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O Dia das Mães tá chegando! Já preparou a surpresa pra sua? Uma das mais belas formas de homenagem as mães é com música.

O Dia das Mães tá chegando! Já preparou a surpresa pra sua?

Uma das mais belas formas de homenagem as mães é com música. A Orquestra Camerata Sesi estará fazendo uma apresentação no Sesi de Jardim da Penha que contará com a participação do Pe. Anderson Gomes.  Sua mãe vai amar ser surpreendida com as belíssimas músicas da Camerata. Aproveite e adquire seu ingresso pois são LIMITADOS.

“A Orquestra Camerata Sesi promove a Série “Camerata Pop”, com apresentações focadas na fusão entre a música erudita e popular. A Série Camerata Pop é um formato de concerto inovador e de grande sucesso de público para a Orquestra Camerata Sesi. Os sucessos dos concertos de Rock foram determinantes para a expansão da Série Camerata Pop. O intuito é valorizar o caráter inovador da Camerata Sesi, mas também tornar a música clássica mais popular e acessível” (texto enviado pela Cultura).

Orquestra Camerata Sesi

Com mais de dez anos de estrada, a Orquestra Camerata Sesi/Findes lota os teatros por onde passa. A equipe de músicos é famosa por inovar no formato de suas apresentações, normalmente aplaudidas de pé, com fusões de gêneros musicais eruditos e populares como Rap, MPB, Forró e Rock’n’roll, incluindo parcerias com bandas locais e músicos consagrados nacionalmente, entre os quais Paulo Ricardo e Leoni. Constam no currículo também apresentações para trabalhadores da indústria capixaba na Grande Vitória e interior do Estado, em projetos sociais diversos e até mesmo em fábricas.

Com um público de mais de 300 mil espectadores que apreciaram as mais de mil apresentações realizadas ao longo de mais de uma década, a Orquestra Camerata Sesi/Findes também contou frequentemente com convidados de renome nacional e internacional em seus concertos, além de ter inovado – mais uma vez – ao promover a aproximação com o público infantil por meio da recém-criada série “Concertos Didáticos” e do projeto “Sesi Música Clássica na Escola“. Recentemente, essa trajetória bem-sucedida atingiu um de seus pontos mais altos, com a apresentação, a convite, em um dos palcos mais renomados do país: a Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro.

Serviço
Dia 06 de maio de 2022 – 6a feira,
Às 19h
Local Teatro SESI
Jardim da Penha, Vitória/ES
Na próxima semana os animadores de Círculo Bíblico têm a oportunidade de se prepararem para o mês da Bíblia, que se celebra em setembro.

Na próxima semana os animadores de Círculo Bíblico têm a oportunidade de se prepararem para o mês da Bíblia, que se celebra em setembro. Confira abaixo a programação e como fazer a inscrição. A matéria está publicada no site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Entre os dias 09 e 13 de maio de 2022, a Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB realiza o Seminário Bíblico para Animadores do Mês da Bíblia 2022. Os encontros acontecem diariamente, às 19h30, com transmissão online pelo YouTube.

O objetivo do evento, segundo a assessora da Comissão, Mariana Venâncio, é “apresentar a temática que norteará o Mês da Bíblia deste ano, para animar diversas pessoas a já começarem, nas diversas comunidades do Brasil, as articulações em favor das celebrações de Setembro”. Assim, de acordo com ela, “os encontros serão voltados para apresentação e o aprofundamento da teologia do Livro de Josué, apresentando também os subsídios oferecidos pela CNBB para o Mês, que já se encontram publicados e disponíveis para a aquisição”.

Todos os anos, segundo o padre Jânison de Sá, assessor da Comissão, é apresentada uma proposta de estudo de um livro bíblico. E a ideia é justamente, segundo ele, “motivar, favorecer os cristãos para que possam conhecer melhor toda a Bíblia e estudar o livro de maneira mais sistemática”.

“As formações, encontros, seminários que teremos é para favorecer o leitor, o animador ou aquele que coordena a conhecer melhor o livro bíblico para assim poder refletir, rezar melhor nas comunidades durante todo o mês de setembro”, explica padre Jânison.

A programação do Seminário Bíblico para Animadores do Mês da Bíblia 2022 contará com a participação de professores que se dedicam ao estudo da Bíblia a partir da Teologia e da Literatura, são eles: Prof. Dr. Frei Ildo Perondi, Prof.ª Dra. Ir. Márcia Eloi Rodrigues, Prof. Dr. Matthias Grenzer, Prof. Dr. Claudio Vianney Malzoni e Prof. Dr. Altamir Celio de Andrade.

Haverá também uma conferência especial com o autor do texto-base para o Mês da Bíblia deste ano, Prof. Dr. Antonio Carlos Frizzo. O Seminário contará, ainda, com a fala do presidente da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, dom José Antônio Peruzzo, e com a presença dos assessores da Comissão, Mariana Venâncio e padre Jânison de Sá.

