Notícias

Associação Nacional de Educação Católica do Brasil no Espírito Santo já tem um plano estratégico para o retorno das aulas presenciais nas escolas católicas

A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) no Espírito Santo já tem um plano estratégico para o retorno das aulas presenciais nas escolas católicas do território capixaba seguindo os cuidados preconizados pela Organização Mundial de Saúde. O protocolo também respeita todas as legislações vigentes e está alinhado com as orientações do Sindicato das Empresas Particulares de Ensino do Espírito Santo (Sinepe) e as realidades de cada instituição.  

Entre o conteúdo da proposta está o detalhamento de cuidados com os colaborares, alunos, familiares e visitantes. Além disso, respeito ao distanciamento; maior ventilação nos ambientes; tapetes na entrada das escolas e uso de máscaras por todos. Para reduzir a aglomeração de pessoas a ANEC também fez simulações da retomada com alternância de alunos entre instituição e casa, aumentando o espaço de forma que terão menos alunos em sala de aula.  

O Estado possui 22 escolas católicas, sendo três de ensino superior e dezenove de educação básica. Só na Grande Vitória estão instituições católicas centenárias como o Salesiano, Marista e Agostiniano. Desde o mês de março quando as aulas presenciais foram suspensas devido a pandemia do novo coronavírus, as escolas católicas não perderam suas atividades e passaram para a modalidade de aulas remotas.

Segundo o coordenador da ANEC-ES, professor Cledson Martas Rodrigues, começou essa semana o recesso pelo término do primeiro semestre letivo. Agora as escolas estão se preparando para a retomada do segundo semestre, que se for presencial deve começar a partir do dia 3 de agosto de forma gradativa, do ensino superior ao berçário.

“Esse é o nosso mapa, mas a gente está alinhado às orientações dos órgãos de regulação do Estado e federal. Se o cenário não for positivo a gente posterga. A gente só tem um horizonte. A nossas escolas católicas estão alinhadas com os pais também, não será uma coisa forçada. Tudo será dialogado com os pais e respeitaremos também o posicionamento da família. Se não se sentem seguros, buscaremos outras medidas para que a criança e o aluno não tenham desentendimento entre a família, a escola e onde ele vai ficar”, explica.  

No Centro Educacional Agostiniano, desde o início do isolamento social, eles organizaram com os professores as atividades online para que os alunos pudessem continuar estudando em casa com a organização da família. Segundo a irmã Rita Cola, diretora da escola e membro do conselho da ANEC-ES, a instituição já se prepara para a retomada das aulas presenciais.    

“No dia 3 de agosto as aulas serão retomadas, se não pudermos de forma presencial porque ainda não teremos garantias de segurança pelo Ministério da Saúde, então nós vamos continuar online. Mas se for presencial, nós cumpriremos todos os protocolos e todas as exigências para podermos voltar.”

As escolas particulares do Espírito Santo mandaram uma enquete para as famílias para saber a reação dos pais caso as aulas presenciais voltassem. De acordo com a irmã Rita, o resultado foi de que cerca de 80% não mandariam seus filhos para as escolas neste momento, sobretudo as crianças. Ela reforça que existe uma preocupação das famílias e que é muito importante que a escola mantenha esse diálogo.     

Explicação dos dogmas sobre o Primado e a infalibilidade do magistério do Papa.

São 150 anos de proclamação dos Dogmas: Primado e Infalibilidade do Magistério do Papa. Ambos estão na Constituição “Pastor Aeternus”, documento aprovado no Vaticano I. Mas o que são dogmas e qual o significado e importância para a vida da Igreja? O site do Vaticano publicou no dia de hoje, 18 de julho de 2020 um texto de Sérgio Cantofanti que esclarece tudo isso. Leia na íntegra o texto publicado.

Sérgio Centofanti

Há cento e cinquenta anos, em 18 de julho de 1870, foi promulgada a Constituição “Pastor Aeternus”, que definia os dois Dogmas do Primado do Papa e da sua Infalibilidade.

Discussões longas e agitadas

A Constituição dogmática “Pastor Aeternus” foi aprovada por unanimidade pelos 535 Padres conciliares presentes, “após discussões longas, briosas e agitadas”: assim Paulo VI se expressou durante uma Audiência geral, ao descrever aquele dia como “uma página dramática na vida da Igreja, mas nem por isso, menos clara e definitiva “(Audiência Geral, 10 de dezembro de 1969).

Oitenta e três Padres conciliares não participaram da votação. A aprovação do texto ocorreu no último dia do Concílio Vaticano I, suspenso por causa da guerra franco-prussiana. A guerra começou em 19 de julho de 1870 e se prolongou “sine die”, com a tomada de Roma pelas tropas italianas em 20 de setembro daquele mesmo ano, que sancionou, efetivamente, o fim do Estado pontifício.

