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Na Arquidiocese de Vitória uma paróquia é dedicada a esse padroeiro e está localizada no distrito de Araguaya, em Marechal Floriano. Também existem uma

O dia dos Santos Arcanjos Miguel, Rafael e Gabriel é comemorado nesta terça-feira (29). A Igreja herdou do antigo testamento a devoção a estes protetores e intercessores dos fiéis no céu. Um dos arcanjos que é fortemente lembrado hoje, pelo encerramento dos 40 dias de quaresma em oração e preparação para a festa, é São Miguel que derrotou o diabo em combate e é considerado o chefe dos anjos, protetor do trono celeste e de todo o povo. O nome Miguel significa “quem como Deus”.

 

Na Arquidiocese de Vitória uma paróquia é dedicada a esse padroeiro e está localizada no distrito de Araguaya, em Marechal Floriano. É uma paróquia recente, criada no dia 14 de dezembro de 2014, mas segundo o pároco padre Josemar Stein, a vila tem uma devoção de mais de 100 anos a São Miguel, e possuía uma capela com uma imagem trazida pelos italianos para o local.

 

A Paróquia tem 18 comunidades com seus conselhos e mais 6 capelas que uma vez por ano são visitadas. São 4 comunidades localizadas em Marechal Floriano e as outras 14 em Alfredo Chaves. Mais de 80% dos fiéis são italianos, e os outros são de origem alemã.

 

Padre Josemar explica que devido a pandemia muitas coisas precisaram ser adaptadas na festa deste ano, mas ele destaca um fato inusitado. Há um mês e meio em suas orações ele pensou em algo que marcasse esse tempo de Covid-19 e daí surgiu a ideia da confecção de um anjo todo em aço escovado, que marca o enfrentamento que a humanidade atravessa nessa pandemia.

 

“Esse anjo foi inaugurado domingo, depois de uma caminhada penitencial de 7 km, em que nós pedimos que cesse esse momento de pandemia. Logo após aconteceu uma missa. Esse monumento tem uma base que representa o mundo com os quatro pontos cardeais; uma coluna que sustenta o anjo e representa o povo de fé; o anjo com suas asas longa representa o Arcanjo Miguel, intercedendo ao poder divino diante da fragilidade humana; a lança é a luta do bem contra o mal e a bola aos pés do anjo representa o coronavírus sendo atacado pelo poder de Deus.

 

O pároco reforça que São Miguel Arcanjo tem uma devoção muito forte no mundo inteiro e a Quaresma de São Miguel tem crescido cada vez mais entre os cristãos. Entre as festividades do padroeiro hoje pela manhã já aconteceu a Santa Missa na Igreja Matriz com unção dos enfermos e as 19:30 será celebrada a missa solene em honra a São Miguel Arcanjo na praça que fica em frente à Igreja matriz.

 

Comunidade São Miguel Arcanjo

 

No bairro Santa Martha, em Vitória, também existe uma comunidade dedicada a São Miguel Arcanjo que foi instituída no ano de 2002 e faz parte da Paróquia São José, de Maruípe. Claudia Patrícia Ribeiro é catequista, coordenadora da equipe de música e coroinhas e esposa do Marcelo que é Coordenador da Comunidade. Ela conta que a comunidade é pequena e se reunia no Centro Comunitário antes de ter a capela.

 

“A nossa festa de são Miguel Arcanjo é celebrada de uma maneira peculiar. Porque São Miguel além dos festejos e da novena tem a quaresma que começa no dia 15 de agosto. Então a nossa comunidade em tempos normais, fora da pandemia, acaba fazendo 50 dias de festa. Começamos com a quaresma e depois fazemos a novena de São Miguel e a festa do padroeiro com a comunidade se reunindo por 50 dias direto sem interrupção”.

 

Mas neste ano tudo precisou ser adaptado e de acordo com Claudia Patrícia ela e sua família realizaram a quaresma de forma virtual, transmitindo pelas redes sociais para que os outros membros da comunidade participassem, pois a igreja permanece fechada por ser bem pequena.

