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Há um mês publicamos o depoimento de vários seminaristas que, devido ao novo fechamento imposto pela segunda onda do coronavírus, retornaram às casas de

Há um mês publicamos o depoimento de vários seminaristas que, devido ao novo fechamento imposto pela segunda onda do coronavírus, retornaram às casas de suas famílias. Com aulas remotas e sem a rotina do Seminário, adaptações foram necessárias para manter os estudos e a vida de oração.

A momentânea melhora da classificação do risco de contaminação no Estado, bem como o retorno parcial das atividades nas comunidades que compõem a Arquidiocese, permitiram que os seminaristas retornassem ao Seminário, retomando seus afazeres cotidianos, inclusive as aulas presenciais.

Os seminaristas que fazem o curso de Filosofia estudam no Centro Universitário Salesiano (UNISALES) que, para manter a segurança de alunos e professores, optou por um sistema misto de aulas, isto é, os alunos podem escolher participar presencial ou remotamente das atividades.

Por outro lado, os estudantes de Teologia estudam no Instituto Interdiocesano da Província Eclesiástica do Espírito Santo, que funciona no Centro de Estudos Católicos Dom Silvestre Luís Scandian, atendendo à formação das quatro dioceses de nossa província: Vitória, Colatina, Cachoeiro e São Mateus. Como o número de estudantes é consideravelmente menor, as aulas são inteiramente presenciais.

Aos poucos, os seminaristas retornam ao ritmo exigido pela formação presbiteral. Rotina de oração, trabalho e estudo, bem como o estágio pastoral, em conformidade com as orientações dadas pela Arquidiocese de Vitória.

Assim, num misto de certezas e incertezas, dada a instabilidade da presente situação, os estudantes dos dois cursos já estão próximos do fim do semestre letivo, com o aumento do número de atividades avaliativas e trabalhos acadêmicos.

Esperançosos de que esse longo período de pandemia chegue ao fim, os seminaristas e, certamente, todo o povo de Deus, desejam que tudo volte ao normal e todos possam se reunir sem restrições na faculdade, no Seminário e em nossas comunidades.

Uma iniciativa solidária que surgiu em meio à pandemia de COVID-19 para ajudar bebês recém-nascidos e suas famílias é o “Santo Enxoval” que envolve

Uma iniciativa solidária que surgiu em meio à pandemia de COVID-19 para ajudar bebês recém-nascidos e suas famílias é o “Santo Enxoval” que envolve um grupo de 26 voluntárias sendo 15 paroquianas da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Praia da Costa. A ideia começou, pois, pessoas que também atuam no grupo Fraternidade e Vida – que existe desde 2011 e trabalha com questões ambientais – começaram a receber pedidos de grávidas catadoras do Revive para itens de enxoval.

A partir disso surgiu uma equipe de mulheres que colocam seus dons à serviço do amor ao próximo. Segundo Taisi Helena, uma das voluntárias deste projeto, com os pedidos elas pensaram em “porque não começar a produzir kits de enxoval? Fomos falando com um e com outro e estamos nesse grupo agora com as voluntárias, cada uma com suas habilidades, fazendo o bordado, crochê, costura. Isso tudo fica aqui na minha casa, porque a gente não se conhece pessoalmente. Nosso relacionamento é só por WhatsApp mesmo devido a pandemia e as pessoas vão sabendo do grupo e nos procuram”.

Todo o processo para a confecção das peças é muito bem organizado. Existem as voluntárias madrinhas que arrecadam fundos para manter financeiramente o Santo Enxoval; uma equipe de compras que vai até as lojas escolher os produtos para confecção dos kits; a equipe de corte que tem os moldes preparados para cortar os tecidos; a equipe de costura que confecciona as roupas e outras peças do enxoval e a equipe de bordado e de crochê que finalizam as peças.

Com os produtos prontos as voluntárias montam os kits e fazem a distribuição. As gestantes que recebem as doações são cadastradas previamente. Cada kit do Santo Enxoval incluiu: 1 body infantil manga curta, 1 body infantil manga longa, 2 mijão com cobertura para pés, 2 panos de ombro, 6 panos boca, 3 cueiros, 1 touca, 1 conjunto pagão, 2 pares de meias, 2 pares de luvas, 2 pares sapatinhos, 1 manta, 1 lençol de berço, 1 toalha de banho, 1 enxugador, 1 pacote de lenços umedecidos, 1 shampoo, 1 condicionador, 1 sabonete, 1 pomada de assadura e 1 pacote de fraldas RN. Para a mãe também tem é entregue uma nécessaire com shampoo, condicionador, sabonete, creme dental e 1 máscara.

