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De 16 a 19 de junho de 2022, acontecerá a XXIII edição da caminhada “Os Passos de Anchieta”, 4 dias de caminhada percorrendo o

De 16 a 19 de junho de 2022, acontecerá a XXIII edição da caminhada “Os Passos de Anchieta”, 4 dias de caminhada percorrendo o caminho galgado por São José de Anchieta para chegar à capital.

São 100 km a serem percorridos em 4 dias, saindo da Catedral Metropolitana de Vitória e chegada ao Santuário Nacional São José de Anchieta, em Anchieta.

A concentração será às 7 horas na Catedral de Vitória. A primeira etapa é de 25 km até à Barra do Jucu, em Vila Velha. No segundo dia o grupo sairá cedo, caminhando mais 28 km até Setiba, Guarapari.  Após uma pausa para recompor as forças e contemplar as belezas das Praias, o grupo reinicia a caminhada no terceiro dia e vai até Meaípe. O quarto e último dia será de 23 km até ao Santuário, destino final dos andarilhos.

Click e Confira programação completa.

A memória dos Passos

“Os Passos de Anchieta” resgata o caminho percorrido por São José de Anchieta, já em seus últimos dias de vida. A caminhada reúne um grande número de participantes, que começam o trajeto sempre na data de Corpus Christi.  No trajeto, é possível apreciar as paisagens que inspiravam o santo e “mergulhar” nas reflexões que a jornada oferece.

A proposta desta programação religiosa pode ser considerada a quarta no mundo, equiparando-se aos famosos percursos de Santiago de Compostela, na Espanha; a trilha da Terra Santa, em Jerusalém; e a de Roma, na Itália.

Participe dessa XXIII Caminhada “Os Passos de Anchieta”

O Papa Francisco pede para não esquecermos o sofrimento do povo ucraniano. Leia a matéria publicada no site do Vaticano: Nas saudações após o
O Papa Francisco pede para não esquecermos o sofrimento do povo ucraniano. Leia a matéria publicada no site do Vaticano:
Nas saudações após o Angelus este domingo, 12 de junho, a recomendação do Papa de não esquecer o sofrimento da população ucraniana e a invocação de que “o tempo não esfrie nossa dor”. Luhansk cada vez mais fraca diante do exército russo
Não nos acostumemos com a realidade da guerra. O Papa Francisco em suas saudações após o Angelus deste domingo, 12 de junho, voltou com o pensamento ao conflito na Ucrânia, invocando orações por aquelas populações e exortando os fiéis a não esquecer o que está acontecendo:

Sempre vivo em meu coração é o pensamento para o povo da Ucrânia, afligido pela guerra. O tempo que passa não esfrie nossa dor e nossa preocupação com aquelas pessoas atormentadas. Por favor, não nos acostumemos a esta trágica realidade! Tenhamo-la sempre em nossos corações. Rezemos e lutemos pela paz.

A iminente queda de Luhansk

Enquanto os combates continuam, a queda dos ucranianos na região oriental de Luhansk parece cada vez mais uma realidade, pela voz do próprio governador, Serhiy Haidai, que fala de um exército agora sem armas e de ferozes combates de rua em Severodonetsk, em grande parte conquistada pelos russos. Uma hipótese que é confirmada por analistas em Washington, para quem o controle total de Luhansk ocorrerá dentro de algumas semanas, apesar do alto custo em termos de mortos e feridos para o exército de Moscou. Até hoje, Kiev ainda mantém o controle da fábrica química Azot em Severdonetsk, onde centenas de civis ainda estão bloqueados. Declarando-se certo de que o Donbas resistirá e que Moscou pagará por tudo o que está acontecendo, o presidente ucraniano Zelensky, que, tendo chegado ao 108º dia da guerra, também relata os sucessos das tropas ucranianas, falando de uma libertação gradual do território da região de Kherson e dos progressos também na região de Zaporizhzhia.

Com dores no joelho o Papa Francisco adiou visita ao Congo e Sudão e cancelou a missa de Corpus Christi, tradicionalmente rezada na Basílica

Com dores no joelho o Papa Francisco adiou visita ao Congo e Sudão e cancelou a missa de Corpus Christi, tradicionalmente rezada na Basílica São João de Latrão.

