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Dia 11 de setembro de 2021 o IPAC, Instituto Pastoral para a Catequese ou Escola de Catequese, como nós chamamos, conclui a formação de

Dia 11 de setembro de 2021 o IPAC, Instituto Pastoral para a Catequese ou Escola de Catequese, como nós chamamos, conclui a formação de mais uma turma que frequentou a Escola durante dois anos. Na mesma ocasião será apresentado o novo coordenador do IPAC, pe. Daniel Calil que juntamente com pe. Tárcio Rosa Siqueira, coordenador da Comissão Bíblico-Catequética, dará continuidade ao longo trabalho da Escola.

Pe. Daniel participa do Encontro de amanhã, quando será apresentado aos finalistas deste curso, com o espírito de conhecer e entender para se integrar e caminhar junto. Para ele o desafio é  a retomada da catequese de inspiração catecumenal e o planejamento para o ciclo da catequese de crianças e adolescentes.

Bandas, teatro e bate-papo, animarão a live promovida pela Comissão Arquidiocesana para a Juventude no próximo sábado, 18 de setembro às 19h. A transmissão

Bandas, teatro e bate-papo, animarão a live promovida pela Comissão Arquidiocesana para a Juventude no próximo sábado, 18 de setembro às 19h. A transmissão será pelo canal da Arquidiocese no YouTube e tem como objetivo arrecadar alimentos e doações em dinheiro para a Campanha Paz e Pão.

Durante a live as doações em dinheiro poderão ser feitas pelo PicPay ou QR Code. As informações serão disponibilizadas ao longo das apresentações. As doações de alimentos poderão ser entregues na paróquia do doador ou outra de sua preferência.

Todos os segmentos juvenis da Arquidiocese estão convidados a participar e fortalecer a corrente do bem que vai socorrer os irmãos que necessitam de ajuda neste momento.

A Campanha Paz e Pão é uma campanha permanente, organizada pelo Vicariato para a Ação Social, que acontece desde fevereiro e, apesar da generosidade e solidariedade dos doadores, ainda não consegue atender todas as famílias cadastradas com quantidade suficiente de alimentos. Para saber mais sobre a Campanha Paz e Pão acompanhe nas redes sociais e no site: http://pazepao.com.br   pazepao

A Economia proposta pelo Papa Francisco é o tema do XIII Encontro de Diálogos Bispos e Empresários. O Encontro acontece no sábado, 11 de

A Economia proposta pelo Papa Francisco é o tema do XIII Encontro de Diálogos Bispos e Empresários. O Encontro acontece no sábado, 11 de setembro de 2021, em formato virtual. Para participar basta fazer a inscrição no link clicando aqui. Leia mais sobre o Encontro na matéria publicada no site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Com tema: “Por que precisamos da Economia de Francisco?”, acontece neste sábado, 11 de setembro, o XIII Encontro de Diálogos Bispos e Empresários. O evento, que será pela primeira vez virtual, é promovido pela Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas (ADCE UNIAPAC Brasil) – organismo vinculado à Comissão Episcopal Pastoral para Cultura e Educação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

“Queremos difundir os conceitos apresentados pelo Papa Francisco em 2019 quando lançou a proposta de uma nova economia. Acreditamos que as provocações do Papa são relevantes, devem ser convertidas em ações pelos empreendedores católicos, pois podem trazer enormes benefícios para a sociedade, para o meio ambiente, para a própria empresa e para todos os que estão vinculados a ela. Para que isto seja possível, é preciso que no país reine um ambiente de paz, harmonia, que favoreça os investimentos, o crescimento econômico e social”, ressalta o engenheiro civil especialista em finanças e presidente da ADCE UNIAPAC Brasil, Sérgio Cavalieri.

Este ano, o encontro celebrará os 60 anos da ADCE UNIAPAC Brasil e 90 da fundação da UNIAPAC Internacional. Para Sérgio Cavalieri, esse evento, bienal, resultado da parceria entre a ADCE e CNBB, se tornou histórico pelas resoluções, entendimentos e projetos gerados, sempre a partir dos debates em torno da construção de propósitos em comum.

