Notícias da Arquidiocese

A capital do Espírito Santo é um arquipélago com 33 ilhas e uma parte continental. Conhecida como Ilha do Mel, Cidade Sol e Cidade

A capital do Espírito Santo é um arquipélago com 33 ilhas e uma parte continental. Conhecida como Ilha do Mel, Cidade Sol e Cidade Presépio, Vitória é o centro da Região Metropolitana e abriga a sede administrativa do Governo Estadual, bem como os poderes Legislativo e Judiciário.

Cidade conhecida pelas suas belezas naturais e pela boa qualidade de vida, vitória é destino turístico de milhares pessoas todos os anos. Espremida entre o mar e a montanha, a parte central do município conta com um porto para navios, fato que torna a cidade ainda mais singular, pois existem poucas localidades no mundo onde navios fazem manobras dentro da área urbana.

A história civil e a história religiosa de Vitória estão intrinsicamente ligadas, pois o município foi um dos primeiros locais onde chegaram e se instalaram muitos missionários católicos que aportaram no estado.

Para se ter uma ideia, um dos monumentos mais importantes do Espírito Santo, o Palácio Anchieta, sede do Governo Estadual, hoje leva esse nome em homenagem ao Apóstolo do Brasil (1534-1597), um missionário católico.

Mas, antes de se tornar um prédio do poder público, o palácio foi uma escola e levava o nome de Colégio São Tiago. A obra começada em 1551 pelo Pe. Afonso Brás s.j. (1524-1610) serviu durante muitos anos como um prédio escolar.

Outro marco histórico-religioso da cidade de Vitória é o Convento de São Francisco. Segundo o Pe. Adwalter Carnielli, “Vasco Fernandes Coutinho Filho, segundo Governador da Capitania, em 1587 convidou os Frades Franciscanos a se instalarem em Vitória e doou-lhes, nesse mesmo ano, um terreno coberto de mata virgem situado na parte alta da então Vila de Vitória, para construírem o convento”. (CARNIELLI, 2006, p. 116)

Hoje o local é um centro de visitação e está no roteiro da Secretaria de Cultura da prefeitura. O prédio, parte dele em ruínas conservadas, abriga alguns departamentos da Cúria Metropolitana de Vitória.

Outra arquitetura histórica que não se pode deixar de citar é a primeira igreja construída na ilha, trata-se da Capela Santa Luzia. Erguida na Cidade Alta, ela data de 1551. Essa obra é tão importante para a história de Vitória que em 1946 ela foi tombada pelo Instituto do Patrimônio histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

No século XVIII, mais precisamente no ano de 1707, começa a construção da igreja de São Gonçalo, uma das referências histórico religiosas que nos dias de hoje muito procurada para celebração de casamentos. Segundo Carnielli, originalmente o nome da igreja não era esse, mas “Igreja de Nossa Senhora do Amparo e da Boa Morte” (CARNIELLI, 2006, p. 167).

História mais recente

A chegada dos padres Pavonianos em Vitória também é um marco na história religiosa e social da cidade. Eles, além de assumirem a paróquia da Vila Rubim e posteriormente a paróquia de Santo Antônio, onde está situada a única Basílica da Arquidiocese, foram responsáveis pela fundação da livraria Âncora, primeira livraria católica da cidade (1958). 

Por falar em Vila Rubim, naquela religião destaca-se a Paróquia de São Pedro, com 94 anos de existência, ela foi a segunda paróquia a ser fundada na Arquidiocese e é “marcada pelo dinamismo histórico antes e pós Concílio Vaticano II”, diz Pe Roberto Camilato.

É também na Vila Rubim que está instalada a Santa Casa de Misericórdia, hospital que foi referência no atendimento aos mais pobres de toda a Grande Vitória. Conhecida também pelo bom atendimento, a Santa Casa era gerenciada por uma congregação religiosa, as Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo.

Como pode-se perceber a presença da Igreja é muito forte na vida da cidade desde a sua fundação, por isso é possível afirmar que a história civil e a religiosa se confundem e se completam. Além do que já foi exposto nessa matéria, existem várias outras arquiteturas e ações que marcam a presença da Igreja na formação da sociedade e da capital do ES, inclusive nas atividades seculares como em inaugurações importantes, tais como a presença de Dom João Batista da Mota e Albuquerque na reinauguração do teatro Carlos Gomes e na inauguração da iluminação pública da praça Costa Pereira, entre outras.