O adiamento da viagem já havia sido feito na semana passada, mas ontem após o Angelus o Papa expressou seu sentimento:Gostaria de me dirigir ao povo e às autoridades da República Democrática do Congo e do Sudão do Sul. Caríssimos, com grande pesar, devido a problemas com minha perna, tive que adiar minha visita a seus países, programada para os primeiros dias de julho. Eu realmente sinto um grande pesar por ter tido que adiar esta viagem, que eu tanto prezo. Peço desculpas por isto. Rezemos juntos para que, com a ajuda de Deus e dos cuidados médicos, eu possa estar entre vocês o quanto antes. Estamos confiantes”!

A Solenidade de Corpus Christi e a procissão entre a Basílica São João de Latrão e Santa Maria Maior ou em outros locais como aconteceu em 2018 e 2019 não acontecerá este ano. A informação foi publicada no site do Vaticano hoje, 13 de junho de 2022.

Rezemos pela saúde do Papa.

O que disse o Papa sobre a Solenidade de Corpus Christi (site do Vaticano):

Ao longo dos anos, o Papa Francisco tem enfatizado vários aspectos desta Solenidade. Em primeiro lugar, a força de se gastar pelos outros que vem precisamente da Eucaristia:

“Quantas mães, quantos pais, juntamente com o pão quotidiano cortado sobre a mesa de casa, repartiram o seu coração para fazer crescer os filhos, e fazê-los crescer bem! Quantos cristãos, como cidadãos responsáveis, repartiram a própria vida para defender a dignidade de todos, especialmente dos mais pobres, marginalizados e discriminados!” (Homilia de Corpus Christi, 26 de maio de 2016)

No ano anterior, Francisco havia destacado que o que nos permite não desagregar-nos é precisamente a Eucaristia:

“Cristo presente no meio de nós, no sinal do pão e do vinho, exige que a força do amor ultrapasse todas as dilacerações e, ao mesmo tempo, que se torne comunhão inclusive com o mais pobre, sustentáculo para quem é frágil, atenção fraterna a quantos têm dificuldade de carregar o peso da vida quotidiana, e correm o perigo de perder a própria fé.” (Homilia de Corpus Christi, 4 de junho de 2015)

A Eucaristia não é um memorial abstrato, mas um memorial vivo do amor de Deus, um sacramento inscrito no DNA espiritual, lembrou o Santo Padre no Corpus Christi de 2017:

“A Eucaristia é o sacramento da unidade. Quem a recebe não pode deixar de ser artífice de unidade, porque nasce nele, no seu «DNA espiritual», a construção da unidade. Que este Pão de unidade nos cure da ambição de prevalecer sobre os outros, da ganância de entesourar para nós mesmos, de fomentar discórdias e disseminar críticas; que desperte a alegria de nos amarmos sem rivalidades, nem invejas, nem murmurações maldizentes.” (Homilia de Corpus Christi, 18 de junho de 2017).

E também em 2013 o aspecto da comunhão havia sido central, enquanto em 2014 o Papa havia advertido contra os vários tipos de alimentos que são oferecidos:

“Mas o único alimento que nos nutre verdadeiramente e que nos sacia é aquele que o Senhor nos concede! O alimento que o Senhor nos oferece é diferente dos demais, e talvez não nos pareça tão saboroso como determinadas comidas que o mundo nos oferece. Então, sonhamos outras refeições, como os hebreus no deserto, que tinham saudades da carne e das cebolas que comiam quando estavam no Egito, esquecendo-se, contudo, que comiam aqueles pratos na mesa da escravidão.” (Homilia de Corpus Christi, 19 de junho de 2014)

“Quando, porém, vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena verdade.” (Jo 16, 13) Neste dia, em especial, em que celebramos a
“Quando, porém, vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena verdade.” (Jo 16, 13)

Neste dia, em especial, em que celebramos a Solenidade da Santíssima Trindade, a Igreja encontra-se diante do grande mistério de Deus que não precisa ser explicado, uma vez que através dele podemos compreender o tamanho da Majestade e Poder que foi revelado por Nosso Senhor Jesus Cristo antes de voltar para o Pai, este é o inexplicável amor que inunda nossos corações e nos leva ao Único, no mistério da nossa salvação.