 

A quaresma virtual começou na Assunção de Nossa Senhora e terminou no dia 24 de setembro. Nos dias 25, 26, 27 e 28 realizaram um quaternário e hoje acontece a missa festiva do padroeiro na Igreja matriz de São José com a participação do povo, em lugares marcados e tomando as medidas de higiene necessárias. A transmissão também será feita pelos canais da comunidade: https://www.youtube.com/channel/UC6go13SAOGJLj3Gg9biJAMA, https://www.facebook.com/ComunidadeSaoMiguelArcanjo.ParoquiaSaoJose e https://www.instagram.com/comunidade.sao.miguel.arcanjo/

O Dia dos secretários e secretárias paroquiais é comemorado na próxima quarta-feira, dia 30 de setembro, data em que a Igreja celebra São Jerônimo.

O Dia dos secretários e secretárias paroquiais é comemorado na próxima quarta-feira, dia 30 de setembro, data em que a Igreja celebra São Jerônimo. O santo foi secretário do Papa São Dâmaso e o auxiliou na tradução da Bíblia para o latim.

A função do secretário ou secretária paroquial é primordial na vida da Igreja. Sobretudo, porque eles são responsáveis por auxiliar ao padre no dinamismo pastoral e no funcionamento da paróquia. Dessa maneira, os secretários e secretárias são homens e mulheres de Deus, não só funcionários, mas evangelizadores.

Na secretaria paroquial é percebido o grau de organização de uma comunidade, pois o trabalho precede os conhecimentos da doutrina da Igreja. As secretárias atuam como “cartões de visitas” e muitas vezes são responsáveis pelo primeiro contato com os sacramentos e a vida pastoral. O trabalho dos secretários devem ser o prolongamento do trabalho pastoral, pois, não é simplesmente um trabalho burocrático, mas deve ser alguém que saiba acolher da mesma forma que Cristo acolhe, pois ela é o braço direito do pároco.

Para o secretário Alexandre Vittorazzi da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em Vila Velha, é preciso ter sensibilidade com as necessidades do próximo e escutar as dificuldades do dia a dia. “Através do meu trabalho fui buscando aprimorar ainda mais o conhecimento na área. Fiz diversos cursos, participei de formações dentro deste contexto pastoral. Tive que me preparar para aquilo que me foi oferecido. Ser secretário paroquial é uma honra”, destaca.

Alexandre ressalta que ser secretário é ser o elo entre os fiéis e a paróquia. “Atuar neste papel se revela cada vez mais ser uma verdadeira missão. Direcionamos as atividades de acordo com as demandas. É um trabalho que não pode ser realizado de forma individual, mas em conjunto também com as coordenações pastorais da paróquia”.

A secretária ou o secretário possuem em suas tarefas a hospitalidade, o acolhimento. Exercem o diálogo entre fieis e padre, tornam-se o rosto da comunidade paroquial, sendo evangelizadoras. Devido a pandemia do coronavírus, este ano não será a realizado o encontro com os secretários e secretárias das 90 paróquias que ocorre todos os anos.

A Arquidiocese de Vitória parabeniza e agradece o empenho de todos vocês secretários (as), que diariamente dedicam sua sabedoria em prol de nossa Igreja, e também carrega consigo a Fé e a Sabedoria da Palavra de Deus.

A Igreja Nossa Senhora do Rosário foi construída em 1535 por Vasco Fernandes Coutinho. Ela é um marco na colonização do solo espírito-santense. É

A Igreja Nossa Senhora do Rosário foi construída em 1535 por Vasco Fernandes Coutinho, localizada no Sítio Histórico da Prainha, em Vila Velha, é um registo dos tempos do Descobrimento. Ela é um marco na colonização do solo espírito-santense. É considerada a Igreja mais antiga em funcionamento no país. Tornou-se Paróquia, na segunda metade do século XVII, sendo uma das primeiras Paróquias do Espírito Santo.

Está registrado nos livros do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que a Igreja foi tombada em 24 de julho de 1946, tornando-se Patrimônio Histórico pelo IPHAN. Preserva em sua construção características originais em estilo Barroco.

