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A live Todos Irmãos acontece na próxima sexta-feira, dia 18, e terá início às 19h30. No repertório estão músicas populares, clássicas e canções natalinas.

A Catedral Metropolitana de Vitória, localizada no Centro da Cidade Alta, realizará novamente mais uma live com a participação dos padres: Renato Criste, Hadeleon Santana, Fernando Souza, Jacqueson Pimentel, Diego Azevedo, da Arquidiocese de Vitória, e terá a participação do violinista Hariton Nathanailidis. A live Todos Irmãos acontece nesta sexta-feira, dia 18, e terá início às 19h30. No repertório estão músicas populares, clássicas e canções natalinas. Todas as músicas serão acompanhadas por uma banda composta de instrumentistas experientes e instrumentos como violão, viola, cello e percussão. Todo o evento será transmitido pelas redes sociais da Catedral Metropolitana de Vitória (canal do youtube e facebook).

Padre Renato Criste, pároco da Catedral Metropolitana destaca que o tempo do natal é a celebração da manifestação de Jesus a todos os homens. “A essência do Natal é Cristo nascer nos corações das pessoas de maneira sempre nova, promovendo uma caminhada de solidariedade, iluminada por Deus”.

Segundo o pároco, o momento atual, provocado pela pandemia da COVID-19, desencadeou um processo que trouxe muito sofrimento para as famílias, e está live será uma proximidade e acolhimento com os fiéis da Igreja. “Apesar de tudo o que passamos juntos, cada um em sua casa, sentimo-nos mais unidos na oração e na solidariedade. Sentimos a necessidade de estarmos juntos partilhando as alegrias, as esperanças e celebrando a nossa fé”.

O tema da live, Todos Irmãos além de ser o nome da última encíclica do Papa Francisco abordará o cuidado para com o próximo e as três virtudes teologais. São três importantes chaves que dão sentido e realização à vida de cada cristão. Em canções, os padres irão cantar músicas que levam a mensagem das virtudes teologais.

“Veremos através das canções, como as três virtudes teologais são infundidas por Deus ao mesmo tempo. Elas só se desenvolvem sequencialmente: primeiro a fé, que provocará a esperança, que possibilitará o desenvolvimento da caridade”, afirma o pároco da Catedral.

Devido à situação sanitária, o evento não terá a participação de fiéis e será transmitido pelas redes sociais da Catedral Metropolitana de Vitória.

Todos Irmãos

“Fratelli tutti” (São Francisco de Assis), todos irmãos, é o título escolhido pelo Papa Francisco para sua Carta Encíclica Fratelli Tutti sobre a Fraternidade e a Amizade Social. A carta, assinada no dia 03 de outubro, em Assis, quis recordar a inspiração de São Francisco de Assis para uma “fraternidade aberta”, que quer dialogar com toda a humanidade. O olhar do Papa é de uma aguda profundidade, sobretudo quando aborda as principais questões sociais atuais, a partir da fé cristã.

SERVIÇO:

LIVE DE NATAL: TODOS IRMÃOS

Redes Sociais da Catedral Metropolitana de Vitória

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• YouTube (clique aqui)  

Data: 18 de dezembro (sexta-feira)

Horário: 19h30  

Classificação Livre

A Arquidiocese de Vitória, comunica com pesar, o falecimento de Penha Carvalho, primeira leiga consagrada da Arquidiocese que tanto contribuiu para as atividades pastorais

A Arquidiocese de Vitória, comunica com pesar, o falecimento de Penha Carvalho, primeira leiga consagrada da Ordo Virginum na Arquidiocese que tanto contribuiu para as atividades pastorais e sociais de nossa Igreja de Vitória. Penha estava internada, realizava tratamento contra um câncer. O velório está previsto para o inicio da manhã desta sexta-feira (18) no cemitério Parque da Paz, na Ponta da Fruta em Vila Velha. Apenas familiares e representantes da Arquidiocese poderão se despedir devido a pandemia do coronavírus, seguindo as orientações sanitárias.

Breve histórico de Penha Carvalho na Arquidiocese

Professora universitária por mais de 30 anos, atuou como professora no Propedêutico da Arquidiocese de Vitória. Esteve participando ativamente na GRAVA (Grande Avaliação). Foi a primeira Leiga Consagrada da Igreja Particular de Vitória. Sempre amorosa com as atividades pastorais e também com as crianças.

