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O X Encontro Mundial das Famílias terá uma nova dinâmica para permitir a todos que desejarem de participar. Veja o vídeo com o convite

O X Encontro Mundial das Famílias terá uma nova dinâmica para permitir a todos que desejarem de participar. Veja o vídeo com o convite do Papa para o evento que acontece no próximo ano clicando aqui.

Abaixo a matéria publicada no site da CNBB:

O X Encontro Mundial das Famílias terá uma nova dinâmica de organização. Em vídeo publicado na última sexta-feira, o Papa Francisco anunciou que o evento terá uma “modalidade multicêntrica e disseminada”, favorecendo a participação das comunidades diocesanas do mundo inteiro. Anteriormente marcado para ocorrer neste ano, agora será realizado de 22 a 26 de junho de 2022, na sede, a diocese de Roma, em todos os continentes com atividades relacionadas. Na mesma data, foi divulgado o logotipo do evento.

“Nos encontros anteriores, a maior parte das famílias ficava em casa e o Encontro era visto como uma realidade distante, no máximo acompanhada pela televisão, ou desconhecida para a maioria das famílias. Desta vez, porém, se realizará com uma fórmula inédita: será uma oportunidade da Providência para proporcionar um evento mundial capaz de envolver todas as famílias que quiserem sentir-se parte da comunidade eclesial”, disse o Papa no vídeo.

A nova dinâmica do Encontro Mundial das Famílias consiste na seguinte organização:

1. Roma continua a ser a sede principal, e nessa cidade vão acontecer o Festival das Famílias e o Congresso teológico-pastoral, ambos na Sala Paulo VI, e a Santa Missa na Praça São Pedro. Participarão, em particular, os delegados das Conferências episcopais e dos movimentos internacionais engajados nas pastorais familiares.

2. Ao mesmo tempo, em cada diocese, os bispos podem mobilizar-se em nível local para programar iniciativas similares, a partir do tema do encontro com uso de símbolos que a diocese de Roma já começou a preparar (logotipo, oração, hino e imagem).

 

As principais atividades em Roma serão transmitidos ao mundo inteiro, mas com o incentivo de que sejam promovidas iniciativas locais. Desta forma, explica o Papa, “todos poderão participar, até mesmo aqueles que não poderiam vir a Roma. Na medida do possível, convido, pois, as comunidades diocesanas a organizar iniciativas a partir do tema do encontro, utilizando os símbolos que a diocese de Roma está preparando”.

O Amor na família: vocação e caminho da santidade é o tema do X Encontro Mundial das Famílias

Ainda no vídeo, o Papa incentiva aos bispos e agentes da Pastoral Familiar: “sejam dinâmicos, ativos e criativos, para se organizarem com a famílias, em sintonia com o que acontecerá em Roma. Será ocasião valiosa para nos dedicarmos com entusiasmo à pastoral familiar: esposos, famílias e pastores, todos juntos. Coragem, queridos pastores e queridas famílias, ajudem-se mutuamente para organizar encontros nas dioceses e paróquias de todos os continentes”.

Memória 7 de julho de 1996 teve início em Vitória o 13º Congresso Eucarístico Nacional que se prolongou até 14 do mesmo mês. Como

Memória

7 de julho de 1996 teve início em Vitória o 13º Congresso Eucarístico Nacional que se prolongou até 14 do mesmo mês.

Como diz o velho ditado “recordar é viver”, e neste caso, recordar é fazer memória de um momento de fé que marcou a vida dos capixabas, mesmo os não católicos.

A cidade respirou fé. Fiéis e peregrinos enfeitaram a cidade e os hotéis manifestando publicamente o lema do Congresso: Eucaristia Vida para a Igreja. Pessoas chegaram dos mais diversos cantos do País para uma experiência que se repete a cada 3, 5 ou mais anos, conforme as necessidades e possibilidades, mas que mantém vivo o sentido do Congresso Eucarístico.