Para você que quer conhecer melhor o município em questão vai aí uma sugestão: comece pelo Centro da Cidade, onde estão todas as arquiteturas citadas acima e o famoso Parque Moscoso, espaço que marcou a infância de muita gente da Região Metropolitana da Grande Vitória (RMGV).

Mas, e a Catedral de Vitória? Ela é um dos monumentos mais conhecidos do estado e por isso encerramos com uma fala do Arcebispo Emérito, Dom Luiz Mancilha Vilela, sobre ela:

A Catedral de Vitória do Espírito Santo é um belo hino de louvor a Deus, presidido pela Mãe da Igreja, a Senhora da Vitória!

Ao entrar neste Templo abra seus olhos de fé… seu bondoso coração! (VILELA, Dom, 2011, p. 09)

O movimento do Terço dos Homens, vai realizar no próximo dia 06 de setembro, o 2º Encontro Arquidiocesano do Terço dos Homens, que terá

O movimento do Terço dos Homens, vai realizar no próximo dia 06 de setembro, às 16h, o 2º Encontro Arquidiocesano do Terço dos Homens, que terá como tema: “Senhora da Vitória, tua força queremos pedir”. O evento vai acontecer dentro da programação das festividades da padroeira da Arquidiocese e do município de Vitória, Nossa Senhora da Vitória (de 1° a 08 de setembro) e será realizado na Catedral Metropolitana de Vitória.

O Terço dos Homens é um movimento de oração presente em várias paróquias e comunidades. Meditando os mistérios da vida, paixão, morte e ressurreição de Jesus, milhares de homens se reúnem semanalmente para rezar pedindo a intercessão de Nossa Senhora. Uma vez por ano, os grupos do Terço dos Homens de vários locais do Estado se encontram, no Convento da Penha, Casa da Mãe das Alegrias, para celebrar e rezar o Santo Terço, este é o Encontro Estadual, que já este ano esteve em sua 6ª edição, no entanto, apesar do movimento ser crescente em toda a Arquidiocese de Vitória, ainda faltava um evento com a dimensão exclusivamente arquidiocesana. Por isso, agora o primeiro Encontro Arquidiocesano de Vitória.

O tema do Encontro está relacionado com com o hino à Nossa Senhora da Vitória. Neste tempo de pandemia, os fieis recorrem a proteção materna da Mãe de Deus para superar as tribulações da vida.

Leia mais sobre o Terço dos Homens:

Dentro dos carros, homens participam do 7º Encontro Estadual do Terço dos Homens

Homens que rezam

Aqui na arquidiocese de Vitória algumas iniciativas acontecem, como é o caso do Grupo Fraternidade e Vida, que reúne cristãos da Igreja Nossa Senhora

O Papa Francisco em 2016 junto com os líderes das Igrejas do Oriente, convocou para um Tempo da Criação de 01 de setembro a 04 de outubro. O motivo pelo qual esse tempo se inicia no dia primeiro de setembro é por causa do início do tempo litúrgico nas Igrejas Ortodóxas. Esse dia passou a ser o dia Internacional de Oração pelo Cuidado da Casa Comum. Papa Francisco escreveu uma mensagem para o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação 2020.

Acesse: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-09/papa-francisco-dia-mundial-oracao-criacao-pandemia.html

Aqui na arquidiocese de Vitória algumas iniciativas acontecem, como é o caso do Grupo Fraternidade e Vida, que reúne cristãos da Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, lançou a campanha Lixo que vira Pão (#LixoQueViraPão), para promover a separação do lixo e a reciclagem entre os cidadãos, apoiando os catadores de resíduos da Grande Vitória. Se faz necessário conscientizar a população para que ela enxergue o catador como seu irmão e ofereça a ele um lixo limpo, que ele poderá vender, se alimentar e ter uma vida digna.

