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Na próxima quinta-feira, dia 01 de julho, nossos irmãos seminaristas do primeiro ano de Teologia (Etapa da Configuração) serão admitidos às Ordens Sacras. A
Na próxima quinta-feira, dia 01 de julho, nossos irmãos seminaristas do primeiro ano de Teologia (Etapa da Configuração) serão admitidos às Ordens Sacras.
A cerimônia (restrita aos seminaristas, devido aos protocolos da Covid-19) será presidida por nosso Arcebispo Metropolitano, Dom Dario Campos, às 18h.
Segundo o Pontifical Romano, “celebra-se o Rito de Admissão a candidato às Ordens Sacras, quando se pode verificar que o propósito dos aspirantes, baseado nos dotes necessários, atingiu suficiente amadurecimento”.
Assim, estes nossos irmãos manifestarão livremente diante do Bispo e de toda a Igreja que são aspirantes entre os candidatos ao diaconato e ao presbiterato. Rezemos, pois, pela vida e vocação destes e todos os seminaristas de nossa formação.
Acompanhe a transmissão AO VIVO pelas redes sociais do Seminário Arquidiocesano (Facebook e Youtube).
O Papa Francisco, ao falar de São Pedro e São Paulo no Angelus de hoje, acentuou a transparência e o testemunho que os dois
O Papa Francisco, ao falar de São Pedro e São Paulo no Angelus de hoje, acentuou a transparência e o testemunho que os dois santos viveram e nos provocou a abandonar as máscaras. Leia a matéria publicada no site Vatican News.
No Angelus desta terça-feira (29), Francisco encorajou a seguir o testemunho de vida de Pedro e Paulo, reforçando a mensagem da missa da manhã por ocasião da Solenidade dos Apóstolos: vamos “abandonar as nossas máscaras, renunciar às meias-medidas, às desculpas que nos tornam mornos e medíocres”. O pedido do Papa, assim, para nos “colocarmos em jogo”, com transparência, fazendo uma Igreja “mais próxima ao povo, profética e missionária”.
No dia da Solenidade de São Pedro e São Paulo e após presidir a celebração na Basílica Vaticana, o Papa rezou a oração mariana do Angelus com os fiéis da janela do seu escritório no Palácio Apostólico. A Praça São Pedro recebeu muitos peregrinos e turistas por ocasião da festa dos santos padroeiros de Roma nesta terça-feira (29), feriado na Itália e no Vaticano.

E olhando justamente para a vida de Pedro e Paulo e através do Evangelho de hoje (Mt 16, 13-19), o Papa Francisco nos dirigiu uma provocação feita pelo próprio Jesus aos discípulos: “quem dizem as pessoas que Eu sou?” e “quem sou Eu para ti?”. A primeira questão “tratava-se de uma sondagem para descobrir quais eram as opiniões sobre Ele e a fama de que gozava, mas a notoriedade não interessa a Jesus”, observou o Pontífice. Por isso da importância de conseguir reconhecer a “diferença fundamental da vida cristã” para não se limitar à segunda pergunta, sobre as opiniões dos outros e falando “de Jesus”, mas entrando em relação com Ele, falando “com Jesus”, como testemunharam Pedro e Paulo.

“Os Santos que hoje celebramos fizeram esta passagem, tornando-se testemunhas. Não eram admiradores, mas imitadores de Jesus. Não eram espectadores, mas protagonistas do Evangelho. Não acreditavam em palavras, mas nos atos. Pedro não falou de missão, era pescador de homens; Paulo não escreveu livros eruditos, mas cartas vivas, enquanto viajava e testemunhava. Ambos gastaram a vida pelo Senhor e pelos irmãos.”

