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A Equipe de Promoção Humana do Grupo de Oração Imaculada Conceição, da Paróquia São João Paulo II, em Vila Velha, realizou uma campanha de

O mês de outubro também é dedicado às crianças e todos os anos o dia 12 tem o foco nos pequenos. Muitos gestos de solidariedade acabam surgindo neste período para levar um pouco de alegria para as crianças carentes – principalmente durante a pandemia. A Equipe de Promoção Humana do Grupo de Oração Imaculada Conceição, da Paróquia São João Paulo II, em Vila Velha, é um exemplo. Eles realizam todos os anos a campanha de arrecadação de brinquedos novos e usados em boas condições.

O objetivo dessa ação é doar estes brinquedos para alguma instituição e neste ano os contemplados serão para 181 crianças e adolescentes da Casa de Atendimento e Orientação às crianças e adolescentes (CAOCA), em Maria Ortiz. Em tempos normais seria realizada uma festa para entrega dos presentes, com muitas brincadeiras, mas segundo Mara Madeira, coordenadora da Promoção Humana do grupo de oração, neste ano tudo precisou ser adaptado.  

“A gente arrecadou os brinquedos, fizemos a higienização e a embalagem para fazer essa entrega no Caoca. Como essas crianças não estão podendo ir para lá e não está podendo ter aglomeração, essas famílias estão sendo atendidas dois dias da semana: um dia para receber a feira do programa Casa Brasil e outro dia as crianças vão para buscar o lanchinho. Então no dia 15 de outubro nós estaremos juntos com eles oferecendo esses brinquedos. Não vai ter um encontro como costumamos fazer, pois não é permitido nesse momento, mas terão horários marcados com os grupos para fazer essa entrega.”

A coordenadora afirma que 2020 está sendo atípico e as doações estão acontecendo desde janeiro por causa das chuvas no interior e pelas dificuldades impostas pela pandemia de Covid-19. De acordo com Mara a arrecadação foi lenta, mas ela garante que todas as crianças receberão os brinquedos e todos os adolescentes atendidos na Casa receberão um kit de higiene pessoal.

Diante de tantas famílias que precisam de ajuda, principalmente as que tiveram problemas financeiros por perderem o emprego, essa mobilização traz mais esperança. Além de momentos felizes para as crianças que também sofrem por ‘ficaram presas’, não poderem ir para a escola e não poderem estar em contato físico com outras pessoas.

“A gente precisa levar uma alegria para essas crianças, porque são famílias muito carentes. Se hoje com toda essa crise que estamos vivendo é difícil o chefe de família colocar comida dentro de casa imagina um brinquedo? Vemos a necessidade dessas crianças de estarem brincando. E nossa preocupação não é o brinquedo e sim a criança mesmo. Eu acho que vale a pena tirar um sorriso do rostinho dos pequenos entregando um brinquedo e quantas vezes já ouvimos que ‘este é o único brinquedo que meu filho recebeu em um ano’, então essa ação tem muito valor para gente e não poderíamos deixar de fazer porque estamos na pandemia.”

Assim como os batizados e casamentos, as celebrações de primeira eucaristia voltaram a acontecer nas paróquias da Arquidiocese de Vitória.

Assim como os batizados e casamentos, as celebrações de primeira eucaristia voltaram a acontecer nas paróquias da Arquidiocese de Vitória. Ainda vivendo em um período de pandemia, para que as missas aconteçam é necessário o cumprimento de uma série de regras, para que as crianças recebam o corpo e o sangue de Jesus pela primeira vez. 

Na paróquia São Pedro, em Jacaraípe, cerca de 50 crianças, de 7 comunidades, que faziam parte do ciclo de preparação 2019/2020 receberão a primeira comunhão nos dias 18 e 25 de outubro. A celebração estava agendada para o dia 3 de maio deste ano, mas devido a pandemia os planos foram interrompidos. A coordenadora paroquial da catequese, Marcela Barbosa, conta que ficou decidido em agosto após uma conversa com o pároco, que estas crianças já estavam preparadas. As novas datas das missas foram marcadas à nível paroquial e desde então começaram a acontecer os encontros online com os catequizandos. 

