Seminário

Na noite festa segunda-feira, 29, nosso Seminário fez-se presente na Missa do sétimo dia do falecimento de Dom Luiz Mancilha Vilela, ss.cc, Arcebispo Emérito

Na noite festa segunda-feira, 29, nosso Seminário fez-se presente na Missa do sétimo dia do falecimento de Dom Luiz Mancilha Vilela, ss.cc, Arcebispo Emérito de nossa Arquidiocese.

Contando com a participação de vários padres, diáconos, religiosos e religiosas, seminaristas e leigos e leigas advindos de diversas paróquias de nossa Arquidiocese, a Celebração Eucarística foi presidida pelo Pe. Jorge Campos, Reitor de nossa Casa de formação e Vigário geral da Arquidiocese.

Após a Missa, Pe. Jorge procedeu, ainda, a benção da sepultura de Dom Luiz, na cripta da Catedral.

Homilia proferida na missa de sétimo dia de Dom Luiz Mancilha Vilela, SSCC

Prezados irmãos presbíteros, Religiosos, Religiosas, Diáconos, Seminaristas, amigos e familiares de Dom Luiz – querido Povo de Deus.

A palavra que me vem ao coração e que desejo refletir com vocês nessa Missa, in memorian, de nosso grande pai, amigo e irmão, Dom Luiz, é silêncio.

Encontrei essa palavra quando me preparava para cumprir essa importante solicitação feita pelo Senhor Arcebispo, Dom Dario, quando me encarregou de presidir essa Missa. Com carinho e reverência eu me vi diante do jazigo de Dom Luiz. E, ao faze-lo, senti em meu coração uma paz profunda, silêncio e calmaria; que inundaram meus sentidos ecoando em meu coração a Palavra de Deus, que nos consola e nos enche de esperança sobre os que partiram para a eternidade:
“A vida dos justos está nas mãos de Deus. Os insensatos pensavam que a partida dos justos do nosso meio era um aniquilamento, mas agora eles estão em paz” (Sb 3, 1.3).

Na verdade, essa calmaria, experimentada próximo ao túmulo de Dom Luiz, o qual se encontra na cripta dessa Catedral, aqui, bem perto de nós, é um misto de silêncio e palavra. Nesse silêncio ecoa especialmente uma palavra de Dom Luiz pronunciada com tanta altivez e força, escutada inúmeras vezes por todos nós: “sede santos!”. Sejam padres santos, sejam religiosos e religiosas santos e santas, sejam diáconos santos, sejam seminaristas santos, sejam todos, homens e mulheres, dispostos a viver a santidade.

Nesse silêncio de despedida e de partida estão gravadas em minha memória as suas palavras nos ensinando a pedir ao Pai santas vocações. Rezávamos com ele: “Senhor, renovai a Vossa Igreja fazendo surgir crianças, adolescentes e jovens dispostos a viver a santidade como consagrados e consagradas diante de Deus, no mundo e para o mundo. Santificai os Diáconos, Presbíteros e Bispos da Vossa Igreja! Concedei-nos a graça de uma renovação profunda de nosso clero, convocando discípulos missionários para o ministério sagrado”.

A palavra de Dom Luiz tem essa força para continuar a ecoar em nossos ouvidos e corações porque foi plantada e vivida por ele mesmo, com a Graça Divina, no silencio daquele coração que se deixava ser moldado e guiado pelos Sagrados Corações de Jesus e de Maria.

Nesse momento de recolhimento, reverência e respeito com a morte e sepultura de nosso Arcebispo Emérito a atitude mais adequada para lhe prestar homenagens e rogar preces a Deus é o silêncio… silêncio… silêncio… Como ele mesmo pedia em muitos momentos quando presidia solenemente a Liturgia da Santa Missa. Silêncio…

Trago, para nos ajudar a refletir sobre o silêncio e sua importância e força evangelizadora, a palavra do Papa Emérito, Bento VXI. Ele escreveu, em 2012, uma mensagem para o 46º Dia Mundial das Comunicações sociais, intitulada “Silêncio e Palavra: Caminho de Evangelização”.

Para o Pontífice, “o silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo. O Deus da Revelação Bíblica fala também sem palavras: “Como mostra a cruz de Cristo, Deus fala também por meio do seu silêncio…. No silêncio da Cruz, fala a eloquência do amor de Deus vivido até ao dom supremo”.

