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A Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Arquidiocese de Vitória irá realizar o Dia Nacional da Juventude, no dia 25 de outubro de

A Comissão Pastoral para a Juventude da Arquidiocese de Vitória irá realizar o Dia Nacional da Juventude, no dia 25 de outubro. Com o tema “Fraternidade e Vida: Dom e Compromisso” e o lema “Ouviu e juntos com eles caminhou” (Lc 24 – 15,17), o DNJ 2020 quer refletir sobre a vida da juventude que é o maior dom de Deus. Nessa perspectiva, os autores dos encontros querem colocar a VIDA como a obra mais perfeita que Deus criou. Porque Deus é jovem e faz novas todas as coisas.

Neste ano, mesmo que de forma diferente, a Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB exorta os jovens de todo o Brasil a testemunharem sua fé em Cristo com este evento. A live da DNJ na Arquidiocese de Vitória acontecerá no dia 25 de outubro (domingo) pelo canal do youtube da arquidiocese, a partir das 18h com a celebração eucarística direto da Catedral Metropolitana de Vitória e logo após haverá show com interatividade organizado pelas expressões juvenis.

“Todos os anos somos chamados a celebrar o Dia Nacional da juventude, o DNJ. A live será uma grande oportunidade de interação dos jovens”, destaca padre Sandro, coordenador da Comissão para Juventude.

A pandemia do novo coronavírus, apesar de impossibilitar eventos presenciais que sempre reúnem centenas ou até mesmo milhares de jovens nas dioceses de todo o país, trouxe também uma nova concepção para o tema do DNJ desde ano: o valor inegociável da Vida, tê-la como a obra mais perfeita que Deus criou e que somos responsáveis uns pelos outros, porque estamos “no mesmo barco, todos frágeis e desorientados, mas ao mesmo tempo importantes e necessários: todos chamados a remar juntos, todos carecidos de mútuo encorajamento”, como salientou o Papa Francisco na homilia da Bênção Urbi et Orbi do dia 27 de março de 2020.

O QUE É O DNJ?

O Dia Nacional da Juventude surgiu em 1985 (Ano Internacional da Juventude, ONU) como uma atividade permanente da CNBB que é realizada nas dioceses de todo o país. Com total apoio dos pastores de nossa Igreja, o DNJ quer celebrar a vida dos jovens de forma alegre, descontraída e comprometida com a realidade social em que vivem, tendo como base a Pessoa e a Mensagem de Jesus Cristo.

Para celebrar a unidade e a vida de todas as juventudes diocesanas, a cada ano, o DNJ propõe a discussão e reflexão sobre algo relacionado à vida da juventude, sempre com temas e lemas que dão sequência às reflexões iniciadas com a Campanha da Fraternidade, e que nortearam as atividades permanentes da Comissão para a Juventude da CNBB.

Na próxima quarta-feira, dia 30, será realizada a Assembleia Formativa Anual da Conferência dos Religiosos do Regional Vitória, sobre o tema: “Promover Relações Humanizadoras

Na próxima quarta-feira, dia 30, será realizada a Assembleia Formativa Anual da Conferência dos Religiosos do Regional Vitória, sobre o tema: “Promover Relações Humanizadoras e atenção diferenciada a cada geração da Vida Religiosa Consagrada”. A formação será realizada pelo canal do youtube da Arquidiocese de Vitória.

Para abordar a temática central do encontro, foram convidados os padres: Pe Antonio Tatagiba Vimercat e Pe Nivaldo Luiz Pessinatti – CRB Nacional. A participação das Congregações é de significativa importância para a caminhada da Vida Religiosa Consagrada da Regional ES. De acordo com Ir Anete Affonso Motta, IMC, coordenadora da CRB Regional Vitória a Vida Religiosa Consagrada não parou. “Mudamos nosso ritmo e o jeito de fazer as coisas, continuamos nossa missão dentro de nossas possibilidades, mas ainda precisamos ter os cuidados necessários”, destaca.

O que é CRB?

CRB – Conferência dos Religiosos do Brasil é um organismo que congrega todos os Institutos Religiosos e todas as Sociedades de Vida Apostólica, ligados à Igreja Católica presentes no Brasil, com sede em Brasília-DF, é composta por uma presidente e uma coordenação.

