Notícias da Arquidiocese

Um vídeo que tem circulado as redes sociais nos últimos dias e impressionado muita gente é o do pequeno Mateus de 3 anos e

Um vídeo que tem circulado as redes sociais nos últimos dias e impressionado muita gente é o do pequeno Mateus de 3 anos e 2 meses caminhando pela sala de casa segurando uma cruz, reproduzindo a cena do padre no Cerco de Jericó, que está passando na televisão da sala. A mãe deste menino é a dentista Franciny Rosa Bragança que tem uma história de superação em sua maternidade.

Casada há 13 anos com Eduardo ela conta que sempre na vida quis ser mãe e acredita muito que nenhuma mãe nasce pronta e o aprendizado é na prática com os acertos e erros. Franciny crê que esta é uma jornada muito linda que Deus proporciona as mulheres, sabendo que todo dia é um dia e que “mãe é a melhor coisa do mundo”.

Sobre a sua história como mãe a dentista fala para todos que a perguntam que esta é a maior benção que Deus a deu na vida e que sua trajetória é de muito, muito amor e dedicação, mas também de muita dor, superação, Fé e oração. Franciny é mãe de três filhos: Alícia, Mateus e Miguel. A primogênita partiu deste mundo no ano de 2017, após um quadro infeccioso.

“Alícia com 3 anos e 3 meses, uma criança super sadia, nunca teve nada na vida, de um dia para o outro passou mal e foi parar na UTI. Faleceu de septicemia e foi uma dor muito grande para mim. Nesse momento que minha filha morreu eu estava grávida do Mateus, que é nosso menino de Deus. Eu acredito muito que Deus colocou a mão em mim, na minha família e falou: ‘vamos recomeçar eu estou aqui com vocês’ e nos deu o Mateus que é uma criança muito especial”.

Franciny reforça o significado do nome Mateus que é “presente de Deus” e afirma que ele realmente é um menino de Deus em sua minha vida que em meio a tanta dor e sofrimento, ele veio para recomeçar. Para completar a sua vida, em um domingo Páscoa em meio a pandemia, chegou o Miguelzinho, que hoje tem um ano, comprovando o amor de Deus por sua família.

Todo esse processo de perda e restauração deu um novo sentido para a vida de Franciny e de sua família: “eu sempre tive esse contato com Deus e a gente pedia muito no hospital o milagre da vida vencendo a morte, em relação a minha filha que estava internada, e eu tenho a certeza que Deus operou um milagre, que foi a nossa conversão, da minha família, de mim e do meu marido. Com a despedida da minha filha esse vínculo mais forte com Deus aumentou, também a nossa Fé e a nossa oração. Hoje nossa família é outra”, revela.

A mãe de Mateus acredita que um pouco dessa intimidade do pequeno com Deus é dele próprio, pois é um menino especial. Mas também por ele ter o exemplo dentro de casa, pois eles vivem em oração, assistem as missas pela televisão, escutam muito louvor e a palavra de Deus. Além disso, ela e o marido rezam todas as noites com os filhos, e até mesmo o caçula já se sentiu tocado e segue pelo mesmo caminho.

Amanhã é Dia das Mães e Franciny reafirma o sentido de ser mãe para ela: “é acreditar no profundo amor de Deus para comigo, acreditar que a gente pausa nosso viver pelo outro e em meio a dores e muitos sacrifícios é que eu me vejo como mãe. Esse amor incondicional que tenho pelos meus filhos é o amor que vem de Deus e nesse vinculo que aumenta cada vez mais o amor de Deus conosco”.

Anexos

O mundo está repleto delas: as mães que geram, cuidam, educam e acima de tudo amam incondicionalmente seus filhos. Elas dão a vida à

O mundo está repleto delas: as mães que geram, cuidam, educam e acima de tudo amam incondicionalmente seus filhos. Elas dão a vida à sua descendência e o papel delas é tão importante que até o nosso Senhor Jesus Cristo nasceu de uma mãe. Ao questionar uma mulher sobre o que é esta missão, muitas afirmam que “ser mãe é uma dádiva”. Agora imagina como é a vida de uma mãe que tem um filho padre? A figura materna tem um significado muito grande no sacerdócio. Intercessoras, ajudadoras, presença constante… Elas são força e inspiração para estes filhos que vivem integralmente para Deus e para o serviço do Evangelho.