Seguir o testemunho de vida de Pedro e Paulo

O Papa, assim, encorajou a aceitarmos essa provocação, seguindo o testemunho de vida dos Apóstolos que nem sempre foram “exemplares”, mas “transparentes” já que tiveram toda a “história nua e crua nos Evangelhos, com todas as misérias”. Só assim, “da luta contra as próprias duplicidades e falsidades”, o Senhor pode fazer grandes coisas através de nós, enfatizou Francisco, para não corrermos o risco “de dar pareceres e opiniões, de ter grandes ideias e dizer belas palavras, mas de nunca nos colocarmos em jogo”:

“Quantas vezes, por exemplo, dizemos que gostaríamos de uma Igreja mais fiel ao Evangelho, mais próxima do povo, mais profética e missionária, mas depois, na prática, nada fazemos! É triste ver que muitos falam, comentam e debatem, mas poucos testemunham. As testemunhas não se perdem em palavras, mas dão fruto. Não se queixam dos outros e do mundo, mas começam por si próprias. Lembram-nos que Deus não deve ser demonstrado, mas mostrado; não anunciado com proclamações, mas testemunhado com o exemplo.”

Quem sou Eu para ti?

O Pontífice finalizou, então, a alocução que precedeu a oração mariana do Angelus, reforçando para que não nos preocupemos “em cuidar de defender a nossa imagem”, mas, ao contrário, busquemos seguir os passos dos Apóstolos:

“Caros irmãos e irmãs, hoje o Senhor interpela-nos. A sua pergunta – Quem sou Eu para ti? – escava dentro de nós. Através das suas testemunhas Pedro e Paulo, exorta-nos a abandonar as nossas máscaras, a renunciar às meias-medidas, às desculpas que nos tornam mornos e medíocres. Nossa Senhora, Rainha dos Apóstolos, nos ajude nisto. Acenda em nós o desejo de dar testemunho de Jesus!”

Faleceu hoje Ir. Cecília, Carmelita que morava e faleceu no Carmelo de Nazaré em Cariacica de parada cardiorrespiratória, aos 87 anos. Maria Cecília do

Faleceu hoje Ir. Cecília, Carmelita que morava e faleceu no Carmelo de Nazaré em Cariacica de parada cardiorrespiratória, aos 87 anos. Maria Cecília do Coração Eucarístico era seu nome religiosos, natural do Rio de Janeiro e integrou a primeira comunidade do Carmelo de Cariacica, vindo de Petrópolis.

O enterro será amanhã após missa de corpo presente às 10h. A cerimônia será restrita à comunidade e familiares que chegarão hoje do Rio de Janeiro.

A Arquidiocese de Vitória solidariza-se com a comunidade e familiares de ir. Cecília e une-se em oração neste momento na esperança e fé.

 

Natural de Campos, no Rio de Janeiro, o mais velho de uma família de 4 irmãos e filho de Leandro Calil Mascalubo e Samara

Natural de Campos, no Rio de Janeiro, o mais velho de uma família de 4 irmãos e filho de Leandro Calil Mascalubo e Samara Calil Mascalubo, é o diácono transitório da Arquidiocese de Vitória, Daniel Calil Mascalubo, de 29 anos, que será ordenado padre no dia 21 de agosto, às 18h, na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, na Praia de Itaparica, Vila Velha.

A trajetória do diácono Daniel começa antes de sua chegada a Vitória. Ele destaca que seus pais sempre foram comerciantes na cidade de Campos e e ele cresceu nesse meio com eles. Estudando desde a infância na escola católica “Centro Educacional São Geraldo” na sua cidade natal, diácono Daniel conta que ali foi um local de grande importância no seu caminho vocacional, porque é um colégio regido por padres e freiras e lá que ele teve um contato com a Fé de forma muito particular.

“Foi um local onde tive catequese, fui formado em ensino religioso e lá então eu desenvolvi a vida de comunidade, com o trabalho no grupo jovens, comecei a fazer as leituras na missa, depois passei a ajudar no altar e fui ficando mais adolescente e tendo mais compromissos e responsabilidades com a comunidade local. Nesse movimento eu percebendo que a vida do padre podia ser minha vida e eu achei aquilo o máximo e eu fui me aproximando e me entendendo que poderia um dia estar ali naquele lugar”.