O presidente da ADCE UNIAPAC Brasil acentua que a ADCE e Uniapac são entidades pioneiras no Brasil e no mundo a trabalhar com o tema da responsabilidade social das empresas, promovendo a abordagem conceitual e prática do ensinamento social cristão.

“Esse trabalho é feito através da formação dos líderes empresariais nos princípios e valores do Evangelho e o estímulo para que tomem suas decisões e ações empresariais sempre pautados nestes valores. Isto faz com que as empresas sejam mais humanas, admiradas, competitivas, ambientalmente corretas, lucrativas e perenes”, disse Sérgio Cavalieri.

A abertura do XIII Encontro de Diálogos Bispos e Empresários será feita pelo arcebispo Belo Horizonte e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo; o arcebispo de Montes Claros (MG) e presidente da Comissão para Cultura e Educação da CNBB, dom João Justino de Medeiros e o engenheiro civil especialista em finanças e presidente da ADCE UNIAPAC Brasil, Sérgio Cavalieri.

Na programação ainda terão outros três painéis. Além da oportunidade de se enriquecer com as apresentações dos palestrantes, os participantes terão ainda momento de se manifestar e interagir em grupos de reflexão e vivência, o que representará uma experiência e dinâmica diferenciada. O presidente da ADCE UNIAPAC Brasil, ressalta que este encontro vai dar continuidade ao processo de diálogo, entendimento e aproximação entre duas instâncias importantes da sociedade, iniciado há mais de 30 anos atrás.

“Os sacerdotes, que dão orientação espiritual e cuidam da saúde da alma das pessoas, e os empresários que geram trabalho, produzem riqueza e bem estar material com suas atividades profissionais. É preciso que os empresários tenham a consciência da sua nobre vocação de servir e com sua atividade promover melhor qualidade de vida e a felicidade das pessoas. Os Bispos têm um papel relevante no acolhimento e na orientação dos empreendedores para que sejam fortalecidos na fé e consigam persistir neste caminho e neste propósito”, disse.

Programação:

1º painel: ‘Diálogos Bispos e Empresários: Pacto de Paz e Solidariedade pelo Brasil’, com o arcebispo de Campo Grande (MS) e presidente do Regional Oeste 1 da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa e a executiva e escritora, Grácia Fragalá. A mediação será da historiadora, professora da Fundação Getúlio Vargas e doutora em Sociologia das Organizações pela Universidade de Sophia, em Tóquio, Carmen Migueles.

2º painel: ‘Economia de Francisco na prática’, com o bispo de Tocantinópolis (TO) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato da CNBB e membro do Conselho Econômico da Conferência, dom Giovane Melo e o economista e presidente da ADCE Brasília, João Carlos de Almeida. A mediação é do executivo da área de gestão da sustentabilidade e presidente da ADCE Espírito Santo, Paulo Cezar Silva.

Painel Jovens Empresários: ‘Economia de Francisco: Educar novas gerações com sonhos’, com o assessor do Setor Universidades da Comissão Episcopal Pastoral para Cultura e Educação da CNBB, mestre em História Cultural, Padre Danilo Pinto dos Santos e o advogado especialista em gestão de projetos e finanças, presidente da ADCE Jovem Brasil, Matheus Parreira Machado.

O XII Encontro de Diálogo Bispos e Empresários ocorreu em Guarulhos (SP), nos dias 24 e 25 de agosto de 2018 e teve como tema: “Igreja em saída – a vocação e o papel do líder empresarial:  Perspectivas à Luz do Ano Nacional do Laicato”. O encontro é uma parceria entre o Setor Cultura da CNBB e a ADCE Uniapac Brasil, conforme estabelecido no 22º Plano Pastoral do Secretariado Geral 2016 – 2019.