No decorrer dos anos, a Igreja passou por muitas reformas preservando sempre seu estilo colonial. A reforma mais recente aconteceu em 2015, que durou um ano e foram realizados reparos na estrutura, tratamento do reboco, adaptações de acessibilidade, recuperação de adornos e dos elementos decorativos. O fator mais impactante dessa última reforma foi o resgate histórico das pinturas artísticas, o retorno do coro em estrutura de madeira e a reforma completa no telhado da igreja.

A Paróquia Nossa Senhora do Rosário faz parte da Arquidiocese de Vitória – ES. Sua a administração está sob os cuidados dos frades franciscanos, da Ordem do Frades Menores (OFM). 

Por conta da Pandemia da Covid-19 a Igreja esteve com as portas fechadas sem poder realizar as celebrações e nem receber os visitantes. A partir de hoje (23), a Igreja Matriz, Nossa Senhora do Rosário reabre para a visitação do público. Neste mês de setembro as visitas poderão acontecer de quarta a sexta, das 9h às 17h. A partir do mês de outubro, as visitas serão de segunda a sexta, das 9h às 17h. As missas acontecem todos os domingos, às 8h.

Para a visitação é necessário obedecer aos protocolos sanitários da Organização Mundial da Saúde. Os visitantes deverão fazer uso obrigatório de máscaras, álcool em gel e haverá aferição de temperatura na porta do templo.

“Voltar a celebrar com a presença dos fiéis e abrir as portas para visitação alegra os nossos corações. Mas, diante deste tempo de pandemia, é nosso dever de cristãos assumir o compromisso de amor com o próximo”, destaca o pároco, Frei Djalmo.

A Igrejinha do Rosário é um marco na colonização do estado do Espírito Santo.

Na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, desde o início do mês de setembro as celebrações do batismo voltaram a acontecer.

As paróquias da Arquidiocese de Vitória estão voltando a celebrar os sacramentos após as orientações dadas pelo Arcebispo Metropolitano de Vitória, Dom Dario Campos, no mês de agosto. Na circular divulgada no dia 05, padre Renato Criste – coordenador arquidiocesano de pastoral – ressaltou os desafios na evangelização vividos neste tempo de pandemia e detalhou os encaminhamentos para que aconteça a catequese, batismo de crianças e matrimônio neste período.

Na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, desde o início do mês de setembro as crianças voltaram a ser batizadas. Rossana Abicair é coordenadora da Pastoral do Batismo na paróquia há 5 anos e detalha que não acontecia a realização do sacramento do batismo há cerca de 7 meses. Com as novas orientações começou uma procura muito grande dos paroquianos.

Em vista disso foram abertas as inscrições para o batismo pelo aplicativo da paróquia e em apenas um final de semana foram 90 inscritos. Com a confirmação da inscrição, foram realizadas visitas virtuais nas casas das famílias – que antes da pandemia eram feitas presencialmente pela equipe do batismo.

Os encontros de preparação aconteceram pela internet de 10 em 10 crianças. Após isso, as crianças foram encaminhadas para o batismo em cada sábado do mês de setembro com limite de 7 crianças para cada um dos horários de batismo: 9h, 11h e 15h30. Para controlar o número de pessoas dentro do templo, cada batizando recebeu 20 convites para serem distribuídos aos pais, padrinhos e convidados.

Na entrada da Igreja a equipe de acolhida realiza a medição da temperatura, todos devem usar máscaras no ambiente e os bancos de cada criança foram colocados separados, dando chance de a família escolher se quer sentar perto ou mantendo uma distância. Rossana também explica que apenas um único fotógrafo atua nos batizados e não existe muita movimentação de pessoas. A coordenadora relata os cuidados no rito do batismo.

“O item principal do aconselhamento do arcebispo é que ninguém da pastoral ou o padre encoste na criança e seja apenas o pai, a mãe, o padrinho, madrinha ou quem a família determinar. Então a unção é feita com bolas de algodão. O padre molha no óleo, unge o peitinho da criança e descarta em um recipiente que será incinerado depois.  A água em que a criança é batizada também não é reaproveitada para batizar outra. Assim que o padre a abençoa ela é colocada em jarras e aquela água que foi despejada dentro da pia é descartada na terra posteriormente.”  