O Ensino Fundamental foi um período foi muito importante, que o diácono Daniel considera que foi o primeiro amor, pois ele precisou retornar ao colégio para entender o chamado: “eu estudava no colégio e tive as boas experiências com os padres e com a educação católica. Foi aí que participei das primeiras missas também e como criança mexia muito quando a gente cantava para Nossa Senhora, quando fazia alguma apresentação, principalmente no mês mariano”.

Mas foi quando a família se mudou para o interior de Campos, que ele conheceu a comunidade de Vila Nova, onde é a residência própria dos seus pais, e o local onde ele desenvolveu diversos trabalhos. “Quando eu fui me entendendo pela vida de comunidade e chamado ao sacerdócio eu senti saudade do colégio, então comecei a voltar ao colégio para visitar a paróquia, visitar o convento das irmãs que muitas eram professoras e deram aula para mim, comecei a visitar o padre. E o padre José Gualandi, de Campos, foi o primeiro padre que ouviu da minha boca que eu queria ser um sacerdote. E ele está comigo na minha caminhada inteira e vai ser um dos padrinhos da minha ordenação. Ele que vai me vestir com as vestes sacerdotais”, detalha o diácono Daniel.

Neste tempo ele fez sua caminhada vocacional na Diocese de Campos, estudou a Filosofia. Depois deu aula na prefeitura, fez estágio de licenciatura e veio para Vitória após uma experiência de intercâmbio com um grupo de jovens da paróquia Santana, em Cariacica. Ao visitar Vitória ele gostou muito da cidade e realidade local e desejou fazer uma nova experiência. Conversando com padre Jorge Campos, que já era reitor do Seminário Nossa Senhora da Penha, diácono Daniel foi acolhido para iniciar seu processo vocacional no ano de 2014.

“Padre Jorge marcou uma visita e eu fui para Vitória e fomos conversando, fazendo o trabalho de conhecimento mútuo e ao final deu-se a oportunidade de continuar e eu abracei. Na verdade Campos já acolheu alguns seminaristas de Vitória, então essa relação não é muito estranha. Até porque entre a capital Rio de Janeiro e Vitória, a capital do Espírito Santo é muito mais próxima para nós do que Rio de Janeiro. Então no verão por exemplo, para ir às praias os moradores de Campos não vão para a Região dos Lagos e sim para Guarapari. Essa relação interestadual acontece além da Igreja, só que no meu caso eu acho que fui o primeiro seminarista que saiu de Campos para estudar em Vitória”.

Aqui em Vitória, diácono Daniel conta que ouve uma maturidade muito grande até da própria personalidade, porque ele já estava mais adulto e consequentemente entrou para o seminário para realizar a sua vocação: “então meu propósito era fazer o melhor possível, me formar da melhor forma possível, para ser o melhor padre possível. Isso foi esforço humano e o que dependia de mim eu fiz o máximo para fazer bem feito. Seu eu falhei, se eu errei isso é normal. Qual ser humano não erra? Mas me dediquei ao máximo. E chegamos né?! Fomos recebendo os ministérios, chegando neste período. Então teve a ordenação diaconal, as missões e agora a ordenação presbiteral”.

Padre Jorge Campos, e padre Robson Lemos foram padrinhos na sua ordenação diaconal, por terem ligação direta na trajetória vocacional de Daniel. Em Vitória, ainda como seminarista, ele trabalhou em estágio com padre Ivo Amorim, na paróquia São José, em Maruípe e nos últimos dois anos trabalhou com padre Hiller Stefanon, na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, e inclusive este será o local de sua ordenação sacerdotal e padre Hiller também será seu padrinho. Os detalhes da cerimônia ainda serão definidos na primeira semana de julho, mas ele adianta que a ideia é fazer no templo novo, pois é bem grande, para que se tenha um bom acolhimento respeitando os protocolos.