A voluntária que faz a entrega dos kits que é a Marinalva, trabalha em um órgão público e quando a gestante vai buscar a doação ela conversa, apresenta um vídeo com orientações de um médico e uma enfermeira. Ela entrega o kit e também fala com cada mulher sobre seus direitos como cidadã.  “É uma alegria, uma emoção delas recebendo os kits e da gente também de saber que a gente está ajudando o próximo e aquela mãe vai ficar tranquila com a chegada do bebê”, enfatiza Taisi Helena.

Taisi conta que além dos produtos novos que são produzidos pelas voluntárias, elas também arrecadam peças usadas, mas em perfeito estado. Sobre o cadastramento a solicitação da pessoa chega até o grupo e a partir de então fazem contato. A mãe precisa informar seu nome, endereço, telefone. Além disso, se tem CAD único ou bolsa família, se tem filhos, idade do filho e sexo do bebê. A entrega dos kits acontece em um local combinado em Vila Velha, mas acontece muitas vezes de chegarem pedidos de pessoas moram longe: “Nossas doações já foram para São Mateus, por exemplo. Independentemente de a pessoa poder vir até aqui em Vila Velha, a gente faz chegar até aquela pessoa que necessita”.

Em 2020 foram 12 kits entregues e até agora, em 2021, já entregaram 29 kits de enxoval e continuam produzindo outros. O objetivo é ajudar ainda mais famílias no decorrer do ano. Quem quiser colaborar financeiramente pode fazer a doação pelo Picpay na conta @santoenxovalvv e quem tiver outras doações pode procurar pelo grupo no Instagram. Além disso, o grupo está aberto para novas voluntárias e quem sentir o desejo de ajudar, pode entrar em contato pelo telefone. As doações para os bebês podem ser de lenços umedecidos, shampoo, condicionador, sabonete, pomada de assadura, fraldas RN e também de itens para as mães como shampoo, condicionador, sabonete e creme dental.

Anexos

Nesta terça-feira (25/5), os bispos do Espírito Santo e o administrador da Diocese de Colatina, juntamente com os coordenadores de pastoral de cada diocese

Nesta terça-feira (25/5), os bispos do Espírito Santo e o administrador da Diocese de Colatina, juntamente com os coordenadores de pastoral de cada diocese capixaba, se reuniram para definir os pontos básicos de criação do Regional Leste 3 da CNBB, que será integrado pelas quatro dioceses do Espírito Santo.

Além da definição do Regulamento do Conselho Episcopal Regional, foram tratados outros pontos importantes para que o processo possa acontecer de forma organizada. A reunião foi conduzida pelo secretário executivo do Regional Leste 2, padre Roberto Marcelino de Oliveira, que integra o clero da Diocese de Colatina. Após dois anos de intenso trabalho, padre Marcelino comemora o atual momento. “Sinto alegria e gratidão a Deus. Hoje, elegemos a nossa primeira presidência, além de estudarmos e aprovarmos o regimento do nosso novo regional”, disse.

O arcebispo de Vitória, dom Dario Campos, foi eleito o primeiro presidente do Regional Leste 3. “O sentimento é de serviço e disposição junto com os irmãos das demais dioceses”, destacou. O vice-presidente eleito é o bispo de São Mateus, dom Paulo Bosi Dal’Bó, que salientou que é chegada a hora “do novo jeito de ser Igreja e do novo jeito de ser regional, sendo uma grande oportunidade para que se dê maior visibilidade à beleza e à riqueza que temos na Igreja capixaba”.

Foram eleitos ainda o padre Roberto Marcelino como secretário executivo e o bispo de Cachoeiro de Itapemirim, dom Luiz Fernando Lisboa, como secretário do Regional Leste 3. O próximo passo será a formação de uma série de comissões que serão formadas por padres, leigos, diáconos, religiosos e religiosas.

 

Dentro do contexto das comemorações pelo Dia Mundial das Comunicações Sociais, o Papa Francisco visitou ontem, 24 de maio a redação do L’Osservatore Romano

Dentro do contexto das comemorações pelo Dia Mundial das Comunicações Sociais, o Papa Francisco visitou ontem, 24 de maio a redação do L’Osservatore Romano e do Vatican News e o estúdio da Rádio Vaticano.

A mensagem é um grande questionamento para todos que “fazem Comunicação” da Igreja porque ela toca a essência do comunicador, a estrutura de trabalho e a preocupação com os interlocutores. Ao final da visita o Papa rezou com os comunicadores na capela da Rádio a oração da comunicação e atendeu alguns pedido dos colaboradores da Comunicação. Confira abaixo a entrevista do Papa concedida à Rádio Vaticano e publicada no site vatican news.

