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Em mensagem para o Dia Mundial dos Avós e Idosos que a Igreja Católica celebra no dia 24 de julho, neste ano, o Papa

Em mensagem para o Dia Mundial dos Avós e Idosos que a Igreja Católica celebra no dia 24 de julho, neste ano, o Papa Francisco divulgou uma mensagem que servirá de inspiração para a reflexão da data. Confira abaixo a matéria publicada no site do Vaticano.

A mensagem do Pontífice começa com o versículo 15 do Salmo 92 que diz: «Até na velhice continuarão a dar frutos». Esta “é uma boa notícia, um verdadeiro «evangelho» que podemos, por ocasião do II Dia Mundial dos Avós e Idosos, anunciar ao mundo”, afirma o Papa no texto, ressaltando que esta frase vai contracorrente ao que “o mundo pensa desta idade da vida” e “ao comportamento resignado de alguns idosos” que caminham “com pouca esperança e sem nada mais esperar do futuro”.

Segundo Francisco, “muitas pessoas têm medo da velhice. Consideram-na uma espécie de doença, com a qual é melhor evitar qualquer tipo de contato. É a «cultura do descarte»: aquela mentalidade que, enquanto nos faz sentir diversos dos mais frágeis e alheios à sua fragilidade, permite-nos imaginar caminhos separados entre «nós» e «eles»”.

Aprender a viver uma velhice ativa

O Papa ressalta que “a velhice constitui uma estação que não é fácil de entender”, mesmo para aqueles que já a vivem. Segundo o Pontífice, “as sociedades mais desenvolvidas gastam muito para esta idade da vida, mas não ajudam a interpretá-la: proporcionam planos de assistência, mas não projetos de existência”. A aposentadoria e os filhos “autônomos fazem esmorecer os motivos pelos quais gastamos muitas das nossas energias. A consciência de que as forças declinam ou o aparecimento de uma doença podem pôr em crise as nossas certezas. O mundo – com os seus ritmos acelerados, que sentimos dificuldade em acompanhar – parece não nos deixar alternativa, levando-nos a interiorizar a ideia do descarte”. Confiando no Senhor, “descobriremos que envelhecer não é apenas a deterioração natural do corpo ou a passagem inevitável do tempo, mas também o dom de uma vida longa”.

“Envelhecer não é uma condenação, mas uma bênção!”

“Por isso, devemos vigiar sobre nós mesmos e aprender a viver uma velhice ativa, inclusive do ponto de vista espiritual, cultivando a nossa vida interior através da leitura assídua da Palavra de Deus, da oração diária, do recurso habitual aos Sacramentos e da participação na Liturgia.” Francisco convida também a cultivar “as relações com os outros: primeiramente, com a família, os filhos, os netos, a quem havemos de oferecer o nosso afeto cheio de solicitude; bem como as pessoas pobres e atribuladas, das quais nos façamos próximo com a ajuda concreta e a oração. Tudo isto ajudará a não nos sentirmos meros espectadores no teatro do mundo, não nos limitarmos a olhar da sacada, a ficar à janela. Ao contrário, apurando os nossos sentidos para reconhecerem a presença do Senhor, seremos como uma «oliveira verdejante na casa de Deus», poderemos ser uma bênção para quem vive junto de nós”.

“A velhice não é um tempo inútil, no qual a pessoa deva pôr-se de lado recolhendo os remos para dentro do barco, mas uma estação para continuar dando fruto: há uma nova missão, que nos espera, convidando-nos a voltar os olhos para o futuro. «A nossa sensibilidade especial de idosos, da idade anciã às atenções, pensamentos e afetos que nos tornam humanos deve voltar a ser uma vocação para muitos. E será uma escolha de amor dos idosos para com as novas gerações».  É a nossa contribuição para a revolução da ternura, uma revolução espiritual e desarmada da qual os convido, queridos avós e idosos, a serem protagonistas”, ressalta o Papa.

Necessidade de uma mudança profunda

A seguir, Francisco recorda que “o mundo vive um período de dura provação, marcado primeiro pela tempestade inesperada e furiosa da pandemia, depois por uma guerra que fere a paz e o desenvolvimento à escala mundial”.

