Com ele rezamos e por ele

Hoje, 9 de junho de 2022, celebramos 74 anos de vida de dom Dario Campos, arcebispo de Vitória. Com ele rezamos e por ele pedimos a Deus que o abençoe e dê saúde para continuar sua caminhada. Paz e bem, dom Dario, a Arquidiocese de Vitória alegra-se com o senhor e deseja vida longa para continuar sendo um sinal de Deus entre nós.

Sobre Dom Dario:

Nasceu em Castelo, ES em 9 de junho de 1948. Foi ordenado padre em dezembro de 1977 na Congregação dos frades franciscanos. Foi nomeado bispo em julho de 2000. Exerceu sua missão episcopal em Araçuaí e Leopoldina, MG, em Cachoeiro de Itapemirim, ES e atualmente é arcebispo de Vitória também no Espírito Santo.

O Regional Leste 3 promoveu, no último dia 28 de maio, em Vitória, um encontro com representantes da Pastoral da Sobriedade das quatro dioceses

O Regional Leste 3 promoveu, no último dia 28 de maio, em Vitória, um encontro com representantes da Pastoral da Sobriedade das quatro dioceses do Espírito Santo.

Cerca de 25 pessoas participaram da reunião que foi marcada pela reflexão e pelo recomeço, lembrando que as atividades dos Grupos de Autoajuda permaneceram suspensas durante a pandemia.

Uma comissão regional foi formada para ajudar a encaminhar as ações que já foram definidas e um novo encontro deve acontecer em setembro para avaliar os trabalhos e acelerar o planejamento para o ano que vem.

Além de reativar os Grupos de Autoajuda, os agentes irão buscar interessados para reforçar esse trabalho e motivar formações permanentes em suas dioceses.

As famílias desejam caminhar no percurso sinodal como sujeito pastoral e eclesial, contribuindo para a missão da Igreja com as suas experiências de alegria

As famílias desejam caminhar no percurso sinodal como sujeito pastoral e eclesial, contribuindo para a missão da Igreja com as suas experiências de alegria e sofrimento. Por isso, o caminho sinodal deve ajudar a Igreja a enriquecer-se com a presença evangelizadora das famílias e a tirar proveito da experiência evangelizadora das famílias e do estilo que as famílias podem oferecer.

Para empreender esse processo sinodal com as famílias, o Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida preparou um breve instrumento pastoral destinado às dioceses, paroquias, movimentos e associações, com algumas sugestões.

O documento, intitulado Reflexões para um caminho sinodal com a família, afirma: “O caminho sinodal já não pede para refletirmos apenas sobre as necessidades e expectativas das famílias, mas sobre a contribuição que a família como tal pode dar ao caminho sinodal da Igreja, como sujeito pastoral.”

O texto contém diversas referências ao Magistério do Papa Francisco e uma série de perguntas para ajudar as famílias e formadores a dar a sua contribuição no processo sinodal.

Fonte: Dicastério para Leigos, a  Família e a Vida

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“Eu preciso dizer que estou emocionado”, foi assim que dom Luiz Mancilha Vilela, arcebispo emérito de Vitória, se dirigiu aos seminaristas, padres, bispo auxiliar

“Eu preciso dizer que estou emocionado”, foi assim que dom Luiz Mancilha Vilela, arcebispo emérito de Vitória, se dirigiu aos seminaristas, padres, bispo auxiliar e arcebispo no início da missa que presidiu hoje, 31 de maio, em Ponta Formosa. O motivo da celebração que também contou com um almoço de confraternização foram os 80 anos de vida completados no dia 6 de maio e também 80 anos de batismo, completados no dia de hoje.

Dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória proferiu a homilia e relacionou três aspectos propostos pelo Evangelho com a história de dom Luiz desde que se tornou bispo. Dom Franklin fez uma homilia testemunhal, pois foi recebido no Seminário, ordenado diácono, ordenado presbítero e enviado para estudar em Roma, por dom Luiz à época bispo de Cachoeiro. 1. Lembrando a pressa de Maria para visitar Isabel, dom Franklin lembrou de dom Luiz chegando a Cachoeiro e querendo dialogar com a cultura, investindo na internet e no rádio, propondo desde então uma Igreja em saída, mesmo que este a frase seja nova, mas a Igreja sempre foi missionária. 2. Em Roma dom Franklin recebeu a visita de dom Luiz e o acompanhou silenciosamente no dia que a transferência para Vitória lhe foi anunciada. Nesse momento dom Franklin destacou a confiança, mesmo sem saber onde o sim o levaria. 3. Maria cantou as maravilhas de Deus e dom Luiz sempre foi alegre e acompanhou a caminhada de dom Franklin com oração em todos os momentos até à ordenação episcopal.