“Pois eu sei que o meu redentor vive e, no final de meus dias, virá me defender. Mesmo que eu seja consumido pela doença, ainda neste corpo eu verei a Deus. Os meus olhos O verão e Ele não será um estranho para mim” (Jó 19, 25-27).

Que a certeza de que a luz de Cristo a guiará até a Casa do Pai traga consolo aos seus familiares e amigos.

Carta sobre o dia mundial da Paz 01/01/2021

O Santo Padre, como é de costume, todos os anos escreve uma carta com vistas ao dia Mundial da Paz, que é celebrado em primeiro de janeiro. Nesse ano ele traz como tema “A Cultura do Cuidado como Percurso de Paz”.

 

Se dirigindo à todos os povos do planeta, Francisco começa o documento falando sobre as dificuldades enfrentadas em 2020. Segundo ele, foi um tempo de sacrifício e de perdas de vidas , empregos e de muito trabalho para os profissionais de saúde que atuaram fadigados por causa da pandemia. “O ano de 2020 ficou marcado pela grande crise sanitária da Covid-19, que se transformou num fenômeno plurissetorial e global, agravando fortemente outras crises inter-relacionadas como a climática, alimentar, económica e migratória, e provocando grandes sofrimentos e incómodos.”

 

O Papa também falou sobre como é “é doloroso constatar que, ao lado de numerosos testemunhos de caridade e solidariedade, infelizmente ganham novo impulso várias formas de nacionalismo, racismo, xenofobia e também guerras e conflitos que semeiam morte e destruição.”

 

Num dos subtemas da carta, “Deus criador, modelo do cuidado”, o Papa Francisco discorre sobre a importância do carinho com o outro, para ele “digna de nota é também a tradição profética, onde o auge da compreensão bíblica da justiça se manifesta na forma como uma comunidade trata os mais frágeis no seu seio. É por isso que particularmente Amós (2, 6-8; 8) e Isaías (58) erguem continuamente a voz em prol de justiça para os pobres, que, pela sua vulnerabilidade e falta de poder, são ouvidos só por Deus, que cuida deles (cf. Sal 34, 7; 113, 7-8).”

 

Num outro trecho está o alerta para o trabalho de ajuda comunitária: “As obras de misericórdia espiritual e corporal constituem o núcleo do serviço de caridade da Igreja primitiva. Os cristãos da primeira geração praticavam a partilha para não haver entre eles alguém necessitado (cf. At 4, 34-35) e esforçavam-se por tornar a comunidade uma casa acolhedora, aberta a todas as situações humanas, disposta a ocupar-se dos mais frágeis.

 

Ao dizer que não há paz sem a cultura do cuidado, ele observa que tal ação é compromisso comum e que não devemos ceder “à tentação de nos desinteressarmos dos outros, especialmente dos mais frágeis.” E completa dizendo que “a cultura do cuidado, enquanto compromisso comum, solidário e participativo para proteger e promover a dignidade e o bem de todos, enquanto disposição a interessar-se, a prestar atenção, disposição à compaixão, à reconciliação e à cura, ao respeito mútuo e ao acolhimento recíproco, constitui uma via privilegiada para a construção da paz.”

 

Abaixo está a carta na íntegra.

Anexos

Evento acontecia desde o ano de 2014 na orla da Praia da Costa, em Vila Velha.

O tradicional evento “Jesus o sol da nossa praia”, promovido desde 2014 pela paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na orla da Praia da Costa, não vai acontecer em 2021 devido a pandemia de Covid-19 e as recomendações das autoridades de saúde para que não haja aglomeração de pessoas. 

Totalmente gratuito e de livre acesso ao público a sétima edição do projeto foi realizada no início de 2020 e alcançou cerca de 10 mil pessoas durante os cinco dias de atividades de lazer, louvor e adoração. Além disso, mais de 100 voluntários, distribuídos em equipes de trabalho como estrutura, comunicação, patrocínio, decoração, limpeza, apoio e logística, foram envolvidos na organização. 

Padre Anderson Gomes, pároco da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, é o idealizador do evento que começou com o objetivo de promover momentos de integração e lazer entre os paroquianos, além de atrair e evangelizar turistas e visitantes que passam o verão na região de Vila Velha. As atividades aconteciam sempre no mesmo local, em frente à Construtora Canal, que recebia uma decoração temática criando uma ambientação especial e aconchegante. 

