Notícias da Arquidiocese

A pergunta é muito sugestiva e pode causar curiosidade em muitas pessoas. De forma objetiva é preciso ressaltar que o ministério episcopal não acontece

A pergunta é muito sugestiva e pode causar curiosidade em muitas pessoas. Afinal, como um padre pode ser eleito ao Episcopado algum dia? A dúvida começa a ser respondida de acordo com o cânon 378 do Código de Direito Canônico, que destaca os requerimentos para desempenhar o ofício: é preciso ter fé firme, bons costumes, piedade, zelo das almas, sabedoria, prudência e ser eminente em virtudes humanas e dotado das demais qualidades; gozar de boa reputação; ter ao menos, trinta e cinco anos de idade; ter sido ordenado presbítero pelo menos há cinco anos e ter adquirido o grau de doutor ou ao menos a licenciatura em sagrada Escritura, teologia ou direito canônico, em um instituto de estudos superiores aprovado pela Sé Apostólica, ou ao menos ser verdadeiramente perito nestas disciplinas.

Segundo Dom Geraldo Lyrio Rocha, nomeado bispo pela primeira vez há 36 anos, sendo auxiliar de Dom Silvestre na Arquidiocese de Vitória, essa pergunta tem uma resposta complexa: “O ministério episcopal não é por escolha do candidato. Ninguém se candidata ao episcopado. É um chamado da Igreja. Então entre os presbíteros, alguns serão chamados para exercer o ministério episcopal sendo colocados à frente de uma porção do povo de Deus que constitui uma diocese”.

Dom Geraldo, que também foi o primeiro Bispo da Diocese de Colatina, o primeiro Arcebispo da Arquidiocese de Vitória da Conquista, na Bahia e o Arcebispo da Arquidiocese de Mariana, em Minas Gerais – uma das mais antigas do Brasil, conta que seu sonho sempre foi ser padre e ficar à frente dos fiéis, exercendo seu ministério em uma paróquia e realizando o serviço pastoral. Cumpriu por 17 anos esse desejo até ser escolhido pelo papa João Paulo II para o ministério episcopal.

Em relação a hierarquia, ele explica que um bispo não deixa de ser padre. Ele se torna um sucessor dos Apóstolos pela ordenação episcopal. Um novo bispo é inserido em um Colégio Apostólico que tinha Pedro à sua frente. Hoje os bispos sucedem os apóstolos e tem à sua frente o sucesso de Pedro, que é o Papa.

Diferente da formação para ser um sacerdote, para tornar-se bispo não existe um curso de preparação. O bispo é um padre que é escolhido para esta missão. O processo é conduzido pela Nunciatura Apostólica a qual recebe a indicação de candidatos para ocupar as sedes que estão vagas. A nunciatura faz uma grande consulta a respeito do candidato de forma sigilosa e cabe ao Núncio escolher entre aqueles que foram indicados, os componentes que irão para uma lista tríplice que será encaminhada à Roma, acompanhada de um dossiê sobre cada um dos candidatos.

Esta lista tríplice é levada a Congregação para os Bispos – que é um organismo da Santa Sé – e ali é colocada uma ordem entre os candidatos em primeiro, segundo e terceiro lugar com as justificativas. Esta lista é levada ao Papa e é apresentado o dossiê de cada um dos candidatos. O Papa diante dessas informações que recebe, coloca à frente do nome do escolhido a sua assinatura.

“Então é uma escolha pessoal do Papa que tem essa missão de indicar e nomear os bispos para as diversas situações em toda Igreja. Depois que o Papa nomeia é que o candidato vai ser consultado. Então a Nunciatura vai dizer ao candidato que ele foi escolhido e perguntar se ele aceita. Essa resposta deve ser dada por escrito”, detalha Dom Geraldo.   

Entre os desafios de ser um bispo, o Arcebispo Emérito destaca o pastoreio neste momento atual que vivemos de mudança de época e que atinge sobretudo os valores. Ele ressalta que há uma desorientação sobre o que é certo e o que é errado, mudanças de compreensão dos valores da família, da religião e até mesmo da compreensão de Deus. Já entre as maiores alegrias, para ele está a de ordenar um novo padre. Ele também ressalta a convivência com os irmãos bispos, padres e o acompanhamento das comunidades e dos leigos os quais assumem seu papel no mundo e descobrem cada vez mais o sentido da Fé e da presença de Jesus Cristo em suas vidas. 

