Notícias da Arquidiocese

“Eu vim para que tem vida, e a tenham em abundância” (JO 10,10) No dia 08 de março de 2021 é celebrado o dia

“Eu vim para que tem vida, e a tenham em abundância” (JO 10,10)

No dia 08 de março de 2021 é celebrado o dia internacional das Mulheres. A Comissão de Promoção da Dignidade Humana (CPDH) e o Vicariato para ação Social, da Arquidiocese de Vitória, além de agradecer a Deus pela vida de todas as mulheres que vivem e transformam o mundo, se propõe a refletir sobre as condições de vida das mulheres e, desta forma, não fecha os olhos às violências que negam este direito fundamental: o direito à vida e o direito a viver sem violência.

Segundo dados do Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (2020) no ano de 2019 foram assassinadas 3.730 mulheres no país, sendo 90 delas no Estado do Espírito Santo, das quais 35 são consideradas feminicídios perpetrados por maridos, ex-maridos e companheiros. Ou seja, são crimes cometidos contra as mulheres por razões da condição do sexo feminino, portanto, envolvendo violência doméstica e familiar e, consequentemente, menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Além das mortes, o anuário também informa que no ano de 2019 foram registradas 266.310 ocorrências de violência física; 498.597 ocorrências de ameaças e 55.499 estupros, incluindo estupros de vulneráveis. No Espírito Santo, todas essas violências também aconteceram: 2.501 ocorrências de agressões físicas; 14.518 ocorrências de ameaças e 1.429 ocorrências de estupros de mulheres, crianças e adolescentes. Estas informações atestam as inúmeras violências que têm atingido a vida das mulheres em nosso país, especialmente a vida das mulheres negras. A partir desta constatação, o Papa Francisco afirmou em sua Carta Encíclica Fratelli Tutti (nº 23): “[…] duplamente pobres são as mulheres que padecem situações de exclusão, maus-tratos e violência, porque frequentemente tem menores possibilidades de defender os seus direitos”.

A doutrina social da Igreja afirma que “o homem e a mulher estão em relação com outros antes de tudo como guardiães de sua vida”. O livro do Gênesis (9,5) lembra ao ser humano que ao violar vida de um semelhante, Deus lhe pedirá contas com a célebre pergunta feita a Caim: “Onde está teu irmão ou irmã?”. Isto posto, somos chamados a atuar no sentido de transformar as realidades de violência, uma vez que todos os seres humanos foram criados a imagem e semelhança de Deus, gozando, portanto, da mesma dignidade.

Padre Cleiton Viana da Silva enfatiza que “a Igreja Católica, desde o Vaticano II aos nossos dias, com o Papa Francisco, tem se empenhado em identificar todas as formas de violência contra a mulher. De acordo com Francisco, é necessário uma cultura de repúdio a toda forma de exploração, violência e opressão da mulher. Além da voz profética contra todas as formas de violência, nossas comunidades devem estar atentas a apoiar de maneira concreta as situações em que se devem denunciar agressões e agressores”.

Finalmente, enquanto cristãos devemos reivindicar junto ao poder público a plena implementação da Lei Maria da Penha, assegurando o enfrentamento de todas as formas de violências contra as mulheres, prestando o atendimento adequado e humanizado as que já sofreram violência e promovendo junto à toda a sociedade ações de prevenção às violências diversas – física, psicológica, financeira, entre outras.

O casamento católico é feito com todas as condições requeridas pela igreja. Por isso, deve durar a vida toda como é dito na Bíblia:

O casamento católico é feito com todas as condições requeridas pela igreja. Por isso, deve durar a vida toda como é dito na Bíblia: “ não separe o homem o que Deus uniu”. Entretanto, se houver fortes razões para pensar que não foram cumpridos esses requisitos essenciais, qualquer um dos cônjuges pode recorrer ao Tribunal Eclesiástico da Igreja Católica para exame da causa, afim de averiguar a nulidade do seu matrimônio.

