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O Projeto Calcutá nasceu em Maio de 2020, visando cuidar de famílias em estado de vulnerabilidade. Pelo projeto, os voluntários fazem entregas de cestas

O Projeto Calcutá nasceu em Maio de 2020, visando cuidar de famílias em estado de vulnerabilidade. Pelo projeto, os voluntários fazem entregas de cestas básicas, prestando todo um apoio social, visitando periodicamente as famílias para acompanhá-las, também incentivando e ajudando as famílias na geração de renda.

Atualmente o Projeto tem mais de 100 famílias cadastradas, em diversos bairros de Guarapari e realiza também um trabalho conjunto com a Paróquia do Bem Aventurado padre Eustáquio, e as pastorais. O nome do projeto remete à Santa Teresa de Calcutá, que ensina “A todos os que sofrem e estão sós, dai sempre um sorriso de alegria. Não lhes proporciones apenas os vossos cuidados, mas também o vosso coração.”

Tendo a Palavra que norteia o projeto, João 4, 4-26, o chamado é para a saciar a sede das almas, através da Caridade, que é a maior expressão do Amor. A intenção é socorrer e cuidar dessas famílias que já sofrem tanto, prestando apoio e sendo presente em suas necessidades.

O Projeto faz arrecadações mensais de alimentos, contando com a ajuda de colaboradores e voluntários. Todos aqueles que desejam podem ajudar e participar de nossas ações. Seja um colaborador ajudando a levar esperança a mais famílias.

Picpay: @projetocalcuta05

Para mais informações: (27) 995823632

O ECC (encontro de casais com Cristo) é um serviço da Igreja para evangelizar as famílias e celebra no dia 10 de julho o

O ECC (encontro de casais com Cristo) é um serviço da Igreja para evangelizar as famílias e celebra no dia 10 de julho o dia Nacional do ECC. Instituído em 2021, esta foi uma iniciativa pós jubileu (1970-2020). A celebração faz memória ao 1° Encontro de Casais com Cristo idealizado pelo Padre Alfonso Pastore nos dias, 10, 11 e 12 de julho de 1970, realizado na paróquia Nossa Senhora do Rosário, em Pompéia São Paulo.

Ao longo dos 51 anos de existência, o ECC tem sido um presente de Deus na vida dos casais que dele participam, pois promove a renovação permanente do matrimônio, o fortalecimento das famílias e os engaja cada vez mais na vida da igreja. Sendo assim, para celebrar com dignidade esse dia os casais do ECC da Paróquia Sant’Ana, em Marechal Floriano, foram convidados à participar da Santa Missa no dia 10 de Julho.

O momento contou com a participação de aproximadamente 80 casais que ouviram atentamente cada palavra presidida pelo Pároco Pe. Marcos Roberto Barbosa de Brito. Este frisou que não importa o tempo de vida matrimonial, o importante é manter o amor, a harmonia, a alegria e a fidelidade. Orientou aos casais que ainda não tem filhos a seguir o exemplo de Sant’Ana e a ela pedir intercessão.

Os casais tiveram a oportunidade de durante o ato litúrgico se reconciliarem através do perdão e a graça de renovarem a aliança firmada no Sacramento do Matrimônio. Durante a celebração eucarística foi lembrado com pesar de um dos Coordenadores de Círculo, Delcio Effgen, da Comunidade Bom Jesus, que foi acometido pela Covid-19 e veio a óbito no ano de 2020.

Com este momento os casais do ECC transmitiram muita alegria e esperança por estarem de certa forma retornando às suas atividades. O Casal Setorial, Giovani Buback e Simone Braga Buback, que fazem parte
da Paróquia Sant’Ana entoaram o salmo responsorial e demonstraram tamanha alegria por reencontrar os casais do ECC, após esse período difícil.

“Gratidão, foi o que sentimos ao ver a igreja cheia. Sabemos a falta que o ECC está fazendo na vida de todos nós, principalmente nesse tempo de pandemia. E poder retornar aos poucos depois de um ano e meio parado é ter a certeza que muitas cicatrizes deixadas pela pandemia, poderão ser amenizadas e até mesmo curadas”.

Está completando 91 anos, um dos pioneiros da Paróquia Sant’Ana, Alécio da Silva Alves. Residente na Sede do Município de Marechal Floriano, o Sr.