“Não é por acaso que a guerra tenha voltado à Europa no momento em que está desaparecendo a geração que a viveu no século passado. E estas grandes crises correm o risco de nos tornar insensíveis ao fato de que existem outras «epidemias» e outras formas generalizadas de violência que ameaçam a família humana e a nossa Casa comum.”

“Perante tudo isto, temos necessidade de uma mudança profunda, duma conversão, que desmilitarize os corações, permitindo a cada um reconhecer no outro um irmão. E nós, avós e idosos, temos uma grande responsabilidade: ensinar às mulheres e aos homens do nosso tempo a contemplar os outros com o mesmo olhar compreensivo e terno que temos para com os nossos netos. Aprimoramos a nossa humanidade ao cuidar do próximo e, hoje, podemos ser mestres dum modo de viver pacífico e atento aos mais frágeis. ”

Segundo o Papa, um dos frutos que os idosos são “chamados a produzir é o de guardar o mundo”. «Todos nos sentamos nos joelhos dos avós, que nos tiveram ao colo»; mas hoje é o momento de colocar sobre os nossos joelhos – com a ajuda concreta ou mesmo só com a oração –, junto com os nossos netos, muitos outros assustados que ainda não conhecemos e que talvez fujam da guerra ou sofram por causa dela. Guardemos no nosso coração – como fazia São José, pai terno e solícito – os pequeninos da Ucrânia, do Afeganistão, do Sudão do Sul…”.

A felicidade é um pão que se come juntos

Francisco recorda que “não nos salvamos sozinhos, a felicidade é um pão que se come juntos”. Até mesmo o deixar-se cuidar, “muitas vezes por pessoas que provêm de outros países, é uma maneira de dizer que é não só possível, mas também necessário vivermos juntos”. Segundo o Papa, os avós e idosos são “chamados a ser artífices da revolução da ternura”, e os convidou “a usar cada vez mais e melhor o instrumento mais precioso e apropriado” que eles têm para a sua idade: “a oração”. “A nossa imploração confiante pode fazer muito: é capaz de acompanhar o grito de dor de quem sofre e pode contribuir para mudar os corações. Podemos ser «o “grupo coral” permanente dum grande santuário espiritual, onde a oração de súplica e o canto de louvor sustentam a comunidade que trabalha e luta no campo da vida»”, sublinhou.

O Papa pede para que o Dia Mundial dos Avós e Idosos seja anunciado nas paróquias e comunidades, que seja um dia para visitar os idosos abandonados em casa ou nos asilos. “Que ninguém viva este dia na solidão. Ter alguém para cuidar pode mudar a orientação dos dias de quem já não espera nada de bom do futuro; e dum primeiro encontro pode nascer uma nova amizade. A visita aos idosos abandonados é uma obra de misericórdia do nosso tempo!” “Peçamos a Nossa Senhora, Mãe da Ternura, que faça de todos nós dignos artífices da revolução da ternura para, juntos, libertarmos o mundo da sombra da solidão e do demônio da guerra“, conclui.

Clique aqui e leia a mensagem na íntegra.

A Arquidiocese de Vitoria comunica o falecimento de Paulina Koelher Stein, mãe de pe. Josemar Stein. O velório será na Cámara Municipal e o

A Arquidiocese de Vitoria comunica o falecimento de Paulina Koelher Stein, mãe de pe. Josemar Stein.

O velório será na Cámara Municipal e o enterro, amanhã, 10 de maio às 8h no cemitério Sant’Ana em Marechal Floriano.

Ao pe.Josemar e familiares a Arquidiocese se une em oração e abraça na certeza da vida em Deus.

No dia 28 de maio, o histórico Convento de Nossa Senhora da Penha – Padroeira do Estado do Espírito Santo (construído em 1558) e

No dia 28 de maio, o histórico Convento de Nossa Senhora da Penha – Padroeira do Estado do Espírito Santo (construído em 1558) e primeiro título de honra a Nossa Senhora no Brasil – irá sediar o IX Encontro Estadual dos tercistas capixabas.

Com presença confirmada do Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora (MG) e Bispo referencial da CNBB para o Terço dos Homens, Dom Gil Antônio Moreira, o Evento terá a cobertura da TV Aparecida para todo o Brasil.

