Notícias da Arquidiocese

Na manhã desta terça-feira (10), aconteceu a reunião dos padres da Área Pastoral de Vila Velha, no Santuário Divino Espírito Santo, com a presença

Na manhã desta terça-feira (10), aconteceu a reunião dos padres da Área Pastoral de Vila Velha, no Santuário Divino Espírito Santo, com a presença do Arcebispo Dom Dario Campos e o administrador financeiro da Arquidiocese, Sérgio Murilo.

Na pauta foi feita a prestação de contas do fundo de solidariedade que toda paróquia da Arquidiocese contribui para várias demandas, tais como, ajudar as paróquias mais periféricas, aos padres eméritos, na manutenção da casa sacerdotal, entre outras atividades desenvolvidas.

Dom Dario aproveitou a ocasião para partilhar os últimos acontecimentos da nossa igreja particular. Por causa da pandemia do novo coronavírus, a reunião geral do clero não foi possível, com isso o arcebispo está visitando todas as áreas pastorais. A reunião terminou com um almoço fraterno entre os presbíteros.

Na madrugada desta terça-feira (10) faleceu na Santa Casa de Misericórdia, em Vitória, João Mário Pinto Chagas, 82 anos, pai do padre Rodrigo Chagas,

Faleceu na madrugada desta terça-feira (10) na Santa Casa de Misericórdia, em Vitória, João Mário Pinto Chagas, 82 anos, pai do padre Rodrigo Chagas, vigário da Paróquia São Sebastião, em Afonso Claudio.  

João Mário estava acamado há algum tempo devido a um Acidente Vascular Cerebral e tinha a doença de Parkinson. No último mês teve outro AVC, o que complicou ainda mais sua situação de saúde. Ele pertencia a Paróquia São Pedro, da Vila Rubim. 

O velório acontecerá de meio dia até as 14h30 no Cemitério de Santo Antônio, em Vitória. Às 14h será a Celebração das Exéquias e o enterro está marcado para às 15h30 no Cemitério de Cruzeiro do Sul, em Cariacica. 

A Arquidiocese de Vitória se solidariza com a dor do nosso irmão padre Rodrigo e seus familiares. “Senhor, para os que creem em vós, a vida não é tirada, mas transformada.”

E você sabe qual é a diferença entre as duas funções? Confira na matéria.

Entre as 90 paróquias que pertencem à Arquidiocese de Vitória estão 76 padres nomeados párocos e 14 padres administradores paroquiais. E você sabe qual é a diferença entre as duas funções? Segundo o Código de Direito Canônico, os dois sacerdotes estão à frente das paróquias como cooperadores do Bispo Diocesano nas questões pastorais e administrativas e a distinção entre os dois é a estabilidade no cargo.

Padre Hadeleon Santana é especialista em Direito Canônico e detalha que de acordo com o Cân. 522 “importa que o pároco seja nomeado por tempo indeterminado. Ele só pode ser nomeado pelo Bispo Diocesano por tempo determinado se isso for admitido por decreto e pela Conferência dos Bispos, que é o nosso caso. Já o administrador paroquial tem essa função mais instável. Ele é nomeado para resolver, ajustar, cuidar daquela paróquia por um tempo curto, que não tem um prazo determinado para isso. O bispo precisou, então coloca este padre naquela paróquia até que seja nomeado um pároco”.

O Compêndio do Vaticano II diz que nem sempre o bispo na sua Igreja pode estar pessoalmente à frente de todo rebanho. Por isso ele precisa organizar as comunidades dos fiéis. Entre elas se sobressaem as paróquias as quais confia um pastor local chamado de pároco. Este possui um poder ordinário, porém subordinado. Não é possível se ‘candidatar’ a função de pároco, pois este é escolhido pelo bispo que identifica as qualidades requeridas para o cuidado pastoral de um padre.

“Quando ele é nomeado, o bispo já faz ali um exame e aprova que ele tenha condições para exercer suas obrigações. Também é constatado sua idoneidade e o espírito de penitência, caridade e abertura que possui”, destaca padre Hadeleon.  