Para participar clique aqui no link de inscrição

O Papa Francisco retomou as audiências da quarta-feira com participação dos fiéis cumprindo os protocolos sanitários recomendados. Na audiência de ontem o Papa seguindo
O Papa Francisco retomou as audiências da quarta-feira com participação dos fiéis cumprindo os protocolos sanitários recomendados. Na audiência de ontem o Papa seguindo a Carta aos Gálatas disse: “As diferenças e os contrastes que criam separação não deveriam existir entre os fiéis em Cristo. Pelo contrário, a nossa vocação é tornar concreta e evidente a chamada à unidade de toda a raça humana”.  Leia abaixo a matéria publicada no site Vatican News.
“As diferenças e os contrastes que criam separação não deveriam existir entre os fiéis em Cristo. Pelo contrário, a nossa vocação é tornar concreta e evidente a chamada à unidade de toda a raça humana”, disse o Papa Francisco na Audiência Geral, comentando mais um trecho da Carta aos Gálatas.

“Somos filhos de Deus”: este foi o tema da catequese do Papa Francisco esta quarta-feira (08/09), na Sala Paulo VI, dando continuidade ao ciclo sobre a Carta de São Paulo aos Gálatas. O Apóstolo insiste com aqueles cristãos para que não se esqueçam da novidade radical que supõe o batismo na vida dos fiéis.

“Nós, cristãos – comentou o Papa -, damos frequentemente por certa esta realidade de ser filhos de Deus. Ao contrário, é bom recordar sempre com gratidão o momento em que nos tornamos tais, o do nosso batismo, para viver com maior consciência o grande dom recebido.”

Como já fez em inúmeras ocasiões, o Pontífice reforçou a importância de saber a data em fomos batizados e recordá-la todos os anos. “Se hoje eu perguntasse quem de vocês sabe a data do batismo, creio que poucos levantariam a mão”, brincou Francisco, recomendando que os fiéis celebrem esta memória.

Cristo faz toda a diferença

A filiação de que fala Paulo contém uma particularidade, ele afirma que a fé permite ser filhos de Deus «em Cristo» (3, 26). É este “em Cristo” que faz a diferença, explicou Francisco. Pela sua encarnação, Ele tornou-se nosso irmão, e pela sua morte e ressurreição reconciliou-nos com o Pai.

Nas suas Cartas, São Paulo refere-se várias vezes ao batismo. Para ele, ser batizado equivale a participar de modo efetivo e real no mistério de Jesus. Portanto, não é apenas um rito externo. Aqueles que o recebem são transformados nas profundezas do seu ser, no seu íntimo, e possuem uma nova existência, precisamente a vida que lhes permite dirigir-se a Deus e invocá-lo com o nome de “Aba, pai”.

Superação das diferenças

Francisco define como audaciosas, chocantes e revolucionárias as afirmações do Apóstolo na época, pois, através do batismo, a filiação divina prevalece sobre as diferenças culturais, sociais e religiosas: “Não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem nem mulher”.

Sobre estes conceitos, o Papa afirmou com pesar que, no caso da escravidão, esta existe ainda hoje: “Milhões de pessoas sem direito a comer, à educação, ao trabalho. São os novos escravos, que estão na periferia, explorados por todos. Ainda hoje existe a escravidão, pensemos nisto”.

Quanto à diferença entre homens e mulheres, o Pontífice condenou expressões de desprezo ao gênero feminino. “Homem e mulher têm a mesma dignidade. E tem na história hoje uma escravidão das mulheres, as mulheres não tem as mesmas oportunidades que os homens.”

Unidade da raça humana

Paulo afirma a profunda unidade que existe entre todos os batizados, qualquer que seja a sua condição, pois cada um deles, em Cristo, é uma criatura nova. Toda distinção torna-se secundária no que diz respeito à dignidade de ser filho de Deus. O Papa então concluiu:

“As diferenças e os contrastes que criam separação não deveriam existir entre os fiéis em Cristo”, acrescentou o Papa, citando situações “inconscientes” que fazemos inclusive dentro da Igreja, dando prioridade a pessoas bem vestidas e ignorando quem se apresenta maltrapilho.