Os eventos formativos, culturais e celebrativos se espalharam pela cidade e no final do dia a Praça do Papa acolhia os fiéis para a Celebração Eucarística. Foi a primeira grande atividade de cardeal dom João Braz de Aviz, na época bispo auxiliar de Vitória, que marcou a vida desta Igreja Particular.

Para fazer memória lembremos de algumas personalidades religiosas que presidiram as missas: Dom Paulo Evaristo Arns, dom Pedro Casaldáliga, dom Luciano Mendes de Almeida, dom Carlo Furno (delegado do Papa), dom Lucas Moreira Neves, cardeal Aloísio Lorscheider, dom Erwin Krautler, dom Irineu Danelou e os eparcas de rito arménio, greco-melquita e maronita.

Significado do Congresso Eucarístico:

Na ocasião o jornal Folha de São Paulo, publicou um artigo de dom Luciano Mendes de Almeida, então arcebispo de Mariana, MG. Nele, dom Luciano explica porque a Igreja Católica realiza o Congresso Eucarístico:

[…] “O tema “Eucaristia, vida para a igreja”, apresentado num contexto breve e substancioso, foi, há meses, distribuído pelas dioceses e comunidades, inspirando os círculos bíblicos, novenas e tríduos.
A eucaristia, com efeito, é o centro da vida cristã, memorial perene da entrega de Jesus ao pai por amor à humanidade. Cristo faz-se presente sob as espécies de pão e vinho para alimento e conforto de nossa fé e garantia de vida nova e eterna.
Na última ceia, Jesus revelou o sentido de sua entrega por nós na cruz: “Amor maior não há do que dar a vida pelos amigos” (Jo 15,13). Estabeleceu o mandamento da nova aliança, ensinando-nos a amar como Ele nos ama. Inaugurou, assim, um relacionamento diferente e fraterno, no qual o egoísmo é superado pela entrega gratuita e perdão a todos sem discriminação.
O Congresso Eucarístico vem intensificar a nossa fé e convida-nos a: 1) manifestar publicamente gratidão e louvor a Jesus Cristo salvador; 2) a viver em comunhão com Ele e entre nós, seus discípulos, procurando sempre maior unidade…”.

Histórico dos Congressos Eucarísticos no Brasil:

ANO LOCAL TEMA
1933  Bahia – Salvador Vinde, adoremos o Santíssimo Sacramento
1936  Minas Gerais – Belo Horizonte[5] Luz e Vida
1939  Pernambuco – Recife A Eucaristia e a vida cristã
1942  São Paulo – São Paulo Vinde a mim todos
1948  Rio Grande do Sul – Porto Alegre Ação Social
1953  Pará – Belém A Sagrada Eucaristia, sacramento da unidade e da comunidade
1960  Paraná – Curitiba Eucaristia, luz e vida do mundo
1970  Distrito Federal – Brasília A mesa do Senhor
1975  Amazonas – Manaus Repartir o Pão
10º 1980  Ceará – Fortaleza Para onde vais?
11º 1985  São Paulo – Aparecida Pão para quem tem fome
12º 1991  Rio Grande do Norte – Natal Eucaristia e Evangelização
13º 1996  Espírito Santo – Vitória Eucaristia,vida para a Igreja!
14º 2001  São Paulo – Campinas Fonte da missão e Vida solidária
15º 2006  Santa Catarina – Florianópolis Ele está no meio de nós!
16º 2010  Distrito Federal – Brasília Eucaristia, pão da unidade dos discípulos missionários
17º 2016  Pará – Belém Eucaristia e Partilha na Amazônia missionária.
18º 2022  Pernambuco – Recife e Olinda Pão em todas as mesas!

 

O Regional Leste 2 oferece aos presbíteros de todo o Brasil a possibilidade de participar de retiro online com o cardeal José Tolentino de

O Regional Leste 2 oferece aos presbíteros de todo o Brasil a possibilidade de participar de retiro online com o cardeal José Tolentino de Mendonça. O retiro acontece de 2 a 6 de agosto de 2021 e para participar é necessário fazer inscrição. Veja as instruções publicadas no site da CNBB.

