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O Espírito Santo é um dos estados mais religiosos do Brasil. No município de Vila Velha diversas Igrejas tornam-se pontos de turismo religioso e

O Espírito Santo tem uma forte vocação para o turismo religioso. Além dos momentos, as manifestações acontecem durante o ano todo e são responsáveis por grande parte da movimentação turística desse segmento no Estado. A maior delas é a Festa da Penha, uma homenagem à padroeira do Estado, que recebe cerca de 1,5 milhão de turistas e visitantes durante oito dias de celebrações que acontecem na Grande Vitória, especialmente no Convento da Penha.

Em Vila Velha fica a Igreja do Rosário, a mais antiga do Brasil em atividade, com sua construção iniciada em 1535, logo após a chegada do donatário, sob a forma de capela. Recebeu naquela época o acréscimo de uma nave maior e o nome de Igreja Santa Catarina, sendo posteriormente denominada de Igreja do Rosário. A Igreja do Rosário é um bem tombado pelo “IPHAN” (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). 

Convento da Penha

Num penhasco de 154 metros de altitude e localização privilegiada a 500 metros do mar que ostenta no seu entorno imponente fragmento da mata atlântica, está edificado o Santuário de Nossa Senhora da Penha, fundado por Frei Pedro Palácios, que aqui chegou em 1558, trazendo consigo o Painel de Nossa Senhora das Alegrias.

O monumento arquitetônico, peculiar na singeleza e sobriedade, apresenta em sua trajetória histórica muitas reconstruções como a excepcional concepção arquitetônica do Convento, incrustado na rocha do morro, abrindo as janelas de suas celas para o magnífico panorama da barra de Vitória e do oceano Atlântico, enquanto de sua fachada se tem bela vista panorâmica de Vila Velha.

Visitas ao Convento

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 

  • ABERTURA DO PORTÃO: 6h (de segunda a sexta) | 7h (sábados e domingos).

 

  • ACESSO PERMITIDO aos primeiros quarenta (40) automóveis que chegam (de segunda a sexta) para a Missa das 7h. Após este horário (ou atingido o limite de automóveis) a subida só poderá ser feita a pé ou pelo serviço do transporte em vans.

 

  • Aos SÁBADOS, DOMINGOS e FERIADOS não há acesso com automóveis particulares, exceto os que transportarem idosos com dificuldade de locomoção ou pessoas portadoras de necessidades especiais.

 

  • ABERTURA DA CAPELA (varanda da Pietá): no mesmo horário do portão

 

  • FECHAMENTO DO PORTÃO: 16h.

 

  • FECHAMENTO DA CAPELA: 16h.

MISSAS PRESENCIAIS

  • De SEGUNDA a SEXTA, Missa no Campinho às 7h.

 

  • Aos SÁBADOS e DOMINGOS, a Missa ocorre às 9h.

MISSAS ONLINE

  • De SEGUNDA a SÁBADO, Missa pelas redes sociais às 15h.

 

  • Aos DOMINGOS, Missa pelas redes sociais às 9h.

Onde assistir as Missas:

 

 

ATENDIMENTOS E CONFISSÕES

Aos penitentes e confessores, o Convento possibilita condições seguras para a celebração do Sacramento da Reconciliação. Os atendimentos ocorrem nos seguintes horários:

  • De segunda a sábado: das 8h às 11h e das 14 às 16h.

 

  • Domingo: das 14h às 16h.

Igreja do Rosário

Mais conhecida como Igreja da Prainha, a Matriz leva o título de Nossa Senhora do Rosário. Provavelmente, a Igreja foi construída como alguns dizem, por Vasco Fernandes Coutinho, logo após sua chegada, em 23 de maio de 1535. Se assim o foi, sem dúvida, a mais antiga do Espírito Santo! Outros, asseguram que fora construída pelo dinâmico Padre Afonso Brás s. j. em 1551, auxiliado pelo seu confrade irmão-leigo Simão Gonçalves, pelo próprio Vasco Fernandes Coutinho e pelos colonos recém-chegados. Sabemos que desde o início existiu dentro dela ou, então, numa casa anexa, a Irmandade da Misericórdia que, em 1605, se transferiu para Vitória. Não se sabe a data certa, mas a Igreja do Rosário, de Vila Velha, tornou-se Freguesia (Paróquia), possivelmente, na segunda metade do século XVII. Foi uma das primeiras Freguesias do Espírito Santo.

