Notícias da Arquidiocese

Eleito o novo Coordenador da Área de Vitória – ES. A eleição ocorreu de forma virtual.

Na tarde dessa sexta-feira (14), os padres da Área de Vitória se reuniram virtualmente, onde puderam eleger um novo coordenador da área. Padre Fernando Souza, foi o eleito para coordenação.

 

Com alegria, Padre Fernando aceitou a missão a ele confiada.

“É sempre uma graça, antes de tudo, poder servir à Igreja! Vejo como um grande sinal de Deus esta missão a mim confiada, coordenar a Área Pastoral de Vitória, além de estar Pároco na Paróquia N. Sra. das Graças, Jucutuquara, e de coordenar a Comissão para a Animação Bíblico-Catequética. Rezem por mim! Que o Senhor me instrua nos seus passos e que eu me permita ser instrumento d’Ele para a continuidade do crescimento de nossa Área Pastoral.

Após os estudos teológicos, Arquidiocese de Vitória, tive a oportunidade de me especializar em Teologia Pastoral pela FAJE, Faculdade Jesuíta, em Belo Horizonte-MG. Creio que será um tempo oportuno para a partilha desta aprendizagem. Meu agradecimento por confiarem neste trabalho de evangelização, na certeza de que não estou sozinho, mas (em Cristo) e ao lado de todos. Caminhemos, portanto, juntos!”.

Pe. Fernando Antonio S. de Souza

Nos dias 11 e 12 aconteceu o 13º SEMINÁRIO COM OS BISPOS REFERENCIAIS COMISSÃO EPISCOPAL PASTORAL PARA O LAICATO da CNBB, de forma virtual,

Nos dias 11 e 12 aconteceu o 13º SEMINÁRIO COM OS BISPOS REFERENCIAIS COMISSÃO EPISCOPAL PASTORAL PARA O LAICATO da CNBB, de forma virtual, em decorrência da pandemia pela qual estamos passando.

Durante o Seminário, houve a apresentação das Expressões Laicais representadas, onde a fundadora do Movimento Mães que Oram pelos Filhos, Angela Abdo, pôde fazer um breve relato para os bispos referenciais de como surgiu e como tem sido desenvolvido o carisma do Movimento. Estavam presentes também representando o Movimento Dom Luiz Mancilha, bispo referencial da CNBB, e Aline Eisenlohr, a cofundadora. 

O Movimento surgiu em 2011, aqui mesmo em Vitória, a partir do chamado no coração de uma mãe, que partilhou a ideia, e esse desejo foi acolhido por uma amiga. Desde então, formaram um grupo com 20 mães, com suas verdades, fragilidades, frustrações, conhecimentos, alegrias e incertezas. Hoje, pouco mais de 9 anos depois, tem grupos em todos os Estados do Brasil e alguns no exterior.

Em dezembro 2019 foi reconhecido pela CNBB, acolhido na Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato e Dom Luiz Mancilha Vilela, Bispo Emérito da Arquidiocese de Vitória, designado como Bispo Referencial do Movimento.

A história de Dom Luiz e do Movimento Mães que Oram pelos Filhos é muito intensa, pois ele é considerado o Patrono do Movimento. Quando o primeiro grupo se formou, quando se reuniam ainda na casa da fundadora, foi ele, que como orientador espiritual de Angela Abdo, que orientou que o grupo se reunisse na Igreja e também foi ele que acolheu o grupo como um Movimento e designou Pe. Anderson Gomes como Diretor Espiritual para acompanhar e orientar.

E assim a história do Movimento tem crescido cada dia mais, afinal, Deus tem pressa e muitas e muitas famílias precisam ser restauradas pelo poder da oração de intercessão.

Anexos

A família é a primeira comunidade do ser humano. É através dela que é construída a personalidade da pessoa. A família é a grande

Estamos na Semana da Família, promovida pela Pastoral Familiar que é uma expressão muito forte em nossa Arquidiocese. A programação começou no domingo dia dos pais e se encerará no próximo sábado (15) com a Romaria das Famílias e Missa no Convento da Penha, com transmissão online.

A família é a primeira comunidade do ser humano. É através dela que é construída a personalidade da pessoa. A família é a grande missão do Ministério para as Famílias da Renovação. Mas o que seria o Ministério para as famílias?