Dividido em dois domingos, as missas serão exclusivas para o sacramento às 9h30, sendo divididas em 18 crianças no dia 18 de outubro e 25 crianças no dia 25 de outubro. Segundo Marcela, como a Igreja comporta 250 pessoas sentadas cumprindo o distanciamento cada criança poderá levar 10 convidados. Nas confissões que já estão acontecendo cada criança usa máscara, e tem sua temperatura aferida na porta da Igreja, além de ter as mãos higienizadas. A equipe da catequese também preparou um kit para o dia da primeira comunhão contendo uma camisa, uma máscara, vela e lembrança. 

Sobre a realização deste sacramento na vida das crianças Marcela revela que muitas famílias gostaram. “Teve um testemunho muito bonito de uma família que achou que tudo está acontecendo em tempo oportuno, pois a criança está muito ansiosa, perdendo as esperanças, desmotivada e eles acreditam que o sacramento vai dar uma revigorada nela. Outras famílias acharam que a gente podia ter esperado mais um pouco, então a gente não impôs, deixamos que a família decidisse. E quem não quis fazer agora, virando o ano nós vamos fazer”.

Em Vila Velha, a Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, também vai realizar neste mês de outubro a primeira comunhão de 121 crianças, divididas em 7 missas exclusivas e que não serão abertas para a comunidade em geral. Giovana Guerini, que é a coordenadora da Catequese, explica que haverá um controle no ingresso de pessoas para atender o limite máximo da capacidade da Igreja neste tempo de pandemia que é de 200 pessoas. 

Cada missa comportará o máximo de 18 catequizandos que poderão levar até 10 convidados cada. Além disso, haverá medição de temperatura, higienização com álcool em gel, distanciamento social e uso obrigatório de máscara. 

Giovana explica que o sentimento atual é de gratidão a Deus porque conseguiram fazer esse caminho com as crianças: “É muita emoção porque a Eucaristia é o maior tesouro que nós temos e a gente fez esse elo de levar essas crianças e também suas famílias até o sacramento. Porque as vezes os pais nesse momento em que os filhos estão se preparando também têm a oportunidade de acompanhar, crescer, renovar a Fé e fazer mais compromissos”.  

As celebrações de primeira eucaristia aconteceriam em abril na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e agora serão realizadas nos dias 15 e 16 de outubro às 19h30, no dia 17 de outubro às 8h30 e 19h, no dia 23 de outubro às 19h30 e no dia 24 de outubro às 8h30 e 11h.

Neste período de pandemia muitos casais têm enfrentado dificuldade em seus relacionamentos.

Neste período de pandemia muitos casais têm enfrentado dificuldade em seus relacionamentos. Já são seis meses de uma hiperconvivência dentro de casa que causa uma sobrecarga entre as tarefas domésticas, o cuidado e educação dos filhos, o home office, entre outros pontos. Essa rotina mudada por um cenário de incertezas aumenta o estresse e evidencia problemas que muitas vezes já existiam e não foram solucionados. 

Padre Renato Criste, especialista em matrimônio e família, reforça que a pandemia favoreceu um estresse coletivo e familiar. E em um primeiro momento essa é até uma reação esperada, pois tudo mudou e ninguém estava preparado para essa pandemia que é algo muito intenso, além de existir a preocupação com o futuro. 

É o caso de Gabriela Almeida, casada há 6 anos com João e mãe da Lívia de 1 ano. Ela detalha que os primeiros meses da pandemia foram os mais difíceis e ela chegou a ter crises de ansiedade e muitas brigas com o marido: “Em dias normais nós sempre tivemos ajuda em casa, mas com a necessidade do isolamento eu acumulei o trabalho doméstico, alimentação de todos, cuidados com a bebê, além de ter ainda mais demandas no meu trabalho. Os atritos cresciam cada dia mais e acredito que o fato de não poder sair de casa e o medo da doença também sufocou um pouco a nossa família”.