De acordo com Rossana a equipe precisou se reinventar neste período de pandemia e mesmo sentindo falta do corpo a corpo, do abraço e do sorriso pessoal, tudo tem funcionado muito bem. As famílias que estão vivenciando o batismo nos últimos dias têm dado retornos positivos. É o caso de Mariana Fassheber, mãe do Leonardo, que foi batizado no último sábado (12).   

A Oficial de Justiça conta que em fevereiro deste ano o filho tinha 6 meses de vida e foi apresentado à comunidade durante uma missa. Este foi um momento muito importante na vida da família em relação a renovação da Fé e da espiritualidade. Desde então ela pegou as informações para a inscrição do batismo. Com o início da pandemia tudo foi suspenso, mas ela e o esposo Rodrigo continuaram acompanhando as missas aos domingos pelas redes sociais e quando foi anunciado que seriam retomados os sacramentos, eles logo se inscreveram para o batismo.

Mariana afirma que mesmo com a família toda morando em Minas Gerais e não podendo ter a presença de pessoas como a avó e seu pai, eles decidiram que era hora de batizar o filho e foram muito acolhidos por toda equipe da Perpétuo Socorro. Eles preencheram a ficha com os dados dos pais, padrinhos e participaram da visita virtual e preparação para o sacramento de forma online.  

“Nesse momento tão sombrio, incerto e nebuloso que a gente está vivendo, em decorrência dessa pandemia que já está durando 6 meses de isolamento, a gente tinha muita vontade que o espírito Santo viesse habitar no nosso filho e ele recebesse Jesus na sua vida. E o batismo foi uma experiência muito gratificante, emocionante e foi um dia de uma felicidade imensa. A organização da paroquia foi impecável e a limitação de convidados e o uso de máscaras obrigatório não tornou a celebração um momento menos especial”.                 

Para que a retomada dos batismos se torne efetiva nas paróquias da Arquidiocese, entre as orientações pastorais está que a preparação e celebração dos sacramentos aconteça com criatividade, simplicidade e adaptação à cada realidade e situação concreta. As celebrações de batismo também podem acontecer fora das missas e com número reduzido de crianças, tomando as medidas de higiene sanitária. 

Desde 2017 a Arquidiocese de Vitória tem uma paróquia dedicada a Santa Teresa de Calcutá, que tem sua Igreja Matriz no bairro Itararé, na

Hoje, 05 de setembro, a Igreja celebra Santa Teresa de Calcutá, fundadora das Missionárias da Caridade e defensora da família e dos pobres. Agnes Gouxha Bojaxhiu – que se tornou madre Teresa de Calcutá – nasceu em 27 de agosto de 1910, em Skopje, Iugoslávia, de pais albaneses. Desde doze anos foi convencida de sua vocação religiosa e atraída por obras missionárias dedicou toda sua vida aos mais necessitados.

 

Desde 2017 a Arquidiocese de Vitória tem uma paróquia dedicada a Santa Teresa de Calcutá, que tem sua Igreja Matriz no bairro Itararé, na capital. São 10 comunidades que pertencem a paróquia localizada em uma região histórica – conhecida como Território do Bem – abrangendo o Morro de São Benedito, Morro do Jaburu, Bairro da Penha, Engenharia e Gurigica.

 

O pároco padre Kelder Brandão explica que Dom Luiz Mancilha Vilela criou essa paróquia após uma visita pastoral em que ficou muito sensibilizado com a região, constatando que era um território de missão devido a grande fragilidade que havia na vida do povo de lá. As Irmãs Missionárias da Caridade – conhecidas como irmãs de Calcutá – já realizavam um trabalho missionário há mais de 30 anos na localidade e por este motivo, Santa Teresa foi escolhida como padroeira da paróquia.

 

“Nós estamos inseridos em uma região que é criminalizada diuturnamente pelo poder público e pela sociedade que olha para essa região como um lugar de bandidos. São recorrentes as ações da polícia aqui no território que são violadoras de direitos dos cidadãos. Constantemente a polícia tem conflito com a comunidade por conta da forma agressiva e truculenta que age. São muitos os desafios que as comunidades enfrentam no dia-a-dia”, ressalta padre Kelder.

