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CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, lança no próximo dia 3 de novembro às 10h, o documentário ‘A Carta’, uma produção do grupo

CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, lança no próximo dia 3 de novembro às 10h, o documentário ‘A Carta’, uma produção do grupo “Off the Fence” com base na Encíclica Laudato Sí. O evento pode ser acompanhado pelas redes sociais da CNBB, Repam e Movimento Laudato Sí. Leia a matéria publicada no site da CNBB.

O filme-documentário “A Carta”, inspirado na Encíclica Laudato Si’ do Papa Francisco, será lançado na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no próximo dia 3 de novembro, às 10h. São parceiros na realização desta ação, a CNBB e sua Comissão Episcopal Especial para a Amazônia, a REPAM-Brasil (Rede Eclesial Pan-Amazônica) e o Movimento Laudato Si’. O lançamento poderá ser acompanhado, ao vivo, nas redes sociais da CNBB (Youtube, Facebook e Twitter) e dos parceiros.

O filme, já lançado no Vaticano dia 4 de outubro passado, dia de São Francisco, aborda o poder da humanidade para deter a crise ecológica. Os protagonistas do documentário são um indígena da Amazônia, um refugiado do Senegal, uma jovem ativista indiana e dois cientistas estadunidenses. Vozes representando outras vozes, muitas vezes não ouvidas, sobre as questões críticas relacionadas às mudanças climáticas.

O documentário “A Carta”, disponível gratuitamente através de um serviço de streaming no canal YouTube, foi produzido pela equipe “Off the Fence”, vencedora de um Oscar, em colaboração com o Movimento Laudato si’ e os Dicastérios para a Comunicação e para a Promoção do Serviço do Desenvolvimento Humano Integral. O documentário também tem parceria do YouTube Originals.

Cerimônia de lançamento

A cerimônia de lançamento na CNBB vai contar com a presença do bispo auxiliar do Rio de Janeiro (RJ) e secretário-geral da entidade, dom Joel Portella Amado, e do coordenador para Iberoamérica do Movimento Laudato Si’, Igor Bastos, que fará uma apresentação do filme. O cacique Dadá Borari, do povo Indígena Maró, no Estado do Pará, um dos personagens que travam um diálogo com o Papa no filme, também estará no lançamento.

Como gesto simbólico, no encerramento do evento, será plantada uma muda de pequi por adolescentes do Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos “Correndo Atrás de Um Sonho” que é mantido pela CNBB na região do Incra 8, em Brazlândia (DF). Os participantes também receberão um envelope, com a arte do filme, no qual constará trechos da Encíclica Papal Laudato Si’ e um QR code que dá acesso para assistir a versão brasileira no canal do Youtube Originals, e uma muda de semente do Cerrado.

Serviço:

O quê e onde: Lançamento no Brasil do filme “A Carta” na sede da CNBB
Quando e a que horas: 3 de novembro, às 10h
Contatos e mais informações: Assessoria de Comunicação da CNBB – 61 2103-8313 ou por e-mail: [email protected]

Arthur Cristo| A vida dos justos está nas mãos de Deus, e nenhum tormento os atingirá. (Sb 3,1) No calendário romano geral, finados é
Arthur Cristo| A vida dos justos está nas mãos de Deus, e nenhum tormento os atingirá. (Sb 3,1)

No calendário romano geral, finados é precedida pela solenidade de todos os santos; no Brasil, entretanto, por concessão especial da Santa Sé, celebra-se no Domingo seguinte ao 1º de novembro, quando o dia 1º não cai em um domingo.

Os dois dias, tão intimamente ligados entre si, fazem brilhar uma belíssima doutrina de Nosso Senhor: a comunhão dos santos, a comunhão entre aqueles que estão unidos entre si pelo corpo místico de Cristo que é a Igreja, e unidos à cabeça desse corpo que é o próprio Mestre Jesus. A comunhão produzida por esse laço espiritual não pode ser rompida com a morte pois está fundada em algo eterno: “A união dos que estão na terra com os irmãos que descansam na paz de Cristo de maneira alguma se interrompe; pelo contrário, segundo a fé perene da Igreja, vê-se fortalecida pela comunicação dos bens espirituais.” (CIC 956).