Para dar inicio ao Processo de declaração de nulidade, um ou ambos os cônjuges, deve procurar o Tribunal da Igreja de sua Arquidiocese ou Diocese e fazer uma consulta sobre o seu caso particular. É a melhor maneira de tirar qualquer dúvida e receber as devidas instruções. Orienta-se que entre em contato por telefone ou e-mail para agendamento.

O Processo começa com o libelo (ou petição), onde o interessado se dirige por escrito ao Tribunal e expõe com todos os detalhes o seu pedido de nulidade matrimonial. Todas as informações úteis devem ser colocadas ai.

Em qualquer época pode-se entrar com o Processo, mesmo que já se tenha filhos, ou tenha passado bastante tempo da separação.

O Tribunal Eclesiástico de Vitória do Espirito Santo compreende a Arquidiocese de Vitória/ES, Diocese de Colatina/ES e a Diocese de São Mateus/ES, para funcionamento em Grau de Primeira Instância e, em Grau de Segunda Instância com relação ao Tribunal Eclesiástico Diocesano de Cachoeiro de Itapemirim/ES.

O Tribunal Eclesiástico Interdiocesano e de Apelação de Vitória do Espírito Santo funciona na Rua Soldado Abílio dos Santos, 47, Centro, Vitória/ES.

O atendimento ao público é feito, com agendamento prévio, no tel: (27) 3025-6280, de 2ª a 6ª feira, das 13:30h às 17:00h.

E-mail: [email protected]

O Tríduo Pascal são os três últimos dias da Semana Santa, nestes dias recordamos e celebramos momentos importantes da caminhada de Cristo aqui na

O Tríduo Pascal são os três últimos dias da Semana Santa, nestes dias recordamos e celebramos momentos importantes da caminhada de Cristo aqui na terra. Este é o período mais forte do tempo litúrgico, é nele que estão revelados o mistério pascal e o mistério eucarístico.

Infelizmente ainda tem muita gente que encara o Tríduo Pascal apenas como um feriado, tempo para viajar, descansar e fazer outras coisas, mas na verdade o momento é de alimentarmos a nossa fé recordando cada passo de Jesus até à ressurreição.

Cada um dos três dias do Tríduo Pascal possui um tema e ritos próprios, mas trata-se de uma única missa. Ela começa na quinta-feira e vai até o sábado, quando o sacerdote dará a benção final.

Vamos entender melhor:

Quinta-feira: É primeiro dia da solenidade, é nele que se faz memória da instituição da Eucaristia, do sacerdócio e se reproduz o ato em que Jesus lavou os pés dos discípulos.

Neste ano de 2021, devido à pandemia, não haverá o ato do lava pés.

Sexta-feira: A data marca o momento culminante do amor, ou seja, a morte de Jesus na Cruz. Este é um dia de jejum e às 15h os católicos rememoram e celebram a Paixão e morte de Cristo.

Sábado: É um dia de silêncio e vigília. Na celebração noturna, na hora do glória, depois de um longo silêncio quaresmal ascendem-se as luzes e passa-se do luto para a alegria da ressurreição.

Alguns acreditam que a quaresma termine no domingo de Ramos, mas não é verdade. A quaresma termina nas vésperas da Missa da Ceia do
Alguns acreditam que a quaresma termine no domingo de Ramos, mas não é verdade. A quaresma termina nas vésperas da Missa da Ceia do Senhor, ou seja, ao pôr do sol da Quinta-feira Santa, com a missa de Lava-pés, conforme dizem as Normas Universais do Ano Litúrgico e Calendário Romano Geral do Missal Romano (n.28).