Como chegar?

Rua Delmar Duarte, Prainha, Vila Velha-ES

Santuário de Vila Velha

O nosso estado tem o nome de Espírito Santo, porque foi no dia em que a Igreja celebrava a Festa de Pentecostes que, Vasco Fernandes Coutinho aportou na Prainha em 1535, para tomar posse da Capitania Hereditária do Espírito Santo. Em 1952, tomou posse na Diocese do Espírito Santo, Dom José Joaquim Gonçalves, que teve a inspiração divina de construir em Vila Velha um santuário em honra ao Divino Espírito Santo. D. José confiou a tarefa da construção ao Frei Aniceto Kroker que, por vários motivos, não conseguiu efetuar a compra do terreno. Em 1956, Frei Firmino Matuschek recebeu o encargo de vigário e deu impulso ao projeto traçado por Dom José, adquirindo o terreno da Rua Cabo Aylson Simões, onde foi construído o Santuário, sob sua orientação. A inauguração e consagração do templo foram realizadas pelo Arcebispo Dom João Batista da Motta e Albuquerque em 21.04.1967, em cerimônia festiva. As explicações das cerimônias ficaram a cargo do capelão da Marinha Pe. Hebert Victor Burns.

Missas no Santuário:

3ª a 6ª feira: 12h/18h

Sábado: 17:00h

Domingo: 7h/9h/11h e 19h

Confissões: (Não está acontecendo devido a Pandemia)

Missas na Matriz Nossa Senhora do Rosário:

Domingo: 8h

Como Chegar?

Rua Cabo Aylson Simões, 762

Vila Velha – ES

29100-320

Tel. (27) 3329-1266

E-mail: [email protected]

Site: paroquiadorosario.com/

Mirante Natural da Igrejinha Nossa Senhora dos Navegantes 

Ponta da Fruta é um povoado pertencente ao município da histórica Vila Velha, primeira capital e primeiro povoamento no Espírito Santo, distante 22 quilômetros, situada em um cabo que separa o litoral sul em dois conjuntos de praias. Conta a história do lugar que a Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes foi erguida entre 1944 e 1945, em cumprimento a uma promessa de um imigrante italiano, que, saindo da suas terras nas serras do Espírito Santo, fugiu da hostilidade que acontecia durante a segunda guerra mundial, contra os alemães e italianos. Ele teria então se instalado em Ponta da Fruta. Sua promessa consistia na construção de uma Igreja para Nossa Senhora, caso fosse atendido seu pedido pelo fim da guerra e perseguições decorrentes do conflito.

Como chegar?

EndereçoR. Nossa Sra. dos Navegantes, 39-463 – Nova Ponta da Fruta, Vila Velha – ES, 29129-055

O patrimônio histórico do Centro de Vitória é mais antigo do que os das cidades de Ouro Preto (MG) e São Paulo (SP). As

O patrimônio histórico do Centro de Vitória é mais antigo do que os das cidades de Ouro Preto (MG) e São Paulo (SP). Turistas e moradores contam com visitas monitoradas gratuitas através do projeto Visitar desenvolvido pela Prefeitura de Vitória. Entretanto, devido a pandemia as visitações guiadas estão suspensas, mas o turista pode conhecer o patrimônio histórico do Centro da capital capixaba.

Dos 51 pontos turísticos e culturais que integram a área, sete são monitorados pelo Visitar, entre eles a Catedral Metropolitana, a Igreja do Carmo, o Convento São Francisco. As Igrejas, atualmente são lugares de procura para a oração, a piedade, e buscam se manter como centros de referência para a história de uma identidade.

Pensado para atender o munícipe e também os turistas que passam por pela capital, a prefeitura de Vitória através do Visitar Centro Histórico possui uma infraestrutura composta por placas de sinalização turística interpretativas, mapa do Centro Histórico em material bilíngue e atendimento turístico realizado por monitores que estudam o curso de turismo ou guia de turismo.

Capela Santa Luzia

É a igreja mais antiga de Vitória. Foi erguida no século XVI sobre uma rocha, em estilo colonial, com traços arquitetônicos simples e edificada na fazenda de Duarte Lemos, na sesmaria doada pelo primeiro donatário da Capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho.

Construída em pedra e cal de ostra e coberta com telhas de barro, apresenta as mesmas características das outras igrejas do Espírito Santo: nave retangular, mais longa e mais alta do que a capela-mor. Tem como peculiaridade uma única porta de acesso, coroada com um pequeno frontão, datado do século XVIII, ao lado da torre sineira.