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)

Cada país possui a sua congregação de bispos que não é um sindicato ou associação de classe. É um espaço de troca de experiências, harmonia das ações, propostas comuns para dar uma unidade a missão à Igreja dentro de um território nacional. O Brasil possui a maior conferência episcopal do Mundo: são 481 bispos, sendo 169 eméritos e 312 na ativa, segundo dados atualizados até dezembro de 2019. Cada conferência tem seu estatuto próprio e no caso da CNBB, o estatuto prevê a eleição da presidência a cada 4 anos. Anualmente, este presidente se encontra com o Papa e apresenta um relatório sobre a ação da Igreja no País. Dom Geraldo Lyrio Rocha foi presidente da CNBB de 2007 a 2011.   

Bispo e Bispo Auxiliar

Aquele que está à frente com a responsabilidade de conduzir a Igreja particular é o Bispo Diocesano. No nosso caso, como Vitória é uma Arquidiocese, ela tem um Arcebispo Metropolitano. Ele é o pastor dessa porção do povo de Deus que constitui a Igreja Particular de Vitória. Dadas as dimensões de uma Arquidiocese, o Bispo pode ter um auxiliar para colaborar com ele no pastoreio e assim o solicita quando necessário. 

Para além do altar, os padres possuem uma vida agitada e corriqueira. São muitos os atendimentos, confissões, orientação espiritual, visitas aos enfermos, celebram missas,

Para além do altar, os padres possuem uma vida agitada e corriqueira. São muitos os atendimentos, confissões, orientação espiritual, visitas aos enfermos, celebram missas, administram paróquias e levam a evangelização a tantos lugares. Porém, para exercerem este serviço do Amor a qual são chamados, o corpo e a mente precisam estar bem. Santo Agostinho descreve que a vocação sacerdotal é um serviço de amor (amoris officium) porque é um serviço de pastor, é gastar a vida no cuidado pelo fieis, pelo povo de Deus.

O Cura da Catedral Metropolitana de Vitória, padre Renato Criste, destaca que busca viver o seu ministério sacerdotal de modo que isso lhe torne também cada vez mais pessoa e mais humano. “ O Ministério ele tem que me humanizar, e ao mesmo tempo divinizar. Sendo assim eu busco valorizar as coisas mais simples e comuns do cotidiano e um dos meus hobbies preferidos é uma boa caminhada, uma corridinha no calçadão da praia de Camburi de preferência ou da Praia da Costa. Esse contato com a natureza me refaz e purifica também um pouco a mente. ”, afirma padre Renato Criste.

Além das caminhas matinais, padre Renato também busca fazer atividades físicas na academia, ele brinca que a academia se torna uma terapia. “Com o retorno a reabertura das academias também voltou voltei a frequentar academia, isso também me faz bastante bem eu costumo brincar que é como uma terapia possibilidade da gente gastar energia trabalhar o corpo, trabalhar a mente e ao mesmo tempo se socializar com pessoas de um ambiente diferente daqueles que habitualmente nós estamos acostumados a lidar no dia a dia.”, destaca.

Além do altar: uma vida regida por quatro pilares

O padre Adriano Francisco Souza, pároco na Paróquia Santo Antônio de Pádua, em Vila Velha, é conhecido nas redes sociais como o “Padre Gente Boa”. Em sua vida ministerial, ele destaca que sua vocação ao sacerdócio é regida por quatro pilares fundamentais: Oração; Estudos; Trabalho; Hobbies.

“Eu vejo que são oportunidades que temos de evangelizar além do altar quando estamos praticando esportes. Seja em família, seja com amigos, ali nós temos uma oportunidade de usar uma linguagem mais acessível, uma linguagem mais íntima: a linguagem da amizade. O padre continua sendo padre, atrás do altar, sendo na frente do altar ou vivendo além do altar”, destaca padre Adriano.