Enquanto contamos com os rogos daqueles que gozam da bem-aventurança, os fieis que morreram na amizade de Cristo contam com nossos sacrifícios e orações para expiação de seus pecados (cf. II Mc 12, 43-46; 1Cor 3,11-15; Mt 12,32).

Fazer memória dos que morreram nos obriga a pensar naquelas últimas coisas com as quais o homem terá contato: morte, juízo, céu ou inferno. Considerando a imprevisibilidade da vida humana, o Senhor nos convida com o Evangelho de hoje (cf. Lc 12,35-40) a tomar atenção diante da própria vida. Quando Jesus diz para que estejamos de rins cingidos, lâmpadas acesas e prontos para abrir-lhe a porta quando vier, ensina como deve estar nosso interior a respeito do nosso encontro com ele. Sobre isso ensina São Gregório Magno:

“O Senhor volta quando vem com pressa ao juízo; bate à porta quando, com os incômodos da doença, nos avisa que a morte anda vizinha. Abrimos-lhe a porta logo se o acolhemos com amor. Com efeito, não quer abrir a porta ao juiz quem teme sair do corpo, e teme ver o juiz quem lembra de o ter desprezado. Quem, por outro lado, está seguro de sua esperança e de sua obra, logo abre a porta ao que bate, porque, reconhecendo o tempo da morte próxima, alegra-se da glória da retribuição. Daí que se acrescente: Bem-aventurados aqueles servos a quem o Senhor achar vigiando quando vier. Vigia quem, ante a visão da verdadeira luz, mantém abertos os olhos da mente; quem guarda pelas obras o que crê; quem afasta de si as trevas do torpor e da negligência.”

Em outras palavras, o cristão deve esperar dócil e ativamente por esse encontro, deve manter a vida em união com o Senhor, cumprindo os mandamentos e mantendo uma fé viva.

Ao fazer notar os horários da vigília noturna, Jesus nos indica que o mundo no qual peregrinamos está repleto de inimigos que nos atrapalham a estar atentos à vinda do Senhor. Durante a madrugada a sentinela é tentada pelo sono, mas se estiver em lugar iluminado, a tentação perde a força sobre ele. Assim o homem que mantiver acesa a lâmpada de sua fé, ganhará forças em meio as trevas ao redor.

Depois de comparar esta vida com uma vigília, Jesus nos garante a esperança do repouso: “Ele mesmo vai cingir-se, fazê-los sentar-se à mesa e, passando, os servirá.” (Lc 12,37). Aos que encontrar vigiando, não faltará a recompensa, “O Senhor põe seus servos à mesa como que os restaurando de suas fadigas, apresentando-lhes deleites espirituais e preparando-lhes uma mesa abundante em seus dons.” (São Cirilo). O céu será um lugar de repouso eterno.

A nós que estamos em peregrinação, cabe a vigilância para que, ao chegar o momento de nossa páscoa, possamos abraçar a morte como um convite a eternidade, e receber o Senhor que vem ao nosso encontro. Cabe também vigiar contra os inimigos deste mundo para que, adormecidos ou sonolentos, não nos percamos. Neste dia da comemoração dos fieis defuntos, possamos refletir sobre nossa vida, renovar nossa esperança na vida eterna e rezar por aqueles que estão unidos a nós por um laço de caridade e que já partiram. Que Deus conceda-lhes o descanso e o repouso eterno e a nós fidelidade para perseverarmos na fé.

 

Arthur Cristo da Silva

Seminarista do 2º ano de teologia

Paróquia de origem: São João Paulo II, Praia de Itaparica, Vila Velha – ES;

Paróquia de pastoral: Sagrado Coração de Jesus, Itaquari, Cariacica – ES.