 

Ainda segundo a pároco, a comunidade está exposta a violência tanto dos governantes quanto do tráfico que tem uma incidência muito grande na vida das famílias da região e nas comunidades: “Se não todos, mas a maioria dos membros das comunidades, tem familiares envolvidos com o tráfico de drogas. Porque a ausência do poder público e das instituições ao longo da história foi tão grande que deixou um hiato, um vazio que foi ocupado pelo tráfico de drogas. Aqui a gente só colhe todos os dias a violência que é produzida pelo tráfico de drogas com a complacência da sociedade”.

 

Na preparação para a celebração da festa da padroeira, as comunidades da paróquia já realizam há 3 anos uma peregrinação pelas comunidades em uma onzena com as relíquias de primeira grandeza de Santa Teresa de Calcutá – como gotas de sangue e mechas de cabelo – que pertencem as Irmãs Missionárias da Caridade. Padre Kelder ressalta que dessa forma vai existindo uma integração entre as comunidades, diminuindo a tensão e o medo entre os moradores dos bairros vizinho e empoderando as pessoas.

 

Porém neste ano, em função da pandemia, a peregrinação não está acontecendo pelas ruas das comunidades à noite e todas as celebrações dos últimos dias estão sendo realizadas na comunidade matriz com uma comunidade fazendo a motivação litúrgica a cada dia. A missa de encerramento da festa da solenidade será realizada neste domingo (06) às 8h. Tudo está sendo transmitido pelas redes sociais da paróquia: https://www.facebook.com/pcalcuta/ e https://www.instagram.com/pcalcuta/

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De acordo com o pároco, as pessoas também podem participar presencialmente das celebrações na Igreja Matriz seguindo as normas para prevenção do coronavírus – como uso de máscara e higienização das mãos. Duas pessoas ficam nas portas do templo higienizando as mãos de quem chega. Na distribuição da eucaristia as mãos também estão sendo higienizadas e os ministros vão até os fiéis nos bancos. A Igreja comporta cerca de 150 pessoas e a média de pessoas nas celebrações está entre 60 e 80. Na lembrancinha que será entregue aos fiéis após o encerramento das festividades está um kit contendo um vidrinho com álcool e também uma máscara personalizada com a logo da paróquia, ressaltando o cuidado que deve existir neste ano com a preservação da saúde de cada pessoa e também do irmão que está próximo.

Festa da paróquia Bem-aventurado Padre Eustáquio em Concha D’Ostra, Guarapari.

Saúde e paz é quase uma assinatura do Bem-aventurado Padre Eustáquio VonLieshaut, que ficou conhecido simplesmente como Padre Eustáquio e cuja festa é celebrada no dia 30 de agosto.

Na Arquidiocese de Vitória, a paróquia Bem-aventurado Padre Eustáquio, em Concha D’Ostra, Guarapari, Área Pastoral Benevente, também está em festa, pois tem este santo como padroeiro.

Foram 9 dias de novena e neste domingo, 30 de agosto uma carreata a caravana da saúde e paz irá percorrer toda a paróquia com a imagem do Bem-aventurado.

A paróquia foi criada em 30 de agosto de 2016 pelo então arcebispo de Vitória, dom Luiz Mancilha Vilela, que pertence à Congregação dos Sagrados Corações (SSCC), a mesma congregação do Bem-aventurado Padre Eustáquio.

A paróquia foi desmembrada da paróquia Nossa Senhora da Conceição em Guarapari e, é composta por 11 comunidades. O pároco é padre Márcio Ferreira de Souza.

Sobre o Bem-aventurado Padre Eustáquio

Pe. Eustáquio nasceu na Holanda em 1890 de uma família muito religioss onde cultivou sua vocação. Entrou para a Congregação dos Sagrados Corações e foi ordenado padre em 1919. Em sua missão, desde o início, teve como destaque a certeza de que Deus sempre busca curar a pessoa de maneira integral (espiritual e física). Em 1924 foi enviado como missionário para a Espanha e no ano seguinte veio para o Brasil, inicialmente para a diocese de Uberaba em Minas Gerais.

Ficou conhecido nos Estados de Minas e São Paulo por sua fé, simplicidade, oração e por curar as pessoas de suas enfermidades.

