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“Tradição e Religiosidade em Rendas de Bilro” é o tema da Mostra produzida pelo Projeto Barra de Renda, da Barra do Jucu, em Vila
Foto de Zanete Dadalto / Arco

“Tradição e Religiosidade em Rendas de Bilro” é o tema da Mostra produzida pelo Projeto Barra de Renda, da Barra do Jucu, em Vila Velha. São peças e indumentárias sacras confeccionadas com rendas de bilros.

O Batismo, a Primeira Comunhão, o Casamento, momentos únicos na vida de qualquer pessoa cristã. Inspirado na beleza, delicadeza e intensidade destas celebrações, o Grupo Barra de Renda quer contribuir para que a emoção seja maior ainda. E para isso criou peças exclusivas para tornar tudo ainda mais inesquecível.

É projeto Tradição e Religiosidade em Renda de Bilro, uma mostra de peças e indumentárias, voltadas para cerimônias religiosas e outros momentos sagrados, com aplicações em renda de bilro produzidas por um grupo de rendeiras da Barra do Jucu, em Vila Velha.

Foto de Zanete Dadalto / Arco

“Apresentamos objetos e indumentárias que eram ou ainda são costumes em celebrações, destacando o seu papel importante, na expressão e significado sentimentais e de memorias afetivas, nos eventos religiosos e familiares”, afirma Regina Maria Ruschi, coordenadora do Grupo Barra de Renda.

Toda Mostra está sendo apresentada em um vídeo do projeto devido à pandemia de Covid 19, que não permite uma exposição aberta ao público. Com uma duração de 16:15 minutos o vídeo, que pode ser conferido no link https://youtu.be/9dnIAYXawlA, é um passeio pela história da renda de bilro e das mulheres rendeiras, e pela vila de pescadores que já teve nesta arte um meio sustento das famílias locais, e pelos símbolos da fé cristã.

O lançamento aconteceu no canal do youtube e pelas páginas do grupo Barra de Renda no Facebook e Instagram. O vídeo e é fruto da exposição montada na Igreja Nossa Senhora da Gloria uma igrejinha centenária localizada no Centro da Barra do Jucu, que aconteceu nos dias 16 e 17 de maio.

Foto de Zanete Dadalto / Arco

Para Laura Emília Siqueira, coordenadora da comunidade Nossa Senhora da Glória Barra do Jucu, foi uma alegria do trabalho das rendeiras. “Nossa comunidade, Nossa Senhora da Glória da Barra do Jucu, em Vila Velha, completa esse ano 108 anos, a mais antiga dessa região 5, e foi agraciada ao receber a exposição do grupo Barra de Renda. Foram expostas peças de linho com Renda de Bilro, compondo alfaias litúrgica e acessórios para casamento. As rendas de Bilro são raras, totalmente manuais, trabalhadas delicadamente cada detalhe do seu desenho. Um trabalho especial feito por um grupo especial. As rendeiras de Bilro resgataram este trabalho que já foi tão importante no sustento de tantas famílias. O grupo demonstra grande zelo com o trabalho e com o próximo, passando os ensinamentos, sem reservas de geração à geração. Para nós é sempre uma grande alegria prestigiar e fazer parte desse trabalho”, afirmou.

Incentivo

O projeto é um incentivo ao resgate da renda de bilro produzida artesanalmente, uma tradição na Barra do Jucu e que há cinquenta anos não era praticado mais. Hoje cerca de 30 mulheres da comunidade já confeccionam a renda, um trabalho minucioso e que já reconhecido em todo o Estado.

“É um recurso que tem contribuído muito para o incentivo das rendeiras da comunidade, e seguindo os princípios da economia criativa, também fomentado outros artesãos locais, que produzem a almofada que serve de base para produzir a renda, o cavalete de madeira, e outros profissionais que se integram à produção. Tudo isso movimenta a economia local”, afirma Regina Ruschi.

Foto de Zanete Dadalto / Arco

O trabalho, desenvolvido durante o isolamento social imposto pela pandemia, mira no futuro e em novos mercados. “O turismo religioso é forte em algumas cidades, e o Espírito Santo tem uma tradição religiosa grande também. Então pensamos muito neste mercado para projetar a Mostra e as peças que estamos trabalhando com muita esperança”, ressalta.

Recentemente o grupo confeccionou três tolhas de altar para o Convento da Penha e agora, uma para a Igreja Nossa Senhora da Gloria, da Barra do Jucu. “Foi uma produção afetiva que nos animou muito”, afirma Regina.