“A nossa vocação é tornar concreta e evidente a chamada à unidade de toda a raça humana. Tudo o que exacerba as diferenças entre as pessoas, muitas vezes causando discriminação, tudo isto, perante Deus, já não tem qualquer substância, graças à salvação realizada em Cristo. O que conta é a fé que age seguindo o caminho da unidade, indicado pelo Espírito Santo. A nossa responsabilidade consiste em percorrer decisivamente este caminho da igualdade. Mas a igualdade que é sustentada pela redenção de Jesus.”

Inauguração do Instituto de Filosofia e Teologia da Arquidiocese de Vitória (IFTAV) – 23/02/1985 O período compreendido entre 1968 e 1984 foi um dos
Inauguração do Instituto de Filosofia e Teologia da Arquidiocese de Vitória (IFTAV) – 23/02/1985

O período compreendido entre 1968 e 1984 foi um dos mais ricos no que diz respeito ao desenvolvimento intelectual e cultural do Seminário. Embora tenham sido tempos muito difíceis, tais dificuldades não abateram os ânimos dos responsáveis pela formação.

No dia 23 de fevereiro de 1985, foi inaugurado o Instituto de Filosofia e Teologia da Arquidiocese de Vitória (IFTAV). O ato solene foi presidido pelo Sr. Núncio Apostólico, Dom Carlo Furno, que estava em Vitória desde o dia anterior, para a entrega do Pálio Arquiepiscopal a Dom Silvestre Scandian.

Antes da inauguração, houve a Santa Missa, presidida pelo Núncio e concelebrada por diversos Bispos e Presbíteros, na Capela do Colégio do Carmo (Centro de Vitória – ao lado do prédio do Instituto). Participaram da Missa os alunos, as irmãs Milicianas, e um bom número de fiéis.

Após a Missa, foi descerrada a fita de inauguração, e proferida no salão nobre a aula inaugural pelo professor Dom Antônio Figueiredo (então Bispo de Teófilo Otoni – MG), com o tema: “A Patrística na Filosofia e na Teologia”.

O ato solene se concluiu com a palavra do Sr. Núncio, que manifestou sua alegria pela inauguração, ao mesmo tempo convidando a todos a se empenhar em prol das vocações. O primeiro Diretor do Instituto foi o Côn. Rubens Duque – na ocasião Reitor do Seminário -, que depois passou a contar com a ajuda de um professor leigo (coordenador de estudos).

Desde então, os alunos do Seminário Nossa Senhora da Penha, das Dioceses de Cachoeiro do Itapemirim, Colatina e São Mateus – além de religiosos -, passaram a frequentar as aulas no Instituto.

CRUZ, Arnóbio Passos. Seminário Nossa Senhora da Penha: 50 anos de história (1951-2001). Vitória, 2001.

Hoje (08), festa da Natividade de Nossa Senhora, a Arquidiocese de Vitória celebra os 470 anos de sua padroeira: Nossa Senhora da Vitória. O

Hoje (08), festa da Natividade de Nossa Senhora, a Arquidiocese de Vitória celebra os 470 anos de sua padroeira: Nossa Senhora da Vitória. O dia 08 de setembro é marcado por essa centenária devoção que se mistura com a história da capital do Estado Espírito Santo. No último dia dos festejos, uma missa solene foi realizada durante a manhã na Catedral Metropolitana de Vitória, presidida pelo Arcebispo Dom Dario Campos. 

Participaram da Celebração Eucarística padres da Arquidiocese; seminaristas; autoridades religiosas, entre elas, Dom Paulo Dal’Bó, bispo da Diocese de São Mateus e Dom Luiz Fernando Lisboa, bispo da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim; além de autoridades civis e militares, como o Governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, a Vice-Governadora Jaqueline Moraes e o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini. A Igreja também estava repleta de fiéis, leigos e leigas, devotos de Nossa Senhora da Vitória. 

Estes 470 anos de Fé foram marcados por muitas lutas e vitórias sobre o patrocínio de Nossa Senhora da Vitória. Logo no início da celebração Dom Dario afirmou que este dia é de festa no Céu e na cidade de Vitória que completa 470 anos e ele puxou uma grande salva de palmas da Assembleia para nossa cidade. A música da missa foi conduzida por Seminaristas do Seminário Nossa Senhora da Penha e por leigos da Catedral. O  evangelho foi o do dia, que está em Mateus 1, 1-16.18-23 e fala sobre a origem de Jesus Cristo.  