Com o crescimento a cada ano e a visibilidade que o evento ganhou, em 2017 foi aprovado o Projeto de Lei inserindo o Jesus o Sol da Nossa Praia 2018 no calendário oficial de eventos da prefeitura canela verde. Entre as atividades desenvolvidas na iniciativa em anos anteriores estão: Adoração ao Santíssimo Sacramento; Luau com Padre Anderson Gomes; Missa; Noite Esportiva com Circuito funcional, jogos, gincanas, tendas da saúde e infantil; Shows com Eliana Ribeiro, Dominus, Clube Big Beatles; Cinema na Praia e Passeio Ciclístico.

Perto de completar 23 anos, a tradição do “Terço Gigante” entre as palmeiras do alto do Convento durante a Festa da Penha só foi

Perto de completar 23 anos, a tradição do “Terço Gigante” entre as palmeiras do alto do Convento durante a Festa da Penha só foi interrompida na última edição do evento por causa da pandemia do Coronavírus, mas em 2021 ela estará de volta. É o que garante o idealizador do projeto, o médico Osmar Sales, que planeja uma decoração inspirada no tema da 451ª edição, “Vosso Olhar a Nós Volvei”.

“Estamos na fase de composição de ideias e trabalharemos dentro do tema da ternura e do cuidado de Maria e seu envolvimento com a humanidade. Passamos por um momento de sofrimento e perda de pessoas queridas. E quando estamos assim, nada nos acalenta mais do que o colo materno. O olhar da mãe também é seu colo, onde estamos seguros. Essa é nossa ideia”, diz Osmar.

Na busca de traduzir esse sentimento no Terço Gigante, a intenção é representar o coração misericordioso de Jesus dentro da cruz, que ganha um aspecto de acolhimento, não de sofrimento. Dentro do coração, a humanidade retratada por um globo com as nações do planeta. Já as contas do terço deverão refletir luz, traduzida na esperança que não devemos perder. O material será confeccionado com laminado, projeta Osmar. Ele explica que outra possibilidade também é trabalhar a coroa de espinhos, no sentido de destacar o sofrimento para alcançarmos a vitória. As duas opções estão em estudo.

A confecção do terço, propriamente dita, deverá ter início a partir de janeiro e a montagem nas palmeiras será tradicionalmente no Sábado de Aleluia, que no próximo ano será no dia 03 de abril. Cerca de 20 pessoas são voluntárias na confecção do terço, que trabalham de suas próprias casas na produção dos materiais.

De acordo com o médico, o primeiro “Terço Gigante” foi montado por ele em 1998, na tentativa criar um terço semelhante ao grande terço da Missa celebrada pelo então Papa João Paulo II, quando esteve no Rio de Janeiro, em 1997.

Então, ao confeccionar, o terço ficou muito pesado e não subia com balões de gás hélio e neste ano, ele foi carregado pelas devotas durante a Romaria das Mulheres daquele ano e em seguida, com permissão de um Frei do Convento ele pendurou nas palmeiras. Já em 1998, Osmar decidiu novamente fazer o terço, tradição que se mantém viva. A ideia é sempre passar um ensinamento ou uma tradição católica, uma espécie de “catequese”.

Festa da Penha em 2021 terá eventos com número reduzido de pessoas e manterá formato virtual

A próxima edição da Festa da Penha, que acontecerá entre os dias 04 e 12 de abril de 2021, seguirá mantendo os cuidados por causa da pandemia do Novo Coronavírus. A organização anunciou, na manhã desta sexta-feira (11), que irá realizar eventos na programação para um número reduzido de pessoas, conforme avaliação das autoridades à época. Assim como também manterá o formato virtual e interativo, iniciado na última edição da Festa.

“Sabemos que os tempos atuais não favorecem planejamento a longo e médio prazo, porém, não se pode descuidar da necessária organização da maior festa religiosa do Espírito Santo e uma das três principais festas marianas do Brasil. Por isso reunimos hoje parceiros, apoiadores e imprensa para anunciar nossos primeiros passos para o evento”, disse Frei Paulo Roberto, Guardião do Convento, em anúncio feito durante reunião virtual.

Para a próxima edição, o formato virtual e interativo será privilegiado, havendo atividades presenciais em número reduzido e conforme avaliação das autoridades de Saúde à época da Festa.