Designer

O trabalho de idealização e criação das peças é assinado pela designer e consultora Jacqueline Chiabay. “Mostramos como a essência do uso que está no ato de eternizar estas datas em forma de presentes, lembranças de família e se tornando presença marcante e nostálgica como adornos nos lares até os dias de hoje”.

“Propomos uma relativização da valorização da tradição em meio à contemporaneidade, cultivando o sentimento de pertencimento e de perpetuação do oficio. Enaltecendo a iniciativa do resgate e do repasse de conhecimento do fazer da renda”, destaca Jacqueline. Instrutora

Foto de Zanete Dadalto / Arco

Para a instrutora de Renda de Bilro no projeto e quem orientou as rendeiras na confecção das peças, Marisa Vieira Gervásio Vieira, o trabalho foi mais difícil devido à pandemia que impede a aproximação. “São mulheres, algumas idosas, que ficam nas suas casas, que tem muitos afazeres, então foi um desafio. Tivemos que gravar vídeos com as orientações, editar, e as alunas usar estes novos instrumentos. Tudo isso é novo pra nós. Mas todas assumiram com muita dedicação”, afirmou.

Se a pandemia tirou a alegria e o calor das rodas de rendeiras, o prazer de produzir renda continuou muito presente. “O resultado nos surpreendeu muito. Todas trabalharam de casa e essa Mostra de Peças Religiosas é muito importante para nós. É uma satisfação imensa ver as peças lindas que estão saindo e que quando iniciamos o projeto nem imaginávamos que seriam assim. Eu me desafiei, achava que não ia dar conta, mas no final estou bem surpresa”, afirma a instrutora.

Peças da Mostra:

Madrião – Vestimenta do Batismo;

Alfaias Litúrgicas – Paramentos usados no momento do ofertório das celebrações;

Mantilha – ou véu, foram usadas pelas mulheres deste os primeiros séculos, quase 2 mil anos, nas celebrações religiosas.

Véu da noiva – Nos últimos séculos o véu da noiva esteve intimamente ligado às tradições religiosas. Seu uso já registrado no Antigo Testamento bíblico.

Toalhas de Batismo – A maior utilidade da toalha de batismo é secar a cabeça da criança ns pia batismal durante a celebração. Também serve como opção para presentear vovós e padrinhos.

Vela do Batizado – É segurada pelos padrinhos durante o batizado e entregue posteriormente à criança, dizendo: “Receba a luz de Cristo”. Essa vela grande representa o Círio Pascal, Cristo a Luz do Mundo.

Vela da Primeira Comunhão – Expressão de vida e fé daqueles que rezam e presença de Deus entre nós. A Vela traz também o sentido de velar, também significa vigiar, tomar cuidado.

Velas do altar – A cera simboliza o Pai, o barbante o Filho, e o fogo o Espírito Santo. A vela sozinha acesa significa Cristo Nosso Senhor.

Foto de Zanete Dadalto / Arco

Terço – O instrumento de reza representa a terça parte do Rosário, conjunto de orações proposto pelo Frade Alan de Rupe em 1470. Sua origem remete à recitação dos 150 Salmos Bíblicos.

Almofadas de Misericórdia – Também chamadas de Genuflexório, ou ainda propiciatório. Propicia o conforto de pessoas que se mantem por longos períodos em oração.

História das rendeiras da Barra do Jucu

O Grupo Barra de Renda surgiu a partir da iniciativa de se consolidar o resgate da técnica da RENDA DE BILRO na Barra do Jucu, em Vila Velha, Espírito Santo. Este ofício já foi a principal fonte de renda das mulheres deste lugar até meados dos anos 70 e com tempo foi perdendo a representatividade.

O projeto de resgate originou-se de uma pesquisa realizada em 2014 pela arquiteta Regina Ruschi e contou com a dedicação das mestras Rosa Leão Malta e Enedina França de Paiva.