Programa-se e venha estar conosco pedindo a interceção de Nossa Senhor por nossas famílias.

Com três palavras, o Papa Francisco definiu como deve ser o cristão. A reflexão foi feito hoje, IV Domingo da Páscoa durante o Regina
Com três palavras, o Papa Francisco definiu como deve ser o cristão. A reflexão foi feito hoje, IV Domingo da Páscoa durante o Regina Caeli. Leia a matéria publicada no site do Vaticano:

No 4° Domingo de Páscoa (08/05) durante o Regina Caeli, Francisco falou sobre “o bom pastor”. Para recordar esta “terna e bela imagem” do pastor com suas ovelhas, o Papa usou três verbos, presentes no Evangelho de João, refletindo sobre eles: escutar, conhecer, seguir.

Escutar

“Antes de tudo, as ovelhas escutam a voz do pastor. A iniciativa vem sempre do Senhor; tudo parte da sua graça: é Ele quem nos chama à comunhão com Ele. Mas esta comunhão se realiza se nos abrirmos à escuta. Escutar significa disponibilidade, docilidade, tempo dedicado ao diálogo”. O Papa destacou que a escuta é fundamental para o Senhor, explicando:

“O Senhor é a Palavra do Pai e o cristão é filho da escuta, chamado a viver com a Palavra de Deus ao alcance da mão”

Recomendando que escutemos os outros, pois “quem escuta os outros também escuta o Senhor, e vice-versa”. “Hoje estamos sobrecarregados com palavras – disse ainda o Papa – e com a pressa de sempre ter que dizer e fazer alguma coisa, na verdade quantas vezes duas pessoas estão falando e uma não espera que a outra termine seu pensamento, ela o corta pela metade, ela responde… Mas se você não o deixa falar, não há escuta. Este é um mal do nosso tempo. Hoje estamos sobrecarregados pelas palavras, pela pressa de sempre ter que dizer algo, temos medo do silêncio”.

Conhecer

“Escutar Jesus torna-se assim o caminho para descobrir que Ele nos conhece. Aqui está o segundo verbo, que diz respeito ao bom pastor: Ele conhece suas ovelhas”, explica Francisco. Enfatizando:

“Conhecer no sentido bíblico significa amar. Significa que o Senhor, enquanto ‘nos lê por dentro’, nos ama”

“Ele quer nos dar um novo e maravilhoso conhecimento – continua o Papa – o de saber que somos sempre amados por Ele e, portanto, nunca deixados sós, a nós mesmos”. Neste ponto o Papa adverte que devemos nos perguntar: “eu me deixo ser conhecido pelo Senhor? Eu lhe abro espaço na minha vida, levo-lhe o que eu vivo?”

Seguir

Ao refletir sobre o terceiro verbo sobre o bom pastor Francisco disse: “As ovelhas que escutam e se descobrem conhecidas seguem o seu pastor. E quem segue a Cristo, o que faz? Vai para onde Ele for, na mesma estrada, na mesma direção”. Recordando ainda que seguir significa interessar-se pelos que estão longe, carregar no coração a situação dos que sofrem, sabe chorar com os que choram, estender a mão ao próximo, carregá-lo sobre os ombros.

O Papa concluiu invocando:

“Que a Virgem Santíssima nos ajude a escutar Cristo, a conhecê-lo cada vez mais e a segui-lo no caminho do serviço”

O título da mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que a Igreja celebra no próximo domingo, 8 de

O título da mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que a Igreja celebra no próximo domingo, 8 de maio, é “Chamados para construir a família humana”.

A intenção do Papa é refletir sobre o amplo significado da “vocação”, no contexto de uma Igreja que se coloca à escuta de Deus e do mundo. “Queremos contribuir para construir a família humana, curar as suas feridas e projetá-la para um futuro melhor.” Através da carta o Pontífice nos pede que como cristãos, não só somos chamados, isto é, interpelados cada qual pessoalmente por uma vocação, mas também convocados.

Leia a carta na íntegra

Chamados para construir a família humana

Queridos irmãos e irmãs!

