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Neste domingo, 28, a Igreja Católica celebra o Domingo de Ramos. Esta celebração litúrgica, também conhecida como Domingo da Paixão do Senhor, faz memória

Neste domingo, 28, a Igreja Católica celebra o Domingo de Ramos. Esta celebração litúrgica, também conhecida como Domingo da Paixão do Senhor, faz memória à entrada de Jesus em Jerusalém, ao qual é recebido com festa pelo povo com ramo de oliveira após passar 40 dias no deserto.

Retratando a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, montado em um jumentinho e aclamado pelo povo como rei, o Domingo de Ramos, celebrado neste domingo dá início a Semana Santa e introduz os católicos em momentos de reflexão e celebração do tríduo pascal: paixão, morte e ressurreição de Cristo. Na Arquidiocese de Vitória, o arcebispo Dom Dario Campos celebrou na Catedral Metropolitana de Vitória nesta manhã de domingo.

Com decreto de quarentena em vigor em no estado do Espírito Santo, devido aos elevados números de casos e óbitos por Covid-19, o Domingo de Ramos não teve as procissões e missas presenciais, os espaços ficaram silenciosos, os fieis não puderam ir as ruas cantar o tradicional “Hosana Hei, Hosana ha”. Neste contexto, fiéis se preparam para o dia adaptando as tradições dentro das residências. Do lado de dentro, apenas equipes essenciais para a celebração e funcionamento da transmissão das paróquias e comunidades.

Para participar da celebração online são convidados a colocar os ramos na porta de entrada de suas casas com enfeites, um laço, por exemplo, e monto o altar com a imagem de Nossa Senhora e Jesus, junto com os ramos também. Conforme orientação da Arquidiocese, durante a celebração de Ramos, uma das primeiras orientações é para que, em casa, o fiel reúna os ramos e os tenha em mãos no momento da bênção dos ramos que o sacerdote fará. Posteriormente, a sugestão é para que toda a família inicie a leitura do evangelho da entrada em Jerusalém, seguido por orações, momentos de silêncio e a proclamação da Paixão de Cristo.

Programação das Celebrações presididas pelo Arcebispo

Na Quinta-feira Santa, dia 01, às 9h, a Catedral recebe o Clero da Arquidiocese para a Bênção dos Santos Óleos – a celebração, que recorda a unidade da Igreja, é o momento onde ocorre a benção dos óleos que são usados durante o ano para as cerimônias de Batismo, Crisma e Unção dos Enfermos das 90 paróquias que integram a Arquidiocese. Esta Celebração é restrita ao clero respeitando o distanciamento social que se faz necessário perante a crise pandêmica que vivemos.

Também na quinta-feira, às 19h, acontece a missa da Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Na sexta-feira, às 15h a Liturgia da Paixão e Morte. Para este dia a CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil pediu que seja rezada em todas as igrejas católicas do Brasil uma oração pelas vítimas da covid-19. No sábado, dia 03, às 19h a Catedral vai celebrar a Vigília Pascal e no Domingo de Páscoa, acontece às 8h a missa da Ressurreição. Todas as cerimônias serão realizadas com presença restrita de fiéis e conforme decreto do arcebispo de Vitória, dom Dario Campos estão suspensos os ritos do Lava-pés, fogueira e procissões. As pessoas devem acompanhar as transmissões pelas redes sociais.

A programação será transmitida pela Rádio América (91,1 FM), pela TVE Canal 2.1 / Net 15 e as redes sociais da Arquidiocese de Vitória e Catedral Metropolitana de Vitória.

Neste momento de combate ao novo coronavírus, a solidariedade se tornou uma das principais armas contra a pandemia. A Arquidiocese de Vitória busca se

Neste momento de combate ao novo coronavírus, a solidariedade se tornou uma das principais armas contra a pandemia. A Arquidiocese de Vitória busca se mobilizar para ajudar pessoas em estado de vulnerabilidade social, idosos e quem precisa de apoio.

