Notícias da Arquidiocese

A Arquidiocese de Vitória está em festa! Nesta quarta-feira, dia 23 de fevereiro, três padres celebram o seu jubileu sacerdotal de 30 anos de

A Arquidiocese de Vitória está em festa! Nesta quarta-feira, dia 23 de fevereiro, três padres celebram o seu jubileu sacerdotal de 30 anos de ordenação: Padre Solon Lauff Dias, Padre Paulo Régis Silvestre e Padre Pedro Camilo. Foi nesta mesma data do ano de 1992, que juntos eles foram ordenados padres no Ginásio Dom Bosco, em Vitória, pela imposição das mãos de Dom Silvestre Luiz Scandian, Arcebispo Metropolitano na época.

Padre Solon Lauff Dias nasceu no dia 31 de dezembro de 1962, em Vitória – Es. É filho de Manoel de Freitas Dias e Ilma Lauff Dias. Está como pároco da Paróquia Santa Cruz, em Vale Encantado, Vila Velha, desde o ano de 2016. Em sua trajetória como sacerdote ele já passou por seis paróquias. A primeira delas foi a Sagrado Coração de Jesus, em Brejetuba; Depois Santíssima Trindade, em Aribiri; Jesus Operário, em Ataíde; Nossa Senhora dos Navegantes, na Barra do Jucu; São Pedro, em Jacaraípe e Frei Galvão no Araçás.

Sobre a expectativa para a comemoração ele afirma: “o sentimento é de alegria, superação, amadurecimento sacerdotal. Agradeço a amizade do povo, tenho alegria de celebrar a eucaristia e de trabalhar e ajudar os pobres. Fiz minha opção pelos pobres e as paróquias por onde passei sempre foram de pessoas mais simples. Tenho muita satisfação e realização por ser padre e vou continuar a caminhada com a Graça de Deus”.

A missa de 30 anos será celebrada hoje (22), às 19h30, na Igreja Matriz de sua paróquia Santa Cruz. Além da possibilidade de estar presencialmente os fiéis poderão acompanhar a missa transmitida pelo Facebook da Paróquia. “Vamos celebrar hoje, porque no dia 23 talvez eu celebre em algum outro lugar, como a Catedral ou o Convento”, explica padre Solon.

As homenagens ao padre Paulo Regis também estão sendo preparadas na paróquia Nossa Senhora de Nazaré, Ponta da Fruta, onde ele está atualmente como pároco. Segundo Alana, que é representante da Pascom paroquial e também amiga da família do presbítero, será realizada uma missa na Comunidade Matriz nesta quarta-feira (23), às 19h30 e algumas autoridades já confirmaram presença. As comunidades que fazem parte da paróquia vão presenteá-lo e também será servido um bolo embalado aos presentes, para não causar nenhuma aglomeração.

Alana conta que vai participar de um momento especial da missa e explica o motivo: “eu sou Ministra de Eucaristia na Comunidade Nossa Senhora dos Navegantes e o padre Paulo me batizou quando eu era bebê na Igreja Cristo Redentor, em Goiabeiras. Na quarta-feira eles pediram para que eu entregue o presente, pois ele hoje não tem o contato com alguém que ele batizou enquanto era criança e eu também tenho um casamento marcado que ele vai realizar”.

Padre Paulo nasceu em no dia 27 de agosto de 1961, na Cidade de Colatina. É filho de Cezer Silvestre Netto e Therezinha Almeida Silvestre. Atualmente é Vigário Episcopal para Assuntos Econômicos da arquidiocese de Vitória, mas já atuou como Representante dos Presbíteros, Formador do Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha, Diretor e Fundador do Propedêutico, Coordenador de Pastoral da Arquidiocese de Vitória, Membro do Conselho Presbiteral “Ex oficio” e Membro do Colégio de Consultores.

A irmã dele Giovania de Almeida Silvestre conta um pouco sobre como é ter um irmão sacerdote: “tanto papai, quanto mamãe sempre sentiram muito orgulho e admiração por ele ter escolhido a vida religiosa. Mamãe fica aguardando ansiosamente o dia que tem atendimento na Cúria, pois neste dia ele almoça com ela e então ela fica pensando antecipadamente qual tipo de refeição irá servir. A presença dele ilumina a vida dela”.

