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Neste tempo de pandemia, padres, ministros e agentes da Pastoral da Saúde – assim como os visitantes de forma geral – ficaram impedidos de

Neste tempo de pandemia, padres, ministros e agentes da Pastoral da Saúde – assim como os visitantes de forma geral – ficaram impedidos de entrarem nos hospitais e principalmente ter acesso aos pacientes isolados com COVID-19. Diante dessa dificuldade a Arquidiocese de Vitória encontrou uma nova forma de levar a Eucaristia a esses doentes que sofrem e precisam de esperança: profissionais da saúde que atuam na linha de frente de combate a doença foram preparados para auxiliar a Igreja e ministrar a comunhão a estes doentes.

Dom Dario Campos, Arcebispo Metropolitano de Vitória, explica que nas paróquias existem irmãos ou irmãs médicos, enfermeiros e enfermeiras, que trabalham nos hospitais e já tem acesso às enfermarias e UTIS: “então se eles estão lá dentro medicando e participam da comunidade, são cristãos, católicos, comungam e tem um irmão que está doente e não pode receber a Eucaristia, que o pároco ou administrador paroquial prepare este profissional para que ele leve a comunhão ao enfermo naquele instante, para que ele não fique sem Jesus nesse momento”.

De acordo com padre Vandaike Costa Araújo, coordenador da Pastoral da Saúde na Arquidiocese de Vitória, foi pedido que os padres, paróquias e até mesmo os hospitais indicassem estes enfermeiros e médicos católicos que atuam na linha de frente contra o coronavírus e participam da Igreja, para que se tornem instrumento e levem o Sacramento da Eucaristia aos enfermos que estão conscientes e manifestam o desejo de comungarem.  

“Esses profissionais são os nossos braços, são pessoas que se colocaram a disposição e tem desejo de atuarem como ministro, sem serem efetivamente ministros. Eles precisam ter ligação com o hospital e não podem ser da Pastoral da Saúde, aposentado ou que atenda em consultório porque é preciso ter acesso aos doentes isolados.”, detalha padre Vandeike.  

Essa é uma ação pontual, conforme destaca Dom Dario, mas que pode abrir espaço para novas vocações dentro da Igreja: “pode ser que esse profissional vai se sentir tão reconhecido por Jesus e pode pensar que quer ser uma presença católica e cristã dentro do hospital. Acho que esta é uma porta que se abriu a nível pastoral”.  

Formação dos profissionais 

A formação está acontecendo de forma online. Por meio do Departamento de Pastoral foi produzida e enviada uma carta para os padres e áreas pastorais comunicando a possibilidade e foi feita uma declaração para cada profissional da saúde que atua levando a Eucaristia no hospital. Padre Vandaike enfatiza que na preparação os conteúdos ministrados são: a importância da Eucaristia, como manusear a comunhão e a forma prática de oração. Também é oferecida uma apostila com itens básicos para atuação.  

Alguns profissionais já foram capacitados e estão atuando, mas existe a possibilidade de novas pessoas fazerem parte dessa ação. Se estiver trabalhando na linha de frente contra a COVID-19 e sentir o desejo de levar a comunhão aos que necessitam, basta a pessoa procurar a secretaria de sua paróquia e manifestar sua vontade. A paróquia vai comunicar o Departamento Pastoral para que se forme uma turma.

O bispo de Macapá (AP), dom Pedro José Conti, publicou um vídeo, na página do Facebook da diocese, sobre a situação das pessoas com

O bispo de Macapá (AP), dom Pedro José Conti, publicou um vídeo, na página do Facebook da diocese, sobre a situação das pessoas com o impacto da crise de energia pela qual atravessa o Estado do Amapá. “Me preocupa o povo pobre que mora nas periferias. É o nosso povo mais pobre, esquecido e excluído”, disse.

A diocese de Macapá disponibilizou uma conta da Cáritas Diocesana para receber as ofertas de doações que visam ajudar o povo do Amapá a superar as dificuldades deste momento. As contribuições serão destinadas para a compra de alimentos, água potável e cestas básicas.