Nos dias que correm, continuam a soprar os ventos gélidos da guerra e da opressão e frequentemente testemunhas de fenômenos de polarização, continuando como a Igreja iniciada: sentimos necessidade urgente de juntos cultivar como dimensões da escuta, e processo sinodal iniciado. Juntamente com todos os homens e mulheres de boa vontade, queremos contribuir para construir a família humana , curar as suas feridas e projetotá-la para um futuro melhor. Nesta perspectiva, para o LIX Dia Mundial de Oração pelas Vocações, pretende refletir convosco sobre o amplo significado da “vocação”, no contexto duma Igreja sinodal que se coloca à escuta de Deus e do mundo.

Todos chamados a ser protagonistas da missão

A sinodalidade, o caminhar juntos é uma vocação fundamental para a Igreja e, ministério só neste horizonte, é possível descobrir e valorizar como diversas vocações, carismas e vocações. Ao mesmo tempo, sabemos que a Igreja existe para evangelizar, disse de si mesma e espalhando a semente do Evangelho na história. Esta missão é possivelmente preciosa em sinergia todas as áreas pastorais e, antes ainda, em todos os discípulos do Senhor. Com efeito, em virtude do Batismo, cada membro do Povo de Deus tornado-se discípulo enviado ( cf. Mt28 , 19). Cada um dos batizados, independentemente da própria função na Igreja e do grau de instrução da sua fé, é um sujeito ativo de evangelização” (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium ), 120). É preciso acautelar-se da mentalidade que separa os sacerdotes e as leis, considerando os protagonistas dos primeiros e executores dos segundos, e levar por diante a missão cristã, conjuntamente, leigos e pastores como o Povo de Deus. Toda a Igreja é comunidade evangelizadora.

Chamados a ser guardiões us dos outros e da criação

A palavra “vocação” não deve ser interpretada em sentido restrito, referindo-a apenas as que seguem o Senhor pelo caminho duma consagração específica. Todos somos chamados a participar na missão de Cristo de reunir a humanidade dispersão e reconciliação com Deus. De modo mais geral, cada pessoa, cada pessoa, antes de abraçar a fé cristã, recebe com cada pessoa, dom da vida, um chamamento fundamental: um é uma criatura querida e a humana Deus, objeto dum pensamento único e especial’ e somos chamados a desenvolver, esta centelha divina que moraEle no coração de cada homem e mulher, ao longo do amor para fazer crescer uma animada pelo e acolhimento. Somos chamados a ser guardiões dos outros, a construir laços de concórdia e partilha, a curar as feridas da criação para que não seja destruída a sua beleza. Em suma, tornamo-nos uma família na maravilhosa casa comum da criação, na variedade harmoniosa de seus elementos. Neste amplo, não só os seres humanos mas também os povos, as comunidades e as agregações dos mais variados gêneros têm uma “vocação”.

Chamados a acolher o olhar de Deus

Nesta grande vocação, insere-se a mais particular que Deus nos dirige, alcançando a nossa existência com o seu amor comum e orientando-a para a sua meta definitiva, para uma plenitude que ultrapassa até mesmo o limiar da morte. Assim quis Deus olhar, e olha, para a nossa vida.

As seguintes palavras são atribuídas a Miguel Ângelo Buonarroti: “No interior de cada bloco de pedra, há uma estátua, cabendo ao escultor a tarefa de a descoberta”. Se tal pode ser o olhar do artista, com muito mais razão assim nos vê Deus: aquela jovem de Nazaré, viu a Mãe de Deus; no pescador Simão, filho de Jonas, viu Pedro, a rocha sobre a qual podia construir a sua Igreja; no publicano Levi, entreviu o apóstolo e o evangelista Mateus; em Saulo, cruel perseguidor dos vistos, viu Paulo, o apóstolo dos gentios. O seu olhar de amor sempre nos alcança, toca, liberta e transforma, fazendo com que nos tornemos pessoas novas.

Esta é a dinâmica de cada vocação: somos determinados pelo olhar de Deus, que nos chama. A vocação – como alias a santidade – não é uma experiência extraordinaria reservada a poucos. Tal como existem «os santos ao pé da porta» (Francisco, Exort. ap. Gaudete et exsultate , 6-9), assim também a vocação é para todos, porque todos são olhados com amor e chamados por Deus.