Padre Adriano, ressalta que hoje muitas pessoas ainda não conseguem ver o padre além do altar, que existe um conflito entre vida pessoal com a vocação sacerdotal. Mas, que a linguagem é fundamental neste momento de evangelização. “Nesse momento de hobbie quando está sendo praticado com os amigos é o momento oportuno que o padre tem de se fazer mais próximo das pessoas e uma oportunidade também que as pessoas têm estarem mais próximas do padre. E aqui a gente consegue evangelizar de outro modo, as pessoas passa adquirindo uma confiança maior no padre. As pessoas acabam simpatizando com o padre. E aí a linguagem facilita: a linguagem do esporte, a linguagem da amizade, a linguagem da cumplicidade. Isso tudo evangeliza”, afirma.

Lazer e criatividade: dons além da vocação

Assim, como os padres Renato Criste Adriano Francisco, o padre Fernando de Souza, pároco na paróquia Nossa Senhora das Graças, em Jucutuquara, é adepto de atividades físicas e alguns hobbies além do altar.

Padre Fernando brinca que muitas pessoas não acreditam que ele pratica jiu-jítsu. “Além do altar, sempre que possível eu faço jiu-jítsu. Tem feito muito bem para mim. Gosto de correr, e canto também como uma forma de hobby”, destaca padre Fernando Souza.

Fiel à sua vocação, cada presbítero, cada consagrado e cada consagrada transmite a alegria de servir Cristo, e convida todos os cristãos a responderem à vocação universal à santidade.

“A alegria cristã é o respiro do cristão, um cristão que não é alegre no coração não é um bom cristão. É o respiro, o modo de se expressar do cristão, a alegria. Não é algo que se compra ou que faço com esforço, não: é um fruto do Espírito Santo. Quem faz a alegria no coração é o Espírito Santo”, Papa Francisco. 

Aos poucos, as autoridades políticas estaduais, observando as medidas sanitárias, vão permitindo a abertura de atividades após um período mais intenso de isolamento social

Aos poucos, as autoridades políticas estaduais, observando as medidas sanitárias, vão permitindo a abertura de atividades após um período mais intenso de isolamento social como medida para contenção do avanço do novo coronavírus. Entre as ações permitidas encontra-se a possibilidade do retorno da realização de celebrações religiosas e missas.

A orientações foram elaboradas pela Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB a partir de experiências de dioceses do Brasil e do exterior. Cabe, contudo, ao pároco, à luz de cada realidade local, orientar os fieis neste retorno às atividades presenciais.

A comunidade Divino Espírito Santo, da paróquia Epifania do Senhor aos Reis Magos, localizada no município de Serra, foi invadida na noite de ontem.

Na noite de ontem um homem invadiu a comunidade Divino Espírito Santo, da paróquia Epifania do Senhor aos Reis Magos, localizada no município de Serra e levou duas ambulas e um turíbulo, que juntos somam mais de dois mil reais. Segundo o Padre André de Paiva Oliveira, PF, para ter acesso ao interior da igreja a pessoa quebrou um vidro do salão lateral e por ali teve acesso ao templo.

 

O maio dano ficou por conta da profanação do Santíssimo, pois ele foi retirado da capela, levado para o lado de fora do templo e aberto. O corpo de cristo e o sacrário foram jogados na calçada, o que fez com que várias Hóstias Consagradas ficassem espalhadas pelo local. Padre André informou que as hóstias foram todas diluídas em água pura e enterradas, como pede a Santa Igreja, e que hoje ao meio dia ele celebrará uma missa de Desagravo em honra ao Santíssimo Sacramento.

Buscas

Ainda na noite de ontem a polícia fez buscar pela região e acabou prendendo o cidadão chamado Franklin Paletó, que assumiu a autoria do crime e foi levado à delegacia para ser autuado. Com ele estavam os bens furtados.

Além de levar a âmbula e o turíbulo, Franklin, que aparentemente é viciado em álcool e outras drogas, bebeu o vinho que estava na sacristia, acendeu velas no interior do templo, retirou orquídeas que também seriam levadas, além de ter tentado furtar outros objetos.

Morte da mãe de pe. Marcelo Margon.

Faleceu na noite de hoje, 3 de agosto a mãe de pe. Marcelo Margon, pároco em São Frei Galvão em Araçás, Vila Velha. Judith Maria Pedroni Margon tinha 89 anos e morreu em casa no Córrego da Saúde em São Roque – Sta. Teresa. Acamada há 1 ano após uma angioplastia foi internada por diversas vezes e estava debilitada.