Sobre o seu sentimento agora que está prestes a ser tornar um padre, Daniel Calil afirma estar feliz e realizado, pois esta é a felicidade de uma escolha e a realização de uma vida. Nesta terça-feira (29) ele estará retornado do Pará junto dos doutros diáconos transitórios, mas ele destaca que uma coisa que esta missão o ajudou a entender é que o importante não é fazer muitas coisas e sim ser alguém!

“E eu acho que o padre tem que ser padre, pai, irmão, amigo, conselheiro, tem que ser o suporte que o fiel está precisando e não estar só se movimentando com eventos ou atividades. O ser do padre é mais importante do que o fazer e a minha expectativa para o sacerdócio é tentar ser um bom sacerdote naquilo que precisar, se for na paróquia ou em outra área da Arquidiocese, mas tentar fazer o melhor que puder”, finaliza o diácono.

O  Departamento Penitenciário Nacional elaborou proposta para substituir a assistência religiosa presencial por “sistemas fechados de áudio na forma de rádios ecumênicas”. A Pastoral

O  Departamento Penitenciário Nacional elaborou proposta para substituir a assistência religiosa presencial por “sistemas fechados de áudio na forma de rádios ecumênicas”. A Pastoral Carcerária nacional com o apoio de  diversas entidades e  bispos elaborou Carta Aberta com as razões pelas quais discorda da proposta. Leia a matéria que foi publicada no site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

CARTA DA PASTORAL CARCERÁRIA RECEBE 862 ASSINATURAS EM REPÚDIO À PROPOSTA DE ACABAR COM A ASSISTÊNCIA RELIGIOSA PRESENCIAL NOS PRESÍDIOS

A carta aberta da Pastoral Carcerária (PCr) em repúdio à proposta do Departamento Penitenciário Nacional de substituir a assistência religiosa presencial por “sistemas fechados de áudio na forma de rádios ecumênicas” recebeu 862 assinaturas e teve sua versão final divulgada nesta quinta-feira, 24 de junho. O texto, com apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), recebeu a assinatura de 27 bispos individualmente e centenas de entidades eclesiais e da sociedade civil, nacionais e internacionais, além de pessoas físicas e pastorais carcerárias de diferentes cidades e estados do país.

Como avalia a PCr na carta, “a troca da assistência religiosa presencial pelo dito sistema ataca a existência e a missão de qualquer religião no interior dos presídios. A presença física de representantes religiosos/as é fundamental para a efetivação dos dogmas estabelecidos em seus livros e rituais sagrados. Não há afeto, não há escuta, não há vida na proposta do DEPEN”.

A PCr Nacional, em conjunto com a CNBB, segue expondo os danos que a proposta em questão pode causar para as presas e presos do sistema carcerário, pois a assistência religiosa presencial é um direito garantido, e vai continuar pressionando os órgãos oficiais para que ele seja respeitado.

Confira a carta na íntegra abaixo. Para baixar, clique aqui. 

Carta Aberta da Pastoral Carcerária contraproposta do Depen de
substituir a assistência religiosa presencial nos presídios

 A Pastoral Carcerária Nacional, em conjunto com as demais entidades abaixo assinadas, vem através desta carta aberta manifestar repúdio à proposta formulada pelo Departamento Penitenciário Nacional no Ofício nº 1055/2021/DIRPP/DEPEN/MJ.

O DEPEN quer substituir, para sempre, a assistência religiosa presencial, por meio da “implantação de sistemas fechados de áudio na forma de rádios ecumênicas”.

Não se trata de uma medida para ampliar e fomentar a assistência religiosa pelo país, como pode parecer em um primeiro momento; no ofício enviado pelo DEPEN, o órgão explicita que “com um sistema de áudio remoto, inexistiria a necessidade da entrada de líderes religiosos nas área internas dos estabelecimentos, como ocorre hoje”. Da mesma forma, não é uma proposta que seria adotada exclusivamente durante a pandemia. Trata-se de uma medida duradoura, que destruirá a assistência religiosa nos presídios, substituindo a presença física de representantes religiosos/as pela voz unilateral da rádio.