Regularmente as oficinas de renda contam com 20 a 30 mulheres, envolvendo mestras, oficineiras e aprendizes de todas as idades, que se dedicam a compartilhar saberes vislumbrando a perpetuação desta riqueza cultural.
Em 2019, através de um projeto da designer Jacqueline Chiabay, com apoio do SEBRAE ES, o grupo recebeu consultoria e direcionamento para que se tornasse uma unidade produtiva, coleção de produtos com design e gestão da produção, oportunidade de ação de mercado e de gerar renda para os participantes de forma sustentável.
Atualmente o grupo Barra de Renda, além de contar com a dedicação de voluntários coordenadores e parceiros, é formado por rendeiras, bordadeiras, costureiras, crocheteiras e outros artesãos que atuam com modelo de gestão compartilhada e produção coletiva promovendo o desenvolvimento da economia na região através deste artesanato de tradição.

Apoio: Lei Aldir Blanc, Governo do Estado do Espírito Santo, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

Saiba mais sobre o Projeto:
Instragram: @barraderenda
Facebook: Projeto Barra de Renda
Youtube: https://youtu.be/9dnIAYXawlA

Mais Informações:
Coordenadora: Regina Maria Ruschi – (27) 98819-4340
Curadora e Designer: Jacqueline Chiabay – (27) 99870-0521
Assessoria de Imprensa – Marina Filetti – (27) 98848-4304

No final do ano de 2020, o Papa Francisco, através da Carta Apostólica Patris Cord “Coração de Pai”, escrita em comemoração aos 150 anos

No final do ano de 2020, o Papa Francisco, através da Carta Apostólica Patris Cord “Coração de Pai”, escrita em comemoração aos 150 anos da proclamação de São José como guardião universal da Igreja, dedica o ano de 2021, ao Santo.

Em virtude desse tempo, o Serviço Brasileiro de Comunhão do CHARIS (Catholic Charismatic Renewal International Service), que é um serviço oferecido a todas as realidades carismáticas existentes, instituído pelo Papa Francisco no mundo inteiro, está realizando um retiro online, com o tema: “São José, Pai e esposo”, que acontecerá nos dias 20, 21 e 22 de julho, das 20h às 21h.

As inscrições poderão ser realizadas através do link https://forms.gle/H1ECLm77oZF3JHdq8 . A mesma se encerram no dia 18 de julho às 23h59min.

Em agosto e setembro, haverá mais outras duas turmas.

Entre o final deste mês e em agosto a Arquidiocese de Vitória ordenará cinco novos padres: João Tozzi, Vitor Noronha, Alessandro Rebonato, Daniel Calil

Entre o final deste mês e em agosto a Arquidiocese de Vitória ordenará cinco novos padres: João Tozzi, Vitor Noronha, Alessandro Rebonato, Daniel Calil e Ruan Coutinho. Tudo está sendo preparado para as cerimônias que acontecerão nas paróquias de origem de todos eles. A programação das primeiras missas que eles irão presidir também está fechada e uma informação importante para os fiéis é que todos que participarem destas celebrações eucarísticas podem receber indulgência plenária.

Mas o que é uma indulgência? Segundo explica o catecismo da Igreja Católica, ela é o perdão das penas do purgatório: “remissão, perante Deus, da pena temporal devida aos pecados cuja culpa já foi apagada; remissão que o fiel devidamente disposto obtém em certas e determinadas condições pela ação da Igreja que, enquanto dispensadora da redenção, distribui e aplica, por sua autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos”.

E a indulgência é parcial conforme liberação parcial ou plenária, que é o perdão total da pena devida pelos pecados. Todos os fiéis podem adquirir indulgências para si mesmos ou aplicá-las aos defuntos e dentre as ocasiões que os fiéis têm para lucrar as Indulgências está o momento da Primeira Missa de um neo-sacerdote.

Segundo padre Hadeleon Santana, paróco da paróquia Virgem Maria, em Itacibá e também mestrando em Direito Canônico, o Manual de Indulgência, é bem claro quando diz: ‘concede-se indulgência plenária ao sacerdote que, em dia marcado, celebra sua primeira missa, diante do povo, e aos fiéis que devotamente a ela assistem’.

“Mas esta primeira missa depende da intenção do neo-sacerdote ao celebrá-la. Isto é, nas missas que o neo-sacerdote celebrar considerando-a, por razões pastorais, a primeira para aquele grupo específico, as indulgências podem ser concedidas. E para tê-la é preciso a confissão, Eucaristia e rezar pelo Papa um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória, o que chamamos de estar em estado de graça”, detalha padre Hadeleon.