O Papa Francisco divulga todo o mês as intenções de oração e pede que o acompanhemos com nossas orações. O mês de novembro é

O Papa Francisco divulga todo o mês as intenções de oração e pede que o acompanhemos com nossas orações. O mês de novembro é a oração pelas crianças abandonadas e exploradas.

Assiste, reze e ajude a melhorar a vida das crianças.

A entrega do Prêmio Dom Luis Gonzaga Fernandes, em sua 18ª edição, já tem data para acontecer: 17 de novembro de 2022 às 16h

A entrega do Prêmio Dom Luis Gonzaga Fernandes, em sua 18ª edição, já tem data para acontecer: 17 de novembro de 2022 às 16h no Salão São Tiago, Palácio Anchieta.

Dom Luis foi bispo auxiliar na Arquidiocese de Vitória, no tempo em que dom João Batista da Mota e Albuquerque era o Arcebispo. Na época ajudou muito na implementação das Comunidades Eclesiais de Base, como apelo trazido por dom João do Concílio Vaticano II.

O Prêmio é atribuído a pessoas ou instituições que se destacaram com trabalhos em defesa da vida e promoção da justiça social, meio ambiente e direitos humanos.

Participe da entrega do Prêmio, a cerimônia é aberta ao público.

Gabriel Torres| “Senhor, o mundo inteiro, diante de ti, é como um grão de areia na balança”. (Sb 11,22) Ironicamente, no domingo em que
Gabriel Torres| “Senhor, o mundo inteiro, diante de ti, é como um grão de areia na balança”. (Sb 11,22)

Ironicamente, no domingo em que o Evangelho trata da figura de Zaqueu, conhecido por sua baixa estatura, a primeira leitura fala de nossa pequenez diante da infinitude de nosso Deus. Zaqueu, naquela sociedade, apesar de sua pequenez, era um homem notável e grande no meio dos homens devido a sua profissão e a sua riqueza. No entanto, essa imagem muda ao perceber que Cristo, logo mais, haveria de passar por ele. O chefe dos cobradores de impostos, diante dos homens era grande, mas diante de Cristo que passa, percebe sua pequenez, assim como um grão de areia na balança.

Da mesma forma, somos todos nós; podemos nos considerar os melhores e mais dignos da graça de Deus entre os homens, nos inflando de orgulho e vaidades, mas diante de Deus, vemos aquilo que realmente somos: criaturas frágeis e pequenas, limitadas em nosso agir e pensar, propensas ao pecado e a soberba, sendo dessa forma, “apressadamente” necessitadas da ajuda sobrenatural da Graça e dos sacramentos.

Digo apressadamente, pois assim nos é relatado no evangelho de hoje. “Então ele correu à frente” ; “Zaqueu, desce depressa!”; “Ele desceu depressa”. O Reino de Cristo exige pressa. Não a pressa que conduz ao desespero e a ansiedade, nem mesmo a que nos leva a fazer as atividades com pouco cuidado e imperfeição, mas a pressa que não nos deixa adiar a nossa conversão de cada dia, e sim fazer tal como fez um dia a Virgem de Nazaré: “Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia” (Lc 1,39).

A conversão do coração se dá hoje, pois o ontem já se foi e o amanhã ainda não temos a certeza se o teremos. Se quisermos mudar de vida, fazer verdadeiramente com que a salvação entre e nossas casas, assim como na de Zaqueu, devemos começar com uma vontade firme e resoluta no instante presente, ou como diz Santa Teresa de Ávila, “uma determinada determinação”. É necessário reconhecer os nossos próprios pecados e imperfeições, crescer a cada dia mais no amor a Deus, por meio de uma vida constante de oração e devoção, sem medo das nossas possíveis quedas e falhas futuras, pois como menciona o último versículo da primeira leitura: “É por isso que corriges com carinho os que caem e os repreendes, lembrando-lhes seus pecados, para que se afastem do mal e creiam em ti, Senhor.”