No estúdio da Rádio

“Agradeço muito pelo trabalho de vocês, iniciou o Papa, “tenho apenas uma preocupação – há muitas razões para me preocupar com a Rádio, com o jornal l’Osservatore – mas há uma que toca meu coração: quantos ouvem a Rádio, e quantos leem L’Osservatore Romano? Porque, o nosso trabalho é chegar ao povo, queremos que todo o belo trabalho que é feito aqui, que é ótimo, extenuante, chegue ao povo, tanto com traduções, quanto com ondas curtas, a pergunta a ser feita é: “Quantos? A quantas pessoas chega?”. O Papa explica: “Porque há um perigo – para todas as organizações – o perigo de uma bela organização, de um belo trabalho, mas que não chega onde precisa chegar… Todos os dias deve-se fazer esta pergunta: a quantas pessoas chegamos? A quantas pessoas chega a mensagem de Jesus, através de L’Osservatore Romano? Isto é muito importante, muito importante!”.

Encontro com os redatores

Em seguida o Papa encontrou os representantes de todas as redações na Sala Marconi do Palácio Pio. Na ocasião depois de uma saudação do Prefeito do Dicastério para a Comunicação Paolo Ruffini, o Papa tomou a palavra e agradeceu novamente o trabalho de todos. Demonstrando sua satisfação em ver que há um grande trabalho fruto das reformas solicitadas, com a união do jornal L’Osservatore Romano, do Vatican News e Rádio Vaticano Francisco reiterou suas palavras, “é muito bom ver a unidade de trabalho … A questão principal é que este sistema grande e complicado funcione”, afirmou o Papa, “funcionar é ir avante. O grande inimigo do bom funcionamento é o funcionalismo”. O Papa pede que o trabalho seja facilitado pelas chefias, que sejam abertos à criatividade, sem burocracias excessivas e com liberdade. “O funcionalismo é letal”, continua o Papa, “acaba com uma instituição. Tomem cuidado para não cair nesse círculo (…). Importa que tudo funcione, que seja funcional, e não vítima do funcionalismo. Tomem cuidado com isso. Por fim o Santo Padre afirmou ainda: “Quando algo é funcional, ajuda a criatividade. O trabalho de vocês deve ser criativo, sempre, e ir além, além, além: criativo. Isso se chama funcionar” conclui o Papa.

Oração na Capela

Na visita à Capela da Rádio Vaticano o Santo Padre rezou com os presentes a Oração da 55° Dia Mundial das Comunicações Sociais que tem como tema “‘Vem e verás’ (Jo 1, 46). Comunicar encontrando as pessoas onde estão e como são”:

Senhor, ensinai-nos a sair de nós mesmos,
e partir à procura da verdade.

Ensinai-nos a ir e ver,
ensinai-nos a ouvir,
a não cultivar preconceitos,
a não tirar conclusões precipitadas.

Ensinai-nos a ir aonde não vai ninguém,
a reservar tempo para compreender,
a prestar atenção ao essencial,
a não nos distrairmos com o supérfluo,
a distinguir entre a aparência enganadora e a verdade.

Concedei-nos a graça de reconhecer as vossas moradas no mundo
e a honestidade de contar o que vimos.

Amém.

Os Prêmios de Comunicação da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que para esta edição (53ª) criou um novo prêmio  específico para a

Os Prêmios de Comunicação da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que para esta edição (53ª) criou um novo prêmio  específico para a PASCOM, Pastoral da Comunicação, irão acontecer de forma remota. Se você trabalha com Comunicação na Igreja Católica ainda dá tempo de se inscrever porque os prazos de inscrição foram prorrogados. Leia abaixo a matéria divulgada no site da CNBB:

As inscrições para os Prêmios de Comunicação da CNBB foram prorrogadas até o dia 10 de junho. Poderão ser inscritos os trabalhos realizados entre 1 de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2020. Uma das novidades deste ano é o Prêmio Pastoral Kerigma, exclusivo para trabalhos da Pastoral da Comunicação. Confira abaixo mais detalhes desta categoria.

Neste ano, segundo o coordenador dos Prêmios, Rafael Alberto, a iniciativa ainda acontece em meio a uma onda crescente de contaminações e mortes pelo novo coronavírus. “Nossa expectativa inicial era realizar a cerimônia de entrega dos prêmios presencialmente em Brasília, na nova sede da CNBB”, conta.