Para participar não é necessário realizar inscrição prévia. Basta acessar os canais da CNBB pelo Youtube, às 19h30, e acompanhar a live. Os canais que transmitirão são CNBB NacionalCatequese do Brasil ou Edições CNBB.

Para adquirir os materiais do Mês da Bíblia, publicados pelas Edições CNBB, basta acessar o site da editora (aqui).

Confira a programação e temas:

 

09/05, segunda-feira

Apresentação do Livro de Josué

10/05, terça-feira

A liderança de Josué sustentada pela Lei

Jesus e a Lei de Deus: continuidade e atualização

11/05, quarta-feira

O Cerco de Jericó (Js 5,13 – 6,27)

A aliança em Siquém (Js 24,1-28)

12/05, quinta-feira

A minha casa é maior que a do Rei: hospitalidades em Raab

Apresentação dos Círculos Bíblicos e dinamização do Mês da Bíblia

13/05, sexta-feira

Apresentação do Texto Base para o Mês da Bíblia: “O Senhor, teu Deus, estará contigo por onde quer que vás” (Js 1,9)

O Papa Francisco quer ir a Moscou. Leia a matéria publicada no site Vatican News hoje, 3 de maio de 2022: O Papa Francisco
O Papa Francisco quer ir a Moscou. Leia a matéria publicada no site Vatican News hoje, 3 de maio de 2022:
O Papa Francisco concedeu uma entrevista ao editor do jornal “Corriere della Sera” Luciano Fontana: Sinto que antes de ir a Kiev devo ir a Moscou. “O que está claro é que naquela terra estão sendo testadas novas armas. É por isso que são feitas guerras: para testar as armas que produzimos”.

“Tenho um ligamento rompido no joelho, farei infiltrações e veremos”. “Estou assim há muito tempo, não posso caminhar. Antigamente os papas costumavam usar a cadeira gestatória. É preciso também um pouco de dor, de humilhação”. É assim que Francisco justifica não poder se levantar para cumprimentar o diretor Luciano Fontana e a vice-diretora Fiorenza Sarzanini do jornal italiano Corriere della Sera, que recebeu na Casa Santa Marta para a entrevista que o jornal publica nesta terça-feira (03).

A conversa foi focalizada na questão da guerra na Ucrânia, contra a qual o Papa apelou desde o primeiro dia, em 24 de fevereiro passado, e para a qual até agora houve muitas tentativas de mediação, começando com o telefonema para Zelenski, a visita à embaixada russa junto à Santa Sé para pedir-lhe que calassem as armas, e sobretudo com a disposição de ir a Moscou disponibilizada imediatamente ao Presidente Putin. “Pedi ao Cardeal Parolin, após vinte dias de guerra, que enviasse a mensagem a Putin de que eu estava disposto a ir a Moscou”. Claro que era necessário – afirma o Papa – que o líder do Kremlin concedesse pequenas aberturas. Ainda não recebemos uma resposta e continuamos insistindo mesmo temendo que Putin não possa e não queira fazer este encontro neste momento. Mas como esta brutalidade não pode ser detida? Vinte e cinco anos atrás, vivemos a mesma coisa com Ruanda”.

Combate-se guerras para testar armas que produzimos

As palavras do Papa também refletem sobre as razões da guerra e o “comércio” de armas, que para ele continua sendo um “escândalo” ao qual poucos se opõem. Francisco falou de “uma raiva facilitada” talvez pelo “ladrar da OTAN à porta da Rússia” que levou o Kremlin a “reagir mal e desencadear o conflito”. “Não sei como responder, estou muito longe, a questão de saber se é correto fornecer os ucranianos – raciocina – A coisa clara é que as armas estão sendo testadas lá. Os russos sabem agora que tanques são de pouca utilidade e estão pensando em outras coisas. É por isso que são travadas guerras: para testar as armas que produzimos. Poucas pessoas estão lutando contra este comércio, mas mais deve ser feito, e o Papa cita o bloqueio de um comboio, em Gênova, que carregava armas para o Iêmen, quando os estivadores decidiram “há dois ou três anos” de impedir a passagem.