A Conferência dos Religiosos do Brasil- Regional Vitória (CRB-ES) é uma das 21 Regionais existentes da Conferência Nacional (Brasília-DF), que compreende as quatro dioceses do estado do Espírito Santo. Com uma Coordenação eleita em assembleia trienal composta por representantes das Congregações, podendo ser reeleita por mais um triênio. E em cada diocese temos uma coordenação, que chamamos de Núcleo, exemplo: Núcleo de Vitória, Núcleo Colatina, Núcleo Cachoeiro de Itapemirim e Núcleo São Mateus.

Mais informações:

Praça Getúlio Vargas, 35 – Ed.Jusmar – Sala 811

Centro – Vitória/ES – Cep 29010-350

Telefax: (27) 3322.4168

E-mail: [email protected]

Após seis meses de suspensão, devido às restrições impostas pela pandemia de Covid-19, o Espírito Santo está caminhando para a retomada das atividades presenciais

Após seis meses de suspensão, devido às restrições impostas pela pandemia de Covid-19, o Espírito Santo está caminhando para a retomada das atividades presenciais nas escolas a partir do próximo mês. De acordo com o governo estadual a diminuição dos indicadores da doença entre os capixabas, apontam na direção do retorno da educação infantil e do ensino médio. Apesar disso as famílias ainda não têm um consenso sobre esse assunto.

A pesquisa mais recente feita com os pais de alunos das escolas particulares no Espírito Santo aponta que 58,4% dos responsáveis são a favor desse retorno presencial e apoiam a opção de as famílias escolherem se levam ou não os filhos ao ambiente escolar. O estudo encerrado na última semana foi realizado pelo Sindicato das Empresas Particulares de Ensino do Estado (Sinepe-ES) e teve 8.970 respostas em relação a esse item.

De acordo com o vice-presidente do Sinepe, Eduardo Monteiro, a pesquisa também mostra que na educação infantil existe um desejo maior pelo retorno: 43,77% das respostas são a favor da retomada presencial nas escolas e ele explica que essa necessidade passa por vários interesses.

“Tem o do auxílio para que o pai possa trabalhar; tem as famílias que estão agoniadas porque os filhos já estão em um momento de estafa e um cansaço que tem gerado um prejuízo para a saúde mental; tem as famílias que entendem que o beneficio do ensino presencial compensa qualquer possibilidade de riscos e obviamente tem as famílias que por obrigação precisam se cuidar por conta de uma comorbidade. E isso é importante, vamos respeitar todas as famílias que não puderem e vamos atender com ensino remoto para todos eles”.

É o caso de Flavia Aquino que tem 3 filhos: Thaíssa, Luana e Lorenzo com 17, 9 e 7 anos respectivamente. Os dois mais novos estudam no Colégio Marista Nossa Senhora da Penha, em Vila Velha. Ela conta que entende que as crianças precisam voltar para escola pois o ambiente familiar está desgastado, estressado e sob pressão. Ela também considera que foram transferidas para os pais, responsabilidades da instituição de ensino e na sua casa a rotina é muito difícil, pois são três.

“Tivemos que adaptar estrutura de estudo para os três e às vezes não conseguimos dar conta de reunir o material das atividades extras, tipo as maquetes, acompanhar os deveres, atividades avaliativas, provas. E ainda, trabalharmos. As crianças ficam desatentas, não conseguem se concentrar e reclamam que não estão ‘aprendendo nada’, ficam inseguras com as provas. Tem sido muito difícil ter que dar conta de casa, trabalho e três crianças em home-office. Os professores perdem a paciência durante a aula e demonstram estarem esgotados também. Entendo que a qualidade do ensino está muito prejudicada e por esses motivos, as aulas presenciais precisam voltar. Para manutenção do ambiente harmônico na família e para saúde e sanidade mental das crianças”.

Por outro lado, muitas famílias ainda se sentem receosas de mandarem as crianças para o ambiente escolar. De acordo com a irmã Rita Cola, diretora geral do Colégio Agostiniano, em Vitória, há cerca de um mês e meio eles realizaram uma pesquisa com os pais dos alunos matriculados na instituição e mais de 80% afirmaram que não querem o retorno das aulas presenciais. No colégio diante de toda essa situação eles tiveram uma perda de 10% de alunos matriculados e os que estão na escola receberam descontos nas mensalidades para continuar, pois muitos pais perderam o emprego.