Cristiane é mãe do padre Ricardo Passamani – ordenado há quase 10 meses pela Arquidiocese de Vitória. A história dele muita gente já conhece. O filho de dona Cristiane é médico e exercendo a medicina identificou que precisava oferecer algo mais aos pacientes: além da cura física, a cura e o conforto espiritual. Ela relembra que o filho sempre compartilhava com ela os seus desejos e o marido teve dificuldades de aceitar essa decisão de Ricardo. Ao perceber que o filho realmente serviria a ordenação sacerdotal ela afirma que teve um sentimento de gratidão.

“Eu penso que essa é a maior benção que tem uma família: uma vocação ao sacerdócio. Eu senti muita graça de Deus na minha vida, pois eu nunca rezei dessa forma, para meu filho ser padre. Hoje eu procuro sempre estar em oração, entregando a Jesus e Nossa Senhora o apostolado dele e pedindo que Deus faça a sua vontade. Peço também a Fé e proteção para meu filho e sempre que eu posso eu o ajudo. Por eu ser de Ministério de Grupo de Oração às vezes ele me pede para acompanhar alguma família, alguma esposa”.

Neste quesito padre Ricardo conta que costuma comparar sua mãe – desde o tempo do Seminário – com a mãe de Dom Bosco, que não somente convivia com ele, mas também participava ativamente de seu apostolado. “Minha mãe faz isso. Com muita frequência quando as pessoas me procuram e as vezes são casos ligados a problemas no matrimônio, por exemplo, e muitas vezes são mulheres, dependendo da idade da pessoa e da situação eu encaminho para minha mãe e ela me ajuda bastante. ” O religioso também revela que a participação da mãe em sua vida de oração é muito grande e eles sempre rezam juntos, pois ela é uma mulher de muita oração.

Maria da Penha Chagas, 63 anos, é mãe de um missionário. Seu filho é padre Alessandro Chagas, que está em missão na Diocese Santíssima Conceição do Araguaia, no Sul do Pará, desde janeiro de 2020. Ela confessa que não estava “preparada” para ter um filho padre, mesmo vendo que ele caminhava na Igreja e esperando que teria um futuro bom. “Quando ele chegou e falou que ia para o seminário foi muito forte, mas eu falei com ele: ‘você vai meu filho, vai fazer seu caminho lá e se não der certo você pode voltar para casa’. Aí ele foi e graças a Deus deu certo e ele ficou muito animado”.

O filho – Padre Alessandro Chagas – afirma que a importância que ele vê da presença de sua mãe é a intercessão nestes 5 anos do seu ministério, pois ela foi uma pessoa que sempre esteve rezando, acreditando nele e ele acredita que assim como Nossa Senhora estava junto de Jesus o acompanhando, sua mãe está com ele por todo tempo e apesar da distância, tem o apoio dela, sendo uma presença de Deus em sua vida. E se um dia padre Alessandro ficou sem resposta sobre como sua mãe se sente por ter um filho presbítero, hoje dona Maria da Penha já tem um resultado na ponta da língua.

“Ele tinha um ano de ordenação e a gente almoçando em uma paróquia onde ele atuava, meu filho me disse: ‘Dona Penha o que a senhora acha de ser mãe de um padre? ‘ E eu fiquei sem resposta para ele naquele momento. Mas agora eu tenho duas coisas para dizer para ele. É muito bom e não muda nada na minha forma de ser mãe dele. É uma alegria completa em minha vida e eu digo que quando um filho é ordenado padre este é o dia mais feliz da vida da gente. Sou muito abençoada ainda mais por ele estar em missão. Deus nos dá muita força para aguentar a saudade e a distância”.

Uma mãe para sempre no coração

Nascido em Aymorés, Minas Gerais, em uma família muito religiosa, padre Jairo de Souza é o sexto dos nove filhos de dona Maria Neuza de Souza, que sempre foi o esteio da família. Neste ano padre Jairo, vai passar o primeiro Dia das Mães sem a presença de sua mãe aqui na terra, pois sua matriarca faleceu após um período longo de internação hospitalar para tratar problemas de saúde, na noite de Natal, em 24 de dezembro de 2020.

Durante toda a sua trajetória de estudos para se tornar um sacerdote, padre Jairo conta que a mãe sempre foi sua intercessora e motivadora a nunca desistir diante das dificuldades que encontrou no caminho. Ele relata que a frase constante de sua mãe em toda sua jornada era “que nossa Senhora Aparecida te cubra, se apegue a ela, deixe ela passar à frente que vai dar tudo certo. Conte com minhas orações, meu amor e minha alegria de ver um filho sendo padre”.