Padre Marcelo estava com ela no momento da morte e a assistiu dando-lhe a comunhão e a unção. Ao constatar a morte, o pe. colocou nas mãos da mãe, a toalha que ela desatou no dia de sua ordenação sacerdotal que ela guardava, conforme orienta a Igreja.

A Arquidiocese reza junto com pe. Marcelo e solidariza-se com toda a família neste momento, desejando que a confiança no Deus da vida seja conforto para todos.

Haverá transmissão ao vivo no facebook da Paróquia Santa Teresa de Calcutá

No mesmo local em que uma travesti em situação de rua teve seus pertences queimados no último dia 23, em Jardim Camburi, na rua Eurico Rezende, haverá uma celebração ecumênica em defesa da vida da população em situação de rua, a partir das 12h, neste sábado, dia 1º.

A realização é da Ação Diaconal Ecumênica (ADE), composta pelas igrejas Católica, Luterana e Presbiteriana. O ato, com a presença do Vigário Episcopal para Ação Social, Política e Ecumênica da Arquidiocese de Vitória, padre Kelder Brandão, terá transmissão ao vivo pelo Facebook da Paróquia Santa Teresa de Calcutá (PCalcuta).

O coordenador da Pastoral do Povo de Rua da Arquidiocese de Vitória, Júlio César Pagotto, destaca que, pela vivência junto à população em situação de rua, é perceptível o aumento no número de casos de violência contra eles.

“Aumentou o culto às armas, a criminalização da pobreza, principalmente dos pobres negros. As pessoas estão mais encorajadas, têm mais respaldo para a prática da violência, tanto o cidadão quanto setores do governo, principalmente do Governo Federal”, disse.

Padre Zezinho deixa a paróquia Sagrada Família depois de 6 anos e 7 meses.

Com sentimento de gratidão e dever cumprido, pe.José Tozi (pe. Zezinho) deixa a paróquia Sagrada Família em Jardim Camburi.

“Escrevi o que meu coração sente por eles (fiéis) e me esforcei para não esquecer nenhum grupo. O povo é muito bom, cada um com seu modo de ser”, disse pe. Zezinho referindo-se à carta de despedida que fez aos paroquianos.

O padre destacou. “As fotos que publiquei revelam a lembrança de momentos bons. As crianças que me deixam feliz e o carinho que levo por todos está no gesto da mão dizendo adeus”. Outro destaque que pe. Zezinho lembrou, foi sua relação ao grupo de oração da Renovação Carismática Católica. Grupo inserido na paróquia que “foi um bálsamo” em sua experiência nestes 6 anos.

Padre Zezinho cumpriu sua missão durante 6 anos e 7 meses e acolheu sua saída cumprindo com a regra da Arquidiocese de permanecer na paróquia por 6 anos.

No próximo domingo, 2 de agosto, o padre despede da paróquia passando pela manhã em todas as 5 Comunidades com a distribuição da Sagrada Comunhão e duas missas às 18h e 19h na Matriz. Depois fica aguardando sua próxima missão, conforme conversa com o Arcebispo, dom Dario Campos. “Claro que estou sentindo sair porque aprendi a amar esta paróquia. Mas estou tranquilo e levo todos no meu coração”, disse o padre.

Enquanto padre Zezinho aguardo sua nova missão, padre Jorge Campos, reitor do Seminário Nossa Senhora da Penha, assume a assistência à paróquia, provisoriamente.

Obs. As fotos são as mesmas divulgadas por padre Zezinho que nos autorizou a publicar

Leia na íntegra a mensagem de despedida de padre Zezinho:

“Quem vos acolhe, a mim acolhe; e quem me acolhe, acolhe aquele que me enviou” (Mt 10, 40).

Amados irmãos e irmãs,

Queridos fiéis.

Após completar seis anos à frente da Paróquia Sagrada Família; em obediência ao senhor Arcebispo Dom Dario Campos, chegou a hora de partir.

Foram, na verdade, 6 anos e 7 meses de trabalho, dedicação e muito amor pela causa do Reino.