A troca da assistência religiosa presencial pelo dito sistema  ataca a existência e a missão de qualquer religião no interior dos presídios. A presença física de representantes religiosos/as é fundamental para a efetivação dos dogmas estabelecidos em seus livros e rituais sagrados. Não há afeto, não há escuta, não há vida na proposta do DEPEN. A assistência religiosa não é um discurso vazio e sem emoção. Trata-se de uma relação participativa e coletiva, que exige a presença multilateral e a escuta mútua. Não se pode vivenciar a religião no cárcere sem a presença física, sem o contato próximo e afetivo e sem o diálogo horizontal. Não se pode expressar qualquer religiosidade sem presença, sem corpo e sem alma.

Não bastasse a agressão mencionada, a proposta de virtualização da assistência religiosa também ataca os direitos fundamentais da pessoa presa e fere o ordenamento jurídico. O distanciamento e a destruição da presença religiosa causada pela transmissão de áudio via circuito de rádio atacam diretamente as Regras Mínimas das Nações Unidas para o Tratamento de Reclusos, ao violar a Regra 65. A proposta também agride o inciso VII do art. 5º da Constituição Federal, o art. 24 da Lei nº 7.210/84 e os art. 3º e 4º da Resolução nº 08/2011 do CNPCP.

Não se está, portanto, diante de uma simples regalia. Trata-se de um direito fundamental da pessoa presa, que será destruído caso a proposta do DEPEN seja concretizada.

Por fim, cumpre ressaltar que a presença de qualquer religião no cárcere é imprescindível para prevenção e combate às violações de direitos que ocorrem nos presídios brasileiros. É durante a visita presencial e reservada que a pessoa presa se sente segura a relatar sua vivência no cárcere, espaço este que é reconhecido como estruturalmente violador de direitos. Este é, inclusive, um dos pontos defendidos pela Agenda Nacional pelo Desencarceramento (7. Ainda no âmbito da LEP: abertura do cárcere e criação de mecanismos de controle popular. Disponível em: https://desencarceramento.org.br/).

Desse modo, considerando que a proposta do DEPEN é inconstitucional e ilegal; e considerando que a proposta agride frontalmente a existência de religiões no cárcere, declaramos nosso repúdio a qualquer proposta de virtualização da assistência religiosa no cárcere e nos manifestamos pela negação, pela extinção e pelo arquivamento de toda e qualquer proposta que vise aniquilar e destruir a assistência religiosa presencial nos presídios brasileiros.

24 de Junho de 2021

Pastoral Carcerária Nacional – CNBB


Bispos que assinam esta carta:

Dom Pedro Carlos Cipollini

Dom José Carlos de Souza Campos

Dom Mário Spaki

Dom José Valdeci Santos Mendes Bispo

Dom Alberto Taveira Corrêa Arcebispo de Belém

Dom Frei Wilmar Santin, O.Carm.

Dom Vital Corbellini

Dom José  Altevir da Silva

Dom José Carlos de Souza Campos

Dom Jesus Maria López Mauleón

Dom Bernardo Johannes Bahlmann

Dom Pedro Brito Guimarães

Dom Giovane Pereira de Melo

Dom Jose Maria Chaves dos Reid

Dom Pedro José Conti

Dom Frei João Muniz Alves, OFM

Dom José Eudes Campos do Nascimento

Dom Carlos Verzeletti

Dom Adriano Ciocca Vasino

Dom Dominique YOU

Dom Fernando  Barbosa  dos Santos

Dom Rodolfo Luís Weber

Dom José Eudes Campos do Nascimento

Diamantino Prata de Carvalho

Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz

Dom Philip Dickmans, bispo de Miracema do Tocantins

Dom José Ionilton Lisboa de Oliveira, SDV

Dom Edson da Diocese de SGC

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é celebrada hoje em todo mundo. A devoção a este título de Maria começou a ser propagada em 1870

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é celebrada hoje em todo mundo. A devoção a este título de Maria começou a ser propagada em 1870 ela é representada por um ícone milagroso: uma pintura do século XIII, de estilo bizantino. Na imagem, Nossa Senhora carrega no colo o Menino Jesus, que observa dois anjos lhe mostrando os elementos da sua paixão: uma cruz e lanças. Nessa simbologia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é um título de homenagem e agradecimento à atenção constante e perpétua da mãe de Jesus para com todos os filhos e filhas de Deus. Perpétuo Socorro significa socorro eterno, em que a mãe nunca esquece ou abandona os seus filhos.

