Notícias da Arquidiocese

Dia 11 de setembro de 2021 o IPAC, Instituto Pastoral para a Catequese ou Escola de Catequese, como nós chamamos, conclui a formação de

Dia 11 de setembro de 2021 o IPAC, Instituto Pastoral para a Catequese ou Escola de Catequese, como nós chamamos, conclui a formação de mais uma turma que frequentou a Escola durante dois anos. Na mesma ocasião será apresentado o novo coordenador do IPAC, pe. Daniel Calil que juntamente com pe. Tárcio Rosa Siqueira, coordenador da Comissão Bíblico-Catequética, dará continuidade ao longo trabalho da Escola.

Pe. Daniel participa do Encontro de amanhã, quando será apresentado aos finalistas deste curso, com o espírito de conhecer e entender para se integrar e caminhar junto. Para ele o desafio é  a retomada da catequese de inspiração catecumenal e o planejamento para o ciclo da catequese de crianças e adolescentes.

Bandas, teatro e bate-papo, animarão a live promovida pela Comissão Arquidiocesana para a Juventude no próximo sábado, 18 de setembro às 19h. A transmissão

Bandas, teatro e bate-papo, animarão a live promovida pela Comissão Arquidiocesana para a Juventude no próximo sábado, 18 de setembro às 19h. A transmissão será pelo canal da Arquidiocese no YouTube e tem como objetivo arrecadar alimentos e doações em dinheiro para a Campanha Paz e Pão.

Durante a live as doações em dinheiro poderão ser feitas pelo PicPay ou QR Code. As informações serão disponibilizadas ao longo das apresentações. As doações de alimentos poderão ser entregues na paróquia do doador ou outra de sua preferência.

Todos os segmentos juvenis da Arquidiocese estão convidados a participar e fortalecer a corrente do bem que vai socorrer os irmãos que necessitam de ajuda neste momento.

A Campanha Paz e Pão é uma campanha permanente, organizada pelo Vicariato para a Ação Social, que acontece desde fevereiro e, apesar da generosidade e solidariedade dos doadores, ainda não consegue atender todas as famílias cadastradas com quantidade suficiente de alimentos. Para saber mais sobre a Campanha Paz e Pão acompanhe nas redes sociais e no site: http://pazepao.com.br   pazepao

Hoje (08), festa da Natividade de Nossa Senhora, a Arquidiocese de Vitória celebra os 470 anos de sua padroeira: Nossa Senhora da Vitória. O

Hoje (08), festa da Natividade de Nossa Senhora, a Arquidiocese de Vitória celebra os 470 anos de sua padroeira: Nossa Senhora da Vitória. O dia 08 de setembro é marcado por essa centenária devoção que se mistura com a história da capital do Estado Espírito Santo. No último dia dos festejos, uma missa solene foi realizada durante a manhã na Catedral Metropolitana de Vitória, presidida pelo Arcebispo Dom Dario Campos. 

Participaram da Celebração Eucarística padres da Arquidiocese; seminaristas; autoridades religiosas, entre elas, Dom Paulo Dal’Bó, bispo da Diocese de São Mateus e Dom Luiz Fernando Lisboa, bispo da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim; além de autoridades civis e militares, como o Governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, a Vice-Governadora Jaqueline Moraes e o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini. A Igreja também estava repleta de fiéis, leigos e leigas, devotos de Nossa Senhora da Vitória. 

Estes 470 anos de Fé foram marcados por muitas lutas e vitórias sobre o patrocínio de Nossa Senhora da Vitória. Logo no início da celebração Dom Dario afirmou que este dia é de festa no Céu e na cidade de Vitória que completa 470 anos e ele puxou uma grande salva de palmas da Assembleia para nossa cidade. A música da missa foi conduzida por Seminaristas do Seminário Nossa Senhora da Penha e por leigos da Catedral. O  evangelho foi o do dia, que está em Mateus 1, 1-16.18-23 e fala sobre a origem de Jesus Cristo.  

