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Perante a morte de pe. Fernando Antônio Silva de Souza, a Prefeitura de Viana decretou oficial por três dias no município.  Pe. Fernando era

Perante a morte de pe. Fernando Antônio Silva de Souza, a Prefeitura de Viana decretou oficial por três dias no município.  Pe. Fernando era natural de Viana e seus familiares moram no município. Leia o Decreto abaixo:

 

DECRETO Nº 0136/2021

 DECRETA LUTO OFICIAL NO MUNICÍPIO DE VIANA POR TRÊS DIAS EM VIRTUDE DO FALECIMENTO DE FERNANDO ANTÔNIO SILVA DE SOUZA.

 O PREFEITO MUNICIPAL DE VIANA, no uso das atribuições que lhes são conferidas pelo art. 60, inciso IV da Lei Orgânica do Município de Viana,

 DECRETA:

Art. 1° Fica Decretado Luto Oficial no município de Viana, pelo prazo de três dias em virtude do falecimento do Padre Fernando Antônio Silva de Souza, em 21 de junho de 2021.

Art. 2° Este Decreto entra em vigor na data de sua assinatura.

 

Viana/ES, 21 de Junho de 2021.

 

 WANDERSON BORGHARDT BUENO

Prefeito Municipal de Viana

Padre Fernando Antônio Silva de Souza faleceu às 14h35 desta segunda-feira (21), vítima de complicações causadas pela Covid-19. O sacerdote da Arquidiocese de Vitória

Padre Fernando Antônio Silva de Souza faleceu às 14h35 desta segunda-feira (21), vítima de complicações causadas pela Covid-19. O sacerdote da Arquidiocese de Vitória estava internado no hospital Santa Rita, em Vitória, desde o dia 03 de junho e foi entubado cinco dias após o início do seu tratamento. Ainda neste período em que estava internado e entubado, padre Fernando completou 37 anos no último dia 12 de junho. Dom Dario Campos, Arcebispo Metropolitano de Vitória, esteve no hospital na manhã de hoje dando a unção dos enfermos ao presbítero.

Por volta de 20h30, 21h de hoje o corpo de padre Fernando deverá chegar na Catedral Metropolitana de Vitória, pois ele era o coordenador desta área pastoral, e logo após será celebrada uma missa. Amanhã às 8h acontece uma missa de corpo presente às 6h e outra as 8h que vai ser presidida por dom Dario e concelebrada com os padres (esta missa será transmitida pelas redes sociais da Arquidiocese de Vitória). Em seguida segue para Viana onde às 10h acontece o Rito de Encomendação na Igreja Matriz e logo após o sepultamento.

O Vigário Geral da Arquidiocese de Vitória e Reitor do Seminário Nossa Senhora da Penha, padre Jorge Campos, conta que assim que padre Fernando se contaminou com a Covid-19 teve sintomas leves, mas a médica que o acompanhava achou por bem que ele fosse internado para que tivesse um acompanhamento mais de perto, com cuidados maiores:

“E ele mesmo internado ficava interagindo com a gente pelo telefone, mandando mensagens, esperançoso de sair logo do hospital. Porém ele teve uma queda da oxigenação e precisou ser entubado. Após ter alguma melhora ele foi extubado, mas imediatamente teve que ser entubado novamente porque o quadro se agravou a cada dia. E pelo que a gente tenha conhecimento ele não possuía comorbidades”.

Durante o período em que padre Fernando ficou hospitalizado o representante da Arquidiocese responsável pela comunicação entre os médicos e a família foi padre Ricardo Passamani, que também é médico e Assessor Eclesiástico da Pastoral da Saúde. Diariamente ele compartilhou as notícias sobre o estado de padre Fernando, por meio de mensagens de áudio. A Arquidiocese de Vitória esteve em oração nestes dias de internação do nosso padre e estamos unidos à sua família na esperança da ressurreição.