“É o serviço, dentro do Grupo de Oração da Renovação Carismática Católica, responsável pela evangelização, acompanhamento e formação das famílias com o objetivo de atuar dentro e fora dos Grupos de Oração, buscando trazer todos os membros das famílias de seus participantes, para integrarem-se nas reuniões de orações, com o objetivo de ver surgir, de maneira atuante, uma nova geração de famílias, vivendo sob o Senhorio de Jesus”, nos conta Josemar Araújo Nascimento e Noélia Paixão Coordenadores Arquidiocesanos

Ministério para as Famílias.

O Ministério para as famílias atua de diversas formas dentro do grupo de oração. As principais atuações são: consagração dos lares, visita de atendimento, encontros, capacitação de servos e lives.

“Diante da pandemia e da impossibilidade de encontros presenciais, estamos realizando lives todos os sábados, com oração, pregação, música tudo com intuito de levar um momento de alegria e esperança as famílias. Acontece na Rede Social Facebook RCC Arquidiocese de Vitória lives para as famílias”, nos relata os coordenadores de Vitória.

A promoção da família é o motivo para a existência do ministério, que surgiu da necessidade de cuidar das famílias que frequentam os Grupos de Oração.

“O Ministério Família surgiu na Arquidiocese de Vitória, inicialmente com o nome de Secretária Ágape, a cerca 18 anos e posteriormente passando a Ministério para as Famílias. Está organizado em áreas, sendo um total de 07 (sete). Vitória, Vila Velha, Cariacica, Viana, Serra, Benevente e Serrana. Com casais representantes em cada uma dessas áreas. Todas as áreas têm casais que servem nos Grupos de Oração”, nos conta Noélia Paixão.

Muitas famílias foram reencontradas, encontrando um rumo diferenciado para sua vida matrimonial até mesmo para a educação dos filhos.

“São muitas famílias visitadas e aconselhadas que retomaram sua caminhada na igreja, se reconciliaram de conflitos internos ou desistiram de uma separação, frutos de um trabalho não do ministério, fruto da ação do Espírito Santo nas famílias que se abriram a graça de Pentecostes em seus lares”, relata Josemar.

Para receber uma visita do ministério: basta ir ao Grupo de Oração e manifestar o desejo de receber os servos do ministério para realizarem a Oração de Consagração do lar. Cada grupo usa da sua dinâmica de acordo com a demanda. Sorteio, lista como os nomes e rodizio da imagem ou até mesmo a entrega da imagem a pessoa e o agendamento do dia para receber a visita e a outra forma é a visita de atendimento, nesse caso por tratar se de visitas que acontecem em momentos mais delicados de relacionamento familiar, é preciso que as partes estejam de acordo, exemplo casal, pais e filhos precisam desejar a visita.

Sobre as Equipes de Nossa Senhora

Estamos na Semana da Família e um Movimento nascido na França em 1938 faz um trabalho específico que, no dizer de Iwon Costa, é a base da família: cuidar da espiritualidade conjugal e formar casais para o serviço como consequência da espiritualidade.

Segundo Iwon, “o Movimento Equipes de Nossa Senhora não é um Movimento de Serviço, mas um Movimento que prepara os casais para o serviço nas pastorais da Igreja”.

A imagem que podemos usar para explicar é a de pequenas comunidades de casais, porque é em equipes de 5 a 7 casais que o Movimento se estrutura.

O propósito do Movimento é, em primeiro lugar, fortalecer a espiritualidade conjugal e ajudá-los a ‘tender para a santidade’. O formato para que isso aconteça é simples: 1º O casal, além de participar das formações, assume o compromisso de diariamente rezar com a Palavra de Deus, buscando entender o que ela propõe para sua vida e para sua ação de serviço missionário. 2º Avaliar uma vez por mês sua vida como casal e como servidor na Igreja. 3º Participar de um retiro anual.

“O casal tem o dever de ‘sentar’ e avaliar o que cada um precisa mudar para ajudar o outro a sentir-se bem e com isso, o casal acaba estabelecendo sua regra de vida”, disse Iwon.

A mística do Movimento é que os casais se reúnam em nome de Cristo, se ajudem e deem testemunho. Para reforçar a importância deste aspecto, Iwon adaptou o ditado “quem não vive para servir, não serve para viver” e afirma: “cristão que não serve, não serve”.