Em sua homilia, Dom Dario começou refletindo o momento de pandemia que o mundo já vive há mais de um ano: “trazemos em nossos corações e orações as muitas famílias de nosso querido Estado, de todo País que sofreram e estão sofrendo a perda dos seus entes queridos, por causa da pandemia de COVID-19. Já passamos de 580 mil irmãos e irmãs que nos deixaram, suplicando a eles a paz no coração de todos, o repouso para os que se foram, saúde para os que estão adoentados e a força e a coragem para os que trabalham nos cuidados desses nossos irmãos”. Logo após o Arcebispo pediu que todos ficassem de pé, em um minuto de silêncio e uma salva de palmas a todos os irmãos que já estão na casa do Pai. 

O Arcebispo também ressaltou a grande responsabilidade de todos os católicos de Vitória, pois herdaram dos seus antepassados o cuidado pela cidade, sendo chamada Cidade Presépio, a devoção de Nossa Senhora da Vitória e tem que passar para as gerações futuras essa devoção e todo cuidado e carinho que receberam da mãe de Jesus de Nazaré. Principalmente o cuidado com os mais necessitados.

“Hoje nos colocamos diante da Virgem Maria com o título de Nossa Senhora da Vitória, como seus filhos e filhas, chamados a reconhecer que Deus tem os seus caminhos e se faz presente também na nossa história e na nossa querida cidade de Vitória. No evangelho vimos que o Senhor escolheu gratuita e livremente quem ele desejou ao longo de toda história do seu povo eleito, contando sempre com a disponibilidade e abertura de coração de todos até chegar o tempo de nascimento do seu filho Jesus de Nazaré”.  

Por ser um dia de festa, foi rezada a ladainha de Nossa Senhora. Ao som de “Mãe do Céu, rogai a Deus por nós” todos os presentes entoaram suas súplicas e agradecimentos a mãe de Jesus. Um momento de muita emoção foi ao final da missa solene com uma coroação da imagem de Nossa Senhora da Vitória, que foi restaurada. Centenas de rosas foram distribuídas aos presentes na Catedral Metropolitana e padre Renato Criste, que é o pároco explicou o sentido e convidou a todos para rezarem a oração de Nossa Senhora da Vitória.  

“A maioria de vocês receberam uma rosa nas mãos. Símbolo da vitória, essas rosas trazem espinhos e perfumes para lembrar que não existe vitória sem luta. Não vamos perder a esperança. Isto que Nossa Senhora nos ensina, a mãe de Jesus, a perseverar na Fé e na esperança, pois a vitória estará garantida aqueles que lutam com justiça e no amor. Rezando diante da imagem de nossa senhora da Vitória queremos colocar a nossa vida, a vida de nossa família, a vida desta comunidade paroquial Nossa Senhora da Vitória, toda a nossa Igreja particular de Vitória governada pelo senhor Arcebispo Dom Dario Campos e claro colocar toda a nossa cidade de Vitória, neste ano que celebra 470 anos de história, fé e devoção”.

A Festa de Nossa Senhora da Vitória deste ano teve uma ampla programação. Começou no dia 01 de setembro e foi marcada pelo retorno da imagem restaurada da imagem de Nossa Senhora da Vitória à Catedral de Vitória, pela realização do 1º Seminário Arquidiocesano de Mariologia, além de celebrações diárias, reza do terço, e carreatas com a imagem de Nossa Senhora pelas ruas da capital. Ainda hoje acontece às 17h um momento de adoração, às 18h Missa de Encerramento com o Arcebispo Emérito Dom Luiz Mancilha Vilella e logo após, às 19h30, será realizada uma Live Show + Carreata com Imagem de Nossa Senhora da Vitória pelas ruas da Cidade de Vitória.