“Muitos pediram transferência porque não aguentam pagar, mas também tem os que não estão dando conta, pois não tem gente para acompanhar o aluno dentro da aula em casa. E nestes casos não adianta a gente dar desconto ou ficar sem desconto, as famílias as vezes não tem os recursos necessários para as aulas. Mas se a volta acontecer estamos preparando o espaço e nós vamos dar aula para chegar à casa dos alunos que não querem vir e os que quiserem vir serão atendidos na escola. Esta também é uma forma de ajudar”.

O pedagogo e supervisor escolar Adriano Fiorese é pai de Isabelle de 12 anos e André de 8 anos que estudam no Agostiniano. Ele é contra o retorno presencial das crianças neste momento e não pretende mandar os filhos para a escola enquanto não houver segurança. Na opinião dele isso necessita de uma avaliação criteriosa por parte dos profissionais da saúde e da educação, pois existem riscos.

“Apesar da curva de crescimento de contágio e de mortes pela Covid-19 terem diminuído bastante e também dos protocolos rígidos já definidos que devem ser adotados pelas escolas no retorno as aulas, acho que ainda é cedo para que crianças e adolescentes até 14 anos compartilhem o ambiente escolar, pois como sabemos esse público quando está em grupo fica muito próximo. E o número de novas infecções e de mortes pela doença aqui no Espírito Santo pode aumentar e muitas crianças ou adolescentes moram ou tem contato com idosos e pessoas que tem comorbidade”.  

O governo do estado está adotando a estratégia do maior para o menor de retorno presencial. Já começou neste mês com a retomada das aulas presenciais nas instituições de ensino superior. E a partir de outubro existe a expectativa que haja a permissão de volta gradativa para o ensino básico: do infantil ao ensino médio respeitando as medidas de segurança como uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos.   

A Igreja Nossa Senhora do Rosário foi construída em 1535 por Vasco Fernandes Coutinho. Ela é um marco na colonização do solo espírito-santense. É

A Igreja Nossa Senhora do Rosário foi construída em 1535 por Vasco Fernandes Coutinho, localizada no Sítio Histórico da Prainha, em Vila Velha, é um registo dos tempos do Descobrimento. Ela é um marco na colonização do solo espírito-santense. É considerada a Igreja mais antiga em funcionamento no país. Tornou-se Paróquia, na segunda metade do século XVII, sendo uma das primeiras Paróquias do Espírito Santo.

Está registrado nos livros do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que a Igreja foi tombada em 24 de julho de 1946, tornando-se Patrimônio Histórico pelo IPHAN. Preserva em sua construção características originais em estilo Barroco.

No decorrer dos anos, a Igreja passou por muitas reformas preservando sempre seu estilo colonial. A reforma mais recente aconteceu em 2015, que durou um ano e foram realizados reparos na estrutura, tratamento do reboco, adaptações de acessibilidade, recuperação de adornos e dos elementos decorativos. O fator mais impactante dessa última reforma foi o resgate histórico das pinturas artísticas, o retorno do coro em estrutura de madeira e a reforma completa no telhado da igreja.

A Paróquia Nossa Senhora do Rosário faz parte da Arquidiocese de Vitória – ES. Sua a administração está sob os cuidados dos frades franciscanos, da Ordem do Frades Menores (OFM). 

Por conta da Pandemia da Covid-19 a Igreja esteve com as portas fechadas sem poder realizar as celebrações e nem receber os visitantes. A partir de hoje (23), a Igreja Matriz, Nossa Senhora do Rosário reabre para a visitação do público. Neste mês de setembro as visitas poderão acontecer de quarta a sexta, das 9h às 17h. A partir do mês de outubro, as visitas serão de segunda a sexta, das 9h às 17h. As missas acontecem todos os domingos, às 8h.

Para a visitação é necessário obedecer aos protocolos sanitários da Organização Mundial da Saúde. Os visitantes deverão fazer uso obrigatório de máscaras, álcool em gel e haverá aferição de temperatura na porta do templo.