Nesse sentido, o silêncio junto ao túmulo de nosso Arcebispo Emérito não é um silêncio mórbido: da desesperança e do fracasso diante da morte. É um silêncio que nos remete à memória das palavras, dos gestos e do testemunho de Dom Luiz.

Palavras e gestos que nos provocam a sair, após o luto, com forte ardor missionário, comprometidos com a urgente tarefa de evangelizar; de levar esperança aos desesperançados, de socorrer os milhões de irmãos a quem são negadas e roubadas suas necessidades básicas, como direito à alimentação. Há pessoas com fome na rua, no bairro, na cidade, no país em que habitamos.

Diante dessa realidade, certamente, Dom Luiz diria em alto e bom som nessa noite: “sejamos profetas! O mundo que Deus quer para seus filhos não comporta desigualdade, violência, fome miséria. Sejamos ‘timoneiros da esperança'”, como definia a si próprio.

Caríssimos, hoje celebramos o Martírio de São João Batista. O que a vida e a morte de São João Batista têm a nos ensinar sobre a fecundidade do silêncio e a força da Palavra? O que a morte de um profeta tem a nos ensinar sobre a morte de um sucessor dos apóstolos, um bispo?

Lembremo-nos de que João Batista viveu no deserto. Portanto, é homem do silêncio. O deserto é muito mais que um lugar geográfico. É uma categoria teológica, espiritual. Nessa categoria se insere a vida dos santos.

Não há itinerário para a formação de um santo no qual não esteja presente o deserto, lugar de passagem, de purificação da consciência, de busca do essencial, de superação das tentações e das experiências mais desoladoras. E, não obstante, é lugar também das ocasiões mais confortadoras.

O Senhor “no deserto fez descer pão do céu, o maná” (Ex 16,4) e “fez água sair de uma rocha para que o povo não perecesse” (Ex 17,6). Da boca de João Batista – esse homem formado no silêncio e na aridez do deserto, porta voz da Palavra de Deus – saia uma palavra forte que conclamava o povo à penitência, à conversão, à austeridade, à solidariedade, à mudança de vida e ao discernimento da consciência moral e da vontade de Deus.

Corajosamente, João Batista dirige-se a Herodes, chamando-lhe à atenção e não titubeia em dizer-lhe: “não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão” despertando-lhe o ódio. O Rei, instigado pela filha de Herodíades, mulher de seu irmão Filipe, degolou o profeta na prisão.

João Batista, ao cumprir sua missão, se une de forma antecipada ao Mistério da Paixão do Senhor. João é sepultado por seus discípulos e jaz no sepulcro. Aguarda silenciosamente o dia da ressurreição.

Dom Luiz, esse incansável operário da Messe do Senhor, depois de uma vida inteira oferecida a Deus, cuidando do rebanho a ele confiado, também jaz no sepulcro e aguarda silenciosamente a realização da promessa do Senhor. “Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais” (Jo 11,25-26).

Esse silêncio – o qual partilho com vocês – encontra sua expressão mais profunda no Sábado Santo; quando a Igreja celebra a sepultura do Senhor e recolhe-se silenciosamente aguardando a sua ressurreição.

Permitam-me compartilhar uma pequena parte dessa meditação presente no Ofício das Leituras do Sábado Santo; para mergulharmos mais intensamente no mistério do silêncio sagrado na morte de Cristo: diz o texto: “Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam há séculos”.

Como todos os que jazem no sepulcro, Dom Luiz aguarda o chamado do Senhor; que lhe tomará pela mão e lhe dirá: “Luiz, ‘acorda tu que dormes, levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará. Saí! Vinde para a luz! Levantai-vos! Saiamos daqui; tu em mim e eu em ti, somos uma só e indivisível pessoa'”. Assim seja. Amém!

Padre Jorge Campos Ramos.

 

No último dia 25/08, nosso Reitor, Padre Jorge Campos Ramos, presidiu uma das Santas Missas de exéquias de Dom Luiz Mancilha, às 6h, na

No último dia 25/08, nosso Reitor, Padre Jorge Campos Ramos, presidiu uma das Santas Missas de exéquias de Dom Luiz Mancilha, às 6h, na Catedral Metropolitana.

