A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) no Espírito Santo já tem um plano estratégico para o retorno das aulas presenciais nas escolas católicas do território capixaba seguindo os cuidados preconizados pela Organização Mundial de Saúde. O protocolo também respeita todas as legislações vigentes e está alinhado com as orientações do Sindicato das Empresas Particulares de Ensino do Espírito Santo (Sinepe) e as realidades de cada instituição.
Entre o conteúdo da proposta está o detalhamento de cuidados com os colaborares, alunos, familiares e visitantes. Além disso, respeito ao distanciamento; maior ventilação nos ambientes; tapetes na entrada das escolas e uso de máscaras por todos. Para reduzir a aglomeração de pessoas a ANEC também fez simulações da retomada com alternância de alunos entre instituição e casa, aumentando o espaço de forma que terão menos alunos em sala de aula.
O Estado possui 22 escolas católicas, sendo três de ensino superior e dezenove de educação básica. Só na Grande Vitória estão instituições católicas centenárias como o Salesiano, Marista e Agostiniano. Desde o mês de março quando as aulas presenciais foram suspensas devido a pandemia do novo coronavírus, as escolas católicas não perderam suas atividades e passaram para a modalidade de aulas remotas.
Segundo o coordenador da ANEC-ES, professor Cledson Martas Rodrigues, começou essa semana o recesso pelo término do primeiro semestre letivo. Agora as escolas estão se preparando para a retomada do segundo semestre, que se for presencial deve começar a partir do dia 3 de agosto de forma gradativa, do ensino superior ao berçário.
“Esse é o nosso mapa, mas a gente está alinhado às orientações dos órgãos de regulação do Estado e federal. Se o cenário não for positivo a gente posterga. A gente só tem um horizonte. A nossas escolas católicas estão alinhadas com os pais também, não será uma coisa forçada. Tudo será dialogado com os pais e respeitaremos também o posicionamento da família. Se não se sentem seguros, buscaremos outras medidas para que a criança e o aluno não tenham desentendimento entre a família, a escola e onde ele vai ficar”, explica.
No Centro Educacional Agostiniano, desde o início do isolamento social, eles organizaram com os professores as atividades online para que os alunos pudessem continuar estudando em casa com a organização da família. Segundo a irmã Rita Cola, diretora da escola e membro do conselho da ANEC-ES, a instituição já se prepara para a retomada das aulas presenciais.
“No dia 3 de agosto as aulas serão retomadas, se não pudermos de forma presencial porque ainda não teremos garantias de segurança pelo Ministério da Saúde, então nós vamos continuar online. Mas se for presencial, nós cumpriremos todos os protocolos e todas as exigências para podermos voltar.”
As escolas particulares do Espírito Santo mandaram uma enquete para as famílias para saber a reação dos pais caso as aulas presenciais voltassem. De acordo com a irmã Rita, o resultado foi de que cerca de 80% não mandariam seus filhos para as escolas neste momento, sobretudo as crianças. Ela reforça que existe uma preocupação das famílias e que é muito importante que a escola mantenha esse diálogo.

A Comissão para o Laicato, assim como todas as outras comissões do Departamento de Pastoral da Arquidiocese de Vitória, teve seu calendário de atividades suspenso devido à pandemia do Coronavírus. Para este ano de 2020 estava programado formações, encontros de espiritualidade e reuniões afim de criar um vínculo com os mais de dezesseis Movimentos, Serviços Eclesiais, Novas Comunidades e Associações Laicas. 
O serviço da caridade tem sido um trabalho continuo da Comunidade Epifania. Atendendo famílias carentes e cuidando de muitos irmãos e irmãs com HIV/Aids. Eles estão distribuindo mensalmente cestas básicas e kits de limpeza, além de máscaras. A comunidade tem realizado suas atividades de formação e espiritualidade de forma online, enviando áudios de oração por aplicativos e lives através das redes sociais. 

“E acabou que fui fazer a 1ª Eucaristia com 15 anos, depois eu fui me envolvendo nos trabalhos da comunidade, na catequese, na liturgia, até que chegaram os meus 22 anos de idade e começou uma grande inquietação dentro de mim, de dar a minha vida toda para a Igreja. E o que é dar a vida toda pela Igreja de um jovem homem? É ser padre”, explica.
O processo começou no dia 15 de agosto de 2011 e diácono Alexandre lembra com carinho da data, pois era um domingo, solenidade da Assunção de Nossa Senhora e ele iniciava seu caminho no Seminário para ser um sacerdote. Ao final deste ano ele foi aprovado. Conversou com seus pais comunicando que sairia de casa e do trabalho para seguir sua formação como padre diocesano. Ele detalha que a família já sabia de sua vocação, porém foi uma surpresa para todos este momento.
“O que posso te dizer que foi mais gratificante é que a graça de Deus nunca me faltou e que Deus me deu muita sabedoria para viver todo esse discernimento dentro do Seminário. Eu sou muito grato a Igreja por todo o conhecimento e por tudo que ela me forneceu durante esses oito anos.” 


A Comissão para Juventude da Arquidiocese de Vitória participou do 1º Encontro Nacional de membros do Setor Diocesano de Juventude promovido pela Comissão Episcopal Pastoral para Juventude (CEPJ) da CNBB. O evento aconteceu no último dia 4 de julho, com a participação de outros setores de juventude das dioceses do Brasil. O INTEGRA quer responder ao apelo dos jovens que há alguns anos anseiam por um momento de encontro, como setor. A Comissão Episcopal Pastoral para Juventude (CEPJ) da CNBB, tinha a intenção de realizar um grande encontro de formação, troca de experiências e convívio entre os jovens, mas infelizmente com a situação da Pandemia da COVID 19, que pede o cuidado com a vida, as partilhas serão virtuais.
por 