As Equipes de Nossa Senhora são formadas por grupos de 5 a 7 casais e um assistente espiritual que pode ser padre, religioso(a) ou diácono. O assistente torna-se membro da Equipe e reúne-se com os casais na avaliação mensal, assim como participa das formações e outros eventos. O Encontro mensal acontece na casa dos casais em forma de revezamento.

Na Arquidiocese de Vitória as Equipes de Nossa Senhora estão organizadas em Setores, sendo 2 em Vitória, 1 Serra e Cariacica e 1 em Vila Velha:

Setor Vitória A – 12 equipes, 71 casais, 12 Conselheiros Espirituais.

Setor Vitória B – 9 equipes, 55 casais, 9 Conselheiros Espirituais.

Setor Serra & Cariacica – 8 equipes, 48 casais, 7 Conselheiros Espirituais

Setor Vila Velha – 10 equipes, 56 casais, 9 Conselheiros Espirituais

Ao todo somam na Arquidiocese 39 Equipes. Cada Equipe conta com um casal responsável (CRE) com mandato de 1 ano. Iwon, junto com sua esposa Ana Effgen Costa, formam o casal responsável pelo Setor Vila Velha e em setembro próximo assumem a coordenação da Região Espírito Santo.

Curiosidades

São chamados de “Equipe” porque os casais do Movimento se propõem ajudar-se mutuamente a buscar a santidade. De Nossa Senhora porque sendo um Movimento cristocêntrico colocam-se sob o patrocínio de Nossa Senhora.

Diariamente as Equipes rezam o Magnificat nas intenções de todos os casais do mundo.

Origem:

O início aconteceu de maneira espontânea em Paris na França quando uma senhora procurou o padre Henri Caffarel para ajudá-la em sua caminhada espiritual. Mais tarde ela voltou acompanhada pelo marido e pouco depois juntamente com outros 3 casais e pediram que o padre Henri os acompanhasse, pois queriam viver o amor conjugal à luz da fé. O padre aceitou com o propósito de descobrirem juntos o caminho.

Rapidamente o Movimento se espalhou para outros países e chegou ao Brasil em 1950. 

A missão da Pastoral Familiar é atuar com misericórdia, acolhimento, integração, defendendo a vida e os valores cristãos. Além de valorizar o sacramento

Famílias cuidando de famílias! Essa é a missão da Pastoral Familiar que atua hoje em 78 paróquias na Arquidiocese de Vitória e possui uma média de 250 a 300 agentes em cada uma das 6 Áreas Pastorais: Vila Velha, Vitória, Serra/Fundão, Serrana, Benevente e Cariacica/Viana.

Ela está dividida em 3 setores: Pré-Matrimônio, que trabalha por exemplo com a preparação dos noivos para o casamento; Pós-Matrimônio que promove o Encontro de Espiritualidade para Casais e cuida das famílias jovens com até 5 anos de casamento; Casos Especiais, que atua junto das pessoas que estão em nova união, viúvos, famílias de imigrantes e famílias com dependentes químicos. Além disso, possui um núcleo de formação e espiritualidade (INAPAF) que atua exclusivamente na preparação para os agentes que desenvolvem as atividades na Pastoral Familiar.

Fábio Reis é casado com Joelma Reis há 21 anos e eles são o Casal Coordenador Arquidiocesano da Pastoral Familiar. Ele explica que existe uma comissão na Arquidiocese que agrupa os casais vice coordenador, secretário e os coordenadores de cada um dos setores de trabalho. Uma vez por mês eles se reúnem com os coordenadores das áreas.

“Então a gente faz todo esse caminho, o conhecimento não para na gente. O conhecimento é distribuído em todas as áreas, todas as paroquias e todas as comunidades. E o nosso desafio é fazer com que a informação, a formação que vem a nós pela Regional Leste II, chegue até aquele agente que trabalha em sua comunidade”.

Para Fábio, a vocação familiar é um chamado, muitas pessoas não têm essa vocação e existem outros caminhos para elas na Igreja. Mas para aqueles que se decidirem pela família, o trabalho da pastoral é reforçar que eles serão felizes, pois este é um projeto de Deus.