Diz um provérbio do Extremo Oriente: «Um sábio, ao olhar o ovo, sabe a águia; ao olhar a semente, vislumbra uma grande árvore; ao olhar um pecador, sabe entrever um santo». É assim que Deus nos olha: em cada um de nós, vê potencialidades, às vezes ignoradas por nós mesmos, e atua incansavelmente, ao longo da nossa vida, a fim de podermos colocar ao serviço do bem comum.

Assim a vocação nasce, graças à arte do Escultor divino que, com as suas «mãos», nos faz de nós mesmos, para que se delineie em nós a obra-prima que somos chamados as ser. Particularmente capaz de nos purificar, iluminar e recriar é a Palavra de Deus, que nos liberta do egocentrismo. Coloquemo-nos, pois, à escuta da Palavra, para nos abrirmos à vocação que Deus nos confia! E aprendamos a aprender também a fé, que nos indica nos seus irmãos e exemplo pode esconder-se a de Deus, que nos indicamos sempre novas a seguir.

Chamados a responder ao olhar de Deus

O olhar amoroso e criador de Deus alcançou-nos de forma singular em Jesus. Ao falar do jovem rico, o evangelista Marcos observa: “Jesus, fitando nele o olhar, sentiu afeição por ele” (10, 21). O mesmo olhar de Jesus, cheio de amor, pousa sobre cada um de nós. Irmãos e irmãs, deixemo-nos tocar por este olhar e ser levados por Ele para além de nós mesmos! E aprendam de tal modo um também para o outro que as pessoas com quem viver e as que encontramos – sejam elas quem forem – podem sentir-se acolhidas e descobrir com quem há alguém que olha para desenvolverem amor, convidando-as a desenvolverem em todas as pessoas. como suas potencialidades.

A nossa vida muda quando acolhemos este olhar. Tudo se torna um diálogo vocacional entre nós e o Senhor, mas também entre nós e os outros. Um diálogo que, vivido em profundidade, nos torna cada vez mais aquilo que somos : na vocação ao sacerdócio ordenado, ser instrumento da graça e da misericórdia de Cristo; na vocação à vida consagrada, ser louvor de Deus e profecia de nova humanidade; na vocação ao matrimónio, ser dom mutuo e geradores e educadores da vida; em cada vocação e ministério na Igreja, em geral, que nos chama a olhar os outros eo mundo com os olhos de Deus, servir o bem e difundir o amor com as obras e as palavras.

A propósito, desejo mencionar aqui a experiência do Dr. José Gregório Hernández Cisneros. Quando atendimento, como médico em Caracas Venezuela, quis- tornarse irmão franciscano. Mais tarde, pensou em tornar-se monge e não foi feito. Compreendeu então que sua vocação era precisamente a profissão médica, que se prodigalizou especialmente a favor dos mais pobres. E, sem reservas, logo-se aos doentes atingidos pela epidemia de gripe chamada “espanhola”, que alastrava pelo mundo. Morreu atropelado por um carro, ao sair duma farmácia aonde buscar remédios para uma casa caseira, seu paciente. Testemunha exemplar do que significa acolher a vocação do Senhor aderindo plenamente à mesma, foi beatificado há um ano.

Convocados para construir um mundo fraterno

Como, não só somos chamados, isto, interpelados cada qual também é pessoalmente indicado por uma chamada mas con-vocados . Somos como os ladrilhos dum mosaico, belos já vistos um a um, mas só juntos é que formam uma imagem. Brilhamos um e cada um de nós, como uma estrela no coração de Deus e no firmamento do universo, a humanidade mas somos chamados a compor as telas que orientam e iluminam o caminho da vida, a partir do ambiente onde conforto. Talé o mistério da Igreja: na convivência das diferenças, ela é sinal e instrumento que toda a humanidade é chamada. Para isso, a Igreja deve tornar-se cada vez mais sinodal: capaz de caminhar unida na harmonia das diversidades, onde todos têm a sua contribuição para dar e podem participar ativamente.