A Constituição “Pastor Aeternus” reflete uma posição intermediária entre as várias discussões dos participantes, mas excluía, por exemplo, que a definição da Infalibilidade fosse integralmente estendida também às Encíclicas ou a outros Documentos doutrinais.

Dos contrastes que surgiram no Concílio, resultou o Cisma dos antigos católicos, que não quiseram aceitar o Dogma sobre o Magistério infalível do Papa.

Dogma sobre a racionalidade e sobrenaturalidade da fé

Os dois Dogmas foram proclamados depois daquele da racionalidade e sobrenaturalidade da fé, contido na outra Constituição dogmática do Concílio Vaticano I “Dei Filius”, de 24 de abril de 1870. Neste texto, afirma-se que “Deus, princípio e fim de todas as coisas, pode ser conhecido, com certeza, sob a luz natural da razão humana, através das coisas criadas; de fato, as coisas invisíveis de Deus podem ser conhecidas pela inteligência da criatura humana através das suas obras” (Rm 1,20).

Este Dogma – explicou Paulo VI na Audiência de 1969 – reconhece que “a razão, somente pela sua própria força, pode chegar ao conhecimento seguro do Criador através das criaturas. Assim, a Igreja defende, no século do racionalismo, o valor da razão”, afirmando, de um lado, “a superioridade da revelação e da fé sobre a razão e sobre suas capacidades”; de outro lado, declara que” não pode haver nenhum contraste entre verdade da fé e verdade da razão, visto que Deus é a fonte, tanto de uma quanto da outra”.

Dogma do Primado

Na Constituição “Pastor Aeternus”, antes da proclamação do Dogma do Primado, Pio IX recorda a oração de Jesus ao Pai para que os seus discípulos sejam “uma só coisa”: Pedro e seus Sucessores são “o princípio imutável e o fundamento visível” da unidade da Igreja. Por isso, declarou solenemente: “Logo, proclamamos e afirmamos, com base nos testemunhos do Evangelho, que a Primazia da jurisdição sobre toda a Igreja de Deus foi prometida e conferida, pelo Senhor Jesus Cristo, ao Beato apóstolo Pedro, de modo imediato e direto (…). Daí, o que o Príncipe dos pastores e grande Pastor de todas as ovelhas, o Senhor Jesus Cristo, instituiu no Beato apóstolo Pedro, para tornar contínuas a salvação e o bem perene da Igreja, é necessário, por desejo de quem o instituiu, que dure para sempre na Igreja, que, fundada sobre a rocha, permaneça firme até o fim dos séculos (…). Disso resulta que, quem suceder a Pedro nesta Cátedra, em virtude da instituição do próprio Cristo, obtenha a Primazia de Pedro sobre toda a Igreja (…): todos, pastores e fiéis, de qualquer rito e dignidade, estão vinculados, sob ele, pela obrigação de subordinação hierárquica e verdadeira obediência, não apenas nas coisas, que se referem à fé e aos costumes, mas também nas concernentes à disciplina e ao governo da Igreja, no mundo inteiro. Desta forma, tendo salvaguardado a unidade da comunhão e da profissão da mesma fé com o Pontífice Romano, a Igreja de Cristo será um só rebanho sob um único sumo Pastor. Esta é a doutrina da verdade católica, da qual ninguém pode se distanciar, sem a perda da fé e o perigo da salvação”.

Magistério infalível do Papa

No Primado do Papa – escreve Pio IX – “está contido também o supremo poder do Magistério”, conferido a Pedro e seus sucessores “para a salvação de todos”, como “confirma a constante tradição da Igreja (…). Todavia, precisamente neste tempo, em que sentimos de modo particular a necessidade salutar da presença do ministério Apostólico, muitas pessoas se opõem ao seu poder; por isso, acreditamos que é realmente necessário proclamar, de maneira solene, a prerrogativa de que o unigênito Filho de Deus se dignou vincular ao supremo cargo pastoral. Portanto, mantendo-nos fiéis à tradição recebida da fé cristã, desde o início, – para a glória de Deus, nosso Salvador, para a exaltação da religião católica e para a salvação dos povos cristãos, com a aprovação do sagrado Concílio, – proclamamos e definimos o Dogma, revelado por Deus, de que o Pontífice Romano, quando fala “Ex cathedra”, – ou seja, quando exerce seu cargo supremo de Pastor e Doutor de todos os cristãos e, em virtude do seu supremo poder Apostólico define uma doutrina sobre a fé e os costumes, – vincula toda a Igreja, pela divina assistência, prometida pela pessoa do Beato Pedro; além do mais, goza da infalibilidade, com a qual o divino Redentor quis que sua Igreja fosse acompanhada, ao definir a doutrina sobre fé e os costumes. Assim, tais definições do Pontífice Romano são imutáveis, por si mesmas, e não pela aprovação da Igreja”.