Programação da Ordenação Presbiteral

31/07 – Diácono Vitor César Zille Noronha e Diácono João Tozzi
Local : Santuário de Vila Velha
Horário: 9h

07/08 – Diácono Alessandro Rebonato
Local: Catedral de Vitória
Horário: 9h

21/08 – Diácono Daniel Calil Mascalubo
Local: Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe (Praia de Itaparica)
Horário: 18h

28/08 – Diácono Ruan Coutinho da Cruz
Local: Santuário Bom Pastor (Campo Grande)
Horário: 17h

 

Primeiras missas dos futuros neo-sacerdotes:

01/08 – João Tozzi
Local: Igreja Matriz paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Praia da Costa.
Horário: 11h

01/08 – Vitor Noronha
Local: Comunidade Santo Antonio, Praia da Costa.
Horário: 9h

08/08 –Alessandro Rebonato
Local: Igreja Matriz Imaculada Conceição, Itacibá, Cariacica.
Horário: 10h

22/08 – Daniel Calil
Local: Igreja Matriz da Pároquia Nossa Senhora de Guadalupe, Praia de Itaparica, Vila Velha Horário: 08h

29/08 – Ruan Coutinho
Local: Comunidade São Judas Tadeu, Paróquia Bom Pastor, Campo Grande, Cariacica.
Horário: 10h

“Agradeço a todos que estiveram próximos de mim com a oração e o carinho durante os dias de hospitalização. Não nos esqueçamos de rezar

“Agradeço a todos que estiveram próximos de mim com a oração e o carinho durante os dias de hospitalização. Não nos esqueçamos de rezar pelos doentes e por aqueles que os assistem.”

Foi com estas palavras que o Papa Francisco agradeceu a todos que rezaram pela sua recuperação. O Papa já voltou para sua residência n o Vaticano. Leia a matéria divulgada no Vatican News.

O Pontífice recebeu alta na quarta-feira e antes de regressar ao Vaticano foi até à Basílica de Santa Maria Maior rezar diante do ícone mariano da “Salus Populi romani” para agradecer pelo bom êxito da operação.

Mas como indica a mensagem no Twitter, o pensamento do Santo Padre se dirige aos doentes e aos profissionais da área de saúde. No comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé, especifica-se que Francisco rezou de modo especial pelos pacientes que encontrou na Policlínica durante sua convalescência.

O Papa e as crianças

E entre estes pacientes, estão as crianças da Unidade de Oncologia Pediátrica. A comunicação entre eles começou através de uma mensagem enviada pelo Papa aos pequenos, que prontamente responderam com um desenho, acompanhado de um bilhete: “Ouvimos dizer que não está muito bem e que agora se encontra no nosso mesmo hospital. Embora não possamos nos ver, nós lhe enviamos um forte abraço e lhe desejamos uma rápida recuperação”.

O encontro pessoalmente ocorreria dias depois, e foi feito em público durante o Angelus dominical. Na ocasião, Francisco falou justamente sobre o mistério da dor e da doença nas crianças. Por que elas sofrem é uma pergunta sem resposta.

Contudo, com os boletins diários que comunicavam um progresso na recuperação, a presença do Papa no Gemelli se transformou aos poucos numa ocasião para manifestar proximidade a todos os enfermos. “Que ninguém fique só”, foi o seu apelo, unido ao pedido de que todos tenham acesso a serviços de saúde gratuitos.

O dízimo (contribuição que os católicos oferecem à Igreja) são sementes que fazem crescer a fé, porque permitem o anúncio; a caridade, porque incentivam

O dízimo (contribuição que os católicos oferecem à Igreja) são sementes que fazem crescer a fé, porque permitem o anúncio; a caridade, porque incentivam a solidariedade; a esperança, porque  propagam o bem, a fraternidade e o acolhimento. Assim toda a Arquidiocese de Vitória realiza durante todo este mês de julho a Campanha anual do dízimo. Este ano o tema é: Dízimo, sementes de amor e a frase bíblica que sustenta toda a campanha é da 1ª Carta de São João (3, 18): “Não amemos com palavras nem com a língua, mas com obras e de verdade”. O objetivo da Campanha é lembrar aos dizimista a importância das sementes que são as suas contribuições e sensibilizar os não dizimistas para também possam começar a semear suas sementes tornando-se dizimistas também.