Para auxiliar e aprofundar a caminhada de fé dos sacerdotes no atual e desafiador período de pandemia, o Regional Leste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio de sua Comissão Episcopal para a Comunicação e Cultura e com o apoio da arquidiocese de Juiz de Fora (MG), promoverá, de 2 a 6 de agosto, o Retiro On-line de Presbíteros.

O evento será conduzido pelo cardeal José Tolentino de Mendonça. O cardeal  abordará o tema “A vida e a espiritualidade do presbítero em tempos de pandemia e pós-pandemia”. A programação do retiro contará com meditações e reflexões propostas pelo Cardeal, missas diárias e orações em conjunto.

As vagas são limitadas e a participação é aberta aos padres de todo o Brasil. Os interessados ou aqueles que forem indicados pelos (arce) bispos de cada Igreja Particular devem realizar inscrição. Para isso, é recomendado que leia atentamente todas as orientações abaixo:

Investimento:

R$ 150,00 (Cento e cinquenta reais), até 14 de julho.
R$ 180,00 (Cento e oitenta reais) para inscrições realizadas de 15 a 28 de julho.

O pagamento será realizado por meio de boleto bancário e cartão de crédito. O boleto terá vencimento em 1 (um) dia útil após o envio; O boleto é disponibilizado pelo sistema da CiaTicket, parceira do Regional neste evento. Será concedido 10% de desconto para cada (arqui)diocese que inscrever acima de 50 presbíteros.

Em caso de desistência, o participante poderá solicitar o reembolso de 70% do valor pago da inscrição. A solicitação de devolução do valor pago poderá ser feita pelo e-mail [email protected].

Recibos:
O recibo do pagamento da taxa de inscrição é enviado automaticamente para o participante no endereço de e-mail e whatsapp informado logo após a compensação bancária. Aqueles que desejarem o recibo em nome de Pessoa Jurídica, Entidades e Instituições deverão informar o CNPJ e razão social no momento da realização da inscrição.

Informações:
– Todos receberão da CiaTicket um e-mail e uma mensagem no WhatsApp com a confirmação de inscrição para o evento.
– A inscrição será confirmada somente mediante a autorização da operadora de cartão de crédito ou pagamento do boleto até a data do vencimento. Caso contrário, ela será automaticamente cancelada, sendo necessário solicitar uma segunda via do boleto para pagamento.
– Posteriormente será divulgado um guia do participante com informações de acesso à plataforma, emissão de certificados e programação do evento para que a participação seja facilitada e a mais proveitosa possível.
– Encontro em preparação ao evento: Informamos que no dia 20 de julho de 2021 teremos um encontro virtual às 21h, para apresentar a metodologia, pauta e dinâmica do evento, com uma pequena fala do Cardeal Tolentino. Os inscritos confirmados receberão as informações por e-mail e pelo número de WhatsApp.

Outras informações:

Padre Roberto Marcelino de Oliveira
Secretário Executivo do regional Leste 2
Telefone de contato: (31)98799-0157 clique aqui para falar por WhatsApp
Endereço de e-mail: [email protected]

Desde a última sexta-feira (02/07), os seminaristas da Arquidiocese entraram no período de recesso, em vista da transição ao segundo semestre letivo. Nessa ocasião,

Desde a última sexta-feira (02/07), os seminaristas da Arquidiocese entraram no período de recesso, em vista da transição ao segundo semestre letivo. Nessa ocasião, os seminaristas retornam às casas paternas e às comunidades de origem, as quais os enviaram, um dia, para servir à messe. Cabe, portanto, fazer algumas reflexões acerca da importância desse tempo, a saber: do acolhimento da família, do retorno às origens e do tempo de descanso.