Em sua homilia, Dom Dario começou refletindo o momento de pandemia que o mundo já vive há mais de um ano: “trazemos em nossos corações e orações as muitas famílias de nosso querido Estado, de todo País que sofreram e estão sofrendo a perda dos seus entes queridos, por causa da pandemia de COVID-19. Já passamos de 580 mil irmãos e irmãs que nos deixaram, suplicando a eles a paz no coração de todos, o repouso para os que se foram, saúde para os que estão adoentados e a força e a coragem para os que trabalham nos cuidados desses nossos irmãos”. Logo após o Arcebispo pediu que todos ficassem de pé, em um minuto de silêncio e uma salva de palmas a todos os irmãos que já estão na casa do Pai. 

O Arcebispo também ressaltou a grande responsabilidade de todos os católicos de Vitória, pois herdaram dos seus antepassados o cuidado pela cidade, sendo chamada Cidade Presépio, a devoção de Nossa Senhora da Vitória e tem que passar para as gerações futuras essa devoção e todo cuidado e carinho que receberam da mãe de Jesus de Nazaré. Principalmente o cuidado com os mais necessitados.

“Hoje nos colocamos diante da Virgem Maria com o título de Nossa Senhora da Vitória, como seus filhos e filhas, chamados a reconhecer que Deus tem os seus caminhos e se faz presente também na nossa história e na nossa querida cidade de Vitória. No evangelho vimos que o Senhor escolheu gratuita e livremente quem ele desejou ao longo de toda história do seu povo eleito, contando sempre com a disponibilidade e abertura de coração de todos até chegar o tempo de nascimento do seu filho Jesus de Nazaré”.  

Por ser um dia de festa, foi rezada a ladainha de Nossa Senhora. Ao som de “Mãe do Céu, rogai a Deus por nós” todos os presentes entoaram suas súplicas e agradecimentos a mãe de Jesus. Um momento de muita emoção foi ao final da missa solene com uma coroação da imagem de Nossa Senhora da Vitória, que foi restaurada. Centenas de rosas foram distribuídas aos presentes na Catedral Metropolitana e padre Renato Criste, que é o pároco explicou o sentido e convidou a todos para rezarem a oração de Nossa Senhora da Vitória.  

“A maioria de vocês receberam uma rosa nas mãos. Símbolo da vitória, essas rosas trazem espinhos e perfumes para lembrar que não existe vitória sem luta. Não vamos perder a esperança. Isto que Nossa Senhora nos ensina, a mãe de Jesus, a perseverar na Fé e na esperança, pois a vitória estará garantida aqueles que lutam com justiça e no amor. Rezando diante da imagem de nossa senhora da Vitória queremos colocar a nossa vida, a vida de nossa família, a vida desta comunidade paroquial Nossa Senhora da Vitória, toda a nossa Igreja particular de Vitória governada pelo senhor Arcebispo Dom Dario Campos e claro colocar toda a nossa cidade de Vitória, neste ano que celebra 470 anos de história, fé e devoção”.

A Festa de Nossa Senhora da Vitória deste ano teve uma ampla programação. Começou no dia 01 de setembro e foi marcada pelo retorno da imagem restaurada da imagem de Nossa Senhora da Vitória à Catedral de Vitória, pela realização do 1º Seminário Arquidiocesano de Mariologia, além de celebrações diárias, reza do terço, e carreatas com a imagem de Nossa Senhora pelas ruas da capital. Ainda hoje acontece às 17h um momento de adoração, às 18h Missa de Encerramento com o Arcebispo Emérito Dom Luiz Mancilha Vilella e logo após, às 19h30, será realizada uma Live Show + Carreata com Imagem de Nossa Senhora da Vitória pelas ruas da Cidade de Vitória.