Quando ocorre a infalibilidade

João Paulo II explicou o significado e os limites da Infalibilidade na Audiência geral, em 24 de março de 1993: “A infalibilidade não é dada ao Pontífice Romano, como a uma pessoa em particular, mas enquanto cumpre seu cargo de pastor e mestre de todos os cristãos. Ele também não a exerce por autoridade em si mesma e por si mesma, mas “pela sua suprema autoridade apostólica” e “por assistência divina, que lhe foi prometida, mediante o Beato Pedro”. Enfim, ele não dispõe dela como se pudesse usar e abusar em todas as circunstâncias, mas apenas “quando fala da Cátedra – Ex Cathedra” – e somente em campo doutrinal, limitado às verdades da fé e da moral e às que lhe estão intimamente ligadas (…). O Papa deve agir como “pastor e doutor de todos os cristãos”, ao pronunciar-se sobre verdades concernentes à “fé e aos costumes”, com termos que demonstrem, claramente, sua intenção de definir certa verdade e exigir a sua adesão definitiva de todos os cristãos. Foi o que aconteceu – por exemplo – com a definição do Dogma da Imaculada Conceição de Maria, sobre a qual Pio IX afirmou: “Trata-se de uma doutrina revelada por Deus e, como tal, deve ser firme e constantemente aceita por todos os fiéis”; ou, então, com definição da Assunção de Maria Santíssima, quando Pio XII disse: “Com a autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Beatos Apóstolos Pedro e Paulo, e com a minha autoridade, a declaramos e definimos Dogma, divinamente revelado”… etc. Somente sob estas condições podemos falar de magistério papal extraordinário, cujas definições são irreformáveis “de por si”, não pela aprovação da Igreja” (…). Os Sumos Pontífices podem exercer este tipo de magistério como de fato aconteceu, realmente. Porém, muitos Papas não o exerceram”.

O que significa dogma?

Os Dogmas são verdades de fé que a Igreja ensina como reveladas por Deus (cf. Catecismo da Igreja Católica, 74-95). São pontos firmes da nossa crença. Os principais Dogmas são: Deus é Uno e Trino; o Pai é o criador de todas as coisas; Jesus, seu Filho, é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, encarnado, morto e ressuscitado pela nossa salvação; o Espírito Santo é Deus; a Igreja é una, como o Batismo é uno. E ainda: o perdão dos pecados; a ressurreição dos mortos; a existência do Paraíso, do Inferno e do Purgatório; a transubstanciação; a maternidade divina de Maria, como a sua virgindade, concepção imaculada e sua Assunção.

Todas estas verdades não são abstratas e insensatas, mas devem ser entendidas no âmbito da grande verdade de Deus, que é Amor, e deseja que as suas criaturas participem da vida divina. O próprio Jesus revelou quais são os maiores mandamentos: amar a Deus e ao próximo (Mt 22, 36-40). No fim das nossas vidas, seremos julgados pelo amor.

Dogmas e desenvolvimento da Doutrina

Enfim, um dogma é um ponto firme da vida de fé; é definido pelo Magistério da Igreja, que o reconhece na Sagrada Escritura como revelado por Deus, em estreita conexão com a Tradição.

A Tradição, no entanto, não é algo imóvel e estático, mas – como João Paulo II diz na esteira do último Concílio (Carta Apostólica “Ecclesia Dei”) – é viva e dinâmica à medida que aumenta a inteligência da fé.

Os dogmas não mudam, mas, graças ao Espírito Santo, podemos entendemos, cada vez mais, a amplidão e profundidade das verdades da fé. Assim, o Papa Wojtyla afirmou “que o exercício do magistério concretiza e manifesta a contribuição do Pontífice Romano para o desenvolvimento da Doutrina da Igreja” (Audiência geral, 24 de março de 1993).

Primado, colegialidade, ecumenismo

Na audiência geral de 1969, Paulo VI reivindicou a atualidade do Concílio Vaticano I e sua conexão com o Concílio seguinte: “Ambos os Concílios Vaticanos, primeiro e segundo, são complementares”, embora muito divergentes “por várias razões”. Assim, a atenção às prerrogativas do Pontífice Romano, no Vaticano I, foi alargada, no Vaticano II, a todo o Povo de Deus, com os conceitos de “colegialidade” e “comunhão”; no entanto, o tema da unidade da Igreja, que, em Pedro, tem seu ponto de referência visível, se desenvolve com um forte compromisso com o diálogo ecumênico. Tanto que João Paulo II, no seu documento “Ut unum sint”, pôde lançar um apelo às Comunidades cristãs, para encontrar uma forma de exercício da Primazia, que, “apesar de não renunciar, de nenhum modo, à essencialidade da sua missão, se abra a uma nova situação”, como “serviço de amor, reconhecido por todos” (Ut unum sint, 95).