Primeiro a viagem a Moscou. O Patriarca não é um acólito de Putin

No momento não está planejada nenhuma viagem a Kiev, mas primeiro deve haver uma viagem a Moscou. Revendo os esforços feitos ou a serem feitos para deter a escalada da violência, o Papa esclareceu: “Eu não vou para Kiev por enquanto”, “sinto que não devo ir. Primeiro devo ir a Moscou, primeiro devo encontrar-me com Putin. Mas eu também sou um sacerdote, o que posso fazer? Eu faço o que posso. Se Putin abrisse a porta…”. Também em Moscou o Papa procura a possibilidade de agir junto com o Patriarca da Igreja Ortodoxa Kirill. Ele cita a conversa de 40 minutos via zoom em 15 de março passado e as “justificações” para a guerra citadas por Kirill, e retorna ao compromisso anulado em junho em Jerusalém. “Eu escutei”, disse Francisco na entrevista, “e disse-lhe: não entendo nada sobre isso. Irmão, não somos clérigos de Estado, não podemos usar a linguagem da política, mas a de Jesus. Somos pastores do mesmo povo santo de Deus. É por isso que devemos buscar caminhos de paz, para um cessar fogo das armas. O Patriarca não pode se tornar um acólito de Putin. Tínhamos um encontro marcado em Jerusalém no dia 14 de junho. Teria sido nosso segundo encontro frente e frente, nada a ver com a guerra. Mas agora até ele concorda: “vamos parar, poderia ser um sinal ambíguo”.

Um mundo em guerra por interesses internacionais

O olhar do Papa se amplia novamente para falar dos direitos dos povos em um mundo em guerra, aquela “terceira guerra mundial” tão frequentemente evocada e temida. Não é um “alarme”, esclarece, mas “a constatação das coisas: Síria, Iêmen, Iraque, na África, uma guerra atrás da outra. Há interesses internacionais em cada pedacinho dela. Não se pode pensar que um estado livre possa fazer guerra a outro estado livre. Na Ucrânia, parece que foram outros que criaram o conflito. A única coisa que é atribuída aos ucranianos é que eles reagiram em Donbass, mas estamos falando de dez anos atrás. Esse argumento é antigo. É claro que eles são um povo orgulhoso”.

O “escândalo” da Via-Sacra: não há vontade suficiente para a paz

Neste sentido, o Papa retorna à Via-Sacra da Sexta-feira Santa no Coliseu e aos pedidos do lado ucraniano que levaram à parada da leitura da meditação na 13ª estação, conduzida por uma russa e uma ucraniana. Francisco explicou a conversa que teve com o Esmoleiro, o Cardeal Krajewski, que na Páscoa esteve em Kiev pela terceira vez enviado pelo Papa desde o início do conflito. “Liguei para Krajewski que estava lá e ele me disse: pare, não leia a oração. Eles estão certos mesmo que não compreendamos completamente. Portanto, elas ficaram em silêncio. Eles têm uma suscetibilidade, sentem-se derrotados ou escravizados por terem pago tanto na Segunda Guerra Mundial. Tantos homens morreram, é um povo mártir. Mas também estamos atentos ao que pode acontecer agora na Transnístria”. Mas em 9 de maio pode ser o fim de tudo. De sua audiência com Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, em 21 de abril no Vaticano, o Papa diz ter entendido que “os russos têm um plano”. “Assim se entenderia também a celeridade da escalada destes dias. Porque agora não é só o Donbass, é a Crimeia, é Odessa, a questão é tirar o porto do Mar Negro da Ucrânia, é tudo. Sou pessimista, mas devemos fazer todos os gestos possíveis para parar a guerra”.

Um livro sobre proteção de dados pessoais e como as novas regras impactam as dioceses foi lançado durante a Assembleia Geral da CNBB, Conferência

Um livro sobre proteção de dados pessoais e como as novas regras impactam as dioceses foi lançado durante a Assembleia Geral da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Leia a matéria publicada no site da CNBB.

O assessor jurídico da CNBB, Hugo Cysneiros, informou que a publicação é resultado das discussões e perguntas levantadas e sistematizadas a partir de três encontros realizados pela CNBB.

Os encontros reuniram mais de 1.500 pessoas, entre bispos diocesanos, auxiliares, administradores diocesanos, padres, religiosos, gestores, advogados, responsáveis por arquivos, jornalistas, secretários, profissionais e empresas de tecnologia da informação, além de agentes da Pastoral da Comunicação e demais membros à serviço da Igreja.

“É uma publicação inédita, pois o conteúdo é exclusivo, uma vez que a obra foi construída a partir dessa interação com os membros da Igreja. As perguntas foram compiladas, organizadas, sistematizadas e resultaram nesta publicação”, reforçou o assessor jurídico da CNBB.

CNBB como instituição pioneira na proteção de dados

O advogado e professor universitário, Frank Ned, que atua na área de segurança da informação há mais de 30 anos, participou de todo o processo e ressaltou a importância de uma instituição como a CNBB ser pioneira na buscar caminhos e informação da melhor maneira de tratar os dados e se antecipar aos riscos.

“Esse compromisso da CNBB, como farol, de tomar iniciativa na forma de tratamento de dados, mostra como a Igreja é um exemplo para a sociedade, pois proteger dados pessoais é proteger o cidadão”, ressaltou.