Padre Pedro Camilo, nasceu em Vila Velha, no dia 24 de março de 1966. Seus pais são Sinval Camilo e Maria da Penha Abreu Camilo. O sacerdote é psicoterapeuta há mais de 20 anos e trabalha com atendimentos em grupo e individual.

Durante esses 30 anos como padre, as paróquias que ele passou são: Bom Jesus, em Novo Horizonte; São Pedro, em Jacaraípe; Nossa Senhora da Conceição, em Serra/Sede; Paróquia Virgem Maria, em Itacibá; São José, em Fundão; São Pedro, na Praia do Suá; Nossa Senhora da Perpétuo Socorro, na Praia da Costa, além da São Paulo Apóstolo, em Porto Canoa, onde está atualmente como pároco. Não conseguimos contato com o padre e nem com a paróquia para pegar informações sobre as comemorações.

Outros padres

Também em 19 de janeiro deste ano, completou 30 anos de sacerdócio na Arquidiocese de Vitória, Padre Genilson Dallapícola, conhecido como padre Nite, atual pároco da Paróquia Sagrada Família, localizada na Praia do Morro, em Guarapari. Nos próximos meses completam seu jubileu de 30 anos os padres religiosos José Carlos Campos, da Congregação do Santíssimo Redentor, em 31 de maio e o padre Padre Nilson Maróstica, atual Reitor do Santuário Nacional de São José de Anchieta, no dia 22 de agosto.

Siga o passo a passo para realização da inscrição para o Vinde e Vede 2022: 1 – Clique no link (https://www.sympla.com.br/vinde-vede-2022__1493547) Obs.: Esse link

Siga o passo a passo para realização da inscrição para o Vinde e Vede 2022:

1 – Clique no link
(https://www.sympla.com.br/vinde-vede-2022__1493547)

Obs.: Esse link é somente para os que irão participar do evento (aos que irão servir procurar o seu conselheiro e/ou articulador de sua Área). Para você que irá servir em algum dos dias do Vinde e Vede, é preciso fazer sua inscrição de modo que corresponda aos dias específicos que não irá servir e somente vivenciar o encontro.*

2 – Você será direcionado à página para seleção dos dias do evento. Você deverá clicar no (+) de cada dia que irá participar do encontro. Caso desejar ir um dia somente, clicará no dia correspondente. Caso desejar ir todos os dias deverá clicar em todos os dias, garantindo a sua vaga para cada dia. _ATENÇÃO!_ Clique somente nos dias que irá vivenciar, para não ocupar a vaga de outra pessoa que queira participar. Tendo selecionado, clique em *CONTINUAR*.

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4- Ao finalizar sua inscrição estará efetuada, porém ainda não acabou! Mais abaixo de _”INSCRIÇÃO EFETUADA”_, você deverá clicar em *VER COMPROVANTES*, onde será gerado o comprovante (de cada dia do evento) em modo arquivo PDF.

Obs.: O arquivo também é direcionado para o seu e-mail.

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A Catedral da diocese de Cachoeiro de Itapemirim foi o espaço para a ordenação de dom Andherson Franklin Lustoza de Souza. Treze bispos de

A Catedral da diocese de Cachoeiro de Itapemirim foi o espaço para a ordenação de dom Andherson Franklin Lustoza de Souza. Treze bispos de diversas dioceses, clero de Cachoeiro e de Vitória fizeram-se presentes em grande número para celebrar junto com o bispo eleito a ordenação episcopal. O número de pessoas foi restrito devido à pandemia, mas muitos participaram através dos canais do you tube da arquidiocese de Vitória e de Cachoeiro de Itapemirim e também das rádios América e Diocesana. Alegria, acolhimento e agradecimento foram os sentimentos que envolveram os participantes. Dom Andherson Franklin contou com a presença de sua mãe, irmãos, cunhados e sobrinhos e estava emocionado durante a Celebração. Como ordenantes, dom Andherson Franklin convidou Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, dom Luiz Mancilha Vilela, arcebispo emérito e dom Luiz Lisboa, bispo de Cachoeiro de Itapemirim.