A princípio, convém ressaltar que o caminho daqueles que desejam semear o reino de Deus é repleto de dificuldades que não raramente geram frustrações. Tais frustrações não são um problema propriamente dito – na verdade, são parte do crescimento -, o problema começa, de fato, quando tais intempéries começam a cobrir a visão daquilo que se busca, isto é, o próprio Cristo. Nesse caso, é necessário recobrar as forças e tomar novo vigor. Por essa razão, o seminarista volta à casa, não para ficar ou se estabelecer; na verdade, ele volta somente de passagem, sem nem “desarrumar as malas”. Poderíamos dizer que esta volta é como o semeador que “saiu a semear”[1], entretanto, teve de voltar à casa para tomar algumas ferramentas no intuito de exercer cada vez melhor o sue ofício.

Assente nisso, o acolhimento familiar se mostra como um dos fundamentais benefícios do recesso. A Família é a “Igreja doméstica”[2], na qual “os pais são os primeiros responsáveis pela educação dos filhos”[3], bem como são os primeiros a enviarem, de fato, o filho para o seminário. Voltar à família, portanto, é voltar ao princípio daquilo que somos, uma vez que um homem é, em grande parte, reflexo da educação parental. Além disso, é nos afetos da família que o sujeito pode compreender-se a si mesmo como Pessoa propriamente dita. Sobre isso o Catecismo ensina: “as relações no seio da família comportam uma afinidade de sentimentos, de afetos e de interesses, que provêm sobretudo do mútuo respeito das pessoas.”[4] Em síntese, é somente pela família que os indivíduos deixam de ser um CPF e passam a ser Pessoas, de modo que retornar a ela é recordar quem somos no meio do mundo e porque o somos.

Outro aspecto importante diz respeito à comunidade de origem. “O processo de Iniciação à Vida Cristã é fundamental para o aprimoramento da vida espiritual”, sendo, portanto, um pressuposto para a formação inicial do seminário. Nesse sentido, tal processo acontece nas comunidades de origem em que participou o seminarista, por meio da catequese e da recepção dos Sacramentos da Iniciação Cristã[5]. Além disso, a vivência comunitária também é, de maneira prática, uma grande formadora dos fiéis. Nesse contexto, as comunidades eclesiais de base, bem como os movimentos que atuam nesses ambientes configuram-se como os fundamentos da vida espiritual e vocacional do seminarista. Por isso, é necessário, de tempos em tempos, retomar tal espiritualidade e tal fervor no qual Deus chamou a uma doação radical por meio do presbiterato. Em suma, Santa Clara sabiamente nos ensina: “Jamais perca de vista o seu ponto de partida”. Alguns também expressam essa mesma ideia dizendo “retornar ao primeiro Amor”. Tal ponto de partida volta ao nosso olhar, quando voltamos à nossa comunidade de origem.

Sendo um período de recesso, é imprescindível destacar a importância do descanso. Em meio à grande quantidade de trabalhos e compromissos do cotidiano é muito comum perder de vista aquilo que se busca; esquecer-se daquilo que é o mais importante. A turbulência dos ofícios caleja a sensibilidade e a memória das coisas. Nesse estado, o seminarista pode acabar por ficar como Marta no Evangelho[6], que se esqueceu daquilo que é mais essencial em sua vida, em virtude da agitação das ocupações. Logo, cabe a mesma exortação de Jesus: “Marta, Marta! Tu andas preocupada e agitada por muitas coisas. No entanto, uma só uma coisa te é necessária”. O descanso e o recolhimento permitem voltar os olhos ao interior de si mesmo e reencontrar esse “necessário”; a “melhor parte” que Maria escolhera.

Enfim, o período de recesso ou férias não deve ser confundido pura e simplesmente com a “falta do que fazer” ou “ausência de trabalhos”. Na verdade, é um período de grande atividade interior, na qual se prepara para os próximos passos da jornada e se recebe os primeiros frutos do trabalho já realizado.