Na Praia da Costa, em Vila Velha, existe uma paróquia dedicada a esta padroeira. Está localizada na Rua São Paulo, S/N, esquina com a rua 15 de Novembro, S/N. A história dessa paróquia começa em 1968 a partir da reunião semanal de mulheres que faziam tricô e tomavam chá, lideradas por Irlanda Soneghet. Elas se reuniam semanalmente para também ajudar aos necessitados. Incentivadas por Frei Firmino Matucheb, elas firmaram uma comunidade em cartório, nascendo a Comunidade Ecumênica da Praia da Costa.

A imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, foi um presente do fiel Jorge Amon, que trouxe a imagem do Líbano, e passou a participar das reuniões da comunidade. No início ela fazia parte de uma das 30 comunidades da paróquia franciscana Nossa Senhora do Rosário, no Centro de Vila Velha e a celebração eucarística acontecia uma vez por mês. Os leigos precisavam realizar a maior parte das atividades. Logo foram criadas as pastorais como a Catequese, Liturgia e Batismo.

Em 1978, o bispo D. João Batista celebrou uma missa no local da comunidade, e sugeriu que o nome fosse modificado para Comunidade Cristã. Quinze anos depois, em 1993, ela se tornou comunidade católica, se integrando a Mitra Arquidiocesana de Vitória, em 1998. Desde o início, muitos movimentos religiosos se organizaram na comunidade.

Criada em 2008 pelo Arcebispo Metropolitano de Vitória, Dom Luiz Mancilha Vilela, a paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro deixou de pertencer ao território franciscano da paróquia Nossa Senhora do Rosário e se tornou independente, agrupando duas comunidades: a Santo Antônio, criada em 1995, na região da Praia da Costa e a Santa Luzia que surgiu em 1999, na Praia do Ribeiro. Padre Renato Criste foi o primeiro pároco e ficou à frente da paróquia até 2012. O atual pároco é padre Anderson Gomes que está responsável por esta Igreja particular desde 2013.

Nos últimos dias foram realizadas diversas atividades para celebrar a festa da padroeira que neste ano tem como tema: “Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, socorrei-nos sem demora”. Desde quinta-feira (24) foram realizados terços, missas e palestras com padres, religiosos e convidados da Arquidiocese.

Hoje é o encerramento e às 11h acontece uma missa presidida pelo pároco, padre Anderson Gomes. Às 19h30, Dom Dario Campos, Arcebispo Metropolitano de Vitória, preside a missa solene.  Os fiéis que fizeram agendamento poderão participar presencialmente e serão realizadas transmissões ao vivo pelo Facebook e Youtube da Paróquia e Facebook e Youtube do padre Anderson Gomes.

Willian Cardoso I “Menina, levanta-te!” (Mc 5, 41b). Vemos no Evangelho de hoje uma prova do  amor que Jesus Cristo tem à vida: Ele

Willian Cardoso I “Menina, levanta-te!” (Mc 5, 41b).

Vemos no Evangelho de hoje uma prova do  amor que Jesus Cristo tem à vida: Ele se levanta em favor da vida,  cura e a liberta (cf. Mc 5, 21-43). O ato de Jesus de colocar-se ao lado dos mais frágeis, devolvendo-lhes vida, dignidade e liberdade nos mostra e nos fortalece na fé que temos n’Ele. É nesse sentido que se afirma que Deus é apaixonado pela vida e que, possuindo um amor sem medida por nós, quer que compreendamos melhor este mistério de nossa fé, que transparece na Liturgia deste Domingo.