Por sua vez, o Papa Francisco fala, no “Evangelii Gaudium”, de uma “conversão do papado”: “O Concílio Vaticano II afirmou que, de modo análogo às antigas Igrejas patriarcais, as Conferências Episcopais podem “dar uma contribuição múltipla e fecunda, para que o sentido de Colegialidade seja concretizado” (Lumen Gentium, 23). No entanto, este auspício não se realizou, suficientemente, porque ainda não havia sido esclarecido pelas Conferências Episcopais, que o concebesse como sujeitos de atribuições concretas, inclusive também alguma autoridade doutrinária autêntica. “Uma centralização excessiva, ao invés de ajudar, podia complicar a vida da Igreja e o seu dinamismo missionário” (Evangelii gaudium, 32). Seria necessário recordar que, segundo o Concílio Vaticano II, “a infalibilidade, prometida à Igreja, também reside no corpo episcopal, quando exerce o magistério supremo com o Sucessor de Pedro” (Lumen gentium, 25).

Amar o Papa e a Igreja é construir sobre Cristo

Além dos Dogmas, Pio X recordava, em uma audiência de 1912, a necessidade de amar o Papa e obedecê-lo, expressando a sua tristeza quando isto não acontecia.

Dom Bosco exortava seus colaboradores e seus jovens a manter em seus corações “três amores brancos”: a Eucaristia, Nossa Senhora e o Papa.

Bento XVI, em 27 de maio de 2006, conversando em Cracóvia com os jovens que cresceram sob o pontificado de João Paulo II, disse, com palavras simples, o que as verdades da fé, proclamadas no distante 1870, queriam dizer: “Não tenham medo de construir as suas vidas na Igreja e com a Igreja! Sintam orgulho de amar Pedro e a Igreja, que lhe foi confiada. Não se deixem enganar pelos que opõem Cristo à Igreja! Há apenas uma rocha sobre a qual vale realmente a pena de construir a casa: esta rocha é Cristo! Há apenas uma rocha sobre a qual vale, realmente, a pena de apoiar tudo. Esta rocha é aquela a quem Cristo disse: “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” (Mt 16,18). Vocês, jovens, conheceram bem quem o Pedro dos nossos tempos. Por isso, não esqueçam que nem aquele Pedro, que está observando o nosso encontro da janela de Deus Pai, nem este Pedro, que agora está diante de vocês, nem qualquer outro Pedro estão contra vocês, nem contra a construção de uma casa duradoura sobre a rocha. Pelo contrário, compromete seu coração e suas mãos para ajudá-los a construir a vida em Cristo e com Cristo”.

Apesar da situação de distanciamento social e seguindo as orientações das organizações de saúde, as atividades estão sendo realizadas de forma online e diversos

A Comissão para o Laicato, assim como todas as outras comissões do Departamento de Pastoral da Arquidiocese de Vitória, teve seu calendário de atividades suspenso devido à pandemia do Coronavírus. Para este ano de 2020 estava programado formações, encontros de espiritualidade e reuniões afim de criar um vínculo com os mais de dezesseis Movimentos, Serviços Eclesiais, Novas Comunidades e Associações Laicas. 

De acordo com a leiga consagrada, Dóris Almeida, coordenadora da Comissão para o Laicato na Arquidiocese de Vitória, desde o primeiro decreto do arcebispo, Dom Dario Campos, com a suspensão das missas e atividades presenciais na Igreja para evitar as aglomerações e o contágio do Covid-19, os Movimentos e as Novas Comunidades também passaram por este período de “lockdown” nas suas ações até compreender o que estava acontecendo. 

“Depois de um tempo essas Forças Vivas da nossa Igreja sempre inspiradas pelo Espírito Santo e na criatividade desse mesmo Espírito promoveram diversas atividades online, como lives, orações, novenas. Retomaram as formações comunitárias através das diferentes plataformas, reuniões e até Congresso Nacional. É muito interessante que esses diversos carismas atingiram um público ainda maior, e o outro ponto forte foi que assistência aos irmãos necessitados não parou nesse tempo, como o serviço de distribuição de cestas básicas, leite, material de higiene pessoal e de produtos de limpeza”, destacou.

Apesar da situação de distanciamento social e seguindo as orientações das organizações de saúde, as atividades estão sendo realizadas de forma online e diversos segmentos estão promovendo ações solidárias. O movimento dos Focolares tem assistindo a Fazenda da Esperança que fica localizada no município da Serra, os Arautos do Evangelho estão se adaptando à nova realidade. Com atividades e missas on-lines, estão recolhendo doações para cestas básicas e assistindo inúmeras famílias carentes e também o orfanato Cristo Rei.