Então, na noite de Quinta-feira da Semana Santa, a pessoa pode terminar o jejum? Não. Pois, se a quaresma e suas práticas são para preparar a pessoa para a Páscoa, assim, precisa esperar a celebração da Páscoa. Na Quinta-feira Santa com a Missa de Lava-pés, dá-se início da Celebração Pascal (Tríduo Pascal) que só termina na vigília do Sábado Santo, Sábado de Aleluia.

No Sábado Santo à noite já proclamamos a Páscoa do Senhor. Toda nossa preparação, nossas orações mais intensas são atendidas pela sua Ressurreição. E nesse momento de júbilo não tem por que jejuar; é dia de festa.

Mas, um detalhe pode intrigar muita gente: se a quaresma começa na Quarta-feira de Cinzas e vai até às vésperas da Quinta-feira Santa serão mais de 40 dias. Sim, são mais de 40 dias, para ser mais correto 44. Isso é devido aos domingos da quaresma não serem contatos como dias de penitência. Pode-se, portanto, “quebrar” o jejum nos domingos da quaresma? Em teoria sim, mas como o Aleluia e o Glória não são cantados nesses dias é aconselhado vivenciarmos a prática do jejum até ao Sábado Santo.

Aguente firme. Sua penitência está chegando ao fim. Feliz Páscoa!

Desde 1998, a CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, durante a sua 36ª Assembleia, sensível às necessidades dos fiéis e, principalmente, aqueles que

Desde 1998, a CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, durante a sua 36ª Assembleia, sensível às necessidades dos fiéis e, principalmente, aqueles que não conseguem apoios institucionais, aprovou o Fundo de Solidariedade Nacional e o Fundo de Solidariedade Arquidiocesano, com o objetivo de contribuir para diminuir o sofrimento dos marginalizados sociais. Assim, determinou a seguinte distribuição dos recursos que são arrecadados nas comunidades e paróquias: 60% para compor os Fundos Arquidiocesanos e 40% para o Fundo Nacional de Solidariedade. A arrecadação ocorre todos os anos junto com a Campanha da Fraternidade, um gesto concreto que acontece já nos últimos dias da Quaresma.

Na Arquidiocese de Vitória, o Fundo Arquidiocesano de Solidariedade (FAS), isto é, 60% das doações feitas nas nossas comunidades e paróquias, é administrado pelo Vicariato para a Ação Social e visa apoiar projetos realizados em promoção da vida dos irmãos mais desprotegidos.

“Nos últimos dois anos o Fundo Arquidiocesano de Solidariedade foi usado na reestruturação da Ação Social da Igreja. Ele tem composto parte do orçamento do Vicariato para a Ação Social na organização das atividades das pastorais sociais, alguns projetos sociais, comissão da promoção humana e campanha contra a fome”, relata Pe. Kelder Brandão, Vigário para Ação Social da Arquidiocese de Vitória – ES.

Neste ano, a arrecadação do fundo acontece no Domingo de Ramos, dia 28/03. Como estamos vivendo esse período de isolamento social, a pedido do Governo do Estado, não teremos os tradicionais envelopes que estávamos acostumados para fazermos nossas doações com a finalidade de uma ajuda concreta para as ações sociais. Por isso, ao ir à igreja para comungar, o fiel poderá fazer sua oferta nas urnas que se encontram nas igrejas, certos de que todo o ofertório desse dia será revertido para o Fundo da Solidariedade de toda Igreja Local e Nacional.

A participação nas missas continua sendo online, para evitarmos expor as pessoas a situações que possibilitem a contaminação do vírus, mas isso não impede que exerçamos nossa solidariedade e ajudemos a Igreja a chegar mais próximo de quem precisa.

O padre Kleber dos Santos Junior, membro do clero da Arquidiocese de Vitória, morreu nessa quarta-feira (10), às 14h35, no Hospital Meridional Praia da

O padre Kleber dos Santos Junior, membro do clero da Arquidiocese de Vitória, morreu nessa quarta-feira (10), às 14h35, no Hospital Meridional Praia da Costa, em Vila Velha, vítima da covid-19, aos 33 anos. Padre Kleber sofreu uma parada cardíaca e não houve condições de reanimá-lo. Padre Kleber estava internado há 36 dias.