Está completando 91 anos, um dos pioneiros da Paróquia Sant’Ana, Alécio da Silva Alves. Residente na Sede do Município de Marechal Floriano, o Sr. Alécio desde as primeiras etapas da Paróquia, quando ainda era comunidade, trabalhou com empenho e dedicação nesta obra. Atuou em várias equipes, como coordenação da comunidade por vários anos. O seu amor a Deus, o transformou em um evangelizador e conhecedor da palavra. Foi também fundador do Grupo de Oração, onde atuou por quase 20 anos na região.

Em 2009 contribuiu com toda a garra e entusiasmo, na implantação da Paróquia Sant’Ana. Devido a perda da visão, esse homem de fé foi impossibilitado de atuar de forma como sempre atuou, com amor, dedicação, empenho e alegria. Porém não perdeu a fé, a alegria e a palavra ficou gravada em seu coração.

Na quarta-feira, dia 30 de junho, adentrou a Paróquia Sant’Ana com a alegria estampada em seu rosto, para celebrar seu aniversário. A Missa celebrada em ação de graças por seu aniversário, foi presidida pelo Vigário Pe. Joseph que falou da alegria com que é recebido pelo Sr. Alécio todas as vezes que vai em sua residência. Mencionou que sua fé não é abalada pela falta de visão e por sua fidelidade à palavra de Deus, mesmo que impossibilitado de ler a bíblia.

O Sr. Alécio foi aplaudido pelos fiéis que tem tamanho amor e respeito à sua pessoa. Repleto de alegria agradeceu a todos e reafirmou para que os cristãos não percam a Fé.

 

Os meses de Junho e Julho são marcados pelos festejos juninos e julinos. Essas festas surgiram na Igreja Católica devido à devoção popular a

Os meses de Junho e Julho são marcados pelos festejos juninos e julinos. Essas festas surgiram na Igreja Católica devido à devoção popular a três santos que são sempre lembrados pelos fiéis, são eles: Santo Antônio de Pádua e Lisboa, São João Batista e São Pedro Apóstolo. 

Após Nossa Senhora Aparecida, Santo Antônio pode ser considerado o santo mais querido do nosso país. Nascido em Lisboa, ele foi professor de teologia, franciscano, além de missionário popular. Tornou-se conhecido por pregar o Evangelho e ter o costume de defender os pobres. Então você pode se perguntar: Mas por qual motivo ele é chamado de casamenteiro? Segundo nos conta a história, ele passou a ser conhecido dessa forma, porque conseguiu promover a alteração em algumas leis, buscando assim favorecer os mais simples. Um exemplo que podemos citar é a lei que vetava o casamento de moças que não tinham dinheiro para o dote. Vale lembrar que esta era uma prática comum e obrigatória na época, e, por consequência, algumas ficavam sem casar. Santo Antônio lutou pela justiça, foi profeta e missionário do Evangelho. Ele pode ser considerado um exemplo de amor a Deus e ao povo. Santo Antônio morreu em Pádua, no ano de 1231, aos 36 anos.

São João Batista, convidou as pessoas à conversão, pois afirmava que o reino de Deus estava próximo. Esse profeta e mártir da Justiça, foi decapitado, a pedido do rei Herodes, pois ele e sua corte não concordavam com as pregações de João. E você sabe o motivo da fogueira? Como São João anunciou Jesus como “cordeiro de Deus”, esse sinal recorda que Jesus é a luz do mundo. Sem contar que naquela época, os cordeiros eram vigiados pelos pastores que tinham o costume de acender fogueiras para se aquecerem. Não podemos deixar de recordar que a fogueira também esteve presente durante o nascimento de João Batista. Naquela ocasião, a fogueira foi um sinal de Santa Isabel, mãe de São João, para Maria, mãe de Jesus.

Por fim, temos São Pedro, o qual é conhecido como chefe dos apóstolos. Pedro foi escolhido por Jesus para ser a pedra de fundação da Igreja. A última pergunta que resta nessa tríade de questões é: Por que a chave? Essa resposta pode ser encontrada no capítulo 16, versículo 19, do livro de Mateus, quando Jesus lhe disse: “E Eu te darei a chave do Reino dos céus”. Essa afirmação traz o significado do serviço de um pastor da Igreja. São as chaves do Reino de Deus que são capazes de abrir a nossa vida para viver o amor, a fraternidade e a santidade.

Neste mês de julho, em comunhão com os santos, a área de Vila Velha faz memória à verdadeira festa: o amor de Deus. E através deste amor que age em nossos corações, muitas comunidades da área realizam Festa Julina Solidária, Live, Drive Thru, entre outras atividades para reafirmar que a verdadeira festa acontece onde reina a Paz, a Solidariedade e a glória de Deus.

