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No último dia 16 de setembro, os reitores dos Seminários do Estado do Espírito Santo se reuniram em nossa Casa de Formação a fim

No último dia 16 de setembro, os reitores dos Seminários do Estado do Espírito Santo se reuniram em nossa Casa de Formação a fim de definirem a nova direção da Organização dos Seminários e Institutos Filosóficos-Teológicos do Brasil (OSIB), no Leste 3 (composto pelas quatro dioceses do Estado e fundado na última Assembleia dos Bispos, de 2021).

No encontro, a nova administração fora constituída pelos Padres Edgar Rigoni (da Diocese de Colatina) e Jorge Campos Ramos (da Arquidiocese de Vitória) eleitos presidente e vice-presidente, respectivamente. Ademais, o Pe. Thiago da Silva Vargas (Diocese de Cachoeiro de Itapemirim) foi escolhido como secretário e como tesoureiro, o Pe. André Luciano Masarim, da Diocese de São Mateus.

Sendo inserta nas Dimensões e Organismos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a OSIB tem o objetivo de estimular, orientar e promover o trabalho vocacional das Dioceses do país. Por este trabalho, as iniciativas em prol das vocações são alinhadas à ação evangelizadora e missionaria da Igreja no Brasil e relacionam-se com todas as diretrizes do CELAM e de toda a Igreja no mundo.

Uma nova reunião marcada para 03 de novembro contará com a participação dos reitores, vice-reitores, diretores do Propedêutico, diretores espirituais e com a direção do Instituto Interdiocesano Dom Silvestre Scandian. Nesta ocasião serão discutidas e traçadas novas perspectivas para a formação dos futuros presbíteros do Regional.

Fonte: Leste 3 CNBB.

Na audiência de hoje, 22 de setembro de 2021, o Papa Francisco falou sobre sua viagem à Eslováquia. Leia abaixo a matéria publicada no

Na audiência de hoje, 22 de setembro de 2021, o Papa Francisco falou sobre sua viagem à Eslováquia. Leia abaixo a matéria publicada no site Vatican News.

O Papa fez um resumo de sua viagem: “Foi uma peregrinação de oração, uma peregrinação às raízes, uma peregrinação de esperança.”

“Não há oração sem memória”

A primeira etapa foi em Budapeste, para a Santa Missa de encerramento do Congresso Eucarístico Internacional, adiada exatamente de um ano por causa da pandemia. Houve uma grande participação nessa celebração. O povo santo de Deus, no dia do Senhor, reuniu-se perante o mistério da Eucaristia, pelo qual é continuamente gerado e regenerado. Foi abraçado pela Cruz que se erguia sobre o altar, mostrando a mesma direção indicada pela Eucaristia, ou seja, o caminho do amor humilde e abnegado, do amor generoso e respeitador de todos, do caminho da fé que purifica da mundanidade e conduz à essencialidade. Essa fé nos purifica sempre e nos distancia da mundanidade que nos arruína, é um verme que nos arruína por dentro.

A seguir, Francisco recordou que “a peregrinação de oração concluiu se na Eslováquia, na Festa de Nossa Senhora das Dores. Também ali, em Šaštín, no Santuário da Virgem das Sete Dores, um grande povo de filhos veio para a festa da Mãe, que é também a festividade religiosa nacional. Então, a minha foi uma peregrinação de oração no coração da Europa, começando pela adoração e terminando com a piedade popular. Pois o Povo de Deus é chamado sobretudo a isto: adorar, rezar, caminhar, peregrinar, fazer penitência e nisto sentir a paz, a alegria que o Senhor nos dá”.

O Papa recordou que este povo santo de Deus sofreu a perseguição ateia. Lembrou os irmãos judeus e disse que “não há oração sem memória”. “Quando rezamos devemos lembrar a própria vida, do povo, de tantas pessoas que nos acompanham. Lembrar qual foi a história. A oração é a memoria da própria vida, da vida do povo, da história. Recordar faz bem e ajuda a rezar”, disse ainda o Pontífice.