O Vicariato para Comunicação promoveu na última semana pelo Instagram uma pesquisa de pessoas que produzem a famosa Torta Capixaba, um prato típico da culinária capixaba. Diversos fieis que seguem o perfil da Arquidiocese de Vitória escreveram o nome de cozinheiros, chefs de cozinha, donos de restaurantes e produtores do prato da culinária capixaba. (confira a pesquisa e os diversos produtores da Torta Capixaba)

De acordo com o padre Anderson Gomes, Vigário para Comunicação, a proposta surge como uma iniciativa de estimular a solidariedade e promover uma divulgação não só dos grandes restaurantes que já fornecem a Torta Capixaba, mas de pessoas anônimas que mantém viva a identidade cultural e culinária do Espírito Santo. O prato é tradição na Páscoa, já que ela é bastante consumida no período da quaresma e, principalmente, na Semana Santa.

Torta e Moqueca Capixaba

A moqueca e a torta capixaba são pratos que melhor expressam a identidade típica do Espírito Santo. Para alguns autores a palavra teria raiz no dialeto quimbundo falado por negros angolanos de origem banto, que, no entanto apreciavam mais ao peixe seco e salgado.

A torta capixaba, como se conhece hoje tem as mesmas raízes que a moqueca. Uma culinária presente na mesma panela de barro. Ela nasce como criação do povo pobre de Vitória, que a partir dos mangues da ilha, ricos em frutos do mar e pescados, juntavam as várias moquecas de ostras, sururus, siris, caranguejos e peixes numa mesma panela de barro, para cumprir um preceito da fé.

Com o passar do tempo é que este prato passou a mesa dos comerciantes ricos que acrescentaram seus elementos e a experiência portuguesa em tortas, que a rigor seria um prato europeu.

Torta Capixaba Consciente

A Quaresma, período em que os católicos fazem penitência é a época em que a alimentação com carne é evitada, dando lugar a peixes e frutos do mar nas mesas capixabas. Na Semana Santa, período em que a abstinência de carnes se torna mais intensa, a tradicional torta rouba a cena e é servida nas casas, principalmente na sexta-feira da paixão.

Segundo, Elizabeth da Conceição, que é cozinheira há mais de 35 anos, destacou que é preciso um certo cuidado ao comprar os produtos que fazem parte dessa especiaria capixaba. “O preparo da torta capixaba leva muitos ingredientes que devem ser avaliados pelos clientes. Saber se os produtos são frescos, limpos, para que se tenha uma boa qualidade no produto final”, destaca.

A cozinheira atualmente mora no bairro Ilha de Santa Maria, mas que sua família sempre morou próximo a região das Caieiras em Vitória. “A tradição da moqueca, da torta e tantas outras culinárias capixabas fazem parte da nossa família que passa de geração em geração. Meu pai era pescador, mamãe era desfiadeira de siri e assim eles nos sustentaram a vida toda”, relata emocionada.

Confira algumas sugestões dos seguidores, mas no link do instagram você tem acesso completo: (CLIQUE AQUI)

  • Vitória

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Jacob Mariano | “Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13, 1). Tendo em vista o fim do

Jacob Mariano | “Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13, 1).

Tendo em vista o fim do tempo quaresmal, a Liturgia da Quinta-feira Santa nos introduz no mistério pascal de Cristo. Antes, porém de contemplarmos os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor Jesus, somos conduzidos pela Santa Mãe Igreja aos ritos que compõem a Liturgia deste dia. Hoje, além de darmos início ao Tríduo Pascal, celebramos a instituição da Eucaristia e do sacerdócio ministerial.

A respeito da Eucaristia nos diz São Pedro Julião Eymard (2007, p. 37): “É o mistério do Amor que se consuma. É Jesus que cumpre com sua palavra. E nada mais lhe restando a dar que sua Vida mortal na Cruz, Ele a dará, para depois ressuscitar e tornar-se nossa Hóstia perpétua de propiciação, Hóstia de Comunhão, Hóstia de adoração”.