 

 

Gabriel da Silva Torres 

Seminarista do 1º ano de filosofia

Paróquia de origem: Nossa Senhora da Conceição, Centro, Guarapari – ES;

Paróquia de pastoral: Nossa Senhora da Conceição, Viana Sede – ES.

O segundo encontro arquidiocesano da Pascom foi realizado na tarde deste sábado (29), no auditório do Centro Católico de Estudos, na Praia do Suá,

O segundo encontro arquidiocesano da Pascom foi realizado na tarde deste sábado (29), no auditório do Centro Católico de Estudos, na Praia do Suá, em Vitória. Promovido pelo Vicariato para a Comunicação da Arquidiocese de Vitória o momento teve como tema: “O poder de uma imagem na comunicação” com palestra de Alessandro Gomes, especialista em vídeos há 28 anos e uma oficina ao vivo de como usar o aplicativo de edição de vídeos Capcut.

Padre Anderson Gomes, Vigário Episcopal para a Comunicação, começou o encontro fazendo uma oração inicial e explicou que o objetivo do Vicariato é colocar a Arquidiocese de Vitória dentro do mundo digital e para isso é fundamental ter o apoio da Pascom para levar este mundo híbrido para dentro das paróquias e comunidades.

“Nosso primeiro passo foi levar a catequese da nossa Igreja para o mundo digital. E o primeiro passo que começamos foi com a catequese. Nos reunimos com padre Tarcio com objetivo de levar conteúdo da catequese. Estamos construindo um estúdio de gravação aqui no Cecates, nos melhores moldes possíveis para gravação. Tudo que for possível para que nós possamos produzir vídeos, para que a gente possa levar a Igreja para o mundo digital. Nós vemos aí os podcasts que estão em voga, as redes sociais estão mudando muito, queremos evoluir ainda mais na comunicação da Igreja”.

O sacerdote também afirmou que foi identificada essa necessidade de compartilhar conteúdo sobre vídeos com a pastoral da comunicação. “Nosso objetivo com o encontro esta tarde é mergulhar no mundo no vídeo, na forma de gravar, na forma de editar, para aperfeiçoarmos a técnica de digitalizar a nossa Igreja. Meus irmãos não temos como voltar mais, o mundo híbrido é realidade. Nós como Pascom temos que despertar o povo para a comunicação, estamos aqui para nos formar e ajudar da maneira que você poderá levar sua paróquia para o mundo digital”.

Durante a palestra, Alessandro Gomes contou sobre sua trajetória profissional para mostrar o avanço da tecnologia e como hoje as ferramentas comunicacionais evoluíram e são mais práticas, de fácil acesso a todos. Ele também fez uma reflexão sobre a importância de todos os agentes no processo comunicacional: “somos poucos no Vicariato, mas somos gigantes quando todos nos abraçamos para tornar a comunicação da Igreja melhor. Tudo é aprendizado e cada um tem uma história e escolheu a Pascom por algum motivo. O que você é no real e o que você tem sido no digital? Precisamos fazer uma reflexão sobre que ação estamos fazendo como Pascom para que a Igreja seja vista na sociedade”.

Em relação as ferramentas para ajudar na construção de uma imagem pessoal foi destacada a importância do ‘dress code’, ‘valores’ e foi feito o questionamento “Você tem cuidado da sua imagem?” Alessandro resumiu todo o conteúdo afirmando que primeiro cada um se comunica com seu corpo, depois com as ferramentas que cada pessoa tem como o olhar, o tom vocal, o gestual e a escrita. Representantes de diversas paróquias participaram deste encontro e destacaram a oportunidade de aprendizado. Veja a fala de alguns deles.

Claudia Patrícia – Comunidade São Miguel Arcanjo

Achei maravilhoso, foi muito bom, achei bem prático o fato dele mexer no aplicativo do CapCut junto com a gente. Foi o momento de aprendizagem muito grande, eu não conhecia o aplicativo, eu uso outros aplicativos mais esse para celular não conhecia. E isso vai facilitar muito a edição dos vídeos que fazemos na comunidade, no celular a gente vai conseguir resolver tudo, não precisa nem do computador mais.