Ainda nas primeiras horas da manhã de quinta-feira, os seminaristas e fiéis recitaram o Ofício Divino (Laudes) diante do féretro do Arcebispo Emérito.

 

A cerimônia foi marcada pelo silêncio, pela comoção dos presentes e pelo sentimento de saudades. Durante a homilia, Padre Jorge, proferiu as seguintes palavras:

Dom Luiz Mancilha Vilela, SSCC, um Arcebispo que teve pressa

Dom Luiz foi um Arcebispo que teve pressa. Pressa de quê? O que era sempre tão urgente? Para que tanta pressa?

Desde meu primeiro contato com a Palavra de Deus, sempre me chamou muito à atenção a passagem bíblica de Lucas: “Maria subiu apressadamente a uma região montanhosa da Judéia” (Lc 1,39). A pressa de Maria indica a urgência da chegada do tempo messiânico. Sinaliza para o fato de que “o Reino dos Céus está próximo” (Mt 3,2), “completou-se o tempo” (Mc 1,15). Maria tem pressa para colaborar com a chegada do Reino de Deus.

Nos passos de Maria, Dom Luiz também não costumava deixar serviço para depois, para o amanhã. Para o Sr. Arcebispo, não existia o “depois eu faço” ou o “ veremos isso mais tarde”. Dom Luiz era um Bispo que nos desinstalava do comodismo e nos lançava urgentemente na Missão de Evangelizar.

Não obstante, é bom lembrar, não era um Arcebispo que ficava cobrando, interpelando insistentemente para saber se a missão havia ou não sido cumprida. Ele confiava em nós, seus colaboradores. E, geralmente dizia: “esta demanda está aos seus cuidados, não vou me preocupar mais com isso”. Também se mostrava bastante compreensivo quando, em nossas limitações ou nos entraves do caminho, não era possível resolver determinada situação ou demanda. Para ele, cada encontro era uma situação nova, mostrando que é preciso avançar diante dos desafios.

Às vezes, quando o encontrava na Cúria ele dizia: “Quero ir ao seminário falar com os seminaristas”. Então eu lhe perguntava: “quando o senhor deseja encontrar-se com os seminaristas”? Ele respondia: “hoje”. Simplesmente assim: “hoje”!

Sim, a pressa era uma constante na vida desse Arcebispo. Entretanto, em algumas ocasiões, pude perceber que Dom Luiz também cultivava o silêncio, a calmaria, a demora em deixar certos lugares e situações. Eram sempre, na medida do possível, solenes e bem vividos: os momentos de interioridade com Deus na capela, os momentos de partilha fraterna e de escuta aos Seminaristas no Seminário, entre outros.

Minha família reside em Afonso Cláudio, município do interior do Estado do Espírito Santo. Certa vez, dormi na casa de meu irmão e, no dia seguinte, devido a uma reunião marcada para as 8h com Dom Luiz, em Ponta Formosa, Vitória-ES, para não me atrasar devido ao trânsito intenso ao chegar na capital, saí de madrugada da casa de meu parente, fazendo uma viagem tranquila.

Cheguei ainda pela madrugada. Estava escuro em Vitória. Ao entrar na área dos jardins de Ponta Formosa, próximo à residência do Sr. Arcebispo, percebi que estava em um local que dá para ver o interior da capela na qual Dom Luiz rezava. Na ocasião, a janela estava aberta. Lá se encontrava o Sr. Arcebispo, sentado diante do Santíssimo Sacramento. Senti, naquele momento, que Dom Luiz, na verdade, apesar das muitas atividades em sua agenda, consegue criar oportunidade para estar a sós com o Senhor. Não presenciei aquela habitual pressa.

Também me chamavam à atenção as vezes que o via chegando na Cúria. Não subia para despachar em seu escritório sem, antes, fazer uma visita e silenciar diante do Santíssimo Sacramento. No atendimento aos padres também não percebia pressa, mesmo quando tinha de sacrificar seu horário de almoço.

Nas oportunidades em que pude estar com ele no Conselho Presbiteral jamais percebi pressa em avaliar e refletir superficialmente sobre qualquer assunto. Quando sentava com seus conselheiros no Conselho Presbiteral não havia pressa para terminar a reunião.