Para vencer essas dificuldades, mantendo o casamento de pé, o casal conversou e alinhou uma melhor divisão de tarefas. Também ficou combinado que ambos teriam mais paciência e cuidado com o outro: “Chegou a um ponto que estava ficando insustentável manter um ambiente harmônico dentro de casa. Nos propusemos a conversar mais, rezar mais juntos e lutar para que nossa família ficasse bem diante desse período tão difícil que o mundo está vivendo”, finaliza Gabriela.  

E segundo padre Renato este é um bom começo. Ele enfatiza que saber reeducar a convivência familiar e social é fundamental nos dias de hoje em que as pessoas estão mais intolerantes, impacientes e vindas de um contexto de intolerâncias políticas e ideológicas.  

“Eu acho que a gente precisa saber se reeducar e reorganizar. Então se a rotina mudou a gente tem que ter essa flexibilidade para saber reconduzir a vida, a história e com um pouquinho de paciência e disciplina isso é possível. Tem uma palavrinha que é bastante batida mas cabe nesse contexto que é a ‘resiliência’, a capacidade de se readaptar, ressignificar a vida, reeducar. Do contrário fica muito difícil.”

A orientação para os casais com dificuldades neste período é para que busquem o diálogo dentro de casa e procurem ajuda. O sacerdote reforça que na Igreja existe o atendimento paroquial – onde o padre da paróquia a qual a pessoa pertence – pode ajudar no discernimento e na escuta. Paralelo a isso também existe a Pastoral Familiar que possui os agentes preparados para acolher e ajudar a direcionar a vida deste casal.

Na Arquidiocese de Vitória esse tempo de experimentação dura entre três e cinco anos e anualmente o Arcebispo e o conselho presbiteral fazem uma

A expressão em latim ad experimentum, que traduzida para o português significa “para experimentar”, é o termo jurídico usado a fim de designar quando um padre está em experiência numa diocese. Na Arquidiocese de Vitória esse tempo de experimentação dura entre três e cinco anos e anualmente o Arcebispo e o conselho presbiteral fazem uma avaliação do candidato à incardinação.

Segundo o Pe. Jorge Campos Ramos, Vigário Geral da Arquidiocese de Vitória, “geralmente os padres que postulam ingressar na Arquidiocese são pessoas que já têm a sua origem por aqui e que desejam voltar para a sua terra natal e contribuir com a Igreja Particular”.

Hoje, na Arquidiocese de Vitória existem seis padres em Ad Experimentum, entre eles o padre Hadeleon Santana, que já está no terceiro ano de experiência, ele relata que escolheu esta a Igreja por querer servir no local em que recebeu os sacramentos da iniciação cristã e onde vive a família dele. Foi “o desejo de retornar para a minha Igreja mãe que me trouxe para viver aqui o meu ministério sacerdotal”, conta.

Outros pontos destacados pelo Pe Hadeleon foram o acolhimento que ele recebeu do clero local, bem como a fidelidade da arquidiocese no “olhar atento aos mais necessitados… aos irmãos sofredores”.

O padre que pretende ser incorporado ao clero local faz esse tempo de vivência para entender e se adaptar à vida da Arquidiocese, esse período de Ad Experimentum pode ser considerado como uma fase preparatória para o ingresso definitivo, antes da aprovação do Arcebispo e posterior assinatura do termo de compromisso vinculante.

A Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promoveu nesta quarta-feira, dia 07 de outubro, um encontro

A Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promoveu nesta quarta-feira, dia 07 de outubro, um encontro online com Padres Cantores. A iniciativa, que reuniu cerca de 23 padres, buscou refletir sobre as perspectivas pastorais para os padres cantores na Igreja do Brasil. O presidente da Comissão, dom Joaquim Giovani Mol, apresentou Dom Edilson Nobre para acompanhar os padres cantores.

“A ideia é buscarmos à luz das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da igreja no Brasil um alinhamento mínimo, de modo que mesmo falando palavras diferentes e de formas diferentes estejamos falando do mesmo Evangelho”, explicou o presidente da Comissão, dom Joaquim Giovani Mol. 

