Notícias – Dep. Pastoral / Vicariato

2º Encontro Arquidiocesano do Terço dos Homens.

O 2º Encontro do Terço dos Homens da Arquidiocese de Vitória aconteceu hoje na Catedral às 16h.

Representantes dos 246 grupos existentes na Arquidiocese se fizeram presentes, número restrito porque a coordenação optou por não fazer apenas com a presença de representantes evitando aglomeração.

Foram 3 momentos seguidos para alimentar e fortalecer a fé dos participantes: palestra de frei Paulo Roberto, guardião do Convento da Penha, a reza do terço com a participação de cada um dos presentes e a celebração da missa.

Frei Paulo fez uma correlação com a ideia de que os homens do terço são chamados a ser sinal numa sociedade que carente de sinais, mas que o sinal precisa apontar para o alto. Para isso utilizou imagens: a construção da Catedral, que completa 100 anos do início das obras e, aponta para o alto; a devoção mariana do terço dos homens que tem Nossa Senhora da Vitória como padroeira da Arquidiocese e Nossa Senhora da Penha também lá no alto do Convento, como padroeira do Estado e as Avé Marias, uma hino cristológico que aponta para a cruz que nos lembra as duas dimensões da vida cristã: olhar para o alto (Deus) e para os irmãos.

Depois frei Paulo falou da simplicidade da oração do terço que nos torna comprometidos com a realidade.

O terço foi rezado em revezamento uma Ave Maria por cada participante e para finalizar a tarde a missa que foi presidida por padre Altamiro Domingos da Silva. O Encontro Arquidiocesano está inserido nas comemorações da Festa de Nossa Senhora da Vitória.

No próximo domingo (6), véspera do Grito dos Excluídos 2020, uma projeção mapeada será realizada no Convento da Penha, a partir das 19h, com

Um ‘grito silencioso’ através de imagens! Essa será uma das atividades realizadas neste ano em comemoração aos 26 anos do Gritos dos Excluídos na Arquidiocese de Vitória. No próximo domingo (6), véspera do Grito dos Excluídos 2020, uma projeção mapeada será realizada no Convento da Penha, a partir das 19h, com imagens que mostrarão o histórico vivido nas manifestações ao longo dos anos e também os “gritos” dados pelo Papa Francisco; pelo Arcebispo Metropolitano de Vitória, Dom Dario Campos, e pelos pobres.

As ações do 26º Grito dos Excluídos na Arquidiocese de Vitória estão sendo organizadas pelo Vicariato para a Ação Social, Política e Ecumênica que tem como vigário Padre Kelder Brandão. Tradicionalmente o Grito dos Excluídos é realizado no Dia da Pátria, 7 de setembro, em grandes manifestações públicas, mas o sacerdote conta que devido a pandemia de Covid-19 tudo foi repensado neste ano para atender a necessidade de estar no meio digital e evitar aglomeração de pessoas. Elas poderão acompanhar de suas casas ou da rua, pois a projeção poderá ser vista por quem estiver passando na 3ª ponte, na região da Praia da Costa, em Vila Velha e Enseada do Suá, em Vitória.

“As pessoas vão perceber este grito a partir da história, desses 26 anos que vão ser projetados pelas memórias e os gritos de hoje. O que eu estou gostando e a pandemia tem nos possibilitado isso é a gente aprender a olhar para as coisas de forma positiva e tirarmos lições desse contexto que pede que a gente use a criatividade e inove. Então com essa atividade o grito também entra na era digital”, destaca padre Kelder.         

Há cerca de duas semanas já estão sendo publicados diariamente vídeos na página do Facebook do Vicariato (https://www.facebook.com/VicariatoArquiVitoria/) com os gritos que estão sendo dados nos últimos tempos pela população de rua, comunidade LGBTQ+, pescadores, ribeirinhos, negros, quilombolas, mulheres, sindicalistas, empregados terceirizados, entre outros grupos.

Padre Kelder explica sobre o planejamento: “pensamos muito em como daríamos visibilidade para o 7 de setembro que é o dia em que acontece o Grito dos Excluídos em todo o Brasil. Já passamos de ¼ de século, ou seja, é mais que uma tradição consolidada no Brasil. Uma tradição que foi iniciada pela Igreja, pois o Grito é uma atividade proposta na Campanha da Fraternidade de 1995 como ação concreta e se consolidou ao longo do tempo”.