Sobre a passagem de padre Fernando pela Igreja particular de Vitória, padre Jorge Campos destaca: “eu senti ele nos últimos anos, desde que foi ordenado, com um entusiasmo imenso pela pastoral, pela paróquia, pelo exercício do ministério sacerdotal, uma alegria de ser padre. Com muitos sonhos, muitos projetos e muito feliz e realizado. Um padre integrado ao presbitério, sempre participando das reuniões e retiros dos presbíteros e sempre assumindo com alegria e muita responsabilidade os ofícios confiados a ele como vigário paroquial, como pároco, como coordenador da comissão bíblico-catequética e como coordenador da área pastoral de Vitória. Sempre fazendo tudo com muita competência”.

História de Padre Fernando

Nascido em 12 de junho de 1984, padre Fernando teve a origem na vida em comunidade, na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Viana. Filho de Dilzete Maria da Silva Couto  e Vicente Paulo de Souza (falecido em 2014), irmão de Paulo César, Paulino, Antônio, Marina, Ana Maria, Rosenilda e Renata, ele ingressou no Seminário Nossa Senhora da Penha no ano de 2008, onde fez o caminho vocacional e participou de todas as etapas de formação: Propedêutico, Filosofia e Teologia.

Após alguns anos no Seminário ele pediu para dar um tempo, saiu para trabalhar e para fazer uma experiência fora atuando como professor de Filosofia por um período. No ano de 2015 ele solicitou reingresso ao Seminário para dar continuidade ao processo formativo e foi acolhido. Foi ordenado padre na Catedral Metropolitana de Vitória, em 04 de fevereiro de 2017 e seu lema foi “Antes que no seio fosses formado, eu já te conhecia; antes de teu nascimento, eu já te havia consagrado” (Jr 1,5).

Assim que foi ordenado padre ele fez uma experiência como Vigário Paroquial na paróquia São Francisco de Assis, em Laranjeiras. No mês de maio de 2017 ele já foi nomeado Administrador Paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Saúde, em Morada de Laranjeiras, Serra. Ficou nesta paróquia de 2017 até 2018, quando tomou posse como Pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Jucutuquara, Vitória.  Além disso, atualmente estava como Coordenador da Comissão Bíblico-Catequética da Arquidiocese de Vitória e como Coordenador da Área Pastoral de Vitória.

 

Informes do sepultamento

Local: Catedral de Vitória

Dia 21 – segunda
21:00 – Chegada do corpo e missa de corpo presente

Dia 22 – terça
06:00 – Missa de corpo presente
08:00 – Missa de Corpo presente, presidida pelo Arcebispo Dom Dario e Transmitida pelas redes da Arquidiocese de Vitória – ES
10:00 – Rito de encomendação na Matriz de Viana, após sepultamento.

Diante das preocupações com os retrocessos agrários, a CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil enviou carta ao Congresso Nacional manifestando preocupação com a

Diante das preocupações com os retrocessos agrários, a CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil enviou carta ao Congresso Nacional manifestando preocupação com a PL, Projeto de Lei,  nº 510/2021, que tramita no instituição e trata dos direitos constitucionais dos povos, das águas e da florestas.

Na carta, a presidência da CNBB expressa sua preocupação com os riscos “para as populações campesinas e tradicionais no atual contexto da pandemia da Covid-19”. A carta da CNBB reafirma as preocupações dos bispos da Amazônia já enviada ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

Leia a carta na íntegra:

CARTA AO CONGRESO BRASILEIRO MEDIANTE OS GRAVES RETROCESSOS NA PAUTA AGRÁRIA E SOCIOAMBIENTAL

 

“Quando algumas empresas sedentas de lucro fácil se apropriam dos terrenos, chegando a privatizar até a água potável, ou quando as autoridades deixam o caminho livre a madeireiros, a projetos minerários ou petrolíferos e outras atividades que devastam a floresta e contaminam o ambiente, transformam-se indevidamente as relações econômicas e tornam-se um instrumento que mata.”