“A ajuda, a colaboração e a fraternidade sempre é uma possibilidade que nós temos não só de manifestar o nosso amor, a nossa unidade e fraternidade, mas também superar as dificuldades, os medos e as divisões”, afirmou. 

É tempo de cuidar do Amapá

Cáritas Diocesana de Macapá – C.D.M.

CNPJ 11.452.602/0001-04.

Banco do Brasil: Agência: 2825-8 Conta: 60702-9.

Na manhã desta terça-feira (10), aconteceu a reunião dos padres da Área Pastoral de Vila Velha, no Santuário Divino Espírito Santo, com a presença

Na manhã desta terça-feira (10), aconteceu a reunião dos padres da Área Pastoral de Vila Velha, no Santuário Divino Espírito Santo, com a presença do Arcebispo Dom Dario Campos e o administrador financeiro da Arquidiocese, Sérgio Murilo.

Na pauta foi feita a prestação de contas do fundo de solidariedade que toda paróquia da Arquidiocese contribui para várias demandas, tais como, ajudar as paróquias mais periféricas, aos padres eméritos, na manutenção da casa sacerdotal, entre outras atividades desenvolvidas.

Dom Dario aproveitou a ocasião para partilhar os últimos acontecimentos da nossa igreja particular. Por causa da pandemia do novo coronavírus, a reunião geral do clero não foi possível, com isso o arcebispo está visitando todas as áreas pastorais. A reunião terminou com um almoço fraterno entre os presbíteros.

Na madrugada desta terça-feira (10) faleceu na Santa Casa de Misericórdia, em Vitória, João Mário Pinto Chagas, 82 anos, pai do padre Rodrigo Chagas,

Faleceu na madrugada desta terça-feira (10) na Santa Casa de Misericórdia, em Vitória, João Mário Pinto Chagas, 82 anos, pai do padre Rodrigo Chagas, vigário da Paróquia São Sebastião, em Afonso Claudio.  

João Mário estava acamado há algum tempo devido a um Acidente Vascular Cerebral e tinha a doença de Parkinson. No último mês teve outro AVC, o que complicou ainda mais sua situação de saúde. Ele pertencia a Paróquia São Pedro, da Vila Rubim. 

O velório acontecerá de meio dia até as 14h30 no Cemitério de Santo Antônio, em Vitória. Às 14h será a Celebração das Exéquias e o enterro está marcado para às 15h30 no Cemitério de Cruzeiro do Sul, em Cariacica. 

A Arquidiocese de Vitória se solidariza com a dor do nosso irmão padre Rodrigo e seus familiares. “Senhor, para os que creem em vós, a vida não é tirada, mas transformada.”

E você sabe qual é a diferença entre as duas funções? Confira na matéria.

Entre as 90 paróquias que pertencem à Arquidiocese de Vitória estão 76 padres nomeados párocos e 14 padres administradores paroquiais. E você sabe qual é a diferença entre as duas funções? Segundo o Código de Direito Canônico, os dois sacerdotes estão à frente das paróquias como cooperadores do Bispo Diocesano nas questões pastorais e administrativas e a distinção entre os dois é a estabilidade no cargo.

Padre Hadeleon Santana é especialista em Direito Canônico e detalha que de acordo com o Cân. 522 “importa que o pároco seja nomeado por tempo indeterminado. Ele só pode ser nomeado pelo Bispo Diocesano por tempo determinado se isso for admitido por decreto e pela Conferência dos Bispos, que é o nosso caso. Já o administrador paroquial tem essa função mais instável. Ele é nomeado para resolver, ajustar, cuidar daquela paróquia por um tempo curto, que não tem um prazo determinado para isso. O bispo precisou, então coloca este padre naquela paróquia até que seja nomeado um pároco”.

O Compêndio do Vaticano II diz que nem sempre o bispo na sua Igreja pode estar pessoalmente à frente de todo rebanho. Por isso ele precisa organizar as comunidades dos fiéis. Entre elas se sobressaem as paróquias as quais confia um pastor local chamado de pároco. Este possui um poder ordinário, porém subordinado. Não é possível se ‘candidatar’ a função de pároco, pois este é escolhido pelo bispo que identifica as qualidades requeridas para o cuidado pastoral de um padre.