A cerimônia seguiu o rito proposto para estas ocasiões, podendo ser sintetizada em três momentos:

1. A recepção na porta da catedral, quando os bispos ordenantes e o bispo eleito percorreram a nave e se dirigiram ao sacrário para um momento de adoração em silêncio e de joelhos.

2. Apresentação da bula que contém a eleição.

3. Propósito do eleito e ordenação. A ordenação acontece com a imposição das mãos dos bispos ordenantes sobre o eleito, colocação do Evangelho sobre a cabeça do eleito, prece de ordenação. Unção da cabeça e entrega o Evangelho, o anel, a mitra e o báculo.

Na homilia, o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos, bispo ordenante principal manifestou sua alegria pela ordenação, citou o profeta Isaías e o Apóstolo São Paulo como exemplos de apaixonados por Jesus que fizeram dos propósitos Dele os seus e expressou seu desejo para a missão episcopal do novo bispo: “Meu Irmão, Monsenhor Andherson, este mesmo amor divino deve acompanhá-lo, sustentar e impulsionar, todos os dias em seu ministério e serviço episcopal. Daqui a pouco, você será ungido para participar do terceiro grau da ordem, sendo ordenado, sagrado bispo da Igreja. Confie na força e na unção do divino Espírito Santo, como um selo do amor e da misericórdia divina impresso em seu coração, tornando-o sempre mais um “homem de Deus”, um bispo, segundo o coração de Jesus Cristo. Viva, intensamente, a sua relação com Deus, na oração, na liturgia, sendo sempre próximo e comprometido com a vida do Povo de Deus. Cultive uma união íntima com Jesus Cristo que na cruz se entregou por amor pela humanidade, a fim de que o seu ministério e serviço episcopal sejam verdadeiramente fecundos. Esteja e se faça próximo, como um pai zeloso, dos presbíteros, dos diáconos, dos religiosos e religiosas, tenha uma atenção especial pelos vocacionados, e seminaristas e sempre se coloque junto com os leigos e leigas principalmente dos mais esquecidos e sofredores. Seja, portanto, aquele que está junto nas alegrias e nas tristezas”. Leia a homilia na íntegra  clicando Homilia da Ordenação de Monsenhor Andherson Franklin.

Ao final da celebração o novo bispo dirigiu-se à assembleia litúrgica e elencou os motivos e as pessoas por que e a quem queria agradecer: as graças recebidas ao longo de sua caminhada, principalmente aquelas proporcionadas pela diocese de Cachoeiro; à família, na qual se orgulha de ter nascido; a dom Luiz Mancilha que o acolheu no Seminário, ordenou diácono e presbítero e em dom Luiz a todos os bispos; aos presbíteros de Cachoeiro pela presença fraterna e ensinamentos; aos leigos que fizeram o momento da ordenação acontecer; aos amigos; a dom Luiz Lisboa por ter sido durante a convivência um verdadeiro irmão; a dom Dario pela amizade, comunhão e confiança e a este pediu uma bênção para exercer seu episcopado com zelo. Agradeceu pelo Papa Francisco, a Deus por tudo que recebeu e terminou pedindo a todos que rezem por ele.

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Agradecimento

Cachoeiro de Itapemirim, 19 de fevereiro 2022

 A bondade divina sempre se manifestou de forma palpável em minha vida, de maneira especial, neste momento de grande graça para a Diocese de Cachoeiro de Itapemirim e para a Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo. Assim, convido a todos e todas vocês, meus irmãos e irmãs a se unirem a mim, e render graças, ao Senhor, pelos sinais de sua infinita bondade e misericórdia, percebidos e acolhidos, de maneira especial, nos inúmeros gestos de generosidade que recebi de muitos irmãos e irmãs nossas.

