Notícias

O Seminário Nossa Senhora da Penha tem realizado os seus encontros vocacionais por videoconferência.

Neste tempo de pandemia da Covid-19, em que se recomenda um maior distanciamento social possível, o Seminário Nossa Senhora da Penha tem realizado os seus encontros vocacionais por videoconferência. No próximo domingo, 21 de junho, acontece mais um momento de formação para os jovens vocacionados. O objetivo é promover a reflexão sobre o discernimento ao ministério sacerdotal na Igreja. 

A equipe formativa do seminário vem trabalhando mensalmente em encontros onlines e promovendo acompanhamentos individuais dos vocacionados. Padre Jorge Campos, reitor do Seminário Nossa Senhora da Penha afirma que mesmo diante da pandemia a vocação não pode ficar guardada e este formato virtual proporciona momentos de animação, partilha, reflexão, interação e um acompanhamento aos jovens. “Esse trabalho vocacional não pode parar, mesmo em tempo de pandemia nós fazemos contatos com os nossos vocacionados e fazemos encontros com eles. É uma forma de manter contato com o jovem, para eles receberem as orientações, para que eles possam refletir e rezar ao discernir a sua vocação. Está sendo muito bom estes encontros, esse contato com cada um deles. ”, ressaltou.

“É muito importante para o jovem que aspira o sacerdócio, que ele procure o seu pároco na sua paróquia. Apresente esse desejo de discernimento vocacional, peça ajuda ao seu padre para que reze pela sua vocação.”

Ao longo do ano, diversos encontros são realizados no seminário abordando vários temas para ajudar os jovens a discernirem o seu processo vocacional. O seminarista, Marcílio Netto faz parte da equipe formativa dos seminaristas que acompanham os jovens durante a sua caminhada vocacional, ele relata que mesmo neste período de distanciamento social os jovens continuam sendo acompanhados. “Além da videoconferência, a equipe formativa mantém um contato com os jovens para que aja um relacionamento do seminário com a vocação desses meninos. ”, afirmou. 

Pós Pandemia

Após a pandemia, a equipe de formação acredita que os encontros presenciais possam retornar e dar continuidade ao processo vocacional para o ingresso dos candidatos. “Todos os nossos encontros estavam planejados para ser no seminário. Mas, devido a pandemia precisamos converter em videoconferência. Esperamos que a pandemia termine o mais breve possível e assim possamos dar continuidade ao processo. ”, ressaltou Marcílio. 

Após a etapa de um ano dos encontros, os jovens candidatos participam de um retiro de três dias e assim aqueles que se tornam aprovados pela equipe formadora são convidados a participar de um estágio vocacional na casa do propedêutico. 

A respeito da vocação sacerdotal, Marcílio relata que após o retiro vocacional os jovens escolhidos passam por um processo de estágio vocacional durante um período de uma semana na Casa do Propedêutico. Eles são avaliados a partir de cinco dimensões: Intelectual; Pastoral; Comunitária; Humano afetiva; Espiritual. 

Como participar?

O jovem que deseja participar do Encontro Vocacional Online promovido pelo Seminário Nossa Senhora da Penha deverá entrar em contato com o seminarista Marcílio Netto através do telefone (27) 99878-2376. Mais informações do Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha através do site https://www.semaves.com.br/

Já se passaram três meses desde o primeiro decreto do governo do Espírito Santo constituindo estado de emergência nos municípios capixabas e estabelecendo medidas

Já se passaram três meses desde o primeiro decreto do governo do Espírito Santo constituindo estado de emergência nos municípios capixabas e estabelecendo medidas sanitárias para prevenção, controle e contenção de riscos do surto de COVID-19. Entre essas medidas está a necessidade do isolamento social que tem afetado a rotina de muita gente. Nas congregações religiosas a situação também não é diferente: muitas estão passando por dificuldades financeiras e emocionais nesta pandemia. 

No Carmelo de Nazaré, em Cariacica, desde o dia 17 de março os funcionários foram dispensados de suas atividades e as missas com a participação do povo foram suspensas dois dias depois. As irmãs também abriram mão da visita dos padres por um tempo e começaram a participar das missas pela TV. 