Presenças: 

Dom Edilson Nobre (acompanhe mais de perto os padres cantores)

Dom Mol

Pe. Tiago Sibula (secretário) 

Pe. Zezinho, SCJ

Pe. Zerou Coelho 

Frei Renã Barros

Pe. Cleidimar 

Pe. Joazinho, SCJ 

Pe. Rodrigo Papi 

Frei Gilson 

Pe. Reginaldo Carreira 

Pe. Nunes 

Pe. Ezequiel 

Pe. Ederson 

Pe. Rodrigo Rodrigues 

Pe. Alessandro Campos 

Pe. Kleber Tostes 

Pe. Marcelo Rossi 

Pe. Denis 

Pe. Jairo 

Pe. Anderson Gomes

Pe. Omar 

Pe. Reginaldo Manzotti 

Pe. Fabrício Farias 

Pe. Diogo Albuquerque 

Pe. Patrick (Campanhas da CNBB)

Manuele (secretária de comunicação CNBB)

A importância da formação missionária na diversidade e pluralidade de trabalhos missionários.

Neste tempo em que o mundo vivencia a pandemia da covid-19 muitas Congregações e Institutos Religiosos membros da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), em parceria com outros Organismos Missionários como a Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), as Pontífícias Obras Missionárias e a Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM), têm tido um papel fundamental nos inúmeros trabalhos missionários desenvolvidos nas regiões mais remotas do país.

Na Amazônia, por exemplo, uma paróquia em Tonantins, Alto Solimões (AM), vivenciou o trabalho missionário de escuta, acolhida e atendimento de saúde a ribeirinhos. Durante três meses, três religiosas trabalharam na área da saúde como voluntárias no projeto da CRB “comunidade voluntárias pela vida”, desenvolvendo a missão de cuidado com a vida.

Atualmente, comunidades dos municípios de Baliza (GO), que fica na divisa de Goiás com o Mato Grosso, região da diocese São Luís de Montes Belos, missionárias religiosas atuam no Assentamento Bandeirantes; em São Félix do Araguaia (MT), outras atuam com os povos Indígenas Xavantes e em Oiapoque (AP), ainda outros religiosos dão apoio à rede Itinerante interinstitucional de Manaus (AM), também são vários locais onde há a grande necessidade de missionários que promovam a evangelização, a solidariedade e fortaleçam a luta por vida digna.

Essas iniciativas missionárias são fruto de uma consciência missionária e eclesial crescente e que o Programa Missionário Nacional (PMN), em sintonia com as Diretrizes Gerais para a Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2019-2023) da CNBB busca sempre mais aprofundar. Assim, o PMN tem se tornando uma ponte de integração entre a missão e o missionário, principalmente no que tange à formação dos voluntários, para que sejam mais capacitados e experientes e cultivem carismas missionários específicos.

De acordo com a assessora executiva da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), Irmã Maria de Fátima Kapp, o Programa Missionário Nacional na Igreja do Brasil é importante para vincular e, tecer linhas de ação conjunta, visto que existe uma grande diversidade e pluralidade de trabalhos missionários.

“O PMN tenciona favorecer a unidade e comunhão no serviço missionário da Igreja. Mas, sobretudo, o programa procura favorecer e fortalecer a consciência da missionariedade de cada batizado, como também ampliar a visão do conceito de missão e de ser missionário”, destaca.

A missão é um dos quatro pilares das DGAE. Segundo o documento, a exemplo do que pede o papa Francisco, o sentido da comunidade se realiza quando ela sai em missão e vai ao encontro das periferias existenciais e é bem isso que os missionários têm feito em muitos lugares. Segundo a comissão, o apoio do PMN na formação desses missionários faz toda a diferença para que o trabalho missionário siga fios condutores comuns e faça crescer a comunhão missionária.