Quando sua mãe precisou de um apoio, pois estava depressiva, ele se dedicou inteiramente a ela e desde então sempre esteve ao seu lado. Padre Jairo relata que dona Maria Neuza foi muito presente na vida dos filhos e durante sua vida teve diabetes, hipertensão e era muito teimosa em relação a alimentação, pois cuidava dos outros e não dela. Devido a um tumor benigno na hipófise ela ficou cega e com tantos tratamentos ficou com a saúde muito debilitada. Foi internada no ano passado e ficou mais de dois meses dentro do hospital intubada em meio a pandemia.

Muito emocionado ao relembrar a presença materna em sua vida padre Jairo afirmou que está sendo muito difícil não ter a presença da mãe, pois ela era a referência, mas se sente muito agradecido:  “Eu tive uma boa mãe, uma mãe exemplar. Ela era iletrada, pois não pôde estudar, mas era uma mulher muito inteligente de frases muito potentes e que até hoje eu uso nas minhas pregações. A mãe sempre foi presente na minha formação de padre e foi tudo para mim, a mulher da minha vida, a minha paixão e muito teimosa, o que puxei dela também”.

 

O arcebispo de emérito de Vitória, Dom Luiz Mancilha Vilela, comemora hoje 79 anos de idade, dos quais 52 são dedicados ao sacerdócio. Depois

O arcebispo de emérito de Vitória, Dom Luiz Mancilha Vilela, comemora hoje 79 anos de idade, dos quais 52 são dedicados ao sacerdócio. Depois de ter conduzido por muitos anos a arquidiocese hoje ele leva uma vida de recolhimento e oração.

Antes da pandemia Dom Luiz continuava celebrando missas na paróquia Bom Pastor, da Praia da Costa e na paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, em Itaparica e sempre que convidado presidia também em outros lugares, hoje ele celebra sozinho todos os dias na capela do apartamento onde vive. Segundo Dom Luiz o importante é que “o corpo místico de Cristo está presente”.

Neste período ele escreveu um livro sobre espiritualidade e está iniciando outro, ele argumenta que “escrever é uma maneira de rezar diante da Palavra de Deus”.

Vivendo uma nova etapa da vida, o Arcebispo emérito de Vitória tem um dia ocupado e bem dividido, ele escreve, tem os momentos de oração, lê bastante (em especial sobre patrística), acompanha o dia a dia do Brasil e se informa por meio dos veículos de comunicação.

Nas palavras de Dom Luiz, este é um tempo de reflexão profunda, em que “a gente recolhe toda a vida doada até agora”, é um tempo que “requer meditação, sabedoria… é um tempo de intercessão”, segundo ele é um serviço prestado à “Igreja diante do tempo de Deus”, acrescenta Dom Luiz.

Para ele a vida do bispo emérito é estar diante de Deus, “não é o fazer muito, mas ser mais” e nesse silêncio “se fazer um apoio para toda a Igreja militante”.

O que é um Bispo Emérito

Aos 75 anos de idade o arcebispo ou bispo atingem a idade limite para exercer o ministério episcopal. Aqueles que completam esta idade apresentam renúncia ao Papa.

Com o aceite do Santo Padre, o bispo se torna emérito e deixa de exercer o comando de uma arquidiocese ou diocese, mas continua celebrando e exercendo o seu ministério de outra maneira.

Na reunião da colegiada, (arcebispo, coordenador de pastoral, representantes de áreas pastorais e coordenadores de comissões), coordenada por dom Dario Campos, arcebispo de Vitória

Na reunião da colegiada, (arcebispo, coordenador de pastoral, representantes de áreas pastorais e coordenadores de comissões), coordenada por dom Dario Campos, arcebispo de Vitória e pe. Renato Criste, coordenador de pastoral, que aconteceu na manhã de hoje foi apresentado o projeto para as comemorações dos 25 anos do 13º CEN, Congresso Eucarístico Nacional realizado em Vitória em 1996. A proposta é de um tríduo de preparação e a solenidade comemorativa será junto à Festa de Corpus Christi, onde a depender do mapa de risco em cada região, poderá ser feita uma procissão com o Santíssimo Sacramento em carro aberto e sem público. Na ocasião serão recolhidos alimentos para as famílias necessitadas. A introdução do Tríduo contou com a colaboração do cardeal dom João Braz de Aviz, na época do 13º CEN bispo auxiliar de Vitória e coordenador do CEN. O departamento de pastoral sugere também a Semana Litúrgica que deve retomar o tema e as memórias do CEN: Eucaristia é vida para a Igreja.