A Irmã Adriana do Sagrado Coração de Jesus, ocd, Priora do Carmelo de Nazaré, conta que elas têm conseguido manter o salário integral dos funcionários e as contas da casa em dia graças ao apoio dos benfeitores que contribuem com o convento. Foi criada uma conta no Picpay para o Carmelo e uma conta bancária também foi disponibilizada para as doações. 

“As nossas economias são mantidas pelas doações, pela coleta de domingo e o acesso a lojinha quando as pessoas vêm comprar nossos produtos. Também temos a Associação dos Amigos do Carmelo que tem o carnê. E como as pessoas não estavam vindo nos visitar, esse dinheirinho que entra todo mês e mantém o que é natural do período não estava entrando. Então, esse pedido que foi feito pela internet foi como uma bomba e várias pessoas que nunca viram a gente se dispuseram a ajudar.” 

Segundo a Priora outra dificuldade que encontram é o isolamento. Ela conta que as pessoas acham que por elas já viverem em clausura, estão acostumadas com o afastamento social: “uma coisa é a gente viver em clausura porque optamos por isso. É claro que para nós a questão de espaço é bem melhor do que a pessoa que vive em um apartamento, pois o convento é grande, a gente tem jardim. Mas em relação a tensão, o medo, o receio, a preocupação com a doença, nós também somos vítimas”.  

Empadinhas do Bem

Na Casa Martina Toloni, na Prainha, em Vila Velha, vivem as Irmãs de Jesus na Eucaristia. Elas cuidam do local que é destinado ao acolhimento de pessoas para a realização de retiros, encontros, seminários, congressos e hospedagens. Devido a pandemia todos os eventos do primeiro semestre foram cancelados e alguns remarcados para o segundo. Com a fonte de renda paralisada elas precisaram se reinventar e começaram a produzir empadões, tortas e salgados para ajudar nas despesas e no pagamento dos 8 funcionários da casa.  

Irmã Maria Cleonice Castro conta que elas recebem as doações dos produtos para a produção da empada, pasteis e tortas e as pessoas fazem a encomenda pelo WhatsApp. De terça a sábado as encomendas podem ser retiradas na Casa Martina Toloni e um motoboy faz as entregas uma vez por semana. As vendas estão sendo muito boas e a religiosa acredita que este momento difícil tem fortalecido a rede do bem.

“Eu vejo um momento em que nós estamos tirando muita lição, coisas bonitas de dentro do nosso coração que as vezes nós nem conhecíamos. E diante da situação, diante da necessidade do outro eu sou capaz de ver que a minha é menor que a dele. Então eu posso estar nessa rede, aumentando a rede da solidariedade”.

Faça sua encomenda ou doação:

Carmelo de Nazaré

PicPay: carmelo.nazare

Transferência: Banco do Brasil

CNPJ: 27.398.999/0001-25

Agência: 0021-5

Conta Corrente: 16.043-1

Casa Martina Toloni – Irmãs de Jesus na Eucaristia

WhatsApp: (27) 9.9810-9544

Membros da Comunidade Missionária da Boa Nova estão com sintomas de COVID-19.

Em comunicado oficial divulgado hoje a Comunidade Missionária Católica Mensageiros da Boa Nova, afirma que Padre Vandaike e 5 membros da Casa de Missão Jesus Eucarístico, localizada em Vitória/ES, estão com sintomas que condizem com as da COVID19.

 Todos os membros estão estáveis e cumprindo o isolamento social recomendado pelas autoridades civis. 

Mais informações acesse o site da Comunidade: https://mensageirosdaboanova.org.br/2020/06/17/12411/

A pastoral de comunicação tornou-se uma pastoral indispensável para a evangelização, através das transmissões online de missas, momentos de oração, arrecadação do dizimo

Foi realizada na manhã desta quarta-feira, 17 de junho, o primeiro encontro online dos coordenadores da Pascom com a participação do Vigário Episcopal para Comunicação, padre Anderson Gomes. A reunião contou com a presença de diversos coordenadores paroquiais da Arquidiocese de Vitória. 