“Voltar a celebrar com a presença dos fiéis e abrir as portas para visitação alegra os nossos corações. Mas, diante deste tempo de pandemia, é nosso dever de cristãos assumir o compromisso de amor com o próximo”, destaca o pároco, Frei Djalmo.

A Igrejinha do Rosário é um marco na colonização do estado do Espírito Santo.

É preciso cuidar da casa comum. O Brasil possui a maior floresta mas mesmo assim precisamo plantar árvores em nossas cidades.

Estamos no mês de setembro, o mês da Bíblia e também o mês da Primavera. Embora nem sempre percebamos com clareza as estações do ano devido à diversidade das situações climáticas do país, as primeiras chuvas que começam a cair, dão uma esperança de vida que renasce. Hoje em especial comemoramos o dia da árvore, como cristãos somos responsáveis por essa criação. A data surgiu da necessidade de conscientizar a população da importância das árvores para o meio ambiente, inclusive para a vida dos seres humanos.

O Papa Francisco preocupado com a casa comum escreveu a Carta Encíclica ‘Laudato Si’ – ‘Louvado seja’ – sobre o cuidado da casa comum. Na Carta, o Papa faz um apelo:

“O urgente desafio de proteger a nossa casa comum inclui a preocupação de unir toda a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral, pois sabemos que as coisas podem mudar. O Criador não nos abandona, nunca recua no seu projeto de amor, nem Se arrepende de nos ter criado. A humanidade possui ainda a capacidade de colaborar na construção da nossa casa comum (13)”.

O termo Casa Comum foi inspirado no Cântico das criaturas, que recorda a terra, comprando ora a irmã, com quem partilhamos a existência, ora a uma boa mãe, que nos acolhe nos seus braços.

O Papa Francisco alerta que a “crise ecológica” impele a uma “profunda conversão espiritual” e frisa que os cristãos são chamados a uma “conversão ecológica que comporta deixar emergir, nas relações com o mundo que os rodeia, todas as consequências do encontro com Jesus”, citando a encíclica Laudato Sí’ (217).

Vivemos em um tempo em que todos os cristãos enfrentam idênticos e importantes desafios. Vamos iniciar a primavera dando testemunho concreto com a Casa Comum. Mesmo possuindo a maior floresta urbana do mundo, precisamos arborizar nossa cidade.

Convido a você nesse dia a rezar a Oração Cristã com a Criação, presente na encíclica ‘Laudato Sí’:

 “Nós Vos louvamos, Pai, com todas as vossas criaturas que saíram da vossa mão poderosa. São vossas e estão repletas da vossa presença e da vossa ternura. Louvado sejais! Filho de Deus, Jesus, por Vós foram criadas todas as coisas. Fostes formados no seio materno de Maria, fizestes-Vos parte desta terra, e contemplastes este mundo com olhos humanos. Hoje estais vivo em cada criatura com a vossa glória de ressuscitado. Louvado sejais! Espírito Santo, que, com a vossa luz, guiais este mundo para o amor do Pai e acompanhais o gemido da criação, Vós viveis também nos nossos corações a fim de nos impelir para o bem. Louvado sejais! Senhor Deus, Uno e Trino, comunidade estupenda de amor infinito, ensinai-nos a contemplar-Vos na beleza do universo, onde tudo nos fala de Vós. Despertai o nosso louvor e a nossa gratidão por cada ser que criastes. Dai-nos a graça de nos sentirmos intimamente unidos a tudo o que existe. Deus de amor, mostrai-nos o nosso lugar neste mundo como instrumentos do vosso carinho por todos os seres desta terra, porque nem um deles sequer é esquecido por Vós. Iluminai os donos do poder e do dinheiro para que não caiam no pecado da indiferença, amem o bem comum, promovam os fracos, e cuidem deste mundo que habitamos. Os pobres e a Terra estão bradando: Senhor, tomai-nos sob o vosso poder e a vossa luz, para proteger cada vida, para preparar um futuro melhor, para que venha o vosso Reino de justiça, paz, amor e beleza. Louvado sejais! Amém”.

Leia a Encíclica ‘Laudato Si’ – ‘Louvado seja’ na íntegra.

Na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, desde o início do mês de setembro as celebrações do batismo voltaram a acontecer.