“O papel da Pastoral Familiar é esse: dizer para todas as pessoas, para todos os casais e para todos os filhos que é bom demais ser família. E este filho entende, participa com a gente. Não é uma pastoral só de casal é uma pastoral de família e isso que é mais importante.”    

A Pastoral Familiar foi fundada após a promulgação da exortação apostólica “Familiaris Consortio” – A Missão da Família no Mundo de Hoje, no Sínodo dos Bispos, nos anos 80. Sua criação tem o sentido de evangelizar cada pessoa por meio da família, atuando com misericórdia, acolhimento, integração, defendendo a vida e os valores cristãos, valorizando o sacramento do matrimônio e formando Igrejas domésticas e comunidades de amor.

Pastoral Familiar na Arquidiocese de Vitória

Área Vila Velha – Coordenadores: Tarcísio e Leny

Total: 19 paróquias com implantação da Pastoral Familiar.

Área Serrana – Coordenadores: Antônio e Rosa

Total: 8 paróquias. 6 implantadas. 1 em restruturação. 1 em implantação.

Área de Vitória Coordenadores: Paulo e Gina

Total: 12 Paróquias. 11 implantadas. 1 em restruturação.

Área Serra/Fundão – Coordenadores: Wemerson e Lacy

Total: 17 Paróquias. 15 implantadas. 2 em reestruturação.

Área Benevente – Coordenadores: Leley e Milena

Total: 10 paróquias com implantação da Pastoral Familiar.

Área Cariacica/Viana – Coordenadores: Ananias e Eliedina

Total: 17 paróquias com implantação da Pastoral Familiar. 

Dia do Diaconato Permanente

Testemunho e serviço são as duas palavras que melhor definem o diaconato.

Hoje, 10 de agosto a Igreja celebra o Dia dos Diáconos Permanentes, por ser a festa de seu padroeiro São Lourenço, um dos sete primeiros diáconos da Igreja.

A Arquidiocese de Vitória parabeniza seus 68 diáconos permanentes e deseja que sejam felizes na missão e disponíveis aos apelos de Deus que os chamou.

Diaconia ao longo da história

A palavra diácono tem origem grega e significa servo, ajudante, ministro. Na Bíblia a passagem dos Atos dos Apóstolos (6,2-4) tornou-se referência quando o assunto é diaconia. Os apóstolos ao ouvirem e reconhecerem que não conseguiam atender as necessidades dos mais pobres e frágeis, escolheram dedicar-se à oração, pregação e ensino e constituíram, quer dizer, delegaram a outros, a tarefa de cuidar e assistir as pessoas carentes da comunidade: os diáconos.

Ao longo da história da Igreja os diáconos tiveram e têm como missão colocar-se a serviço para atender as necessidades de seu tempo e assim foi até ao Sec. IV. Após esse período houve um esvaziamento da função que foi retomada no Concílio Vaticano II, sendo reestabelecida e regulamentada pelo Papa Paulo VI em 1967 (o documento foi o Motu Próprio Sacrum Diaconatus Ordinem). O diácono passa, então a integrar o clero e receber o 1º grau do Sacramento da Ordem. Os outros dois graus são o presbiterato (padre) e episcopado (bispo). Contudo, o Motu Próprio do Papa não obriga as dioceses a instituírem o diaconato permanente, deixando a critério das mesmas, a avaliação sobre a necessidade de sua existência.

Existem dois tipos de diáconos: os transitórios, aqueles que recebem o 1º grau do Sacramento da Ordem que é o diaconato, mas almejam o 2º grau, o sacerdócio. E os diáconos permanentes, que não podem receber o 2º grau por serem casados e/ou mesmo por opção.

Diáconos transitórios e permanentes

Na data de hoje não existem na Arquidiocese diáconos transitórios diocesanos. Apenas 1diácono transitório religioso, o diácono frei Michel Padilha da Congregação dos Frades Capuchinhos, Comunidade de Vila Bethânia. Os Diáconos Permanentes são 68 na Arquidiocese formandos pela Escola Diaconal São Lourenço em 4 turmas. Todos estão inseridos nas paróquias e alguns trabalham com as famílias, na catequese e nas pastorais sociais.