Outro ponto da pauta foram as informações sobre o processo de instalação do Regional Leste 3, aprovado nas três instâncias da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil: Regional Leste 2, Consep (Conselho Permanente da CNBB) e Assembleia Geral da CNBB. O GTE, Grupo de trabalho e estudo, foi criado e é composto pelos coordenadores de pastoral das (arqui)dioceses e o pe. Bruno Sá Rangel, canonista da diocese de Cachoeiro de Itapemirim. Cabe ao GTE a preparação do estatuto e encaminhamentos necessários ao funcionamento. No próximo dia 25 uma nova reunião acontece com a participação do secretário do Regional Leste 2 e em pauta estão a sede, presidência e os desafio para as comissão estatutárias neste que será o menor regional da CNBB, composto por 4 dioceses, numa Igreja com características muito específicas e organização estrutural em pequenas comunidades de base (Cebs).

Áreas pastorais, comissões e vicariatos partilharam suas experiências pastorais com destaque para a Campanha Paz e Pão que está mobilizando toda a arquidiocese e movimentando outras entidades como sindicatos, ceramistas, associações médicas entre outros e a ação da comissão missionária que está arrecadando remédios para atender a Prelazia de Lábrea, uma vez que a atividade anual do barco-hospital não pode acontecer devido à pandemia.

No início da reunião, dom Dario agradeceu o empenho dos padres e os esforços para serem criativos neste tempo difícil de pandemia e incentivou-os a manterem o olhar no mapa de risco da Secretaria de Saúde do Estado  “para que a ânsia pastoral não faça esquecer os cuidados necessários dependendo da situação”. O Arcebispo também lembrou os padres e religiosas que faleceram vítimas de covid, os padres que testaram positivo, mas estão curados e pediu cuidado com a saúde incentivando a busca por atividades prazerosas juntamente às atividades pastorais como ponto de equilíbrio para enfrentar os desafios diários. Outros informes como a viagem ao Pará para visitar os diáconos transitórios e padres em missão, ordenações sacerdotais previstas para este ano.

 

Os presbíteros do Espírito Santo participam de 10 a 13 de maio da formação permanente. O encontro será virtual e terá como assessores o

Os presbíteros do Espírito Santo participam de 10 a 13 de maio da formação permanente. O encontro será virtual e terá como assessores o pe. Manoel Godoy e o Dr. Willian Castilho com o tema: Ser presbítero na ação evangelizadora da Igreja no Estado do Espírito Santo na mística das comunidades.

O link será enviado aos participantes pelos representantes de cada diocese. “Para cada dia será enviado um novo link”, disse pe. Robson Pratti, representante dos presbíteros da arquidiocese de Vitória.

A programação já foi enviada e teve como base o Congresso de Padres que aconteceu em Ouro Preto. O material desse Congresso foi enviado a todos os presbíteros do Leste 2, mas provocou uma reflexão nacional que será retomado no Encontro daqui. “Os assuntos são provocativos e levantam muitos questionamentos”, disse pe. Robson que acredita ser “a expectativa e a participação do clero muito boa e feita com seriedade”.

A cada dia a coordenação ficará a cargo de um padre de cada diocese.

A arquidiocese de Vitória convida todos os fiéis e acompanharem com orações o Encontro.

O mês de maio é dedicado as mães e começamos a semana do dia delas destacando a presença marcante de Nossa Senhora – mãe

O mês de maio é dedicado as mães e começamos a semana do dia delas destacando a presença marcante de Nossa Senhora – mãe de Jesus Cristo, o filho de Deus e mãe de todos os fiéis católicos – no território da Arquidiocese de Vitória.  Maria Santíssima cuida da Igreja Particular de Vitória que entre diversos títulos dedica templos e sua força viva a seus cuidados. Esta relação é tão íntima que além da padroeira da Arquidiocese ser Nossa Senhora da Vitória, a padroeira do Estado do Espírito Santo, onde estamos inseridos, é Nossa Senhora da Penha.