Ele explicou que, entre as atividades virtuais e interativas, será mantido diariamente o Programa Salve Mãe das Alegrias, ao vivo, com notícias, entrevistas e variedades, em um formato inovador. A Recitação do Terço e a Consagração à Nossa Senhora também serão realizadas diariamente em formato online, assim como a Eucaristia e transmissão das missas vespertinas. “Já as atividades presenciais, como a abertura do Oitavário e a Missa de Encerramento, entre outras, acontecerão com controle de público, em número de participação conforme orientação das autoridades sanitárias. Mas toda a programação, inclusive a que tiver público, será trasmitida em nossas redes e nos canais dos veículos de comunicação parceiros do evento”, destaca Frei Paulo.

Outra novidade é a presença da imagem de Nossa Senhora da Penha mais lúdica, elaborada para estar presente nas peças de comunicação alusivas à Festa com a finalidade de criar empatia com o público de todas as idades, em especial os mais jovens.

O tema da Festa 2021 é “Vosso olhar a nós Volvei”, em alusão ao canto tradicional da devoção Mariana e ao poder do olhar misericordioso de Nossa Senhora sobre nosso povo.

A escolha, segundo Frei Paulo, se faz propícia no cenário atual, em que devemos renovar os votos de fé para que nossa padroeira interceda por nós. Mas também tem outro significado nesse período de pandemia.

Formato digital

Ao completar 450 anos de existência, em 2020, a Festa da Penha, maior evento religioso do Espírito Santo e uma das maiores festas marianas do País, precisou se reinventar. Em um tempo recorde de pouco mais de 15 dias, foi produzida e realizada a Festa em novo formato, pela primeira vez em sua história totalmente virtual e interativo.

Durante o evento, foram mais de 1.338.220 interações nas páginas das redes sociais do Convento, com participações de diversas cidades do Estado, do Brasil e até de países do exterior. Mais cerca de 600 matérias foram veiculadas nos diversos veículos de imprensa do Estado – sempre parceiros desta manifestação de fé popular – e do País, incluindo transmissões ao vivo da nossa programação.

Em última reunião deste ano, Comissão para a Liturgia faz balanço das ações promovidas

A Comissão Episcopal para a Liturgia do Regional Leste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizou no dia 10 de dezembro sua última reunião do ano. O encontro remoto teve o objetivo de avaliar o ano e coletar propostas para 2021, com a finalidade de que a Comissão possa elaborar um planejamento das ações.

Durante a reunião, a equipe abordou os seguintes temas: Liturgia em tempos de pandemia; Iniciativas importantes desenvolvidas pelas (Arqui)Dioceses e pelo Regional; Sugestões de atividades para 2021 tendo em vista que ainda estaremos em pandemia; Veiculação de um vídeo motivacional pelo site do Regional e pelas redes sociais grupos; Como trabalhar de forma mais eficaz no mundo virtual a formação litúrgica.

De acordo com Pe. Daniel Menezes Fernandes, membro da Comissão, com a pandemia a agenda de atividades da Comissão foi afetada, mas a equipe percebeu que as ações não pararam. “Diversas lives foram feitas em nível nacional, diocesano e em grupos menores, o que foi positivo em vários sentidos”, afirmou. “No Regional Leste 2, nós mantivemos o contato próximo um com o outro e trocamos experiências on-line”, completou.

Algumas atividades para o próximo ano já foram programadas, sendo: Reunião virtual com coordenadores (Arqui)Diocesanos de Liturgia; Formações on-line com grupos específicos (acólitos, diáconos permanentes, seminaristas etc.) e um questionário de escuta sobre a atual realidade, que deve ser feito aos bispos e coordenadores (Arqui)Diocesanos.

Vídeo – A Comissão para a Liturgia do Regional Leste 2 preparou um vídeo com uma mensagem de esperança. Assista aqui.

Fonte: Site do Regional Leste 2

Conheça as paróquias da Arquidiocese dedicadas à esta santa.

Hoje é dia de Santa Luzia também chamada Santa Lucia e conhecida pela grande devoção popular como a “protetora da visão”. Seu nome é derivado do latim e remete a ligação com a luz e com os olhos que são a janela da alma. A história dessa mártir começou no século IV, em Siracusa, na Itália. Luzia nasceu em uma família rica, teve uma educação cristã e fez votos de castidade.