Em sua fala inicial padre Anderson Gomes ressaltou a importância da unidade nesse novo momento da comunicação na Arquidiocese de Vitória com a criação do Vicariato. “Todo este momento atual, é importante para unir forças e levar a Igreja para a sociedade. Precisamos pautar a sociedade com informações que nós temos e são muitas”, afirmou. O Vigário lembrou a importância de fazer com que as informações dos movimentos e pastorais sejam disponibilizadas para todos. “Vamos trabalhar juntos, para que assim, a mensagem da Igreja alcance todas as instâncias. Através da rádio, das redes sociais, dos programas de televisão. ”, concluiu. 

Na pauta da reunião, discutiram-se os seguintes assuntos: a criação do vicariato para comunicação e o seu formato, o novo site e suas ferramentas que estarão disponíveis para os coordenadores da pascom. Além de estreitar laços a partilhar os trabalhos desenvolvidos nas paróquias, o encontro trouxe discussões, reflexões e sugestões.

Os coordenadores puderam compartilhar a relevância da atuação da Pascom neste momento da pandemia, apresentaram alguns desafios e sugestões para trabalhar a comunicação em âmbito paroquial. A pastoral de comunicação tornou-se uma pastoral indispensável para a evangelização, através das transmissões online de missas, momentos de oração, arrecadação do dizimo e outras atividades. 

Carol Perim, coordenadora da Pascom da Paróquia Santa Luzia no Barro Vermelho, falou sobre a sua experiência em participar da reunião online e como foi importante essa unidade da comunicação na Arquidiocese. “A reunião com o Vigário hoje foi um grande passo para a comunicação de nossa igreja. Socializar a informação, as ações que estão sendo desenvolvidas, e nos deixar participar do processo com opiniões, sem dúvida nos colocam num caminho de integração e só fortalecem nossa missão de proclamar a palavra de Deus”, reforçou.

Em meio a uma pandemia e a realidade do isolamento social, as famílias têm fortalecido a sua Fé por meio da comunhão espiritual.

Em meio a uma pandemia e a realidade do isolamento social, as famílias têm fortalecido a sua Fé por meio da comunhão espiritual. Na Arquidiocese de Vitória, a recomendação do Arcebispo Dom Dario Campos é que as paróquias celebrem as missas sem aglomeração de pessoas. Com isso, os fiéis podem participar da Celebração Eucarística pelas transmissões no rádio, TV e redes sociais.

Muita gente ainda tem dúvida sobre o que é a comunhão espiritual e como se preparar para que ela aconteça. Dom Geraldo Lyrio Rocha é capixaba, arcebispo emérito da Arquidiocese de Mariana e atualmente reside no território da Arquidiocese de Vitória. Ele explica que se entende por comunhão espiritual a atitude interior da pessoa que deseja se unir profundamente a Jesus Cristo.

“A máxima expressão dessa união pessoal com Jesus Cristo se dá na Comunhão Eucarística. Recebendo a hóstia consagrada, o vinho consagrado, nós recebemos o corpo, sangue, alma e divindade de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto é o próprio Jesus que se entrega a nós como alimento. Impossibilitados de receber este alimento sagrado fisicamente, então nós buscamos entrar em comunhão de forma espiritual, pedindo que já que não podemos receber Jesus na Sagrada Eucaristia, que ele venha habitar em nosso coração, em nossa vida, nos transformar, nos iluminar e ser uma presença em nós”, detalha.

Segundo Dom Geraldo para estar em comunhão com Jesus Cristo, o fiel precisa estar com o coração também aberto para acolhê-lo, rejeitando o mal, o erro e o pecado. Dessa forma primeiro ele deve pedir perdão, para que com o coração purificado pela misericórdia de Deus possa acolher nele mesmo o Cristo Senhor.