No encerramento das ações, na segunda-feira (07) acontecerá uma celebração inter-religiosa, às 8h, no Campinho do Convento da Penha, presidida por Dom Dario Campos.  Segundo padre Kelder, o grito é uma proposta da Igreja Católica mas tem uma dimensão ecumênica e social muito grande e não pode ser atrelada somente aos ritos católicos.

“A proposta que foi aceita é de a gente fazer essa celebração convidando as Igrejas cristãs e não cristãs, principalmente as religiões que hoje sofrem muito com o preconceito, o racismo e a intolerância religiosa (de matriz africana). Então a celebração vai ser feita com a Igreja Católica, Igrejas Evangélicas, históricas e pentecostais e o Candomblé e Umbanda”.

O vigário reforça que a celebração está aberta para todas as demais religiões e quem quiser acompanhar pelas redes sociais está convidado. Porém, se alguma outra instituição religiosa quiser participar efetivamente do esquema celebrativo, deve procurar o Vicariato até a próxima sexta-feira (04) para ser inserida no contexto.  

O 4º módulo da formação traz articulações do movimento da juventude negra e dos pequenos agricultores

“Repensar a economia existente, e humanizar a economia de amanhã: torná-la mais justa, mais sustentável, assegurando uma nova preeminência para as populações excluídas”, é o que defende o Papa Francisco.

Grupos de trabalhadores, coletivos de mobilização social, em níveis estadual e municipais, já existem diversas ações elaboradas e mantidas por pessoas que trabalham por um mundo com mais inclusão e justiça social.

No módulo 4 da formação “Elementos para entender e vivenciar a Economia de Clara e Francisco”, Crislayne Zeferina, representante do Fórum Estadual da Juventude Negra do Espírito Santo (Fejunes), apresenta a atuação do Coletivo Beco, no bairro da Penha, em Vitória.

Outra iniciativa de articulação trazida é a do Movimento de Pequenos Agricultores (MPA), com Leomar Lírio. Ele fala sobre a importância de conectar quem produz comida de verdade e quem vai consumir. Muito além de uma negociação de compra e venda, o contato proporciona uma relação de troca, que beneficia tanto o consumidor quando o produtor.

O vídeo-encontro é conduzido pelo professor Arlindo Villaschi, que introduz o tema da semana. Ele também participa da live, que é mediada por Milton Simonetti.

Vídeo-encontro módulo 4: assista aqui.

Live módulo 4: assista aqui.

Mais informações pelo e-mail [email protected].

Será realizada uma missa na Catedral de Vitória para anúncio oficial da criação da CPDH, assim como um momento de planejamento da Comissão

“A Comissão deve caminhar com o olhar de Jesus, o olhar da misericórdia, do perdão, mas também com o olhar da verdade.” A fala de Dom Dario Campos, arcebispo da Arquidiocese de Vitória, marcou a formação da Comissão de Promoção da Dignidade da Pessoa Humana (CPDH) do Espírito Santo, no último sábado (29).

A CPDH surge integrada ao Vicariato para Ação Social, Política e Ecumênica da Arquidiocese e tem como meta de atuação trabalhar nos princípios que eram defendidos pela Comissão de Justiça de Paz, extinta em 2018.

O encontro de formação da CPDH se deu no Centro de Formação Dom João Batista, em Vitória. A abertura teve a presença de Dom Dario Campos, que pontuou em sua fala a importância da Comissão em seguir os preceitos defendidos pelo Papa Francisco, da dignidade da pessoa humana.

Ele lembrou ainda que a formação da comissão na data de 29 de agosto, dia de São João Batista, é um bom presságio do caminho de luta que a CPDH deverá traçar na defesa da justiça e da dignidade, especialmente para aqueles que menos têm força de luta na sociedade.

Em seguida, padre Kelder Brandão, da Paróquia Santa Teresa de Calcutá que está à frente do Vicariato, apresentou as ações que têm sido desenvolvidas e que devem ser fortalecidas pela ação da CPDH.

João José Barbosa Sana, ex-secretário de Direitos Humanos de Vitória, foi eleito coordenador provisório da Comissão e destacou que a partir de 2017, quando o Papa Francisco propôs uma reorganização das Comissões da Igreja e com a chegada de Dom Dario, no final de 2018, começou-se a pensar em um grupo de trabalho que nascesse no seio da rica história da Comissão de Justiça Paz do Espírito Santo, que atuou por mais de 40 anos na defesa da justiça e dos direitos da população capixaba.