As paróquias da Arquidiocese de Vitória estão voltando a celebrar os sacramentos após as orientações dadas pelo Arcebispo Metropolitano de Vitória, Dom Dario Campos, no mês de agosto. Na circular divulgada no dia 05, padre Renato Criste – coordenador arquidiocesano de pastoral – ressaltou os desafios na evangelização vividos neste tempo de pandemia e detalhou os encaminhamentos para que aconteça a catequese, batismo de crianças e matrimônio neste período.

Na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, desde o início do mês de setembro as crianças voltaram a ser batizadas. Rossana Abicair é coordenadora da Pastoral do Batismo na paróquia há 5 anos e detalha que não acontecia a realização do sacramento do batismo há cerca de 7 meses. Com as novas orientações começou uma procura muito grande dos paroquianos.

Em vista disso foram abertas as inscrições para o batismo pelo aplicativo da paróquia e em apenas um final de semana foram 90 inscritos. Com a confirmação da inscrição, foram realizadas visitas virtuais nas casas das famílias – que antes da pandemia eram feitas presencialmente pela equipe do batismo.

Os encontros de preparação aconteceram pela internet de 10 em 10 crianças. Após isso, as crianças foram encaminhadas para o batismo em cada sábado do mês de setembro com limite de 7 crianças para cada um dos horários de batismo: 9h, 11h e 15h30. Para controlar o número de pessoas dentro do templo, cada batizando recebeu 20 convites para serem distribuídos aos pais, padrinhos e convidados.

Na entrada da Igreja a equipe de acolhida realiza a medição da temperatura, todos devem usar máscaras no ambiente e os bancos de cada criança foram colocados separados, dando chance de a família escolher se quer sentar perto ou mantendo uma distância. Rossana também explica que apenas um único fotógrafo atua nos batizados e não existe muita movimentação de pessoas. A coordenadora relata os cuidados no rito do batismo.

“O item principal do aconselhamento do arcebispo é que ninguém da pastoral ou o padre encoste na criança e seja apenas o pai, a mãe, o padrinho, madrinha ou quem a família determinar. Então a unção é feita com bolas de algodão. O padre molha no óleo, unge o peitinho da criança e descarta em um recipiente que será incinerado depois.  A água em que a criança é batizada também não é reaproveitada para batizar outra. Assim que o padre a abençoa ela é colocada em jarras e aquela água que foi despejada dentro da pia é descartada na terra posteriormente.”  

De acordo com Rossana a equipe precisou se reinventar neste período de pandemia e mesmo sentindo falta do corpo a corpo, do abraço e do sorriso pessoal, tudo tem funcionado muito bem. As famílias que estão vivenciando o batismo nos últimos dias têm dado retornos positivos. É o caso de Mariana Fassheber, mãe do Leonardo, que foi batizado no último sábado (12).   

A Oficial de Justiça conta que em fevereiro deste ano o filho tinha 6 meses de vida e foi apresentado à comunidade durante uma missa. Este foi um momento muito importante na vida da família em relação a renovação da Fé e da espiritualidade. Desde então ela pegou as informações para a inscrição do batismo. Com o início da pandemia tudo foi suspenso, mas ela e o esposo Rodrigo continuaram acompanhando as missas aos domingos pelas redes sociais e quando foi anunciado que seriam retomados os sacramentos, eles logo se inscreveram para o batismo.

Mariana afirma que mesmo com a família toda morando em Minas Gerais e não podendo ter a presença de pessoas como a avó e seu pai, eles decidiram que era hora de batizar o filho e foram muito acolhidos por toda equipe da Perpétuo Socorro. Eles preencheram a ficha com os dados dos pais, padrinhos e participaram da visita virtual e preparação para o sacramento de forma online.  

“Nesse momento tão sombrio, incerto e nebuloso que a gente está vivendo, em decorrência dessa pandemia que já está durando 6 meses de isolamento, a gente tinha muita vontade que o espírito Santo viesse habitar no nosso filho e ele recebesse Jesus na sua vida. E o batismo foi uma experiência muito gratificante, emocionante e foi um dia de uma felicidade imensa. A organização da paroquia foi impecável e a limitação de convidados e o uso de máscaras obrigatório não tornou a celebração um momento menos especial”.                 