Ao final da missa, pe. Diego Carvalho, representante dos padres, usou da palavra para destacar que a pressa de dom Luiz sempre contagiou, porque a pressa sempre era para oferecer Jesus. Durante essa fala, p. Sandro entregou a dom Luiz uma patena de presente para que ele continue oferecendo Jesus. Dom Dario Campos, arcebispo lembrou de uma frase de dom Luiz referindo-se ao Seminário, quando ele dizia que queria ver no Seminário um grupo de 50 seminaristas. Então dom Dario disse: “dom Luiz de presente para o senhor neste dia, aí estão os seminarista, quase 50”. Na sequência um dos seminaristas agradeceu toda a dedicação de dom Luiz ao Seminário e disse que dom Luiz pode não envelhece porque seu coração está olhando para o alto.

Dom Luiz agradeceu aos padres pela convivência e colaboração, agradeceu dom Dario e dom Franklin e lembrou alguns momentos de sua caminhada em Cachoeiro e na Arquidiocese. Por fim, disse aos seminaristas que sempre os tem no coração.

 

“SE NÓS FORMAMOS O CORPO DA IGREJA, O ESPÍRITO SANTO É A ALMA”   O 9º Encontro Estadual do Terço dos Homens ocorrido neste

“SE NÓS FORMAMOS O CORPO DA IGREJA, O ESPÍRITO SANTO É A ALMA”

 

O 9º Encontro Estadual do Terço dos Homens ocorrido neste sábado (28), foi marcardo por uma programação com muita fé e devoção a Nossa Senhora. Segundo a coordenação do evento, mais de 3200 homens passaram pelo Parque da Prainha e Convento da Penha, em Vila Velha. Ao todo, mais de quatro mil pessoas, muitas com suas famílias. A programação começou de manhã cedo na igreja da Prainha com a missa de abertura, presidida por dom Gil Antônio Moreira, arcebispo da Arquidiocese de Juiz de Fora (MG) e bispo referencial da CNBB para o Terço dos Homens no Brasil.

 

A sequência da programação foi no Parque da Prainha, onde ocorreu o  cadastramento de grupos e chegada da imagem de Nossa Senhora da Penha. Logo após os homens subiram em procissão ao convento, onde lá no campinho, Dom Gil fez uma saudação aos devotos que por sua vez, rezaram o Santo Terço Solene. Em seguida, aconteceu o momento maior de expressão da fé católica: a Santa Missa, essa que foi presidida pelo bispo da diocese de Colatina Dom Lauro Sérgio Versiani e concelebrada por Dom Gil, que também proferiu a homilia. Ele lembrou da aproximação da Festa de Pentecostes e destacou: “O tempo da Ascensão, o tempo da Igreja e o tempo de Jesus Cristo é o tempo do Espírito Santo. O Espírito Santo é a alma da Igreja. Se nós formamos o corpo da Igreja o Espírito Santo é a alma. Por isso eu me alegro também por estar celebrando com vocês neste estado que recebeu o nome de Espírito Santo”, disse Dom Gil ao lembrar que o nome do estado dos capixabas é uma homenagem ao Divino Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, cuja grande festa é justamente Pentecostes.

 

Dom Gil ainda contextualizou em sua homilia o Terço dos Homens com a festa da Ascensão do Senhor e também Pentecostes. Ele explicou que o terço é uma contemplação da vida de Jesus com as passagens escolhidas da bíblia que falam diretamente de Cristo: “Já no último mistério glorioso lembramos da Igreja com a presença de Maria que aqui viveu com os apóstolos e foi coroada no céu”. Finalizou ao dizer que Maria aponta para nós o nosso destino e que um dia vamos receber a coroa imperecível anunciada por Paulo que Deus reservou para todos que o amam.