Comunidades e paróquias estão cultivando sementes e ao acompanhar o crescimento estão refletindo sobre a força de transformação que elas têm. Fazendo uma comparação com as sementes do dízimo a comunidade vai tomando consciência de como a semente do dízimo que cada um partilha mensalmente cresce e se transforma em frutos que alimentam a vida de fé da mesma comunidade e da Igreja. Celebrações, catequese, formação, sacramentos, caridade são o resultado das sementes do dízimo. E qual o segredo para que uma semente germine, cresça e floresça? Cuidado. É o cuidado que faz a semente germinar e é por isso que a cada ano repetimos a Campanha do dízimo.

As iniciativas se multiplicam e a criatividade cresce. Canteiros, sementes em envelope, música, equipes que vestiram a camisa, vídeo do pároco e até o alegrito apareceu pronto para as festas julinas. Tudo isso e muito mais está mobilizando toda a arquidiocese de Vitória. Veja algumas imagens.

Dízimo sementes de amor é uma boa ocasião para a gente olhar as iniciativas da Igreja e se comprometer com o projeto de evangelização.

 

 

De 2 a 6 de agosto acontece, em formato virtual, o curso Catequese e Missão na Iniciação à Vida Cristã. Ainda dá tempo para

De 2 a 6 de agosto acontece, em formato virtual, o curso Catequese e Missão na Iniciação à Vida Cristã. Ainda dá tempo para se inscrever. Acesse , ou ligue (61) 9337-2021. O curso acontece à noite de 19h30 às 21h.

Veja abaixo as informações publicadas no site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

O Centro Cultural Missionário (CCM) vai ofertar de 2 a 6 de agosto um curso que se propõe a estabelecer maior interação entre missão e catequese. Para isso, procura aprofundar o conceito de catequese e missão a partir dos documentos eclesiais e também da prática pastoral concreta.

O curso “Catequese e Missão na Iniciação à Vida Cristã” procura, ao mesmo tempo, indicar caminhos para uma catequese sempre mais evangelizadora e missionária e uma teologia da missão bem integrada com a catequese à serviço da iniciação a vida cristã.

Podem participar catequistas, lideranças das diversas pastorais e movimentos interessados em aprofundar a Palavra de Deus, participantes dos Conselhos Missionários, seminaristas, consagrados, ministros ordenados, religiosos (as), membros de institutos e novas comunidades.

A formação acontecerá de forma online, com assessoria dos padres Daniel Luz Rocchetti, da Comissão Episcopal para Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB e o Jânison de Sá Santos, da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB.

Segundo o padre Jânison, o curso quer ajudar os catequistas e animadores bíblicos, coordenadores de grupos missionários e outros grupos eclesiais a compreender melhor a catequese de iniciação a vida cristã e a forte ligação entre catequese e missão.

“Nós iremos trabalhar temáticas pertinentes e ligadas aos fundamentos catequéticos e também conhecer a realidade da missão, dos fundamentos bíblicos, teológicos e pastorais (…). Conhecer alguns dos documentos missionários, bem como compreender melhor a proximidade que existe entre a catequese e a missão e o desejo e a necessidade de trabalharmos juntos”, afirmou o padre Jânison.

Já o padre Daniel explicou que a proposta do curso do CCM é pensar a catequese em termos missionários, carregado do elemento querigmático, do anúncio salvífico e da proposta de viver uma vida cristã baseada na experiência e no amor de Deus.

As inscrições são pagas e podem ser feitas no site do CCM: https://www.ccm.org.br/encontro-comidis-2016/. Outras informações: 61 9337-2021.