Padre Renato fez uma análise sobre o resultado de muito empenho para a realização da programação deste ano: “é uma vitória, porque sabemos que uma festa dá trabalho. Mas é muito bom, muito agradável, pois aqui colocamos nossos dons e nossos serviços para homenagear aquela que se colocou à serviço na obra da nossa salvação: A Virgem Maria. Estamos muito felizes e realizados e neste ano particularmente de 470 anos, um marco muito importante para nós e dentro deste contexto de pandemia, de grande dificuldade que estamos vivendo, Nossa Senhora brota como uma flor de esperança mostrando para nós que há vitória, em meio as lutas e dificuldades. 

O presbítero também comentou sobre as novidades: o restauro da imagem de Nossa Senhora da Vitória que fica no altar da Catedral e o retorno do chafariz, que está localizado na praça da Catedral: “restauramos a imagem com recursos da própria comunidade, onde uma campanha foi realizada. A imagem está belíssima! É uma senhora de 70 anos que certamente vai ficar aqui por longos anos e todo entorno da catedral foi cuidado com retorno do chafariz. Eu destaco o empenho particular da prefeitura de Vitória, pois nosso patrimônio está sendo ainda mais valorizado e preservado”. 

Autoridades

O governador Renato Casagrande participou da missa acompanhado da esposa Virgínia e da vice-governadora Jaqueline e falou sobre a importância deste dia: “É uma alegria poder estar comemorando 470 anos de Vitória, mas no dia da Natividade de Nossa Senhora. Então a gente tem Vitória com esta bela homenagem a Nossa Senhora e que a gente possa fortalecer a nossa esperança, a nossa Fé, nossa espiritualidade. para termos uma capital cada vez mais justa”.

Já o prefeito Lorenzo Pazolini, destacou que este é um momento único de 470 anos da capital comemorado com a Catedral e a Arquidiocese de Vitória: “para nós é um momento de celebração, união, de paz. Vencendo a pandemia, é fundamental que tenhamos a serenidade e o bom senso e hoje representa muito disso. A volta também ali do nosso chafariz da Catedral é a  prefeitura entregando mais um importante equipamento público para a cidade que é emblemático para nós. É um cuidado com a Fé e com a vida das pessoas”.    

O evento começou às 08h30 na Praça Getúlio Vargas, no Centro da capital e seguiu pela avenida Beira Mar até a Prefeitura Municipal de

O evento começou às 08h30 na Praça Getúlio Vargas, no Centro da capital e seguiu pela avenida Beira Mar até a Prefeitura Municipal de Vitória. Durante todo o trajeto, que foi sinalizado e acompanhado pela guarda municipal de trânsito, o clima era de tranquilidade e de protestos em favor da paz, da justiça de igualdade.

Com faixas e cartazes, os participantes do 27ª Grito dos Excluídos e Excluídas manifestavam-se contra o marco temporal, pediam mais vacinas e gritavam por políticas sociais favoráveis à população.

Participaram do encontro autoridades políticas e religiosas, além de um grande número de pessoas que são integrantes de movimentos sociais, pastorais, sindicatos e partidos políticos.

No final do ato, em frente à sede do Poder Executivo de Vitória e da Câmara Municipal, foi feita uma homenagem ao ativista Lula Rocha, morto no início do ano. Lula fazia parte de diversos movimentos sociais e era atuante na luta por direitos dos cidadãos.

Todos os anos o tema do Grito é Vida em Primeiro Lugar e o lema deste ano foi Na Luta por Participação Popular, Saúde, Comida, Moradia, Trabalho e Renda, Já!

A caminhada foi dividida em eixos, confira abaixo:
Eixo 1- Terra-Território, Teto e Trabalho: a esperança está na organização popular
Eixo 2- Juventudes: Protagonismo Juvenil e Participação Popular
Eixo 3- Vacina já para todos/as
Eixo 4- Soberania: Princípio democrático
Eixo 5- Militarização: racismo e preconceito
Eixo 6- Mulheres: Equidade e direitos
Eixo 7- Esperançar: Nós podemos reinventar o mundo

 

Grito dos Excluídos 7 de setembro As ruas de Vitória serão tomadas pela  tradicional manifestação do Grito das Excluídas e dos Excluídos no dia

Grito dos Excluídos 7 de setembro

As ruas de Vitória serão tomadas pela  tradicional manifestação do Grito das Excluídas e dos Excluídos no dia 7 de setembro. A concentração é às 8h30 na Praça Getúlio Vargas no Centro de Vitória, e irá em caminhada com cantos e reflexões até a sede da poder executivo e legislativo municipal onde fará um desagravo ao grande articulador dos gritos passados, Lula Rocha, com um ato religioso final e dispersão dos participantes.