Para garantir a segurança de todos os envolvidos e reiterar a posição da Conferência de valorização da vida, o coordenador dos Prêmios explica que para a 53ª edição haverá uma festa remota. “A ideia é entregar os troféus nas cidades dos premiados, o que também dará uma perspectiva da diversidade das regiões do nosso país”, disse Rafael.

O que é o Prêmio Pastoral Kerigma?

Aprovada pelo Conselho Permanente da CNBB em 2019, esta categoria visa o reconhecimento e o incentivo de ações desenvolvidas pelas equipes de Pastoral da Comunicação das paróquias e dioceses, tendo como critério a implementação das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da CNBB (2019-2023). São válidas para este prêmio todas e quaisquer iniciativas pastorais que destaquem ao menos dois dos seguintes critérios:

– a evangelização no mundo urbano;

– a formação de comunidades eclesiais missionárias;

– a opção preferencial pelos pobres;

– o cuidado da Casa Comum.

Segundo Rafael Alberto, a categoria para a Pascom foi decidida antes mesmo dos desafios impostos pelo novo coronavírus e o objetivo é fazer com que os trabalhos dos agentes da pastoral tenham a mesma oportunidade de outras produções maiores, que contam com recursos profissionais, de serem destacados como um serviço pertinente de propagação dos valores cristãos.

“É significativo que a primeira entrega dessa categoria seja realizada durante a pandemia, pois as restrições para a celebração da missa em nossas paróquias revelou-se um enorme desafio sobretudo para a Pascom, que tem respondido com ações criativas e muito bonitas. Será lindo poder destacar essas ações, para que outras paróquias possam seguir o exemplo”, afirmou.

Conheça as outras categorias dos Prêmios de Comunicação

Os Prêmios de Comunicação foram criados pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para explicitar o reconhecimento público da Igreja Católica Apostólica Romana ao trabalho meritório de profissionais da comunicação social nos diversos meios que apresentaram suas obras e se distinguiram pelo serviço à dignidade humana e aos valores do Evangelho. Além dos prêmios tradicionais, a CNBB estreia nesta 53ª edição duas novas categorias – Pesquisas de Pós-Graduação e práticas e experiências da Pastoral da Comunicação.

PRÊMIO DE CINEMA “MARGARIDA DE PRATA”

A CNBB instituiu, em 1967, o primeiro Prêmio de Comunicação Margarida de Prata para o Cinema, que representou um importante apoio à produção cultural livre. O prêmio é entregue em duas modalidades:

a) Longa-metragem: podem participar desta categoria os filmes, ficcionais ou documentários, com duração mínima de 70 minutos.

b) Curta-metragem: podem participar desta categoria os filmes, ficcionais ou documentários com menos de 70 minutos (incluindo créditos).

PRÊMIO MICROFONE DE PRATA

Em 1989, a CNBB apoiou a criação do Prêmio Microfone de Prata para produções radiofônicas, promovido pela União de Rádio Difusão Católica (UNDA-Brasil). Em 2010, a promoção da categoria passou para a Rede Católica de Rádio (RCR). Para concorrer ao prêmio, poderão se inscrever conteúdos veiculados em emissoras de rádio, web rádio e em agregadores de podcast. Cada emissora poderá inscrever até 3 trabalhos por modalidade. A premiação será entregue nas seguintes modalidades:

a) Jornalístico Concorrem trabalhos com duração máxima de 30 minutos (no caso de programas, basta enviar uma versão editada com esse mesmo tempo).

b) Religioso Concorrem trabalhos com duração máxima de 30 minutos (no caso de programas mais extensos, basta enviar uma versão editada com esse mesmo tempo).

c) Entretenimento Concorrem trabalhos com duração máxima de 30 minutos (no caso de programas mais extensos, basta enviar uma versão editada com esse mesmo tempo).

PRÊMIO CLARA DE ASSIS

Em 2005, a CNBB instituiu o Prêmio Clara de Assis para a Televisão, concedido a programas televisivos nacionais produzidos e exibidos por emissoras comerciais, educativas e comunitárias. Mais recentemente, também são aceitos vídeos veiculados em plataformas digitais. Cada veículo pode inscrever até 3 trabalho por modalidade. As modalidades desta categoria são:

a) Reportagem Concorrem nesta modalidade reportagens televisivas com duração entre 1’30 a 5 minutos. Serão aceitas inscrições de séries de reportagens.

b) Documentário Podem se inscrever documentários produzidos e veiculados em canais de televisão que tenham duração entre 15 a 60 minutos.