“Quando ele é nomeado, o bispo já faz ali um exame e aprova que ele tenha condições para exercer suas obrigações. Também é constatado sua idoneidade e o espírito de penitência, caridade e abertura que possui”, destaca padre Hadeleon.  

O presbítero reitera que tem sido uma prática dos bispos colocarem os padres que estão em Ad Experimentum como administradores paroquiais e essa é uma prática na Arquidiocese de Vitória: “como o padre está fazendo um tempo razoável de experiência na Arquidiocese, ele não pode assumir o ofício de pároco por não ter essa estabilidade. O administrador paroquial pode ser removido a qualquer momento, já o pároco tem uma certa continuidade. Porém, nada é rígido na Igreja.”

Tempo do pároco em uma paróquia

“A Conferência Nacional dos Bispos no Brasil definiu que havendo razão justa o Bispo Diocesano pode nomear párocos por período determinado, não inferior a 6 anos e este tempo sempre é renovável. Com isso a CNBB determina e dá essa autoridade ao Bispo de colocar um prazo na provisão do padre que é de 6 anos à frente de uma paróquia, podendo ser menos ou prorrogada para mais tempo”.

Missão

“O pároco tem uma missão grande sobretudo de presidir aquela comunidade paroquial para não deixar que ela se torne acéfala. Ele deve indicar os caminhos sem substituir os membros do rebanho. Chamar, guiar, coordenar, congregar, mas não impedir a criatividade. Descobrir os dons dos membros da comunidade e dar a eles suas responsabilidades na comunhão do corpo místico da igreja. O pároco também é o educador da Fé, que garante a formação dos membros da comunidade, dando apoio de modo especial aqueles que são os responsáveis pelos diversos serviços e ele é o representante de Cristo na presidência daquela comunidade. A quem cabe a missão de garantir a presença de Jesus Ressuscitado no meio do seu povo”.

Obrigações

“O pároco desempenha a serviço da comunidade as funções de ensinar, santificar e governar com a colaboração dos outros presbíteros, diáconos e leigos. No entanto, essa ação pode ser considerada como uma parte da pastoral que se trata de uma cooperação. As faculdades próprias do pároco no fórum interno é ouvir as confissões. No fórum externo são as realidades dos outros sacramentos. O pároco deve praticar também os atos administrativos necessários, representar os negócios jurídicos e administrar os bens das paróquias e por isso ele deve conhecer os direitos e deveres próprios uns dos outros. Ele tem a obrigação de promover a santidade dos fiéis através do anúncio da palavra, da eucaristia, da penitência e dos outros sacramentos. Também deve exercer outras funções como administrar o batismo, a confirmação em casos de perigo de morte, assistir ao matrimônio, abençoar as núpcias, celebrar os funerais, fazer procissões e bênçãos solenes.”

Escolha de pároco em Comunidades Religiosas

“Não há distinção entre um pároco diocesano e o pároco religioso. Eles vão ter as mesmas obrigações. A diferença está apenas na escolha: o pároco diocesano é chamado e escolhido pelo Bispo ou Arcebispo. Já o religioso, é escolhido pelo seu superior que é o Provincial ou Superior Geral, que comunica ao bispo da diocese onde a paróquia está inserida, o nome desse padre e o bispo fará a provisão canônica para ele assumir aquela paróquia.”      

Retomada das atividades no Tribunal Eclesiástico.

O Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese de Vitória que atende também as dioceses de Colatina e São Mateus retomou, em parte, suas atividades desde o mês de outubro.

As audiências para os casos de pedidos de nulidade foram retomadas e acontecem nas terças, quartas e quintas feiras, sendo apenas uma por dia e no máximo 4 pessoas participando. Os auditores fazem revezamento entre si. No mês de outubro foram realizadas 14 audiências e para o mês de novembro já estão agendadas 18. O primeiro julgamento pós-pandemia está previsto para o mês de dezembro. Este ano deram entrada 87 pedidos que estão na espera pela realização das audiências.