O arcebispo emérito reforça que através dos meios de comunicação que hoje dispomos, todos têm a grande oportunidade de estar em sintonia com a Sagrada Eucaristia que está sendo celebrada. Mas é necessário fazer uma preparação para também celebrar em casa, cuidando do ambiente e reunindo a família: “nós procuramos a partir daí ir formar uma verdadeira Igreja Doméstica em nosso lar. E isso tem consequências muito profundas tanto para os pais quanto para os filhos que são nutridos pela Fé. Essa religiosidade também vai sendo alimentada de forma que mantemos os laços que nos ligam a nossa comunidade eclesial”.

Toda essa preparação para viver a comunhão espiritual é feita na casa de Daniela De Nadai. Ao lado do marido Bruno e da filha Marina de 7 anos, eles decidem o horário que vão participar da missa todos os domingos e meia hora antes eles já transformam a sala de casa em uma Igreja Doméstica, acendem uma vela e trocam de roupa, como se fossem se deslocar até a comunidade Santo Antônio, que pertence à paróquia Nossa Senhora do Perpetuo Socorro e da qual fazem parte. 

Daniela conta que desde o início da pandemia sua filha montou um altar no móvel da sala reunindo as imagens de Nossa Senhora e dos santos que eles têm em casa. Embaixo da televisão, que é onde eles acompanham a missa, também é colocada uma cruz como se fosse um altar. Ela reforça que eles sempre participam com todos os gestos: sentados, em pé ou ajoelhados e fazem as preces em voz alta.

“No momento do ofertório, além de ofertar os dons, fazemos nossa oferta pelo Picpay. E na comunhão a gente faz a comunhão espiritual. Enquanto o padre comunga pedimos a Jesus que fique em nós e que seja nosso alimento. Fazemos nossas orações de agradecimento, pois em todas as dificuldades a gente tem muito que agradecer a Deus”.

Daniela explica que ela e o marido são ministros da Eucaristia e participam de outras equipes e movimentos na comunidade. Eles estão sentindo muita falta da participação presencial na Igreja, mas acham importante a comunhão espiritual para renovar a Fé e sentirem que tem um Deus cuidando de tudo.

“É tanto medo, tantas coisas que acontecem não só na parte da saúde, mas na parte financeira, psicológica, criança estudando em casa. Dúvidas surgem como o que vai ser daqui pra frente? Como serão as convivências? Os relacionamentos? Essas respostas só confiando em Deus mesmo e tendo um renovo de participar das missas e das novenas em uma Igreja doméstica. Isso dá um acalento ao coração: saber que a Igreja está viva.”, conclui.

Uma atitude tão simples, mas tão significativa. Doar sangue é um ato verdadeiro de amor ao próximo, um exemplo da verdadeira caridade.

Doar é amar gratuitamente, é fazer o bem sem olhar a quem. O doador de sangue é aquele que doa um pouco de si em prol de tantas vidas. É um gesto nobre e solidário. O processo é simples, fácil e seguro. É um ato de cidadania e solidariedade.

Muitos não doam sangue por medo e preconceito. Muitas pessoas deixam de doar com medo da picada e com isso deixam de salvar muitas vidas. O sangue é um material insubstituível sendo assim a doação é indispensável.

Gabriela Medeiros moradora da grande Vitória, doou sangue pela primeira vez como voluntária, em 2015 e reconhece a importância desse gesto de solidariedade.

“Fiquei muito feliz após a doação, com uma sensação de que fiz o bem. Fica meu incentivo a todos. Não dói, não demora… seu saguem pode salvar uma pessoa, me tornei uma doadora depois da minha primeira vez”, detalha.

É preciso que haja conscientização desse simples gesto de doar, essa atitude pode salvar quatro vidas. O sangue doado faz a diferença na vida de quem precisa. 

Segundo Marcela Murad, diretora geral do Hemoes, o desafio desse ano é manter os estoques de sangue abastecidos.

“As doações estão diminuindo diante da evolução da pandemia do covid-19. É necessário que a população se conscientize que doar sangue é um ato de amor extremamente necessário, pois não há substituto para o sangue”, comenta.

Doação de sangue significa vidas, pois pessoas passam por situações que se não fosse a doação não estariam vivas.