Determinada, quando falada de «religiosa, não se trata apenas de escolher a própria forma de vida, escolhido ou determinado a existência de um carisma ou seguir o encanto da família religiosa, dum movimento ou duma comunidade eclesial; mas trata-se sobretudo de realizar o sonho de Deus, o grande desígnio da fraternidade que Jesus não tinha coração quando pediu ao Pai «que todos são um só» ( Jo17, 21). Cada vocação na Igreja e, em sentido largo, também na sociedade, concorrência para um objetivo comum: fazer ressoar entre os homens e as mulheres aquela harmonia dos homens múltiplos e variados dons que só o Espírito Santo sabe. Sacerdotes, consagradas e consagrados, verdadeiros leigos, caminhemos e trabalhamos juntos, para testemunhar que uma grande família unida no amor não é utopia, mas o projeto para o qual Deus nos criou!

Rezemos, irmãos e irmãs, para que o Povo de Deus, no meio das dramáticas vicissitudes da história, corresponde cada vez mais a esta vocação. Invoque a luz do Espírito Santo, para que cada um e cada um de nós possa encontrar o mesmo lugar e dar o melhor de neste grande desígnio!

Roma, São João de Latrão, no IV Domingo de Páscoa, 8 de maio de 2022.

FRANCISCO

 

A Romaria das mães ao Convento da Penha acontece amanhã, sábado, 7 de maio de 2022 a partir das 14h. Como tantos outros eventos

A Romaria das mães ao Convento da Penha acontece amanhã, sábado, 7 de maio de 2022 a partir das 14h.

Como tantos outros eventos que deixaram de acontecer no formato presencial, a tradicional Romaria que acontece desde 1956, também ficou dois anos sem ser realizada. A volta cria expectativa, e naquilo que depender da organização será bastante animada, disse Maria José Quintaes Tabachi, carinhosamente chamada de Zezé que faz parte da organização.

Vindas de vários lugares e cada uma no seu ritmo, as mães se reúnem no Campinho do Convento para prestarem homenagem a Nossa Senhora da Penha e participar da missa que será presidida pelo frei Djalmo Fuck, guardião do Convento que organiza este momento juntamente com a fraternidade franciscana do Santuário Divino Espírito Santo.

A animação começa às 14h e a missa às 15h. A tradição de ofertar flores a Nossa Senhora prepara uma surpresa que, certamente, tocará o coração de quem participar e de outros que por motivos de doença não possam estar presentes. Então, para quem vai participar não esqueça de levar flores para Nossa Senhora.

Breve histórico da Romaria:

A Romaria das mães surgiu de maneira espontânea, quando as mães começaram a subir o Convento levando flores para Nossa Senhora sempre na véspera do Dia das Mães.. Esse comportamento foi percebido pela fraternidade franciscana do Convento e os freis indagaram as mulheres sobre esses gesto. Soube, então, que as pessoas do interior do Estado vinham à capital para comprar o presente do Dia das Mães e cultivavam flores para trazer nesse dia e oferecer a Nossa Senhora. (Fonte: site do Convento da Penha). A tradição vem crescendo nos últimos anos, com exceção dos dois anos de pandemia

 

 

Neste mês de Maio, o Papa inicia um ciclo de três intenções de oração dedicadas à família. E quer fazê-lo, voltando-se primeiramente aos jovens,

Neste mês de Maio, o Papa inicia um ciclo de três intenções de oração dedicadas à família. E quer fazê-lo, voltando-se primeiramente aos jovens, aqueles “que querem construir algo novo”. Oferece-lhes um exemplo a seguir: “Quando penso num modelo com o qual vocês, jovens, possais identificar-vos, vem-me sempre à mente a nossa Mãe, Maria “. Francisco pede aos jovens que assumam riscos, tendo em conta que “precisam discernir e descobrir o que Jesus quer” deles. Neste discernimento, Francisco lhes diz que “é muito útil escutar as palavras dos avós”. E propõe três companheiros de viagem na sua trajetória de vida: coragem, escuta e dedicação ao serviço.

“Ao falar sobre a família, quero começar por me dirigir primeiro aos jovens.
Quando penso num modelo com o qual vocês, jovens, possais identificar-vos, vem-me sempre à mente a nossa Mãe, Maria. A sua coragem, a sua escuta e a sua dedicação ao serviço.

Ela foi corajosa e determinada em dizer “sim” ao Senhor.

Vocês, os jovens que querem construir algo novo, um mundo melhor, sigam o seu exemplo, arrisquem-se.