A formação dos candidatos ao sacerdócio (diaconato transitório) e permanente acontece separadamente. Enquanto os transitórios estudam no Centro Católico de Estudos Interdiocesano em Vitória e vivem no Seminário Nossa Senhora da Penha os candidatos ao diaconato permanente vivem com suas famílias e frequentaram a Escola Diaconal aos finais de semana.

Mas, não é apenas o estudo que é feito de forma diferente, outra grande diferença é que os diáconos permanentes são casados, toda sua ação é voluntária e, portanto, não recebem qualquer valor financeiro por sua atuação, e, preferencialmente devem ocupar-se da caridade.

Quais as funções do Diácono

O Diácono tem a missão de pregar a Palavra de Deus, distribuir a Comunhão e levar o viático aos enfermos e idosos, ministrar o sacramento do batismo, assistir matrimônios e servir ao altar.

Escola Diaconal na Arquidiocese de Vitória

Ao criar a Escola e ao ordenar os primeiros diáconos, dom Luiz Mancilha Vilela, então arcebispo de Vitória, pediu que os diáconos se dedicassem ao serviço dos mais necessitados, intitulando-os como “braço da caridade” da Arquidiocese. Hoje, dia do diácono permanente, dom Dario Campos, atual arcebispo de Vitória, repetiu a mesma frase dizendo: “é muito importante o serviço que os diáconos prestam nas comunidades, principalmente o da caridade”.

A Arquidiocese de Vitória iniciou a Escola Diaconal (Diáconos permanentes) em 2006, sob a direção de pe. Arlindo Moura de Melo e capacitou a 1ª turma durante 5 anos, quando foram ordenados os primeiros 3 diáconos permanentes, (Alberes Siqueira Bezerra, Edísio Correia Pinto e Júlio César Bendinelli), em 8 de setembro de 2010. Os demais 22 candidatos da mesma turma foram ordenados em 9 de junho de 2012. A segunda turma em 6 de julho de 2013, a terceira em 31 de outubro de 2015 e a quarta em 21 de abril de 2017.

A Escola Diaconal está sem funcionamento desde 2017, quando foram ordenados os diáconos da 4ª turma, com a alegação de que o número de diáconos é suficiente para a necessidade da Igreja Particular de Vitória.

O Diácono Marcos Rezende, hoje coordenador da Comissão de Diáconos ressaltou que 8 diáconos permanentes da Arquidiocese atuam em paróquias do interior, onde residem e fizeram toda a preparação permanecendo.

Organização dos Diáconos na Arquidiocese

Os Diáconos Permanentes da Arquidiocese de Vitória estão organizados por Área Pastoral para facilitar o encontro e o apoio mútuo e constituíram uma comissão CAD, Comissão Arquidiocesana dos Diáconos. Compõem a diretoria: Coordenador – Diác. Marcos José Rezende

Secretário Diác. Renan Costa Loyola

Tesoureiro – Diác. Fabrício Ramos Rodrigues

Conselho Fiscal – Diác, Joacir Souza Viana e Diác. Antonio de Jesus Teixeira Pimentel.

Evento online com transmissão ao vivo pelo Youtube terá dois palestrantes e espaço para discussões

Economia e Educação estão no centro das reflexões para melhorar a vida da maioria da população pobre e excluída. Por isso, os temas vão nortear as discussões da Plenária Pré-Grito, marcada para esta sexta-feira (7), a partir das 19h. A transmissão será ao vivo pelo Youtube da Arquidiocese de Vitória (ArquiVitoria).

Para falar sobre Economia, o convidado é o professor doutor Rafael Moraes. Ele é professor de Economia da Ufes, Doutor em Desenvolvimento Econômico pela Unicamp e membro do Grupo de Conjuntura da Ufes.

Já o tema da Educação será abordado por Dom João Justino. Arcebispo da Arquidiocese de Montes Claros, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Cultura e Educação da CNBB e Doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma).

O Pré-Grito, segundo os organizadores, é uma forma criativa de mobilizar e animar a militância dos diversos grupos, entidades, igrejas, pastorais e movimentos sociais a refletirem sobre o atual momento que vivemos no Brasil e no mundo, denunciando as estruturas opressoras e excludentes e as injustiças cometidas pelo sistema capitalista.

Inspirações importantes vêm de dois processos iniciados pelo Papa Francisco: o “Pacto Educativo Global” e a “Economia de Francisco”. Ambos pretendem tirar o capital do centro da economia e do modelo educacional, colocando no centro o ser humano, especialmente os pobres.