As sementes foram lançadas e, como diz a parábola:

“O semeador saiu a semear. Enquanto lançava a semente, parte dela caiu à beira do caminho, e as aves vieram e a comeram. Parte dela caiu em terreno pedregoso, onde não havia muita terra, e logo brotou, porque a terra não era profunda. Mas, quando saiu o sol, as plantas se queimaram e secaram, porque não tinham raiz. Outra parte caiu no meio dos espinhos, que cresceram e sufocaram as plantas. Outra ainda caiu em boa terra, deu boa colheita, a cem, sessenta e trinta por um. Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça!” (Mt 13, 1-9).

Louvo e agradeço a Deus pelas sementes que caíram em terra boa e deram frutos. Umas mais outras menos conforme a disposição e as condições de cada um.

Louvo e agradeço a Deus por cada um de vocês que me acolheu e me amou.

Louvo e agradeço a Deus por todos os desafios que me proporcionaram crescimento, amadurecimento espiritual, intelectual e principalmente na fé.

Juntos vivemos momentos maravilhosos, seja nas celebrações cotidianas, seja nas festas e solenidades ou na celebração dos sacramentos.

Em cada gesto, em cada abraço, em cada irmão/irmã, experimentei o calor da amizade, do carinho e do afeto de todos.

No carinho e na ternura das crianças, experimentei o calor dos braços e abraços do Pai.

Na dedicação e zelo das pastorais, Equipes de serviços e movimentos, experimentei a ternura de Deus para com nossa Igreja.

Vocês são as pérolas mais preciosas que encontrei nesse terreno fértil e sedento do Reino.

Agradeço a todos e a cada um em particular por todas as maravilhas que juntos vivemos.

Rogo ao Senhor da messe que cuide de vocês com sua ternura e carinho para que continuem dando frutos.

Confio cada um e toda a Paróquia aos cuidados maternais da Santa Virgem Maria, a Senhora Aparecida, a Senhora das alegrias.

Nesse tempo de pandemia, lamento não poder abraçá-los com o carinho e a ternura do nosso Deus e Pai.

Saibam que os amei a todos com todas as minhas forças e com todas as minhas fragilidades.

As sementes não produzem da mesma forma em todos os terrenos e não me cabe a colheita. Basta-me a alegria de semear e a graça de o fazer.

Por ora, confortam-me as palavras de São Paulo: “Combati o bom combate e guardei a fé”. Não completei a corrida, pois uma nova missão me espera.

Peço PERDÃO a todos e a cada um vocês por minhas fraquezas.

Em meu coração e em minhas orações estarão para sempre cada um de vocês.

Agradeço novamente a todos e que as bençãos de Deus todo poderoso desçam sobre vocês e permaneça para sempre.

Fraternalmente em Cristo,

Padre José Tosi (Padre Zezinho)

Pároco.

Vitória, 31 de julho de 2020.

A Pascom não pode se reduzir aos meios de comunicação, ela é um elemento de articulação da vida e das relações comunitárias.

A distância não impediu um encontro de partilhas e troca de experiências no campo da comunicação. Esse foi o resultado da reunião on-line de coordenadores de Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Vitória (ES), que aconteceu nesta semana. A coordenadora da Pascom no Regional Leste 2, Janaína Gonçalves, promoveu uma reunião on-line com os membros da Pascom das paróquias da Arquidiocese de Vitória.

 

De acordo com Janaína, “o momento possibilitou troca de experiências, ideias e realidades vividas”, afirmou. Durante a reunião virtual foram abordados os 4 eixos da Pascom e também as perspectivas pastorais no contexto do pós pandemia.

“A Pascom é a pastoral do ser/estar em comunhão/comunidade. É a pastoral da acolhida e da participação, das inter-relações humanas, da organização solidária, do planejamento democrático, do uso dos recursos e instrumentos que facilitem o intercâmbio de informações e manifestações das pessoas no interior da comunidade e da sociedade”. (Doc. 57 da CNBB, nº 244.)

“O Guia de Implantação, os Documentos da CNBB e a presença da Janaína conosco, torna-se uma ferramenta, um subsídio que se propõe às novas lideranças convocadas para o trabalho da comunicação cristã, assim como aos grupos que já atuam nas paróquias. Nele consiste orientações práticas e que embasará a implantação da Pascom nas nossas 90 paróquias”, explica o secretário da Pastoral de Comunicação, Rômulo Benha, destacando a importância da reunião para orientar e animar os agentes.