O professor universitário lembrou que é preciso estar preparado e preparar todos na Igreja para não colocar a instituição em risco, afinal, segundo ele “não deve existir outra instituição no mundo com maior diversidade de dados, em função da imensa obra que promove, por meio da diversidade de sua assistência social”.

Frank ainda destacou que o tratamento adequado de dados pessoais é um movimento maduro na Europa e cada vez mais vem permeando as sociedades. No Brasil não é diferente. Ele informou que houve alteração na Constituição Federal e foi incluída a Proteção de Dados no artigo 5º, que trata dos direitos fundamentais. Isso porque, segundo ele, “cuidar da proteção de dados é proteger o indivíduo e a dignidade humana”.

O secretário-geral da CNBB, dom Joel Portella Amado, expressou gratidão pelo resultado da publicação e pelo trabalho e serviço de colocar dois horizontes – academia e a Igreja – em diálogo para apontar orientações para o cuidado com a proteção de dados na Igreja. Agradeceu tanto ao trabalho realizado com a assessoria do escritório de advocacia que colabora com a CNBB tanto à edição realizada pela Edições CNBB.

CNBB e a Lei de Proteção de Dados

Lei de proteção de dados, em vigor desde 2018, afeta a Igreja em diversos âmbitos e, por isso, tem sido tratada como prioritária pela CNBB, que busca formas de adequar suas demandas de modo a atender às exigências impostas. Para a entidade, há urgência na abordagem e aplicação das indicações da norma. Um comitê gestor está definindo a política e o tratamento de dados da entidade.

Como adquirir o livro

O livro “A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais e seus impactos nas dioceses” pode ser comprado pelo site das edições CNBB  com 10% de desconto para mais de 100 unidades.

João Vitor Ferreira |´´O Cordeiro imolado é digno de receber o poder e a divindade.“ ( Ap 5,12)   Seguindo nosso itinerário pascal nos

João Vitor Ferreira |´´O Cordeiro imolado é digno de receber o poder e a divindade.“ ( Ap 5,12)

 

Seguindo nosso itinerário pascal nos deparamos com o ardente testemunho dos apóstolos e da igreja nascente acerca de nosso Senhor, que ressuscitado, “é digno de receber honra, glória, poder e louvor”( Ap 5,12). Na primeira leitura podemos observar com que seriedade e compromisso os apóstolos buscavam dar continuidade ao projeto salvífico de nosso Senhor, não temendo as autoridades que permaneciam ferozes e desejosas de combater quaisquer resquícios da pregação daqueles que testemunharam as bem aventuranças do Messias.

 

A palavra anunciada pelos apóstolos após serem milagrosamente soltos da prisão, provoca e agita os que se opõem à verdade e temem perder sua soberania e majestade. Entretanto,  uma vez que os apóstolos são testemunhas de fato do Cristo que padeceu no madeiro mas ressurgiu glorioso do sepulcro, nada temem, e podem com convicção proclamar “Deve obedecer-se antes a Deus que aos homens.” ( At 5,29). Assim em nossa vida hodierna, como os apóstolos, não devemos temer o mundo, que incessantemente deseja que cedamos aos seus caprichos e deixemos de proclamar com nossas palavras, mas sobretudo com nosso testemunho que Jesus é o Senhor.

 

Encerrando nossa reflexão, encontramos o último texto adicionado ao evangelho escrito por João. Neste capítulo, já não se referem notícias sobre a vida, a morte ou a ressurreição de Jesus. Os protagonistas são, agora, um grupo de discípulos, dedicados à atividade missionária. O autor descreve a relação que esta “comunidade em missão” tem com Jesus, reflete sobre o lugar de Jesus na atividade missionária da Igreja e assinala quais as condições para que a missão dê frutos. Podemos então refletir em duas partes, dois momentos.

 

No primeiro Jesus se encontra à margem do lago, com isso podemos notar que lançar as redes tem sido em vão, a noite escura penetra a alma e os corações dos discípulos, assim como em nossas vidas quando deixamos Jesus a margem de nossa história e aos poucos vamos perdendo o ânimo, a firmeza de nossas ações e a fertilidade de nossas obras, deste modo, percebemos que nada podemos fazer sem Jesus. Tudo aquilo que pensamos como missão, neste caso associada à pesca, é em vão se não buscamos fazer por Cristo, com Cristo e em Cristo.

 

No segundo momento  encontramos a confirmação da fé de Pedro, bem como a de todos nós como Igreja, no texto Jesus dialoga com Pedro, três perguntas, três respostas, três conclusões: apascenta, serve, cuida das minhas ovelhas. . A pergunta que Jesus dirige a Pedro a fim de o confirmar em seu ministério de chefe dos Apóstolos e cabeça visível da Igreja, é dirigida também a cada um de nós, o Senhor espera de seus discípulos uma resposta não menos calorosa e sincera que a de Pedro.