Daniel Seidel, Secretário Executivo da Comissão Brasileira de Justiça e Paz, destacou o momento difícil de diálogo que estamos vivendo em sociedade, lembrando que é papel da recém-criada CPDH “saber a hora que fala e hora que cala, sem nunca se omitir”. Ele destacou ainda algumas das ações que estão sendo organizadas pela Rede Brasileira de Justiça e Paz, convidando os integrantes da CPDH a serem pessoas com esperança: “Somos chamados a sermos homens e mulheres de esperança, mas não qualquer esperança. De gente que luta e constrói a esperança”.

A Comissão de Promoção da Dignidade da Pessoa Humana foi constituída, provisoriamente, com a seguinte composição:

– João José Barbosa Sana (coordenador provisório)

– Nataly Gerhaat (coordenadora adjunta provisória)

– Alana Pereira (secretária adjunta provisória)

– Anita Wright Torres, Carlos Fabian de Carvalho, Edinete Maria Rosa, Gilmar Ferreira de Oliveira, Joana d’Arc Batista Herkenhoff, João Alexandre Wyatt, Maria da Penha Borges, Marialina Côgo Antolini, Pedro Paulo Araújo Herkenhoff, Ricardo Gobbi Filho e Terezinha Maria Schuchter.

Integrarão ainda a Comissão seis representantes indicados pelas áreas pastorais da igreja. Após completada a composição, será realizada uma missa na Catedral de Vitória para anúncio oficial da criação da CPDH, assim como um momento de planejamento da Comissão, no qual serão organizados o regimento interno e o planejamento de ações. 

Sobre a Legião de Maria.

Durante a semana passada conhecemos alguns Movimentos que estão na Comissão do Laicato da Arquidiocese de Vitória, por termos vivido a semana dedicada aos leigos durante todo este mês de agosto, dedicado às vocações.

Hoje terminando o mês vamos saber um pouco mais sobre a Legião de Maria.

Os legionários podem participar como membros ativos, que se comprometem a fazer visitas domiciliares a quem precisa (idosos, doentes, famílias enlutadas e outras situações) e também visitas em hospitais, presídios, orfanatos e asilos levando consolo espiritual e alento; e os membros que não podem exercer atividades, mas rezam fortalecendo a ação dos membros ativos. Estes são conhecidos como membros auxiliares.

Propósito e Origem

No mundo a Legião de Maria é uma verdadeira ‘legião’ com mais de 3 milhões de legionários comprometidos com a oração diariamente. Os membros ativos têm como obrigação a oração diária (única em todo o mundo), uma reunião semanal que tem as mesmas características em todos os lugares e, no mínimo, duas horas semanais para visitar pessoas necessitadas (enfermos, enlutados, encarcerados, doentes em hospitais, presidiários, crianças em orfanatos e todos que precisam de conforto e acompanhamento espiritual), e, outras ajudas que se façam necessários como consultas médicas, aposentadoria, etc., disse Ana Beatriz Oliveiras Dantas, representante da Legião de Maria na Comissão do Laicato. “O propósito principal é a santificação de seus membros e de todos aqueles por quem trabalham”, afirmou Ana Beatriz.

A Legião surgiu em Dublin na Irlanda em 1921por Frank Duff, leigo que ficou conhecido durante o Vaticano II, por ter alertado sobre o papel dos leigos na Igreja. Foi ele também quem elaborou as diretrizes da Organização e criou ou melhorou adaptou o estandarte no qual consta a pomba simbolizando o Espírito Santo e uma imagem de Nossa Senhora. Toda a simbologia foi adaptada da Legião Romana, uma unidade militar do exército Romano.

A estrutura da legião de Maria é toda em latim e também foi inspirada na Legião Romana: A instância maior tem sede em Dublin e chama-se Concilium Legionis Mariae (Concílio da legião de Maria). Abaixo o Senatus (Senado) e a Regiae (Régia). Continuando os níveis vem o Comitium (Comício) e a Cúria. Por fim o Praesidium (Proteção).

Representantes da legião de Maria na Assembleia ´Temática do Laicato para a Assembleia do Povo de Deus

Legião na Arquidiocese de Vitória

Segundo Ana Beatriz na Arquidiocese de Vitória são cerca de seis mil membros ativos e 20 mil membros auxiliares distribuídas pelas seis Áreas Pastorais organizados por grupos da Legião ou Praesidia (grupos nas paróquias) que têm a supervisão da Cúria (grupos por região) e por sua vez  a coordenação dos Comitia que na Arquidiocese são dez. O Comitium de Vila Velha tem o nome de Comitium Nossa Senhora da Penha, cujo presidente, Fábio Alexandre Malta Dantas está, também, junto com Ana Beatriz, como representante da Legião de Maria na Comissão do Laicato.