As raízes são garantia de futuro

Uma peregrinação às raízes foi o segundo aspecto da viagem do Papa Francisco. O Papa recordou o encontro com os bispos, tanto em Budapeste quanto em Bratislava, onde ele pode “tocar com as próprias mãos a grata memória destas raízes da fé e da vida cristã, vividas no brilhante exemplo de testemunhas da fé, como os Cardeais Mindszenty e Korec, e o Beato Bispo Pavel Peter Gojdič. Raízes que remontam ao século IX, à obra evangelizadora dos santos irmãos Cirilo e Metódio, que acompanharam esta viagem como uma presença constante. Senti a força destas raízes na celebração da Divina Liturgia em rito bizantino, em Prešov, na festa da Santa Cruz. Nos cânticos senti vibrar o coração do santo povo fiel, forjado por tantos sofrimentos padecidos em nome da fé”.

Para nós, Cirilo e Metódio não são personagens a ser comemorados, mas modelos a imitar, mestres dos quais sempre aprender o espírito e o método da evangelização, assim como o compromisso civil. Durante esta viagem ao coração da Europa pensei muitas vezes nos pais da União europeia. Assim entendidas e vividas, as raízes são garantia de futuro: delas brotam frondosos ramos de esperança. Nós também temos raízes, cada um de nós, dos pais, dos avós. Estamos ligados aos avós que são um tesouro. Eles nos dão a linfa.

Esperança nos olhos dos jovens

O terceiro aspecto da viagem é que foi uma peregrinação de esperança. Francisco disse que viu “muita esperança nos olhos dos jovens, no inesquecível encontro no Estádio de Košice“.

Me deu esperança ver tantos casais jovens, tantas crianças. Pensei no inverno demográfico que estamos vivendo e esses países florescem de casais jovens e crianças. Um sinal de esperança. Especialmente em tempos de pandemia, este momento de festa foi um sinal forte e encorajador, também graças à presença de muitos casais jovens com os seus filhos. Igualmente forte e profético foi o testemunho da Beata Ana Kolesárová, jovem eslovaca que defendeu a própria dignidade contra a violência à custa da vida: um testemunho que infelizmente é mais relevante do que nunca, pois a violência contra as mulheres é uma chaga aberta. Em todos os lugares.

O Papa disse também que “viu esperança em muitas pessoas que, silenciosamente, se ocupam e se preocupam com o próximo. Penso nas Irmãs Missionárias da Caridade do Centro Belém, em Bratislava, boas irmãs que recebem os descartados da sociedade, rezam e servem, rezam e ajudam, rezam muito e ajudam muito sem pretensões. São heroínas dessa civilização”. O Papa pediu um aplauso para Santa Teresa de Calcutá e para as irmãs Missionarias da Caridade que acolhem os sem-teto. Recordou a “Comunidade Cigana e todos aqueles que trabalham com eles num caminho de fraternidade e inclusão”. “Foi emocionante partilhar a festa da Comunidade Cigana, uma festa simples com o sabor do Evangelho. Os ciganos são nossos irmãos. Devemos acolhê-los, estar próximos a eles como fazem os sacerdotes salesianos em Bratislava”, disse o Pontífice.

Permanecer juntos

O Papa concluiu, dizendo que a esperança do Evangelho que ele viu nesta viagem, “só pode ser realizada e concretizada se for declinada com outra palavra: juntos. A esperança nunca decepciona, mas a esperança nunca caminha sozinha”. Na Hungria e na Eslováquia “encontramo-nos, juntos, com os diferentes ritos da Igreja católica, juntos com os nossos irmãos de outras Confissões cristãs, juntos com os irmãos Judeus, juntos com os fiéis de outras religiões, juntos com os mais fracos. Este é o caminho, porque o futuro será de esperança se permanecermos juntos, não sozinhos. Isso é importante”.

Hoje (22), às 16h21, inicia a primavera. A palavra primavera deriva do latim, primo vere, que significa primeiro verão. Nessa estação, o clima é

Hoje (22), às 16h21, inicia a primavera. A palavra primavera deriva do latim, primo vere, que significa primeiro verão. Nessa estação, o clima é mais ameno, ou seja, não tão quente quanto no verão, e nem muito frio como no inverno. É muito apreciada por boa parte das pessoas, pois a natureza fica mais colorida com flores de variados tipos. Por conta disso, é um período conhecido também como “estação das flores”.