Por isso, devemos perguntar-nos hoje e sempre se amamos realmente a Cristo. Embora reconheçamos com Simão nossa incapacidade de O amar como Ele merece ser amado, temos de fato nos esforçado por oferecer-Lhe todo o amor de que somos capazes, em nossa fragilidade e miséria? Não O podemos enganar, fingindo ter por Ele uma caridade que ainda não possuímos, mas podemos render-nos à sua bondade e pedir-Lhe que venha em socorro ao amor, que por agora lhe temos. Supliquemos neste dia que Ele se digne enviar-nos o seu Espírito Santo, que por sua divina virtude pode aquecer o que em nós está frio, iluminar a escuridão do nosso egoísmo e levar-nos à plenitude da caridade.

 

 

João Vitor Santana Ferreira

Seminarista do 1º ano de Filosofia;

Paróquia de origem: Bom Pastor, Nova Carapina I, Serra – ES;

Paróquia de pastoral: Mãe da Divina Misericórdia, Marcílio de Noronha, Viana – ES.

A Pascom da Arquidiocese de Vitória se reuniu pela primeira vez em 2022 na manhã deste sábado (30) no Centro Católico de Estudos, em

A Pascom da Arquidiocese de Vitória se reuniu pela primeira vez em 2022 na manhã deste sábado (30) no Centro Católico de Estudos, em Vitória. Mais de 100 pasconeiros participaram deste encontro presencial. A programação começou com a palestra do professor Elson Faxina, que direto de Madri, na Espanha, falou sobre sua atuação na Pascom desde os anos 70 e 80, quando ela começou a se estruturar no sentido de que comunicar é evangelizar, principalmente no lado mais pessoal, grupal, interpessoal.

“Tentávamos criar, pois tudo era experimentação. Comecei a experiência na Arquidiocese de Curitiba e naquele momento que não tínhamos muita certeza do que fazer, mas era interessante, pois foi caminhando e é um orgulho imenso ver a Pascom com essa afinidade orgânica da Igreja no Brasil inteiro. A pandemia foi triste para a sociedade, triste para a Igreja e acabou também mostrando o poder da Pastoral da Comunicação e chegou o momento que a Pascom foi desafiada a trazer soluções para a pandemia”, afirmou

Faxina apresentou duas participações uma de Cacilda Medeiros – Coordenadora da Pascom na Arquidiocese de Natal, no Rio Grande do Norte – que há mais de 20 anos é coordenadora lá e Vanusa Linhares, Coordenadora da Arquidiocese de Itapipoca, no Ceará. As duas contaram um pouco de suas experiências na pandemia e afirmaram que a Pascom foi uma heroína, e os pasconeiros foram heróis pois conseguiram fazer transmissões, lives, sem quase nenhuma experiência e muitas vezes colocando seus dispositivos pessoais à serviço da Igreja. Também foi ouvida a Irmã Élide Fogolari, que é das Irmãs Paulinas e está na Arquidiocese de Curitiba.

Se antes a Pastoral da Comunicação era serviço, hoje ela é mais ainda. E o professor destacou o quanto as outras pastorais e movimentos precisam da Pascom e ressaltou que a Pascom deve ser como a seiva em uma árvore, se a seiva não existe a árvore morre, mas ela fica lá dentro, escondida. “Eu gosto de uma Pascom que faça as pastorais aparecerem, a Igreja aparecer. Tem que ter cuidado com o ego. Cuidado quando o assessor aparece demais é porque o assessorado está aparecendo de menos e isso vale para a Pastoral da Comunicação. Não tem que aparecer para fora, nós vamos ser a seiva, nesta grande árvore que é a Igreja. A gente aparece para dentro para ajudar como o lava pés. Somos a pastoral do Lava Pés, que é se colocar a serviço da Igreja. Então muito cuidado, a gente tem o valor de ouro, mas a gente não pode reluzir como ouro”, afirmou Faxina.

E agora que a Igreja vive um novo momento, retomando suas atividades, o que precisamos nós como Igreja e Comunicação ser neste pós-pandemia? Estamos voltando a nossa vida quase normal, as missas presenciais voltaram, as pessoas voltaram para a Igreja. “A resposta é que principalmente é preciso pensar em atividades concretas, para fazer o anúncio da boa nova de Jesus Cristo com a alma. Qual o nosso horizonte, nosso dever, nosso sonho? Nosso sentido é realizar o reino de Deus. Nossa missão não é divulgar e sim transformar a sociedade e é preciso se organizar tecnicamente e pegar experiências de fora e de dentro das nossas paróquias”.