 

 

[1] Mateus, 13,3

[2] Catecismo da Igreja Católica (CIC) p.2204

[3] Ibid. p.2223

[4] Ibid. p.2206

[5] Batismo, Eucaristia (primeira comunhão) e a Crisma

[6] Lucas 10, 38-42

O papa passa bem após cirurgia. Leia as informações publicadas no site Vatican News. A cirurgia de ontem à noite durou cerca de três
O papa passa bem após cirurgia. Leia as informações publicadas no site Vatican News.
A cirurgia de ontem à noite durou cerca de três horas. Espera-se sete dias de internação no Hospital Gemelli.
O Papa Francisco está em boas condições e atento. É o que afirma o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, no novo comunicado sobre as condições de saúde do Papa após a cirurgia ocorrida na noite de domingo (04/07).

Quanto à permanência do Papa no Hospital Gemelli, “prevê-se uma internação de cerca de 7 dias, salvo complicações”.

Nascido no município de Cariacica o diácono transitório Ruan Coutinho da Cruz, 31 anos, será o último a ser ordenado padre – entre os

Nascido no município de Cariacica o diácono transitório Ruan Coutinho da Cruz, 31 anos, será o último a ser ordenado padre – entre os cinco diáconos que serão elevados ao sacerdócio na Arquidiocese de Vitória – no final deste mês e em agosto. A cerimônia vai acontecer no Santuário Bom Pastor, em Campo Grande, no dia 28/08, às 17h.

Sobre sua trajetória de vida, o diácono – que é filho único – conta que sempre foi criado na Igreja pelos seus pais Ademar e Marlene e sua mãe é de uma família muito católica. Desde pequeno frequentou a catequese e por sua mãe ter na época um salão de beleza em Campo Grande, ele fez catequese e perseverança no bairro.

Quando completou 15 anos seus pais se separaram e diácono Ruan destaca que foi um momento muito importante em sua vida, apesar de ser também uma dificuldade: “eu estava na Crisma e eu costumo dizer que a Crisma foi o upgrade na minha vida cristã, eclesial e de Fé. Porque eu disse que acabaria a Crisma e eu queria servir a minha comunidade, São Judas Tadeu, da Paróquia Bom Pastor, em Campo Grande.

Com o fim da Crisma, o diácono conta que ficou um desejo de continuar e sua comunidade não tinha grupo de jovens. Então ele se propôs a ajudar a reorganizar o grupo de jovens. “Sempre fui muito dedicado, sempre fui entregue e fui me envolvendo cada vez mais. As pessoas diziam que eu ia ser padre e eu não gostava muito dessa opção. Não pensava de fato e aí eu fui cada vez mais vivendo essa entrega da doação”.

Ele passou a ser o coordenador paroquial da juventude e começou a faculdade de Ciências Econômicas na Universidade Federal do Espírito Santo e quando estava no segundo período ele sentiu o chamado ao sacerdócio: “eu lembro que o dia que me abri muito foi em 23 de agosto de 2009. Eu estava no encerramento do Sínodo Arquidiocesano na Praça do Papa e lembro que eram muitos padres, muito religiosos e eu falei ‘Senhor é isso que o senhor quer de mim? ’ E ali mesmo eu compreendi vendo toda aquela assembleia litúrgica reunida e falei ‘é isso que o senhor vai ter, eis me aqui’. É claro que o sim se renova e você vai colocando ele todo dia, mas é um marco temporal, um marco que eu lembro com muito afeto”.

Inicialmente Ruan Coutinho quis abandonar a faculdade, mas depois no processo de discernimento percebeu que Deus pedia que ele concluísse o curso superior: “então eu terminei, entrei para o Propedêutico no ano de 2013 e fui fazendo todo o processo formativo e estou aqui hoje”. Antes de entrar para o Seminário – ainda como leigo – diácono Ruan foi coordenador do Serviço de Animação Vocacional da Arquidiocese de Vitória e ele conta que teve uma dedicação muito grande e hoje tem amigos que se tornaram padres e que ele ajudou no discernimento da vocação.