Eu louvo ao Senhor pelo dom da vida, da vocação e por sua presença e graça sempre constantes ao longo de toda a minha vida. Agradeço o dom de seu Filho, a quem sigo na esperança de ser fiel ao chamado que Dele recebi. Reconheço, que sem a força e unção do divino Espírito, ninguém é bom e ninguém é santo. Por isso, peço que eu seja sempre revestido da força do alto.

Agradeço ao Senhor por ter chamado o Papa Francisco, agradeço pela graça e pelo dom do ministério e serviço Petrino. Por meio da bondade divina, estou unido ao Santo Padre, no sincero desejo de sempre viver em comunhão, no serviço apostólico. Peço ao Senhor que o nosso amado Papa Francisco seja sempre mais abençoado com saúde, sabedoria e lucidez evangélica, a fim de guiar os passos da Igreja, sempre em Saída Missionária.

Eu bendigo ao Senhor pela graça de ter nascido em minha família. Por meu pai que espero repouse em paz, acolhido junto à misericórdia divina. Louvo ao Senhor pela vida de minha mãe que me ensina, ainda hoje, a ser fiel a tudo o que eles me ensinaram e comunicaram. Eu sei que ela, de joelhos, reza por nós seus filhos, diante da Sagrada Escritura. Agradeço a benção dos meus irmãos, Alessandro e Sheila, em minha vida, eu não seria quem sou sem a presença, a companhia e amor dos dois. Louvo ao Senhor, pela benção de suas famílias, pela minha cunhada Silvana e meu cunhado Rodrigo, pela vida e alegria de meus sobrinhos: Ayrton, André, Bernardo e Felipe. Neles agradeço por toda a minha família, sinais da bondade, cuidado e ternura de Deus que sempre me alcançam.

Eu louvo e bendigo ao Senhor pela Igreja que me recebeu e educou na fé, ensinando-me o caminho da Comunhão, da Participação em vista da Missão, de maneira especial, por meio da caridade fraterna. Agradeço, ao Senhor, particularmente, pela Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, que tantas oportunidades me proporcionou, para que pudesse fazer crescer e multiplicar os dons que recebi do divino amor. Louvo pela vida de tantos e tantas irmãos e irmãs que contribuíram em minha formação, ainda louvando pela oportunidade que tive de contribuir também com a formação de tantos irmãos e irmãs, nos lugares onde pude lecionar.  Eu agradeço ao Senhor, pelos bispos que marcaram a minha caminhada vocacional e ministerial, reconhecendo o dom da vida de Dom Luiz Mancilha Vilela, e nele, agradecendo a vida, o ministério e o serviço episcopal de todos os arcebispos e bispos que estão aqui hoje e de todos aqueles que se fizerem presentes de outros modos e maneiras.

Eu louvo ao Senhor e lhe sou profundamente agradecido, pelos irmãos presbíteros de nossa amada Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, aqueles que conheci e encontrei ao longo de toda a formação inicial e aqueles com os quais exerci o ministério e o serviço presbiteral, nestes últimos anos. Agradeço ao Senhor e a todos vocês meus irmãos presbíteros, pela presença, pela fraternidade, pela comunhão, pelos ensinamentos, pelo caminho trilhado e, também, pelas lutas e dificuldades vividas e partilhadas. Agradeço também ao Bom Deus, por todos os demais irmãos presbíteros que encontrei ao longo destes últimos anos, de maneira especial, os que aqui se fazem presentes. Que sejam abençoados e fecundos em seu ministério.

Eu louvo ao Senhor, pela vida e pelo ministério dos diáconos, dos religiosos e religiosas que enriquecem a caminhada de nossa Igreja com os seus dons e serviços. Agradeço o empenho dos vocacionados e de nossos queridos seminaristas, em ouvir o chamado divino, aqueles da nossa Diocese de Cachoeiro, de Vitória e das demais dioceses aqui presentes. Reconheço a benção, a fecundidade da presença e o testemunho dos leigos e leigas, homens e mulheres do trabalho cotidiano que encontram na Igreja, iluminados pela luz da Palavra de Deus, a força e a coragem de se tornarem discípulos e discípulas missionários e missionárias de Jesus Cristo, convocados, pelo batismo, a viverem a plenitude de sua vocação, como sinais visíveis do Reino de Deus, no seio de nossa sociedade, ainda tão marcada pela exclusão e miséria. 

