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É motivo de maravilhamento entrar em uma Igreja com vitrais. A luz filtrada pelos vidros multicoloridos, as ilustrações, o ambiente convidativo ao silêncio e

“As janelas envidraçadas que estão nas Igrejas e pelas quais (…) se transmite a claridade do sol, significam as Santas Escrituras, que afastam de nós o mal, enquanto nos iluminam”.

(Pierre de Roissy, Chartres, 1200).

 

É motivo de maravilhamento entrar em uma Igreja com vitrais. A luz filtrada pelos vidros multicoloridos, as ilustrações, o ambiente convidativo ao silêncio e à oração, são sinais do efeito provocado pelo seu uso. Eles conferem ao ambiente, tanto uma maior espiritualidade, quanto imponência.

Os vitrais surgiram no Oriente, em torno do século X e floresceram na Europa durante a Idade Média. Amplamente utilizados nas construções das Igrejas e Catedrais, sobretudo durante o gótico, logo se tornaram recurso didático para catequese a uma população iletrada.

Como parte do projeto iconográfico da Igreja, isto é, do conjunto de representações simbólicas, os vitrais trazem ainda cenas ou personagens das Sagradas Escrituras e da vida dos Santos. Sua fabricação exige técnica e arte. Inicialmente, o chumbo derretido foi usado como elemento de ligação entre os diversos pedaços de vidros coloridos.

Hoje, com novas técnicas de fabricação, seu uso é muito mais difundido, estando presente em muitas construções. No Brasil é necessário importar vidros coloridos e há poucas indústrias. Aqui, os vitrais são ainda considerados caros.

Muito importantes no contexto do espaço celebrativo, estão unidos ao conjunto de iconografia, onde o artista, a partir do projeto de arquitetura define o trabalho artístico a ser executado na Igreja, desenvolvendo uma caminhada simbólica, bíblica e teológica em vista do Mistério celebrado na liturgia.

Os vitrais da Catedral de Vitória, desenvolvidos em linguagem adequada ao tempo atual e em harmonia com os existentes, ouçamos São Bernardo: “como o esplendor do sol atravessa o vidro sem quebrar e penetra na sua solidez com sua impalpável sutileza, assim o Verbo de Deus, luz do Pai, penetra na morada da Virgem e sai de seio intacto”.

Raquel Tonini, membro da Comissão de Arte Sacra da Arquidiocese de Vitória
e Grupo de Reflexão do Setor Espaço Celebrativo da Comissão Litúrgica da CNBB

Paróquias da Arquidiocese de Vitória tiveram que aumentar o número de celebrações para a realização do sacramento da Crisma. Por causa da pandemia a

Na Igreja, o sacramento da Crisma deve ser ministrado por um Bispo, ou por delegação especial, um padre. Com a pandemia do novo coronavírus este sacramento na Arquidiocese de Vitória foi autorizado pelo arcebispo, Dom Dario Campos ser realizado pelos párocos. Os padres ao realizar o sacramento devem observar as normas definidas pelo arcebispo, como uma quantidade menor de crismandos, capacidade máxima da igreja, entre outras orientações.

Paróquias da Arquidiocese de Vitória tiveram que aumentar o número de celebrações para a realização do sacramento da Crisma. Por causa da pandemia a quantidade de crismandos era superior a capacidade de fieis permitidos nas celebrações. Em Afonso Claudio, na paróquia São Sebastião, 300 crismandos foram divididos em quatro celebrações ao longo do mês de outubro e novembro. Na paróquia Nossa Senhora do Perpetuo Socorro, na Praia da Costa, oito celebrações foram programadas para atender os crismandos e seus familiares.

Diversos encontros em preparação ao sacramento da Crisma foram interrompidos para que se evitasse a contaminação pelo novo coronavírus. Na paróquia Santa Rita de Cássia, na Praia do Canto, a catequista Jacqueline Bonadiman, Coordenadora Paroquial da Crisma, destaca como ocorreu essa preparação do sacramento. “Esses meses nós ficamos online, mantivemos a programação pelas redes sociais. Já que a maioria dos encontros já haviam sido presenciais. ”

A catequista destaca que assim que recebeu as orientações do arcebispo sobre a realização dos sacramentos neste período de pandemia, procurou o pároco e em conjunto fizeram um planejamento para os sacramentos. “A capacidade da nossa igreja é de 150 pessoas neste período de pandemia, então foi preciso realizar duas celebrações. Cada crismando teve a oportunidade de levar apenas três convidados para participar deste momento. Fizemos a distribuição de convites”, afirma.