PRÊMIO DOM HELDER CAMARA

Em comemoração aos 50 anos de fundação da CNBB, em 2002, a Assessoria de Comunicação da CNBB instituiu o Prêmio Dom Helder Câmara de Imprensa, com o objetivo de premiar reportagens e trabalhos jornalísticos voltados à promoção humana e social. Este prêmio inclui matérias, séries de matérias, reportagens ou outras formas do texto jornalístico. Cada veículo pode inscrever até 3 trabalhos nas seguintes modalidades:

a) Jornal: concorrem trabalhos publicados em jornal impresso (ainda que tenham versões eletrônicas).

b) Revista: concorrem trabalhos publicados em revista impressa (ainda que tenham versões eletrônicas).

PRÊMIO DOM LUCIANO MENDES DE ALMEIDA

Na celebração de 50 anos dos Prêmios de Comunicação, a CNBB lançou este prêmio para reconhecer o trabalho de convergência midiática realizado no ambiente virtual da internet. Este prêmio está dividido em três modalidades. Os trabalhos concorrentes devem colocar em evidência valores humanos e cristãos, com conteúdo no formato digital:

a) Sites/Portais/Blogs Local na Internet identificado por um nome de domínio, constituído por uma ou mais páginas de hipertexto, que podem conter textos, gráficos e informações em multimídia.

b) Iniciativas com Redes Sociais: projetos lançados em redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter, You Tube, etc) para criar laços entre pessoas em vista da apresentação, defesa e engajamento em uma causa religiosa ou social.

c) Aplicativos Aplicativo (app) é um software desenvolvido para ser instalado em um dispositivo eletrônico móvel.

PRÊMIO PAPA FRANCISCO

Aprovada pelo Conselho Permanente da CNBB em 2019, a categoria visa reconhecer e incentivar o trabalho dos pesquisadores em comunicação, que tanto colaboram com a reflexão, bem como no trabalho pastoral da Igreja no Brasil. Cada pessoa pode inscrever apenas um trabalho nesta categoria. Participam deste prêmio trabalhos acadêmicos, aprovados no período de validade do concurso, nas seguintes modalidades:

a) Mestrado: para esta modalidade, poderão se inscrever autores de dissertações de mestrado que desenvolvam temas ligados à articulação Igreja e comunicação. Serão aceitos trabalhos defendidos entre 1 de janeiro de 2015 e 31 de dezembro de 2020. Para a inscrição, será necessário um breve artigo sobre o trabalho, conforme as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas, entre oito e dez páginas de conteúdo textual, além das referências bibliográficas. A íntegra do trabalho também deverá ser anexada junto à inscrição.

b) Doutorado: para esta modalidade, poderão se inscrever autores de teses de doutorado que desenvolvam temas ligados à articulação Igreja e comunicação. Serão aceitos trabalhos defendidos entre 1 de janeiro de 2015 e 31 de dezembro de 2020. Para a inscrição, será necessário um breve artigo sobre o trabalho, conforme as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas, entre oito e dez páginas de conteúdo textual, além das referências bibliográficas. A íntegra do trabalho também deverá ser anexada junto à inscrição.

Como se inscrever?

Para realizar a inscrição e obter mais informações sobre a 53ª edição dos Prêmios de Comunicação da CNBB basta entrar no seguinte endereço: www.premios.cnbb.org.br

Acesse a carta de lançamento do edital: Carta de lançamento da 53ª Edição

Acesse o edital: Edital da 53ª edição dos Prêmios de Comunicação

Uma das celebrações mais importantes do calendário cristão é a solenidade de Pentecostes, celebrada neste domingo (23), 50 dias após a Páscoa de Jesus

Uma das celebrações mais importantes do calendário cristão é a solenidade de Pentecostes, celebrada neste domingo (23), 50 dias após a Páscoa de Jesus Cristo. De acordo com o catecismo da Igreja Católica “no dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais) a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da Sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731). Então a partir deste dia, após Ascensão de Jesus, todos os cristãos reafirmam sua Fé em Jesus Cristo, se tornam seus discípulos e toda Igreja passa a ser conduzida pelo Espírito Santo.

A passagem de Atos 2:1-4 narra que “chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” (Atos 2:1-4).

O Espírito Santo é a terceira “pessoa” da Trindade: ele é Deus e sua presença traz consigo o Filho e o Pai. Por Ele, os cristãos são filhos no Filho e estão em comunhão com o Pai. Além disso, a partir do batismo, todo cristão passa a receber o Espírito Santo de Deus dentro de si e os seus sete dons que são: Sabedoria, Ciência, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Piedade e Temor de Deus.