Onde fica

Rua José Marcelino, s/nº – Centro – Ver no Mapa

Telefone: (27) 3223-0606

Catedral Metropolitana de Vitória

A Catedral Metropolitana de Vitória começou a ser construída em 1920 e foi concluída em 1970. O projeto inicial era de Paulo Motta, o mesmo que projetou o Parque Moscoso, e foi se modificando com o passar dos anos, tendo recebido colaboração de vários artistas e arquitetos.

Ela ocupou o lugar onde, até 1918, havia uma igreja chamada Igreja de Nossa Senhora da Vitória, que era a Matriz da cidade. Era uma igreja de estilo colonial, que começou a ser edificada em 1551, quando Vitória ainda se chamava Vila Nova, no período do primeiro donatário da capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho.

Com a criação da Diocese do Espírito Santo (1895) e a nomeação do primeiro bispo, Dom João Batista Correia Nery, a igreja recebeu o título de Catedral. Posteriormente, deteriorada e considerada pequena demais para comportar o crescente número de fiéis, foi demolida com o intuito de ser substituída por uma igreja maior, de acordo com o desejo de modernizar a capital do estado.

Onde fica

Praça Dom Luiz Scortegagna – Centro – Ver no mapa

Telefone: (27) 3223-0590

Horário de Visitação: 7h às 19h

Igreja do Rosário

Iniciada em 1765, sua estrutura foi erguida em dois anos pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. A igreja é afastada do núcleo original da povoação de Vitória e a entrada principal é acessada por uma extensa escadaria, na época voltada para o mar. Um cemitério foi construído ao lado da Igreja, garantindo um enterro para os irmãos negros, já que os cemitérios públicos não os aceitavam, fossem alforriados ou escravos.

Em 1833, a imagem de São Benedito foi roubada do Convento de São Francisco e levada para a Igreja do Rosário. Este fato deu início as famosas disputas entre Peroás e Caramurus, como eram denominados os membros das irmandades. Tombada como patrimônio histórico nacional, a igreja mantém as características originais da fachada colonial e o frontão barroco, além do cemitério e dos ossários em seus corredores.

Onde fica

Rua do Rosário, Cidade Alta – Centro – Ver no mapa

Telefone: (27) 3235-7444

Igreja está fechada internamente para reforma.

Convento São Francisco e Capela N. Sra das Neves

Construído no final do século XVI pelos padres franciscanos o convento foi pioneiro no abastecimento de água em domicílio na cidade. Além da igreja dedicada a São Francisco, a edificação abrangia as dependências necessárias ao monastério e a Capela da Ordem Terceira da Penitência. A esse conjunto foi acrescentado, posteriormente, um cemitério municipal, que funcionou até 1908. Próximo ao local, uma capela sob a invocação de Nossa Senhora das Neves passou a ser necrotério. A capela, em arquitetura colonial, ainda hoje permanece nas dependências do convento.

O Convento abrigou diversas irmandades, dentre elas a Irmandade de São Benedito, que se reunia na Capela da Venerável Ordem Terceira e movimentava a cidade com suas festas e procissões. Com o tempo, o Convento ficou ocioso e as autoridades civis passaram a requisitá-lo para diversas finalidades, funcionando como escola e enfermaria para atender às vitimas das constantes epidemias que atacavam a cidade na metade do século XIX. A partir daí, abrigou diversos usos como, orfanato, residência episcopal, rádio, colégio e residência das Irmãs Carmelitas. Atualmente abriga a Cúria Metropolitana e diversas entidades ligadas a Igreja Católica.

O frontispício, reformado em 1744 e 1784, foi o que restou do conjunto arquitetônico original do Convento São Francisco. Tombado pelo Conselho Estadual de Cultura em 1984, demarca o espaço do que foi o primeiro Convento Franciscano construído na Região Sul do Brasil Colônia.

Onde fica

Rua Soldado Abílio dos Santos, 47 – Cidade Alta – Ver no mapa

Telefone: (27) 3223-6711

Horário de Funcionamento: 9h às 16h (Durante a pandemia)

Igreja São Gonçalo

Conhecida como a igreja dos casamentos duradouros, o local abrigou a capela construída pela Irmandade de Nossa Senhora do Amparo e da Boa Morte. Em 1715, a irmandade solicitou a construção de uma nova igreja, consagrada a São Gonçalo Garcia. Em 2 de novembro 1766, com a presença do Visitador Diocesano, padre Antônio Pereira Carneiro, e do vigário da vila de Vitória, Antônio Xavier, a igreja foi consagrada a este santo português.