Foi transferido de comunidade por diversas vezes porque as pessoas se aglomeravam em busca de milagres por onde o padre passava. Nessas ocasiões foi obediente à Igreja e aos superiores da Congregação e aceitou as transferência com resignação.

Morreu em 30 de agosto de 1943 de tifo em Belo Horizonte.

Em 15 de junho de 2006 foi beatificado em Belo Horizonte pelo Cardeal José Saraiva Martins.

Assista o vídeo de padre Márcio.

De 1º a 8 de setembro de 2020, à Catedral Metropolitana de Vitória celebra a sua padroeira e também o centenário de início da

De 1º a 8 de setembro de 2020, à Catedral Metropolitana de Vitória celebra a sua padroeira e também o centenário de início da sua construção. Com o tema “Senhora da Vitória, tua força queremos pedir”. A Catedral Metropolitana, no Centro de Vitória, terá uma semana repleta de orações, devoção e fé. Por conta da pandemia, os festejos serão realizados também pelas redes sociais para que as pessoas possam acompanhar os momentos devocionais, missas e lives musicais.

Para o padre Renato Criste, pároco e cura da Catedral Metropolitana, esta celebração marca um momento especial na vida da Igreja e de cada fiel que passa pela Catedral, sendo o segundo monumento religioso mais visitado do Espírito Santo. “Nesse ano de 2020 temos duas grandes motivações: à festa da padroeira, mas também o centenário de início das obras de construção da Catedral. Maria nos apresenta as alegrias, o próprio Jesus; para nos motivar ainda mais, e a vivermos essa festa, com uma configuração diferente, mas com a mesma fé. Por isso, pedimos a força de Maria para superar este tempo de pandemia. Toda a programação já está disponível nas redes sociais da Catedral Metropolitana”, destaca.

Para a noite do dia 7 de setembro, seis padres da Arquidiocese de Vitória (Anderson Gomes, Renato Criste, Hadeleon Santana, Fernando Souza, Jacqueson Pimentel, Diego Azevedo), farão uma live homenageando à Catedral Metropolitana pelos seus 100 anos com um show intitulado “Além do Altar”. As tradicionais canções católicas, músicas populares, entre outras surpresas. 

Padre Renato Criste ressalta que a live “Além do altar”, traz uma experiência dos novos areópagos de evangelização. “Como sugere o próprio nome da live “além do altar” padres cantam músicas populares e religiosas numa homenagem aos capixabas e à Catedral, importante monumento seja pelo aspecto religioso quanto pelo aspecto arquitetônico e cultural”.

Nossa Senhora da Vitória

Em 31 de março de 1967, o então prefeito de Vitória, Setembrino Pelissari, decretou como feriado religioso no município o dia 08 de setembro (Lei n° 1.732, de 1967), data em que se comemora o Dia de Nossa Senhora da Vitória. Uma Imagem de Nossa Senhora da Vitória, foi trazida pelos colonizadores portugueses para o Brasil, especialmente para a “Vila do Espírito Santo”, e aqui se tornou a Padroeira da Capital Capixaba. A Senhora da Vitória, além de ter se tornado a padroeira da Cidade de Vitória, também é do Estado do Piauí, de São Luís (MA) e Vitória da Conquista (BA).

A história de devoção à Nossa Senhora da Vitória é uma marca do povo capixaba, que sempre festeja com fervor e alegria a Festa em honra à Padroeira. Em 1958 a então Diocese do Espírito Santo recebeu o título de Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo, título concedido pelo Papa Pio XII, e em seguida originou a criação das Dioceses de Cachoeiro de Itapemirim, São Mateus e anos depois a de Colatina.

Centenário do início das obras 

A Catedral Metropolitana de Vitória começou a ser construída em 1920 e foi concluída em 1970. O projeto inicial era de Paulo Motta (o mesmo que projetou o Parque Moscoso) e foi se modificando com o passar dos anos, tendo recebido colaboração de vários artistas e arquitetos.

Ela ocupou o lugar onde, até 1918, havia uma igreja chamada Igreja de Nossa Senhora da Vitória, que era a Matriz da cidade. Era uma igreja de estilo colonial, que começou a ser edificada em 1551, quando Vitória ainda se chamava Vila Nova, no período do primeiro donatário da capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho.