Durante a nossa vida, Deus Pai, Filho e Espírito Santo se revela em sua grandeza, mas em especial hoje, Ele nos mostra seu amor Ágape que é ofertado gratuitamente e podemos encontrá-lo de forma amorosa no outro, desde que tenhamos a capacidade de sair de nós para que nossos olhos, corações e atitudes estejam ligados ao coração do Pai, pois Ele está em nós e nós devemos estar nele, do mesmo jeito que amorosamente somos chamados a partilhar desse mistério.

A Liturgia desta Solenidade é um convite, não uma imposição, mas sim um chamado a partilhar, e não precisamos em momento algum de revelações, pois Cristo, nosso Amor Maior, já nos foi revelado e com ele todas as coisas.

Na Primeira Leitura encontramos uma tentativa de explicar o Amor de Deus por nós, não no teórico, mas nas entrelinhas o autor sagrado faz uma relação de amor, aparentemente de um casal, ou de alguém muito apaixonado que apenas por estar presente em todos os momentos desta narração, nos revela como se dá o misterioso amor de Deus por nós, este que é gratuidade, nos levando a acreditar que antes de pensarmos, já existíamos no Coração de Deus e acontece esse abandono nos braços do Pai. Aqui somos convidados a participar desse grande mistério. Ainda mais somos chamados a entrar nessa graça que só por amor pode nos ser concedida, além de termos este olhar de ternura para todos os que sofrem.

São Paulo, ao escrever aos Romanos na Segunda Leitura, também nos exorta, como já mencionado anteriormente, somos justificados pelo amor, Deus em sua infinita misericórdia nos deixa em Paz, pois em Jesus Cristo encontramos a razão da vida. O que era antes justificado pela lei, agora é revelado, pois o véu se rasga e podemos ver claramente o tanto que somos quistos pelo Criador, este que não temos nem palavras para descrever o seu tamanho, Ele apenas é, e como dizia Santo Agostinho: Viste o amor, viste a Trindade. “Bendito seja Deus Pai, bendito seja o Filho unigênito, bendito seja o Espírito Santo! Deus foi misericordioso para conosco! ”

No Evangelho, encontramos uma parte do discurso de despedida que Jesus faz, mas durante esse momento Ele promete que enviará o Espírito Santo Paráclito. Como é lindo ver Jesus em sua grandiosidade e bondade, amou tanto este mundo que em sua ascensão é enviado por livre vontade essa Graça que Santifica a Igreja Primitiva nas pessoas dos Apóstolos, e hoje se estende por todo o mundo o amor de Deus. Esta relação entre os irmãos, nasce e já é fortalecida pelo próprio Jesus. Por isso é necessário que cada um de nós faça uma experiência íntima com Deus e, de fato, uma comunhão fraterna de amor com os irmãos. Quem é mergulhado uma vez no amor único da Santíssima Trindade, aprende que o melhor caminho é seguir os passos de Jesus, pois ali encontramos um olhar de amor, este que não condena, mas abraça o mundo com sua misericórdia.

Ao desenvolvermos uma amizade íntima e constante com Jesus, somos capazes de entender, em nossas vidas, a presença de salvação dada a nós, por Jesus, que nada mais é: encontrar no outro o amor e alicerçar a nossa casa, nosso destino na cruz do amor de Jesus Cristo.

Que esta Solenidade da Santíssima Trindade seja um convite a nos encontrarmos verdadeiramente com Deus, neste mistério onde tudo se resume ao amor. Devemos recordar que os discípulos de Cristo foram formados na escola deste amor maior, e se tornaram para o mundo testemunhas oculares e formadores da misericórdia em Deus. Por isso, deixemos de lado nossas dúvidas deste mistério, que não é mistério, e sejamos assim como Maria foi, atentos, fiéis e que não precisava de nenhuma explicação, pois todas que fossem dadas seriam pequenas para o tamanho do amor que havia em Jesus.

Sejamos conduzidos e conduzamos todos à comunhão com o Senhor!  Que seja despertado em nós, o desejo sincero de anunciar essa verdade aos irmãos, porque assim como nós, eles também são frutos deste amor que se derrama em todos os corações.