Os meios de comunicação, especialmente as redes sociais, tem sido um instrumento de evangelização. A Comunidade Água Viva tem realizado seus encontros em várias plataformas. As lives tem alcançado além do território da Arquidiocese, participação de pessoas de fora do estado e além Brasil. Estão ajudando algumas comunidades carentes, principalmente do Retiro do Congo onde encontra-se a comunidade. 

O serviço da caridade tem sido um trabalho continuo da Comunidade Epifania. Atendendo famílias carentes e cuidando de muitos irmãos e irmãs com HIV/Aids. Eles estão distribuindo mensalmente cestas básicas e kits de limpeza, além de máscaras. A comunidade tem realizado suas atividades de formação e espiritualidade de forma online, enviando áudios de oração por aplicativos e lives através das redes sociais. 

Através das redes sociais, o Apostolado da Oração tem mantido suas reuniões e formações. Com mais de sete mil membros, espalhados em 178 grupos na Arquidiocese de Vitória, os consagrados estão mantendo o seu calendário também de forma virtual. Diariamente acontece um momento oracional pelo facebook e no último mês de junho realizaram uma missa arquidiocesana em honra ao Sagrado Coração de Jesus.

Solidariedade no Movimento do Cursilhos de Cristandade

O Movimento do Cursilho da Cristandade é um trabalho de evangelização através de encontros de formação para homens, mulheres e jovens para despertar a fé cristã assim como alimentá-la nos mais variados momentos da vida do cristão, está presente a 47 anos no território da Arquidiocese de Vitória. Devido ao período de combate ao novo coronavírus, a solidariedade e a união tornaram-se uma das principais ferramentas de combate contra a pandemia.

Inspirados pela Campanha da Fraternidade 2020, que teve como tema: ‘Fraternidade e vida: dom e compromisso’, remetendo à figura de Santa Dulce dos Pobres que exemplificou com a vida a proposta de uma Igreja em saída eles realizaram o projeto, “Decolores! Colorindo o inverno”, uma iniciativa de produzir colchas de inverno de forma colorida através do crochê. 

O representante do Grupo Executivo Diocesano do MCC na Comissão para o Laicato, Luciano Murari, destaca que esta ação é uma iniciativa dos cursilhos de Vila Velha neste período de pandemia. “Mulheres estavam nas suas próprias casas, cada uma fazendo um quadradinho de crochê ou de tricô para depois juntar esses quadradinhos e fazer várias colchas. Essas colchas foram doadas para uma assistente social que fez a distribuição para diversas famílias no Hospital Infantil de Vitória. ”, disse.

Evento será dividido em dois momentos e terá participações especiais

Da Paróquia São Pedro, na Serra, para todo o Brasil. A live “Ora-Ação”, promovida pela Pastoral da AIDS, será neste sábado, dia 18, a partir das 19 horas. Com apresentação de Padre Antônio Peroni Filho e Evandro Ferrete, a transmissão ao vivo será feita no Facebook (Pastoral da AIDS Nacional) e no canal de Youtube da pastoral (Pastoral da AIDS CNBB).

Serão dois momentos: o primeiro, para fortalecer a espiritualidade dos agentes que atuam em todo o país. O segundo, sobre as ações que, mesmo em meio à pandemia, continuam ocorrendo.

Diácono transitório da Arquidiocese de Vitória é fruto da Comunidade Nossa Senhora das Graças, em Itacibá.

Filho do meio de Elizabeth e José Alberto, o diácono Alexandre Ferreira de Souza, de 39 anos, é um dos futuros padres da Arquidiocese de Vitória. Faltando pouco mais de uma semana para sua ordenação presbiteral ao lado dos outros cinco diáconos transitórios, ele conta sobre a sua trajetória. Sua relação com a Igreja começou desde cedo, quando a mãe o levava junto de seus irmãos Luciano e Alexandro à missa, na comunidade Nossa Senhora das Graças, em Itacibá, da qual faziam parte.

Alexandre sempre ouvia da mãe que quando completasse 7 anos de idade iria colocá-lo na Catequese e chegando a essa idade ele iniciou seu caminho dentro da Igreja – que vai até os dias de hoje. O diácono revela que foi muito gratificante participar da catequese, ouvir a palavra de Deus e os ensinamentos de sua catequista e ao se aproximar da 1ª Eucaristia, ele achava que toda aquela alegria e tudo de bom das coisas de Deus iria se encerrar neste momento.

“E acabou que fui fazer a 1ª Eucaristia com 15 anos, depois eu fui me envolvendo nos trabalhos da comunidade, na catequese, na liturgia, até que chegaram os meus 22 anos de idade e começou uma grande inquietação dentro de mim, de dar a minha vida toda para a Igreja. E o que é dar a vida toda pela Igreja de um jovem homem? É ser padre”, explica.     