Sobre a sua experiência de estágio enquanto seminarista nas paróquias, Ruan detalha que teve 3 vivências fantásticas: a primeira na Grande São Pedro, onde afirma que foi seu primeiro amor e eu tem um afeto muito grande, pois lhe ensinaram a ser um seminarista;  depois foi para o Bairro de Fátima onde teve um crescimento e um amadurecimento muito grande e na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Praia da Costa, que ele considera um Kairós em sua vida, um tempo de muita graça, muito aprendizado com as famílias e com a paróquia em si.

“Apesar de ter sido no processo da pandemia, foi um tempo de um renovo cada vez mais e um impulso maior para o meu ministério. E eu gostaria de destacar que tive 3 padres muito diferentes nesta minha formação, que eu acho que foi um carinho de Jesus por mim. Foi o padre Kelder Brandão, padre Pedro Luchi e padre Anderson Gomes. São 3 padres extremamente diferentes, mas que me enriqueceram e eu tenho uma gratidão enorme por tudo que aprendi com eles”, enfatiza Ruan.

Recentemente os diáconos transitórios da Arquidiocese de Vitória retornaram do Pará após um período de experiência missionária. Diácono Ruan destaca que este foi um tempo de muita graça e que foi possível vivenciar a experiência de outra dinâmica. “A paróquia que atuei é a maior da Diocese são 60 comunidades e as distâncias são enormes. Foi uma experiência muito bacana, viver próximo também do bispo diocesano”.

O futuro presbítero também realizou um trabalho específico na Diocese da Santíssima Conceição do Araguaia coordenando o projeto Missão Diocesana. Por este motivo vai retornar ao Pará após sua ordenação sacerdotal para concluir o processo. A expectativa é que seja em setembro, após a Festa de Nossa Senhora da Vitória: “A minha Igreja com muito orgulho é a Arquidiocese de Vitória. Mas gosto sempre de falar a citação bíblica que está em II Coríntios 9, 6 ‘Convém lembrar: aquele que semeia pouco, pouco ceifará. Aquele que semeia em profusão, em profusão ceifará’ e este é o lema dessa minha experiência pastoral”.

André Cardoso I “Eis os santos que, vivendo neste mundo, plantaram a Igreja, regando-a com seu sangue. Beberam do cálice do Senhor e se

André Cardoso I “Eis os santos que, vivendo neste mundo, plantaram a Igreja, regando-a com seu sangue. Beberam do cálice do Senhor e se tornaram amigos de Deus” (Missal Romano).

Neste dia em que, com muita alegria, a Igreja celebra a Solenidade de São Pedro e São Paulo, recordamos as duas colunas da Santa Igreja de Cristo que, que, pelo testemunho das suas vidas, governaram a Igreja e anunciaram o Evangelho a todos os povos.

Na Primeira Leitura (At 12, 1-11), percebemos como, de fato, Deus cuida e zela por quem é fiel e confia no seu poder. Pedro – que está acorrentado e preso numa prisão – não se deixa abalar pela situação que está passando, mas confia em Deus com todo o seu coração. Deus então ouve o clamor da Igreja, dos fiéis reunidos, que rezam ardentemente para que Pedro fosse liberto: o Senhor envia o seu anjo para libertar Pedro das mãos de Herodes. Pedro faz uma experiência profunda com o amor e o cuidado de Deus, e por fim exclama: “Agora sei, de fato, que o Senhor enviou o seu anjo para me libertar”.

Na Segunda Leitura, ouvimos uma belíssima passagem da carta de São Paulo a Timóteo (2Tm 4, 6-8.17-18). Paulo já entende que a sua missão estava prestes a ser completada, mas deseja, juntamente com Pedro, continuar perseverante e fiel na missão que o Senhor lhe havia confiado. Os dois santos não largaram o arado, não olharam para trás e não desanimaram no caminho. Por isso Paulo, com confiança diz: “Combati o bom combate, completei a corrida, guardeia a fé”: Fé essa que guardamos e sinceramente professamos até hoje, em toda Santa Missa.