 

Mateus Baptista

Seminarista do 1º ano de filosofia

Paróquia de origem: Nossa Senhora de Fátima, Pedra Azul, Domingos Martins – ES;

Paróquia de pastoral: São João Batista, Cariacica Sede – ES.

Internado após queda em sua residência, o diácono permanente Carlos D’Avila faleceu. O diácono servia à Igreja na paróquia São Francisco, em Itapoã, Vila

Internado após queda em sua residência, o diácono permanente Carlos D’Avila faleceu.

O diácono servia à Igreja na paróquia São Francisco, em Itapoã, Vila Velha.

Enterro às 13h30 no Cemitério Parque da Paz em Ponta da Fruta, Vila Velha.

A Arquidiocese de Vitória reza peo diácono para que Deus o acolha em seu Reino e conforte a família neste momento de dor.

 

Os seminaristas do Regional Leste 3 vêm se dedicando, nos últimos meses, ao estudo do Conselho Missionário de Seminaristas. O primeiro passo foi o

Os seminaristas do Regional Leste 3 vêm se dedicando, nos últimos meses, ao estudo do Conselho Missionário de Seminaristas.

O primeiro passo foi o diálogo com os representantes da dimensão missionária das quatro casas de formação presentes no Espírito Santo: Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, São Mateus e Vitória.

A partir dessa reunião, o diálogo se estendeu até os padres formadores dos seminários. Segundo o secretário nacional do Conselho Missionário de Seminaristas (Comise), Carlos Daniel de Souza Martins, da Diocese de Colatina, os representantes da dimensão missionária de cada diocese buscaram os formadores para apresentar a proposta de articulação e estruturação do Conselho Missionário. “Também apresentamos o regimento e o Plano Trienal de Ação do Comise”, informou.

Seminários articulam encontros

Em maio, o Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha promoveu um encontro justamente para apresentar o regimento interno do Comise a todos os seminaristas. “A intenção é fazer com que os seminaristas tenham conhecimento do Comise e possam organizar, em sua própria casa de formação, o Conselho Missionário, visando à fortificação da dimensão missionária na formação presbiteral”, explicou Carlos Daniel.

O Seminário Maria Mãe da Igreja, da Diocese de Colatina, incentivado por seu reitor e orientador de pastoral, também promoveram um bate-papo, que aconteceu na última quinta-feira (9/6) sobre o mesmo assunto. O grupo elegeu o seminarista Geisilan Barbosa dos Santos como articulador para impulsionar as ações dentro do seminário de Colatina.

O processo vem sendo tão frutuoso que sete seminaristas se preparam para representar o Regional Leste 3 no 4º Congresso Missionário Nacional de Seminaristas, que acontece em julho, em João Pessoa (PB).

Documento final do Encontro da Igreja Católica na Amazônia Legal foi divulgado hoje, 10 de junho de 2022. Leia abaixo a publicação da CNBB,

Documento final do Encontro da Igreja Católica na Amazônia Legal foi divulgado hoje, 10 de junho de 2022. Leia abaixo a publicação da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Os participantes do IV Encontro da Igreja Católica na Amazônia Legal, – realizado de 06 a 09 de junho, no Seminário São Pio X, em Santarém (PA) lançaram nesta quinta, 9, o novo Documento, denominado no texto introdutório como “Documento Jubilar”, no qual as diretrizes e prioridades elaboradas há 50 anos são atualizadas à luz do Sínodo para a Amazônia.

Da mesma maneira que Santarém/72 foi uma acolhida criativa do Concílio Vaticano II e da Conferência de Medellín, o IV Encontro da Igreja Católica na Amazônia Legal dá continuidade às trilhas do Sínodo para a Amazônia e assume suas inspirações ancorado na Exortação Pós-Sinodal ‘Querida Amazônia’ e aponta de forma ousada os caminhos da evangelização no território amazônico.

O documento se coloca como objetivo ser, na Região Amazônia, uma Igreja com rosto amazônico, em saída missionária, servidora, solidária, cuidadora da vida e defensora da natureza, nossa casa comum.