O presbítero reitera que tem sido uma prática dos bispos colocarem os padres que estão em Ad Experimentum como administradores paroquiais e essa é uma prática na Arquidiocese de Vitória: “como o padre está fazendo um tempo razoável de experiência na Arquidiocese, ele não pode assumir o ofício de pároco por não ter essa estabilidade. O administrador paroquial pode ser removido a qualquer momento, já o pároco tem uma certa continuidade. Porém, nada é rígido na Igreja.”

Tempo do pároco em uma paróquia

“A Conferência Nacional dos Bispos no Brasil definiu que havendo razão justa o Bispo Diocesano pode nomear párocos por período determinado, não inferior a 6 anos e este tempo sempre é renovável. Com isso a CNBB determina e dá essa autoridade ao Bispo de colocar um prazo na provisão do padre que é de 6 anos à frente de uma paróquia, podendo ser menos ou prorrogada para mais tempo”.

Missão

“O pároco tem uma missão grande sobretudo de presidir aquela comunidade paroquial para não deixar que ela se torne acéfala. Ele deve indicar os caminhos sem substituir os membros do rebanho. Chamar, guiar, coordenar, congregar, mas não impedir a criatividade. Descobrir os dons dos membros da comunidade e dar a eles suas responsabilidades na comunhão do corpo místico da igreja. O pároco também é o educador da Fé, que garante a formação dos membros da comunidade, dando apoio de modo especial aqueles que são os responsáveis pelos diversos serviços e ele é o representante de Cristo na presidência daquela comunidade. A quem cabe a missão de garantir a presença de Jesus Ressuscitado no meio do seu povo”.

Obrigações

“O pároco desempenha a serviço da comunidade as funções de ensinar, santificar e governar com a colaboração dos outros presbíteros, diáconos e leigos. No entanto, essa ação pode ser considerada como uma parte da pastoral que se trata de uma cooperação. As faculdades próprias do pároco no fórum interno é ouvir as confissões. No fórum externo são as realidades dos outros sacramentos. O pároco deve praticar também os atos administrativos necessários, representar os negócios jurídicos e administrar os bens das paróquias e por isso ele deve conhecer os direitos e deveres próprios uns dos outros. Ele tem a obrigação de promover a santidade dos fiéis através do anúncio da palavra, da eucaristia, da penitência e dos outros sacramentos. Também deve exercer outras funções como administrar o batismo, a confirmação em casos de perigo de morte, assistir ao matrimônio, abençoar as núpcias, celebrar os funerais, fazer procissões e bênçãos solenes.”

Escolha de pároco em Comunidades Religiosas

“Não há distinção entre um pároco diocesano e o pároco religioso. Eles vão ter as mesmas obrigações. A diferença está apenas na escolha: o pároco diocesano é chamado e escolhido pelo Bispo ou Arcebispo. Já o religioso, é escolhido pelo seu superior que é o Provincial ou Superior Geral, que comunica ao bispo da diocese onde a paróquia está inserida, o nome desse padre e o bispo fará a provisão canônica para ele assumir aquela paróquia.”      

Retomada das atividades no Tribunal Eclesiástico.

O Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese de Vitória que atende também as dioceses de Colatina e São Mateus retomou, em parte, suas atividades desde o mês de outubro.

As audiências para os casos de pedidos de nulidade foram retomadas e acontecem nas terças, quartas e quintas feiras, sendo apenas uma por dia e no máximo 4 pessoas participando. Os auditores fazem revezamento entre si. No mês de outubro foram realizadas 14 audiências e para o mês de novembro já estão agendadas 18. O primeiro julgamento pós-pandemia está previsto para o mês de dezembro. Este ano deram entrada 87 pedidos que estão na espera pela realização das audiências.

O serviço de abertura de processos ainda não foi retomado, mas as pessoas podem buscar informação e assim, iniciar a preparação para dar início assim que possível. O Tribunal está se preparando para poder prestar esse serviço, cumprindo e obedecendo às regras sanitárias.

A Notária, Maria Cristina Barbosa Leal, explicou que para iniciar o processo é necessário uma conversa com a equipe do Tribunal que avalia se existem causas para abrir o processo. Depois o(a) demandante precisa preencher um formulário, anexar os documentos necessários e indicar as testemunhos. Após dar entrada no processo, o Tribunal faz contato com o(a) demandado(a) e na sequência acontece a audiência. Informações podem ser obtidas pelo telefone: (27) 3025-6280, de 2ª a 6ª feira, das 13:30h às 17:00h. E-mail: [email protected]

Cônego Ériton Luiz Cortat Nery tinha 79 anos e residia na paróquia São José, em Mimoso do Sul.