Leonardo Torezani – Paróquia Santa Maria Goretti

Foi um encontro muito bom, muito produtivo, uma tarde muito proveitosa para toda Pascom da arquidiocese. Uma tarde de muito aprendizado sobre edição de vídeo, de história, do que é a Pascom e do que ser Pascom. Vamos aplicar na prática da nossa paróquia com nossos agentes.

Renann Siqueira – Representante da Pascom na Área Vila Velha

O encontro foi excelente e um ponto muito positivo foi a oficina, pois boa parte dos integrantes da Pascom aprenderam fazendo, e é importante que tenhamos mais momentos formativos para que possamos estar sempre atualizados quanto as novas ferramentas e plataformas disponíveis.

Mensagem da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, dirigida ao povo brasileiro, pelo presidente da Conferência, dom Walmor Oliveira de Azevedo às vésperas

Mensagem da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, dirigida ao povo brasileiro, pelo presidente da Conferência, dom Walmor Oliveira de Azevedo às vésperas da eleição.

A interpretação do termo “justiça” no evangelho de São Mateus é o tema que norteia o livro do padre da Arquidiocese de Vitória Arthur

A interpretação do termo “justiça” no evangelho de São Mateus é o tema que norteia o livro do padre da Arquidiocese de Vitória Arthur Francisco Juliatti dos Santos, que será lançado no dia 23 de novembro, das 19h30 às 21h, no Centro Católico de Estudos (Cecates), em Vitória.  O livro intitulado “A justiça em Mateus: exegese e teologia”, é fruto da pesquisa da dissertação e tese de doutorado do sacerdote e considera que Jesus buscou uma prática de justiça comprometida com os pequenos e pobres.

“Esse livro é fruto da minha tese de doutorado, em Teologia Bíblica. Essa tese eu comecei a escrevê-la em Roma quando estava na Universidade, terminei a pesquisa, e quando retornei ao Brasil defendi a tese na PUC de São Paulo, em 2011. Aí depois as Paulinas iam publicar e acabou não acontecendo e a impressora Paco Editorial pediu e eu cedi a publicação. É um livro público, em geral, voltado para quem quiser aprofundar exegese e teologia”, explica padre Arthur.

A obra é composta por quatro capítulos, tem 364 páginas e apresenta uma proposta de prática evangélica de justiça focada na fraternidade e na misericórdia, trazendo uma reflexão acerca da postura de cristãos comprometidos em promover uma sociedade mais solidária. “São 7 vezes que a palavra justiça aparece no evangelho de Mateus e eu trabalho fazendo uma análise do significado com o qual Jesus usa o termo e aí essa análise compara o que escreveu Mateus com os escritos do Antigo Testamento – até porque Mateus escreve muito na compreensão do antigo testamento – o livro fala um pouco da justiça no sentido da ética, ética humana, da caridade, da misericórdia”.

O livro já está sendo vendido há 15 dias e a primeira edição já esgotou. Para adquirir basta procurar a secretaria da paróquia São Pedro, na Praia do Suá, onde padre Arthur é vigário; a livraria Cordis, em Colatina ou pode encontrar a publicação na Amazon, na versão de livro físico e eletrônico. “Qualquer pessoa que se interesse pelo uso do termo justiça no evangelho de Mateus pode ler o livro, ele é um livro rico em citações, são mais de 350 páginas e tem muito pé de página, para quem quiser aprofundar mais o tema”, conclui o presbítero.

Padre Arthur é Mestre em Teologia pela Pontificia Università Sto. Tommaso d’Aquino – Roma (1994) e Doutor em Teologia pela PUC-SP (2011). Atualmente é Coordenador do Curso de Teologia no Instituto de Filosofia e Teologia da Arquidiocese de Vitória, Professor no mesmo Instituto e junto ao Seminário Maior D. José André Coimbra de Patos de Minas (MG) e também professor no Instituto Teológico de Governador Valadares. Tem experiência na área bíblica, com ênfase em Teologia Bíblica.