O Tríduo Pascal são os três últimos dias da Semana Santa, nestes dias recordamos e celebramos momentos importantes da caminhada de Cristo aqui na terra. Este é o período mais forte do tempo litúrgico, é nele que estão revelados o mistério pascal e o mistério eucarístico.
Infelizmente ainda tem muita gente que encara o Tríduo Pascal apenas como um feriado, tempo para viajar, descansar e fazer outras coisas, mas na verdade o momento é de alimentarmos a nossa fé recordando cada passo de Jesus até à ressurreição.
Cada um dos três dias do Tríduo Pascal possui um tema e ritos próprios, mas trata-se de uma única missa. Ela começa na quinta-feira e vai até o sábado, quando o sacerdote dará a benção final.
Vamos entender melhor:
Quinta-feira: É primeiro dia da solenidade, é nele que se faz memória da instituição da Eucaristia, do sacerdócio e se reproduz o ato em que Jesus lavou os pés dos discípulos.
Neste ano de 2021, devido à pandemia, não haverá o ato do lava pés.
Sexta-feira: A data marca o momento culminante do amor, ou seja, a morte de Jesus na Cruz. Este é um dia de jejum e às 15h os católicos rememoram e celebram a Paixão e morte de Cristo.
Sábado: É um dia de silêncio e vigília. Na celebração noturna, na hora do glória, depois de um longo silêncio quaresmal ascendem-se as luzes e passa-se do luto para a alegria da ressurreição.





Para marcar a abertura deste ano, Dom Dario Campos, Grão Chanceler do Centro Católico de Estudos e Arcebispo Metropolitano de Vitória, presidiu uma missa que teve a participação dos professores, alunos, de Paulo Delboni coordenador do curso de Filosofia, no Salesiano e Padre Arthur Juliatti coordenador do curso de Teologia, no Centro Católico de Estudos.
“Iniciamos o ano letivo nos colocando diante da Palavra de Deus. E esta (Gn 1,1-19) que acabamos de ouvir relata o início da criação. O verbo criar que é uma atitude divina. A pandemia nos coloca diante da fragilidade humana. Por isso é muito importante seguir os protocolos de saúde para que possamos continuar a seguir o Cristo. Ao mergulhar no estudo, na busca de Deus, se deixe levar ao conhecimento mais profundo”, afirmou.
Segundo o padre ele fez um recorte em seu estudo da teologia de São Tomás de Aquino que acabou se tornando a oficial da Igreja, em que maior parte dos teólogos seguiu ao longo dos séculos. Ele mostrou que para Tomás de Aquino o primado da alma é o intelecto e isso gerou na teologia ocidental a primazia da verdade, em que a teologia passou a ser vista como uma ciência especulativa com o objetivo da contemplação e de alcançar a verdade.
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