Para que não houvesse o contato das mãos na hora da unção com o óleo ungido, a paróquia fez uso do algodão e higienização a cada crismando. “Nós seguimos todas as recomendações, separamos os bancos, o crismando sentou apenas com o padrinho ou madrinha e a família sentou em outro banco. Todos estavam usando máscaras e na chegada era medida a temperatura e uso do álcool em gel nas mãos”, ressalta Jacqueline Bonadiman.

Encontros de Crisma Online

A Animação Biblico-Catequetica da Arquidiocese de Vitória orientou as coordenações de Catequese no início desta pandemia para a prática da igreja doméstica, uma vez que os encontros presencias foram interrompidos. A coordenação mantém a orientação de vivermos a Catequese com as atitudes da igreja doméstica.

Com o passar dos meses, algumas paróquias da Arquidiocese optaram pela realização de outras iniciativas, como por exemplo, os encontros on-line, uma maneira encontrada para fortalecer a espiritualidade dos crismandos e os manter próximos. Porém, tendo a consciência, que não substituirá a catequese presencial.

Orientações para a realização da Crisma

Dom José Antonio Peruzzo, presidente da Comissão, para a Animação Bíblico-catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em uma sala de vídeo “Catequese em tempos de pandemia”: “Não podemos perder o contato com os catequizandos, temos que nos fazer presentes mesmo que distantes, através de uma mensagem em rede social, de uma carta, de um bilhete, entre outros”. Segundo ele “(…) Catequese não é só um programa regular ao longo de um ano, é catequético o afeto, não existe evangelização sem ternura, aí o seu contato com os catequizandos agora é decisivo (…) a união com os outros fortalece e promove a unidade entre os catequizandos”. É fato que nem todos os catequizandos têm acesso à internet, mas a estes podemos enviar uma carta, um bilhete, fazer uma ligação. Precisamos de alguma maneira mostrar nosso carinho, nosso afeto.

O documento construído pelo Departamento de Pastoral da Arquidiocese de Vitória leva em consideração as Orientações da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil publicadas em 21 de maio, e, também as Recomendações das Comissões de Catequese e Liturgia da Arquidiocese de Vitória está em anexo. 

Mais informações

Comissão para Animação Bíblico-Catequética

(27) 3025-6265 / (27) 99727-2637

e-mail: [email protected]

Saiba mais:

Congresso de Catequese destaca uso dos meios de comunicação e novos caminhos pós-pandemia

“Família e comunidade eclesial: lugar da catequese”

Nota das Comissões de Catequese e Liturgia

O Seminário Nossa Senhora da Penha em 2021 completará 70 anos de existência, de serviço e dedicação à esta Igreja Particular de Vitória do

O Seminário Nossa Senhora da Penha em 2021 completará 70 anos de existência, de serviço e dedicação à esta Igreja Particular de Vitória do Espírito Santo, pelo que agradecemos ao Deus da vida pelo dom da vocação de tantos vocacionados e presbíteros que passaram por nossa casa.

Anualmente, o seminário promove Missões numa das Paróquias da Arquidiocese, com o desejo conhecer ainda mais a realidade das comunidades e do povo, mantendo viva a chama do envio missionário de Cristo.

Este ano, o Seminário Nossa Senhora da Penha, realizará devido a Covid-19 a Missão 2020 em 14 paróquias. Os 42 seminaristas serão divididos em grupos com 03 seminaristas. A missão 2020 acontecerá nos dias 12 e 13 de dezembro e marcará abertura das comemorações dos 70 anos do seminário.

Segundo Pe. Jorge Campos Ramos, Reitor do Seminário Nossa Senhora da Penha, as Paróquias contempladas com as Missões serão escolhidas pelo Presbítero Coordenador da Área Pastoral, “todas as Áreas Pastorais serão contempladas neste Projeto, recebendo grupos de missionários para que, num fim de semana, possam realizar palestras, formações, bem como a promoção vocacional, no território das paróquias escolhidas pelo Coordenador da Área Pastoral, em unidade com os presbíteros que a compõem”.