(Papa Francisco – Querida Amazônia, 14)

Nós, do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, diante das discussões referentes aos projetos legislativos que tratam dos direitos constitucionais dos povos da terra, das águas e das florestas no Congresso Nacional, nos dirigimos aos senhores presidentes do Senado e da Câmara Federal, e aos demais membros dessas Casas, com a intenção de apresentar a nossa reflexão e solicitação.

Como a viúva, da parábola contada por Jesus (cf. Lc 18,1-8), pobre, mas firme na determinação por garantir seus direitos, que convenceu o juiz da cidade por meio de sua insistência, também nós, voltamos a reiterar o clamor pelos direitos das comunidades e da natureza, certos de que este pleito por justiça será escutado.

Os bispos da Amazônia já haviam externado a preocupação por meio da carta ao Excelentíssimo senhor presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, no início do mês passado, sobre o conteúdo do PL nº 510/2021. O caráter de urgência atribuído aos Projetos de Leis que tocam a pauta ambiental e agrária intensifica nossa preocupação. Em verdade, todos esses PLs são oriundos da mesma fonte: a MP nº 910/2019, a qual já havia sido denunciada como nociva aos povos, pelos bispos da Amazônia, há exatamente um ano, em nota pública.

Nossa preocupação é com os riscos destes Projetos para as populações campesinas e tradicionais no atual contexto de perpetuação da Pandemia da Covid-19, bem como o tempo necessário para que um Projeto de Lei de tamanha consequência para o País sem uma ampla discussão com todos os setores da sociedade brasileira. Trata-se, em suma, de patrimônio público, de territórios de vida que poderão ser concedidos à iniciativa privada por meio dos respectivos Projetos de Leis. Defendemos que seus termos sejam de conhecimento e debate com o conjunto da sociedade brasileira como um todo, já que sua matéria envolve os direitos constitucionais das populações da terra, das águas e das floretas.

Se a MP nº 910/2019 havia sido obstada exatamente por se tratar de medida provisória, sem o necessário tempo para discussão com a sociedade brasileira, o PL nº2633/2020, em sendo conferido caráter de urgência na tramitação na Câmara dos Deputados, sujeita-se à mesma crítica que obstou a referida Medida Provisória, da qual é originário. Ainda mais porque a ele foi apensado o PL 1730/2021, que se trata de uma cópia do PL 510/2021 do Senado, considerado um dos mais preocupantes projetos de flexibilização da regularização fundiária no Brasil, conforme externamos em nossa carta aos senadores.

Como dito na mencionada carta dos bispos da Amazônia:

“A regularização fundiária no Brasil é extremamente relevante e requer a atenção da sociedade. Mas, numa situação de emergência como a que enfrentamos com a pandemia, não há urgência ou lacuna legal que justifique o retorno de um PLs sobre tema tão complexos, pois a legislação vigente (Lei 11.952/2009) já atende aos pequenos e médios produtores. Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (CONTAG) são quase 200 mil posseiros que podem receber seu título de propriedade. O que falta, no entanto, é fortalecer a estrutura dos órgãos responsáveis para fazer valer a lei fundiária brasileira e as políticas públicas de incentivo à produção familiar. E para os que ocupam e produzem em terras públicas há décadas, a legislação atual já é suficiente.”