A primavera é o resultado de um inverno vencido. No inverno percebe-se que a natureza se retrai, silencia, se recompõe, para externar nessa estação, que é a primavera, o que ela tem de melhor, no canto dos pássaros, nos perfumes das flores, nos dias mais claros, na brisa suave nos fins de tarde…

Assim como a natureza floresce nessa época do ano, a fé colabora diretamente com o florescimento de cada pessoa. Deste modo, como num jardim, existe um cultivo, um processo, na vida também é assim, para florescer na primavera é necessário passar por todo o processo de inverno, outono e verão, para que a terra proporcione o desabrochar, 

Equinócio da Primavera

O equinócio da primavera marca o momento exato do início da estação. O equinócio é um fenômeno astronômico onde o Sol atinge com maior intensidade as regiões próximas à linha do Equador. Nessa altura do ano, o dia tem a mesma duração no hemisfério norte e no hemisfério sul.

O fim da primavera é marcado por outro evento astronômico: o solstício de verão. Este é o período em que o hemisfério sul está inclinado cerca de 23,5º na direção do Sol.

Hoje a Igreja celebra São Mateus, apóstolo e evangelista e a nossa Diocese irmã de São Mateus comemora o dia do seu padroeiro e

Hoje a Igreja celebra São Mateus, apóstolo e evangelista e a nossa Diocese irmã de São Mateus comemora o dia do seu padroeiro e os seus 63 anos de fundação. Na manhã de hoje Dom Dario Campos, Arcebispo Metropolitano de Vitória, foi até a cidade para concelebrar junto com os outros bispos.

Na programação às 07h, teve a Santa Missa presidida pelo Padre João Batista de Oliveira, às 10h, Santa Missa presidida pelo Bispo Diocesano Dom Paulo Bosi Dal’Bó e às 17h será realizada a Santa Missa presidida pelo Padre Edivaldo Luís da Silva Klipel e logo após a imagem do Glorioso São Mateus sairá em carreata pelas ruas da cidade, passando pelas três Paróquias que pertencem a Diocese, em um momento de devoção e Fé.

Diocese de São Mateus

A história da Diocese de São Mateus começou em Funchal, Ilha da Madeira, em Portugal. Depois pertenceram à diocese de Niterói/RJ, mais tarde à diocese do Espírito Santo, e no dia 16 de fevereiro de 1958 o Papa Pio XII criou as dioceses de São Mateus e Cachoeiro de Itapemirim, pela bula Cum Territorium. Os padres que atuaram pouco antes no território onde seria a nova diocese foram: Frei Francisco Travesso, Pe. Zacharias de Oliveira e Monsenhor Guilherme Schmitz.

Os primeiros Missionários combonianos chegaram em 1952. Os padres Passionistas chegaram em 1959. Receberam também os padres redentoristas em Montanha e os da Sociedade de Cristo, em Águia Branca. Os padres diocesanos foram formadores no Seminário Menor João XXIII e assumiram algumas paróquias. No ano de 2007 os freis capuchinhos chegaram em Ecoporanga.

Em seus 63 anos de existência a Diocese também recebeu diversas congregações religiosas femininas: Combonianas (1955), Nossa Senhora do Monte Calvário (1962), Azuis (1966), Irmãzinhas da Imaculada Conceição (1977), Santa Catarina (1982), Assunção (1984), Franciscanas do Apostolado Paroquial (1987), São José de Chamberry (1993), Mosteiro Beneditino (1994), Servas de Nossa Senhora de Fátima (2007), Cenáculo (2010), Sagrada Face (2009), Franciscanas de Dillingen (2012).

Dom José Dalvit foi o primeiro bispo nomeado na Diocese entre 1959 e 1970; Dom Aldo Gerna atuou por 36 anos, entre 1971 e 2007. O terceiro bispo foi Dom Zanoni Demettino Castro, entre 2007 e 2014. E no dia 26 de dezembro de 2015 foi nomeado o 4º pastor: Dom Paulo Bosi Dal’Bó que está até os dias de hoje. Atualmente a Diocese possui 26 paróquias divididas em Foranias: 4 na Baiana; 7 na Capixaba; 5 na Mineira e 10 na praiana.

São Mateus

Mateus – chamado Levi antes de sua conversão – era coletor de impostos em Cafarnaum. Era publicano e desprezado pelo povo por fazer parte dos romanos opressores. Certo dia, ouviu a voz de um homem, que lhe disse: “Segue-me”. Ele se levantou e o seguiu para sempre. Aquele homem era Jesus. Desde então, Mateus não foi mais o mesmo.