“Esse é um tempo especial, um tempo ecumênico, onde cristãos de todo o mundo estarão agradecendo pelo dom da criação, pela mãe terra, o que o Papa Francisco chama de Casa Comum. Esse ano a Fraternidade e Vida resolveu escolher o tema o lixo que vira pão”, explicou Zezé Roque, uma das organizadoras da campanha.

Participar de grupos como esse, é nos dias de hoje, realizar o milagre na vida de quem precisa. O lixo será transformado em pão para quem necessita. Pode-se afirma que o lixo vira pão. A orientação do grupo é que as pessoas possam separar corretamente o seu lixo seco e úmido, entregando resíduos limpos para os catadores.

“O nosso lixo tem muitos recicláveis, muitas coisas que podem servir de matéria prima. Se cuidarmos do nosso lixo direitinho, separando, limpando e entregando ao catador, o milagre do lixo virar pão pode acontecer”, completou Zezé Roque.

Como participar?

1.  Grave um vídeo como e porque faz a sepração em casa e publique em suas redes sociais com a hashtags #TempodaCriação e #LixoQueViraPão. Os vídeos também podem ser enviados a cnta da organizadora do grupo no Facebook, Zezé Roque https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10217626008348956&id=1441133585&sfnsn=wiwspmo&extid=ocTBVTOOYdkOvJdM

2.  Acompanhe a campanha nas redes sociais promovendo e compartilhando os vídeos publicados. No dia 2 de setembro, será lançado o vídeo de testemunho do Frei Paulo, guardião do Convento da Penha.

3.  Separe o seu lixo seco e leve para o caminhão da campanha que estará recolhendo os recicláveis, todos os sábados (5, 12, 19, 26 de setembro e 3 de outubro), das 10 às 12 horas, na orla da Praia da Costa, em frente à Avenida Champagnat. Caso não possa levar, entregue o lixo seco a um catador que trabalhe no seu bairro ou leve aos postos de coleta das prefeituras.

Veja também:

Morte de pe. Flávio Leonardo Campos, Redentorista.

O corpo de padre Flávio Leonardo Campos, Redentorista C.Ss.R foi encontrado sem vida na manhã de hoje, segunda-feira, na Casa dos Redentoristas em Belo Horizonte (MG), onde morava. Padre Flávio tinha 44 anos e a causa da morte foi um infarto.

As exéquias e o sepultamento acontecem amanhã, 1º de setembro às 9h.

Padre Flávio era atualmente Secretário de Administração da Província dos Redentoristas do RJ, MG e ES e vigário paroquial na igreja São José. Atuou na Arquidiocese de Vitória de 2004 a 2009 onde foi vigário paroquial e pároco na paróquia Sagrada Família em Nova Rosa da Penha, Cariacica.

Por aqui deixou saudade e a lembrança de sua disponibilidade, simplicidade e carinho para com os fiéis.

A Arquidiocese de Vitória une-se neste momento aos padres Redentoristas, aos familiares e amigos de pe. Flávio e reza com fé para que Deus o acolha em seu Reino.

“O dom gratuito de Deus é a vida eterna em Jesus Cristo” Rm 6, 23.

A Oficina de Oração e Vida tem reuniões semanais, com duração de 2 horas e por 15 semanas. Os participantes aprendem a cada encontro

Finalizando o mês vocacional e o destaque para o papel dos leigos na Igreja, o assunto de hoje são as Oficinas de Oração e Vida (Talleres de Oración y Vida – TOV), um serviço conduzido por leigos com o objetivo de fortificar a Fé e ensinar as pessoas a rezarem. As oficinas surgiram no ano de 1986 fundadas por frei Ignacio Larrañaga, que tinha o desejo de implantar o Deus vivo no coração da sociedade, principalmente nas pessoas que sinceramente buscam a Deus.

Quando é implantada em uma paróquia ou comunidade, a Oficina de Oração e Vida tem reuniões semanais, com duração de 2 horas e por 15 semanas. Os participantes aprendem a cada encontro uma modalidade de oração. A limitação é de 25 pessoas. Como em uma oficina, onde trabalhando se aprende a trabalhar, os oficinistas aprendem a orar orando, de maneira ordenada, variada e progressiva, desde os primeiros passos até às profundidades da contemplação.