Eu louvo ao Senhor por meus amigos e amigas, reconhecendo ser verdade de que quem encontrou um amigo, uma amiga encontrou um tesouro. Creio que todos sabem o quanto são importantes para mim.

Eu agradeço a Deus, por suscitar irmãos e irmãs tão solícitos e disponíveis, empenhados nos diversos ministérios, pastorais, serviços e trabalhos de nossas Comunidades Eclesiais de Base. Agradeço porque também neste momento tão fecundo para a Diocese de Cachoeiro de Itapemirim e para a Arquidiocese de Vitória se dispuseram e contribuíram para que este momento eclesial pudesse ser vivenciado por todos nós.

Eu bendigo ainda ao Senhor pela vida e pelo ministério de nosso bispo diocesano Dom Luiz Fernando Lisboa, pela sua acolhida sincera e pela presença fraterna, de irmão entre os irmãos e irmãs.

Por fim, eu reconheço diante de Deus que tudo é graça e que por tudo devemos dar graças. Assim, coloco nas divinas mãos, fazendo memória de seu lema episcopal “Em tuas mãos”, o nosso amado arcebispo metropolitano dom Dario Campos. Agradecendo pela amizade sincera, pela comunhão e pela confiança que a bondade infinita fez crescer entre nós. Eu reconheço, como sinal do divino amor e providência, a graça de poder dar os primeiros passos e iniciar este novo tempo de missão e serviço, como sendo seu bispo auxiliar, um direto colaborador em nossa Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo. Aqui peço ao Senhor sua benção, a fim de que seja capaz de nesta Igreja Particular, exercer o ministério e serviço episcopal, com responsabilidade e zelo, impulsionado e guiado pela compaixão e misericórdia do Bom Pastor, de maneira especial, colocando-me próximo dos vulneráveis, dos excluídos e pobres.

Peço a todos e todas que sempre rezem por mim, a fim de que seja capaz de observar e cumprir o mandato missionário de Jesus, a todos nós dirigido: “Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulos”.

Por fim, meus irmãos e irmãs, sem esquecer de ninguém, não posso deixar de agradecer ao Senhor por tudo que recebi, sabendo que todos e todas foram e são sinais da bondade divina eu digo:

“Eu te louvarei, ó Senhor, entre as nações; cantarei teus louvores entre os povos. Pois teu amor é tão grande que alcança os céus; a tua fidelidade vai até as nuvens!” (Sl 57,9-10).

Dom Andherson Franklin Lustoza de Souza

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Dom Andherson Franklin Lustoza de Souza foi nomeado pelo Papa Francisco bispo auxiliar da arquidiocese de Vitória em 22 de dezembro de 2021. Neste período de preparação para a ordenação, dom Franklin fez a escolha de seu brasão e lema episcopal, veja o brasão e seu significado.