Não se esqueçam que para seguir Maria precisam discernir e descobrir o que Jesus quer de vocês, e não o que vocês pensam que podem fazer.

E neste discernimento é muito útil escutar as palavras dos avós.

Nas palavras dos avós, encontrarão uma sabedoria que vos levará para além das questões do momento.

Eles irão dar a vocês uma visão geral das vossas preocupações.

Rezemos, irmãs e irmãos, para que os jovens, chamados a uma vida plena, descubram em Maria o estilo de escuta, a profundidade do discernimento, a coragem da fé e a dedicação ao serviço”.

Na semana do Dia Das Mães a Rádio América 91,1 FM no quadro Papo Cabeça conversou com Ângela Abdo, fundadora do movimento Mães Que

Na semana do Dia Das Mães a Rádio América 91,1 FM no quadro Papo Cabeça conversou com Ângela Abdo, fundadora do movimento Mães Que Oram Pelos Filhos. Ela explicou que tudo começou no ano de 2011 na Paróquia São Camilo de Lellis, em Mata da Praia, Vitória-ES, quando a sua filha sentiu uma necessidade muito grande de se rezar em família pelos filhos. Com a ajuda de sua amiga Aline, outras mães também foram convidadas a participar. Surgia ali um grupo dentro da Igreja que se multiplicaria de tal foma que logo ganharia o seu reconhecimento.

Após estar envolvida com a programação do VIII Encontro Nacional do Movimento “Mães Que Oram Pelos Filhos” ocorrido no último final de semana em Cachoeira Paulista-SP, Ângela retornou a capital do Espírito Santo bastante entusiasmada com a participação de mães que vieram de todas as regiões do Brasil para participar deste momento e até mesmo de outras partes do mundo, haja vista que o evento foi organizado para ser também o 1º Encontro Internacional do movimento. Ela explicou sobre o que acha dessa grande adesão das mães:

É bonito ver que o movimento já está em todos os estados do Brasil, em seis países oficialmente com a aprovação do bispo e mais sete em processo de formalização. Então é muito bonito ver isso e saber que todo lugarzinho tem uma mãe que ora pelos seus filhos”, contou Ângela que também relatou sobre as dificuldades dos últimos dois anos relacionada a pandemia de Covid-19. Ela confessa que não esperava que essa situação fosse demorar tanto, mas que o movimento cresceu, mesmo que a distância através da tecnologia:

Nós começamos a fazer lives e a gente tinha diariamente 3500 mães rezando o terço. Então percebemos que os grupos precisavam continuar”, disse Ângela que também contou sobre o uso de plataformas como o aplicativo Zoom, dentro outras exploradas na interação entre as mães. Para ela, essa aproximação através da tecnologia salvou muitas famílias neste momento difícil e também fez com que o movimento fosse ainda mais conhecido aqui no Brasil e no mundo.

Para o próximo domingo, Dia das Mães, Ângela fez questão de também deixar a sua mensagem ao frisar que através de uma mãe que ora, toda a situação que venha de nossas casas, pode ser mudada. “Eu queria dizer pra você mãe, não desista! Tenha certeza que a sua oração já chegou ao céu, mesmo que seus olhos humanos ainda não consiga ver essa graça recebida. Mas eu tenho certeza que já foi colocada no coração de Deus e Ele vai encaminhar no tempo certo, no local certo e da forma certa. Um feliz Dia das Mães para nós e que possamos comemorar esse dia como um recomeço de nossas vidas”, finalizou a fundadora do movimento.

Acompanhe mais detalhes na entrevista com Rodrigo Moutinho. Saiba mais sobre como participar do “Mães que Oram” em sua paróquia, além de como encontrar o movimento nas redes sociais e a participação das mães destacada nos estados do Brasil e países do mundo. Confira ao clicar nos áudios abaixo!

Entrevista Papo Cabeça – Angela Abdo –  “MÃE, NÃO DESISTA! SUA ORAÇÃO JÁ CHEGOU AO CÉU” – Parte 1
Entrevista Papo Cabeça – Angela Abdo –  “MÃE, NÃO DESISTA! SUA ORAÇÃO JÁ CHEGOU AO CÉU” – Parte 2