“ O doador de sangue ajuda a manter os estoques estáveis fazendo com que as pessoas que necessitam de transfusões regulares ou aquelas que passam por enfermidades transitórias sejam salvas” ressalta Marcela Murad.

Uma atitude tão simples, mas tão significativa. Doar sangue é um ato verdadeiro de amor ao próximo, um exemplo da verdadeira caridade.

O Hemocentro, nesse tempo de pandemia, está tomando todos os cuidados necessários. Para que seja evitado aglomerações está trabalhando com horários agendados. São cuidados necessários para a proteção do doador como também dos funcionários. Os agendamentos para doação deverão ser feitos pelo telefone 3636- 7929, ou pelo e-mail [email protected]

Seja um doador, ajude a salvar vidas!

Mensagem do Papa para o Dia Mundial de conscientização da violência contra os idosos

Hoje, 15 de junho é o dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa: o Respeito não Envelhece.

Em seu tweet de hoje o Papa Francisco escreveu: “A pandemia da #Covid19 mostrou que nossas sociedades não estão organizadas o suficiente para dar lugar aos idosos, com justo respeito à sua dignidade e fragilidade. Onde não há cuidado com os idosos, não há futuro para os jovens”.  

A Campanha Mundial tem dois objetivos claros: conscientizar e denunciar a violência contra os idosos.

No município de Vitória algumas iniciativas já vêm acontecendo e hoje a programação conta com duas lives no canal do youtube @idosovitoria:

A partir de 12h será divulgado um vídeo com o título “Mesmo de máscara não se cale”.

Às 17h uma live será realizada com o tema “è preciso se importar” com Fabíola Calazans – Coordenadora Geral dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social – CREAS.

Ás 18h live “Violência contra a Pessoa Idosa: É preciso se importar”

Convidado: Representante da OAB-ES

Mediador: Ludovico Muniz (Instagram @odomodevitoria).

Só aqui no estado do Espírito Santo, 47 mil menores trabalham em situação ilegal.

Hoje (12/06) não é só o dia dos namorados, é também o dia mundial de combate ao trabalho infantil. Só aqui no estado do Espírito Santo, 47 mil menores trabalham em situação ilegal.

O trabalho infantil é visto, tanto quanto uma consequência direta da pobreza, quanto uma causa. É um círculo vicioso, a criança vai à rua porque precisa ajudar na renda familiar, ela acaba não tendo condições de se desenvolver profissionalmente. Um dos principais motivos é a falta de oportunidade para estudar.

Segundo a Doutora Patrícia Neves – Juíza e Coordenadora da Infância e da Juventude do TJES, a luta contra o trabalho infantil deve ser uma constante em qualquer sociedade que queira ser igual:

 “ Nós nunca podemos deixar de debater este tema, porque as diferenças sociais entre famílias, não podem fazer com que aqueles que, eventualmente, acham que devam trabalhar para contribuir com o sustento familiar, tenham menos possibilidade, ao acesso à educação”, comenta.

É necessário conscientizar a sociedade para que haja uma prevenção ao combate do trabalho infantil, pois, este surge da vulnerabilidade socioeconômica. Esse tipo de trabalho acontece até os dias de hoje, porque a sociedade brasileira não acha errado e naturaliza a mão de obra infantil.

“A sociedade pode ajudar no combate ao trabalho infantil mudando a mentalidade, lembrando que crianças que trabalham e estudam não desenvolvem bem na escola, e  estão em formação de personalidade e formação física do corpo. Quando trabalham o dia inteiro, chegam nas escolas exauridas, não tem mais condições de assimilar conhecimentos. A sociedade deve discutir a necessidade de uma criança ter que trabalhar. Porque uma criança não pode brincar e ter direito a educação de uma forma plena? A população pode auxiliar denunciando aos órgãos competentes. É muito importante que as pessoas entendam que há necessidade da preservação das crianças, dos adolescentes, na primeira fase de vida, para que possam alcançar um futuro digno e com conhecimentos adquiridos na escola”, complementa a Doutora Patrícia Neves.

Para não chorarmos no futuro, a urgência é: precisamos ser melhores. Diga NÃO ao trabalho infantil. Denuncie.