Lembramos que os/as participantes, na medida das suas possibilidades, levem alimentos não perecíveis, que serão revertidos à Campanha Paz e Pão. Como gesto profético de que nosso povo grita por alimentação, não por armas, ao final do Grito serão distribuídos 500 Kg de feijão para a população carente.

O Grito dos/as Excluídos/as é nacionalmente coordenado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), desde 1995, e em nossa Arquidiocese, consta do Plano de Pastoral Arquidiocesano 2020-2023. Todos os segmentos arquidiocesanos, pastorais, movimentos, equipes de serviço estão convidados a serem voz dos desassistidos e em solidariedade participar da manifestação. A organização está por conta do Vicariato  para a Ação Social, mas a convocação é do Fórum Igrejas e Sociedade, composto por diversas denominações religiosas, dezenas de movimentos populares, sociais e sindicais.  O mote da mobilização deste ano é: “Vida em primeiro lugar — na luta por participação popular, saúde, comida, moradia, trabalho e renda já!”.

O 27º Grito é um processo de construção coletiva, uma manifestação popular carregada de simbologia, que se entende como espaço de animação e profecia, aberto e plural. É uma articulação que parte de baixo, das bases. É um grito que parte dos excluídos que se articulam para que sua voz seja ouvida.

O Grito conclama a todos/as a defenderem os territórios e o direto à Terra, ao Trabalho e à Moradia, na cidade e no campo, os rios e as florestas, por dignidade e acesso aos diretos básicos de segurança alimentar, soberania popular, protagonismo das juventudes e das mulheres, denunciando as estruturas que geram desigualdade e exclusão, especialmente na pandemia do COVID-19.

Para o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Sociotransformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom José Valdeci Santos Mendes, isso ocorre, de fato, por tudo que é negado no Brasil, se trata de defender “o direito à vida”, enquanto vemos perplexos “essa derrubada dos direitos conquistados”. Ele continua:

“Neste momento difícil que o Brasil atravessa a população é convidada a sair da arquibancada e, com todos os cuidados de segurança indicados pela OMS, irem para as ruas em sintonia com as vozes indígenas, das periferias, da população em situação de rua, que já são mais de 200 mil em todo o país. É também o grito das mulheres, das pessoas transexuais e travestis, dos trabalhadores (…) que estão cada dia mais perdendo seus empregos, contra a carestia e a fome”.

 

Os Homens do Terço da Arquidiocese de Vitória reuniram-se hoje na Catedral de Vitória para o 3ºEncontro Arquidiocesano, no contexto dos festejos da padroeira,

Os Homens do Terço da Arquidiocese de Vitória reuniram-se hoje na Catedral de Vitória para o 3ºEncontro Arquidiocesano, no contexto dos festejos da padroeira, Nossa Senhora da Vitória. Uma junção de iniciativas que abrilhantaram este 4º dia do oitavário: o 3ºEncontro, a devoção do 1° sábado do mês e o 4° dia do oitavário.

No início pe. Renato Criste fez a acolhida aos Homens do Terço, aqueles que se encontravam presentes e aqueles que acompanharam pela internet, pois pelo segundo ano o encontro aconteceu de forma híbrida, isto é, presencial e pela internet. Na sequência o coordenador estadual e também coordenador arquidiocesano do Terço dos Homens, Jamilson Guerini agradeceu as participações, pediu atenção aos necessitados que podem estar entre os grupos do Terço e apresentou dados atualizados dizendo que temos entre 227 a 250 grupos do Terço e a participação de 4.622 a 5.000 homens que rezam semanalmente o terço.