No Seminário Arquidiocesano, conversando com os Seminaristas, nas audiências promovidas, batia papo sobre assuntos diversos. Nessa oportunidade, assistíamos, ouvíamos, ficávamos próximos a um Pastor que tinha satisfação em sentar e dialogar, despreocupadamente e sem pressa, com os seus seminaristas.

Por fim, especialmente quando subia ao Altar para presidir a Santa Missa, Dom Luiz parecia transcender a todos os desafios e inúmeros problemas que faziam parte do cotidiano de um Arcebispo, mantinha-se calmo e sereno.

Conviver com Dom Luiz, para mim, foi aprender a equilibrar a urgência da Missão, com todas as suas prerrogativas e pressas em atender ao próprio Cristo na pessoa daqueles que estavam à nossa frente, com a constante necessidade de calma, de serenidade diante Daquele que nos chama ao Serviço; mas que também nos quer muito próximos e íntimos dele: Nosso Senhor Jesus Cristo.
Obrigado, Dom Luiz, por esses anos de convivência fraterna!

Pe. Jorge Campos Ramos

 

 

 

O Encontro Vocacional deste mês de Agosto contou com participações de vários jovens advindos das comunidades de nossa Arquidiocese. Com o tema “A vida

O Encontro Vocacional deste mês de Agosto contou com participações de vários jovens advindos das comunidades de nossa Arquidiocese.

Com o tema “A vida de São João Maria Vianney”, as reflexões do dia foram conduzidas pelo seminarista César Delarmelina (do 3º ano de Teologia) e foram encerradas com a celebração da Santa Missa, presidida por Padre Jorge Campos, nosso Reitor. Tradicionalmente, o Santo Cura D’Ars é sempre um dos temas dos encontros que ocorrem ao longo do ano, aos terceiros Domingos de cada mês, a partir das 9h.

Para participar, procure-nos em nossas redes sociais ou com algum de nossos seminaristas.

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Maiores Informações, ACESSE AQUI.