Assim,

  • Considerando que o caráter de urgência à tramitação do PL 2633/2020 e PL 1730/2021 retira a possibilidade de sua necessária ampla discussão com todos os setores da sociedade brasileira;
  • Considerando a necessidade de dar voz aos povos da terra e das florestas, sobretudo aos agricultores familiares e comunidades tradicionais que seriam afetados diretamente com os termos do Projeto de Lei 510/2021, no Senado Federal, e os Projetos de Leis 2633/2020 e 1730/2021, na Câmara dos deputados, que objetivam instaurar novas regras para processos de regularização fundiária favorecendo a grilagem de terras no Brasil, como também o Projeto de Lei 490/2007, na Câmara dos Deputados, que visa restringir das demarcações de terras indígenas com base na tese do marco temporal;
  • Considerando que a pandemia prejudica o debate das populações vulneráveis mais afetadas sujeitos de direitos dos projetos de Leis em tramitação;
  • Considerando que a grilagem de terras públicas é responsável por 1/3 (um terço) do desmatamento no Brasil, além de ser promotora de violência no campo brasileiro;
  • Considerando que os Projetos de Leis atinentes à regularização fundiária flexibilizam procedimentos para a titulação de terras por meio da autodeclaração e dispensam a exigência de vistoria para a regularização dessas áreas;
  • Considerando que o crescimento do desmatamento ilegal na Amazônia precisa ser combatido de forma urgente e que o PL 2159/2021 no Senado Federal e o PL 2633/2020 na Câmara Federal podem ter como consequência o estímulo ao desmatamento;
  • Considerando que os Projetos de Leis em pauta possibilitam a titulação de terras com pendências ambientais e alvo de conflitos fundiários, o que favorece pessoas com maiores recursos financeiros em detrimento dos mais vulneráveis;
  • Considerando que o Projeto de Lei 510/2021 e o Projeto de Lei 2159/2021, no Senado Federal, e os Projetos de Leis 2633/2020 e 1730/2021 e o Projeto de Lei 490/2007, na Câmara dos Deputados, tratam de patrimônio público que será entregue à iniciativa privada, com tamanho ataque aos biomas e aos seus respectivos povos, verdadeiros guardiões da natureza, sem audiências públicas;

Nós, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, conscientes de nossa missão de pastores comprometidos com a vida de todos os seres da Criação, respeitosamente, reivindicamos encarecidamente que se proceda a retirada do regime de urgência da tramitação dos Projetos de Leis 2633/2020 e 1730/2021, na Câmara dos deputados, como também dos demais Projetos de Leis em tramitação supracitados (PL 510/2020 e PL 2159/2021 no Senado e PL 490/2020 na Câmara), e se favoreça um debate amplo a respeito da regularização fundiária e do licenciamento ambiental, e da preservação da vida das populações indígenas nos seus territórios, considerando, sobretudo, os pleitos apresentados na Carta dos Bispos da Amazônia, de maio deste ano.

Pedimos ao Deus da vida, que sempre nos acompanha e nos socorre, esteja conosco em mais esse momento de luta e na defesa intransigente da justiça e da vida dos nossos povos.

Brasília-DF, 17 de junho de 2021.

 

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte – MG
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler, OFM
Arcebispo de Porto Alegre – RS
1º Vice-Presidente

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima – RR
2º Vice-Presidente

Dom Joel Portella Amado
Bispo Auxiliar de São Sebastião do Rio de Janeiro – RJ
Secretário-Geral da CNBB

 

O diácono transitório Alessandro Rebonato, 44 anos, será ordenado padre da Arquidiocese de Vitória no dia 07 de agosto, às 9h, na Catedral Metropolitana

O diácono transitório Alessandro Rebonato, 44 anos, será ordenado padre da Arquidiocese de Vitória no dia 07 de agosto, às 9h, na Catedral Metropolitana de Vitória. Filho de Deuzílio e Maria da Conceição, ao lado de seus 6 irmãos ele cresceu em uma família muito católica e fez no tempo certo os sacramentos da iniciação cristã: Batismo, Primeira Eucaristia e Crisma. Sua comunidade de origem é a comunidade Imaculada Conceição, da Paróquia Virgem Maria, em Itacibá.