Assim, os missionários ficarão dispostos da seguinte forma:

Vila Velha: 3 grupos (com 3 seminarista cada totalizando 9 missionários)

Serra-Fundão: 3 grupos (com 3 seminarista cada totalizando 9 missionários)

Cariacica-Viana: 2 grupos (com 3 seminarista cada totalizando 6 missionários)

Benevente: 2 grupos (com 3 seminarista cada totalizando 6 missionários)

Serrana: 2 grupos (com 3 seminarista cada totalizando 6 missionários)

Vitória: 2 grupos (com 3 seminarista cada totalizando 6 missionários)

No CEDOC da Arquidiocese de Vitória são guardados a maior parte do fluxo de documentos, alguns datam de 1821. São 1.000 livros disponíveis dentre

Existem situações que são necessários alguns documentos para comprovação dos sacramentos recebidos. Como é o caso de quando os noivos vão casar que precisam da certidão de batismo ou para conseguir resgatar a história de antepassados ou mesmo requerer dupla cidadania, seja na Itália ou na Alemanha, países dos quais o Estado do Espírito Santo possui imigrantes.

Na Arquidiocese de Vitória existe o Centro de Documentação (CEDOC), um importante instrumento de pesquisa à disposição de quem se interessar ou tiver necessidade. O CEDOC é o espaço destinado ao gerenciamento e armazenamento de documentação.

Nesse espaço são guardados a maior parte do fluxo de documentos da Arquidiocese, alguns datam de 1821. São 1.000 livros disponíveis dentre eles livros de batismo, casamento, crisma, óbitos, visitas pastorais e livros de tombo.

Muitas pessoas procuram o departamento para buscar documentos. Segundo Giovana Valfré, coordenadora do Centro de Documentação, “o maior público são pessoas atrás de documentação para fazer a sua cidadania italiana, depois os documentos para os sacramentos, principalmente quem vai se casar na Igreja e necessita da certidão de batismo, pessoas que serão padrinhos e madrinhas de batismo ou crisma e num número menor as procuram documentos para trabalhos acadêmicos”.

Alunos de diversas faculdades e Universidades procuram o CEDOC porque estão escrevendo dissertação, tese ou TCC sobre diversos assuntos relacionados à Igreja. Por exemplo a história dos negros no Espírito Santo; a construção e arquitetura dos templos religiosos; a histórias das Comunidades Eclesiais de Base, entre outros temas importantes para diversas áreas do conhecimento.

História

Antes da proclamação da República o Estado brasileiro era ligado administrativamente à Igreja Católica. Cabia a ela, por exemplo, o registro de nascimento da população. Por isso, ainda hoje, os batistérios ajudam a contar a história dos registros de nascimento em nosso país.

Até à proclamação da república era função do Estado constituir as paróquias, nomear padres e inclusive remunerá-los. Em contrapartida, cabia a ela por exemplo o registro de nascimento da população e isso acontecia no batismo da criança.

Eles faziam os registros, guardava esses livros, era responsável por elaborar algumas estatísticas para o governo de Portugal. Por isso, ainda hoje os livros de registos de batismos, casamentos e óbitos, ajudam a contar a história do povo capixaba.

Quando os imigrantes italianos deixavam a Itália eram orientados pelos padres para que ficassem unidos na fé e protegessem uns aos outros e que não deixassem de catequisar os filhos do imigrantes. Giovana conta que quando chegaram ao Estado encontraram muita mata e construíram primeiro uma capela dando início a cidade.

“Naquele tempo, as pessoas não abriam as igrejas, os Portugueses, só abriam se tivesse missa, não tendo missa a Igreja ficava fechada. Com a chegada dos italianos essa movimentação, da própria Igreja modifica. A Igreja passa a ser ponto de encontro, era lá que eles sabiam notícias da Itália, notícias de quem morreu, de quem chegou… Era uma ligação entre todos os imigrantes que estavam naquela localidade. Por isso que essa Fé é tão propagada, e ela começa a ficar muito forte no interior por causa dos imigrantes”.

Nesse período, antes da república, não existia cartório no Brasil, só a Igreja registrava a pessoa, por isso batizava até no dia que nascia, porque era o documento da pessoa. Tudo estava ali, nascimento, casamento e óbito.

“Somente em 1912, que foi inaugurado o primeiro cemitério de Vitória, antes disso as pessoas eram enterradas nas Igrejas. As igrejas tinham seus cemitérios, muitas vezes as pessoas eram enterradas dentro da igreja, assim a documentação pertencia à Igreja. Muitos não têm noção que a Igreja é a guardiã dessa documentação. É a única guardiã”, comenta Giovana.

Como fazer para obter um documento?

Se o documento que está procurando seja referente a um sacramento, o primeiro passo é ir na paróquia ao qual foi realizado e procurar na secretaria por essa documentação.