De acordo com Wanderley Nogueira – Representante da Oficina de Oração e Vida na Comissão para o Laicato da Arquidiocese de Vitória, o serviço não tem sede fixa e quando vão oferecer a oficina de oração em uma paróquia, eles procuram o pároco e em comum acordo com ele organizam as reuniões:

“Atuamos em diversas paróquias. Temos os grupos de pessoas que fazem esse trabalho mais ou menos por paróquia, mas não é necessariamente paroquial. De acordo com as demandas que nós temos, vamos levando nosso trabalho e sempre de acordo com o sacerdote responsável pela paróquia. Por exemplo, para poder chegar nas paróquias da Grande Vitória e de outras próximas, fomos ao senhor Arcebispo pedir permissão para prestar esse serviço e assim nós estamos sempre ligados diretamente a Arquidiocese”.

Na estrutura de cada reunião acontece uma abertura onde é explicado o objetivo daquela semana; acontece a leitura de uma palavra que vai dar início ao tema do dia e na sequência é lida uma mensagem do frei Ignacio em relação ao tema daquele dia. “Se na primeira reunião nós vamos falar sobre o ‘amor do pai’, todos os assuntos serão relacionados ao amor do pai. Então tem uma mensagem em relação a isso, tem a modalidade de oração que vamos praticar naquela reunião relacionada a esse tema e nos preparamos para que durante a semana os oficinistas possam repetir aquela modalidade durante os 7 dias seguintes”, explica Wanderley.

Todas as pessoas que fazem uma Oficina de Oração e Vida assumem o compromisso de separar meia hora de cada dia da semana para praticar a modalidade de oração ensinada na reunião. Como por exemplo, se praticarem a modalidade de oração escrita a pessoa será ensinada a fazer essa oração escrita, vai repetir durante esses 7 dias em sua casa durante meia hora, mas também praticando outras formas como leitura da palavra e meditação.

Wanderley destaca que o grande objetivo das oficinas é ensinar as pessoas a abrirem um relacionamento mais íntimo com Deus: “a importância está relacionada com a prática da oração e a maneira como é feita, pois muitas vezes a gente fala da oração nas formas já feitas como Pai Nosso, Ave Maria, Salve Rainha e a maioria das pessoas fica restrita a isso. O que a gente procura levar é um momento mais intenso de oração onde a pessoa é orientada e instruída a fazer uma conexão com maior profundidade entre ele e Deus. Nós não somos contra a oração comunitária, o que a gente procura reforçar é essa ação individual”.  

A Oficina de Oração e Vida teve seu estatuto aprovado integralmente em 2002 pela Santa Sé. O arquivo original encontra-se depositado nos arquivos do Dicastério do Conselho Pontifício para Leigos, no Vaticano, em Roma. Milhões de pessoas já passaram por suas sessões de formação nos cinco continentes do mundo.

A missão da RCC é “evangelizar com renovado ardor missionário, a partir da experiência do batismo no Espírito Santo, para fazer discípulos de Nosso

A Igreja, ao longo de sua história, tem presenciado o surgimento de muitos despertares e movimentos de renovação que trazem à tona novamente, a vitalidade pentecostal da Igreja.

Os precursores da RCC no Brasil foram os padres Haroldo Joseph Rahm e Eduardo Dougherty, na década de 70. Em geral, pois, pode-se dizer que os grupos de oração surgidos em inúmeras cidades do Brasil tiveram sua origem seja nas Experiências de Oração no Espírito Santo do Pe. Haroldo Rahm, SJ, seja nos retiros dados pelos padres Eduardo Dougherty, SJ e George Kosicki, CSB.

Segundo a coordenação da Renovação Carismática na Arquidiocese de Vitória, “o Vaticano II foi um verdadeiro Pentecostes como o mesmo João XXIII havia desejado e ardentemente pedido e, embora a dimensão carismática jamais deixasse de existir na realidade e na consciência eclesial, sobretudo na Lumen Gentium, em seu primeiro capítulo, o Vaticano II torna manifesta esta realidade não como algo secundário, mas como fundamental. Segundo este documento a Igreja é intrinsecamente carismática”.