No século XIX, a Irmandade torna-se Confraria. Posteriormente, a Confraria de Nossa Senhora da Boa Morte e Assunção tornou-se uma Arquiconfraria, sendo a única a receber esse título em Vitória. Diante da desapropriação da Igreja de São Tiago e da demolição da Igreja Matriz, a igreja de São Gonçalo serviu como sede paroquial e exerceu as funções de Catedral. Sua fachada e altar-mor, com entalhes em madeira pintados a ouro, possuem características da arquitetura barroca. Foi tombada pelo IPHAN em 1948.

Onde fica

Rua São Gonçalo – Centro – Ver no mapa

Telefone: (27) 3233-2856

Igreja do Carmo

O Convento de Nossa Senhora do Monte do Carmo foi fundado em 1682 por padres carmelitas. O conjunto era formado pelo convento propriamente dito, pela Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo e pela Capela da Ordem Terceira. Todos possuíam estilo colonial, com linhas barrocas.

Em 1872, o edifício foi assumido pelo governo provincial que o utilizou em várias funções, inclusive a de quartel militar. Entre 1910 e 1913 passou por reformas ganhando mais um andar, enquanto a igreja recebia uma roupagem eclética, a influência do estilo gótico. A capela que ficava ao lado da igreja foi demolida em 1930. Em 1984 sua fachada foi tombada pelo Conselho Estadual de Cultura. A Igreja dispões de imagens em seus altares e quadros da Via-Crucis.

Onde fica

Ruas Coronel Monjardim e Coutinho Mascarenhas, Centro – Ver no mapa

Telefone: (27) 3223-0158

Horário de funcionamento: 8h às 17h

O Visitar tua também em outras frentes de trabalho com o envolvimento das comunidades, difusão cultural, pesquisa e resgate da história. Para saber o horário de funcionamento das Igrejas o telefone de contato é: (27) 3183-9514 e através do e-mail: [email protected]

Todos quando são batizados recebem uma vida nova, tornando-se filhos de Deus.

Com a Festa do Batismo de Jesus concluímos o tempo do Natal. Ela faz a transição para a primeira parte do Tempo Comum. O Batismo de Jesus aconteceu através de João Batista, no rio Jordão, e nos mostra como o Salvador quis unir-se ao homem com a missão de salvar e libertar.

Ao celebrarmos a Festa do Batismo de Jesus, temos a oportunidade de renovar e reavivar as promessas batismais. Através do batismo nos tornamos filhos e filhas amados do Pai e da mesma família de Cristo Jesus. O batismo tem uma força, quando é vivido com sinceridade de coração.

Através do Batismo somos chamados a ser discípulos e missionários. Como diz o Doc. de Aparecida número 209. ” Os fiéis leigos são os cristãos que estão incorporados a Cristo pelo batismo, que formam o povo de Deus e participam das funções de Cristo: sacerdote, profeta e rei. Realizam segundo a sua condição, a missão de todo o povo cristão na Igreja e no mundo. São homens da Igreja no coração do mundo e homens do mundo no coração da Igreja”.

Na Diocese de Cachoeiro de Itapemirim padre Walter Luiz Barbiero Milaneze Altoé é o Administrador Diocesano há 2 anos.

Nesta semana Dom Dario Campos completou seu segundo aniversário como Arcebispo Metropolitano de Vitória. Ele foi nomeado no dia 07 de novembro de 2018 e assumiu a Igreja particular de Vitória em 05 de janeiro de 2019. Na época Dom Dario era bispo da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, região Sul do Espírito Santo, e desde então a Sé está vacante e o padre Walter Luiz Barbiero Milaneze Altoé foi escolhido como Administrador Diocesano.

O presbítero lembra de todo processo com a saída de Dom Dario. Ele conta que o colégio de consultores de Cachoeiro de Itapemirim tinha apenas 8 dias para eleger seu Administrador Diocesano e no dia 11 de janeiro de 2019 foi realizada uma reunião dos padres, em que ele foi eleito para esta missão onde permanece até os dias atuais.