Após a palestra foi feita uma pausa para o café e quando as pessoas retornaram ao auditório do Cecates foram realizadas as oficinas. Primeiro a de texto com a jornalista Renata Rocha que de forma bem descontraída falou sobre como escrever bem. “Produzir um bom texto é expressar por meio de palavras as ideias ou conceitos sobre determinado assunto. Comunicação é relação. Como eu vou melhorar o mundo se dentro de casa a gente não consegue se comunicar, se a gente não consegue conversar? Essa melhor comunicação acontece tornar comum esse pensamento que eu tenho aqui de como é escrever bem. Texto mal escrito, resposta errada. Mensagem correta, resposta correta”.

A outra oficina da manhã foi conduzida por Wild Broad, responsável pela agência que cuida das redes sociais da Arquidiocese de Vitória. Ele fez um panorama sobre o cenário do Marketing Digital “Tudo na publicidade existe um porquê. Nesse porque é que eu estudo, incorporo ideias e tenho dados. Todo movimento que é feito em um canal digital ou rede social é metrificado e a maioria das pessoas não leem esses dados”. Ele também falou sobre a constante evolução deste mundo, os principais canais de comunicação que existem atualmente e como ser meu perfil nestes canais.

Prêmio Palma da Vitória  

Também durante esta manhã foi lançado pelo padre Anderson Gomes, Vigário Episcopal para Comunicação da Arquidiocese de Vitória, o primeiro prêmio que vai premiar os comunicadores do território da nossa Igreja. Será um reconhecimento pelo bem realizado e ao mesmo tempo uma forma de tornar conhecidas as práticas do bem que a comunicação social é chamada a prestar à sociedade. Premiar pessoas e trabalhos pastorais. Todas as informações estão aqui!

Depoimentos

Formação com conteúdos rico de informações e conhecimentos. Nos dá Pascom Paróquia Santo Antônio de Santana Galvão vila velha ficamos honrado adquirir conhecimentos que vão agregar em nosso caminhar paroquial.

Edgar Pettazzoni Junior
Paróquia São Frei Galvão

 

Participar da formação de hoje foi muito gratificante e agregou muito para nossa Pascom, para nosso conhecimento. Aprender um pouco mais das áreas de nossa Pascom, ver os assuntos abordados de forma clara e concisa, além do fato de estar em união com todas as Paróquias, essa interação nos ajuda a crescer e a evoluir, abre nossa mente e nos agrega cada vez mais.

Sthefany Bonin de Queiroz

 

Foi muito gratificante, após dois anos sem encontros de forma presencial, reencontrar agentes da pastoral e conhecer novos agentes, foi uma manhã de aprendizagem, de partilha, salmos de renovados para nossa missão.

Sérgio Renato – Representante da Pascom Área Cariacica/Viana 

 

Veja alguns registros

 

Terminou hoje a 1ª etapa da 59ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, que aconteceu no formato virtual. A 2ª etapa irá acontecer no

Terminou hoje a 1ª etapa da 59ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, que aconteceu no formato virtual. A 2ª etapa irá acontecer no formato presencial de 29 de agosto a 2 de setembro de 2022. Diversos assuntos foram abordados durante esta semana de 25 a 29 de abril. O bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitória, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, participou pela 1ªvez e disse que o número de bispos participando foi muito expressivo e a Assembleia foi muito boa. Dom Franklin destacou alguns assuntos que foram importantes nas discussões e partilhas, entre eles, as novas diretrizes para a ação evangelizadora, o estudo para implementar o ministério do catequista, as iniciativas de solidariedade e comunhão que aconteceram nas dioceses durante a pandemia e também a reflexão sobre o momento atual que vivemos.

Ao final da Assembleia, os bispos assinaram e divulgaram uma mensagem ao povo brasileiro. Confira abaixo ou baixe o pdf, clicando aqui.

 

MENSAGEM AO POVO BRASILEIRO

59ª. Assembleia Geral da CNBB

“A esperança não decepciona” (Rm 5,5).

Guiados pelo Espírito Santo e impulsionados pela Ressurreição do Senhor, unidos ao Papa Francisco, nós, bispos católicos, em comunhão e unidade, reunidos para a primeira etapa da 59ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, de modo on-line e com a representação de diversos organismos eclesiais, dirigimos ao povo brasileiro uma mensagem de fé, esperança e corajoso compromisso com a vida e o Brasil.

Enche o nosso coração de alegria perceber a explosão de solidariedade, que tem marcado todo o País na luta pela superação do flagelo sanitário e social da COVID-19. A partilha de alimentos, bens e espaços, a assistência a pessoas solitárias e a dedicação incansável dos profissionais de saúde são apenas alguns exemplos de incontáveis ações solidárias. Gestores de saúde e agentes públicos, diante de um cenário de medo e insegurança, foram incansáveis e resilientes. O Sistema Único de Saúde-SUS mostrou sua fundamental importância e eficácia para a proteção social dos brasileiros. A consciência lúcida da necessidade dos cuidados sanitários e da vacinação em massa venceu a negação de soluções apresentadas pela ciência. Contudo, não nos esquecemos da morte de mais de 660.000 pessoas e nos solidarizamos com as famílias que perderam seus entes queridos, trazendo ambas em nossas preces.