Na ceia derradeira, antes de sua Paixão, Jesus junto dos seus, institui o sacramento de amor. Este sacramento é a garantia perfeitíssima do amor de Deus que une os seus ao mistério Pascal de Cristo pelo memorial de sua Morte e Ressurreição (MISSAL, 2014).

É, pois deste memorial que nasce o sacerdócio ministerial, fruto da missão que os apóstolos receberam de Cristo pelas palavras: “Fazei isto em minha memória” (1 Cor 11, 24); E, “Todas às vezes, de fato, que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele venha” (1 Cor 11, 26). Desta forma, os bispos e os presbíteros, unidos ao Cristo-Cabeça, mantêm a tradição apostólica que perpetua os ensinamentos de Cristo até que Ele venha.

Neste contexto, num ato livre de amor, caridade e acima de tudo misericórdia, o Senhor Jesus desce aos pés da humanidade representada pelos apóstolos e os lava (RATZINGER, 2011). O mestre, o divino, o amor encarnado se faz servo e lava os pés para dignificar o homem redimindo-o dos seus pecados para torná-lo participante de seu banquete pascal, como nos diz a palavra: “Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate de muitos” (Mt 20, 28).

Ao darmos início ao Tríduo Pascal, ápice da vida cristã, preparemos o nosso coração para nos configurarmos a Cristo, para que unidos a Ele possamos passar pelas aflições das horas que seguem, pelas dores dos flagelos e pela morte de cruz. Para que unidos a Ele nos sofrimentos, possamos também ressuscitar com Ele.

 


 

A Divina Eucaristia: Extratos dos Escritos e Sermões de São Pedro Julião Eymard. Tradução do francês de Mariana nabuco. Volume 1 (A Presença Real). São Paulo: Servas do Santíssimo Sacramento da Adoração Perpétua: Distr. Loyola de livros: Palavra e prece Ed. Ltda., 2007. p. 37.

CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO. Missal romano. 12 ed. São Paulo: Paulus, 2014. p. 286.

RATZINGER, Joseph. Jesus de Nazaré: da entrada em Jerusalém até a ressurreição. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2011.

Jacob Mariano Pimentel Firme 

Seminarista do 1º ano de Teologia;

Paróquia de origem: Nossa Senhora da Conceição, Viana – ES;

Paróquia de pastoral: Nossa Senhora das Graças, Coqueiral de Itaparica, Vila Velha – ES.

A antecipação de feriados religiosos pela Prefeitura de Vitória gerou confusão em algumas pessoas que se perguntam sobre datas e trabalho. Quanto ao funcionamento

A antecipação de feriados religiosos pela Prefeitura de Vitória gerou confusão em algumas pessoas que se perguntam sobre datas e trabalho. Quanto ao funcionamento da Igreja, a Arquidiocese de Vitória já segue o decreto estadual proposto pelo Governo do Estado para a quarentena. Quanto a ser ou não feriado seguem-se as normas trabalhistas em vigor. Quanto às datas é interessante lembrar que as comemorações e festividades religiosas acontecem independentemente de ser ou não feriado, portanto as festas da Penha, Corpus Christi e Nossa Senhora da Vitória continuarão sendo este ano nos dias 12 de abril, 3 de junho e 8 de setembro respectivamente. A Arquidiocese de Vitória está presente em 15 municípios do Estado do Espírito Santo (Anchieta, Afonso Claudio, Alfredo Chaves, Brejetuba, Domingos Martins, Fundão, Guarapari, Marechal Floriano, Cariacica, Santa Maria de Jetibá, Sta. Leopoldina, Serra, Viana, Vila Velha, Vitória). Por isso, as orientações gerais atendem a todos os municípios. Para entender melhor a diferença entre festa religiosa e feriado leia o artigo do Prof. Edebrande Cavalieri neste link.

A CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, representada pelo Conselho Permanente da instituição, comunica que por unanimidade os bispos se comprometem a incluir

A CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, representada pelo Conselho Permanente da instituição, comunica que por unanimidade os bispos se comprometem a incluir na oração universal da Sexta-feira Santa, 2 de abril de 2021, uma oração específica pelas vítimas da covid-19.

O arcebispo de Vitória, dom Dario Campos, recomenda a todos os padres da Arquidiocese que incluam nas celebrações uma oração nessa intenção.

“Eu vim para que tem vida, e a tenham em abundância” (JO 10,10) No dia 08 de março de 2021 é celebrado o dia

“Eu vim para que tem vida, e a tenham em abundância” (JO 10,10)

No dia 08 de março de 2021 é celebrado o dia internacional das Mulheres. A Comissão de Promoção da Dignidade Humana (CPDH) e o Vicariato para ação Social, da Arquidiocese de Vitória, além de agradecer a Deus pela vida de todas as mulheres que vivem e transformam o mundo, se propõe a refletir sobre as condições de vida das mulheres e, desta forma, não fecha os olhos às violências que negam este direito fundamental: o direito à vida e o direito a viver sem violência.

Segundo dados do Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (2020) no ano de 2019 foram assassinadas 3.730 mulheres no país, sendo 90 delas no Estado do Espírito Santo, das quais 35 são consideradas feminicídios perpetrados por maridos, ex-maridos e companheiros. Ou seja, são crimes cometidos contra as mulheres por razões da condição do sexo feminino, portanto, envolvendo violência doméstica e familiar e, consequentemente, menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Além das mortes, o anuário também informa que no ano de 2019 foram registradas 266.310 ocorrências de violência física; 498.597 ocorrências de ameaças e 55.499 estupros, incluindo estupros de vulneráveis. No Espírito Santo, todas essas violências também aconteceram: 2.501 ocorrências de agressões físicas; 14.518 ocorrências de ameaças e 1.429 ocorrências de estupros de mulheres, crianças e adolescentes. Estas informações atestam as inúmeras violências que têm atingido a vida das mulheres em nosso país, especialmente a vida das mulheres negras. A partir desta constatação, o Papa Francisco afirmou em sua Carta Encíclica Fratelli Tutti (nº 23): “[…] duplamente pobres são as mulheres que padecem situações de exclusão, maus-tratos e violência, porque frequentemente tem menores possibilidades de defender os seus direitos”.

A doutrina social da Igreja afirma que “o homem e a mulher estão em relação com outros antes de tudo como guardiães de sua vida”. O livro do Gênesis (9,5) lembra ao ser humano que ao violar vida de um semelhante, Deus lhe pedirá contas com a célebre pergunta feita a Caim: “Onde está teu irmão ou irmã?”. Isto posto, somos chamados a atuar no sentido de transformar as realidades de violência, uma vez que todos os seres humanos foram criados a imagem e semelhança de Deus, gozando, portanto, da mesma dignidade.

Padre Cleiton Viana da Silva enfatiza que “a Igreja Católica, desde o Vaticano II aos nossos dias, com o Papa Francisco, tem se empenhado em identificar todas as formas de violência contra a mulher. De acordo com Francisco, é necessário uma cultura de repúdio a toda forma de exploração, violência e opressão da mulher. Além da voz profética contra todas as formas de violência, nossas comunidades devem estar atentas a apoiar de maneira concreta as situações em que se devem denunciar agressões e agressores”.

Finalmente, enquanto cristãos devemos reivindicar junto ao poder público a plena implementação da Lei Maria da Penha, assegurando o enfrentamento de todas as formas de violências contra as mulheres, prestando o atendimento adequado e humanizado as que já sofreram violência e promovendo junto à toda a sociedade ações de prevenção às violências diversas – física, psicológica, financeira, entre outras.