Na Arquidiocese de Vitória uma paróquia dedicada ao Divino Espírito Santo está em Santa Leopoldina, na área pastoral Serrana. A matriz é histórica e foi fundada em 04 de março de 1898. Esta paróquia possui 30 comunidades.

Uma particularidade é que a paróquia é administrada pela Congregação dos Missionários do Verbo Divino e segundo o padre Laurensius Lagandoni Hayong, que é o pároco desde 2019, esta é a primeira paróquia administrada pelos verbitas no Brasil. A Congregação dos Missionários do Verbo Divino foi fundada por Santo Arnaldo Janssen no dia 8 de setembro de 1875, em Steyl, Holanda.

A programação festiva deste ano foi modificada devido a pandemia de Covid-19. Foi realizada uma programação religiosa de sete dias com missas na Igreja Matriz em preparação para a Festa do Divino Espírito Santo refletindo a cada dia um dos sete dons do Espírito. E neste domingo a celebração da festa do padroeiro será com duas missas na Igreja Matriz, sendo uma às 8h e outra às 19h, com a presença de fiéis no templo e com transmissão pelo Facebook da paróquia. Também acontecerão missas comemorativas nas comunidades.

 

Santuário Divino Espírito Santo

Em Vila Velha, o Santuário Divino Espírito Santo, no Centro da cidade, é uma referência religiosa. Ele é uma das 10 comunidades da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, porém é a sede administrativa da paróquia e também a residência oficial dos freis Franciscanos que o administram. A inauguração do templo aconteceu no ano de 1977 e neste ano o santuário completa 54 anos de existência. Frei Clarêncio Neotti é Vigário Paroquial da paróquia Nossa Senhora do Rosário e um grande estudioso da história. Ele conta como foi o início de tudo.

“Quando os franciscanos perceberam que a Igreja do Rosário era muito pequena e a cidade estava crescendo queriam construir uma nova Igreja e neste momento o bispo, que era Dom Luiz Scortegagna, sugeriu que ao invés de construir uma nova Igreja no Rosário, construísse uma outra que fosse ao mesmo tempo um Santuário em honra ao Espírito Santo, porque todo o Estado que a gente mora se chama Espírito Santo e ainda não havia um Santuário dedicado a 3ª pessoa da Santíssima Trindade”.

Uma curiosidade é que por ter sido construído em uma região de periferia, zona rural e de lagoas a fundação do Santuário está em cima de estacas. No total são 120 estacas em mais de 120 metros de profundidade. A inauguração também ocorreu em uma época de grandes movimentos, ideias e transformações da Igreja, porque o Concílio Vaticano II havia terminado e pedia uma grande reforma da liturgia, modificando o modo de os cristãos participarem da liturgia, se tornando uma forma mais dialogante e participativa.

“Então o Santuário é inaugurado em um momento extraordinário da história da Igreja no Brasil. Porém, os franciscanos preferiram deixar a sede paróquia no Rosário. E o povo batizou de fato como Santuário sendo que a Igreja nunca lhe deu esse título oficial. Dom Luiz tentou várias vezes que nos convencêssemos disso, mas a gente preferiu a voz do povo que passou a chamar de Santuário aqui e o Convento ‘da Penha’, que devia ser exatamente o contrário. E é assim que nós cultivamos aqui a memória do divino Espírito Santo, em nome da Arquidiocese, em homenagem ao padroeiro do Estado”, conclui Frei Clarêncio.

Neste ano a festa de Pentecostes coincidiu de cair exatamente no dia 23 de maio, data em que se comemora a colonização do Solo Espírito-Santense. O estado tem o nome de Espírito Santo, porque Vasco Coutinho aportou onde hoje está situada a cidade de Vila Velha, na época de Pentecostes. Em celebração ao dia acontecem várias missas na programação do Santuário Divino Espírito Santo com a participação presencial das pessoas. Os horários são às 7h, 9h, 11h, 17h e 19h. No período da tarde, de 14h às 17h, será realizada uma tarde de louvor com a RCC da Arquidiocese de Vitória.

Marwin Amaral I “Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles” (At 2, 3). A Solenidade de

Marwin Amaral I “Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles” (At 2, 3).

A Solenidade de Pentecostes é celebrada cinquenta dias após a Páscoa. Essa festa tem origem na cultura judaica e é conhecida como Shavuot (ou Festa da Colheita): momento de agradecimento por todos os bens recebidos de Deus. Também rememora a subida de Moisés ao Sinai e a entrega das Tábuas da Lei.

Na tradição Católica, a celebração de Pentecostes acontece após o Domingo da Ascensão, e marca a descida do Espírito Santo sobre a comunidade nascente, de forma extraordinária sobre os fieis congregados:

“Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua” (At 2,1-6).