Agradecemos ainda, de modo particular às famílias e outros agentes educativos, que não se descuidaram da educação das crianças, adolescentes, jovens e adultos, apesar de todas as dificuldades. Com certeza, a pandemia teria consequências ainda mais devastadoras, se não fosse a atuação das famílias, educadores e pessoas de boa vontade, espírito solidário e abnegado. A Campanha da Fraternidade 2022 nos interpela a continuar a luta pela educação integral, inclusiva e de qualidade.

A grave crise sanitária encontrou o nosso País envolto numa complexa e sistêmica crise ética, econômica, social e política, que já nos desafiava bem antes da pandemia, escancarando a desigualdade estrutural enraizada na sociedade brasileira. A COVID-19, antes de ser responsável, acentuou todas essas crises, potencializando-as, especialmente na vida dos mais pobres e marginalizados.

O quadro atual é gravíssimo. O Brasil não vai bem! A fome e a insegurança alimentar são um escândalo para o País, segundo maior exportador de alimentos no mundo, já castigado pela alta taxa de desemprego e informalidade. Assistimos estarrecidos, mas não inertes, os criminosos descuidos com a Terra, nossa casa comum. Num sistema voraz de “exploração e degradação” notam-se a dilapidação dos ecossistemas, o desrespeito com os direitos dos povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos, a perseguição e criminalização de líderes socioambientais, a precarização das ações de combate aos crimes contra o meio ambiente e projetos parlamentares desastrosos contra a casa comum.

Tudo isso desemboca numa violência latente, explícita e crescente em nossa sociedade. A crueldade das guerras, que assistimos pelos meios de comunicação, pode nos deixar anestesiados e desapercebidos do clima de tensão e violência em que vivemos no campo e nas cidades. A liberação e o avanço da mineração em terras indígenas e em outros territórios, a flexibilização da posse e do porte de armas, a legalização do jogo de azar, o feminicídio e a repulsa aos pobres, não contribuem para a civilização do amor e ferem a fraternidade universal.

Diante deste cenário esperamos que os governantes promovam grandes e urgentes mudanças, em harmonia com os poderes da República, atendo-se aos princípios e aos valores da Constituição de 1988, já tão desfigurada por meio de Projetos de Emendas Constitucionais. Não se permita a perda de direitos dos trabalhadores e dos pobres, grande maioria da população brasileira. A lógica do confronto que ameaça o estado democrático de direito e suas instituições, transforma adversários em inimigos, desmonta conquistas e direitos consolidados, fomenta o ódio nas redes sociais, deteriora o tecido social e desvia o foco dos desafios fundamentais a serem enfrentados.

Nesse contexto, iremos este ano às urnas. O cenário é de incertezas e radicalismos, mas, potencialmente carregado de esperança. Nossas escolhas para o Executivo e o Legislativo determinarão o projeto de nação que desejamos. Urge o exercício da cidadania, com consciente participação política, capaz de promover a “boa política”, como nos diz o Papa Francisco. Necessitamos de uma política salutar, que não se submeta à economia, mas seja capaz de reformar as instituições, coordená-las e dotá-las de bons procedimentos, como as conquistas da Lei da Ficha Limpa, Lei Complementar 135 de 2010, que afasta do pleito eleitoral candidatos condenados em decisões colegiadas, e da Lei 9.840 de 1999, que criminaliza a compra de votos. Não existe alternativa no campo democrático fora da política com a ativa participação no processo eleitoral.

Tentativas de ruptura da ordem institucional, hoje propagadas abertamente, buscam colocar em xeque a lisura do processo eleitoral e a conquista irrevogável do voto. Tumultuar o processo político, fomentar o caos e estimular ações autoritárias não são, em definitivo, projeto de interesse do povo brasileiro. Reiteramos nosso apoio às Instituições da República, particularmente aos servidores públicos, que se dedicam em garantir a transparência e a integridade das eleições.

Duas ameaças merecem atenção especial. A primeira é a manipulação religiosa, protagonizada tanto por alguns políticos como por alguns religiosos, que coloca em prática um projeto de poder sem afinidade com os valores do Evangelho de Jesus Cristo. A autonomia e independência do poder civil em relação ao religioso são valores adquiridos e reconhecidos pela Igreja e fazem parte do patrimônio da civilização ocidental. A segunda é a disseminação das fake news, que através da mentira e do ódio, falseia a realidade. Carregando em si o perigoso potencial de manipular consciências, elas modificam a vontade popular, afrontam a democracia e viabilizam, fraudulentamente, projetos orquestrados de poder. É fundamental um compromisso autêntico com a verdade e o respeito aos resultados nas eleições. A democracia brasileira, ainda em construção, não pode ser colocada em risco.