Missão e Visão

A missão da RCC é “evangelizar com renovado ardor missionário, a partir da experiência do batismo no Espírito Santo, para fazer discípulos de Nosso Senhor Jesus Cristo” e a visão aponta para “tornar o Espírito Santo mais conhecido, amado e adorado, difundindo a espiritualidade a cultura de Pentecostes a partir do Grupo de Oração.

A RCC na Arquidiocese de Vitória

A base do movimento são os grupos de oração, ou seja, reuniões para louvor, adoração a Deus e pregações que acontecem nas comunidades.

Hoje existem cerca de 225 grupos de oração no Espírito Santo. Eles estão ligados a uma coordenação diocesana que é acompanhada pela RCC-ES. Já a coordenação do movimento no Estado é feita pelo Conselho da RCC-ES e todos os Estados são gerenciados por uma coordenação nacional, que é a RCCBRASIL. Ela age em unidade com o ICCRS (Serviços para a Renovação Carismática Católica Internacional).

Carismas

A coordenação da RCC na arquidiocese afirma que “os carismas são diversos (cf. 1Cor 12, 1.4-11), todos são dados pelo Espírito Santo para cada um e devem ser usados para edificação da comunidade. ‘Carismas são graças especiais que significam favor, dom gratuito, benefício; ordenam-se à graça santificante e têm como meta o bem comum da Igreja, acham-se a serviço da caridade, edificando a Igreja’ (Catecismo da Igreja Católica nº2003)”.

Mais conhecido como Mãe Rainha, o Movimento Apostólico de Schoenstatt foi fundado na Alemanha em 18 de outubro de 1914 pelo padre José Kentenich

Mais conhecido como Mãe Rainha, o Movimento Apostólico de Schoenstatt foi fundado na Alemanha em 18 de outubro de 1914 pelo padre José Kentenich e tem como centro a Aliança de Amor dos membros com Mãe de Deus. Acredita-se que por meio dessa união com Nossa Senhora é possível alcançar de maneira mais consciente o compromisso assumido no batismo e o caminho da santidade.

A Mãe Rainha é celebrada todo dia 18 de cada mês e para comemorar a data geralmente é celebrada a Santa Missa nas paróquias em que o movimento está presente. Nos santuários dedicados à Virgem é colocado diante do altar o Livro da Aliança, nele estão os nomes e as assinaturas dos que celebraram essa união de amor.

No mundo todo existem mais de 200 santuários dedicados à Mãe de Schoenstatt. No Brasil são 23 e o de Atibaia/SP é a referência para o movimento instalado aqui na Arquidiocese de Vitória e demais dioceses do estado do Espírito Santo.

O Movimento Apostólico de Schoenstatt (Mãe Rainha), chegou ao Espírito Santo em 1986, quando a família da senhora Amábile veio do Paraná e, com autorização das irmãs daquela localidade e de Dom Silvestre Luís Scandian, então Arcebispo de Vitória, trouxe para Vila Velha a primeira capela – entronizada no Santuário do Divino Espírito Santo. Hoje o movimento conta com 92 grupos em Vila Velha, 23 na Serra, 145 grupos em Vitória e 10 em Cariacica, relata Luciana Barcelos, representante do movimento na Comissão do Laicato da Arquidiocese.

Segundo Luciana, cada grupo é coordenado por um missionário que tem outras 29 famílias com dias fixos para receberem a capela com a imagem em suas casas. Quando a capela chega numa das residências é feita uma oração de recepção e são rezadas 3 aves marias, depois disso a família anfitriã é convidada a rezar durante o tempo em que imagem ficar com eles.

Para Marinalva Herédia Brocco, “ser missionária com a Mãe Rainha é ter a certeza de que através de Maria encontraremos a presença de Deus, que nos conduz a propagar a fé aos nossos irmãos em Jesus Cristo a exemplo de Maria nossa Mãe, que nos educa pela oração a sermos Amor, dedicação e a sermos perseverantes em nossa caminhada como verdadeiros cristãos”.

A pessoa encarregada por levar a imagem para a próxima casa é sempre a que a recebeu no dia anterior e assim sucessivamente até completar o ciclo de 30 dias. Desta maneira o ícone visita cada casa 12 vezes durante o ano, ou seja, uma vez por mês.