Este chamado ficou escondido dentro dele por algum tempo. Ao completar 29 anos, percebeu que não podia mais para adiar sua vocação e procurou o Seminário Nossa Senhora da Penha para fazer os encontros. Não comunicou à família e as pessoas da comunidade sobre sua decisão, continuou trabalhando na empresa que era empregado e fez os encontros em silêncio.

O processo começou no dia 15 de agosto de 2011 e diácono Alexandre lembra com carinho da data, pois era um domingo, solenidade da Assunção de Nossa Senhora e ele iniciava seu caminho no Seminário para ser um sacerdote. Ao final deste ano ele foi aprovado. Conversou com seus pais comunicando que sairia de casa e do trabalho para seguir sua formação como padre diocesano. Ele detalha que a família já sabia de sua vocação, porém foi uma surpresa para todos este momento.

Em 1º de março de 2012, entrou para o propedêutico e foram 8 anos de preparação. Alexandre acredita que como começou sua formação religiosa um pouco mais maduro, já sabia o que desejava e se entregou por inteiro aos planos de Deus, se dedicando a cada dia e com muita tranquilidade.

“O que posso te dizer que foi mais gratificante é que a graça de Deus nunca me faltou e que Deus me deu muita sabedoria para viver todo esse discernimento dentro do Seminário. Eu sou muito grato a Igreja por todo o conhecimento e por tudo que ela me forneceu durante esses oito anos.”

Sobre a expectativa para a ordenação, o diácono revela que ao entrar no Seminário aguardou oito anos para este grande dia da consagração definitiva ao projeto que Deus lhe preparou. Alexandre também expõe a felicidade em seu coração ao lado da preocupação com a grande responsabilidade de ir ao encontro dos irmãos, com suas diferenças, dificuldades, problemas e suas alegrias.

Em suas orações, nestes dias que antecedem a ordenação presbiteral, ele destaca que seu principal pedido é para que Deus lhe proporcione sabedoria e inteligência e ele seja para a Igreja um sacerdote segundo o coração de Jesus, pois é isso que o povo santo de Deus merece.

Os seis diáconos transitórios que serão ordenados padres no próximo dia 25 de julho já têm endereço certo.

Os seis diáconos transitórios que serão ordenados padres no próximo dia 25 de julho já têm endereço certo. O Arcebispo de Vitória, Dom Dario Campos, nomeou todos eles como vigários paroquiais, ou seja, serão padres que colaborarão com o pároco no desenvolvimento das ações pastorais. Cada um deles irá para um território diferente dentro dos limites da Arquidiocese.

Assim que for ordenado, o Diácono Alexandre exercerá o seu ministério na paróquia São José, em Guarapari. Segundo o Pe Ermindo Rapozo, a chegada de mais um padre será importante, pois as comunidades necessitam de mais assistência espiritual. “Conheço desde a época que fui pároco de Itacibá e sei de sua dedicação na pastoral”, disse o Ermindo sobre o novo padre.

Para a paróquia da Virgem Maria, no bairro Itacibá em Cariacica, Dom Dario enviou Ricardo Passamani, ele atuará ao lado do Pe Hadeleon Santana. A apresentação de Passamani será no domingo, dia 02 de agosto às 9h30 durante a missa da Comunidade Matriz. “Desde que soubemos que ele virá, temos intensificados nossas orações em favor de sua vida, seu ministério e suas demais intenções”, afirmou o Pe Hadeleon.

O Pe Carlos Pinto Barbosa e a paróquia de Afonso Cláudio receberão o futuro padre Rodrigo Chagas. O pároco relata que a nomeação de Chagas para atuar naquela localidade é importante, pois a paróquia é grande e ele tem a esperança de edificar um bom trabalho junto com o novo vigário. Para Pe Carlos, “numa paróquia com 52 comunidades, ter mais um padre é a oportunidade de ampliar a assistência às comunidades”.

Tárcio Siqueira vai para a paróquia Nossa Senhora de Nazaré, em Ponta da Fruta. Ele será o auxiliar do Pe Paulo Régis.

Ao ser ordenado padre, Zaelton Nascimento assumirá as suas funções na paróquia São Francisco de Assis, em Porto de Santana, Cariacica. Ele atuará ao lado do Pe Edimilson Boechat, que já adiantou que o novo padre será recebido e apresentado à paroquia durante uma missa celebrada na matriz e transmitida pelo Youtube. “A paróquia é grande, são 29 comunidades e a chegada dele será muito importante”, ressaltou o Pe Edmilson.

Já o Diácono Rafael, que hoje atua na paróquia São Pedro, de Muquiçaba, em Guarapari, permanecerá na mesma paróquia, juntamente com o pároco Pe Alair Alixandre. 