Confira abaixo as programações:

O Projeto Quarta Solidária, que completou no último dia 05 de julho quatro anos de ações solidárias, é uma ação voluntária idealizada por membros

O Projeto Quarta Solidária, que completou no último dia 05 de julho quatro anos de ações solidárias, é uma ação voluntária idealizada por membros da Igreja Católica da Comunidade Santa Luzia, da Paróquia São Francisco de Assis, no bairro São Francisco, Cariacica. No projeto os voluntários se reúnem todas as quartas-feiras para preparar e distribuir refeições às pessoas que aguardam atendimento no P.A de Alto Laje, em Cariacica, e também a moradores em situação de rua da cidade.

O projeto surgiu no ano de 2017 onde a atual coordenadora senhora Joana conversava com sua neta Bianca sobre as noites muito frias que estavam ocorrendo naquele ano e juntas refletiram sobre como as pessoas em situação de rua estariam passando essas noites frias sem a proteção de uma casa, cobertores e uma comida quentinha.

Joana, que há muitos anos já pensava em fazer algo para ajudar as pessoas que necessitam, viu que aquele seria o momento ideal para iniciar uma ação ao qual foi chamada de Quarta Solidária. Ela compartilhou a ideia com outros membros da comunidade e também junto ao conselho da mesma, que prontamente apoiaram o projeto disponibilizando de imediato a cantina da igreja para a preparação das refeições como também a divulgação nas missas, celebrações e nas redes sociais da igreja.

No dia 05 de julho de 2017, foi realizada a primeira sopa do projeto, onde além da sopa foram distribuídas roupas e agasalhos para a população em situação de rua que se encontrava nas ruas do bairro Campo Grande e redondezas. O Projeto conta com a ajuda de voluntários que ajudam em todo o processo de arrecadação e busca das doações, preparação e distribuição das refeições.

A equipe coordenadora do Projeto Quarta Solidário juntamente com o Pe. Odésio Costa (grande incentivador e motivador para que o projeto continue suas ações e atual Administrador Paroquial da Paróquia São Francisco de Assis), estudam novas possibilidades de crescimento, fortalecimento, desenvolvimento e estruturação das ações do Projeto Quarta Solidária a fim de melhor proporcionar um atendimento aos que necessitam.

Devido o aumento na demanda por refeições em decorrência da pandemia (cerca de 100 refeições distribuídas por dia de ação), atualmente o Projeto Quarta Solidária acontece as  terças-feiras e aos sábados, com início da preparação das refeições as 14h na cozinha da Comunidade Santa Luzia e a saída para a distribuição entre 19h e 19h30. A igreja Católica da Comunidade Santa Luzia está situada a Rua dos Milagres, s/nº, bairro São Francisco em Cariacica, atrás do Shopping Moxuara.

Contatos para informações, doações e parcerias: Joana (27) 99930-0675 ou Nice (27) 99854-8361.

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Hoje a igreja celebra a Festa de Santa Maria Goretti que foi uma virgem, mártir e alcançou muitos milagres após a sua morte. Santa

Hoje a igreja celebra a Festa de Santa Maria Goretti que foi uma virgem, mártir e alcançou muitos milagres após a sua morte. Santa Maria Goretti nasceu na cidade de Corinaldo, Itália, no ano de 1890. Era filha de Luigi Goretti e de Assunta Carlini e morreu ainda menina ao resistir as tentativas de sedução de Alexandre, filho de um fazendeiro, que a golpeou com 14 facadas.

Mesmo em suas últimas horas de vida ela perdoou o seu assassino e confidenciou a sua mãe: “Sim, o perdoo… Lá no céu, rogarei para que ele se arrependa… Quero que ele esteja junto comigo na glória eterna”. Alexandre foi sentenciado a prisão, onde se converteu após ter uma visão de Maria Goretti apanhando flores e oferecendo-as a ele.

Em 1947, Santa Maria Goretti foi beatificada pelo Papa Pio XII, que apareceu no “Balcão de São Pedro” com a mãe de Maria, três das suas irmãs e irmãos. Em 1950 ela foi canonizada pela sua pureza e uma grande multidão compareceu a cerimonia. Alexandre estava ainda vivo e também participou. Na época de sua canonização já haviam sido verificados e certificados cerca de 40 milagres resultados de sua intercessão. Santa Maria Goretti é considerada padroeira das adolescentes e da castidade.