Ele conta que na juventude nunca teve uma participação ativa na Igreja, nas pastorais e nos movimentos. Ele costumava ir às missas, para depois ir até a praça para estar com os amigos e via isso mais como uma questão social: “eu não tinha uma compreensão de sacramento, de Igreja, povo de Deus. Foi aos 19 anos que através da minha irmã e de alguns vizinhos eu comecei a participar de um grupo de oração. E quando eu cheguei lá, eu que era muito tímido, achei tudo muito diferente. O povo levantava as mãos, servia com alegria. E eu fiz minha experiência de oração e desde essa época com 19 anos e até hoje com 44 anos eu nunca mais parei”.

Ao fazer o Seminário de Vida Plena no Espírito, ele começou a participar do Grupo de Oração e a partir daí sempre assumiu outras missões como, por exemplo, coordenador de liturgia da comunidade matriz e sempre esteve muito envolvido com construção e reforma da Igreja e os padres sempre o questionavam se não havia pensado em ser padre: “e eu não, nunca tinha parado para pensar na minha vida, no meu futuro, no que Deus queria de mim. Para mim estava tudo bem, servir a Deus participando todos os dias na Igreja”.

Mas aos 35 anos ele começou a se questionar sobre sua missão no mundo, ao ver seus colegas quase todos casados e com filhos. No ano seguinte começou um discernimento vocacional, onde passou a escutar mais, conversar sobre vocação religiosa, começou a pesquisar sobre essa questão: “Em 2013 no ano da Jornada Mundial da Juventude eu tinha a oportunidade de ir para a Jornada ou ir para um Congresso Missionário no Paraná e eu decidi que tinha que resolver minha vida. Então abri mão da JMJ e fui para o congresso. Foram quase 11 dias de encontro dentro de um seminário e lá eu decidi pela vocação religiosa”.

Ao voltar para casa ele conversou com seu pároco, padre Roberto Natal, que o encaminhou ao padre Adenilson, reitor do Seminário Nossa Senhora da Penha, na época. Fez os encontros vocacionais neste ano e ao final de 2013 teve a resposta de que tinha sido acolhido para o propedêutico. “Quando eu já havia me decidido de ir para o seminário buscar discernimento eu comuniquei para a comunidade e minha família e foi uma alegria muito grande de todos. Fui muito bem acolhido como uma confirmação do que Deus queria para minha vida e aquilo me incentivou”.

Alessandro fez um ano de Propedêutico, em Jacaraípe, o que ele considerou uma experiência maravilhosa, pois aprendeu muito sobre a liturgia e se apaixonou pela Igreja. Em 2015 foi para o Seminário Nossa Senhora da Penha, onde cursou Filosofia e Teologia. No ano passado, ele entregou seu trabalho conclusivo e foi ordenado diácono transitório da Arquidiocese de Vitória e foi enviado junto dos outros diáconos transitórios para missão na Diocese de Santíssima Conceição do Araguaia, no Pará.

Sobre a experiência o diácono transitório afirma que está sendo maravilhosa: “ Dom Dario disse que quando padre Helder veio para cá ele desfez as malas e eu digo que estou desfazendo minhas malas aqui no Pará para voltar para o Espírito Santo, no sentido de tudo aquilo que eu trouxe eu não quero levar de volta para Vitória. Estou levando algo novo. Estou indo um diácono com outra cabeça, outro pensamento”.

O tema sacerdotal escolhido por ele é “Permanecei no meu amor” (João 15, 9) e diácono Alessandro detalha que sua expectativa após a ordenação é servir a Deus aonde ele quiser, independente da paróquia ou da região, permanecendo sempre no amor de Deus e colaborando no que for possível para dilatação do Reino de Deus na Arquidiocese de Vitória, sempre em obediência ao nosso arcebispo Dom Dario Campos.