Padre Walter foi ordenado presbítero em 25 de março de 2000, por Dom Luiz Mancilha Vilela, que era Bispo de Cachoeiro de Itapemirim na época. Dom Luiz também veio da Diocese no Sul de Estado quando foi nomeado Bispo Coadjutor da Arquidiocese de Vitória, em 2003.

Existe uma ligação muito grande entre as Dioceses da Província Eclesiástica do Espírito Santo, mas em especial entre a Diocese de Cachoeiro e a Arquidiocese de Vitória quando se trata dos bispos. O administrador Diocesano lembra que Dom Silvestre é filho de Cachoeiro de Itapemirim, Dom Luiz Mancilha foi bispo deles por 17 anos e Dom Dario foi bispo durante 7 anos.

Sobre a função de um Administrador Diocesano padre Walter destaca que com a Sé Vacante é eleito um ordinário para o lugar que é provisório e temporário. Ele administra a Diocese em todos os âmbitos: econômico, financeiro, mas também pastoral e litúrgico, naquilo que sejam as necessidades da Igreja particular.

“O Administrador Diocesano deve manter a Igreja viva, ajudar para que todas as forças vivas da Diocese estejam firmes, atuantes. E é o que a gente tem tentado fazer nesses dois anos juntamente com os irmãos padres do colégio de consultores. Animar a vida diocesana para que permaneça firme, constante, animada e fortalecida enquanto aguardamos um novo bispo chegar”, reforça.

Conforme o Código de Direito Canônico a missão também fala duas coisas que são orientadoras: primeiro que nada se mude na Sé Vacante, no princípio de que nada que seja importante e fundamental na vida Diocese seja modificado porque pode prejudicar a atuação do bispo, quando este chegar. Por outro lado, o código diz que a partir de um ano da Vacância da Sé o Administrador Diocesano tem seus poderes aumentados para favorecer que a Igreja particular não seja prejudicada pela ausência do bispo diocesano.

Sobre como estão sendo esses dois anos na Diocese, padre Walter destaca que eles celebraram em 2018 a Assembleia Diocesana e estão seguindo todos os passos que foram traçados. Além disso, desde o primeiro dia da nomeação de Dom Dario para a Igreja de Vitória, o povo tem rezado pela nomeação de seu novo bispo. 

“Então na Diocese tem um clima de muito acolhimento para aquele que for nomeado nosso bispo diocesano e nosso povo está insistindo na oração ao longo desses dois anos. Mantemos essa firmeza na oração com a confiança de que está nas mãos de Deus e Ele vai nos encaminhar o que for melhor para nossa Diocese”, finaliza o Administrador Diocesano. 

Livro “Ação Pastoral na dinâmica do novo normal”, lançado pela Edições CNBB, aponta pistas para a Ação Pastoral e Eclesial neste tempo da pandemia.

A Edições CNBB, editora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), lançou o livro “A Ação Pastoral na dinâmica do novo normal”, de autoria de dom Edson Oriolo, bispo de Leopoldina (MG). A obra visa iluminar o pensamento da dinâmica evangelizadora da Igreja diante da crise pandêmica que assola o Brasil e o mundo.

O bispo escreveu uma série de artigos em que analisa o impacto da pandemia no agir da missão, com o desejo de trazer luzes para a ação pós-pandemia. “Dessa maneira, penso que poderão nos ajudar a reorganizar, reinventar, repensar, redesenhar e redescobrir estratégias e metas para que – criativos e ativos – alcancemos os objetivos Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil 2019-2023”, afirma dom Edson.

A série de artigos aborda temas importantes que ajudam a pensar a evangelização nos dias atuais. Nesse aspecto, para fins de clareza da compreensão, dom Edson elaborou o texto a partir de três eixos: a perspectiva eclesiológica, a perspectiva midiática e a perspectiva pastoral. Estão didaticamente divididos em capítulos intitulados “olhares”.

No que concerne à perspectiva eclesiológica-celebrativa, estão inseridos os seguintes títulos: Renovação Eclesial inadiável; O Sacerdote mistagogo; Igreja: Corpo Místico de Cristo; A procrastinação na atualidade; A Celebração Eucarística na sociedade do espetáculo; Celebrar a beleza da fé e A Igreja pensada em “rede”.