Padre Ivo Amorim, Vigário Geral da Arquidiocese de Vitória e também pároco da Paróquia Maria, Mãe da Igreja, em São Geraldo, Cariacica, comenta que o Papa Paulo VI elevou Nossa Senhora ainda mais em sua significação pela Constituição Lumen Gentium. Nela o santo padre declarou que Maria pode servir de modelo para a Igreja, pois acreditando e obedecendo ela gerou na terra o Filho do Eterno Pai, por obra da Graça do Espírito Santo – sem ter conhecido o varão. E ao dar à luz a um filho Deus o estabeleceu como Jesus, primogênito de todas as criaturas, de todos os irmãos.

Em relação aos números, a Arquidiocese de Vitória possui 90 paróquias e no meio destas 29 são dedicadas a Nossa Senhora. Por área Pastoral esta é a seguinte divisão: são nove (9) na área de Vila Velha, seis (6) na área da Serra, cinco (5) na área Cariacica/Viana, cinco (5) na área Benevente, duas na área Vitória e duas na área Serrana.  Já em meio as 1020 comunidades da Arquidiocese são 319 que tem como padroeira títulos relacionados a mãe de Jesus. Por área Pastoral são 71 da área Cariacica/Viana, 63 da área Serrana, 55 da área Benevente, 52 da área da Serra, 42 da área de Vila Velha e 36 da área de Vitória.

“Nós temos muitas paróquias, comunidades e dioceses dedicadas a Nossa Senhora, a mãe de Jesus e da Igreja e só por esse motivo vemos a importância de termos maria nossa mãe na nossa vida e na vida de nossa Igreja. Acolhemos a palavra de Deus no coração e também acolhemos Maria aquela que trouxe ao Mundo Jesus, o Salvador. Então por esta relação Maria se tornou tão importante para a vida dos cristãos e nós podemos dizer que uma Igreja sem Maria é uma Igreja sem Cristo também. Porque a Igreja que não acolhe Maria não vai acolher também o filho que foi gerado no seu ventre”, enfatiza padre Ivo.

A Paróquia São Sebastião do Alto Guandu é a que mais tem comunidades dedicadas a Maria: são 19. Esta também é a maior paróquia da Arquidiocese em extensão territorial e em número de comunidades. Por títulos são 293 comunidades dedicadas à “Nossa Senhora”, 12 a sua “Imaculada Conceição”, 5 ao “Imaculado Coração”, 5 à “Santa Mãe de Deus”, 2 ao “Sagrado Coração de Maria”, 1 à “Maria Santíssima” e 1 a “Maria Mãe da Igreja”. Em relação as paróquias são 24 que tem “Nossa Senhora” como padroeira, uma que tem “Mãe da Igreja”, uma “Virgem Maria”, uma “Mãe da Divina Misericórdia” e uma “Santa Mãe de Deus”.

Entre os 10 títulos mais usados pelas comunidades como padroeira estão: Nossa Senhora Aparecida com 62, Nossa Senhora da Penha com 38, Nossa Senhora de Fátima com 26, Nossa Senhora das Graças com 26, Nossa Senhora da Conceição com 16, Nossa Senhora de Lourdes com 13, Nossa Senhora Auxiliadora com 12, Nossa Senhora do Rosário com 12, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro com 9 e Nossa Senhora de Guadalupe também com 9.

Para finalizar o Vigário Geral reforça que é sempre bom lembrar a expressão do evangelho de São João quando na cruz Jesus entregou João aos cuidados de Maria dizendo ‘Mulher, eis aí teu filho’, pois esta expressão revela o cuidado de Deus para com a humanidade, para com aqueles e aquelas que acreditam em Jesus Cristo, nessa referência explicita da mãe de Deus: Maria, Nossa Senhora.

 

Na manhã deste sábado (01) aconteceu a primeira reunião do Vicariato para a Comunicação da Arquidiocese de Vitória com os representantes da Pastoral da

Na manhã deste sábado (01) aconteceu a primeira reunião do Vicariato para a Comunicação da Arquidiocese de Vitória com os representantes da Pastoral da Comunicação (PASCOM) nas Áreas Pastorais de Vitória, Vila Velha, Serra/Fundão, Cariacica/Viana e Benevente. O encontro foi realizado de forma online.