Legião de Maria da Arquidiocese está no YouTube, conforme conta Ana Beatriz: “Durante a Pandemia a Legião de Maria na Arquidiocese iniciou o trabalho para fortalecimento dos seus membros por meio das redes sociais e abriu um Canal no YouTube com programas diários e interativos como: Allocutio Legionis, Gotas Legionárias, Luz Legionária, Quando Maria Passa na Frente, Dia a dia com Maria, Magnificat, Festas Legionárias, Tessera e Terço de Nossa Senhora, mantendo contato com legionários do Brasil inteiro e até do exterior, num trabalho que uniu a Legião de Maria neste momento tão difícil que a humanidade tem passado. O trabalho da Legião de Maria é, essencialmente, levar Jesus ao mundo, servindo ao próprio Cristo nos irmãos por meio de Maria”.

A Paróquia São José de Calasanz foi criada em 10 de maio de 2008. Perante os inúmeros desafios encontrados, as comunidades da Paróquia São

José Calasanz nasceu num castelo de Peralta de La Sal, em Aragão, na Espanha, em 31 de julho de 1558. De uma família nobre e muito religiosa, ele foi educado no rigor do respeito aos mandamentos de Deus. Desde cedo, mostrou sua vocação religiosa, mesmo contrariando seu pai, que o queria na carreira militar. José tanto insistiu, que foi enviado para estudar Teologia na Universidade de Valência, para concluir seu propósito de servir a Deus. Ao terminar os estudos, aplicou-se nos exercícios de piedade e práticas de penitência a fim para manter-se longe das tentações e no seguimento de Cristo.

No território da Arquidiocese de Vitória, a fundação da Paróquia São José de Calasanz, no município de Serra, foi um projeto desejado pela vice província Escolápia do Brasil durante anos. Via-se a necessidade ao perceber que precisava abrir a um terceiro ponto de missão, uma vez que os Padres Escolápios no Brasil estavam em Belo Horizonte e Governador Valadares, cidades de Minas Gerais. 

“Podemos definir a espiritualidade de Calasanz como a espiritualidade pedagógica onde ele viveu intensamente a experiência do educador cristão. Por isso a nossa ordem tem como lema: Piedade e Letras, ou Fé e Cultura, ou ainda poderíamos dizer Ciência e Religião, experiência de fé”, destaca padre Enivaldo João.

A Paróquia São José de Calasanz foi criada em 10 de maio de 2008. Foram desmembradas 10 comunidades das 22 que formavam a grande Paróquia São Francisco de Assis, em Laranjeiras. A paróquia atualmente engloba os seguintes bairros: Feu Rosa, Vila Nova de Colares, Nova Zelândia e Boulevard Lagoa. Perante os inúmeros desafios encontrados, as comunidades da Paróquia São José de Calasanz respondem com pastorais, atividades e propostas que tentam resgatar a vida do povo sofredor, sobretudo dos menores e dos mais pobres.

De acordo com o pároco, Enivaldo João de Oliveira, estar na região de periferia é poder levar o carisma da congregação. “Para nós é fundamental, pois parte do nosso carisma. Evidente que tem muitos desafios de encarar a realidade, sobretudo no contexto em que se torna cada vez mais difícil aproximar dos jovens. Por isso aqui nós desenvolvemos trabalhos de cunho social, em três núcleos de obras sociais”.

Obras Sociais São José de Calasanz

Os projetos sociais desenvolvidos na paróquia atingem mais de 300 crianças. O objetivo das obras sociais visa atender as crianças e os jovens de seis aos 18 anos, pois São José de Calasanz defendia que, quando uma criança é acompanhada e educada desde os seis anos até sua juventude, ela pode ser considerada salva. 

Para eles são oferecidos cursos de computação, reforço escolar, balé, dança de rua, artesanato, capoeira, disciplina de valores humanos, entre outros. Dentro dessa ótica, as crianças e suas famílias, participam das missas e celebrações e os educadores, além do ensino, estão transmitindo Jesus na referência constante, na oração inicial, na forma de tratar as crianças, e na forma com as circunstâncias que vão surgindo.