A Primeira Leitura de hoje nos fala acerca da morte (cf. Sb 1, 13-15. 2, 23-24), e para melhor elucidar esta temática, trago o pensamento de Santo Agostinho que no diz: “a morte não é nada. É somente uma passagem de uma dimensão para outra”. Que dimensão é esta da qual nos fala Santo Agostinho? É a passagem da vida na terra para a vida em Cristo, aquele mesmo que no Domingo passado provou a nossa fé, mas ao mesmo tempo nos mostrou o seu amor para conosco.

Santo Agostinho vai continuar dizendo: “Eu somente passei para o outro lado do caminho, eu estou agora em uma outra vida, não podem atormentar esta minha passagem com tristeza e lagrimas. Eu tenho que ter muita paz para purificar minha alma e andar tranquilo pelos jardins da dimensão que me encontro”.

Nesta fala de Santo Agostinho transparece uma realidade que, a olho humano, é impossível, pois quando perdemos alguém em nossa vida, nossos sentimentos fazem com que expressemos isso com tristeza e choros; porém, aos olhos da fé, temos que compreender que a morte é uma passagem e o luto que guardamos pela morte de alguém também deve ser passageiro, e após esse luto o nosso dever cristão é orar pela sua alma, e assim ir transformando o luto em oração e fé.

E isso é tão forte em nossa vida cristã que o Salmo Responsorial de hoje vem fortalecer ainda mais (cf. Sl 29/30), esta temática de nossa fé, pois diz: eu vos exalto, ó Senhor, pois me livrastes e preservastes minha vida da morte. Ou seja, o clamor que devemos elevar ao Senhor é um eco da fé em que cremos, pois afirmamos que passando da vida terrestre para a vida celeste, a morte não é a última palavra, e sim caminho de vida plena que temos após esta vida, e que se concretiza no Juízo Final. Estas duas passagens (Primeira Leitura e Salmo) nos mostram o apreço que Jesus tem à nossa vida, e a importância da passagem da vida terrena para a vida celeste.

Passando ao Evangelho, podemos destacar três pontos importantes: primeiro, a postura do chefe da sinagoga (Jairo); o tocar das vestes de Jesus (mulher em enfermidade); e mais uma vez, a confirmação de Jesus Cristo, que ama a vida.

O importante encarregado da sinagoga, Jairo, se jogou aos pés do Senhor em desespero e humildade, insistindo para que curasse sua filha: O ato de fé ou o desespero diante do sofrimento? Não podemos julgar este ato, mas abençoados são os “jairianos” desta terra que estão constantemente intercedendo e perturbando o Senhor! Isso perturba o Criador até que ele entre em nas casas, nas vidas, e mude seu curso. Cada um de nós, de certo modo, é esta jovem que chora, à qual Jesus toma pela mão e diz: Talitá cum! Levante-se! Ouse acreditar e esperar! Acorde sua vida adormecida! Encontre de volta a descoberta do amor e a alegria de viver!

A mulher sem nome se aproximou de Jesus no meio da multidão apenas para “roubar” o milagre, na esperança de que ninguém a visse tocando as vestes da graça. Por 12 anos, sangrou de sangue e solidão. Na verdade, com tantas práticas, apenas ela tocou seu coração.

Nesta passagem do Evangelho, vemos o poder da cura de Jesus apenas pelo toque, toque este que fez com que saísse uma força muito forte de Jesus, em direção à multidão. Esta passagem nos demonstra o poder de nossa fé e da oração, capaz de levar a cura aos mais necessitados. Em nossa realidade, faz-se necessário também trazer a importância da adoração ao Santíssimo Sacramento, pela qual somos impelidos através da fé e da oração a pedir, louvar e levar as bençãos e curas às vidas dos enfermos e necessitados do mundo e da sociedade. Muitas vezes ficamos presos aos nossos problemas, mas devemos lembrar que em nosso Batismo está incumbido o poder missionário, o poder além do toque, poder este que é transmitido através da oração. 