Os seis novos diáconos serão ordenados pela imposição das mãos de Dom Dario Campos e a cerimônia ocorrerá Catedral Metropolitana de Vitória que, pela primeira vez, estará de portas fechadas para os fiéis devido a pandemia causada pelo COVID-19.

A Campanha da Fraternidade é uma forma de contribuir para uma melhor vivência desse tempo e tornar a pessoa mais solidária diante de situações

Anualmente a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza a Campanha da Fraternidade no tempo quaresmal da Igreja. A Quaresma é um período de quarenta dias em que o Cristão se dedica a conversão e reflexão espiritual. A Campanha da Fraternidade é uma forma de contribuir para uma melhor vivência desse tempo e tornar a pessoa mais solidária diante de situações concretas que envolvem a sociedade brasileira.

Aproximadamente a cada cinco anos a Campanha da Fraternidade é promovida de forma ecumênica, em conjunto com outras Igrejas Cristãs. No ano de 2021 a campanha será realizada nesse formato e terá como tema “Fraternidade e diálogo: compromisso de amor”, e o lema “Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade” (Ef 2, 14ª). A equipe que prepara a CFE do ano que vem, é composta por representantes da CNBB e de outras igrejas-membro do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic).

“Vivemos em um mundo com novas expressões, novos conceitos e com novas palavras: polarizações, Fake News e tantas outras expressões que já fazem parte do nosso vocabulário. Sinais de um novo tempo onde parece que o diálogo, a boa conversa já não são prioridades em alguns ambientes. Assim, dando continuidade a CF de 2021 a CNBB e o CONIC abraçaram juntas a Campanha da Fraternidade de 2021 que será ecumênica. Fraternidade e diálogo, compromisso de amor! O lema que nos motiva é recolhido da carta de Paulo aos Efésios (Ef 2,14ª): “Cristo é a nossa paz. Do que era dividido fez unidade. ” Qual é o significado desta confissão de fé em tempos tão incertos como este em que vivemos, caracterizado por conflitos, por afirmação e defesa de identidades, às vezes com violência, racismos, xenofobias e outras práticas de ódio? Como anunciar a Boa Nova de Jesus Cristo em períodos turbulentos como o atual? Eis a grande motivação para a campanha: convidar as comunidades de fé, pessoas de boa vontade a pensar, avaliar e identificar caminhos para superar as polarizações e violências através do diálogo amoroso testemunhando a unidade na diversidade”, comenta Pe. Patriky Samuel Batista, Secretário executivo de Campanhas da CNBB.

O Diálogo ecumênico cria a fraternidade, um relacionamento de respeito entre aqueles que acreditam em Jesus Cristo e que seguem o Evangelho.

“Daí a importância de viver a campanha da fraternidade como tempo de conversão, tal como exige o período quaresmal. Momento para nos perguntarmos: o que aconteceu conosco que já não dialogamos mais? Vejo o outro como irmão ou como um desconhecido? Quem ama sempre está aberto ao diálogo. O diálogo confere identidade ao amor cristão. Um coração convertido pela Palavra de Deus será sempre um coração aberto ao diálogo com o próximo. Por esta razão temos aqui um belo itinerário quaresmal: estabelecer um sincero diálogo com Deus, um fraterno e amoroso diálogo com o próximo, um profético diálogo que rompe com a indiferença frente ao sofrimento”, acrescenta Padre Patriky.

O Secretário executivo de Campanhas da CNBB, nos rememora de que neste ano recordamos os 25 anos da publicação da Carta Encíclica Ut unum sint de São João Paulo II. Uma Encíclica que contribuiu muito para o diálogo e a unidade entre os Cristãos.

“Uma encíclica que confirma de modo irreversível o empenho ecumênico da Igreja Católica. Nela lemos que “a legítima diversidade não se opõe de forma alguma à unidade da Igreja, antes aumenta o seu decoro e contribui significativamente para o cumprimento da sua missão” (n. 50). Neste horizonte afirma o Papa Francisco que “a unidade não é principalmente o resultado da nossa ação, mas é dom do Espírito Santo. E não acontecerá como um milagre, mas caminhando juntos”. Neste esforço contínuo de busca da unida ficou famosa a expressão de que o diálogo “uma troca de presentes”. Presente que faz brilhar a identidade de cada um. Presente para o mundo como testemunho de comunhão. Em tempos onde crescem os muros somos chamados a construir pontes por meio de um “ecumenismo receptivo”, de acolhida e convivência onde sejamos capazes de dizer que, quem somos é um presente para você e o que você tem é um presente para nós. Reconhecer que outros cristãos têm dons e estar disposto a aceitá-los como algo que poderia ajudar a própria comunidade a crescer na fé requer conversão e compromisso. Lembrando o Papa Paulo VI São João Paulo II recorda que O diálogo não é apenas uma troca de ideias; de algum modo, é sempre um intercâmbio de dons”, ressaltou.