Faleceu na noite de ontem (08) Cônego Ériton Luiz Cortat Nery, conhecido como Padre Ériton, da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim. A causa da morte não foi informada pela paróquia São José, onde ele residia, mas de acordo com a assessoria de imprensa da Diocese o religioso já tinha doenças pré-existentes.

A missa de corpo presente será realizada às 15h, em Mimoso do Sul e estará fechada para os padres, diáconos, religiosos, seminaristas e familiares do Padre Ériton. Já a transmissão para os fieis acontecerá pelo youtube da Paróquia São José (https://www.youtube.com/channel/UCZYJQ-_fgSFDamokvGLvv2Q) e pelo Facebook (https://www.facebook.com/paroquiasaojosemimoso/).

A Arquidiocese de Vitória se solidariza com este momento de dor e se une em oração aos familiares e amigos de padre Ériton.

“Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar.” (João 14: 1,2)  

Confira na íntegra a nota da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim:

A Diocese de Cachoeiro de Itapemirim comunica com muito pesar o falecimento de um de seus presbíteros, o Cônego Ériton Luiz Cortat Nery. Padre Ériton, como também era chamado, residia atualmente na Paróquia São José, em Mimoso do Sul. Nascido em 08 de junho de 1941, natural de Itaperuna (RJ), Padre Ériton foi ordenado diácono na Paróquia São Pedro – Catedral, mesmo local de sua ordenação presbiteral, no ano de 1967.

Foram mais de 50 anos dedicados a Deus, à Igreja católica e às Paróquias e comunidades por onde passou. Recordação especial para as Paróquias São Miguel Arcanjo, de Guaçuí, onde celebrou sua primeira missa e sua atuação no próprio município de Mimoso do Sul, onde atuou por quase 40 anos (1968-1989 / 2003- dias atuais).

Sepultamento

A Paróquia São José (Mimoso do Sul), através de seu Pároco, Pe. Gracione Alves, informa que o corpo do presbítero está sendo velado no salão paroquial. Para quem desejar se despedir do Cônego Ériton Luiz, filas estão sendo organizadas com o devido distanciamento e seguindo as normas dos órgãos sanitários, evitando aglomerações. Devido a pandemia, a permanência no salão não será permitida.

A missa de corpo presente acontecerá às 15h, sendo restrita aos presbíteros, diáconos, religiosos, seminaristas e familiares do Padre Ériton. A missa será transmitida pela Pascom da Paróquia São José em suas redes sociais e retransmitida também pela Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, para que os fiéis também possam acompanhar. O cortejo para o seu sepultamento (no cemitério local de Mimoso do Sul) será logo após a missa.

A Diocese de Cachoeiro de Itapemirim se une à Paróquia São José neste momento de saudade pela despedida do presbítero tão querido. Que o Senhor Deus conforte o coração e o espírito dos familiares, amigos e de todos aqueles que nutriam um carinho especial pelo Pe. Ériton Luiz. E tenhamos a certeza que ele continuará sua missão de zelo por nós, agora nos acompanhando do céu.

É motivo de maravilhamento entrar em uma Igreja com vitrais. A luz filtrada pelos vidros multicoloridos, as ilustrações, o ambiente convidativo ao silêncio e

“As janelas envidraçadas que estão nas Igrejas e pelas quais (…) se transmite a claridade do sol, significam as Santas Escrituras, que afastam de nós o mal, enquanto nos iluminam”.

(Pierre de Roissy, Chartres, 1200).

 

É motivo de maravilhamento entrar em uma Igreja com vitrais. A luz filtrada pelos vidros multicoloridos, as ilustrações, o ambiente convidativo ao silêncio e à oração, são sinais do efeito provocado pelo seu uso. Eles conferem ao ambiente, tanto uma maior espiritualidade, quanto imponência.

Os vitrais surgiram no Oriente, em torno do século X e floresceram na Europa durante a Idade Média. Amplamente utilizados nas construções das Igrejas e Catedrais, sobretudo durante o gótico, logo se tornaram recurso didático para catequese a uma população iletrada.

Como parte do projeto iconográfico da Igreja, isto é, do conjunto de representações simbólicas, os vitrais trazem ainda cenas ou personagens das Sagradas Escrituras e da vida dos Santos. Sua fabricação exige técnica e arte. Inicialmente, o chumbo derretido foi usado como elemento de ligação entre os diversos pedaços de vidros coloridos.

Hoje, com novas técnicas de fabricação, seu uso é muito mais difundido, estando presente em muitas construções. No Brasil é necessário importar vidros coloridos e há poucas indústrias. Aqui, os vitrais são ainda considerados caros.

Muito importantes no contexto do espaço celebrativo, estão unidos ao conjunto de iconografia, onde o artista, a partir do projeto de arquitetura define o trabalho artístico a ser executado na Igreja, desenvolvendo uma caminhada simbólica, bíblica e teológica em vista do Mistério celebrado na liturgia.

Os vitrais da Catedral de Vitória, desenvolvidos em linguagem adequada ao tempo atual e em harmonia com os existentes, ouçamos São Bernardo: “como o esplendor do sol atravessa o vidro sem quebrar e penetra na sua solidez com sua impalpável sutileza, assim o Verbo de Deus, luz do Pai, penetra na morada da Virgem e sai de seio intacto”.

Raquel Tonini, membro da Comissão de Arte Sacra da Arquidiocese de Vitória
e Grupo de Reflexão do Setor Espaço Celebrativo da Comissão Litúrgica da CNBB

No CEDOC da Arquidiocese de Vitória são guardados a maior parte do fluxo de documentos, alguns datam de 1821. São 1.000 livros disponíveis dentre

Existem situações que são necessários alguns documentos para comprovação dos sacramentos recebidos. Como é o caso de quando os noivos vão casar que precisam da certidão de batismo ou para conseguir resgatar a história de antepassados ou mesmo requerer dupla cidadania, seja na Itália ou na Alemanha, países dos quais o Estado do Espírito Santo possui imigrantes.

Na Arquidiocese de Vitória existe o Centro de Documentação (CEDOC), um importante instrumento de pesquisa à disposição de quem se interessar ou tiver necessidade. O CEDOC é o espaço destinado ao gerenciamento e armazenamento de documentação.

Nesse espaço são guardados a maior parte do fluxo de documentos da Arquidiocese, alguns datam de 1821. São 1.000 livros disponíveis dentre eles livros de batismo, casamento, crisma, óbitos, visitas pastorais e livros de tombo.

Muitas pessoas procuram o departamento para buscar documentos. Segundo Giovana Valfré, coordenadora do Centro de Documentação, “o maior público são pessoas atrás de documentação para fazer a sua cidadania italiana, depois os documentos para os sacramentos, principalmente quem vai se casar na Igreja e necessita da certidão de batismo, pessoas que serão padrinhos e madrinhas de batismo ou crisma e num número menor as procuram documentos para trabalhos acadêmicos”.

Alunos de diversas faculdades e Universidades procuram o CEDOC porque estão escrevendo dissertação, tese ou TCC sobre diversos assuntos relacionados à Igreja. Por exemplo a história dos negros no Espírito Santo; a construção e arquitetura dos templos religiosos; a histórias das Comunidades Eclesiais de Base, entre outros temas importantes para diversas áreas do conhecimento.

História

Antes da proclamação da República o Estado brasileiro era ligado administrativamente à Igreja Católica. Cabia a ela, por exemplo, o registro de nascimento da população. Por isso, ainda hoje, os batistérios ajudam a contar a história dos registros de nascimento em nosso país.

Até à proclamação da república era função do Estado constituir as paróquias, nomear padres e inclusive remunerá-los. Em contrapartida, cabia a ela por exemplo o registro de nascimento da população e isso acontecia no batismo da criança.

Eles faziam os registros, guardava esses livros, era responsável por elaborar algumas estatísticas para o governo de Portugal. Por isso, ainda hoje os livros de registos de batismos, casamentos e óbitos, ajudam a contar a história do povo capixaba.

Quando os imigrantes italianos deixavam a Itália eram orientados pelos padres para que ficassem unidos na fé e protegessem uns aos outros e que não deixassem de catequisar os filhos do imigrantes. Giovana conta que quando chegaram ao Estado encontraram muita mata e construíram primeiro uma capela dando início a cidade.

“Naquele tempo, as pessoas não abriam as igrejas, os Portugueses, só abriam se tivesse missa, não tendo missa a Igreja ficava fechada. Com a chegada dos italianos essa movimentação, da própria Igreja modifica. A Igreja passa a ser ponto de encontro, era lá que eles sabiam notícias da Itália, notícias de quem morreu, de quem chegou… Era uma ligação entre todos os imigrantes que estavam naquela localidade. Por isso que essa Fé é tão propagada, e ela começa a ficar muito forte no interior por causa dos imigrantes”.

Nesse período, antes da república, não existia cartório no Brasil, só a Igreja registrava a pessoa, por isso batizava até no dia que nascia, porque era o documento da pessoa. Tudo estava ali, nascimento, casamento e óbito.

“Somente em 1912, que foi inaugurado o primeiro cemitério de Vitória, antes disso as pessoas eram enterradas nas Igrejas. As igrejas tinham seus cemitérios, muitas vezes as pessoas eram enterradas dentro da igreja, assim a documentação pertencia à Igreja. Muitos não têm noção que a Igreja é a guardiã dessa documentação. É a única guardiã”, comenta Giovana.

Como fazer para obter um documento?

Se o documento que está procurando seja referente a um sacramento, o primeiro passo é ir na paróquia ao qual foi realizado e procurar na secretaria por essa documentação.

Caso esse documento não seja encontrado na secretaria paroquial, entre em contato com o CEDOC através do telefone, e-mail ou pessoalmente. São necessárias informações como o ano do sacramento e paróquia ao qual foi realizado.

“Depois que solicitado, vamos fazer a busca desses documentos e vamos emitir uma certidão, depois que a certidão é emitida, avisamos a pessoa, e a pessoa vai buscar. Para esses documentos, levamos menos de uma semana”, explica a coordenadora do CEDOC

Caso o documento não seja encontrado nem na secretaria paroquial e nem no CEDOC: “abre-se um processo e é feito uma declaração pelo padre responsável, e caso a pessoa tenha provas, como por exemplo a lembrancinha com a data, assinada pelo Bispo carimbada pela paróquia, vira um documento, e será feito um registo tardio do sacramento que a pessoa recebeu e está à procura do documento. É registrado no CEDOC ou na paróquia que ela foi crismada ou batizada naquela data, então nunca mais ela terá esse problema”, explica Giovana.

Para os documentos referentes a imigração italiana ou outra imigração, que estão nos livros mais antigos, a média é de uns 15 dias para a entrega do documento. Existe também a possibilidade de a própria pessoa ou a família procurarem o documento no arquivo, quando se trata de busca por cidadania.

O Centro de Documentação da Arquidiocese de Vitória, funciona de segunda a sexta das 9 às 12 horas e das 13 às 16 horas. Ligue e agende uma visita: (27) 3025-6275 ou pelo e-mail [email protected].

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Preservação de documentos históricos na Arquidiocese

As entidades ressaltam o fato de Luciana Antonini ter se mudado para Anchieta por se sentir insegura na cidade de Ilhés, na Bahia, onde

A Comissão de Promoção da Dignidade Humana (CPDH), vinculada ao Vicariato de Ação Social, Política e Ecumênica da Arquidiocese de Vitória, e a Cáritas Brasileira Regional Espírito Santo enviaram um ofício à procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Espírito Santo, Luciana Andrade, e ao governador Renato Casagrande requerendo rigor no acompanhamento da investigação sobre a morte da ativista, ambientalista e voluntária da Cáritas, Luciana Antonini, em 17 de outubro, no município de Anchieta.

No documento, as entidades destacam que “a versão por afogamento, veiculada pela imprensa, não pode desconsiderar a possibilidade do óbito se configurar crime de mando, com conotação política, em consequência da atuação de Luciana Antonini na defesa do meio ambiente, ou ainda feminicídio”.

As entidades ressaltam ainda o fato de Luciana Antonini ter se mudado para Anchieta por se sentir insegura na cidade de Ilhéus, na Bahia, onde residia anteriormente.

“A defesa do meio ambiente supõe também a defesa da vida e da dignidade daqueles e daquelas que lutam por um meio ambiente sadio, equilibrado e em harmonia com a sociedade”, destacam a CPDH e a Cáritas.