Amanhã (11), haverá uma missa às 10h com a presença dos padres da Arquidiocese de Vitória em sua intenção na Paróquia São Francisco de Assis, Itapuã – Vila Velha. A celebração será transmitida pelas redes sociais da Arquidiocese. Ao final da missa o carro da funerária irá até a Igreja onde será feita uma oração com os sacerdotes presentes. O corpo será transladado e o sepultamento acontecerá em São Paulo, onde reside a família de padre Kleber.

História de Padre Kleber

Padre Kleber dos Santos Júnior, era natural de Caçapava, cidade do interior do estado de São Paulo, na região metropolitana do Vale do Paraíba. Nasceu no dia 18 de junho de 1987. Foi coroinha, catequizando, atuou em diversas pastorais na sua paróquia de origem. Ingressou no seminário Diocesano, cursou o Propedêutico, Filosofia e Teologia, os últimos dois anos na Faculdade Dehoniana em Taubaté/SP.

Em 2015, terminado os estudos, submeteu-se ao novo processo vocacional e foi acolhido no Seminário Nossa Senhora da Penha, na Arquidiocese de Vitória. Contribuiu de forma efetiva na escola de Teologia para Leigos em Jardim da Penha, na Comissão para Liturgia, e outros trabalhos pastorais.

Foi ordenado diácono transitório no dia 05 de novembro de 2016, após três meses, no dia 04 de fevereiro de 2017 foi ordenado pelas mãos do Arcebispo Emérito, Dom Luiz Mancilha Vilela, presbítero para o Clero da Arquidiocese de Vitória. Atuou em diversas paróquias da Arquidiocese: São Pedro – Praia do Suá; São Pedro – Jacaraípe; Sagrado Coração de Jesus – Itaquari e sua última paróquia, São Francisco de Assis – Itapuã.

Seu lema sacerdotal: ” Eles, imediatamente deixaram suas redes e seguiram Jesus”, Mateus 4:20.

“Pois eu sei que o meu redentor vive e, no final de meus dias, virá me defender. Mesmo que eu seja consumido pela doença, ainda neste corpo eu verei a Deus. Os meus olhos O verão e Ele não será um estranho para mim” (Jó 19, 25-27).

Que a certeza de que a luz de Cristo a guiará até a Casa do Pai traga consolo aos seus familiares e amigos.

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, nesta terça-feira, 9 de fevereiro, uma nota na qual esclarece pontos referentes à

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, nesta terça-feira, 9 de fevereiro, uma nota na qual esclarece pontos referentes à realização da Campanha da Fraternidade Ecumênica deste ano, cujo tema é: “Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor” e o lema: “Cristo é a nossa paz. Do que era dividido fez uma unidade”, (Ef 2,14a).

O documento reafirma a Campanha da Fraternidade como uma marca e, ao mesmo tempo, uma riqueza da Igreja no Brasil que deve ser cuidada e melhorada sempre mais por meio do diálogo. Iluminado pela Encíclica Ut Unum Sint, de 1999, do Papa São João Paulo II, o texto aponta também ser necessário cuidar da causa ecumênica.

Sobre o texto-base da CFE deste ano, os bispos afirmam que a publicação seguiu a estrutura de pensamento e trabalho do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), conselho responsável pela preparação e coordenação da campanha da fraternidade em seu formato ecumênico. “Não se trata, portanto, de um texto ao estilo do que ocorreria caso fosse preparado apenas pela comissão da CNBB”, aponta a Nota.