O neo-presbítero Paulo Mercedes de Amorim celebrou neste último Domingo (14), Dia dos Pais, a sua Primeira Missa na Comunidade, dedicada a Santa Rita
O neo-presbítero Paulo Mercedes de Amorim celebrou neste último Domingo (14), Dia dos Pais, a sua Primeira Missa na Comunidade, dedicada a Santa Rita de Cássia, região de Alto Silveira, Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Brejetuba-ES.
Em uma emocionante cerimônia, Padre Paulo foi acompanhado pelos Padres Jorge Campos, Alceri Francisco e Luís Ogioni, além de um grupo de seminaristas, familiares e grande número de fiéis.
Rezamos para que o sacerdócio do Padre Paulo Mercedes seja guiado amorosamente pela graça divina, a fim de que possa lançar com coragem e obediência as redes (cf. Lc 5, 1-11) em sua missão.
Na manhã deste último sábado, 13 de agosto de 2022, em comunhão com nosso Arcebispo, nosso Bispo Auxiliar e o presbitério de Vitória, reunimos-nos
Na manhã deste último sábado, 13 de agosto de 2022, em comunhão com nosso Arcebispo, nosso Bispo Auxiliar e o presbitério de Vitória, reunimos-nos na Paróquia Sagrado Coração de Jesus (Brejetuba-ES) para a Ordenação de mais um Presbítero para o serviço de Deus e da Igreja:
Pe. Paulo Mercedes de Amorim
A Igreja Matriz da cidade de Brejetuba, limítrofe da Arquidiocese e divisa com o Estado de Minas Gerais, ficou pequena para a massiva participação do povo de Deus, advindo das mais de 20 comunidades daquela Paróquia. O Seminário colaborou na organização, no serviço e no canto da Solene Liturgia. Também se fizeram presentes muitos presbíteros, diáconos, religiosos e leigos de várias paróquias e movimentos, principalmente das comunidades em que o Padre Paulo trabalhou pastoralmente durante o seu período de formação.
Natural da cidade de Mutum em Minas Gerais, na fronteira com o Espírito Santo, o Diácono Paulo nasceu em 13 de novembro de 1985, de uma família com 8 irmãos. Desde criança recebeu da família os valores da fé católica. Ingressou em 2013 no Seminário Nossa Senhora da penha, sob a Reitoria dos Padres Adenilson Schimid e Márcio Ferreira. Graduou-se em Filosofia pela UNISALES e cursou Teologia no Instituto Interdiocesano. Foi ordenado diácono junto a seu irmão de turma, Éder Hofmann, no dia 06 de dezembro de 2021.
O neo-presbítero escolheu como lema de sua missão o trecho do Evangelho de São Lucas, proclamado na cerimônia: “Em atenção a sua Palavra, eu lançarei as redes” (cf. Lc 5, 1-8). Na Homilia, Dom Dario recordou que este convite dirigido aos pescadores é voltado a toda a Igreja, a fim de que sejamos capazes de pescar homens e mulheres para o Reino. Advertiu que a acolhida da Palavra de Deus nas comunidades e o testemunho da caridade evangélica, principalmente com os mais necessitados, é a resposta a este chamado de Jesus.
Falando para o Padre Paulo, Dom Dario pediu que seu ministério presbiteral seja marcado pela “coragem de abandonar as redes velhas e abraçar aquela que o Mestre lhe oferece neste momento: as redes novas, as redes da Palavra, da acolhida, do serviço, da profecia, da misericórdia, principalmente dirigida aos pobres e excluídos”. Continuou o epíscopo: “Assim sendo, seja fiel ao chamado do Senhor: acolha e se deixe formar sempre por sua Palavra. Sempre esteja disponível para a Missão que Ele lhe confiou […]. Seja feliz e faça o povo de Deus feliz!”.
Ao final, emocionado, Padre Paulo dirigiu seus agradecimentos. Agradeceu a seu pai, o Sr. Geraldo Custódio, seus irmãos, sobrinhos, padrinhos e recordou a afetuosa memória de sua mãe, D. Maria Mercedes de Amorim, falecida em 2010. “Nunca me esqueço e sempre conto para meus amigos que foi ela que me ensinou a devoção mariana, que me ensinou a rezar a oração da Salve-Rainha quando eu ainda era pequeno. Por isso eu gostaria de rezar neste momento a Virgem de Aparecida, pedindo sua maternal intercessão pela alma de minha mãe. E eu peço a todos vocês, irmãos, nas orações, que lembre-se dela e peçam a Deus que a dê a graça da salvação e a convivência com os santos”, pontuou o neo-presbítero.
Rezando a Consagração a Nossa Senhora Aparecida, composta pelo Venerável Padre Vitor Coelho de Almeida, Padre Paulo dedicou a Maria o início de seu ministério. Ao final, todos entoaram a tradicional canto “Dai-nos a bênção, ó Mãe querida!”. Em cada Ordenação realizada, o Seminário se alegra em oferecer novos frutos para a Igreja. Agradecemos a todos quantos colaboram espiritual e materialmente com o preparo e a formação dos futuros padres.
Confira aqui o vídeo de transmissão da cerimônia: https://www.youtube.com/watch?v=EkV_zFlR0N4
Demos graças a Deus!

Anexos

Os Diáconos Éder Hoffman e Paulo Mercedes encerraram, na última sexta-feira, o Retiro preparatório para suas Ordenações Presbiterais que ocorrerão nas próximas semanas. Desde

Os Diáconos Éder Hoffman e Paulo Mercedes encerraram, na última sexta-feira, o Retiro preparatório para suas Ordenações Presbiterais que ocorrerão nas próximas semanas.

Desde a última quarta-feira, os eleitos reuniram-se na Casa Sacerdotal sob a orientação do Padre Arthur Francisco Juliatti dos Santos, Vice-Reitor do Seminário e Diretor do Instituto Interdiocesano.

A Ordenação Presbiteral do Diácono Paulo será no próximo dia 13/08, às 10h, na Matriz de Brejetuba-ES. E no dia 03/09, às 10h, na Catedral Metropolitana, a Ordenação Presbiteral do Diácono Éder Hoffman.

Na última quarta-feira (03/08), na Catedral Metropolitana, tomaram posse como Diretor e Vice-Diretor do Propedêutico, respectivamente, os Padres Ruan Coutinho da Cruz e Alessandro

Na última quarta-feira (03/08), na Catedral Metropolitana, tomaram posse como Diretor e Vice-Diretor do Propedêutico, respectivamente, os Padres Ruan Coutinho da Cruz e Alessandro Rebonato.