Se em Babel ouve a confusão das línguas e a dispersão dos povos (cf. Gn 11,1-9), agora, em Pentecostes, a divisão dos homens foi superada, pois nasce a Igreja, que é conduzida pelo próprio Espirito Santo, em cumprimento à promessa feita por Jesus quando ascendeu ao céu: “Mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria e até os confins do mundo”. (At 1,8)

A ação e o auxílio dos dons do Espírito Santo propiciaram aos Apóstolos os dons necessários para exercer o trabalho missionário: sabedoria, inteligência, conselho, fortaleza, ciência, piedade e Temor de Deus. Assim se instaura a missão evangelizadora da igreja Romana. A solenidade de Pentecostes é então uma referência importante para a Igreja, pois marca o início da pregação Evangélica assim como sua graça transformadora, que, segundo o Papa Francisco é essencial para vida cristã “O Espírito Santo é a alma da Igreja. Ele dá a vida, suscita os diversos carismas que enriquecem o povo de Deus […]‘’[1].

Para que a ação do Espírito aconteça de forma eficaz e exerçamos com total empenho o chamado ao discipulado, é necessário cultivar a vida no Espírito para que recebamos os seus dons e os coloquemos a serviço do próximo: “[…] É assim que o Espírito Santo dota os cristãos, concedendo-lhes determinadas forças para além das suas aptidões naturais e dando-lhes a oportunidade de se tornarem instrumentos especiais de Deus neste mundo.”[2]. Constante oração, caridade aos irmãos, e pregação da Boa Nova do Evangelho são o ponto de partida para uma verdadeira intimidade com o Espírito Santo, que nos torna um com Ele: “[…] pois todos os que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” e “O Espírito mesmo dá testemunho ao nosso espírito de que somos filhos de Deus.” (Rm 8,14;16).

E se somos filhos de Deus, logo o “Recebei o Espirito Santo” (Jo 20,22) mostra a face amorosa de Deus que envia seu Paráclito para que sejamos sustentados, e para que o “ajudador” esteja conosco durante o nosso percurso nesta terra, e assim, munidos de sua graça, nos transformemos em verdadeiras testemunhas da força santificante que vem do alto.

Inebriados pelo Espírito Santo, nossa atitude deve ser de comunhão e unidade, pois quando nos abrimos humildemente ao dom divino do Espírito, passamos a enxergar o outro como irmão, como nosso semelhante, buscando o caminho da concórdia, do amor e da paz: “Sede solícitos em conservar a unidade do Espírito no vínculo da paz. Sede um só corpo e um só espírito”(Ef 4.3-4a). Congregados como irmãos pelo Espírito, nossa atitude deverá ser sempre de clamor e súplica, desejosos que este Espirito se faça presença constante em nossa vida. Para tal contamos também com auxilio e intercessão poderosa de Maria:

“Tendo entrado no cenáculo, subiram ao quarto de cima, onde costumavam permanecer. Eram eles: Pedro e João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelador, e Judas, irmão de Tiago. Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus, e os irmãos (primos) dele.” (At 1,13-14)

 Podemos sempre contar com seu materno patrocínio, segundo Frei Cantalamessa: “[…] Maria, que se apresenta aos pés da cruz como Mãe da Igreja, aqui, no Cenáculo, aparece para nós como madrinha. Uma madrinha forte e segura. A madrinha, para poder desempenhar este papel, deve ser alguém que já tenha recebido o batismo. Assim foi Maria: uma batizada no Espírito Santo que agora aguarda a Igreja ser batizada no mesmo Espírito”[3].

Que o Pentecostes possa ser perene em nossas vidas, e que reacendamos por meio do Espírito a esperança dos nossos irmãos e irmãs, tal e qual os apóstolos, que de homens limitados com seus medos e frustações se tornaram verdadeiras testemunhas do Cristo. Viver a solenidade de Pentecostes é viver iluminado pelo Espírito Santo.

Roguemos a Cristo para que, inundados pelo Espírito de Deus, possamos fazer a experiência diária do Pentecostes. Que Ele venha em nosso socorro sempre que clamado: “Vinde Espirito Santo, enchei os corações dos vossos fieis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito….’’.

Marwin Amaral Martins

Seminarista do 1º ano de Teologia.

Paróquia de origem: São João Batista – Sede – Cariacica.

Paróquia de estágio pastoral: Bom Pastor – Praia da Costa – Vila Velha.