Padre Renato fez uma análise sobre o resultado de muito empenho para a realização da programação deste ano: “é uma vitória, porque sabemos que uma festa dá trabalho. Mas é muito bom, muito agradável, pois aqui colocamos nossos dons e nossos serviços para homenagear aquela que se colocou à serviço na obra da nossa salvação: A Virgem Maria. Estamos muito felizes e realizados e neste ano particularmente de 470 anos, um marco muito importante para nós e dentro deste contexto de pandemia, de grande dificuldade que estamos vivendo, Nossa Senhora brota como uma flor de esperança mostrando para nós que há vitória, em meio as lutas e dificuldades. 

O presbítero também comentou sobre as novidades: o restauro da imagem de Nossa Senhora da Vitória que fica no altar da Catedral e o retorno do chafariz, que está localizado na praça da Catedral: “restauramos a imagem com recursos da própria comunidade, onde uma campanha foi realizada. A imagem está belíssima! É uma senhora de 70 anos que certamente vai ficar aqui por longos anos e todo entorno da catedral foi cuidado com retorno do chafariz. Eu destaco o empenho particular da prefeitura de Vitória, pois nosso patrimônio está sendo ainda mais valorizado e preservado”. 

Autoridades

O governador Renato Casagrande participou da missa acompanhado da esposa Virgínia e da vice-governadora Jaqueline e falou sobre a importância deste dia: “É uma alegria poder estar comemorando 470 anos de Vitória, mas no dia da Natividade de Nossa Senhora. Então a gente tem Vitória com esta bela homenagem a Nossa Senhora e que a gente possa fortalecer a nossa esperança, a nossa Fé, nossa espiritualidade. para termos uma capital cada vez mais justa”.

Já o prefeito Lorenzo Pazolini, destacou que este é um momento único de 470 anos da capital comemorado com a Catedral e a Arquidiocese de Vitória: “para nós é um momento de celebração, união, de paz. Vencendo a pandemia, é fundamental que tenhamos a serenidade e o bom senso e hoje representa muito disso. A volta também ali do nosso chafariz da Catedral é a  prefeitura entregando mais um importante equipamento público para a cidade que é emblemático para nós. É um cuidado com a Fé e com a vida das pessoas”.    

O evento começou às 08h30 na Praça Getúlio Vargas, no Centro da capital e seguiu pela avenida Beira Mar até a Prefeitura Municipal de

O evento começou às 08h30 na Praça Getúlio Vargas, no Centro da capital e seguiu pela avenida Beira Mar até a Prefeitura Municipal de Vitória. Durante todo o trajeto, que foi sinalizado e acompanhado pela guarda municipal de trânsito, o clima era de tranquilidade e de protestos em favor da paz, da justiça de igualdade.

Com faixas e cartazes, os participantes do 27ª Grito dos Excluídos e Excluídas manifestavam-se contra o marco temporal, pediam mais vacinas e gritavam por políticas sociais favoráveis à população.

Participaram do encontro autoridades políticas e religiosas, além de um grande número de pessoas que são integrantes de movimentos sociais, pastorais, sindicatos e partidos políticos.

No final do ato, em frente à sede do Poder Executivo de Vitória e da Câmara Municipal, foi feita uma homenagem ao ativista Lula Rocha, morto no início do ano. Lula fazia parte de diversos movimentos sociais e era atuante na luta por direitos dos cidadãos.

Todos os anos o tema do Grito é Vida em Primeiro Lugar e o lema deste ano foi Na Luta por Participação Popular, Saúde, Comida, Moradia, Trabalho e Renda, Já!

A caminhada foi dividida em eixos, confira abaixo:
Eixo 1- Terra-Território, Teto e Trabalho: a esperança está na organização popular
Eixo 2- Juventudes: Protagonismo Juvenil e Participação Popular
Eixo 3- Vacina já para todos/as
Eixo 4- Soberania: Princípio democrático
Eixo 5- Militarização: racismo e preconceito
Eixo 6- Mulheres: Equidade e direitos
Eixo 7- Esperançar: Nós podemos reinventar o mundo

 

O arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo divulgou nesta sexta-feira,

O arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo divulgou nesta sexta-feira, 3 de setembro, um vídeo por ocasião do próximo Dia da Pátria, 7 de setembro. De acordo com o presidente da CNBB, a data deve inspirar em cada brasileiro o reconhecimento de que todos são irmãos, inclusive daqueles com quem não se concorda.