Com a criação da Diocese do Espírito Santo (1895) e a nomeação do primeiro bispo, Dom João Batista Correia Nery, a igreja recebeu o título de Catedral. Posteriormente, deteriorada e considerada pequena demais para comportar o crescente número de fiéis, foi demolida com o intuito de ser substituída por uma igreja maior, de acordo com o desejo de modernizar a capital do estado.

Símbolo da cidade de Vitória, a Catedral foi tombada pelo Conselho Estadual de Cultura, em maio de 1984. Destaca-se no ambiente por sua imponência e por possuir arquitetura eclética com característica neogótica. Tem como destaque os maravilhosos vitrais de suas paredes.

OITAVÁRIO DE NOSSA SENHORA DA VITÓRIA 2020

100 ANOS DO INÍCIO DA CONSTRUÇÃO DA CATEDRAL METROPOLITANA DE VITÓRIA

Tema: “Senhora da Vitória, tua força queremos pedir”

PROGRAMAÇÃO 

01/09 – TERÇA-FEIRA

12h – Missa

17h30 – Momento devocional

18h – Missa com o Pe. Zaelton Costa

02/09 – QUARTA-FEIRA

12h – Missa  

17h30 – Momento devocional

18h – Missa com o Pe. Diego Azevedo

03/09 – QUINTA-FEIRA

12h – Missa

17h30 – Momento devocional

18h – Missa com o Pe. Jacqueson Pimentel

04/09 – SEXTA-FEIRA

12h – Missa

17h30 – Momento devocional

18h – Missa com o Pe. Marcelo Margon

05/09 – SÁBADO

17h30 – Momento devocional

18h – Missa com o Pe. Hadeleon

20h – Live Show (A confirmar o artista)

06/09 – DOMINGO

8h – Missa  

16h – 2º Encontro Arquidiocesano do Terço dos Homens 

17h30 – Momento devocional 

18h – Missa com Padre Altamiro 

07/09 – SEGUNDA-FEIRA

17h30 – Momento devocional

18h – Missa pela pátria com o Pe. Anderson Gomes 

20h – Live “Para Além do Altar” – Padres Cantam “100 anos de Obras de Arte e Fé”

08/09 – TERÇA-FEIRA

09h – Missa Arquidiocesana Dom Dario Campos e padres da Arquidiocese

11h – Ofício de Nossa Senhora com o Seminário Nossa Senhora da Penha

17h – Missa Solene Paroquial com o Padre Renato Criste 

18h – Procissão com Imagem em Carro Aberto com a imagem de Nossa Senhora da Vitória pelas ruas do Centro de Vitória

A festa de Nossa Senhora da Vitória, padroeira da Arquidiocese e na celebração do centenário de início da construção da Catedral Metropolitana de Vitória,

Na festa de Nossa Senhora da Vitória, padroeira da Arquidiocese e na celebração do centenário de início da construção da Catedral Metropolitana de Vitória, seis padres da arquidiocese irão participar de uma live chamada, “Além do altar”.  É uma iniciativa que tem sua primeira edição.

O evento acontece no dia, 07 de setembro, segunda-feira, às 20h, e terá aproximadamente 3 horas de duração com a participação dos padres: Anderson Gomes, Renato Criste, Hadeleon Santana, Fernando Souza, Jacqueson Pimentel, Diego Azevedo.

Padre Renato Criste ressalta que a live “Além do altar”, traz uma experiência dos novos areópagos de evangelização. “Como sugere o próprio nome da live “além do altar” padres cantam músicas populares e religiosas numa homenagem aos capixabas e à Catedral, importante monumento seja pelo aspecto religioso quanto pelo aspecto arquitetônico e cultural”.

Além dos atos de generosidade, a ideia é trabalhar a música como um instrumento de reflexão e mensagem de fé e esperança, do acalento aos corações e da evangelização das pessoas neste momento de adversidades que o mundo atravessa, ao reforçar a missão cristã de seguir os ensinamentos de Jesus. Uma inspiração para vencer os desafios do presente e do futuro.

Live: Além do Altar

Data: 07 de setembro

Horário: 20h

Local: Canal do youtube da Catedral Metropolitana de Vitória