Mateus, que também era pescador, deixou tudo e seguiu a Jesus, tornando-se um dos Doze. Seu nome, algumas vezes, foi citado nos Atos dos Apóstolos. O anúncio de Cristo foi a sua missão. Segundo algumas fontes, Mateus teria morrido por causas naturais; no entanto, segundo algumas tradições, consideradas pouco críveis, a sua existência terminou na Etiópia.

As suas relíquias encontram-se na cripta da Catedral de Salerno. Neste local o Santo é festejado, em 21 de setembro, com uma solene procissão. (Com informações do Vatican News)

A exigência de comprovante de vacinação passa a valer a partir de outubro para entrar no Vaticano. Leia a matéria publicada no site Vatican

A exigência de comprovante de vacinação passa a valer a partir de outubro para entrar no Vaticano. Leia a matéria publicada no site Vatican News.

A partir de 1º de outubro, só poderá entrar no Vaticano os que possuírem o Green Pass do Vaticano, ou Green Pass europeu (passaporte da vacina), ou o certificado verde estrangeiro Covid-19 que atesta a vacinação ou recuperação da SARS-Cov-2, ou a realização de um teste molecular ou antigênico rápido com resultado negativo para o vírus SARS-Cov-2. São as novas normas estabelecidas pelo Presidente da Pontifícia Comissão do Estado da Cidade do Vaticano em matéria de emergência de saúde pública. Uma portaria que retoma a recomendação do Papa Francisco, na audiência de 7 de setembro, de “garantir a saúde e o bem-estar da comunidade de trabalho, respeitando a dignidade, os direitos e as liberdades fundamentais de cada um de seus membros” e de “adotar todas as medidas adequadas para prevenir, controlar e combater a emergência sanitária”.

O controle do acesso ao Estado do Vaticano, afirma-se, é confiado ao Corpo de Gendarmaria. O decreto declara: “Estas disposições se aplicam aos cidadãos, residentes no Estado, aos funcionários em serviço, qualquer que seja o cargo, no Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano e nos vários órgãos da Cúria Romana e instituições relacionadas, e a todos os visitantes e usuários de serviços”. A única exceção diz respeito às celebrações litúrgicas “pelo tempo estritamente necessário para a realização do rito”, nas quais as regulamentações sanitárias sobre distanciamento, uso de equipamentos de proteção individual, limitação de movimento e aglomeração de pessoas e adoção de regras específicas de higiene devem ser devidamente respeitadas”.

Padre Anderson Gomes vai realizar um show com músicas dos Anos 80 e 90 no sábado, dia 20 de novembro, às 21h, no Le

Padre Anderson Gomes vai realizar um show com músicas dos Anos 80 e 90 no sábado, dia 20 de novembro, às 21h, no Le Buffet Master – Jardim Camburi, em Vitória. O evento acontece em um momento em que o Espírito Santo se encontra com quase todos os municípios em risco baixo para transmissão da Covid-19 e a retomada de diversas atividades, respeitando os protocolos de higiene e segurança para evitar a propagação do vírus. No estado inclusive há a liberação de eventos com público, a partir da comprovação da vacinação contra a doença.

Segundo a organização do show após quase dois anos sem festas ou shows presenciais, surgiu essa ideia de trazer alegria e descontração em formato musical ANOS 80/90. “Ao montarmos a playlist do evento percebemos que traríamos não só os hits da época, mas também as memórias afetivas, pois se trata de uma viagem ao túnel do tempo – cada faixa musical nos remete a uma lembrança da infância ou adolescência”, destaca Sammya Couri que é produtora do evento. Uma novidade é que o palco será em formato 360º o que permite melhor visualização e interação com o público. No total serão 5 horas de festa.

O sacerdote destaca que sempre ouviu muita música e gostou de música e os anos 80 e 90 no seu ponto de vista de música secular é a época que faz parte de sua história afetiva e emocional: “cresci ouvindo shows que a gente podia assistir e participar. E voltando esses eventos eu pensei em voltar sim trazendo essa memória afetiva e trazendo à família e às pessoas uma oportunidade de celebrar a vida e relembrar seu passado. Não só o passado recente de tantas dores que estamos vivendo com a pandemia, mas celebrar as alegrias e talvez até fazer as pazes com nosso passado. Por isso estamos propondo esse evento bem animado e bem familiar. Com certeza será uma noite muito agradável a todos”.