Essa verdade, segundo do Walmor, precisa ser contemplada e ajudar no reconfiguramento da interioridade de cada um frente a um contexto no qual o Brasil está sendo contaminado pela raiva e pela intolerância. De acordo com o arcebispo de Belo Horizonte, em nome de ideologias muitos dedicam-se à ofensas, chegando ao absurdo de defender o armamento da população.

“Quem se diz cristão ou cristã deve ser agente da Paz e a paz não se constrói com armas. Somos todos irmãos. Esta verdade é sublinhada pelo Papa Francisco na carta encíclica Fratelli Tutti”, disse.

Os ensinamentos da Fratelli Tutti, aponta dom Walmor, devem também inspirar cuidados com os que sofrem. “A fome é realidade de quase 20 milhões de brasileiros. Aquele pai que não tem alimento a oferecer para o próprio filho é seu irmão. Nosso irmão. Do mesmo modo, a criança e a mulher feridas pela miséria são suas irmãs, nossos irmãos e irmãs”, afirmou no vídeo.

De acordo com o presidente da CNBB, os católicos e cristãos não podem ficar indiferentes à realidade que mistura desemprego e alta inflação, num contexto agravado pela pandemia, situação que acentua as exclusões sociais. A saída, de acordo com o arcebispo, está na urgência em implementar políticas públicas para a retomada da economia e a inclusão dos mais pobres no mercado de trabalho.

Povos originários e a Casa Comum

O presidente da CNBB afirma que os olhares precisam voltar-se para os povos que estão mais sofrendo, como os indígenas, povos originários.

“Nossa pátria não começa com a colonização europeia. Nossas raízes estão nas matas e florestas, num sinal claro nos ensinando que a nossa relação com planeta deve ser pautada pela harmonia. Os povos indígenas, historicamente perseguidos e dizimados, enfrentam graves ameaças do poder econômico extrativista  e ganancioso que tudo faz para exaurir nossos recursos naturais”, disse.

O presidente da CNBB dedica um parte da mensagem ao cuidado com a Casa Comum (meio ambiente). Dom Walmor reforça o alerta dos cientistas brasileiros sobre a gradativa queda nos mananciais de água potável no Brasil. “A exploração desmedida e irracional do solo, com a derrubada de florestas, está levando à escassez de água em nossas torneiras. Não podemos deixar que o Brasil, reconhecimento internacionalmente por ser rico em recursos naturais, seja devastado e torne-se uma terra arrasada”, exortou.

Exercício da cidadania e superação da crise

Dom Walmor enalteceu a importância do dia 7 de Setembro como caminho para contribuir para o exercício qualificado da cidadania. Na mensagem, o arcebispo defende que a participação cidadã na política, reivindicando direitos, com liberdade, está diretamente relacionada com o fortalecimento das instituições que sustentam a Democracia.

“Não se deixe convencer por quem agride os poderes Legislativo e Judiciário. A existência de três poderes impede a existência de totalitarismos”, disse. Dom Walmor defende que não é possível aceitar, independentemente das convicções político-partidárias de cada um, agressões aos pilares que sustentam a democracia. Agredir, eliminar, hostilizar, ignorar ou excluir, segundo o arcebispo, são verbos que não combinam com um sistema democrático.

No próximo 7 de setembro, dom Walmor fez um pedido aos brasileiros: “respeite a vida e a de seu semelhante. (…) a intolerância nos distância da Justiça e da Paz e afasta-nos de Deus. Somos todos irmãos. No dia da Pátria, 7 de setembro, rezemos para que o Brasil encontre um caminho para superar as suas crises. Rezemos também pelas vítimas da Covid-19 “, reforçou.

Dom Walmor encerra o vídeo recordando o trecho de uma mensagem do Papa Francisco: “O bem não é conquista mas uma construção permanente, demandando a nossa dedicação a cada dia”

Assista o vídeo com a mensagem de dom Walmor clicando aqui.