O brasão

Escudo cortado. No I partido, onde o 1º de blau, tendo um livro de ouro, aberto de prata, carregado em sua folha destra por uma cruz latina de goles. Sobre o livro, uma espada de prata, posta em pala, com empunhadura para campanha. O Livro aberto simboliza a Palavra de Deus, marcada pela presença da cruz, indicando, assim, o anúncio do Crucificado-Ressuscitado. Este que foi testemunhado a todos os povos, indistintamente, por meio do ministério apostólico de São Paulo, que está indicado e reconhecido na espada pousada sobre o Livro. Estes símbolos aludem à formação bíblica do bispo, bem como, ao seu desejo de que o seu ministério e serviço episcopal seja movido pelo mesmo ardor missionário e evangelizador do Apóstolo Paulo. No 2º de goles, uma vieira de prata símbolo do batismo, por meio do qual todos são inseridos no Corpo de Cristo que é a Igreja, chamados a viver plenamente, a sua vocação batismal, como filhos e filhas de Deus. Este símbolo indica a fecundidade da graça do Espírito Santo, que faz surgir, no seio da Comunidade Eclesial, múltiplas vocações e variados ministérios, dentre os quais o ministério e serviço do episcopado. O bispo é chamado a vivenciar a sua vocação batismal, por meio do ministério e serviço que recebe da Igreja, enviado a fazer com que todos se tornem discípulos missionários de Jesus Cristo. No II de prata, uma cruz florenciada de goles, tendo sobre o canto sinistro um M estilizado de blau. A grande cruz é a representação do Evento Pascal de Jesus Cristo. Retrata a passagem de Jo 19,25-27. Na cena do Evangelho, diante da cruz de Jesus, encontram-se a sua Mãe e o discípulo que Ele amava. Somente diante do mistério da Cruz de Cristo, o bispo é capaz de compreender a sua vocação e serviço ministerial, como uma atitude contínua de doação total de sua vida. A figura de Maria evoca a devoção mariana dele, ao mesmo tempo que indica a missão da Igreja, que, como uma Mãe, deve gerar discípulos amados do Senhor. O escudo está sobre uma cruz processional de ouro. Sobre o conjunto, um galero episcopal de 12 borlas, 6 para cada lado, tudo de sinopla. Abaixo do escudo, um listel de prata, reverso de goles com a inscrição: EUNTES DOCETE GENTES.

O mote do novo bispo é: “EUNTES DOCETE GENTES”, retirado do texto do Evangelho segundo Mateus: “Ide, e fazei que todas as nações se tornem discípulos, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19). Na conclusão do Evangelho segundo Mateus, os discípulos encontram-se diante do Ressuscitado que lhes dirige o seu mandado missionário: “Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulos, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19). O envio missionário do Mestre constitui-se uma etapa essencial e indispensável no caminho do discipulado-missionário. Este que tem início no encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo, marcado pela continuidade e pela decisão do discípulo de manter-se fiel e unido ao Mestre. Um caminho de formação discipular, por meio do qual as escolhas, as posturas e as opções de Jesus Cristo passam a ser acolhidas e presentes na vida e no testemunho do discípulo-missionário (cf. Documento de Aparecida 276-278) de modo que ele possa afirmar, a exemplo de São Paulo: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2,19). Marcados por esta experiência do Ressuscitado e imbuídos da Alegria do Evangelho, todos os que são formados como discípulos-missionários, são também enviados a fazerem novos discípulos e discípulas em todas as nações (cf. Evangelii Gaudium 20.46), comunicando-lhes a pessoa de Jesus Cristo, por meio do anúncio do Evangelho do Reino, construindo e fortalecendo os laços de fraternidade, justiça e paz, por meio da vivência da caridade, da solidariedade, da compaixão e da misericórdia dirigidas, sobretudo, aos que mais sofrem, aos que passam por tribulações, aos excluídos e marginalizados da sociedade (cf. Fratelli Tutti 114).

Desde novembro de 2021 o conselho Arquidiocesano da RCC vem se reunindo em oração para discernir e planejar o tradicional evento Vinde e Vede

Desde novembro de 2021 o conselho Arquidiocesano da RCC vem se reunindo em oração para discernir e planejar o tradicional evento Vinde e Vede para 2022. Em princípio estava planejado um evento presencial. Porém, com o passar dos dias e os casos de Covid aumentando a equipe fez um novo discernimento sobre a realização do carnaval católico. A decisão de se fazer um evento presencial prevaleceu, mas com inscrições para que o número de pessoas no local possa atender os protocolos necessários, tendo em vista a importância de proteger as pessoas e preservar a vida. Assim, o Vinde e Vede de 2022 acontecerá nos dias 26/02 à 01/03 no Santuário Bom Pastor, em Cariacica.

Segundo a Suelly, coordenadora da RCC de Vitória, a prefeitura de Cariacica autorizou o evento, desde que sejam seguidas as orientações do governo conforme classificação de risco no período do evento. Se o mapa apresentar a cor verde poderá ter 600 pessoas, amarelo 300 e no vermelho não poderá haver participação. Para que as pessoas possam participar haverá transmissão do Vinde e Vede pelo YouTube da RCC de Vitória”.