[1] PAPA FRANCISCO. Homilia na Santa Missa na Catedral Católica do Espírito Santo – Istambul (29-11-2014). Disponível em: <http://www.vatican.va/content/francesco/pt/homilies/2014/documents/papa-francesco_20141129_omelia-turchia.html>. Acesso em 22 maio 2021.

[2] IGREJA CATÓLICA. Youcat: Catecismo Jovem da Igreja Católica. 2 ed. São Paulo: Paulus, 2017. nº 310.

[3] CANTALAMESSA, Raniero. Com Maria no Cenáculo à espera do Espírito Santo: terceira pregação de Pentecostes. Disponível em:< https://pt.aleteia.org/2019/06/09/com-maria-no-cenaculo-a-espera-do-espirito-santo/>. Acesso em 22 maio 2021.

Pela Associação Amigos do Seminário, os fiéis podem auxiliar diretamente na formação dos futuros presbíteros da Igreja particular de Vitória. Semanalmente, trazemos em nossa

Pela Associação Amigos do Seminário, os fiéis podem auxiliar diretamente na formação dos futuros presbíteros da Igreja particular de Vitória. Semanalmente, trazemos em nossa página variados relatos de contribuintes que mantêm nossa Casa de Formação. 

Neste ano em que o Seminário completa 70 anos de sua fundação, recordar alguns nomes de doadores – dentre tantos ao longo de nossa história – é uma singela forma de homenageá-los e render graças a Deus, nosso Pai, que sempre nos provê seu auxílio.

Eu participo da formação dos padres
Maristela e seu esposo, da Paróquia do IBES.

Em Vila Velha, Maristela Brunorio, da Paróquia Santa Mãe de Deus – IBES nos diz que além de sua contribuição material, permanece em constantes orações pelas vocações: “É uma alegria poder partilhar e contribuir na formação de futuros sacerdotes  do Seminário Nossa Senhora da Penha. Como irmã de um franciscano Frei Roger Brunorio (OFM), vivencio desde então a formação de um servo do Senhor e da Igreja. Cuidar de um seminarista, de um futuro padre é como se eu pudesse retribuir um pouquinho do muito que fazem por meu irmão por onde passa”.

Elza Peppino, de Vila Velha.

Em Santos Dumont, na Comunidade Sagrado Coração de Jesus, Elza Regina dos Santos Pepino afirma que ajudar o Seminário trata-se de “servir indiretamente à evangelização: na amizade, na formação, no encontro Espiritual Litúrgica através de uma vida comunitária à Vocações Sacerdotais, incorporados no clero da Arquidiocese de Vitória na formação de Presbíteros“. Elza,

Maria Martins, da Paróquia Santo Antônio de Pádua – Soteco, demonstra facilmente a imensa alegria de ajudar nossa Casa de formação. Para ela, que participa ativamente da vida pastoral de sua comunidade, a figura do sacerdote além de animar, santifica os trabalhos desenvolvidos na evangelização.

Este ato fortalece a minha fé!

Wanda Rosa, da Paróquia Ressurreição – Goiabeiras, é natural de Minas Gerais e confessa que foi após mudar para terras capixabas, precisamente para Vitória, que se despertou para a importância de colaborar com a formação dos seminaristas, futuros presbíteros. “Engajei-me na igreja local e tive o privilégio de conhecer alguns seminaristas, visitei o Seminário e fui tocada pela responsabilidade de apoiar esta casa de formação. Se temos coragem de criticar alguma pregação de um presbítero, precisamos nos conscientizar que somos responsáveis, também, para que os seminaristas tenham acesso a uma formação completa. Confesso que a visita ao Seminário foi o gatilho para abrir os meus olhos para a importância do meu engajamento. O convívio com os seminaristas realizando seus trabalhos pastorais nas paróquia, também foi importante“. E conclui afirmando que: “Desde então procuro colaborar com o Seminário no que posso, seja participando das campanhas realizadas pelas paróquias seja me tornando um colaborador do Seminário. Ah, importante dizer que este ato/ação fortalece minha fé!!“.

Nádia Delarmelina, da Paróquia Virgem Maria (de Itacibá, Cariacica) conta-nos que sentiu em seu coração “um forte desejo de contribuir de alguma forma com a Associação ‘Amigos do Seminário’. Admiro muito o trabalho realizado pela Associação no sentido de garantir a formação dos futuros sacerdotes da Arquidiocese de Vitória, os quais farão parte da nossa vida através da Palavra e da Direção Espiritual. Deus abençoe a todos!“.

De graça recebestes, de graça deveis dar!” (Mt 10,8)

Saiba mais por AQUI como participar da Associação Amigos do Seminário.