E por fim, o amor a Deus: duas pessoas, duas situações e duas maneiras diferentes de se aproximar de Jesus; uma proclamando publicamente sua fé; outra mostrando uma fé silenciosa. No fundo de seus corações, os dois agraciados estão unidos por causa de sua fé em colocar suas vidas nas mãos de Jesus. Isso é o suficiente para Deus. Nossos frágeis fragmentos de fé bastam para fazer estremecer o seu coração. Quando pensamos que tudo acabou, ele nos sussurra: Seu coração não está morto, vá dormir! Porque a vida não está morta, ela apenas adormeceu.

O encantamento não morrerá, apenas ficará embotado. Para Deus, a morte é uma ilusão, não realidade. Muitas pessoas estão dormindo em nossos corações, gradualmente desaparecendo no anonimato, e a vida se torna eclipsada. Mas porque o amor não tem fim, Deus pode cruzar o limiar do sono e da morte, repetindo-nos com o seu instinto de vida: meu filho, levanta-te! Caros irmãos e irmãs, devemos nos levantar porque o amor não vive para a morte, mas para a vida! Este é o Evangelho!

Que sempre reine em nossos corações e em nossas vidas o amor de Cristo, e que sempre nos recordemos que a morte não é a última palavra, e sim a Vida Nova em Cristo, que nos é fortalecida pela Fé.

Willian Miranda Cardoso

Seminarista do 2º ano de Filosofia.

Paróquia de Origem: São José – Guarapari.

Paróquia de Estágio Pastoral: Santa Mãe de Deus – Ibes -Vila Velha.

Neste domingo (27) a Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Jucutuquara, celebra o 7º dia do falecimento do seu pároco, padre Fernando Antônio Silva

Neste domingo (27) a Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Jucutuquara, celebra o 7º dia do falecimento do seu pároco, padre Fernando Antônio Silva de Souza. Três missas irão acontecer: na comunidade matriz, São Sebastião; na comunidade Santa Mãe de Deus, na Ilha de Santa Maria e na comunidade Nossa Senhora de Lourdes, no Bairro de Lourdes.

Dentro programação estão missas às 7h30, 18h, 19h30 na matriz; às 8h na Comunidade Santa Mãe de Deus e às 10h na Comunidade Nossa Senhora de Lourdes. Para evitar aglomeração de pessoas mais horários de missa foram disponibilizados possibilitando que os fiéis participem de forma presencial. Além disso, as celebrações eucarísticas das 7h30 e das 19h30 serão transmitidas pelo Youtube da paróquia.

Mariana MB é legionária da Legião de Maria e membro da Paróquia Nossa Senhora das Graças. Ela comenta sobre como os paroquianos estão vivenciando a partida precoce do seu padre: “padre Fernando uma vez nos lembrou que o amor também é manifestado na dor, e é essa mistura de amor e dor que estamos vivendo esses últimos dias pela sua perda entre nós. A cada dia é uma nova fase do luto, é um novo sentimento pela morte e pela sua falta nessa fase que nos descobrimos, enquanto paróquia. Porém, nossas orações por ele não cessaram e nem cessarão, na certeza de que agora temos um intercessor no céu!”

Padre Fernando faleceu na segunda-feira, dia 21 de junho, em decorrência de complicações causadas pela Covid-19.  O sacerdote da Arquidiocese de Vitória estava internado no hospital Santa Rita, em Vitória, desde o dia 03 de junho e completou 37 anos de vida no dia 12.

Atualmente padre Fernando estava como Coordenador da Comissão Bíblico-Catequética da Arquidiocese de Vitória e como Coordenador da Área Pastoral de Vitória. Ele tomou posse como Pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Jucutuquara, Vitória, no ano de 2018. Antes disso ele foi vigário Paroquial na paróquia São Francisco de Assis, em Laranjeiras e Administrador Paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Saúde, em Morada de Laranjeiras, Serra.

“Não se perturbe o nosso coração. Credes em Deus; crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar”. (João 14, 1-2 )”