Durante a conversa de Padre Anderson Gomes, Vigário Episcopal para a Comunicação, detalhou a missão desta comissão formada recentemente: fortalecer o relacionamento da Arquidiocese com as paróquias, ter um contato mais próximo com os padres coordenadores das Áreas Pastorais e comunicar melhor o evangelho, divulgando a realidade da Igreja particular de Vitória.

Em contrapartida, os representantes detalharam o trabalho que já estão fazendo nas respectivas áreas. Segundo o representante da Área de Vila Velha, Renann Siqueira, a reunião foi muito produtiva e contemplou pontos importantes relacionados a PASCOM.

“Nosso trabalho na área tem sido realizado com o objetivo de chegar às equipes paroquiais e tentar ser um suporte para sua melhor estruturação, estabelecendo assim um vínculo de unidade e parceria. A parte inicial desse caminho em busca da unidade tem se refletido na produção de matérias semanais onde cada paróquia se disponibiliza para contribuir e partilhar histórias, trabalhos e ações realizadas”.

Uma primeira ação que foi sugerida pelo vigário para movimentar esse relacionamento com todas as equipes de PASCOM da Arquidiocese – e já está funcionando – é a publicação semanal de matérias relacionadas à cada Área Pastoral neste site.

Na programação já feita a área Serrana abre a semana publicando sua matéria todas as segundas-feiras, área Cariacica/Viana todas as quartas-feiras, área Vila Velha todas as quintas-feiras, área Vitória todas as sextas-feiras e área Benevente sempre aos sábados. Você pode clicar aqui e conferir as matérias já produzidas.

A representante da área Vitória, Anna Carolina Perim Simonassi, também destacou a importância deste primeiro encontro: “acolhimento é o que pode resumir a reunião de hoje com o Vicariato da Comunicação e os coordenadores de área. Muito bom estarmos mais próximos da Arquidiocese, sermos parte integrante e de construção da Comunicação de nossa igreja. Foi um momento muito esclarecedor e gratificante”.

Com esta Comissão Arquidiocesana da PASCOM as 90 paróquias da Arquidiocese e os padres coordenadores de área tem uma referência quando o assunto é comunicação. A estruturação desse relacionamento está apenas começando mas as frutos já estão sendo colhidos. “Para contar a verdade é necessário ir ver, ouvir as pessoas, recolher a realidade.” (Papa Francisco – 23/01/21)

O mês dedicado à Santa Mãe de Deus começa com a celebração de São José Operário, pai adotivo de Jesus. A festa, que foi

O mês dedicado à Santa Mãe de Deus começa com a celebração de São José Operário, pai adotivo de Jesus. A festa, que foi instituída em 1955 pelo Papa Pio XII, apresenta um José trabalhador e provedor de sua família por meio de suas labutas diárias. Ele é o esposo de uma jovem mãe que aceitou o desafio de gerar o Filho de Deus. José representa todos trabalhadores e trabalhadoras que laboram para pôr o pão de cada dia em casa.

Na arquidiocese de Vitória a paróquia dedicada ao santo fica no bairro Carapina, na Cidade de Serra. Fundada em 1988, pela generosidade e religiosidade de um povo, ela nasce no meio de lutas de operários por melhores salários e melhores condições de trabalho.

A paróquia é localizada no município mais industrial do Estado e fica próxima de empresas grandes e de multinacionais importantes que empregam milhares de trabalhadores.

Liderada pelos missionários combonianos, ao longo dos anos a paróquia foi crescendo e a arquidiocese viu a necessidade de dividi-la para melhor atender o seu povo. Da paróquia original surgiram outras seis que compõe a Área Serra/Fundão, depois dessas divisões, hoje, a paróquia São José Operário conta com dez comunidades.

Tríduo
28/04 – Celebraram as comunidades Santa Rita e Santa Maria Goretti – Tema: José: Pai/Sonho.
29/04 – Contou com a participação da comunidade de Nossa Senhora de Fátima – Tema: José – Família/Serviços.
30/04 – O terceiro dia do tríduo teve a participação da comunidade de Santa Terezinha – Tema: José: Teabalhador/Fidelidade.

Missa honra à São José Operário
Acontece hoje, dia 01/05 às 17h, a Santa Missa em Honra ao padroeiro. O presidente da Celebração será o Pe. Carlo Faggion,, que contará com a participação da comunidade de São José.

O canal para acompanhar a missa ao vivo é:
https://www.facebook.com/paroquiasaojoseoperariocarapina

“São José Operário, rogai por nós”