Temas a serem trabalhados

  1. A Catequética hoje. Realidade dos catequistas / comunidade.
  2. A realidade da missão. Fundamentos bíblicos, teológicos e pastorais da missão.
  3. A Catequese no contexto da ação evangelizadora da Igreja. Conceito de Evangelização (Evangelii Nuntiandi, Evangelii Gaudium, etc).
  4. Anúncio querigmático e catequese. Textos bíblicos querigmáticos, Decreto Ad Gentes, a missão na Evangelii Gaudium, e anúncio querigmático nos documentos atuais.
  5. Documentos sobre a Catequese. Diretório Geral para a Catequese (1997), o Catecismo da Igreja Católica (1992/1997), Diretório Nacional de Catequese (2005/2006), iniciação à vida cristã – Brasil (Doc. 107 em 2017) e Diretório para a Catequese (2020).
  6. A pedagogia da fé. Partindo da Sagrada Escritura. A pedagogia de Deus, a pedagogia de Jesus Cristo, a pedagogia da Igreja, o Espírito Santo e Sua atuação na caminhada da Igreja e na Vida do ser humano, e a Pedagogia Divina e a Catequese.
  7. Catequese a serviço da Iniciação à vida cristã. O que é a IVC. Itinerário catecumenal (pré-catecumenato, catecumenato, purificação e iluminação, mistagogia) – ver o catecumenato antigo (história da catequese – síntese), como fazer a iniciação à vida cristã, quem são os interlocutores na IVC, com quem contamos na IVC (catequistas, introdutores, padrinho e madrinha, famílias, equipe de celebração / liturgia, grupos de jovens, grupos missionários, ministro ordenado) e a comunidade eclesial missionária na IVC.
  8. Lugares e interlocutores da catequese a serviço da IVC. A comunidade catequizadora, dimensão comunitária da Catequese (comunidade: lugar por excelência da catequese), catequese na Igreja Particular, catequese e família: participação dos pais e responsáveis no processo de educação da fé, catequese e pessoa com deficiência, catequese querigmática e mistagógica (ver EG e DC), catequese e compromisso sócio transformador e a organização da catequese: paróquia e diocese.
  9. Elementos de metodologia. Uma questão de escolha (apresentar a variedade de métodos), a relação conteúdo-método na catequese, atividades criativas, catequese e enculturação, a linguagem na catequese e catequese e cultura digital.
Após formar e preparar cinco turmas (2010, 2012, 2013, 2015 e 2017) de diáconos permanentes, um total de 71 diáconos (2 falecidos), e uma

Após formar e preparar cinco turmas (2010, 2012, 2013, 2015 e 2017) de diáconos permanentes, um total de 71 diáconos (2 falecidos), e uma pausa no serviço da Escola Diaconal, a Arquidiocese de Vitória retoma o acompanhamento da caminhada vocacional para o diaconato permanente.

A vocação para o diaconato permanente tem sua origem no livro dos Atos dos Apóstolos quando os discípulos escolheram no seio da comunidade, sete homens “de boa fama, repletos do Espírito e de sabedoria” (At 6, 3), para a tarefa de “servir às mesas” para que eles (os discípulos) se dedicassem “à pregação da Palavra de Deus” (At 6, 2b).

A retomada da formação para os vocacionados ao ministério diaconal se dará em algumas etapas:

1ª indicação da comunidade representada pelo pároco e seus conselhos;

2ª o candidato será acompanhado por um corpo de formadores;

3º estudo de teologia na Escola Diaconal;

4º ordenação diaconal.

Pe. Márcio Ferreira de Souza é o Diretor da Escola Diaconal e, também, Assistente da Comissão Arquidiocesana dos Diáconos. Pe.  Roberto Francisco Natal é o diretor espiritual. Ainda compõem a Comissão, os diáconos permanentes Antônio Sérgio, Emanuel Duarte, Sandro Melo, Sérgio Rodrigues e Joacir Souza.

O prazo para a 1ª etapa, envio da indicação das paróquias, é 15 de agosto deste ano de 2021. As etapas seguintes serão divulgadas à medida em que o caminho se fizer.

Para pe. Márcio “o processo vocacional se dá pelo despertar no seio da comunidade Paroquial. Por isso, toda vocação ao diaconato permanente, necessariamente, deve passar pelo serviço na paróquia e em comunhão com o pároco e com os conselhos da paróquia, que indicam os candidatos ao discernimento vocacional”. Depois o papel do período de discernimento e preparação é “oferecer ao candidato o florescer vocacional no serviço diaconal na Igreja de Vitória”.

A AMAGES, Associação dos Magistrados, a OAB, Ordem dos Advogados do Brasil/ES e o Sindijudiciário também se uniram para apoiar e colaborar com a

A AMAGES, Associação dos Magistrados, a OAB, Ordem dos Advogados do Brasil/ES e o Sindijudiciário também se uniram para apoiar e colaborar com a Campanha Paz e Pão.

A iniciativa, além de recolher doações pretende “motivar e promover engajamento”, conforme disse Dr. Marcelo Loureiro.

O drive-thru já existente na Cidade Alta, junto ao Fórum, para receber documentações (petições e processos) dos advogados, passou então a compartilhar esse espaço para recebimento de doações de mantimentos e agasalhos.

A Divulgação da Campanha, conforme imagem abaixo, já vem com o título sugestivo: Justiça capixaba na Campanha Paz e Pão. Este é mais um local para exercer a solidariedade.