Representada, no IV Encontro, por religiosos, religiosas, presbíteros, bispos, cardeais, leigos e leigas-, a Igreja na Amazônia assume os sonhos do Papa Francisco expressos em ‘Querida Amazônia’ e apresenta linhas prioritárias para a missão, entre elas, o fortalecimento das Comunidades Eclesiais de Base, “que constituem uma dinâmica muito própria da Igreja em nossas dioceses e prelazias”.

Outro compromisso assumido foi com o princípio da “ministerialidade” como “uma forma de encarnada organização eclesial e uma exigência do processo de encarnação”; a participação das mulheres, por serem “elas que estão nas coordenações, nos ministérios da Palavra e da Eucaristia, na animação litúrgica, no cuidado com os pobres e nos enfrentamentos mais acirrados. São as mais numerosas nos serviços e menos presentes nas instâncias de decisão”.

Leia a íntegra do Documento no link abaixo:
Documento de Santarém 50 anos: Gratidão e Profecia

Em 1º de janeiro de 1872, São Daniel Comboni inicia o Instituto das Irmãs Missionárias Combonianas, “Pie Madri della Nigrizia”, em Verona na Itália.

Em 1º de janeiro de 1872, São Daniel Comboni inicia o Instituto das Irmãs Missionárias Combonianas, “Pie Madri della Nigrizia”, em Verona na Itália. O Instituto tem suas raízes no carisma de São Daniel Comboni, missionário, pastor e profeta da África. Ele reconheceu o lugar específico da mulher consagrada na Missão evangelizadora da Igreja. Em 1877, as primeiras Irmãs Missionárias Combonianas
partiram para a África com Daniel Comboni.

As Irmãs Combonianas chegaram ao Brasil em 1955, na cidade de Nova Venécia – ES, em resposta ao apelo missionário do Papa Pio XII. Como mulheres consagradas para a Missão “Ad Gentes”, assumiram a opção pelos pobres, a caminho com o povo de Deus, tendo como Missão o Anúncio da Palavra. De 1955 a 1974 a presença das Irmãs Combonianas estava exclusivamente voltada para Estado do Espírito Santo. A partir de 1974, as Irmãs da Província se abriram ao apelo missionário de outras realidades nos estados de: São Paulo, Rondônia, Paraná, Goiás, Ceará, Bahia, Amazonas e Minas Gerais. Mantendo a temporalidade de suas presenças missionárias para manter a itinerância inerente ao seu carisma.

“A missão é testemunho, seguimento, despojamento, martírio e cruz, mas também é a esperança que faz vencer o medo da noite, que faz esperançar às Mulheres da madrugada, que procuram o seu Senhor. Hoje a Missão para as Missionárias Combonianas, é o anúncio do Reino de Deus nas periferias sociais, existenciais e geográficas marcadas pela dor e sofrimento da injustiça social, pela violência estrutural e institucional que favorecem o tráfico de seres humanos, a migração em detrimento dos mais vulneráveis”, comenta Irmã Maria de los Angeles, Superiora Provincial.

No Jubileu dos 150 anos de fundação da congregação, o melhor presente é saber que o carisma está vivo, continua despertando nas jovens, o desejo de seguir Jesus Cristo, sendo discípulas missionárias para o anúncio do Evangelho do Reino. A celebração dos 150 anos de fundação da Congregação é uma oportunidade de compreender as próprias condições e descobrir as riquezas, pobreza e fragilidades.

“Celebrar esses 150 anos num contexto de Covid-19, é um tempo de graça e desafio, uma oportunidade para nos determos no caminho que estamos percorrendo como Congregação, nessa mudança epocal, atípica e complexa. É fazer memória de nossa caminhada na história com um novo olhar. Sem memória, a força se perde, a história é desperdiçada, os erros do passado se repetem, o horizonte fica estreito. É preciso olhar para o futuro com esperança, se comprometer com o cuidado da vida dos mais vulneráveis e da casa comum, com sabedoria e a resiliência da mãe terra”, ressalta a Superiora Provincial.

A missa em comemoração aos 150 anos, acontecerá na paróquia São Franciso de Assis, em Jardim da Penha, às 11 horas e será presidida por dom Dario Campos, arcebispo de Vitória.