Caso esse documento não seja encontrado na secretaria paroquial, entre em contato com o CEDOC através do telefone, e-mail ou pessoalmente. São necessárias informações como o ano do sacramento e paróquia ao qual foi realizado.

“Depois que solicitado, vamos fazer a busca desses documentos e vamos emitir uma certidão, depois que a certidão é emitida, avisamos a pessoa, e a pessoa vai buscar. Para esses documentos, levamos menos de uma semana”, explica a coordenadora do CEDOC

Caso o documento não seja encontrado nem na secretaria paroquial e nem no CEDOC: “abre-se um processo e é feito uma declaração pelo padre responsável, e caso a pessoa tenha provas, como por exemplo a lembrancinha com a data, assinada pelo Bispo carimbada pela paróquia, vira um documento, e será feito um registo tardio do sacramento que a pessoa recebeu e está à procura do documento. É registrado no CEDOC ou na paróquia que ela foi crismada ou batizada naquela data, então nunca mais ela terá esse problema”, explica Giovana.

Para os documentos referentes a imigração italiana ou outra imigração, que estão nos livros mais antigos, a média é de uns 15 dias para a entrega do documento. Existe também a possibilidade de a própria pessoa ou a família procurarem o documento no arquivo, quando se trata de busca por cidadania.

O Centro de Documentação da Arquidiocese de Vitória, funciona de segunda a sexta das 9 às 12 horas e das 13 às 16 horas. Ligue e agende uma visita: (27) 3025-6275 ou pelo e-mail [email protected].

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Pesquisa no Centro de Documentação na Mitra

Preservação de documentos históricos na Arquidiocese

As entidades ressaltam o fato de Luciana Antonini ter se mudado para Anchieta por se sentir insegura na cidade de Ilhés, na Bahia, onde

A Comissão de Promoção da Dignidade Humana (CPDH), vinculada ao Vicariato de Ação Social, Política e Ecumênica da Arquidiocese de Vitória, e a Cáritas Brasileira Regional Espírito Santo enviaram um ofício à procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Espírito Santo, Luciana Andrade, e ao governador Renato Casagrande requerendo rigor no acompanhamento da investigação sobre a morte da ativista, ambientalista e voluntária da Cáritas, Luciana Antonini, em 17 de outubro, no município de Anchieta.

No documento, as entidades destacam que “a versão por afogamento, veiculada pela imprensa, não pode desconsiderar a possibilidade do óbito se configurar crime de mando, com conotação política, em consequência da atuação de Luciana Antonini na defesa do meio ambiente, ou ainda feminicídio”.

As entidades ressaltam ainda o fato de Luciana Antonini ter se mudado para Anchieta por se sentir insegura na cidade de Ilhéus, na Bahia, onde residia anteriormente.

“A defesa do meio ambiente supõe também a defesa da vida e da dignidade daqueles e daquelas que lutam por um meio ambiente sadio, equilibrado e em harmonia com a sociedade”, destacam a CPDH e a Cáritas.

Seminário Nacional de catequese a serviço da Iniciação à vida cristã

A Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) irá realizar o Seminário Nacional de Catequese a Serviço da Iniciação à Vida Cristã, com o lema “Jesus chamou os que Ele quis, para estarem com Ele e enviá-los a anunciar (cf Mc 3,13-14)”. A iniciativa acontecerá de 04 a 06 de novembro, de forma online, e será transmitida a partir das 20h nas redes sociais da CNBB (@cnbbnacional) e da Catequese do Brasil (@catequesedobrasil).

Segundo o padre Jânison de Sá, assessor da Comissão, a iniciativa busca retomar a reflexão do Documento 107 da Conferência, aprovado pelos bispos em 2017, intitulado “Iniciação à Vida Cristã: itinerário para formar discípulos missionários”. “É necessário retomar toda a discussão e reflexão da Iniciação à Vida Cristã, uma temática tão pertinente e importante para a Ação Evangelizadora e Catequética da nossa Igreja”, explicou.

Ainda de acordo com o padre Jânison, o seminário trará uma abordagem metodológica e, por meio disso, buscará entender os processos históricos e a relação entre o Diretório Geral que culminou com a Catequese Renovada; e o Diretório de 1997 que culmina com o Diretório Nacional de Catequese de 2006. “É importante refletirmos um pouco sobre a nossa história, então veremos do Concílio Vaticano II até os dias atuais e entenderemos o sentido da catequese e da Iniciação à Vida Cristã em diversos períodos”, salientou.