Além disso, padre Anderson que é conhecido por seus singles religiosos ressalta o motivo de um show com músicas populares: “sim é um padre cantando músicas seculares. Não estou deixando minha missão, mas não existe nenhum padre dissociado da vida secular, da vida do povo, da nossa vida, pois estamos neste mundo. Essas músicas ajudam a animar a nossa vida e para evangelizar nem sempre precisamos somente falar a a palavra de Deus. Eu acho que evangelizar também é levar alegria, levar o bem estar ao próximo. E esse é o nosso propósito enquanto evangelizadores de levar o pão vivo e também o pão da terra que faz parte da nossa vida”.

O repertório foi criado pelo próprio padre Anderson e para organização toda equipe está envolvida. O show contará com a banda em seu formato completo, que já encontrou a necessidade de potencializar vozes e percussão. Para início e intervalo, a festa terá o apoio de um DJ. O espaço utilizado será o Le Buffet Master que segundo destaca Sammya “sempre nos apoiou e entra com a qualidade dos ‘comes e bebes’ garantindo serviços completos de buffet”.

A decoração será feita pelas irmãs Lessa, as decoradoras Rosângela e Katia Lessa que vão assumir toda a organização do salão, com os móveis e adornos. Os convites para o evento começaram a ser vendidos ontem (19) e podem ser adquiridos na Secretaria da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Praia da Costa, Vila Velha. Além disso existe a possibilidade de comprar seu ingresso pelo site: https://lebillet.com.br.

SERVIÇO

Show Pe. Anderson Gomes Anos 80/90

Dia 20/11 – Sábado
Hora: 21h
Local: Le Buffet Master – Jardim Camburi
VITÓRIA/ES

Valores:

PISTA R$ 250,00
MESAS SETOR PRATA (lugar avulso) R$ 280,00 – opção de 10 lugares avulsos disponíveis ou compra de mesa inteira com 10 lugares a R$ 2.800,00

PARA MESAS SETOR OURO E CAMAROTES
SOMENTE WHATSAPP
Entrar em contato com Rarissa (27) 99961-9511 ou Sammya (27) 99944-0007

Os presbíteros da Área Pastoral de Vitória, iniciam hoje (20) o seu retiro anual. O retiro reúne cerca de 17 padres e pretende provocar

Os presbíteros da Área Pastoral de Vitória, iniciam hoje (20) o seu retiro anual. O retiro reúne cerca de 17 padres e pretende provocar reflexões e oração sobre diversas dimensões da vida dos presbíteros. O orientador do retiro é Dom Nivaldo dos Santos Ferreira, bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte.   

Com a passagem bíblica “… tendo-as despedido, subiu ao monte, para orar” (Mt 14,23), dom Nivaldo motivará os padres a um encontro pessoal com Deus. “O tema do retiro que estou preparando é: “Subir ao Monte para orar!”, comenta Dom Nivaldo.

Será uma semana de oração e partilha, um momento de renovação no exercício do ministério, para cada sacerdote desta Área Pastoral.

O representante dos padres e o coordenador de pastoral da Área, pe. Robinson de Castro e pe. Osmar Braido, respectivamente, organizaram esse momento de espiritualidade. “Nosso objetivo é revigorar nossa espiritualidade, ficar um tempo com o Senhor em oração e contemplação para nos fortalecer e nos tornamos aptos para nossa missão. O retiro é um momento de escuta atenta do Senhor”, comenta Pe. Robinson.     

A Arquidiocese convida a todos os fiéis da Área Pastoral de Vitória, a rezarem por seus sacerdotes nesses dias de retiro. Que Nossa Senhora da Vitória interceda por todos.

Anexos

O encontro semana do Papa Francisco com os peregrinos e os turistas na Praça de São Pedro, teve o tema do serviço, como base

O encontro semana do Papa Francisco com os peregrinos e os turistas na Praça de São Pedro, teve o tema do serviço, como base para as recomendações do Papa.

Leia a matéria publicada no site Vatican News.