A cerimônia presidida pelo Sr. Arcebispo, Dom Dario, contou com a participação de padres, diáconos, seminaristas e de grande número de fiéis. Na ocasião, o Padre Ruan foi apresentado como Vigário Paroquial da Catedral.

Dom Dario ressaltou a missão dos formadores que auxiliam os vocacionados durante o processo, a se tornarem cada vez mais homens de Deus e pastores segundo o Coração de Jesus, fiel a Igreja e compromissado com os irmãos, principalmente os mais necessitados.

Rezemos para que o trabalho exercido pelos padres Ruan e Alessandro seja iluminado pelo Espírito Santo, a fim de que frutifique abundantemente.

 

 

“Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor” No próximo dia 13 de agosto,
“Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor”

No próximo dia 13 de agosto, a Arquidiocese de Vitória se reúne na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Brejetuba, para ordenação presbiteral do Diácono Paulo Mercedes de Amorim.

Natural da cidade de Mutum em Minas Gerais, na fronteiro com o Espírito Santo, o Diácono Paulo nasceu em 13 de novembro de 1985, de uma família com 8 irmãos. Desde criança recebeu da família os valores da fé católica, como ele mesmo relata:

“Minha mãe, Maria Mercedes de Amorim foi uma pessoa que sempre observava os valores evangélicos, procurava sempre se fazer presente na igreja aos domingos, dia do Senhor. Meu pai, Geraldo Custódio de Amorim, da mesma forma ensinou para todos nós as bases da fé católica. No entanto, devido à distância em que morávamos da igreja e a falta de meios de transporte, por um período não frequentávamos muita as atividades eclesiais. Por isso, fui batizado somente aos sete anos de idade na Igreja de Nossa Senhora do Monte Serrat, Paróquia São Manoel”.

Após este período de afastamento, Paulo retornou buscando o sacramento da confirmação. Durante a preparação para o sacramento, ampliou o conhecimento sobre a Doutrina da Igreja, despertando cada vez mais em seu coração o amor por Jesus na Eucaristia. O diácono recorda de forma vívida sua participação nas celebrações:

´”O que ainda é bem vivo na minha memória é o padre José de Paulo rezando a Oração Eucarística III, no trecho que diz: “Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr  do sol, um sacrifício perfeito”. “Com esse trecho da oração fui tendo dimensão da perpetuidade do sacrifício da missa. Devido a isso  e outros momentos, nasceu em meu coração o desejo de fazer o mesmo que o padre fazia, celebrar a santa missa. Por causa dessa lembrança afetuosa em minha primeira missa rezarei também esta Oração Eucarística”, disse Paulo.

Mas para iniciar seu processo vocacional precisava concluir o ensino médio, o que só foi possível com a mudança de sua família para Alto Silveira, distrito de Brejetuba-ES.

“Terminei o Ensino Médio em 2012. Com o falecimento de minha mãe que ocorreu em 2009 decidi me mudar para Venda Nova do Imigrante-ES, por motivo de trabalho. No ano de 2013 fiz encontros vocacional no Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha onde foi admitido o meu ingresso no propedêutico no dia 5 de março 2014. No início do ano de 2015 passei a morar no Seminário, quando cursei filosofia cm termino do curso em 2018 e cursei Teologia com o término no final de 2021”. 

Terminando o curso de teologia, Paulo Mercedes foi ordenado diácono, em solene celebração na Catedral Metropolitana de Vitória no dia 06 de dezembro passado. Após a ordenação diaconal foi enviado para a Diocese de Santíssima Conceição do Araguaia, estado do Pará, para uma experiência missionária, de onde retornou no dia 26 de junho, para Arquidiocese de Vitória, mais especificamente sua cidade, Brejetuba, para os preparativos de sua ordenação presbiteral que vai acontecer no próximo dia 13 de agosto, na Paróquia Sagrado Coração em Brejetuba. E o diácono Paulo convida a todos a participarem com ele deste momento:

No dia 13 de agosto de 2022 serei ordenado presbítero na Igreja Sagrado Coração de Jesus às 10 horas da manhã na cidade de Brejetuba, ES. Com imensa alegria convido a todos para este dia de muita alegria, onde a Santa Igreja de Cristo ordenará mais um sacerdote para o bem do povo de Deus”.