No documento, a presidência da CNBB reafirma que a Igreja Católica tem sua doutrina estabelecida a respeito das questões de gênero e se mantém fiel a ela. “A doutrina católica sobre as questões de gênero afirma que ‘gênero é a dimensão transcendente da sexualidade humana, compatível com todos os níveis da pessoa humana, entre os quais o corpo, a mente, o espírito, a alma. O gênero é, portanto, maleável sujeito a influências internas e externas à pessoa humana, mas deve obedecer a ordem natural já predisposta pelo corpo” (Pontifício Conselho para a Família, Lexicon – Termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas., pág. 673).

A nota informa que os recursos do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) seguem rigorosa orientação, obedecendo não apenas a legislação civil vigente para o assunto, mas também a preocupação quanto à identidade dos projetos atendidos. “Os recursos só serão aplicados em situações que não agridam os princípios defendidos pela Igreja Católica”, reforça a nota.

A presidência da CNBB afirma, no parágrafo final, que apesar de nem sempre ser fácil cuidar das dificuldades levantadas pela realização de uma Campanha da Fraternidade e da caminhada ecumênica e de muitos outros aspectos da ação evangelizadora da Igreja, nem por isso se deve desanimar e romper a comunhão, o que segundo os bispos é uma das maiores marcas dos cristãos. “Não desanimemos. Não desistamos. Unamo-nos”, exorta a presidência da CNBB.

Conheça, na íntegra o documento, em anexo na versão em PDF.

Fonte: CNBB

 

O prefeito Arnaldinho Borgo apresentou recebeu os padres do município de Vila Velha para um café da manhã a fim de debater os desafios

O prefeito Arnaldinho Borgo recebeu os padres do município de Vila Velha para um café da manhã a fim de debater os desafios da cidade e ouvir as demandas dos sacerdotes. 

Das 19 paróquias na cidade, mais o convento, compareceram 12 párocos, os freis conventuais e o capelão da marinha.

Após apresentar dois vídeos sobre os feitos em 30 dias de gestão, o prefeito abriu a conversa falando da ampliação do atendimento do programa saúde da família, ressaltou que seus secretários são todos técnicos e deles irá cobrar resultados rápidos. 

O prefeito ainda comentou das ações junto aos moradores de rua e contra o tráfico de drogas no município. E garantiu que não vai se contentar com somente o básico funcionando.

Com a fala de cada sacerdote e a situação de cada região da cidade, o prefeito foi destacando os projetos e possibilidades dos pontos levantados: 

– Retorno da ponte da Madalena na Barra do Jucu;

– A execução do projeto da Prainha;

– Limpeza das galerias pluviais;

– Licitação para construir a ponte de Cobilândia e Marilandia;

– Projetos de melhoria da região do Morro do Moreno;

– Cobrança junto a Cesan sobre saneamento básico no município; 

– Ruas a serem abertas e cobrança com o Governo do Estado sobre a continuidade da alça da ponte;

Muitos outros temas foram tratados e todos unânimes também apoiaram a importância desse lugar de escuta se ampliar aos pastores e outras lideranças. 

Padres presentes na reunião: 

Padre Abel de Andrade (cobilandia)

Padre Jairo (Ibes)

Padre Adelson (capelão da marinha) 

Padre Anderson Teixeira (Santa Rita)

Padre Paulo Regis (Ponta da Fruta)

Padre Marcelo Margon (Araçás)

Padre Alexandro Firmino (Glória)

Padre Adriano Francisco (Soteco)

Padre Solon Lauff (Vale Encantado)

Padre Hugo Pereira (Itapuã)

Padre Gudialace Oliveira (Coqueiral de Itaparica)

Padre Anderson Gomes (Praia da Costa)

Padre Edemar Endringer (Praia da Costa)

Frei Alessandro Dias (Convento)

Frei Pedro de Oliveira (Convento)

Frei Luiz Flavio (Convento)

Compareceu também o presidente da câmera dos vereadores, Bruno Lorenzutti 

O encontro terminou com uma oração e benção pra a cidade de Vila Velha, todos funcionários públicos e os doentes em especial o Padre Kleber.