Saiba onde encontrar um grupo:

Serra

Paróquia Epifania do Senhor aos Reis Magos – Nova Almeida – 3 capelas;

Paróquia Santa Luzia – Jacaraípe – 2 capelas;

Paróquia São Pedro – Jacaraípe – 3 capelas;

Paróquia São Paulo Apóstolo – Porto Canoa – 8 capelas;

Paróquia São José Operário – Carapina – 9 capelas;

Paróquia São José de Anchieta – Bairro José de Anchieta – 3 capelas.

Vitória

Paróquia Santa Rita – 20 capelas para Famílias e 01 para Enfermos; 

Paróquia São Francisco – 41 capelas;

Paróquia Sagrada Família – 19 capelas para Famílias e 01 adolescentes; 

Paróquia São Camilo de Lellis – 14 capelas;

Paróquia Santa Luzia – 03 capelas;

Paróquia São José – 27 capelas para Famílias e 01 para Enfermos; 

Paróquia São Pedro – 14 capelas;

Paróquia Nossa Senhora da Vitória – 01 capelas.

Cariacica

Paróquia Santa Maria Goretti – 10 capelas.

Vila Velha

Paróquia Nossa Senhora Aparecida – 04 capelas;

Paróquia Nossa Senhora de Nazaré – 04 capelas;

Paróquia Nossa Senhora das Graças – 02 capelas;

Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes – 10 capelas;

Paróquia Nossa Senhora do Rosário – 08 capelas;

Paróquia Nossa Senhora da Glória – 03 capelas;

Paróquia São Lucas – 4 capelas;

Paróquia São Francisco de Assis – 18 capelas;

Paróquia Bom Pastor – 6 capelas;

Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – 13 capelas;

Paróquia Santa Rita de Cassia – 06 capelas;

Paróquia Santo Antônio de Sant´Ana Galvão – 03 Capelas

Paróquia São João Paulo II – 08 capelas;

Paróquia Santa Mãe de Deus – 03 capelas.

A oração como apostolado, missão do Apostolado da Oração.

O Apostolado de Oração é um dos Movimentos que compõem a Comissão do Laicato da Arquidiocese de Vitória. Ao término desta semana dedicada aos leigos vamos conhecer quem são, o que fazem e qual a espiritualidades deste Movimento.

O Apostolado teve sua origem no Seminário dos padres jesuítas em 1844, na França. A inspiração foi de pe. Gautrelet e obteve de imediato a adesão dos seminaristas que entenderam ser possível ajudar os evangelizadores com a oração diária. Ao grupo que assumiu esse compromisso foi dado o nome de Apostolado de oração.

Atualização

Em 2016, o Papa Francisco nomeou o pe. Frédéric Fornos, jesuíta como Diretor Internacional do Apostolado da Oração e pediu uma revisão do estatuto para atualizá-lo aos novos tempos que aprovou em 2018 constituindo o Apostolado de Oração como a Rede Mundial de Oração do Papa.

No Brasil

O primeiro grupo fundado no Brasil também foi obra dos padres jesuítas que criaram o primeiro grupo em 1867 em Recife. A partir daí os grupos se espalharam e multiplicaram pelo país e hoje são coordenados pelo Diretor Nacional, pe. Eliomar Ribeiro de Souza.

Na Arquidiocese de Vitória

O Apostolado de Oração chegou ao Espírito Santo em 1897, quando o Estado ainda era uma única diocese. Com a criação das dioceses sufragâneas e elevação da Diocese do Espírito Santo a Arquidiocese de Vitória, os grupos de Apostolado se reorganizaram e estruturaram por diocese.

O Diretor Espiritual Arquidiocesano é pe. Jones dos Santos Teixeira, que trabalha juntamente com os Coordenadores da Comissão Arquidiocesana e Vice-Coordenadores de cada uma das seis Áreas Pastorais.

Nas seis Áreas existem 168 grupo de Apostolado da Oração e mais de 7 mil membros.

Compromisso

·     Ter a oração como forma de apostolado.

·     Participar da reunião mensal que acontece no último domingo do mês ou na primeira sexta-feira, após a missa.

·     Rezar com e pelas intenções mensais do Papa.

As informações são de Cleiton Aparecido Ferreira da Silva, representante arquidiocesano do Apostolado da Oração.