Na manhã de hoje (19/03), Solenidade de São José, Patrono Universal da Igreja, dom Dario Campos, presidiu missa solene na Casa de formação Bom Pastor. Na

Na manhã de hoje (19/03), Solenidade de São José, Patrono Universal da Igreja, dom Dario Campos, presidiu missa solene na Casa de formação Bom Pastor. Na celebração aconteceu a dedicação do altar e a bênção das novas instalações do propedêutico da Arquidiocese, agora localizado no Centro de Vitória – ES. A missa foi concelebrada pelo padre Diego Azevedo, Diretor da Casa, Pe. Evandro Sagrilo, Vice- Diretor e pelo Vigário Geral da Arquidiocese e Reitor do Seminário, Pe. Jorge Campos, também contou com a participação da arquiteta responsável pelo projeto, Raquel Schneider, pelo responsável pela Obra Sr. Jairo Spalenza pelo administrador da Mitra, Sérgio Murilo, além dos propedêutas, que desde fevereiro residem na casa.

Em sua homilia, Dom Dario Campos ressaltou a importância da devoção a São José e como é significativo dedicar o altar de uma casa de formação no dia em que o celebramos. Lembrou também dos benfeitores, que como verdadeiros anjos, não deixam que faltem os alimentos e outros itens necessários para manutenção da casa.

No final da celebração foi realizada a bênção e aspersão de toda a casa, terminando com o descerramento da placa comemorativa e os agradecimentos do Diretor da Casa Pe. Diego, que destacou a importância do altar e da proximidade com o altar, na formação dos futuros sacerdotes e agradeceu a todos os presentes, às funcionárias, aos responsáveis pelas obras e a todos os dizimistas e benfeitores que tornaram possível a realização da nova Casa de Formação.

 

 

 

O casamento católico é feito com todas as condições requeridas pela igreja. Por isso, deve durar a vida toda como é dito na Bíblia:

O casamento católico é feito com todas as condições requeridas pela igreja. Por isso, deve durar a vida toda como é dito na Bíblia: “ não separe o homem o que Deus uniu”. Entretanto, se houver fortes razões para pensar que não foram cumpridos esses requisitos essenciais, qualquer um dos cônjuges pode recorrer ao Tribunal Eclesiástico da Igreja Católica para exame da causa, afim de averiguar a nulidade do seu matrimônio.

Para dar inicio ao Processo de declaração de nulidade, um ou ambos os cônjuges, deve procurar o Tribunal da Igreja de sua Arquidiocese ou Diocese e fazer uma consulta sobre o seu caso particular. É a melhor maneira de tirar qualquer dúvida e receber as devidas instruções. Orienta-se que entre em contato por telefone ou e-mail para agendamento.

O Processo começa com o libelo (ou petição), onde o interessado se dirige por escrito ao Tribunal e expõe com todos os detalhes o seu pedido de nulidade matrimonial. Todas as informações úteis devem ser colocadas ai.

Em qualquer época pode-se entrar com o Processo, mesmo que já se tenha filhos, ou tenha passado bastante tempo da separação.

O Tribunal Eclesiástico de Vitória do Espirito Santo compreende a Arquidiocese de Vitória/ES, Diocese de Colatina/ES e a Diocese de São Mateus/ES, para funcionamento em Grau de Primeira Instância e, em Grau de Segunda Instância com relação ao Tribunal Eclesiástico Diocesano de Cachoeiro de Itapemirim/ES.

O Tribunal Eclesiástico Interdiocesano e de Apelação de Vitória do Espírito Santo funciona na Rua Soldado Abílio dos Santos, 47, Centro, Vitória/ES.

O atendimento ao público é feito, com agendamento prévio, no tel: (27) 3025-6280, de 2ª a 6ª feira, das 13:30h às 17:00h.

E-mail: [email protected]