Pedro e Paulo – ambos entre provações e lágrimas -, fielmente plantaram a Igreja de Cristo, como pastores solícitos pelo rebanho, buscando não o próprio interesse, mas o de Jesus Cristo. De um lado, Pedro, que recebeu de Jesus o nome de Pedra, e foi colocado a frente do colégio dos Doze e de todos os discípulos de Cristo. Do outro, Paulo, que após ser alcançado pelo Senhor na estrada de Damasco, pregou o Evangelho incansavelmente pelas principais cidades do império Romano e fundou inúmeras igrejas. Ambos viveram profundamente o que pregaram, e pregaram o Cristo com a palavra e a vida, dando tudo por Ele, como exclama Paulo: “Pra mim, viver é Cristo” (Fl 1, 21); e Pedro: “Senhor, tu sabes que eu te amo” (Jo 21, 15b). Em Jesus apostaram tudo, e por Jesus gastaram a própria vida.

Por fim, ao terminarem a corrida, receberam a maior de todas as honras e glórias: ambos beberam o cálice de Cristo, pelo martírio, para que o nome de Jesus Cristo fosse glorificado, e sua Igreja, regada por pelo sangue desses que a plantaram, fosse cada vez mais fecunda e rendesse cada vez mais bons frutos. Pelo seu exemplo e vida, meus irmãos e minhas irmãs, celebremos esta Solenidade de Pedro e Paulo, que são nossos modelos de fé e fidelidade.

André Cardoso Lopes

Seminarista do 1º ano de Filosofia.

Paróquia de Origem: São Tiago Maior – Setiba – Guarapari.

Paróquia de Estágio Pastoral: São Francisco de Assis – Porto de Santana – Cariacica.

No próximo dia 08 de julho , quinta-feira, às 20h , o cantor católico capixaba Ronnie Calil promoverá uma live musical, na qual lançará

No próximo dia 08 de julho , quinta-feira, às 20h , o cantor católico capixaba Ronnie Calil promoverá uma live musical, na qual lançará seu primeiro trabalho: o CD “Age com poder”.

Membro da Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Jucutuquara, Vitória – ES, Ronnie canta e serve na comunidade desde sua infância. Junto à sua família, principalmente com seu pai, o médico cardiologista Dr. Osmar Araújo Calil, o jovem prossegue encantando a todos com composições que louvam a Deus e evangelizam.

Ronnie pontua que “sempre sonhou em servir a Deus através da música, um sonho que se concretizou neste trabalho. Um Deus que teve o cuidado e o carinho de me capacitar físico e espiritualmente“; e afirma: “Agradeço a meus pais e minha família por acreditar no meu chamado de evangelizar através da música. Por ter me dado a graça de participar da liturgia em minha Próquia como Salmista e na equipe de música. E por estar presente e me incentivar na minha caminhada de fé na Igreja Católica”.

Em 2019, Ronnie produziu seu primeiro trabalho, o CD “Age com poder”, que contou com várias participações especiais de cantores e figuras marcantes da música católica, como Dunga, Boy e Jaquelinni Morais. Uma das parcerias foi com o saudoso Padre Fernando Antônio de Souza, na música “Nova Criatura”.

A Live, transmitida no canal do YouTube Ronnie Calil, será em benefício do nosso Seminário Arquidiocesano, em vista das obras e reformas emergenciais que precisamos realizar.

SAIBA AQUI COMO COLABORAR COM A FORMAÇÃO DOS FUTUROS PADRES DA ARQUIDIOCESE!

Você pode encontrar o perfil do cantor Ronnie Calil no Instagram e Facebook. O contato do artista para shows, palestras, pregações, retiros e missas são estes:
– Whatsapp e Mensagens: (27) 998546757 | 999790253 | 999793163;
– E-mail: [email protected]

“Serviremos ao Senhor nosso Deus, e obedeceremos à sua voz” (Js 24, 24).