A perspectiva referente à questão midiática compreende os artigos: Lives na Evangelização; Redes Sociais; Notícias falsas na contemporaneidade e Fomo ou Jomo? Eis a questão. O eixo pastoral está contemplado pelos artigos: Economia de Jesus; Comunhão, solidariedade e humanização; A generosidade; #fiqueemfamília; Fraternidade e vida em tempos de coronavírus; Na invisibilidade de um vírus, a visibilidade de um crucifixo que impõe silêncio; Tempo e espaço na dinâmica da Evangelização; e Pistas para a Ação Evangelizadora.

O bispo segure que esses artigos sejam analisados à luz dos objetivos da ação evangelizadora da Igreja no Brasil (2019-2023), como um apoio para uma leitura da ação pastoral.

“Não aconselhamos que sejam lidos de uma só vez: é interessante que, de acordo com a realidade vivenciada, sejam refletidos com as forças vivas das paróquias, comunidades eclesiais missionárias, pastorais, movimentos etc. Esse “novo normal” está apontando caminhos, tendências, estratégias, demandas, perguntas e respostas para evangelização no mundo urbano”, sugeriu dom Edson.

O livro está disponível para venda no site da Editora da CNBB: https://www.edicoescnbb.com.br/

Covid-19 e a Ação Evangelizadora da Igreja

Dom Edson salienta que a crise sanitária ocasionada pelo surto da Covid-19 repercute na ação evangelizadora, levando-os a refazer planos, adiar compromissos, reconsiderar metas. “Modifica grandemente projetos e ações imediatas, imperativos para cumprir a missão de evangelizar, sobretudo o anúncio da Palavra de Deus, a administração dos Sacramentos e o cuidado para com os últimos da sociedade”, afirma.

Mesmo diante de uma crise com tal dimensão, dom Edson reitera que a missão da Igreja no Brasil é importantíssima e não pode parar:

“Diante de nós, ela se apresenta com premência na responsabilidade de “evangelizar no Brasil cada vez mais urbano, pelo anúncio da Palavra de Deus, formando discípulos e discípulas de Jesus Cristo, em comunidades eclesiais missionárias, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, cuidando da Casa Comum e testemunhando o Reino de Deus rumo à plenitude” (Doc. CNBB 109, Objetivo Geral)”, finaliza.

Fonte: https://www.cnbb.org.br/edicoes-cnbb-publica-livro-sobre-a-acao-pastoral-na-dinamica-do-novo-normal/

“Um lugar de paz e devoção”. Assim, o bispo emérito da Diocese de Colatina, Dom Décio Sossai Zandonade, definiu o Santuário Nossa Senhora da

“Um lugar de paz e devoção”. Assim, o bispo emérito da Diocese de Colatina, Dom Décio Sossai Zandonade, definiu o Santuário Nossa Senhora da Saúde, em Ibiraçu, onde atua como reitor. Quem chega ao local logo percebe o que Dom Décio quer dizer e nota uma atmosfera especial onde a natureza e a religiosidade popular interagem com grande força.

Foi justamente a força religiosa do povo e a tradição que trouxe de volta para o lugar de origem a Festa de Nossa Senhora da Saúde. Os missionários combonianos chegaram em Ibiraçu na década de 50 para construir o Seminário, hoje Instituto Espírito Santo de Inovação Social (IESIS). Durante o tempo que permaneceram na região, os missionários transferiram a festa, celebrada tradicionalmente no dia 21 de novembro, para o dia 15 de agosto e mudaram também o local passando a realizá-la no Seminário, onde também construíram uma capela para Nossa Senhora da Saúde.

“Quando eles foram embora, por volta de 1997, o povo voltou a realizar a festa no dia 21 de novembro, na igrejinha, no mesmo local onde a devoção havia iniciado. É interessante, pois não adianta mexer com a tradição do povo”, observou Dom Décio.

A devoção vem de longe, foi trazida para a região por imigrantes italianos em meados de 1880. Eles construíram uma capela dedicada à Nossa Senhora da Saúde, e em sinal de devoção, fixaram no interior da capela um quadro de Nossa Senhora. “Foi a primeira igrejinha, possivelmente construída com madeira e estuque, e neste local iniciaram a tradição de rezar o terço, fazer os pedidos e agradecer as graças alcançadas. As pessoas recebiam as graças e voltavam para agradecer e fazer mais pedidos. Em 1928 foi construída no lugar da capela, uma igrejinha de tijolos, que foi restaurada e continua sendo visitada pelos romeiros que vêm ao Santuário”, contou.