Programação

No dia 04 de novembro será feita uma reflexão do itinerário histórico da reflexão catequética do Concílio Vaticano II aos dias atuais. O convidado para assessorar o momento é o irmão marista Balbino Eduardo Juárez Ramírez, da Guatemala.

No dia 05 haverá a participação de dois painelistas. O primeiro tema a ser discutido será “O Diretório Geral para a Catequese de 1971 à Catequese Renovada de 1983”, pelo padre Luiz Alves de Lima, e o segundo será “O Diretório Geral para a Catequese de 1997 ao Diretório Nacional de Catequese de 1996”, pelo irmão Israel José Nery.

No último dia, 06, haverá outros dois painéis. O primeiro sobre o “Documento de Aparecida à Iniciação à Vida Cristã em 2017”, pela irmã Sueli Cruz, e o segundo sobre o “Documento 107 – Iniciação à Vida Cristã: itinerário para formar discípulos missionários” ao Novo Diretório de Catequese, pelo padre Abimar Oliveira de Moraes, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

Fonte: cnbb.org.br

A Catedral Metropolitana de Vitória terá a partir deste domingo (8), três missas presenciais para atender aos fiéis que tem crescido nas ultimas semanas.

A Catedral Metropolitana de Vitória terá a partir deste domingo (8), três missas presenciais para atender aos fiéis que tem crescido nas ultimas semanas. A novidade é o novo horário de missa às 11 horas. O público poderá participar das missas nos seguintes horários: às 8h,11h ou às 18h. 

Padre Renato Criste, pároco da paróquia Nossa Senhora da Vitória e Cura da Catedral, destaca a importância deste novo horário de missa para atender os fiéis. “O objetivo da nossa Catedral é de que nesse momento difícil de pandemia os fiéis não fiquem sem a comunhão com Deus. Continuaremos a transmissão da missa pelas redes sociais e também através da rádio. Mas, temos percebido o retorno gradativo dos irmãos e irmãs para a Igreja o que nos motiva abrir um novo horário de celebração”, afirma. 

A Catedral Metropolitana de Vitória é o segundo ponto turístico mais visitado do estado do Espírito Santo, e aos finais de semana o número de visitantes tem crescido cada vez mais. O novo horário de missa busca atrair a participação de turistas e moradores que procuram horários alternativos para participar da celebração eucarística aos domingos.

“O Centro da nossa capital é muito visitado aos finais de semana. Principalmente aos domingos. Fizemos uma enquete nas redes sociais e foi expressivo a participação do público para este novo horário de missa. Atraindo assim turistas e moradores de outras regiões”, destaca padre Renato Criste. 

Horários de Missas na Catedral:

Segunda a sexta: 12h e às 18h

Sábado: 18h 

Domingo: 8h, 11h, 18h

Orientações para participar da missa na Catedral:

• O uso de máscaras continua sendo obrigatório.

• Há termômetro para aferir a temperatura dos fiéis que participam das celebrações, bem como distribuição de álcool para higienização das mãos antes da comunhão eucarística e durante toda celebração.

• Os fieis devem ocupar os espaços reservados com o devido distanciamento. É permitido apenas duas pessoas por banco dentro da Catedral. 

• As restrições sanitárias continuam dentro da Catedral Metropolitana, os fiéis não precisam agendar horário, porém a capacidade foi reduzida. Conforme o preenchimento dos assentos, as portas da Igreja são fechadas. 

• Missas pelas Redes Sociais da Catedral (YouTube e Facebook) aos domingos às 8 horas da manhã. 

Onde assistir as Missas:

• Facebook (clique aqui)

• YouTube (clique aqui)

• Instagram (clique aqui)

Catedral Metropolitana: ATENDIMENTO DE CONFISSÕES

Algumas Paróquias têm, aos poucos, retomado as atividades pastorais. Muitos telefonemas chegam a Catedral Metropolitana perguntando acerca do atendimento de confissões. Diante disso, estamos oferecendo aos penitentes e confessores condições seguras para a celebração do Sacramento da Reconciliação.

Os atendimentos irão ocorrer nos seguintes horários:

• Terça e quinta: das 14h às 17h.