Na Arquidiocese de Vitória, no bairro Jardim América, em Cariacica, existe uma paróquia dedicada a Santa Maria Goretti há 68 anos. Com 13 comunidades, a paróquia tem como pároco padre Roberto Moreira assumiu no último dia 17 de junho de 2021. A festa começou no dia 27 de junho e se encerra hoje, dia da solenidade da padroeira.

Confira a programação:

Dia de Santa Maria Goretti
Terça-feira                                                                06/07 16h Missa Pe. Roberto Moreira, CP
19h30 Missa de encerramento Padre Jorge Campos – Vigário Geral da Arquidiocese 
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No último domingo, 04 de julho, foi lançada a Campanha do dízimo 2021 em todas as 90 paróquias e 1020 comunidades da Arquidiocese de

No último domingo, 04 de julho, foi lançada a Campanha do dízimo 2021 em todas as 90 paróquias e 1020 comunidades da Arquidiocese de Vitória. Neste ano a campanha – que acontece sempre no mês de julho – foi proposta com o tema “Dízimo: sementes de amor”. A ideia para este primeiro final de semana é que as equipes fizessem canteiros plantando uma semente refletindo sobre esta mensagem.

Em Afonso Cláudio, a paróquia São Sebastião, se organizou e adaptou a campanha à sua realidade. Segundo o Administrador Paroquial, padre Rodrigo Chagas, ele sentou com a equipe paroquial do dízimo e nesta primeira ação entregaram a cada uma de suas 52 comunidades uma jardineira onde os fiéis puderam plantar caroços de feijão.

“Nesse domingo aconteceu a abertura da campanha do dízimo com este gesto concreto em todas as comunidades com a participação das equipes do dízimo e em algumas comunidades de crianças e famílias. As pessoas entraram nas Igrejas com essa jardineira na hora do ofertório e ali plantaram algumas sementes e essa jardineira ficará com quatro famílias. A cada semana do mês de julho ficará com uma família diferente que vai cuidar desse plantio para chegar até o final do mês e vermos que ela pode crescer e florescer no futuro”, explica padre Rodrigo.

O sacerdote também complementa: “e assim é o dízimo. A importância e responsabilidade que nós temos como dizimistas, é que o dízimo é uma semente plantada na terra da Igreja e a Igreja com todos os cuidados, tanto do clero, quanto do povo, cuida e faz crescer. Que a gente possa ter a consciência que sendo dizimista nós cuidamos da Igreja e somos responsáveis de plantar com nosso dízimo e também devemos cuidar para que possa florescer e dar frutos”.

Segundo padre Rodrigo todas as comunidades aderiram a campanha e estão fazendo essa dinâmica do plantio e do cuidado nesta primeira semana e cada domingo vai ter uma reflexão diferente com as equipes de dízimo que apresentarão depoimentos dos dizimistas da paróquia, vídeos e cards que a própria Arquidiocese já disponibilizou.

Mas no último domingo em especial a paróquia São Sebastião está se organizando para realizar uma ação concreta: “vamos fazer uma junção da campanha do dízimo com a Campanha Paz e Pão e vamos recolher alimentos em nossas comunidades. Eles serão os frutos dessa plantação que nós cuidamos durante todo o mês de julho. Depois vamos distribuir essas doações às famílias carentes de nossa paróquia”.

Veja as fotos de como foi a abertura da Campanha do dízimo nas comunidades:

Neste ano de 2021 o Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha completa 70 anos desde sua fundação. São 70 anos dedicados ao cultivo e

Neste ano de 2021 o Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha completa 70 anos desde sua fundação. São 70 anos dedicados ao cultivo e formação dos sacerdotes diocesanos. E alguns desses sacerdotes, formados e ordenados nessa casa que é chamada de “o coração da Igreja”, são da área pastoral Benevente, isto é, suas raízes e paróquias de origem são pertencentes aos municípios que compõem nesta querida Área Pastoral.

Hoje são cinco jovens que estão se preparando para, se for da vontade de Deus e da Igreja, receber a unção sacerdotal e se tornarem futuros presbíteros e pastores do rebanho desta Igreja Particular. São eles: André Cardoso Lopes (1º ano de Filosofia), da Paróquia São Tiago Maior – Guarapari; Juliano do Nascimento Machado (2º ano de Teologia) e Willian Miranda Cardoso (2º ano de Filosofia), ambos da Paróquia São José – Guarapari; Antônio Vitor Favero (1º ano de Teologia) e Leonardo Oss (2º ano de Teologia), ambos da Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição de Alfredo Chaves.