Jamilson apresentou o novo coordenador estadual, Glayson Lozer, eleito para assumir a coordenação a partir de novembro e na sequência, pe. Adenilson Schmidt, diretor espiritual arquidiocesano, fez uma palestra sobre a Carta do Papa Francisco sobre São José.

Para Jamilson o”3º°ncontro é uma bênção e também ‘uma sacudida’ nos homens que, por conta da pandemia, deixaram de participar presencialmente do terço semanal. Os homens estão voltando e este encontro vai nos ajudar a retomar”, disse.

Para Glayson o desafio para o próximo biénio é dar continuidade ao trabalho que vem sendo feito, coordenar a agenda e o calendário em todos o estado como vem sendo feito. O desafio é trazer os homens que se afastaram do movimento nestes tempos de pandemia e chegar a todas as 3.541 comunidades católicas no Estado propondo o Movimento onde ainda não existe. “oO homem que caminha junto com Nossa Senhora, é menos uma família destruída, menos uma mulher violentada, mais filhos inspirados nos pais, uma família mais honesta e uma sociedade mais justa”, disse Glayson.

“a jovenzinha com os olhos iluminados pelo Espírito Santo, que contemplava a vida com fé e guardava tudo no seu coração (Cf. Lc 2,
“a jovenzinha com os olhos iluminados pelo Espírito Santo, que contemplava a vida com fé e guardava tudo no seu coração (Cf. Lc 2, 19 – 51)” (CV 46)

O terceiro e último dia do seminário, foi conduzido pelo Pe. Gudialace Silva de Oliveira. A assessora foi a prof. Lúcia Pedrosa Paiva, Doutora em Teologia sistemática pela PUC-Rio, que fez toda a explanação do tema: “Maria e a espiritualidade cristã”.

A professora Lúcia propôs uma reflexão sobre a espiritualidade que faz com que cresçamos e sejamos pessoas diferentes. “Maria era uma menina jovem e ao mesmo tempo forte na força do seu Sim, que se deixou oxigenar pelo espirito. A abertura ao espirito jovializa. O sim dela foi livre e não só de aceitação passiva. Ela não foi obrigada. O sim de Maria não foi um sim de quem queria “pagar para ver”, como diz o ditado popular. A espiritualidade fez dela uma pessoa determinada”, afirmou Lúcia.

“O sim de Maria, foi um sim de serviço, muito mais forte do que qualquer outro tipo de sim”. 

Podemos dizer que clareza foi a predominância de toda a reflexão. E ficou, para quem participou, a certeza de que Maria é modelo de espiritualidade cristã. Não deixe conferir.

Que Maria seja sempre esse exemplo de doação e serviço para cada um de nós.

O segundo dia do seminário, foi conduzido pelo Coordenador de Pastoral da Arquidiocese de Vitória, Pe. Renato Criste e a palestra foi apresentada pelo

O segundo dia do seminário, foi conduzido pelo Coordenador de Pastoral da Arquidiocese de Vitória, Pe. Renato Criste e a palestra foi apresentada pelo P. Valdivino Ferreira Guimarães, missionário redentorista. O tema da noite foi: “A Virgem Maria na liturgia: dos primeiros séculos ao Vaticano II”.

O Padre Valdivino ressaltou que a acentuação da piedade mariana ocorreu no período medieval. O período medieval começa no final do século IV e no início do século V, quando acontece a queda do império no ocidente. É desse período medieval que herdamos belíssimas festas marianas, belíssimos costumes de veneração e devoção à Virgem Maria. Nesse período o culto e a piedade mariana já haviam se espalhados entre bispos, padres, fiéis, religiosos, monges, pobres e ricos. “A devoção à Virgem Maria já estava espalhada. A piedade sobre a mãe de Deus, na época medieval, era difundida de uma forma muito genérica. Não só nos momentos particulares de oração, mas em momentos comunitários”.

Os esclarecimentos e a riqueza da palestra sobre a Virgem Maria na liturgia ficaram registrados. Confira, aqui !