• E 1ª sexta-feira do mês: das 14h às 17h. (Para confissão é necessário agendamento na secretaria paroquial)

Mais informações:

(27) 3222-0590 (Secretaria Paroquial)

e-mail: [email protected]

Na estrutura da Igreja Católica o próprio bispo exerce o poder legislativo e o poder executivo, mas pode dividi-los com os Vigários gerais ou

Na hierarquia da Igreja Católica, de acordo com o Código de Direito Canônico (cânon 391), compete ao Bispo diocesano governar a Igreja particular que lhe foi confiada, com poder legislativo, executivo e judicial. O próprio bispo exerce o poder legislativo e o poder executivo, mas pode dividi-los com os Vigários gerais ou episcopais, da mesma forma que o poder judicial pode ser compartilhado com um Vigário judicial e juízes.

Na Arquidiocese de Vitória existem Vigários Gerais, Episcopais, o Judicial e os Paroquiais. Junto de Dom Dario Campos, Arcebispo Metropolitano de Vitória, estão dois Vigários Gerais e para cuidar de assuntos específicos existem outros sete Vigários Episcopais: para a Comunicação; para Ação Evangelizadora; para Assuntos Econômicos e para a Ação Social, Política e Ecumênica. Já entre as 90 paróquias do território arquidiocesano são outros 39 vigários paroquiais que atuam no trabalho pastoral junto aos párocos e administradores paroquiais.

Padre Jorge Campos Ramos é um dos Vigários Gerais da Arquidiocese de Vitória e detalha que um vigário é aquele que exerce uma função em nome de outra pessoa e recebe a investidura do poder de outro e sua missão é sempre colaborar e agregar.

“Existem na Igreja várias modalidades de vigários. O Vigário Geral age na pessoa do bispo. Aqui na Arquidiocese somos dois e agimos em plena comunhão com Dom Dario, nosso trabalho é representá-lo. Como a Arquidiocese tem uma extensão territorial e populacional muito grande, os desafios pastorais são imensos e nosso arcebispo precisa desses colaboradores que vão ajudá-lo no governo da Igreja, além de encaminhar, escutar e resolver os problemas que chegam até ele”.  

Nas paróquias, os vigários – que também são nomeados pelo bispo – atuam junto aos párocos e ambos precisam estar em comunhão com toda Igreja. “O vigário paroquial não trabalha como um subalterno, mas possui todas as responsabilidades para com a evangelização, zelando pela vida pastoral”, explica padre Jorge.

É o caso do padre Rafael Martins que foi nomeado vigário na Paróquia São Pedro, em Muquiçaba, após sua ordenação presbiteral que aconteceu em julho. Ele explica que entende o papel do vigário como um auxílio nas questões pastorais, deixando o que é mais burocrático fica para o pároco resolver. “Na minha paróquia, ajudo a celebrar as missas, atendo as confissões, visito os enfermos e a relação está sendo muito boa com os paroquianos. Ainda mais por eu ser um padre novo. As pessoas também têm curiosidade de conhecer um novo jeito.”

Vigários em paróquias administradas por religiosos

A nomeação de um vigário em paróquias que tem como párocos padres religiosos acontece de forma diferente. Nessas situações o superior da congregação apresenta um nome ao bispo diocesano, que acolhe a indicação e nomeia este padre religioso para determinada paróquia como vigário. Outra questão é que não é obrigatório, mas é aconselhável que o padre religioso resida na paróquia com outros irmãos da congregação, que pode ser padre ou frei, dependendo do estilo de vida daquela comunidade religiosa.

Estrutura dos vigários na Arquidiocese de Vitória

 Vigários Gerais

– Padre Ivo Amorim

– Padre Jorge Campos Ramos

Vigários Episcopais

– Vigário Episcopal para a Comunicação – Padre Anderson Gomes

– Vigários Episcopais para Ação Evangelizadora – Padre Jocemar Rubens Stein, Padre Jorge Campos, Padre Josemar José Francisco Zagoto e Padre Paulo Régis Silvestre.  

– Vigário Episcopal para Assuntos Econômicos – Padre Paulo Régis

– Vigário Episcopal para a Ação Social, Política e Ecumênica – Padre Kelder José Brandão Filgueira

Vigário Judicial – Padre Hiller Stefanon Sezini

Vigários Paroquiais: das 90 paróquias da Arquidiocese de Vitória, 39 tem vigários paroquiais.

Vigários por Área Pastoral:

Vitória: das 14 paróquias, 8 têm vigários.

Cariacica/Viana: das 18 paróquias, 8 têm vigários.

Serra-Fundão: das 18 paróquias, 6 têm vigários.

Benevente: das 10 paróquias, 4 têm vigários.

Serrana: das 8 Paróquias, 3 têm vigários.

Vila Velha: das 18 paróquias, 10 têm vigários.