Quer se destacar? Sirva! Nossa fidelidade ao Senhor depende de nossa disponibilidade em servir. O serviço não nos diminui, mas nos faz crescer. E ao servirmos os esquecidos, que não podem nos retribuir, “também nós recebemos o terno abraço de Deus”.

O “serviço”, um tema caro ao Papa esteve no centro de sua alocução que precedeu a oração mariana do Angelus neste 25º Domingo do Tempo Comum: “Se quisermos seguir Jesus, devemos percorrer o caminho que ele mesmo traçou, o caminho do serviço.”

Dirigindo-se aos peregrinos e turistas reunidos na Praça São Pedro para o tradicional encontro dominical, Francisco começou explicando a discussão entre os discípulos narrada por Marcos sobre quem entre eles era o maior. E citou a frase que Jesus disse a eles, uma frase “que vale também para nós hoje” – “Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos” -, acrescentando que quem ser o primeiro, deve ir para a fila, pegar o último lugar “e servir a todos”.

Quer se destacar? Sirva!

E justamente esta frase pronunciada pelo Mestre marca uma inversão nos critérios daquilo que realmente importa:

O valor de uma pessoa não depende mais do papel que ela desempenha, do sucesso que tem, do trabalho que faz, do dinheiro no banco; não, não, não, não depende disso; a grandeza e o sucesso, aos olhos de Deus, têm um padrão, uma medida diferente: são medidos no serviço. Não no que se tem, mas no que se dá. Quer se sobressair? Sirva. Este é o caminho.

Quanto mais servimos, mais sentimos a presença de Deus

Hoje em dia a palavra “serviço” – disse o Papa – “parece um pouco desbotada, desgastada pelo uso. Mas no Evangelho tem um significado preciso e concreto. Servir não é uma expressão de cortesia: é fazer como Jesus que, resumindo em poucas palavras a sua vida, disse que veio «não para ser servido, mas para servir». Portanto, se quisermos seguir Jesus, devemos percorrer o caminho que ele mesmo traçou, o caminho do serviço:

Nossa fidelidade ao Senhor depende de nossa disponibilidade em servir. E isso, bem o sabemos, custa, geralmente isso custa, “tem gosto de cruz”. Mas, à medida que aumenta o cuidado e a disponibilidade para com os outros, tornamo-nos mais livres interiormente, mais semelhantes a Jesus. Quanto mais servimos, mais sentimos a presença de Deus, sobretudo quando servimos aqueles que não têm nada para nos restituir, os pobres, abraçando suas dificuldades e necessidades, com a terna compaixão: e ali descobrimos ser, por sua vez, amados e abraçados por Deus.

Em primeiro lugar, servir a quem não pode nos retribuir

Para ilustrar a importância da doação gratuita, Jesus coloca uma criança entre os discípulos, pois “os gestos de Jesus são mais fortes que as palavras que usa”, observou o Papa. “A criança, no Evangelho – explicou –  não simboliza tanto a inocência mas a pequenez. Porque os pequenos, como as crianças, dependem dos outros, dos grandes, têm necessidade de receber. Jesus abraça aquela criança e diz que quem acolhe um pequenino, uma criança, o acolhe”:

Eis antes de tudo a quem servir: aqueles que têm necessidade de receber e não tem como retribuir. Acolhendo quem está à margem, abandonado, acolhemos Jesus, porque Ele está ali. E em um pequeno, em um pobre a quem servimos, também nós recebemos o terno abraço de Deus.

O serviço não nos diminui, nos faz crescer

Interpelados pelo Evangelho, o Papa sugere que nos interroguemos:

Eu, que sigo Jesus, me interesso por quem é mais abandonado? Ou, como os discípulos naquele dia, estou em busca de gratificações pessoais? Eu entendo a vida como uma competição para abrir espaço para mim mesmo às custas dos outros ou acho que se sobressair significa servir? E, concretamente: dedico tempo a algum “pequeno”, a uma pessoa que não tem meios para retribuir? Eu cuido de alguém que não pode me retribuir ou apenas de meus parentes e amigos? São perguntas que podemos nos fazer.

Que a Virgem Maria, humilde serva do Senhor, nos ajude a compreender que o serviço não nos diminui, mas nos faz crescer. E que há mais alegria em dar do que em receber.