“Na minha monografia eu falei sobre as 6 características do presbítero no magistério do Papa Francisco. Então eu quero colocar em prática tudo aquilo que desenvolvi no meu estudo de ser um presbítero misericordioso, pastor, próximo, alegre, místico e missionário. Então se eu consegui viver um pouquinho de cada um deles eu sei que vou estar em sintonia com aquilo que o Papa Francisco tanto tem pedido aos presbíteros. Além de ser um padre que não vai deixar de rezar. Se eu conseguir colocar isso em prática serei o presbítero mais feliz da Arquidiocese de Vitória”, finaliza Alessandro.

 

O Inverno teve início no dia 21 de junho de 2021, às 00h32, e terminará no dia 22 de setembro de 2021. Esse tempo

O Inverno teve início no dia 21 de junho de 2021, às 00h32, e terminará no dia 22 de setembro de 2021. Esse tempo é caracterizado pelas temperaturas baixas, dias mais curtos e noites mais longas.

É uma estação fria, apreciada por muita gente que curte o aconchego das cidades serranas, o charme das roupas e a deliciosa gastronomia.

Nessa época, no estado do Espírito Santo, muitos procuram a região Serrana para poder melhor curtir os dias com temperaturas mais amenas. 

A região e o tempo, podem também ser propícios para a oração. Na Bíblia, as montanhas, sempre foram lugares para se encontrar com Deus. Pode ser um momento de deixar de lado os afazeres, as preocupações e encontrar-se com Deus. Afastar-se do seu dia a dia, da sua rotina, estar num lugar mais tranquilo pode proporcionar esse encontro com Deus. Jesus subiu a montanha para rezar, seu rosto se transfigurou e suas roupas ficaram brilhantes. 

Aproveitar a ida à Região Serrana do Estado para rezar também pode ser uma boa opção para esse inverno.

Confira as Igrejas e horários das missas:

Santa Leopoldina

Igreja Divino Espírito Santo

Horário das missas:

Sexta às 19h

Sábado às 19h ( Igreja Sagrada Família)

Domingo às 8h e 19h

Mais informações: (27) 3266-1224

E-mail: [email protected]

Domingos Martins

Igreja Nossa Senhora de Fátima

Horário das missas:

Domingo às 19 horas

Mais informações: (27) 3248-1695 / 99504-9324

E-mail: [email protected]

Igreja Santíssimo Sacramento

Horário das missas:

Domingo às 8h e no quarto domingo do mês às 19h

Mais informações: (27) 3249-1054

E-mail: [email protected]

Brejetuba

Igreja Sagrado Coração de Jesus

Horário das missas:

Quinta – feira às 19h

Domingo às 8h

Mais informações: (27) 3733-1053 – 99942-9929

E-mail: [email protected]

Marechal Floriano

Igreja Sant´Ana

Horário das missas:

Sexta às 19h

Domingo às 8h e 19h

Mais informações: (27) 3288-1564

E-mail: [email protected]

Igreja São Miguel Arcanjo

Informações: (27) 3288-3147 – 99758-5344

E-mail: [email protected]

Santa Isabel

Igreja Santa Isabel

Domingo às 8h

Informações: (27) 3268-1194

E-mail: [email protected]

Santa Maria de Jetibá

Igreja Nossa Senhora Rainha da Paz

Horário das missas:

Quinta-feira às 19h

Domingo às 7h, 9h e 19h 

Mais informações: (27) 3263-0161

E-mail: [email protected]

Afonso Cláudio

Igreja São Sebastião do Alto Guandu

Horário das missas:

Sexta às 7h20

Sábado às 7h30

Domingo às 8h e 19h30

Mais informações: (27) 3735-1004 / (27) 998392290

E-mail: [email protected]

Vitor Valentim I “Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem?” (Mc 4, 41). Celebramos hoje o 12º Domingo do

Vitor Valentim I “Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem?” (Mc 4, 41).