Irmã Maria de Fátima Kapp, ressalta que as ações concretas na vida das comunidades são fundamentais, no que se refere à formação missionária. Segundo ela, a vivência dos valores humanos, cristãos, missionários e a sua consciência são forjados a partir da experiência e da vivência concreta e que a teoria, o estudo, as reflexões ajudam, favorecem, iluminam, mas as ações levam à encarnação na vida tais valores.

“Em relação aos temas e encontros, cursos formativos, somos impelidos a nos desafiar; a ir além, provocar momentos de atuação missionária, como: partilha de vida, celebrações missionárias, gestos de solidariedade, diálogos sobre a missão, testemunhos de missionários, campanhas em prol dos pobres e das atividades Ad Gentes. Igualmente, envolver no planejamento pastoral esses momentos formativos e vivenciais missionários”, explica a religiosa.

Para o bispo de Cametá (PA) e referencial do COMIRE no Regional Norte 2 da CNBB, dom José Altevir da Silva, ser missionário é aquele que escuta, acolhe, vivencia as palavras do Evangelho, e através de seu batismo, procura testemunhar Jesus Cristo, até mesmo sem o anúncio explícito. Segundo ele, da Missão faz parte o “Ide”, que Jesus disse aos seus discípulos.

“Por isso, ser missionário é estar disposto a sair, lançar-se em lugares nunca vistos, abrindo caminhos novos para atingir o coração da humanidade, espaço privilegiado da missão. Missionário é também aquele que fica e converte o espaço onde se encontra num centro irradiador da missão, trazendo presente as dores do mundo, desenvolvendo sentimentos de compaixão e indo ao encontro dos que mais necessitam. Todos os cristãos são chamados a ser missionários, pois esta é a natureza da Igreja”, reforça o bispo.

Mês missionário 2020

 

Durante todo o mês de outubro, a Comissão Episcopal para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em parceria com as Pontifícias Obras Missionárias (POM) e outros organismos membros do COMINA – Conselho Missionário Nacional, realiza a Campanha Missionária 2020 que este ano traz como tema: “A vida é missão” e o lema “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8).

Até o fim do mês, diversas atividades serão realizadas semanalmente Todas as quartas-feiras, às 15h30, tem o Terço Missionário nas emissoras de rádio e tv católicos e todas as quintas-feiras, tem live da comissão em parceria com a Edições CNBB, às 15h, no canal do Youtube das Edições CNBB. Os dois eventos são retransmitidos nos canais da conferência e das POM.

Nesta quarta-feira, 7 de outubro, tem o primeiro Terço Missionário, às 15h30, que vai rezar pela intenção: “A Igreja presente em cada continente” e vai ser conduzido pelos integrantes da Infância e Adolescência Missionária.

Já na quinta-feira, 8 de outubro, às 15h, a segunda live missionária que tem como tema: “Campanha Missionária 2020 e PMN – Prioridade Formação Missionária” vai terá como convidados a assessora executiva da CRB, Irmã Maria de Fátima Kapp e o bispo de Cametá (PA) e referencial do COMIRE no Regional Norte 2 da CNBB, dom José Altevir da Silva.

Fonte: CNBB

Casamento comunitário na paróquia Nossa Senhora das Graças em Coqueiral de Itaparica, Vila Velha.

Entre a retomada das atividades nas paróquias sempre com obedecendo a todas as recomendações sanitárias, aconteceu no último sábado, 3 de outubro, na paróquia Nossa Senhora das Graças em Coqueiral de Itaparica, Velha, um casamento comunitário.

Toda a preparação aconteceu de forma online e foi necessário aguardar o momento para acontecer.

Pe. Gudialace de Oliveira, pároco, disse a paróquia decidiu realizar o casamento comunitário porque “os noivos ainda continuavam animados pra celebrar a sua união, nós concluímos o processo e esperamos uma data em que fosse possível realizá-los”. A flexibilização para eventos, a capacidade da igreja e, principalmente, o desejo dos casais fez com que a pastoral juntamente com o pároco fizessem uma leitura do momento, conforme traduziu pe. Gudialace: ” achamos um fato de muita providência, nesse tempo de pandemia em que muitos casais estão se separando, esses irmãos que já moravam juntos, escolheram regularizar a situação deles diante de Deus e da Igreja”.