CARTAZ DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE DE 2021

“A identidade visual da CFE 2021 expressa a comunhão dos diversos dons e carismas presentes nos membros das diversas comunidades de fé que compõe o CONIC. Dons que se movimentam por meio de uma ciranda onde não há primeiro nem último; onde todos se unem, buscam o mesmo compasso, a mesma sintonia, formam comunhão em movimento. A ciranda da vida coloca de mãos unidas os membros das Igrejas, mulheres e homens de boa vontade presentes nos diversos ambientes da sociedade e nos faz um convite quando, entre a criança e o cadeirante há um espaço aberto à espera de todos que desejam se unir à roda da fraternidade. O lema bíblico em destaque está entre dois mosaicos que sinalizam a centralidade da Palavra de Deus que nos une ao mesmo tempo em que indica a beleza da unidade na diversidade. No mosaico da esquerda, de forma discreta, encontramos o traço de uma cruz, símbolo do Cristo que vence a morte e, Ressuscitado, nos convida a testemunhar a paz que é resposta a um mundo de muros e polarizações. Nele somos chamados a edificar pontes de fraternidade. O diálogo enquanto compromisso de amor é a certeza que nos une e nos envia em missão como bem nos lembra a canção “Baião das Comunidades” somos comunidade, povo do Senhor, mulheres e homens de fraterna comunhão e solidariedade”, nos explica o Pe. Patriky Samuel Batista, Secretário executivo de Campanhas da CNBB.

OBJETIVO GERAL DA CAMPANHA DE 2021

A Campanha da Fraternidade tem como objetivo geral, redescobrir a beleza do diálogo; denunciar a instrumentalização da fé e as diferentes formas de violência; promover a conversão; promover e estimular a convivência e o diálogo ecumênico; animar as ações concretas em favor do amor ao próximo e superar as desigualdades.

EDIÇÕES ANTERIORES

 

A primeira foi organizada no ano 2000, e teve como tema “Dignidade humana e paz”, e o lema escolhido foi: “Novo milênio sem exclusões”.

 

A segunda edição, em 2005, falou sobre “Solidariedade e paz”, com o lema: “Felizes os que promovem a paz”.

 

Em 2010, o tema versou sobre “Economia e Vida”, com o lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”. 

 

Em 2016, com o tema “Casa comum, nossa responsabilidade” e lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5.24), com foco no saneamento básico, desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida aos cidadãos.

Centro de Apoio Santa Dulce dos Pobres será um braço social da Igreja na comunidade.

A Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Praia da Costa, vai receber novas instalações em breve. No início do mês de julho, um terreno foi adquirido através de um leilão promovido pela Superintendência do Patrimônio da União no Estado do Espírito Santo (SPU/ES). O espaço de 360 m², localizado em frente à Igreja, vai se transformar no “Centro de Apoio Santa Dulce dos Pobres”.

Para o Padre Anderson Gomes essa é uma importante conquista para o acolhimento, atendimento e cuidado com as pessoas. “O Centro de Apoio será um braço social da Igreja, onde médicos e dentistas voluntários oferecerão atendimento gratuito aos mais necessitados. Uma farmácia também funcionará no local”. Para a compra do imóvel, a Paróquia contou com a doação da metade do valor feita por um paroquiano.

A Comunidade já estava interessada em um lugar para expandir os trabalhos sociais. Com o espaço adquirido, também será possível a realização de eventos com um número maior de pessoas e para pastorais diferentes. De acordo com o administrador paroquial adjunto, André Souza, o processo de compra do terreno aconteceu no mês de julho.

“Em novembro de 2019 recebemos a informação do leilão, através de uma reportagem veiculada no jornal. Ficamos muito alegres em saber que um dos imóveis em questão estava localizado bem em frente à paróquia! A partir daí fomos acompanhando o processo e conseguimos dar a entrada por meio do caução no dia 1º de julho desse ano.Participamos do pregão no dia seis desse mês e conseguimos a compra do terreno”, concluiu André.

Leilão foi o primeiro realizado pela União nesta modalidade no Espírito Santo

A Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU) do Ministério da Economia (ME) abriu pela primeira vez o edital do leilão, na modalidade concorrência pública no dia 2 de julho de 2020. O terreno comprado pela Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro fica localizado na Rua Quinze de Novembro, bairro Praia da Costa, em Vila Velha.  A casa, que será reformada para abrigar as novas instalações do Centro Paroquial, já foi sede do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A venda faz parte da atual política de governo para dar destinação produtiva aos imóveis do Patrimônio da União no país. A União realizará mais leilões ao longo do ano