Serão quatro (4) dias de muitas bênçãos e graças. A entrada é gratuita. As vagas serão LIMITADAS e serão realizadas através do link que ainda será divulgado pela organização do evento. Para quem participar presencialmente será obrigatório o uso de máscara o tempo todo e de álcool 70% para higienização das mãos.

“Disponibilizaremos o link das inscrições, nas redes sociais da Renovação Carismática Católica. Acesse nossas redes e garanta sua vaga. Só poderá participar quem estiver inscrito.” comenta Suelly.

Nesta quarta-feira (16) a Arquidiocese de Vitória, a Diocese de Cachoeiro de Itapemirim e a Diocese de São Mateus celebram 64 anos. A Arquidiocese

Nesta quarta-feira (16) a Arquidiocese de Vitória, a Diocese de Cachoeiro de Itapemirim e a Diocese de São Mateus celebram 64 anos.

A Arquidiocese de Vitória, era a Diocese do Espírito Santo que foi elevada canonicamente pelo Papa Leão XIII, no dia 15 de novembro de 1895, a partir de território desmembrado da então Diocese de Niterói. Durante os seus dois primeiros anos ficou sob a direção de um Administrador Apostólico, Dom João Fernando Tiago Esberard, arcebispo do Rio de Janeiro. Em 1897 tomou posse o seu primeiro bispo Dom João Batista Corrêa Nery. No dia 16 de fevereiro de 1958, o Papa Pio XII, por meio da bula Cum territorium , elevou a diocese à categoria de arquidiocese e sé metropolitana, passando a denominar-se Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo.

Nesse mesmo ano, Papa Pio XII, criou a Diocese de Cachoeiro de Itapemirim. Pela Bula “Cum Territorium”, foi desmembrada da então Diocese do Espírito Santo, hoje Arquidiocese de Vitória. Abrangendo 27 municípios e contendo 43 paróquias, a Diocese de Cachoeiro de Itapemirim possui aproximadamente meio milhão de fiéis distribuídos pela região sul do Espírito Santo. Ao todo, já possuiu 5 bispos diocesanos: Dom Luiz Gonzaga Peluso; Dom Luiz Mancilha Vilela; Dom Célio de Oliveira Goulart; Dom Dario Campos, OFM, e Dom Luiz Fernando Lisboa, CP. Este é o primeiro aniversário da Diocese no pastoreio de Dom Luiz Fernando, atual bispo diocesano.

A Diocese de São Mateus, assim como a Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, foi criada em 16 de fevereiro de 1958, pelo então Papa Pio XII. Seu primeiro bispo foi Dom José Maria Dalvit, que tomou posse no dia 20 de setembro de 1959. O atual bispo da Diocese de São Mateus é Dom Paulo Bosi Dal’Bó.

A Arquidiocese de Vitória parabeniza as Dioceses de Cachoeiro de Itapemirim e São Mateus pelos 64 anos de evangelização e pastoreio.

Neste sábado (19), às 16h, será realizada a Ordenação Episcopal do Monsenhor Andherson Franklin Lustoza de Souza, nomeado pelo Papa Francisco em 22 de

Neste sábado (19), às 16h, será realizada a Ordenação Episcopal do Monsenhor Andherson Franklin Lustoza de Souza, nomeado pelo Papa Francisco em 22 de dezembro de 2021, como novo Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Vitória. A cerimônia acontecerá na Catedral São Pedro, em Cachoeiro de Itapemirim, que pertence ao território da Diocese onde ele nasceu, foi ordenado padre e seguia em missão. Por causa da pandemia a Santa Missa será restrita e somente pessoas que já foram inscritas previamente poderão participar.

Segundo padre Evaldo Ferreira – da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim – foi feito um planejamento e uma projeção de quantas pessoas cabem dentro da Catedral com conforto e respeitando o distanciamento social e chegaram a um número próximo de 600. Com esse resultado os convites individuais foram distribuídos a vários grupos.