Celebramos hoje o 12º Domingo do Tempo Comum, no qual o evangelista Marcos nos narra o episódio da barca, no lago de Genesaré, onde Jesus aproveita para descansar, especialmente depois de um longo sermão (Mc 4, 35-41). Recorda-nos que quando o Senhor descansava, os discípulos –  vários deles homens do mar -, pressentiram a chegada de uma tempestade que caiu muito rápida e violentamente: e as ondas se lançavam dentro da barca, de modo que a barca já começava a se encher. O Senhor teve que intervir, e Ele, despertando, increpou os ventos e disse ao mar: Silêncio, Cala-te! Acalmou-se o vento, e fez-se uma completa calmaria.

O Senhor nunca nos deixará sozinhos no meio das dificuldades. Devemos nos aproximar d’Ele e dizer-lhe a todo o instante, com confiança de quem quer segui-lo incondicionalmente e de falar sempre d’Ele: Senhor, não nos largue!  Passaremos por dificuldades com Ele, mas a tempestade não nos afligirá jamais.

São João Crisóstomo, em suas homilias, nos ensina que Jesus levou consigo seus discípulos a fim de que fossem testemunhas dos milagres que Ele iria realizar. Mas era só com eles, para que ninguém visse sua pouca fé. Por isso, para mostrar que outros remavam separados, o evangelista diz: “[…] E vários outros barcos o acompanhavam” (4, 36). E para que seus discípulos não se orgulhassem porque os conduzia sozinhos, ele permitiu o perigo em que se encontravam, enquanto os ensinava a resistir às tentações com ardor destemido: “[…] então surgiu uma grande tempestade” (4, 37). Para que, então, ficassem mais impressionados com o milagre que estava prestes a acontecer, Ele deu tempo ao medo cedendo ao sono: “[…] nesse ínterim, Ele dormia na popa da cabeceira da cama” (4, 38). Se Ele estivesse acordado, eles não teriam temido ou orado pela tempestade que se ergueu, ou não teriam acreditado que Ele pudesse realizar tal milagre [1].

Às vezes, grandes tempestades ocorrem ao nosso redor e dentro de nós, e nosso pobre barco parece não aguentar mais. Chega a nós com ondas que podem nos dar a impressão de que Deus se cala: fraquezas pessoais, dificuldades profissionais ou econômicas, doenças, problemas com filhos e pais, calúnias e tantos outros. São Josemaría Escrivá ensina que “[…] se tiveres presença de Deus, por cima da tempestade que ensurdece, brilhará sempre o sol no teu olhar; e por baixo das ondas tumultuosas e devastadoras, reinarão na tua alma a calma e a serenidade”[2].

Se somos verdadeiramente discípulos, devemos contar com as incompreensões no meio do mundo.  O Senhor nos convida a uma confiança e acreditar n’Ele: “cesse de perturbar-se o vosso coração! Credes em Deus, crede também em mim” (Jo 14,1). Não se deve temer os inimigos – o mundo está contido pelas investidas do demônio -, mas devemos ter confiança sobretudo em Deus, Cristo parte sempre a nossa frente, a fim de “preparar” um lugar para nós.

Somos convidados hoje, como bons cristãos, a termos atitude e fidelidade ao Senhor perante as nossas dificuldades. Por vezes, desanimamos perante os problemas por não encontrarmos soluções rápidas e elas entregamo-nos.

O exemplo dos santos nos encoraja a crescer na fidelidade a Deus no dever, não nos desanima se nossos objetivos não estão progredindo, e quanto mais difíceis as dificuldades que enfrentamos, mais nos apeguemos por Ele. Santa Tereza nos ensina que “[…] importa muito, e tudo, uma grande e muito determinada determinação de não parar até chegar à fonte, venha o que vier, suceda o que suceder, custe o que custar, murmure quem murmurar; quer se chegue ao fim, quer se morra no caminho ou não se tenha coragem para os trabalhos que nele se encontrem; ainda que o mundo se afunde”[3].

Vitor Valentim Placidino do Nascimento

Seminarista do 2º ano de Teologia.

Paróquia de Origem: Mãe da Divina Misericórdia – Marcílio de Noronha – Viana.