Cada um com seu testemunho vocacional e singularidade, eles contaram um pouquinho do chamado de Deus em suas vidas. O primeiro foi o seminarista Antônio Vitor que desde pequeno participou ativamente da vida comunitária de sua comunidade de origem, servindo por seis anos como coroinha, disse ele: “Foi quando senti o chamado vocacional. No entanto, ao concluir o ensino médio, julguei não ter ainda a maturidade necessária para dar este grande passo que é entrar para o Seminário, e também não conhecia bem nosso Seminário Arquidiocesano. Optei em ingressar no ensino superior e me formei Bacharel em Serviço Social na UFES. Após formado, ingressei no Propedêutico no ano de 2017 e estou na caminhada até hoje”, relatou Antonio Vitor.

O seminarista André começou a caminhar na igreja por incentivo da avó materna, disse: “Primeiro ingressei no terço das crianças, e após a catequese como coroinha na comunidade Nossa senhora do Rosário, minha comunidade de origem, incentivado por minha avó. Ao longo do tempo fui me encantando pela liturgia celebrada e pelo servir ao altar de Cristo. Quando adolescente, expressei meu sentimento de buscar o sacerdócio ao padre Pierre, o atual pároco da paróquia, que com muito carinho e paciência me acompanhou até meu ingresso na casa de formação Bom Pastor, propedêutico, no ano de 2020. Hoje me encontro no seminário maior, no primeiro ano de filosofia, e louvo a Deus por todo amor misericórdia que me conduziu até aqui e continua a conduzir”, contou o ele.

O despertar vocacional do seminarista Juliano aconteceu, também, em sua vivência comunitária na comunidade Nossa Senhora das Graças – Paróquia São Jose, relatou que: “Sempre procurei ser atuante na minha comunidade, comecei com oito anos lendo as preces nas celebrações e missas. Com 18 anos resolvi ser coroinha e passei a servir na minha comunidade de origem e na Matriz paroquial. Aos 20 anos, ano de 2014, recebi um convite para fazer os encontros vocacionais do seminário no ano seguinte – convite feito pelo Pe Sando, pároco da paróquia na época –, e em 2016 ingressei no propedêutico – etapa chamada de seminário Menor – desde então sigo na caminhada, procurando discernir o sentimento acendido naquela época e para fazer a vontade de Deus em minha vida”, relatou ele.

Já o seminarista Leonardo Oss relata disse que foi a: “Convivência no Grupo de Oração ‘Fonte de Vida’ de sua paróquia de origem que acendeu nele a chama da vocação: “foi nas missas e celebrações, eu lia uma leitura quando a responsabilidade era da RCC ou do grupo de jovens, mas sempre tímido e não cheguei ser coroinha, apesar de ter recebido convite. Foi em maio de 2015 que manifestei o desejo de ser padre. Procurei o pároco da paróquia, na época era Padre Diego Carvalho, que me conduziu e me orientou a buscar o seminário da Arquidiocese, dando-me todo o apoio necessário. Fiz os encontros vocacionais e em 2016 ingressei na etapa formativa do propedêutico. Hoje com 24 anos, me encontro na etapa formativa da teologia e percebo o quanto Deus tem me ajudado e quanto devo agradecê-lo”. O seminarista complementa que, “não teria chegado até aqui, se não fosse o apoio da família e as orações do povo de Deus, e peço que continuem rezando por mim”.

O seminarista Willian contou que: “Tudo começa quando eu início meu servir na minha comunidade de origem, a comunidade São Vicente de Paula, no qual começo a atuar como coroinha e mais tarde como cerimoniário, mas o desejo de entregar a minha vida totalmente a igreja foi fortalecido na minha vivência como secretário paroquial. Realizei os encontros vocacionais em 2018 e em 2019 ingressei no processo formativo na casa de formação Bom Pastor. Esse chamado de entregar a minha vida a igreja ficou ainda mais forte. E em 2020 fui acolhido para a etapa da filosofia. A cada dia fortaleço ainda mais o chamado a vida sacerdotal através da vida de oração e a vida intelectual (estudos) necessário para minha vida formativa”.

Esse foi um pouquinho do relato de cada um deles. Para conhecer mais a rotina e o próprio Seminário Arquidiocesano é só seguir nas redes socais o perfil do Seminário (@semiaves). Lembrando que cada um faz parte da formação desses jovens, pois é com a devolução do dízimo de cada membro das comunidades que o Seminário arca com suas despesas mensais, além das orações de cada fiel que se coloca em oração pelas vocações. Intensifiquemos nossas orações por eles e por todos os jovens que estão discernindo sua vocação no Seminário Nossa Senhora da Penha.