Para que a retomada dos batismos se torne efetiva nas paróquias da Arquidiocese, entre as orientações pastorais está que a preparação e celebração dos sacramentos aconteça com criatividade, simplicidade e adaptação à cada realidade e situação concreta. As celebrações de batismo também podem acontecer fora das missas e com número reduzido de crianças, tomando as medidas de higiene sanitária. 

Com a flexibilização da pandemia de Covid-19 casamentos já são permitidos nas Igrejas Capixabas.

O casamento é a festa do sim. É o momento tão aguardado em que um casal confirma a vontade de estabelecer um vínculo duradouro para a vida toda. Muito tem se falado sobre como agir em casamentos nos tempos de pandemia de COVID-19.

A pandemia do novo coronavírus forçou a diversas mudanças, inclusive em celebrações de casamentos. Durante a quarentena mais rígida, as cerimônias foram impossibilitadas de acontecer. Mas, agora, com a flexibilização, algumas já começam acontecer.

O coordenador do Departamento Pastoral da Arquidiocese de Vitória e Cura da Catedral de Vitória, padre Renato Criste Covre, informou que o sacramento do matrimonio já começa a ser realizado “é possível a realização, desde que os noivos concordem com as condições sanitárias, inclusive com a capacidade máxima de 240 convidados no templo da Catedral de Vitória e o uso de máscaras de todos os convidados, inclusive os noivos”, explica.

Para que o casamento aconteça é necessária uma preparação que se antecipa a celebração religiosa. Por muitos anos e até hoje em a algumas paróquias acontece os encontros de noivos, que são encontros de finais de semana com os noivos que querem se casar. Algum tempo na Catedral de Vitória esses encontros já estavam acontecendo de forma personalizada conforme pedido do Papa Francisco em sua Encíclica Amoris Laetitia.

“Na Catedral já havíamos adotado a mais tempo a metodologia de acompanhamento personalizado, que é uma recomendação da Arquidiocese de Vitória, consolidado com o Papa Francisco que usa a expressão de um processo catecumenal, que em outras palavras é acompanhamento personalizado. Cada casal está no processo da vida diferente, tem níveis de maturidade diferentes, tanto do aspecto humano como do aspecto espiritual. Essa metodologia, ela veio ao encontro com a necessidade do momento, porque a gente não depende mais, da realização dos encontros de um final de semana onde reunia todos os noivos e realizava-se palestras. Agora com o acompanhamento personalizado atendemos as necessidades particulares. A pandemia veio reforçar ou dizer que estávamos no caminho certo. Isso seria um processo inevitável, a vida das pessoas, a rotina está mudando muito rapidamente”, comenta Padre Renato Criste.

De modo geral, para a celebração do casamento são utilizados os mesmos critérios para a participação das missas. Manter o distanciamento social, fazer o uso de máscara e de álcool em gel. O número de convidados precisa ser restrito, respeitando o número de pessoas que o templo comporta pois esse pode variar de uma Igreja para outra.

Leia a Encíclica Amoris Laetitia do Papa Francisco.

Anexos

A Fraternidade Missionários da Luz está em luto pela morte de seu fundador, Ederaldo do Carmo Oliveira, conhecido como Irmão Ederaldo da Luz.

A Fraternidade Missionários da Luz está em luto pela morte de seu fundador, Ederaldo do Carmo Oliveira, conhecido como Irmão Ederaldo da Luz. O falecimento ocorreu neste domingo, dia 13, em decorrência de um acidente que sofreu há dois meses. O velório aconteceu na sede da Fraternidade no bairro São Geraldo, em Cariacica. A celebração das exéquias foi presidida pelo Assessor Eclesiástico para as Novas Comunidades, Pe Hadeleon Santana, na segunda-feira, pela manhã a pedido do Arcebispo Metropolitano, Dom Dario Campos. O sepultamento ocorreu na cidade de Bom Jesus do Itabapoana – RJ, cidade onde reside familiares do fundador. 

A Arquidiocese de Vitória se solidariza com a Fraternidade Missionários da Luz e seus familiares.Em preces, supliquemos a Deus que, em sua infinita misericórdia, acolha Irmão Ederaldo, concedendo-lhe o descanso.“Peçamos ao Senhor Jesus Cristo, Pastor de todos nós, que o receba para a vida plena e feliz, na eternidade!”