Conclamamos toda a sociedade brasileira a participar das eleições e a votar com consciência e responsabilidade, escolhendo projetos representados por candidatos e candidatas comprometidos com a defesa integral da vida, defendendo-a em todas as suas etapas, desde a concepção até a morte natural. Que também não negligenciem os direitos humanos e sociais, e nossa casa comum onde a vida se desenvolve. Todos os cristãos somos chamados a preocuparmo-nos com a construção de um mundo melhor, por meio do diálogo e da cultura do encontro, na luta pela justiça e pela paz.

Agradecemos os muitos gestos de solidariedade de nossas comunidades, por ocasião da pandemia e dos desastres ambientais. Encorajamos as organizações e os movimentos sociais a continuarem se unindo em mutirão pela vida, especialmente por terra, teto e trabalho. Convidamos a todos, irmãos e irmãs, particularmente a juventude, a deixarem-se guiar pela esperança e pelo desejo de uma sociedade justa e fraterna. Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, obtenha de Deus as bênçãos para todos nós.

Brasília – DF, 29 de abril de 2022.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte – MG
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre, RS
1º Vice-Presidente 

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima, RR
2º Vice-Presidente

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar do Rio de Janeiro, RJ
Secretário-Geral 

A Assembleia Legislativa do Espírito Santo realizou uma Sessão Solene em homenagem aos padres e bispos, particularmente recordando o septuagésimo primeiro aniversário de nosso
A Assembleia Legislativa do Espírito Santo realizou uma Sessão Solene em homenagem aos padres e bispos, particularmente recordando o septuagésimo primeiro aniversário de nosso Seminário.
 
A cerimônia que ocorreu no plenário Dirceu Cardoso e proposta pelo Deputado Estadual Alexandre Xambinho (PSC) homenageou 30 religiosos, além do Seminário. Padres de várias localidades do Estado receberam a comenda “Arautos da Paz”, concedida a líderes religiosos que se destacam no compromisso de promover a paz, o respeito ao próximo e a justiça social.
 
Representando nossa Casa, Padre Jorge Campos (Reitor e Vigário Geral da Arquidiocese) recebeu a placa comemorativa. Em seus dizeres pontuou a importância não só religiosa, mas social do Seminário na história, cultura e educação do povo capixaba. E, por fim, recordou as figuras ilustres que passaram por nossa formação, citando os nomes de Dom Geraldo Lyrio Rocha (Arcebispo Emérito de Mariana-MG) e do ex-Governador e Senador da República, Gerson Camata (in memoriam).
 
Dentre os padres homenageados, alguns fizeram o uso da palavra, como o Padre Rodrigo Chagas (Administrador Paroquial de São Sebastião do Alto Guandú, Afonso Cláudio), que no seu discurso falou sobre a promoção de uma “Paz que nos faz ser firmes e confiantes que, mesmo em meio à guerra, estamos em paz porque temos um Deus que nos fortalece”; e do Padre Ruan Coutinho da Cruz (Vigário em Muquiçaba, Guarapari-ES) que ressaltou o papel da Igreja durante a Pandemia: “É um equívoco falar que a Igreja esteve adormecida nesses dois anos. Foi um trabalho silencioso, discreto, de assistência sacramental, unção dos enfermos, atendimento de confissões e as missas nunca deixaram de acontecer, mesmo que virtuais”.
 
Homenageados com a Comenda Arautos da Paz
Dom Andherson Franklin Lustoza de Souza
Dom Lauro Sérgio Versiani Barbosa
Padre Diego Carvalho dos Santos
Padre Rodrigo Chagas
Padre Jader Jesus Silva
Padre Edson Delfino
Padre Hugo Pereira de Souza
Padre Jonas Nunes Coutinho
Padre Patric da Silva Wanderley
Padre Jones dos Santos Teixeira
Padre Ivomar de Souza Cordeiro
Padre João Batista Vieira
Padre Juliano Ribeiro Almeida
Padre Clebson de Souza Rodrigues
Padre Vandaike Costa Araújo
Frei Juan Antônio González Espejel
Padre Robson Lemos Pereira
Padre Zaelton da Costa Nascimento
Padre Edmilson Boechat de Castro
Padre Fábio Eduardo de Lima Santos
Padre Antonio Luiz Pazolini Pandolfi
Padre Éder Mataveli Vargas
Padre Firmino Costa Martins
Padre Neíl Joaquim de Almeida
Padre Ruan Coutinho da Cruz
Padre Vicente Osmar Batista Coelho
Padre Cláudio Alves Moreira
Padre Jonathan Costa Rocha
Homenageados com placas

Padre Henrique Evangelista de Oliveira

Seminário Nossa Senhora da Penha