A jovem seguidora de Santa Ágeda – também martirizada – distribuiu todos os seus bens aos pobres, resistiu às investidas de um jovem pagão apaixonado por ela e sofreu perseguição religiosa. Em 13 de dezembro do ano 304 D.C. foi decapitada pelo imperador Diocleciano, após ter tido os olhos arrancados.

Há 3 anos e 3 meses padre Jocemar Zagoto é pároco da Paróquia Santa Luzia, no bairro Santa Luiza, em Vitória. Ele conta que a devoção à padroeira no Brasil é causada pela imigração italiana. “São pessoas que vieram de lá e trouxeram a devoção. O nome Luzia evoca à luz, então ela se torna protetora dos olhos. Ela é uma mártir pelo testemunho de vida cristã que dá e por causa da devoção popular de que ela cura os males da vista.”

A paróquia dedicada à santa na capital foi criada em 2007, pelo então Arcebispo Dom Luiz Mancilha Vilela, em resposta ao desafio da evangelização nos grandes centros urbanos e têm duas comunidades: a matriz e a Nossa Senhora das Graças, no bairro Andorinhas. O sacerdote destaca que eles costumam receber peregrinos no dia da festa de Santa Luzia de vários lugares de Vitória e até mesmo da Arquidiocese.

A programação desse ano está diferente devido à pandemia. Durante este domingo será celebrada a Santa Missa às 9h, 11h e 19h30 – sendo todas presenciais e controle de assembleia de acordo com a chegada. Ao final de todas será realizada a bênção dos olhos e exposição do Santíssimo após a missa das 9h e 11h. À solenidade se encerra às 19h30, precedida de carreata pelo bairro, a partir das 18h30.

Também não acontece neste ano a tradicional cantina, mas os paroquianos poderão adquirir lembranças como camisas, máscaras e chaveiros com a identidade de Santa Luzia, com a logomarca da paróquia – que foi revitalizada – em todas as peças.

Paróquia Santa Luzia, Serra

No bairro das Laranjeiras, região norte de Jacaraípe, também existe uma paróquia dedicada à Santa Luzia desde outubro de 2016 e que possui 11 comunidades. O pároco é padre João Batista da Silva e ele conta que a dedicação do templo à padroeira nasceu de um morador que teve uma graça alcançada e construiu uma capela há mais ou menos 20 anos.

O sacerdote destaca que no começo a capela ficava em uma região pequena, porém depois ganharam um terreno mais para o centro, na avenida principal do bairro, aumentando o espaço. Na programação, devido à pandemia, as comunidades realizaram nos últimos dias a trezena de Santa Luzia de forma online.     

Neste domingo acontecem três missas em honra à padroeira: às 6h, 8h, e 18h, com restrição na quantidade de fiéis. A contagem será feita por ordem de chegada e o limite é 70 pessoas, pois a Igreja é pequena e também é necessário respeitar os protocolos sanitários contra a Covid-19.  

Arquidiocese d Vitória ganha 4 novos diácono transitórios

A manhã de hoje foi de festa na Arquidiocese de Vitória, pois foram ordenados 4 novos diáconos transitórios para servir a Igreja. Alessandro Rebonato, Daniel Calil, Ruan Coutinho e Vitor Noronha receberam o Sacramento da Ordem pela imposição das mãos de Dom Dario Campos, Arcebispo Metropolitano. A celebração eucarística com o rito da ordenação aconteceu às 09h na Catedral.

Na sua homilia, Dom Dario, disse que os diáconos devem seguir o exemplo de Nossa Senhora e se apressarem para se aproximar dos que mais necessitam. Segundo o arcebispo, “Maria foi testemunha da alegria da salvação” e que “a fé de Maria é um exemplo para todos nós, chamados a ser discípulos e discípulas”.

No próximo mês os novos diáconos partem em missão. Eles serão enviados para a Diocese da Santíssima Conceição do Araguaia, no Pará, local em que ajudarão o clero e o povo de lá por cerca de cinco meses. Dom Dario explica que a Amazônia precisa da ajuda de missionários e que o “enriquecimento é muito grande, não só para os diáconos, mas para a nossa Igreja da arquidiocese, como também para a Igreja de lá, no fim todos nós saímos ganhando”, afirmou Dom Dario.

A Arquidiocese de Vitória, além da diocese irmã de Lábrea, está ajudando em Conceição do Araguaia e São Gabriel da Cachoeira.