O serviço de abertura de processos ainda não foi retomado, mas as pessoas podem buscar informação e assim, iniciar a preparação para dar início assim que possível. O Tribunal está se preparando para poder prestar esse serviço, cumprindo e obedecendo às regras sanitárias.

A Notária, Maria Cristina Barbosa Leal, explicou que para iniciar o processo é necessário uma conversa com a equipe do Tribunal que avalia se existem causas para abrir o processo. Depois o(a) demandante precisa preencher um formulário, anexar os documentos necessários e indicar as testemunhos. Após dar entrada no processo, o Tribunal faz contato com o(a) demandado(a) e na sequência acontece a audiência. Informações podem ser obtidas pelo telefone: (27) 3025-6280, de 2ª a 6ª feira, das 13:30h às 17:00h. E-mail: [email protected]

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança a campanha: É Tempo de Cuidar da Evangelização 2020, uma campanha da Igreja no Brasil.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza durante todo o mês de novembro a campanha “É tempo de cuidar da Evangelização”. A campanha tem como tema: “Somos Igreja – Cuidamos da vida, cuidamos do anúncio da Palavra e cuidamos dos pobres”. A mobilização será realizada durante todo o mês de novembro tendo na solenidade de Cristo Rei, dia 22, seu ponto alto com a realização do grande gesto concreto: a Coleta do Bem.

Esse ano, em função do avanço da pandemia do novo coronavírus, o Conselho Permanente da CNBB decidiu realizar uma só coleta em 2020, unificando a coleta da Solidariedade que tradicionalmente é realizada no Domingo de Ramos, como o gesto da Campanha da Fraternidade, e a coleta para a Evangelização, realizada sempre no terceiro domingo do Advento.

O versículo: “Conheceis a generosidade de Cristo.” (2 Cor 8,9), lema bíblico da campanha, quer fortalecer o sentido de corresponsabilidade dos cristãos católicos na sustentabilidade da obra de Evangelização, das atividades pastorais e das iniciativas que promovem a vida na Igreja no Brasil.

Objetivos desta campanha:

1 – Mobilizar a comunidade, os homens e mulheres de boa vontade, a redescobrir a generosidade do amor de Cristo e revelá-la ao mundo por meio do gesto concreto de caridade e solidariedade, essência da identidade cristã.

2 – Renovar a corresponsabilidade dos cristãos católicos, fomentando a consciência sobre sua participação, como exigência da graça batismal, na obra e ação evangelizadora da Igreja no Brasil e na sustentação de suas atividades pastorais;

3 – Mobilizar os cristãos católicos para contribuírem no gesto concreto da campanha a Coleta do Bem a ser realizada de 21 a 22 de novembro, na Solenidade de Cristo Rei.

Fases e etapas:

A campanha buscará desenvolver um processo de conscientização sobre a participação dos cristãos católicos, esclarecendo para onde vão os recursos e as formas de doação, tendo em vista a adesão, o engajamento e a doação dos cristãos na Coleta do Bem. Para isto, se desdobrará em três fases:

FASE 1: Sensibilização – 31 de outubro a 7 de novembro Esta fase tem por objetivo explicar os impactos provocados na Igreja e na obra da Evangelização pela pandemia do novo Corona vírus, bem como reforçar que, mesmo num contexto de dificuldade, a Igreja no Brasil não deixou de cuidar da vida, dos pobres e da Evangelização. Anunciar a realização da campanha e da Coleta do Bem.

FASE 2: Convencimento – 8 a 16 de novembro Esta fase vai apresentar a campanha, com foco na explicação de para onde vão os recursos doados pelos fiéis (ciclo das doações), na gestão ética e transparente, nos resultados dos projetos e nos testemunhos certificantes sobre seu impacto e transformações que provocam em diferentes realidades e contextos.

FASE 3 – Chamada para a ação – “Call to action” – 17 a 22 de novembro Nesta fase, será reforçado o convite e mensagens ao engajamento e participação dos cristãos católicos na Campanha e na realização de seu gesto concreto: a Coleta do Bem, dias 21 a 22/11, na solenidade de Cristo Rei.