A paróquia tem a tradição de a cada ano preparar os casais que já vivem juntos e desejam receber o Sacramento da Igreja para celebrar o casamento comunitário, a pandemia apenas atrasou o momento.

Os cuidados foram tomados. Os seis casais foram dividido em dois grupos e os casamentos aconteceram em dois horários às 17h e às 18h30. Calculando a capacidade da igreja para que o distanciamento fosse mantido, cada casal pode convidar 20 pessoas para testemunharem o momento, todos usaram máscaras e a pastoral familiar mediu a temperatura e disponibilizou álcool em gel para todos.

Outubro é o mês dedicado ao combate ao câncer de mama. É comemorado no mundo inteiro

Outubro Rosa é lembrado no mundo inteiro. A cor rosa simboliza a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população. Tudo começou nos Estados Unidos, pois lá existiam várias ações isoladas referente ao combate ao câncer de mama. A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo, motivando e unindo diversos povos em torno de uma causa nobre.

A primeira manifestação no Brasil do Outubro Rosa aconteceu em São Paulo, no dia 02 de outubro de 2002, no monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (conhecido como o Obelisco do Ibirapuera). Em outubro de 2008, diversos monumentos foram iluminados de rosa em diferentes capitais do país, como Brasília – DF, São Paulo – SP, Rio De Janeiro – RJ , Teresina _PI, etc.

Cada ano aumenta a adesão ao Outubro Rosa. 57 mil mulheres são diagnosticadas com câncer de mama todos os anos no Brasil. No mundo é o câncer que mais atinge as mulheres. Cerca de 520 mortes por ano acontecem devido essa doença. No Espírito Santo, o câncer de mama feminino é o maior causador de óbitos. Segundo dados preliminares do Sistema de Informação de Mortalidade da Secretaria da Saúde, foram registrados 361 óbitos pela doença em 2019. De janeiro a agosto de 2020, 197 mulheres morreram em decorrência da doença. O câncer de mama não apresenta sintomas. É mais comum nas mulheres entre 40 e 69 anos.

O autoexame das mamas é o primeiro passo para prevenir o desenvolvimento e detectar precocemente os tumores. Cerca de 80% dos tumores de mama são descobertos pelo autoexame. O ideal é que cada uma conheça detalhadamente as suas mamas, o que facilita a percepção de qualquer alteração. Além do autoexame, manter alimentação saudável e realizar atividades físicas fazem com que se previna a doença.

Fatores de risco

Os fatores associados ao aumento do risco de se desenvolver uma doença são:

·       Câncer de mama em parentes próximos

·       Obesidade e sedentarismo

·       Puberdade precoce

·       Gravidez tardia

·       Não ter filhos

·       Menopausa tardia

Somente a mamografia pode detectar tumores no estágio inicial. Se diagnosticado no início as chances de cura chegam a 98%.

Câncer de Mama em Homens

Há os que pensam que o Câncer de Mama é só para as mulheres. Os homens também precisam estar atentos pois podem ser atingidos pela doença.

Os possíveis sinais de câncer de mama em homens são:

·       Protuberância ou inchaço, geralmente (mas nem sempre) indolor;

·       Pele ondulada ou enrugada;

·       Retração do mamilo;

·       Vermelhidão ou descamação da pele da mama ou do mamilo;

·       Inchaço nos linfonodos axilares.

Essas alterações não são sempre causadas pelo câncer, caso note qualquer alteração nas mamas consulte imediatamente um médico para poder realizar o diagnóstico.

Onde buscar tratamento

O Espírito Santo conta com sete estabelecimentos para o tratamento de câncer de mama:

·       Hospital Santa Rita de Cássia (HSRC-AFECC)

·       Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (HECI)

·       Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (Hucam)

·       Hospital Santa Casa de Misericórdia de Vitória (HSCMV)

·       Hospital Evangélico de Vila Velha (HEVV)

·       Hospital Maternidade São José (HMSJ)

·       Hospital Rio Doce