“Queremos fazer de fato dos dois pilares da nossa do nosso carisma: Educação e Evangelização, nessa região onde a violência tem um contexto muito forte, aonde existe tanta pobreza e tanto é índice de violência de tráfico de tudo. Queremos estar presentes, dedicando a nossa vida há evangelização. Pois ser pároco nesta região periférica, da Arquidiocese de Vitória é para nós fundamentalmente expressão do nosso carisma. E queremos viver com toda a intensidade”, ressalta o pároco. 

Padroeiro é celebrado em formato delivery

Diante da pandemia do novo coronavírus, a paróquia de São José de Calasanz, localizada no bairro Feu Rosa, no município de Serra, precisou reinventar sua forma de celebrar o padroeiro. A organização encontrou alternativas para vender os quitutes e também promover uma “Live Musical”.

Confira a programação:

 

25 de agosto

Transmissão da Missa de Calasanz às 19h

Facebook da paróquia (https://www.facebook.com/ParoquiaCalasanz)

26 de agosto

Transmissão do Auto de Calasanz às 19h

Canal do Youtube: ParoquiaSJC

27 de agosto

Transmissão da missa preparada pela Fraternidade Escolápia às 19h

Facebook da paróquia (https://www.facebook.com/ParoquiaCalasanz)

28 de agosto

Transmissão da missa preparada pela Pastoral Vocacional às 19h

Facebook da paróquia (https://www.facebook.com/ParoquiaCalasanz)

29 de agosto

Calasanz delivery e Live Musical, 18h às 21h

Facebook da paróquia (https://www.facebook.com/ParoquiaCalasanz)

30 de agosto

Missa nas comunidades da paróquia

O módulo 3 traz exemplos de microações que se contrapõem à economia de mercado, excludente e geradora de pobreza

Da competição para a colaboração.

Do egoísmo para a generosidade.

Da exploração para a sustentabilidade.

Da acumulação para a distribuição.

Do desequilíbrio nas relações entre pessoas e países para o equilíbrio, com comércio justo e solidário.

Do consumo desenfreado ao consumo responsável.

Da ganância ao altruísmo.

Esse é o percurso que é preciso fazer para deixar para trás uma economia que exclui e produz fome, como é o modelo atual, para uma economia que inclui e distribui abundância.

No módulo 3 da formação “Elementos para entender e vivenciar a Economia de Clara e Francisco”, a proposta é mostrar que existem alternativas na história e em experimentos acontecendo para motivar microações com grande poder transformador nas comunidades.

Além de conduzir o vídeo-encontro, o professor Arlindo Villaschi participa também do debate com as presenças da professora Martha Tristão e do representante do Instituto Elimu Heraldo Fogos. A mediação da live é feita por Milton Simonetti.

Vídeo-encontro módulo 3: assista aqui.

Live módulo 3: assista aqui.

Mais informações pelo e-mail [email protected].

É preciso conhecer o funcionamento do chamado economês do mercado para que possamos nos contrapor ao atual modelo

O modelo econômico vigente no mundo hoje pode ser chamado de uma economia de morte. Esse modelo preza pelo desrespeito aos direitos humanos; falta de uma educação digna e integral; precariedade da saúde; desastre ambiental; descaso com crianças e idosos; desrespeito aos direitos dos povos indígenas e tradicionais.

Isso posto, não é exagero afirmar que a economia atual está levando o planeta Terra e a humanidade ao colapso.

“Não há razão para haver tanta miséria. Precisamos construir novos caminhos, corrigir os modelos de crescimento incapazes de garantir o respeito ao meio ambiente, o acolhimento da vida, o cuidado da família, a equidade social, a dignidade dos trabalhadores e os direitos das futuras gerações”, afirma o papa Francisco.

Mas, para se contrapor ao que funciona como modelo econômico hoje, é preciso conhecê-lo. Para isso, o módulo 2 da formação online e gratuita “Elementos para entender e vivenciar a Economia de Clara e Francisco” visa a desmistificar o economês do mercado.

Além do vídeo-encontro com o professor Arlindo Villaschi, a live traz para o debate a médica Ana Rita Novaes e o professor Giovanni Lívio. Com mediação de Milton Simonetti e presença também do professor Arlindo.

Vídeo-encontro módulo 2: assista aqui.

Live módulo 2: assista aqui.

Mais informações pelo e-mail [email protected].