Produtos de comunicação e subsídios:

A campanha produziu produtos de comunicação (cards para redes sociais, spots e podcasts, vts, matérias para o site da CNBB, vídeos para whatsapp) para cada etapa de comunicação prevista. Este material poderá ser encontrado no site: https://campanhas.cnbb.org.br.

Formas de doação:

Para fazer parte da obra da Evangelização da Igreja no Brasil, apoiando iniciativas de animação pastoral e projetos da promoção da vida, os cristãos católicos poderão contribuir de duas formas. Com a sua oferta nas missas e celebrações realizadas dias 21 e 22 de novembro, na solenidade de Cristo Rei, e fazendo sua doação em sua própria comunidade ou paróquia.

Ou se preferir pode doar digitalmente. Basta entrar no site: www.doe.cnbb.org.br, fazer um breve cadastro e doar a sua oferta.

Dúvidas e esclarecimentos: Comunicação CNBB

Cônego Ériton Luiz Cortat Nery tinha 79 anos e residia na paróquia São José, em Mimoso do Sul.

Faleceu na noite de ontem (08) Cônego Ériton Luiz Cortat Nery, conhecido como Padre Ériton, da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim. A causa da morte não foi informada pela paróquia São José, onde ele residia, mas de acordo com a assessoria de imprensa da Diocese o religioso já tinha doenças pré-existentes.

A missa de corpo presente será realizada às 15h, em Mimoso do Sul e estará fechada para os padres, diáconos, religiosos, seminaristas e familiares do Padre Ériton. Já a transmissão para os fieis acontecerá pelo youtube da Paróquia São José (https://www.youtube.com/channel/UCZYJQ-_fgSFDamokvGLvv2Q) e pelo Facebook (https://www.facebook.com/paroquiasaojosemimoso/).

A Arquidiocese de Vitória se solidariza com este momento de dor e se une em oração aos familiares e amigos de padre Ériton.

“Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar.” (João 14: 1,2)  

Confira na íntegra a nota da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim:

A Diocese de Cachoeiro de Itapemirim comunica com muito pesar o falecimento de um de seus presbíteros, o Cônego Ériton Luiz Cortat Nery. Padre Ériton, como também era chamado, residia atualmente na Paróquia São José, em Mimoso do Sul. Nascido em 08 de junho de 1941, natural de Itaperuna (RJ), Padre Ériton foi ordenado diácono na Paróquia São Pedro – Catedral, mesmo local de sua ordenação presbiteral, no ano de 1967.

Foram mais de 50 anos dedicados a Deus, à Igreja católica e às Paróquias e comunidades por onde passou. Recordação especial para as Paróquias São Miguel Arcanjo, de Guaçuí, onde celebrou sua primeira missa e sua atuação no próprio município de Mimoso do Sul, onde atuou por quase 40 anos (1968-1989 / 2003- dias atuais).

Sepultamento

A Paróquia São José (Mimoso do Sul), através de seu Pároco, Pe. Gracione Alves, informa que o corpo do presbítero está sendo velado no salão paroquial. Para quem desejar se despedir do Cônego Ériton Luiz, filas estão sendo organizadas com o devido distanciamento e seguindo as normas dos órgãos sanitários, evitando aglomerações. Devido a pandemia, a permanência no salão não será permitida.

A missa de corpo presente acontecerá às 15h, sendo restrita aos presbíteros, diáconos, religiosos, seminaristas e familiares do Padre Ériton. A missa será transmitida pela Pascom da Paróquia São José em suas redes sociais e retransmitida também pela Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, para que os fiéis também possam acompanhar. O cortejo para o seu sepultamento (no cemitério local de Mimoso do Sul) será logo após a missa.

A Diocese de Cachoeiro de Itapemirim se une à Paróquia São José neste momento de saudade pela despedida do presbítero tão querido. Que o Senhor Deus conforte o coração e o espírito dos familiares, amigos e de todos aqueles que nutriam um carinho especial pelo Pe. Ériton Luiz. E tenhamos a certeza que ele continuará sua missão de zelo por nós, agora nos acompanhando do céu.