A romeira Maria de Fátima Lemos, foi ao Santuário com a Romaria do Apostolado da Oração no dia 15 de dezembro do ano passado, e conversou com a reportagem do Vicariato de Comunicação. Ela disse que conheceu a antiga igrejinha e a visitou muitas vezes quando era criança.

“Morava pertinho e tudo isso aqui era um sítio. Muitas famílias vinham rezar e participar das festas de Nossa Senhora da Saúde. As crianças ganhavam laranjas após as rezas. Foi um período muito bom”, contou. No dia 22 de dezembro, Dom Geraldo Lyrio Rocha, o primeiro bispo da Diocese de Colatina, esteve no Santuário para celebrar os 20 anos do Santuário Nossa Senhora da Saúde. Foi ele que em 1988, como conta Dom Décio, teve “uma inspiração celeste e na missa que presidia teve a intuição de decretar a igrejinha, Santuário Diocesano”.

“Para mim isso foi uma coisa de Deus e de Nossa Senhora, porque não é comum escolher uma igrejinha meio abandonada e decretá-la santuário, mas aconteceu. Depois Dom Geraldo foi transferido para Vitória da Conquista, e quando eu assumi como bispo, consegui que o Papa Bento XVI decretasse Nossa Senhora da Saúde a padroeira da Diocese de Colatina. Aí a coisa se alastrou facilmente. Esse foi um momento muito importante dessa história”, afirmou.

O CAMINHO DA SABEDORIA

O Santuário de Nossa Senhora da Saúde, conta Dom Décio, está inserido na rota do Caminho da Sabedoria, um trajeto de 110 quilômetros, criado em parceria com os monges do Mosteiro Zen no Morro da Vagem. Ao todo, são 23 pontos de referência histórica, 21 capelas e igrejas, além do Santuário e do Mosteiro. O cenário que proporciona uma verdadeira viagem pelo tempo, atravessando fazendas centenárias, matas, cachoeiras, igrejas antigas e estações ferroviárias, tem um trajeto que parte da Igreja Matriz de São Marcos e segue por Pedro Palácios, Pendanga, Piabas, São Pedro, Rio Lampê, Santo Antônio, finalizando no Santuário de Nossa Senhora da Saúde.

O percurso, segundo Dom Décio, é feito em uma semana, em média, e a comunidade já entrou no espírito de acolher e hospedar os peregrinos. O Caminho, além de belo, valoriza a natureza, a espiritualidade e a conscientização ambiental.

Horários de celebrações no Santuário Diocesano Nossa Senhora da Saúde

  • De segunda à sexta às 7h30
  • Sábado às 18h
  • Domingo às 8h30 e às 18h.

Todo dia 21 de cada mês, dia dedicado à Nossa Senhora da Saúde, celebrações às 7h e às 19 horas; Santo Ofício às 18 horas.

Informações

Santuário Diocesano Nossa Senhora da Saúde fica em Ibiraçu (ES) e representa o maior centro de devoção mariana do norte do Espírito Santo. Passam por lá milhares de pessoas em busca de paz e consolo.

Para mais informações acesse www.maedasaude.org.br

Endereço: Rua Paulina Recla Cecatto, 900, Aricanga

CEP: 29.670-000 – Ibiraçu (ES)

Telefones: (27) 3257-1252 / (27) 99947-8507 / (27) 99516-8663 / (27) 99717-5293

É com muito pesar no coração e com a esperança na vida eterna que comunicamos o falecimento da Irmã Valéria Trindade, religiosa do Carmelo

É com muito pesar no coração e com a esperança na vida eterna que comunicamos o falecimento da Irmã Valéria Trindade, religiosa do Carmelo de Nazaré, de Cariacica – ES. 

 

O velório acontecerá das 12h às 14h, na capela do Carmelo, no bairro de Cariacica – ES. Por causa da pandemia da Covid-19, só poderão entrar na capela 20 pessoas de cada vez. 

 

A Arquidiocese de Vitória, reza por toda família da Irmã Valéria Trindade e pelas Irmãs Carmelitas que passam por esse momento de saudade na certeza da vida eterna, que Deus lhes dê força e consolo.

Neste domingo (03) a Igreja celebra a Epifania do Senhor, palavra que vem de um termo grego que significa manifestação.