A Arquidiocese de Vitória recebeu 150 convites, já compartilhados entre o clero, religiosos (as), seminaristas e demais leigos (as). Além disso também participarão da ordenação familiares; amigos do Monsenhor Andherson; autoridades civis e militares; pessoas das Dioceses de Cachoeiro, Colatina e São Mateus; alguns padres de fora; religiosas e diáconos. Cada uma das 43 paróquias da Diocese de Cachoeiro, por exemplo, levará um padre e mais dois leigos. De acordo padre Evaldo o “objetivo foi contemplar toda a Igreja, mas com grande participação dos leigos”.

Os bispos ordenantes serão Dom Dario Campos, Arcebispo Metropolitano de Vitória do Espírito Santo; Dom Luiz Fernando Lisboa, Bispo da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim e Dom Luiz Mancilha Vilela, Arcebispo Emérito de Vitória do Espírito Santo. Os que não puderem participar presencialmente, poderão acompanhar a transmissão pelo YouTube da Arquidiocese de Vitória ou pela Rádio América, 91,1 FM.  

Acolhida na Arquidiocese de Vitória

Depois de ordenado, Dom Andherson Franklin será apresentado como bispo auxiliar na Arquidiocese de Vitória no dia 04 de março de 2022 (sexta-feira), às 18h, na Catedral Metropolitana de Vitória. Todos são convidados a participar da Celebração Eucarística que será presidida pelo Arcebispo Dom Dario Campos. A princípio não há restrições à participação, mas a orientação é que se evite aglomeração seguindo as orientações sanitárias para o combate à COVID-19.

História

Monsenhor Andherson nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, no estado do Espírito Santo, no dia 3 de novembro de 1969. Atualmente com 52 anos pertence ao clero da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, sendo Vigário da Paróquia Nosso Senhor dos Passos, e professor do Instituto Interdiocesano de Filosofia e Teologia em Vitória.

O religioso ingressou no Seminário Bom Pastor, da mesma diocese no sul do Estado, para cursar o Propedêutico e a Filosofia, em Fevereiro de 1992. Concluiu o curso de Filosofia em 1995, sendo o mesmo reconhecido pela Pontifícia Universidade Católica, de Belo Horizonte, Minas Gerais.

Ingressou no Seminário São João Maria Vianney, localizado em Vitória, a fim de cursar a Teologia, no Instituto de Filosofia e Teologia da arquidiocese de Vitória, Espírito Santo, concluindo o mesmo em 1999. Sua ordenação presbiteral foi celebrada no Ginásio da Faculdade Camiliana, em Cachoeiro de Itapemirim, no dia 25 de março de 2000.

Faleceu hoje, 15 de fevereiro de 2022 o sobrinho de pe. Nite. Paulo Veronez voltava de Mariana, onde fazia monitoramento da qualidade das águas

Faleceu hoje, 15 de fevereiro de 2022 o sobrinho de pe. Nite. Paulo Veronez voltava de Mariana, onde fazia monitoramento da qualidade das águas após o vazamento dos rejeitos da barragem da Samarco em 2015. Paulo tinha 40 anos e deixou dois filhos, com 17 anos e 5 meses.

O acidente aconteceu em Manhuaçu, MG, quando outro veículo fez ultrapassagem irregular e bateu de frente com o veículo da empresa Labmar que Paulo dirigia.

Aos familiares e ao pe. Nite a solidariedade da arquidiocese de Vitória e nosso compromisso de rezarmos por todos para que vivam este momento de dor com serenidade.

Provocado por acidente em momento de lazer e confraternização do clero da diocese Nossa Senhora da Conceição do Araguaia, diocese-irmã da arquidiocese de Vitória,

Provocado por acidente em momento de lazer e confraternização do clero da diocese Nossa Senhora da Conceição do Araguaia, diocese-irmã da arquidiocese de Vitória, faleceu na manhã de hoje o pe. Benedito Rodrigues Costa de 62 anos.

Nesta dioceses estão em missão solidária quatro padres do clero de nossa arquidiocese e dois diáconos transitórios.

Ao, bispo, dom Dominique You, ao clero e a todo o povo, prestamos nossa solidariedade e rezamos pelo pe. Benedito e por todos, pedindo a Deus, conforto para enfrentar este momento.