Paróquia de Estágio Pastoral: Nossa Senhora da Penha- Flexal – Cariacica.

[1] São João Crisóstomo, homilia em Matthaeum, 28.

[2] Josemaría Escrivá, Forja, n. 343.

[3] Santa Teresa, Caminho de perfeição, 21, 2.

Pe. Osmar de Oliveira Braido, Vigário da Paróquia São Francisco, em Jardim da Penha Vitória – ES, foi eleito Coordenador Pastoral da Área de

Pe. Osmar de Oliveira Braido, Vigário da Paróquia São Francisco, em Jardim da Penha Vitória – ES, foi eleito Coordenador Pastoral da Área de Vitória. A votação aconteceu no dia 16 de junho e Pe. Osmar ocupará o cargo interinamente até que o Pe. Fernando Antônio de Souza se recupere da Covid-19.

“Assumir esse apostolado, foi uma mistura de sentimentos: Feliz pela confiança de meus irmãos Presbitérios para tal ofício, porém, triste pelo motivo de assumir este cargo, na enfermidade do nosso irmão. Por isso estou interinamente, pois o nosso representante pastoral, continua sendo o Administrador da Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Jucutuquara, no caso, Pe. Fernando Antônio de Souza. Irmão que comigo entrou para o propedêutico no dia 04/03/2008. Assim como ele, conto com a oração e apoio dos leigos e clero desta área pastoral de Vitória, para dar continuidade a pastoral de conjunto nesta porção do povo de Deus, que está na Igreja Particular de Vitória – ES.”, comenta Pe. Osmar de Oliveira Braido.

 

Neste sábado, como gesto de gratidão, recordamo-nos do sr. Leandro Maurílio Tesch e sua família, produtores rurais de Marechal Floriano-ES, que semanalmente doam ao

Neste sábado, como gesto de gratidão, recordamo-nos do sr. Leandro Maurílio Tesch e sua família, produtores rurais de Marechal Floriano-ES, que semanalmente doam ao Seminário parte de sua produção de hortaliças (verduras e legumes).

Pai de um menino, Davi, e esposo da sra. Claudete, Leandro é feirante em Vitória e participa da Paróquia Sant’Ana (Marechal Floriano). Conheceu o Seminário por meio do Diácono Alessandro Rebonato, que na época era seminarista, e fora convidado para celebrar na comunidade de Rio Fundo, no interior.

Quando foram trabalhar como feirantes na região de Goiabeiras, Leandro e sua família reconheceram o então seminarista que realizava seus trabalhos pastorais na Paróquia da Ressurreição. Foi durante uma celebração, no momento de acolhida dos visitantes: “[…] A partir daí começou uma abençoada amizade, principalmente com meu pai, que logo salvou seu número de telefone. Até hoje mantemos contato, mesmo com a distância: agora ele está no Pará, mas mesmo assim sempre conversamos“, pontua Leandro.

Ao falar sobre sua família, o produtor rural recorda-se com carinho do berço religioso em que foi criado e do testemunho de seus pais, que tenta reproduzir de igual maneira em sua casa: “[…] Meus pais são ativos na Comunidade Nossa Senhora da Glória, da Paróquia de São Miguel Arcanjo em Araguaia. Ele é ministro da Palavra e da distribuição da Sagrada Comunhão, junto com minha mãe. Tenho muita alegria em ser católico e de alguma forma poder ajudar a Igreja“.

A doação das verduras e legumes é realizada todas as semanas por Leandro e organizada pelo Sem. Matheus de Souza (do 1º ano de Teologia), que mantém o contato com a família Tesch, anteriormente iniciado pelo Diácono Alessandro.


 

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Louvamos a Deus pela vida e missão destes nossos amigos, pedindo que as bênçãos dos céus desçam sobre eles, para que nunca lhes falte o sustento material e auxílio espiritual. “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (2 Cor 9, 7).