Neste domingo (03) a Igreja celebra a Epifania do Senhor, palavra vinda de um termo grego que significa manifestação. É a solenidade da manifestação de Deus para todos os povos e nações em um sentido amplo. Deus escolheu um povo para nascer, para se manifestar e na Epifania ele se revela Pai de todos e para todos, de todos os tempos e de todas as idades.

No mundo a data é celebrada no dia 6 de janeiro, conhecida aqui no Brasil como dia da Folia de Reis, por conta da passagem do evangelho de Mateus. Mas essa data se tornou móvel devido aos muitos feriados no período e ela é transferida sempre para o domingo seguinte ao domingo da Sagrada Família.

Dóris Almeida é membro fundadora da Comunidade Epifania, que existe há 27 anos no território da Arquidiocese de Vitória. Ela explica a importância de celebrar esta festa: “enquanto no Natal a manifestação de Deus acontece para o povo judeu e isso a gente vê na cena da manjedoura, na narração do nascimento de Cristo em que temos os pastores que vão adorar e reverenciar o menino Deus. Já na Epifania nós temos a cena dos magos do oriente que vão adorar o menino e oferecer presentes”.

De acordo com Dóris, a bíblia não diz que eram reis magos e sim os magos do oriente. Porém, eles eram vistos como reis porque eram estudiosos da astronomia, da astrologia, da história, dos povos e como grandes estudiosos eles conheciam a cultura do povo hebreu e sabiam que eles esperavam um salvador. Dessa forma, quando eles viram a luz no céu entenderam como um sinal de que nasceu um menino como fala Isaías em 7, 14: “Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá e dará à luz um filho e chamará ‘Deus Conosco’.”

“Aqueles que abrem o coração à Deus são iluminados em sua vida, em sua história, na sua cultura e passam a seguir por um outro caminho. Porque quando os magos encontram o menino Jesus e o adoraram eles retornam por um outro caminho, um novo caminho que significa uma nova vida seguindo Jesus Cristo que é o caminho, a verdade e a vida”, afirma Dóris.

Comunidade Epifania

Desde 1993 a comunidade existe na Arquidiocese de Vitória e já atendeu mais de 18 mil famílias. Seu carisma é a encarnação do verbo: “E o verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória…” palavra de João 1, 14. Dóris destaca ainda que o carisma é glorificar a Deus na oferta da vida aos pobres e aos pequenos, porque o nascimento de Cristo teve isso. A missão da comunidade é levar a esperança cristã estendendo a mão e o coração aos desprotegidos da sociedade. Trabalham muito com formação, dando retiros e encontros de espiritualidade.

Atualmente possuem 27 membros consagrados e 7 vocacionados internos e externos. São pessoas de todas as idades, casados, celibatários, solteiros e que fazem parte de suas comunidades em paróquias da Arquidiocese. Alguns moram no espaço da comunidade pela dedicação à missão e existem membros que moram em suas casas com suas famílias, mas são ativos pastoralmente.

Ações da comunidade

  • Casa Sagrada Família: atende crianças de 0 a 2 anos em vulnerabilidade social, junto com o Juizado da Infância e Juventude. Hoje 90% das crianças que são cuidadas pelos membros é por conta do uso de drogas pelas mães. Elas ficam abrigadas no local até ser concluído o processo de retorno às famílias ou adoção. Mais de 120 crianças e adolescentes já moraram na comunidade.

  • Programa Viver: atende crianças e adolescentes com Aids e suas famílias. Há mais de 20 anos realizam um trabalho mensal de distribuição de cestas básicas, fralda, leite, além de motivarem para o tratamento da doença. Este trabalho é realizado em parceria com a Secretaria de Saúde e hospitais da Grande Vitória.

  • Laguna Negra: é o barco hospital localizado na Prelazia de Lábrea e o trabalho realizado pela Epifania é de arrecadação de medicamentos e de material humano, com o envio dos profissionais da saúde que vão no barco hospital atender a população ribeirinha. É um trabalho evangelizador, onde muitos profissionais passam por um grande encontro com Cristo durante essa missão. Neste ano as atividades ficaram paralisadas devido à pandemia.

Hoje às 10h30 será celebrada uma missa de renovação das promessas de consagração dos membros na casa da comunidade, em Vila Velha. Padre Hadeleon Santana irá presidir e a transmissão será pelo Instagram e Facebook @comunidadeepifania.

Para mais informações sobre a comunidade basta procurar Eliana Machado no telefone: 99732-1599 ou no e-mail: ‎[email protected]