O evento é uma preparação para a 26ª edição do Grito dos Excluídos, realizado em 7 de setembro, em vários locais do Brasil. A realização é do Fórum Igreja e Sociedade em Ação, Fórum Capixaba em Defesa da Vida das Trabalhadoras e Trabalhadores, Comitê Popular de Proteção dos Direitos Humanos no Contexto da Covid-19 e Vicariato para Ação Social, Política e Ecumênica da Arquidiocese de Vitória.

Vida em primeiro lugar

O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular que ocorre desde 1995, sempre no dia 7 de setembro, dia da Independência do Brasil, e denuncia a exclusão de determinados grupos da sociedade além de propor caminhos para a inclusão. Este ano, a 26ª edição tem como lema “Vida em primeiro lugar”.

A manifestação também reflete sobre a forma como se explora as riquezas naturais gerando um desequilíbrio ambiental grave no mundo que ameaça a vida de todos os seres vivos do planeta.

Este ano, em consonância com a 6ª Semana Social Brasileira, o Grito agrega o tema “Terra, Teto, Trabalho e Participação”, que no período de 2020 a 2022 realizará mutirões de reflexão sobre atual conjuntura. Não existe democracia sem participação de todos setores da sociedade. É preciso defender esse direito, mas também é urgente construir uma educação para a participação popular.

SERVIÇO

Plenária Pré-grito

“Sextou por direitos”

Temas: Educação e Economia

Quando: 7 de agosto (sexta-feira), às 19h

Palestrantes

– Dom João Justino (CNBB)

– Professor Dr. Rafael Moraes (Ufes)

Plataforma: Zoom

Transmissão ao vivo: Youtube da Arquidiocese de Vitória (ArquiVitoria)

Mais informações: (27) 99816-7881

No final do mês de agosto acontece a Coleta Solidária para a Prelazia de Lábrea, no Amazonas. Ao longo destes anos, aconteceram diversas visitas

No final do mês de agosto acontece a Coleta Solidária para a Prelazia de Lábrea, no Amazonas. No início de 1972, a Arquidiocese de Vitória assumiu o Projeto com a Prelazia de Lábrea. Ou seja, neste ano de 2020 completaram-se 48 anos desta fraterna relação entre a Prelazia de Lábrea e a Arquidiocese de Vitória. Ao longo destes anos, aconteceram diversas visitas e diálogos entre os bispos anteriores da Arquidiocese e da Prelazia, bem como mudanças na dinâmica do Projeto visando ampliar e qualificar sua ação.

Todo último final de semana de agosto as ofertas das celebrações das comunidades da Arquidiocese de Vitória são destinadas aos trabalhos pastorais e sociais na Prelazia de Lábrea. Tendo em vista a coerência evangélica na opção preferencial pelos pobres e procurando contribuir para a solidez perpetuação do Projeto, a Ação Missionária tem realizado, no decorrer do ano, a destinação e distribuição do recurso mediante o envio dos projetos pelas paróquias da Prelazia.

Os projetos missionários desenvolvidos na Amazônia com o generoso apoio das Igrejas Irmãs servem de sinal, recordação e incentivo para que toda a Igreja no Brasil seja, de fato, missionária, ‘em estado permanente de missão’. O objetivo do Projeto Igrejas-irmãs é partilhar a fé, os dons da graça, as experiências pastorais, pessoas e recursos financeiros como gestos de caridade cristã para com as Igrejas da Amazônia.

Ações desenvolvidas com a Coleta Solidária:

– Envio de Leigos, Seminaristas, Diáconos e Padres;

– Barco Hospital Laguna Negra; (já atendeu aproximadamente 25 mil ribeirinhos)

– Formação Bíblica e Pastoral; 

– Manutenção de paróquias na Prelazia de Lábrea;

– Projetos sociais; Apoio ao Seminário da Prelazia; Assembleias Pastorais; Entre outras ações;

A carta sobre a Coleta Solidária deste ano de 2020 que irá acontecer nos dias, 29 e 30 de agosto, foi encaminhada na manhã desta quarta-feira aos párocos e administradores paroquiais pelo Departamento de Pastoral da Arquidiocese de Vitória. E, pode ser lida na íntegra abaixo: