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Willian da Silva Meirelles | ´´ Meu Senhor e meu Deus! “   No domingo da Páscoa, os apóstolos (exceto São Tomé) estavam reunidos em
Willian da Silva Meirelles | ´´ Meu Senhor e meu Deus! “

 

No domingo da Páscoa, os apóstolos (exceto São Tomé) estavam reunidos em cenáculo com as portas fechadas por medo dos judeus. Hoje, no segundo domingo – também conhecido como Domingo da Misericórdia –, o Senhor entra no mesmo local, sopra sobre eles o Espírito Santo e os envia em missão.

São Tomé, que outrora não havia acreditado que Jesus aparecera aos apóstolos e afirmara que somente acreditaria vendo o próprio Cristo e pondo a mão em suas Chagas, realiza a sua confirmação. Jesus o diz: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado.”. Tendo ele então acreditado no que havia visto, realiza uma das mais belas profissões de fé: “Meu Senhor e meu Deus! ”.

Num mundo marcado por inúmeros conflitos e tomado por uma racionalidade vazia em si mesma, somos tentados a abandonar aquilo que acreditamos, seja por medo, angústia, provação e, por vezes, covardia, assim como os Apóstolos antes de Pentecostes. Porém, ao realizarmos uma experiência com o Senhor Ressuscitado, somos tomados pelo Espírito Santo e enviados para anunciar suas maravilhas e proclamar a Boa Nova da salvação. Certamente as dificuldades não desaparecerão com o encontro com o Senhor, mas, olhando para a vida dos Santos, a grandeza dos Apóstolos e os ensinamentos da Igreja, podemos renovar a nossa fé em busca do Reino que não terá fim.

Neste Domingo da Misericórdia recordamos, também, a instituição do Sacramento da Reconciliação, quando Cristo diz: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhe serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhe serão retidos.”. É através dessa infinita misericórdia que o Pai acolhe os filhos arrependidos em seu Reino, pela conversão e renovação dos corações, lembrando-os sempre do Calvário. Santo Agostinho, no seu livro “Credo”, diante da ressurreição, responde ao seguinte questionamento: “Será que Jesus não poderia ter ressuscitado sem nenhuma chaga? ” E o santo respondeu: Claro, ele poderia ter ressuscitado sem suas chagas, mas ele não o fez pelo nosso bem, para mostrar o amor com que fomos amados. Chagas abertas de amor.”. Se antes as portas do cenáculo estavam fechadas, o Coração de Jesus Cristo estava escancarado para amar a seus filhos e derramar bençãos sobre todos nós.

Assim como os apóstolos saíram em missão para levar o Evangelho e fazer experimentar o amor de Deus onde passassem, sejamos esta Igreja, que sai para levar o Evangelho a todos os cantos da terra, pregando a ressurreição de Jesus, mas sem deixar-se esquecer da Santa Cruz pela qual o amor foi manifestado.

Que Maria Santíssima, nossa Mãe misericordiosa, interceda por nós a Cristo Jesus, para que também nossas almas possam glorificar a Deus e alcançar, por seu Imaculado Coração, as graças que precisamos para percorrermos a estrada de nossa vida, rumo ao mundo que não terá fim: o Reino da Misericórdia.

 

 

Willian da Silva Meirelles

Seminarista do 1º ano de Filosofia

Paróquia de origem: Virgem Maria, Itacibá, Cariacica – ES;

Paróquia de pastoral: Sagrada Família, Jardim Camburi, Vitória – ES.

Este sábado (23) está marcado na Festa da Penha 2022 pela a retomada e realização das tradicionais Romarias. Logo pela manhã uma ampla programação

Este sábado (23) está marcado na Festa da Penha 2022 pela a retomada e realização das tradicionais Romarias. Logo pela manhã uma ampla programação aconteceu em Vila Velha. Após dois anos, a Romaria das Pessoas com Deficiência retornou para as ruas da cidade celebrando 15 anos de amor, fé e devoção a padroeira dos capixabas. Os remadores também saíram em romaria da Praia do Ribeiro, em Vila Velha, com destino a Prainha para participar da Festa da Penha deste ano. A Diocese de São Mateus prestou sua homenagem à Virgem das Alegrias subindo até o Campinho do Convento, onde encerrou sua romaria com uma missa e os adolescentes das áreas pastorais da Arquidiocese de Vitória fizeram a casa da mãe ficar mais alegre e contagiante com sua romaria e missa no Campinho.

No 7º dia do oitavário o tema refletido foi “Maria, caminho de saúde e salvação” e na homenagem à Maria foi lembrado de um dos símbolos que podemos usar na nossa devoção mariana. Na dinâmica preparada pela organização da Festa da Penha, mulheres, jovens e um adolescente foram passando o terço de mãos em mãos no altar e uma mulher entrou cantando a música “O terço” de Roberto Carlos e todos se voltaram para a imagem de Nossa Senhora da Penha. A missa das 16h foi conduzida pela Diocese de Cachoeiro de Itapemirim que veio em romaria com 30 ônibus, 15 vans, 2 micro-ônibus, sendo um total de 2 mil fiéis que vieram prestar sua homenagem à padroeira do Espírito Santo.

A acolhida foi feita pelo padre Maroni que ressaltou a saudade de estar no Convento da Penha celebrando a festa e destacou as dificuldades impostas pela pandemia, afirmando que passamos pelas paixões e pelo sofrimento, mas hoje todos estão com o coração cheio de vida e de esperança por serem filhos da vida e estarem celebrando em Vila Velha. “Assim que queremos celebrar esta Festa de Nossa Senhora da Penha e assim que a Diocese de Cachoeiro veio aqui com essa disposição, como hoje de manhã a nossa querida irmã Diocese de São Mateus e amanhã a Diocese de Colatina e a Arquidiocese de Vitória todos os dias presentes nos devotos de Nossa Senhora da Penha”.

A presidência da Santa Missa foi do bispo de Cachoeiro Dom Luiz Fernando Lisboa, que logo no início já disse: “Jesus ressuscitou aleluia, aleluia, Estamos aqui para com muita fé celebrar a eucaristia e queremos faze-lo por que somos peregrinos, somos povo de Deus que caminha como a mãe Maria. Ela que nos ensina que temos que fazer tudo que Jesus nos disser, e nós queremos obedecer, queremos seguir o seu filho Jesus. Ela sempre nos encaminha para ele”.

A Animação ficou sob responsabilidade de Eliane, da Comunidade São Judas Tadeu – Paróquia São Sebastião; a Primeira Leitura (At. 4, 13-21) foi lida por Luciene da Comunidade Nossa Senhora das Graças – Paróquia São Sebastião; o Salmo (117) foi cantado pelo Grupo de Música – Paróquia Nosso Senhor dos Passos; O Evangelho (Marcos 16, 9 -15) foi proclamado por um Diácono e as Preces da Comunidade foram feitas por Etelvina da Comunidade Nossa Senhora de Fátima – Paróquia São Sebastião.

No começo de sua homilia Dom Luiz Fernando destacou o momento difícil pelo qual passamos e afirmou: “queremos confirmar nossa esperança em tempos novos e pedir ao Senhor ressuscitado pela intercessão da Virgem da Penha para que alcance as milhares de famílias em nosso Estado do Espírito Santo e no país inteiro que perderam seus entes queridos por causa da pandemia, suplicando a graça divina sobre todos que se dedicam a assistência aos doentes nos hospitais e em suas casas. De modo especial queremos agradecer a todos os trabalhadores e trabalhadoras da área da saúde”.

O bispo também destacou o tema desta 452ª edição da Festa da Penha: “Saúde dos enfermos, rogai por nós”. “Ao longo de todo o seu ministério Jesus encontra enfermos em seu caminho. Jesus não vê a doença como se essa fosse uma retribuição demasiado estreita, ou seja, a crença que ligava mecanicamente a doença com o pecado, próprio ou dos pais. Ou o doente cometeu um pecado ou os pais o cometeram. Era essa a mentalidade. Diante da doença, Jesus sente compaixão e essa compaixão o move à ação. Compaixão e ação. Quem sente pena, sente dó, não faz nada, passa adiante. Jesus nos ensina a ter compaixão e quem tem compaixão faz alguma coisa e leva a ação”.

Citando a mensagem do Papa Francisco para o 28º Dia Mundial dos Enfermos em 2020, Dom Luiz Fernando enfatizou que além das enfermidades físicas o mundo de hoje tem adoecido diante da guerra e dos riscos do enfraquecimento da democracia e citou outra fala do pontífice, na audiência geral do último dia 23 de março ‘com a guerra tudo se perde, tudo, não há vitórias em uma guerra. Todo mundo é derrotado’. E pediu: “que o Senhor envie o seu espirito para que possamos entender que a guerra é uma derrota para humanidade e nos libere dessa necessidade de autodestruição. Da mesma forma irmãos e irmãs que Deus nos livre de retrocessos em nosso País, que todos e todas respeitem a democracia, que haja respeito pelas instituições basilares da democracia, que todos entendam que a constituição é para ser respeitada e cumprida por todos e todas, porque também vivemos em tempo de doença dos excessos, dos exageros, da falta de respeito pelos outros, da falta de diálogo, de polaridades, que nos deixam cegos, surdos e incapazes de dialogar”.

E finalizou sua reflexão afirmando: “Anúncio e denúncia esta é a nossa missão. Nós que queremos seguir a Jesus e sermos continuadores da sua missão. Que o nosso olhar seja iluminado pela presença do Ressuscitado que nos faz corajosos. Mais do que nunca é tempo para ter coragem, para pedir a Deus coragem. E que nossas mãos sejam sempre operosas e disponíveis para assistir os que mais precisam. Aqueles que precisam de ajuda, de presença, de carinho, de assistência e de lucidez. Quanta gente precisa de lucidez, porque vivem como se cegos estivessem, vivem como se surdos estivessem. Precisamos de lucidez, dai-nos senhor lucidez. Neste oitavário de Nossa Senhora da Penha supliquemos a Virgem das Alegrias, senhora voltai para nós vosso olhar Santa Mãe de Deus e alegrai-nos com a força e o vigor do evangelho de teu filho Jesus Cristo, ressuscitado. Nossa Senhora Saúde dos enfermos, rogai por nós. Assim seja”.

Ao fim da Santa Missa a Diocese de Cachoeiro prestou uma homenagem à Nossa Senhora da Penha. Duas crianças subiram ao altar levando em suas mãos um coração – representando o coração da Virgem e mãe que acolhe as preces de todos que rogam pela saúde, pela educação e pela Paz. Logo em seguida entrou uma pessoa com jaleco da saúde segurando uma faixa com a frase “Maria, caminho de saúde e salvação”, e depois outra pessoa com jaleco da educação também segurando uma faixa com a frase “Maria, modelo de educadora na sabedoria e no amor” e por fim uma pessoa entrou com a bandeira da Paz, onde todos foram convidados a erguer suas mãos ou acenar com um lenço branco no clamor pela saúde, pela boa educação, e pela paz no mundo, enquanto se cantava o hino da Virgem das alegrias.

Ainda hoje acontece a aguardada Romaria dos Homens que tem missa de envio às 18h na Catedral de Vitória. Às 23h está programada a Missa de encerramento desta romaria no Parque da Prainha, em Vila Velha. Neste domingo (24), o 8º dia do Oitavário vai refletir o tema “Saúde Integral”.  Às 5h, 7h, 11h tem as Missas presenciais no Campinho; às 9h, Missa com a Romaria da Diocese de Colatina; às 14h tem o Programa Salve Mãe das Alegrias; às 15h, Romaria das Mulheres com saída do Santuário de Vila Velha; às 15h30 – Devocional Oitavário e às 17h Missa de encerramento da Romaria das Mulheres, no Parque da Prainha, em Vila Velha, onde logo após acontece o show da cantora Fafá de Belém.

A partir deste sábado (23), quem for ao Parque da Prainha, em Vila Velha, participar da programação da 452ª Festa da Penha vai se

A partir deste sábado (23), quem for ao Parque da Prainha, em Vila Velha, participar da programação da 452ª Festa da Penha vai se deparar com uma megaestrutura. São mais de 30 toneladas de equipamentos de som, 20 toneladas de equipamentos de luz e 60 toneladas de estrutura metálica em um palco de 18 metros de altura. Mais de 150 painéis de LED também foram montados para que o público presente tenha uma visibilidade melhor das homenagens à padroeira.

Toda essa estrutura, que é inédita e tem capacidade de público 30% maior do que os anos anteriores, aguardará os fiéis neste sábado, dia 23, na chegada da Romaria dos Homens, prevista para as 23 horas, quando terá início a Missa de Encerramento celebrada pelo arcebispo da Arquidiocese de Vitória, Dom Dario Campos. A tradicional romaria, que reúne mais de 800 mil fiéis em 14 quilômetros de caminhada, cânticos, orações e muita devoção, sairá da Catedral de Vitória, após a Missa de Envio às 18 horas, presidida pelo bispo auxiliar, Dom Andherson Franklin Lustoza de Sousa.

Além de toda estrutura de palco, os fiéis deverão se encantar com a decoração preparada para Nossa Senhora da Penha. A mesa que leva a Santa, que antes tinha 1,3 metro de altura, terá 1,5 metro, para ficar mais visível ao público. Ela será decorada com duas dúzias de lisianto, cinco dúzias de rosas, cinco dúzias de egípcio, três dúzias de avencão e quatro dúzias de boca de leão. As folhagens verdes serão acompanhadas das flores brancas, predominando na decoração essas duas cores. A mesa também será iluminada com LED.

No domingo (24), as luzes da estrutura montada no Parque da Prainha vão iluminar o show da cantora Fafá de Belém, previsto para 19h30 como encerramento da Romaria das Mulheres, que começa à tarde, às 15h, com saída do Santuário de Vila Velha.

Já no dia da padroeira (25), na segunda-feira, acontece também na megaestrutura montada no Parque da Prainha a Missa de Encerramento da Festa da Penha 2022, finalizando com a celebração do arcebispo da Arquidiocese de Vitória, Dom Dario Campos, os festejos em homenagem à Nossa Senhora da Penha.

A Festa da Penha é o maior evento religioso do Espírito Santo e uma das três maiores festas marianas do País. Teve início no último domingo (17) e vai até o próximo dia 25. É uma realização da Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação dos Amigos da Festa da Penha, e co-realização da Prefeitura de Vila Velha. Tem patrocínio do Banestes, Cesan, São Camilo, Grand, Dalla e Extrabom. Conta com o apoio da Arcelor Mittal, Vale, TV Gazeta, Prefeitura da Serra, Prefeitura de Vitória e Governo do Estado. O transporte oficial é Squad, do Grupo Águia Branca.

Parque da Prainha abrigará coletivo com música e cultura

O Parque da Prainha ainda abriga, nesta sexta (22) e sábado (23), muita música, cultura e valorização da identidade capixaba. Será durante o Coletivo Criativo Prainha, formado por moradores do berço da colonização do Espírito Santo, em Vila Velha, com promoção de uma série de atrações para movimentar a economia e dar visibilidade às potencialidades locais.

O Coletivo, com o apoio da Comissão Organizadora da Festa da Penha, estará em um palco estrategicamente montado na Praça Otávio Araújo, localizada atrás da Igreja de Nossa Senhora do Rosário na Prainha, e funcionará na sexta das 17 à 0h e no sábado das 10 às 21h.

Dentre as atrações que farão parte do cronograma de atividade estão presentes: apresentações musicais de Jazz e Chorinho, uma apresentação de Congo e de uma Banda Marcial, uma oficina artística de desenho e estamparia de camisas, uma apresentação de contação de histórias, uma roda de conversa sobre preservação do patrimônio histórico e muito mais. Durante os dois dias do evento, bares e restaurantes da Prainha estarão em pleno funcionamento atendendo a todos que estiverem no local.

“O Coletivo Criativo Prainha fica muito feliz por estar presente dentro da Programação Oficial da Festa da Penha 2022. Acreditamos que o local, berço histórico do Espírito Santo, precisa estar também presente promovendo a cultura e a arte, fortalecendo esse elo. Esperamos conseguir passar uma mensagem de paz e alegria para todos os romeiros e turistas, além de mostrar que a Prainha e o comércio local estão de portas abertas para receber os visitantes”, diz Lorenzo Savergnini, diretor de Comunicação do Coletivo.

Serviço ´- Coletivo Criativo Prainha
Local: Praça Otávio Araújo, atrás da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, Prainha, Vila Velha-ES
Dia 22/04 – sexta-feira
17 às 18h – Falas e Homenagens da organização e do Coletivo Criativo Prainha
18 às 18h40 – Banda de Congo com ACERBES
19 às 20h – Coral Serenata D’Favela com participação de Fabio Carvalho
20 às 21h30 – Jazz com Alexandre Borges Quinteto
22 à 0h- Discotecagem com Fábio Carvalho

Dia 23/04 – sábado
10 às 13h – Oficina de Arte com estamparia de camisas e participação de uma Trupe de Circo
14h30 às 15h – Coral
16 às 17h30 – Roda de Conversa: Preservação do Patrimônio Histórico
18 às 19h – Grupo de Dança Imperial Português
19 às 21h – Chorinho Canela-Verde com Arquivo do Samba

PROGRAMAÇÃO FESTA DA PENHA 2022 – EDIÇÃO 452
TEMA DO EVENTO: “SAÚDE DOS ENFERMOS, ROGAI POR NÓS”

Dia 22, sexta-feira – 6º Dia Oitavário
Tema do dia: Saúde do planeta
7h, 9h, 11h – Missas presenciais no Campinho
14h – Programa Salve Mãe das Alegrias – Transmissão ao vivo (TVs, rádios, internet)
14h – Romaria dos militares – Saída do portão do Convento
15h30 – Devocional Oitavário – Transmissão ao vivo (TVs, rádios, internet), presencial no Campinho
16h – Missa 6º Dia Oitavário – Área Pastoral Vitória – Transmissão ao vivo (TVs, rádios, internet), presencial no Campinho
17 à 0h – Coletivo Criativo Prainha na Festa da Penha, Praça Otávio Araújo, atrás da Igreja do Rosário
19h30 – Show com Pe. Anderson Gomes, com arrecadação de alimentos para a campanha Paz e Pão – Transmissão ao vivo (TVs, rádios, internet) – Parque da Cidade, na Serra
19h30 – Concentração da Vigília Jovem na Igreja Nossa Senhora do Rosário, na Prainha
22h – Missa no Campinho – Transmissão ao vivo (TVs, rádios, internet)

Dia 23, sábado – 7º dia do Oitavário
Tema do dia: Maria, caminho de saúde e salvação
7h – Missa presencial no Campinho
8h – Romaria das pessoas com deficiência e missa, Igreja do Rosário na Prainha
8h – Remaria, Concentração na Praia do Ribeiro, Praia da Costa, Vila Velha
9h – Missa com a Romaria da Diocese de São Mateus – Transmissão ao vivo (Tvs, rádios, internet), presencial no Campinho
10 às 22h – Coletivo Criativo Prainha na Festa da Penha, Praça Otávio Araújo, atrás da Igreja do Rosário
10h – Romaria dos Adolescentes – Saída do Parque da Prainha
11h – Missa com os adolescentes, presencial no Campinho
14h – Programa Salve Mãe das Alegrias – Transmissão ao vivo (TVs, rádios, internet)
15h30 – Devocional Oitavário – Transmissão ao vivo (TVs, rádios, internet), presencial no Campinho
16h – Missa 7º Dia Oitavário – Romaria da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim – Transmissão ao vivo (TVs, rádios, internet), presencial no Campinho
18h – Romaria dos Homens – Missa de Envio, Catedral de Vitória
23h – Missa de encerramento da Romaria dos Homens, no Parque da Prainha Vila Velha

Dia 24, domingo – 8º dia do Oitavário
Tema do dia: Saúde integral
5h, 7h, 11h – Missas presenciais no Campinho
9h – Missa com a Romaria da Diocese de Colatina – Transmissão ao vivo (TVs, rádios, internet), presencial no Campinho
14h – Programa Salve Mãe das Alegrias – Transmissão ao vivo (TVs, rádios, internet)
15h – Romaria das Mulheres, Saída do Santuário de Vila Velha
15h30 – Devocional Oitavário – Transmissão ao vivo (TVs, rádios, internet), presencial Parque da Prainha Vila Velha
17h – Missa de encerramento da Romaria das Mulheres – Transmissão ao vivo (TVs, rádios, internet), presencial no Parque da Prainha Vila Velha
19h30 – Show da cantora Fafá de Belém – Parque da Prainha Vila Velha

Dia 25, segunda-feira, Dia de Nossa Senhora da Penha
0h, 1h, 2h, 3h, 4h, 5h, 6h, 9h e 12h – Missas na Capela do Convento
7h – Missa – CRB e Seminário – Transmissão ao vivo (TVs, rádios, internet), presencial no Campinho
8h – Romaria dos Ciclistas de Vila Velha – Saída, em frente à Praça Sebastião Cibien, em Cobilândia, Vila Velha
8h – Romaria dos Conguistas, Saída portão do Convento
10h – Missa – Pastorais Sociais – Vicariato para ação social, presencial no Campinho
14h – Programa Salve Mãe das Alegrias – Transmissão ao vivo (TVs, rádios, internet)
17h – Missa de encerramento, com transmissão ao vivo pela TV Gazeta e presencial no Parque da Prainha

Este sexto dia do oitavário da Festa da Penha refletiu sobre a “Saúde do Planeta”, relembrando a importância de cada cristão cuidar da nossa

Este sexto dia do oitavário da Festa da Penha refletiu sobre a “Saúde do Planeta”, relembrando a importância de cada cristão cuidar da nossa casa comum. A imagem de Nossa Senhora da Penha foi levada ao altar pelos militares que fizeram a sua Romaria à padroeira do Espírito Santo no início tarde de hoje (22). A homenagem à Nossa Senhora foi feita pelos profissionais que defendem o meio ambiente que ofertaram mudas de plantas representando esse cuidado com a mãe terra, os bombeiros também participaram lembrando dos combates aos incêndios e as crianças representaram o sol, a lua, os animais e juntos à imagem de Nossa Senhora da Penha louvaram ao Deus criador cantando o cântico das criaturas.

Foto: Daniela Gomide

Encerrando a semana da participação das áreas pastorais da Arquidiocese de Vitória no oitavário, a área Vitória foi a responsável pela liturgia da missa que foi presidida por Padre Robson Lemos, pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Jucutuquara. A homilia foi feita pelo Frei Mário Aparecido, Administrador Paroquial da paróquia Santa Rita, da Praia do Canto. A Catedral de Vitória ficou responsável pela acolhida, a paróquia São Camilo de Lellis pela primeira leitura (At 4, 1-12), paróquia São José, de Maruípe, pelo Salmo (117) e as preces da comunidade pela paróquia São Francisco de Assis. O evangelho (Jo 21,1-14) foi proclamado pelo diácono Sandro da paróquia São José.

Na homilia frei Mário destacou que celebramos hoje o 6º dia do oitavário de Nossa Senhora da Penha preparando-nos para sua grande festa, e hoje a Virgem da Penha é a saúde dos enfermos: “De fato a ressurreição de Jesus inaugurou uma nova era na história da humanidade, ela restaurou a criação e criou uma nova sociedade. No começo ela criou um certo alvoroço na comunidade judaica, conforme escutamos na primeira leitura, mas os discípulos de Jesus estavam convictos dessa nova realidade. Por isso Pedro exclama ‘não existe embaixo do céu outro nome dado aos homens pelo qual possamos ser salvos’. Esse nome é Jesus Cristo, o filho de Maria. Portanto com seu sim ao projeto de Deus a mãe de Jesus colaborou enormemente com nossa salvação. Por isso Maria é essa mulher universal com tantos títulos e um dos seus nomes é a saúde dos enfermos”.

Em consonância com o tema refletido hoje no oitavário da Festa da Penha o franciscano citou que desde 1986 a Campanha da Fraternidade da CNBB vem trazendo apelos para que cuidemos do Planeta Terra em seus temas e em 2015 o Papa Francisco chamou a atenção do mundo inteiro com a Encíclica Laudato Si, em que já no início, o pontífice denuncia os males que nós causamos a terra:

“Esquecemo-nos que nós mesmos somos terra, nosso corpo é constituído pelos elementos do planeta. O seu ar permite-nos respirar e o seu ar vivifica-nos e restaura-nos. Portanto, o cuidado com o planeta terra é de nossa responsabilidade. Todo mal que fazemos contra a obra da criação constitui um pecado. Peçamos nessa tarde a intercessão de Maria, saúde dos enfermos, para que sejamos curados desse pecado e saibamos cuidar do nosso planeta terra, nossa casa, e como Maria fazermos tudo como a vontade de Deus. Desde essa montanha onde foi construída essa casa de Maria, o Convento da Penha, podemos contemplar as maravilhas da obra da criação, as plantas, as águas, as montanhas e as pessoas, tudo isso é reflexo da beleza e da bondade de Deus e como São Francisco de Assis podemos dizer ‘Louvado sejas meu Senhor’”, concluiu.

Foto: Daniela Gomide

Uma queda de energia geral no Campinho e na Prainha no momento em que estava acontecendo a liturgia prejudicou a transmissão que acontecia pela internet e também o som do palco. Mas no meio da homilia o problema foi resolvido, o sinal reestabelecido e os microfones voltaram a funcionar. A homenagem final ficou sob responsabilidade da paróquia Santa Teresa de Calcutá, em Itararé. Padre Osmar Braido, Coordenador da Área Pastoral de Vitória leu um texto falando sobre o coral Algazarra que faz parte de um projeto da comunidade de Itararé, com 25 crianças e adolescentes entre 7 a 17 anos do Território do Bem. O coral se apresentou cantando as músicas ‘Consagração a Nossa Senhora’ e o ‘Hino de Nossa Senhora da Penha’.

Padre Adelson Soares da Silva que é Capelão da Marinha fez uma oferta a Nossa Senhora da Penha da Escola de Aprendizes de  Marinheiros. Foram ofertados dois símbolos da Marinha que tem significados importantes: um quepe, que funciona como uma cobertura, pedindo que Nossa Senhora continue cobrindo e protegendo os militares e um apito marinheiro, que é utilizado para as manobras de navio e para marcar presenças importantes para a Marinha. “Que Nossa Senhora continue no comando das nossas manobras e que seja sempre uma presença ilustre na nossa vida e na vida dos nossos marinheiros”, finalizou.

E neste sábado (23) começa o final de semana da Festa da Penha 2022 que tem uma ampla programação e ficará marcado pelo retorno das tradicionais romarias. O tema de reflexão do dia é “Maria, caminho de saúde e salvação”. Às 7h, tem missa presencial no Campinho; às 8h acontece a Romaria das pessoas com deficiência e missa, na Igreja do Rosário na Prainha; às 8h será realizada a Remaria, com concentração na Praia do Ribeiro, Praia da Costa, Vila Velha; às 9h tem a Missa com a Romaria da Diocese de São Mateus no Campinho; de 10 às 22h será realizado o Coletivo Criativo Prainha na Festa da Penha, na Praça Otávio Araújo, atrás da Igreja do Rosário.

Às 10h será realizada a Romaria dos Adolescentes, com saída do Parque da Prainha e logo após será realizada a missa presencial no Campinho; às 14h tem o programa Salve Mãe das Alegrias; às 15h30, o Devocional oitavário, às 16h, a Missa 7º Dia oitavário, com Romaria da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim. Às 18h acontece a Missa de Envio da Romaria dos Homens, na Catedral de Vitória, às 23h será realizada a missa de encerramento da Romaria dos Homens, no Parque da Prainha Vila Velha, presidida por Dom Dario Campos, Arcebispo Metropolitano.

 

Uma muda de jequitibá-rosa, árvore símbolo do Espírito Santo, foi plantada na manhã desta quinta-feira (21) durante as homenagens à padroeira do Estado na

Uma muda de jequitibá-rosa, árvore símbolo do Espírito Santo, foi plantada na manhã desta quinta-feira (21) durante as homenagens à padroeira do Estado na programação oficial da 452ª Festa da Penha, próximo à entrada da Ladeira da Penitência do Convento da Penha.

A solenidade contou com a presença do Frei Djalmo Fuck, guardião do Convento; da secretária de Saúde do município de Cariacica, Roberta Goltara; do engenheiro florestal e ambientalista Luiz Fernando Schettino, responsável pelo plantio da muda; e a vacinadora Michele Nascimento, de Cariacica, que aplicou mais de 4 mil doses da vacina durante a pandemia.

Michele representou os profissionais homenageados. “É muito gratificante esse momento, é único. Passamos momentos muito difíceis e desafiadores. Precisamos de muita luta e fé para conseguirmos vencer os piores momentos da pandemia”, disse ela.

O frei Djalmo Fuck disse que o plantio da muda do jequitibá-rosa está em sintonia com o tema da Festa da Penha 2022: Saúde dos Enfermos, Rogai por Nós. “O tema nos chama a atenção para a saúde do corpo e do planeta, e o plantio é uma justa homenagem aos trabalhadores da saúde, que merecem todo nosso reconhecimento”, frisou o guardião do Convento.

“Temos gratidão aos cientistas e aos profissionais da saúde por terem enfrentado a pandemia desde o início, mesmo diante do que era desconhecido”, completou a secretária Roberta. Já Schettino destacou que este é o segundo ano que realiza o plantio dentro da programação da Festa da Penha. Ano passado, foram homenageadas as vítimas que perderam a vida na pandemia.

“O jequitibá-rosa é símbolo do Estado e o Convento símbolo de fé capixaba, assim como a Mata do Convento representa a resistência da Mata Atlântica. Então é um momento que representa a consciência ecológica, a fé e o respeito ao ser humano e à natureza”, completou Schettino.

Com o tema “Saúde das relações humanas” aconteceu na tarde de hoje o 5º dia do oitavário da Festa da Penha 2022. Na reflexão

Com o tema “Saúde das relações humanas” aconteceu na tarde de hoje o 5º dia do oitavário da Festa da Penha 2022. Na reflexão feita pelo Frei Alessandro Dias foi destacado que o pedido deste dia é pelas famílias, que muitas vezes está adoecida, fragilizada por todos os tipos de violência que atingem os idosos, a mulher, as crianças. “É necessário pedir a Deus essa benção, pedir a Deus um coração novo, para que se abra a Graça Divina, para que se abra a construção de relações humanas saudáveis, felizes, do jeito que Deus quer, do jeito que o Cristo Ressuscitado quer”. Antes de finalizar o momento, uma jovem fez uma homenagem a Nossa Senhora da Penha cantando a música “Ave Maria dos seus Andores”.

Foto: Daniela Gomide

A área Pastoral Serra/Fundão foi a responsável pela liturgia da Celebração Eucarística e frei Djalmo Fuck, Guardião do Convento da Penha, destacou que além de celebrar o oitavário, a cidade de Serra está contente por ter recebido a imagem iluminada de Nossa Senhora Penha, na Praça Encontro das Águas, em Jacaraípe. O franciscano relembrou o desabamento de um prédio, em Vila Velha, no bairro Cristóvão Colombo, que aconteceu hoje e que até o momento teve uma morte confirmada e fez um convite a todos: “a gente quer oferecer essa missa pelas famílias que estão tristes, que perderam seus entes queridos e também queremos rezar pelos bombeiros e por aqueles que ali trabalham nesta luta tão difícil” finalizando com uma Ave Maria.

A presidência da celebração eucarística foi do Padre Tárcio Rosa Siqueira da Paróquia, administrador Paroquial na paróquia Bom Pastor, em Nova Carapina e a homilia foi feita pelo Padre André de Paiva Oliveira pároco da paróquia Epifania do Senhor aos Reis Magos, em Nova Almeida. Douglas da Paróquia São Jose (Fundão), fez a acolhida; a primeira leitura (Atos 3,11-26) foi feita por Rozangela, da Paróquia São Pedro e o evangelho (Lc 24,35-48) foi proclamado pelo diácono Sidney Lopes, da Paróquia Nossa Senhora da Penha. A música ficou por conta do Coral Mariano do Terço dos Homens da Paróquia São José de Anchieta.

Na homilia padre André ressaltou que “celebramos de forma presencial a Festa da Penha deste ano de 2022 e o tema que nos é proposto é muito propício haja vista que estamos passando por uma pandemia “Saúde dos enfermos, rogai por nós” e nesta tarde a “saúde das relações”. Mas temos muito a que olhar e contemplar no horizonte desta festa que não começou ontem, já são 452 anos, que não acaba amanhã porque é de Deus e perdurará na história do nosso povo. Mas uma festa que nos desafia a uma reflexão da nossa relação com Deus. Vivemos em um mundo muito marcado por relações, mas a primeira de todas, a nossa relação com Deus muitas vezes é deixada de lado, é ocultada, e ofuscada por causa da nossa relação intrapessoal, relação conosco, porque as vezes somos muito duros, rígidos, carrascos com nós mesmos e adoecemos”.

Foto: Daniela Gomide

Ele destacou que as paróquias da área pastoral Serra/Fundão também experimentaram os desafios e dificuldades que foram impostos pela pandemia. “Como é triste para uma paróquia viva, que vai caminhando com suas pastorais e sua dinamicidade, se ver paralisada, convidada a uma certa estática doentia por causa de uma pandemia e nós recordamos que de fato toda a humanidade é marcada pela realidade da doença, doença que vem como uma espécie de rejeição nossa daquilo que é a vontade de Deus. Quantas vezes nós como batizados nos fechamos numa mórbida complacência de nós mesmos e ficamos adoentados? Quantas vezes Deus não olhou para a humanidade que ele criou bela, perfeita, a imagem e semelhança sua e viu por vontade própria marcada pelo pecado? Tudo isso está ao largo desta festa que nós celebramos”.

Foto: Daniela Gomide

“Aí de repente porque queria nos trazer a cura Deus nos dá a Virgem Maria. Ela é aquela escolhida por Deus, do meio dos mais pobres, do meio dos mais insignificantes, Deus recolhe Maria e nela ele prefigura toda a nova humanidade. Se a velha Eva marcada pelo pecado adoeceu, agora a nova Eva é destinada a nos dar o autor da vida, torna-se a saúde dos enfermos, torna-se aquela que vai nos curar do mal da desobediência, aquela que vai nos trazer o alivio na hora de dificuldade. Ela vai ser o auxílio para todos os cristãos diante da dor, da doença, do medo, da recusa daquilo que é da vontade do pai”.

O padre também afirmou que vendo esta realidade, “é possível olhar para a Virgem Maria e aqui olhamos para essa colina e encontramos lá em cima a Virgem das Alegrias, a Senhora da Penha. Ela que é a Saúde dos Enfermos nos faz entender que não é o projeto de Deus para nossa vida a enfermidade, pelo contrário, somos nós que a buscamos quando desviamos do caminho da salvação”. Ao final da missa a homenagem da área à Nossa Senhora da Penha foi conduzida pelas paróquias Bom Pastor e Sagrados Corações. Foi lido um texto enquanto algumas pessoas entraram com rosas nas mãos e foram até o altar onde as distribuíram e na sequencia entraram cinco pessoas com tecido das cores dos continentes em forma de leque até o altar enquanto se cantou “Mãe da Penha, mãe amável”.

Nesta sexta (22) sob o tema do dia “Saúde do planeta” acontecem missas presenciais no Campinho às  7h, 9h e 11h; às 14h tem o Programa Salve Mãe das Alegrias, no mesmo horário sai a Romaria dos militares do portão do Convento; às 15h30 acontece o Devocional Oitavário; às 16h tem a missa do 6º Dia Oitavário com a Área Pastoral Vitória. De 17 à 0h acontece o Coletivo Criativo Prainha na Festa da Penha, Praça Otávio Araújo, atrás da Igreja do Rosário; às 19h30 tem o Show com Pe. Anderson Gomes, com arrecadação de alimentos para a campanha Paz e Pão no Parque da Cidade, na Serra, às 19h30 começa a concentração da Vigília Jovem na Igreja Nossa Senhora do Rosário, na Prainha e às 22h acontece Missa no Campinho.

Na reflexão deste 4º dia do oitavário da 452ª Festa da Penha, Frei Alessandro Dias, da Fraternidade do Convento da Penha, explicou o tema
Foto: Maria da Luz

Na reflexão deste 4º dia do oitavário da 452ª Festa da Penha, Frei Alessandro Dias, da Fraternidade do Convento da Penha, explicou o tema escolhido para hoje (20) ‘Saúde da Fé’. Ele explicou que a Fé do cristão precisa ser enraizada e muitas vezes se essa Fé não for vivida de forma madura, ela pode nos adoecer. Inclusive ele citou a presença de Dom Dario nesta manhã no Pronto Atendimento de Alto Lage, em Cariacica, onde a imagem peregrina de Nossa Senhora da Penha fez uma visita aos trabalhadores. Neste ano o tema principal da Festa da Penha é “Saúde dos Enfermos, rogai por nós”.

“Ali é uma região muito sofrida do povo de Cariacica, o PA tem uma demanda muito grande, muitas pessoas precisam de saúde. E naquele hospital muitas vezes lotado, tem muita gente trabalhando incansavelmente porque sempre tem movimento e que hoje tiveram a alegria de ter a presença da imagem peregrina de Nossa Senhora. O povo ficou tão feliz, os agentes de saúde. A presença singela da imagem de Nossa Senhora. A imagem de Nossa Senhora não é mágica, é um ícone. É uma imagem que nos lembra de Maria, mãe de Jesus que intercede por nós. E olha como é importante uma Fé madura”, afirmou o frei.

Foto: Maria da Luz

Crianças vestidas de anjos e homens colabores do Convento finalizaram as homenagens deste primeiro momento. Com a presidência do padre Alexandre Ferreira, Administrador paroquial da paroquia São José, de Guarapari, a Área Benevente da Arquidiocese de Vitória animou a Celebração Eucarística. Estiveram presentes seminaristas, diáconos e padres representando as paróquias da área.

Padre Rafael Martins, pároco da paróquia São Pedro, em Muquiçaba, fez a homilia e começou sua reflexão cantando a música Maria de Nazaré junto com todo o povo que lotou o Campinho do Convento. Ele destacou a Fé do povo, a Fé na Virgem Maria que traz até nós o salvador. Falou sobre a saudade de estarmos reunidos, os dois anos de pandemia, 2 anos de desespero, 2 anos de angústia, 2 anos de tristeza e da alegria de neste ano estarmos manifestando nossa Fé no Deus Salvador e na Virgem Maria presencialmente.

“E a liturgia de hoje nos mostra exatamente isso, em quem nós estamos depositando nossa Fé, quem estamos escutando. Este evento da Paixão do Senhor foi grandioso para a época, porque um homem inocente que não tinha pecado, o homem que fez o bem, anunciou o Reino de Deus e foi crucificado e quantas vezes nós queremos fazer o bem e somos crucificados, apedrejados”.

O sacerdote chamou a atenção de que as pessoas só vão reconhecer Jesus quando abrirem o seu coração para a Palavra de Deus e ver a Eucaristia. “Porque antigamente era assim, as pessoas vinham para Igreja e mesmo se a as pessoas não comungassem elas falavam assim: ‘você viu a hóstia’? Ou seja, elas viam Jesus e hoje quantas pessoas não querem ver mais Jesus? E quantas pessoas que estão perdidas nesse mundo? E nós somos chamados a sermos testemunhas do reino, testemunhas de Jesus Cristo”.

Foto: Maria da Luz

Enquanto era aplaudido pelos presentes padre Rafael também afirmou: “se você não reza, se você não lê as sagradas escrituras a sua Fé é morta, é uma Fé vazia, uma Fé que não vai te levar a nada, sua vida não tem sentido se você não abrir seu coração à palavra de Deus, para adorar Jesus no altar. Sua vida não tem sentido e sua morte será em vão. Meu irmão e minha irmã é por isso que quando o discípulo subiu ao templo e curou aquele coxo qual foi o nome que eles usaram? ‘Eu não tenho ouro, nem prata, mas o que eu tenho te dou: Jesus de Nazaré, seja curado. Por isso o nome de Jesus quando é proclamado com Fé cura, liberta, salva, e nos leva a salvação, nos leva a luz”.

Foto: Maria da Luz

Antes de finalizar padre Rafael ainda citou que o Campinho do Convento estava até cheio e poderia estar muito mais, porém muitas pessoas trabalham. “Mas quantas pessoas não querem mais saber de rezar, não querem saber mais de Jesus Cristo, não querem saber mais de Deus? Meu irmão e minha irmã é Cristo que nos chama, é Cristo que caminha conosco. Olha o que nós vivemos nestes dois anos. Quantas pessoas que você perdeu na vida? Quantos conhecidos? Quantos parentes você perdeu? As vezes até você ficou entre a vida e a morte e hoje está aqui para agradecer”. A homilia foi finalizada com a música ‘Jesus, neste nome há poder’.

Na homenagem à Nossa Senhora da Penha prestada pela Área Benevente – que compreende os municípios de Guarapari, Anchieta e Alfredo Chaves – foi lido um texto falando sobre a história entre São José de Anchieta, Frei Pedro Palácios e Nossa Senhora. As relíquias de São José de Anchieta, padroeiro da área, foram levados ao altar enquanto foi entoado um canto baseado em seus versos “A ALEGRIA DA MÃE NA RESSURREIÇÃO DO FILHO”. Dois homens representaram um padre e São José de Anchieta e uma criança representou um índio no meio dos fiéis.

Amanhã 7h, 9h e 11h tem missa no Campinho; às 10h acontece o plantio da muda de uma árvore em homenagem aos profissionais da área da saúde e da ciência na subida do Convento da Penha; às 14h tem o Programa Salve Mãe das Alegrias; às 15h30, o Devocional oitavário; às 16h, a Missa do 5º dia oitavário com a Área Pastoral Serra-Fundão e às 19h30, apresentação cultural da Banda Big Beatles com participação do Padre Anderson Gomes.

Reveja a homenagem:

No próximo dia 30 de abril acontece o primeiro encontro presencial da Pascom da Arquidiocese de Vitória neste ano de 2022. A programação começa

No próximo dia 30 de abril acontece o primeiro encontro presencial da Pascom da Arquidiocese de Vitória neste ano de 2022. A programação começa às 8h, às 8h15 será realizada uma palestra virtual com um convidado que mora fora do Brasil e terão momentos de oficina sobre produção de texto jornalístico e conteúdo para redes sociais – assuntos demandados pelos próprios agentes – além de um espaço para que os pasconeiros possam falar sobre suas realidades e apresentarem sugestões. O término está previsto para as 12h. No segundo semestre deste ano também está programado um novo encontro, dia 03 de setembro de 2022. Para participar é preciso se inscrever em um formulário clicando aqui.

O palestrante será o professor Elson Faxina que é pós-doutorando em Produção Audiovisual e Divulgação Científica pela Universidade Complutense de Madri (2022). Doutor em Ciências da Comunicação pela Unisinos e Mestre em Ciências da Comunicação, na área de Cinema, Rádio e Televisão. Ao ser perguntado sobre suas expectativas para este encontro, ele afirmou que vai apresentar suas reflexões, sugestões e inquietudes e gostaria que cada um dos presentes também trouxesse as suas.

“A Pastoral da Comunicação tem o desafio de comunicar e, ao mesmo tempo, contribuir na renovação de nossas práticas sociorreligiosas enquanto Igreja. Afinal, a mensagem de Cristo, centro único dos compromissos da nossa Igreja, é a mesma e jamais envelhecerá, mas as formas de comunicá-la e vivenciá-la precisam ser sempre recicladas, adaptadas à vida pessoal e social, que vem sofrendo profundas mudanças nas últimas décadas, em função das novas tecnologias. É sobre isso que vamos conversar neste nosso encontro: como a Pascom pode continuar contribuindo como Igreja para fazer chegar essa mensagem, que é palavra e prática social ao mesmo tempo, aos cristãos e àqueles que precisamos alcançar”, conclui Faxina.

À frente das oficinas estarão a jornalista e mestra em Comunicação e Territorialidades, Renata Rocha e Wild Broad, CEO da agência de Marketing Broad que cuida das redes sociais desta Arquidiocese. Para Renata que trabalha há 20 anos de trabalho na área do jornalismo, produzindo textos, contando histórias, trazendo informações diariamente este será um momento enriquecedor de conhecer todo o processo produtivo para tornar comum uma notícia de maneira que ela chegue com qualidade e alcance o entendimento de todos.

“O jornalismo é o instrumento que viabiliza o direito à informação e o jornalista é o profissional que torna isso possível.  De maneira muito pessoal, eu sempre edito um texto de forma clara e objetiva com o intuito de fazer o leitor ou o receptor compreender a mensagem.  A minha expectativa para este encontro da Pascom é poder levar um pouco desse olhar. De que nós, como agentes da Pastoral da Comunicação, estamos trabalhando como esse mensageiro ou esse intermediário, que precisa fazer o conhecimento chegar às pessoas de forma clara, objetiva e simples”.

Confira a programação completa:

Encontro Pascom 2022 – 1º semestre

08h – Abertura

8h15 – Palestra virtual: “Igreja no pós-pandemia – Como fica a comunicação? ”. Convidado: Elson Faxina – Pós-doutorando em Produção Audiovisual e Divulgação Científica pela Universidade Complutense de Madri (2022). Doutor em Ciências da Comunicação.

9h – Perguntas

9h30 – Intervalo

10h – Oficina de produção de texto – Com Renata Rocha

10h50 – Oficina para Redes Sociais – Com Wild Broad

11h30 – Fila do Povo

12h – Encerramento

 

Currículos dos convidados:

Elson Faxina –  Pós-doutorando em Produção Audiovisual e Divulgação Científica pela Universidade Complutense de Madri (2022). Doutor em Ciências da Comunicação pela Unisinos (2012). Mestre em Ciências da Comunicação, na área de Cinema, Rádio e Televisão, pela ECA/USP (2001). Graduado em Comunicação Social – Habilitação Polivalente, pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1981). Atualmente é professor de Comunicação da Universidade Federal do Paraná – UFPR; coordenador do grupo de pesquisa Narrativas Audiovisuais e Cidadania: o desafio da comunicação referente aos movimentos sociais; membro da Agência Escola de Comunicação Pública e Divulgação Científica da UFPR; membro do grupo de extensão Planejamento Territorial e Assessoria Popular – Plantear/Comunicação. Foi Assessor de Comunicação da Arquidiocese de Curitiba (1979-1986), Diretor de Jornalismo da Rádio Clube Paranaense (1979-1983), Assessor de Comunicação da Fundação Educacional do Estado do Paraná ? Fundepar (1983-1987), Professor de comunicação da Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG (1986-1987 e 1990-1995), Secretário executivo de Signis América Latina e Caribe ? Quito/Equador (1987-1990), Vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (1991-1994), Diretor de programas jornalísticos da Rádio e Televisão Educativa do Estado do Paraná ? RTVE/PR (1992-1994 e 2001-2011), Assessor de Comunicação da Coordenadoria de Saúde Materno-Infantil do Ministério da Saúde – Brasília (1994), Coordenador nacional de comunicação da Pastoral da Criança/CNBB (1994-2002), Diretor de Formação e Assuntos Profissionais da Federação Nacional dos Jornalistas ? FENAJ (1995-1998), Professor de comunicação da Universidade Positivo (2002-2009), Professor de comunicação da UFPR (2009 – atual), Coordenador de comunicação da Secretaria de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Paraná (2011-2015), Coordenador de comunicação do Instituto Social do Mercosul (2015-2016). No ensino de comunicação atua principalmente e disciplinas como Teorias e pesquisa em comunicação; Produções sonoras e audiovisuais em jornalismo, relações públicas e publicidade e propaganda e Comunicação e cidadania. Tem experiências também na direção e produção de documentários audiovisuais, programas de debates, entrevistas e musicais para TV, planejamento em comunicação e mobilização social, além de atuação e temas referentes a Estado, movimentos sociais, cidadania e divulgação científica.

Renata Rocha – é Jornalista, Assessora de Imprensa e Podcaster. Tem 20 anos de experiência na área da Comunicação. Já trabalhou na iniciativa privada e pública nas esferas municipal, estadual e federal. Foi professora universitária. É mestra em Comunicação e Territorialidades, pela Ufes. Atualmente, comanda sua própria empresa de comunicação com foco em produção de áudio e edição de textos. Também é autora do podcast Ping Pong. Um programa de entrevistas que traz à tona reflexões acerca do universo da Educação e Inclusão e é veiculado nas principais plataformas digitais de áudio no país.

Wild Broad Rizzo Silva – CEO do Grupo Broad – Agência de Publicidade e Propaganda, Diretor de Marketing do Evento Extreme Rock Brasil (evento internacional de crossfit).